Atividade antimicrobiana

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Atividade antimicrobiana dos frutos de Syagrus oleracea e Mauritia vinifera.

Atividade antimicrobiana dos frutos de Syagrus oleracea e Mauritia vinifera.

Para o teste de atividade antimicrobiana foram utilizadas cepas de bactérias Gram positivas (Staphylococcus aureus ATCC 25923 e Enterococcus faecalis ATCC 29212) e Gram negativas (Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853 e Escherichia coli ATCC 25922). A metodologia empregada foi a de Microdiluição em caldo. Foram testados os extratos etanólicos brutos do epicarpo/mesocarpo dos frutos de S. oleracea e de M. vinifera, o extrato hexânico das amêndoas de S. oleracea, as partições hexânicas e em acetato de etila do epicarpo/mesocarpo dos frutos de S. oleracea, do epicarpo/mesocarpo e mesocarpo/endocarpo dos frutos de M. vinifera, na concentração de 100 μg/ml.
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Screening da atividade antimicrobiana de extratos de plantas

Screening da atividade antimicrobiana de extratos de plantas

Os resultados mostram que o óleo essencial de M. gummifera tem pouca atividade antimicrobiana significativa. Em relação às bactérias Gram-positivas e Gram-negativas apenas ocorreu o efeito antibacteriano contra uma estirpe de S. aureus testada (BAC3) e uma estirpe de K. pneumoniae (ATCC K), respetivamente, na concentração mais alta testada (20µL/mL). Em relação às leveduras, a gama de valores de CMI e CML foi desde a não inibição de crescimento celular a 10µL/mL. A ausência de efeito antimicrobiano pode dever-se a ausência de atividade antimicrobiana dos principais componentes do óleo essencial de M. gummifera, nomeadamente do mirceno e do sabineno. O mirceno é descrito por possuir propriedades sedativas, anti-inflamatórias e analgésicas para órgãos periféricos (111). Por sua vez, o composto sabino está descrito por possuir propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias (111). Mas, Filipowicz et al (2003) estudaram a atividade antibacteriana e antifúngica de uma fração pura de sabino não observando nenhuma atividade (112).
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Avaliação da atividade antimicrobiana de extratos vegetais.

Avaliação da atividade antimicrobiana de extratos vegetais.

A CIM foi determinada para extratos que apresentaram atividade antimicrobiana (Tabela 2). Observa-se que o CIM dos extratos de X. violaceum e S. cuminii variou entre 120 e 180 mg/mL. O extrato de P. granatum mostrou ser mais efi caz, apresentando CIM entre 25 e 40 mg/mL, o que não ocorreu quando se utilizou a técnica de difusão em ágar, onde a atividade inibitória ocorreu em concentrações mais elevadas. Atividade semelhante da P. granatum também foi observada por outros autores sobre vários tipos de microrganismo (Peres e Anesini, 1994; Holetz et al., 2002). A atividade antimicrobiana do S. cuminii também foi observada por outros autores (Djipa et al., 2000; Dorman; Deans, 2000). Djipa et al., 2000 sugerem que a atividade antimicrobiana está relacionada com a alta quantidade de taninos, já que a eliminação destes suprimiu esta propriedade. Nascimento et al., 2000, verifi caram que extrato de S. cuminii inibiu 57,1% das bactérias testadas, muitas das quais resistentes a antibióticos, com CIM variando entre 50 a 400 μL/ mL. Da mesma forma, Machado et al., 2003 também observaram efeito inibitório sobre bactérias S. aureus resistente a oxacilina.
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Atividade antimicrobiana de Schinus terebenthifolius Raddi.

Atividade antimicrobiana de Schinus terebenthifolius Raddi.

Objetivou-se com este trabalho analisar a atividade antimicrobiana de extratos aquoso e alcoólico obtidos de frutos da Schinus terebenthifolius ou aroeira-vermelha, diretamente ligados à quantidade de compostos fenólicos existentes nesses extratos. Pelos testes, verificou-se que o extrato alcoólico apresentou efeito inibitório sobre o crescimento de Staphylococcus aureus e Bacillus cereus, já o extrato aquoso não apresentou efeito inibitório sobre os crescimento dos microrganismos testados. O extrato alcoólico mostrou-se com quantidade significativa da flavona apigenina, além de ácido elágico, ao passo que no extrato aquoso foi observada a presença da flavanona naringina.
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Atividade antimicrobiana de Struthanthus vulgaris (erva-de-passarinho).

Atividade antimicrobiana de Struthanthus vulgaris (erva-de-passarinho).

RESUMO: As plantas do gênero Struthanthus são conhecidas como ervas-de-passarinho e parasitam pomares no Brasil, principalmente os de laranjeiras e goiabeiras. Na medicina popular são usadas nas afecções das vias respiratórias. O extrato hidroetanólico a 70% de folhas frescas de Struthanthus vulgaris apresentou atividade antimicrobiana contra amostras bacterianas Gram positiva e Gram negativa. Este extrato não apresentou, nas condições testadas, atividade contra fungos. As amostras bacterianas mais sensíveis ao extrato foram Bacillus cereus (ATCC 11778), Micrococcus luteus (ATCC 9341), Staphylococcus aureus (ATCC 6538), S. epidermidis (ATCC 12228) e P. aeruginosa (ATCC 27853), usando o método de difusão em agar. As frações obtidas, pela partição líquido-líquido do extrato hidroetanólico a 70%, com solventes de polaridades crescentes (clorofórmio, acetato de etila, n-butanol e água), apresentaram diferentes atividades inibitórias. A fração que apresentou a maior atividade contra bactéria Gram positiva (B. cereus) e Gram negativa (P. aeruginosa) foi aquela obtida com n-butanol. Nessa fração foram detectados fl avonóides, taninos condensados (proantocianidinas) e saponinas.
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Atividade antimicrobiana de fungos endofíticos isolados da espécie Rosmarinus officinalis L

Atividade antimicrobiana de fungos endofíticos isolados da espécie Rosmarinus officinalis L

Hentz e Santin (2007), ao realizarem a avaliação da atividade antimicrobiana do óleo essencial de alecrim (Rosmarinus officinalis l.) contra Salmonella sp. concluíram que o óleo essencial comercial de alecrim inibiu a Salmonella sp. apenas na sua forma pura (sem diluição). A metodologia empregada no estudo citado utilizou o óleo essencial de alecrim em sua forma pura e por meio de diluição decimal seriada (10 - ¹ a 10 -7 ). Apesar das diferentes metodologias empregadas, entre o estudo citado e o presente, os resultados podem ser considerados semelhantes, uma vez que dentre todas as amostras avaliadas do presente estudo, apenas um tipo de amostra apresentou baixa atividade antimicrobiana para a Salmonella typhimurium. Nesse contexto, sugere-se, como trabalho futuro, a identificação dos compostos antimicrobianos produzidos pelos fungos endofíticos e análise comparativa com a cromatografia de óleo essencial de alecrim, com vista a determinar se existirá co-extração dos primeiros aquando da destilação do óleo essencial.
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Atividade antimicrobiana dos óleos essenciais: uma abordagem multifatorial dos métodos.

Atividade antimicrobiana dos óleos essenciais: uma abordagem multifatorial dos métodos.

Visando melhorar a qualidade dos procedimentos com óleos essenciais, tornou-se comum a utilização de solventes, detergentes, ou agentes emulsifi cadores, a exemplo de Tween 20, Tween 80, DMSO (dimetil sulfóxido) e etanol, para facilitar a dispersão dos mesmos através do meio de cultura (Groppo et al., 2002; Baydar et al., 2004; Bruni et al., 2004). As propriedades físicas e químicas desses agentes são importantes para auxiliar na visualização da atividade antimicrobiana dos óleos, no entanto, deve-se levar em consideração que ao se introduzir um agente emulsifi cador, este está sujeito a possíveis interações com a substância em teste, bem como, possuir atividade antimicrobiana. Esses efeitos podem ser acentuados ou minimizados a depender do modo de preparo da solução óleo-agente emulsifi cador. Por isso, preconiza-se uma relação adequada entre óleo e emulsifi cador (Hammer et al., 1999; Janssen et al., 1987).
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Fracionamento do extrato diclorometânico de Senecio desiderabilis Vellozo e avaliação da atividade antimicrobiana.

Fracionamento do extrato diclorometânico de Senecio desiderabilis Vellozo e avaliação da atividade antimicrobiana.

apresentou uma maior atividade frente a uma levedura (C. albicans), uma bactéria Gram-positiva (M. luteus) e um bacilo Gram-negativo (E. coli). Estes resultados indicam uma possível concentração das substâncias ativas na fração sesquiterpênica, frente a estes microrganismos. Os dados obtidos estão de acordo com os relatos encontrados na literatura, que descrevem a atividade antimicrobiana de várias misturas de sesquiterpenóides contra diferentes microrganimos (Burt, 2004, Pérez et al., 1999, Skocibušic et al., 2006.). Também é possível que uma ou mais substâncias ativas tenham sua atividade antagonizada no extrato bruto. Os resultados indicam uma maior atividade da fração sesquiterpênica sobre microrganismos Gram-positivos, em comparação com Gram-negativos e confi rmam as informações contidas na literatura (Burt, 2004). Segundo Holley & Patel (2005), a membrana dual apresentada pelas bactérias Gram-negativas forma um envelope complexo e parece oferecer proteção, sendo considerada responsável pela menor suscetibilidade destes microrganismos frente aos óleos essenciais. Curiosamente a fração sesquiterpênica não inibiu o crecimento S. cerevisiae, ao contrário
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Avaliação da atividade antimicrobiana e citotóxica de extratos de Gochnatia polymorpha ssp floccosa.

Avaliação da atividade antimicrobiana e citotóxica de extratos de Gochnatia polymorpha ssp floccosa.

RESUMO: Neste estudo procedeu-se a avaliação da atividade antimicrobiana e citotóxica de extratos de Gochnatia polymorpha ssp fl occosa, espécie empregada na medicina popular contra doenças respiratórias. Folhas, cascas do tronco e ramos foram extraídos com hexano, diclorometano e etanol, sucessivamente, sendo obtidos os respectivos extratos brutos. A atividade antimicrobiana foi determinada pelo método de difusão em ágar utilizando-se bactérias Gram-positivas, Gram- negativas e fungos. A avaliação da citotoxicidade foi realizada empregando-se o ensaio de letalidade contra Artemia salina. Nenhum dos extratos mostrou atividade citotóxica. Os extratos das folhas apresentaram uma fraca atividade antimicrobiana frente a algumas cepas de Staphylococcus aureus e Streptococcus mutans, enquanto o extrato em diclorometano dos ramos e o extrato em etanol das cascas foram ativos contra Micrococcus luteus, Staphylococcus aureus e S. epidermidis. A maior atividade antimicrobiana foi observada para o extrato em diclorometano das cascas, que inibiu o crescimento de Micrococcus luteus, Staphylococcus aureus, S. epidermidis, Streptococcus mutans, Enterococcus faecalis e Candida albicans. Esta atividade parece estar relacionada à presença de diterpenos no extrato. Nenhum dos extratos estudados (a 5,0 mg/mL) mostrou atividade frente a cepas de bactérias Gram-negativas. Esses resultados demonstram o potencial dessa planta como fonte de compostos antibacterianos e justifi cam, parcialmente, seu uso popular.
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Atividade antimicrobiana, antibiofilme e citotóxica de soluções de nanopartículas de prata e farnesol para desinfecção de canais radiculares

Atividade antimicrobiana, antibiofilme e citotóxica de soluções de nanopartículas de prata e farnesol para desinfecção de canais radiculares

Nanopartículas de prata (NPsAg) apresentam ação bactericida e biocompatibilidade, mostrando potencial para aplicações na Odontologia. Farnesol (FAR) é um álcool encontrado em óleos essencias de frutas cítricas e apresenta atividade antibacteriana/antibiofilme. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antimicrobiana, antibiofilme e a citotoxicidade de soluções de NPsAg e FAR, para serem utilizadas na desinfecção de canais radiculares. O estudo foi dividido em duas publicações. Na Publicação 1, a atividade antimicrobiana foi avaliada sobre Enterococcus faecalis, Candida albicans ou Pseudomonas aeruginosa, por meio da determinação da concentração inibitória mínima (CIM) e microbicida mínima (CMM) pelo método de microdiluição e coloração com resazurina. A avaliação da atividade sobre a biomassa dos biofilmes foi realizada por meio do ensaio de cristal violeta. A capacidade anti-adesão de biofilme foi avaliada em blocos de dentina radicular bovina após tratamento da dentina com as soluções por 3 min. Foram realizadas análises em microscopia eletrônica de varredura (MEV) e contagem de UFC mL -1 log 10. Os dados foram submetidos à análise estatística (α=0,05). No teste antibacteriano sobre células planctônicas de E. faecalis, os valores de CIM/CMM das soluções de NPsAg e FAR foram de 42,5/50µM e 0,85/1,0%, respectivamente. Para C. albicans, os valores de CIM/CMM de NPsAg e FAR foram de 27,5/37,5µM e 1,75/2,5%, respectivamente. Para P. aeruginosa, os valores de CIM/CMM de NPsAg e FAR foram de 32,5/32,5µM e 2,5/2,75%, respectivamente. Ambas as soluções mostraram atividade sobre a biomassa dos biofilmes, porém foram menos efetivas do que NaOCl. Na avaliação da capacidade anti-adesão de biofilme, NPsAg e FAR mostraram menor quantidade de biofilme aderido ao substrato quando comparados ao controle (SS-salina), porém
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Atividade antimicrobiana de Senecio heterotrichius DC. (Asteraceae).

Atividade antimicrobiana de Senecio heterotrichius DC. (Asteraceae).

A atividade antibacteriana frente a Staphylococcus aureus (CIM de 2,5 mg/mL) também deve ser considerada devido aos elevados percentuais de resistência que esta espécie apresenta diante de toda classe dos beta-lactâmicos. Os isolados de S. aureus resistentes à meticilina (MRSA) têm sido desafiadores e a constatação da resistência à vanco- micina tem tornado o espectro de suscetibilidade de S. aureus crítico, contribuindo com elevadas taxas de morta- lidade (Liu, Chambers, 2003). Neste contexto, a busca por novas moléculas que o inibam tanto in vivo como in vitro tem importância visando futuras aplicações, sejam clínicas ou mesmo na desinfecção de ambientes hospitalares. Por- tanto, estes valores de CIM, embora elevados, podem ser considerados relevantes devido às propriedades patogênicas destes microrganismos. Já o extrato EtOH não demonstrou atividade antimicrobiana nas concentrações testadas.
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Atividade antimicrobiana de extratos peptídicos de folhas de berinjela na inibição do crescimento de Ralstonia solanacearum e Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis.

Atividade antimicrobiana de extratos peptídicos de folhas de berinjela na inibição do crescimento de Ralstonia solanacearum e Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis.

Frações parcialmente purificadas de ES e EP apresentaram bandas peptídicas (Figura 1) e atividade antimicrobiana (Tabela 1). Nossos resultados mostraram que folhas totalmente expandidas de berinjela possuem peptídios constitutivos com alta atividade antimicrobiana, ao contrário do sugerido por Broekaert et al. (1), que relataram que folhas maduras sadias, em geral, não são boas fontes desses compostos. PC1-2X, PC1-1X e PA-1X, originadas de ES, inibiram o crescimento de R. solanacearum acima de 85%, enquanto que PC2- 1X; PC2-2X e PA-2X promoveram inibição total (Tabela 1). As mesmas amostras promoveram inibições superiores a 60% para C. michiganensis subsp. michiganensis (Tabela 1). A maior inibição foi observada nas maiores concentrações de PC2 e PA, tanto para amostras de ES quanto de EP, indicando que a inibição foi dependente da concentração dos componentes da mistura, característica comum a agentes de defesa comerciais (7). Sugere-se que esses extratos têm potencial para a bioprospecção de agentes de defesa naturais, sendo PC2 a fração mais promissora. Os resultados evidenciaram ainda que PA (de ES ou EP) apresentou atividade antimicrobiana (Tabela 1), porém bandas peptídicas não foram observadas em gel (Figura 1). Peptídios aniônicos podem ser membros da defesa inata de plantas (8).
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Avaliação da atividade antimicrobiana de méis e água-mel

Avaliação da atividade antimicrobiana de méis e água-mel

13 resultados obtidos nestes estudos apontam para uma boa correlação entre a atividade antioxidante e o teor de pigmentos castanhos (meloidinas) em contraste com o teor de fenóis. Em relação à atividade antimicrobiana a água-mel revelou ter atividade contra as bactérias Gram positivas e Gram negativas atingindo a concentrações superiores a 20% (p/v) valores de inibição de crescimento bacteriano entre 80 a 100%. A atividade antifungica testada contra as leveduras Saccharomyces cerevisae e Candida albicans foi eficaz. O menor valor de inibição do crescimento da levedura C. albicans na concentração de 20% (p/v) foi de 57,07%  1,04 ao passo que a levedura S. cerevisae a esta concentração teve uma promoção do crescimento para algumas amostras o que foi explicado pela sua elevada resistência a valores elevados de osmolaridade. As amostras de água-mel avaliadas também revelaram uma eficaz atividade antiviral que foi testada contra o bacteriófago Q  .
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Atividade antimicrobiana de Aspidosperma nitidum benth (apocynaceae)

Atividade antimicrobiana de Aspidosperma nitidum benth (apocynaceae)

Objetivo: Descrever a atividade antimicrobiana de Aspidosperma nitidum. Métodos: O extrato (EE) foi submetido à partição ácido-base obtendo-se as frações de alcaloides (FA) e de neutros (FN). Para verificar a atividade antimicrobiana, inicialmente realizou-se screening pelo teste de disco difusão em ágar frente às cepas de Sthaphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella pneumoniae e Proteus mirabilis. Para as amostras que apresentaram halo de inibição no teste de disco difusão em ágar, foi realizada a determinação da concentração inibitória mínima (CIM) pelo teste de microdiluição utilizando o MTT. Resultados: No teste de difusão em ágar, o EE, FA, FN inibiram o crescimento de bactérias S. aureus e E. coli. Não houve inibição do crescimento para as outras cepas. Na determinação da CIM, o EE, FA e FN apresentaram CIM de 1000 µg/mL para E. coli. Frente à cepa de S. aureus, o EE apresentou CIM de 250 µg/mL, sendo considerado moderadamente ativo, já as frações FA e FN foram considerados de fraca atividade, pois apresentaram CIM de 500 µg/mL. Conclusão: A maior atividade antimicrobiana do extrato frente a S. aureus pode estar relacionada com alcaloides β-carbolínicos, ou com um possível sinergismo entre esta classe de alcaloides e alcaloides indólicos.
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Determinação da atividade antimicrobiana in vitro de extratos, frações e compostos isolados de Arrabidaea brachypoda

Determinação da atividade antimicrobiana in vitro de extratos, frações e compostos isolados de Arrabidaea brachypoda

As plantas são uma fonte importante de produtos naturais biologicamente ativos, muitos dos quais derivam diversos fármacos. A grande diversidade encontrada no Brasil justifica o crescimento significativo na utilização de produtos de origem vegetal como potenciais fitoterápicos. O gênero Arrabidaea pertence à família Bignoniaceae, a qual é encontrada principalmente em regiões tropicais. No Brasil, são encontrados 56 gêneros e cerca de 338 espécies. As plantas desta família são aplicadas como adstringentes, antitérmicas e no tratamento de reumatismos, diarreias, câncer e infecções microbianas; suas propriedades são atribuídas aos componentes químicos dentre estes as lignanas, flavonoides, triterpenos, xantonas entre outros. Arrabidaea brachypoda é popularmente conhecida como “cervejinha do campo”, “cipó-una” ou “tintureiro”. Com o objetivo de contribuir com a avaliação do potencial farmacobiológico do Bioma Cerrado e proposição de novos fitoterápicos para uso popular, este estudo visou determinar a atividade antimicrobiana de extratos hidroalcoólicos, frações e substâncias isoladas da planta A. brachypoda, utilizando a técnica de microdiluição, frente a Staphylococcus aureus, Escherichia coli, S. setubal, Pseudomonas aeruginosa, Candida albicans e
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Atividade antimicrobiana de óleos essenciais

Atividade antimicrobiana de óleos essenciais

O aparecimento de estirpes de organismos patogénicos resistentes à terapêutica, o aumento da população de imunocomprometidos e a crescente falta de antimicrobianos eficazes são alguns dos fatores que motivaram o estudo e a caracterização das propriedades dos óleos essenciais (Raut e Karuppayil, 2014). Para o uso emergente dos medicamentos com plantas aromáticas ou óleos essenciais contribuíram a demonstração da qualidade dos produtos usados e dos métodos de preparação, a segurança relativamente a efeitos tóxicos, secundários, interações e contra – indicações e a eficácia demonstrada em ensaios farmacológicos e experimentação clínica (Cunha, et al., 2012). A eficácia na inibição do desenvolvimento bacteriano, incluindo estirpes resistentes a antibióticos, leveduras e fungos filamentosos impulsionou o estudo da atividade antimicrobiana dos óleos essenciais. Alguns óleos extraídos de plantas medicinais demonstraram potencial terapêutico no combate aos biofilmes, mecanismo de virulência produzido por microrganismos patogénicos, resistentes a antibióticos (Raut e Karuppayil, 2014; Galvão, et al., 2012). A principal condicionante dos métodos de avaliação continua a ser a baixa solubilidade dos óleos essenciais em solventes aquosos, visto que estes são lipófilos (Cunha, et al., 2012).
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Atividade antimicrobiana in vitro da Luffa operculata.

Atividade antimicrobiana in vitro da Luffa operculata.

Métodos: Foram utilizadas diferentes concentrações de extrato alcoólico de Luffa operculata em caldo de bactérias dos agentes avaliados. Após incubação de 24 horas foi realizada a leitura de turvação do meio, e posteriormente, semeadura em placas de ágar-sangue e ágar Muller-Hinton, após 24 e 48 horas de incubação. Foram considerados testes negativos aqueles em que não houve a turvação do meio, confirmados pela ausência do crescimento das bactérias nas semeaduras.  Foram considerados positivos os testes que apresentaram turvação do caldo ou positividade nas semeaduras de 24 ou 48 horas. Os resultados foram submetidos à análise estatística pertinente. Resultados: Os extratos de Luffa operculata apresentaram atividade antimicrobiana, especial- mente para Streptococcus pyogenes, seguido dos Streptococcus pneumoniae e Sthaphylococ- cus aureus.
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Atividade antimicrobiana de barbituratos sobre Acinetobacter baumannii

Atividade antimicrobiana de barbituratos sobre Acinetobacter baumannii

libertação de moléculas como citocromo c do interior das mitocôndrias e o fator indutor de apoptose (Choi et al., 2005; McConnell, Actis and Pachón, 2013). Foi ainda verificado que a proteína OmpA consegue translocar-se para o núcleo, onde induz a célula à morte. Tem ainda a capacidade de conferir adesão e facilitar invasão das células epiteliais através da interação com a fibronectina, ligando-se ao fator H do soro humano, impedindo a libertação do complemento mediador de morte (Choi et al., 2008). Para além disso a porina OmpA está envolvida diretamente na resistência antimicrobiana de A. baumannii, uma vez que através da rutura do gene ompA que codifica para esta porina, há uma diminuição significativa do valor de Concentração Mínima Inibitória (CMI) de diversos antibióticos tais como o cloranfenicol, aztreonam e o ácido nalidíxico. Isto sugere que esta porina participa na extrusão dos antibióticos do espaço periplasmático para a membrana exterior, funcionando em conjunto com as bombas de efluxo. Por fim, verificou-se ainda que OmpA promove a sobrevivência e a persistência de A. baumannii, uma vez que promove a formação de biofilmes e ainda regula a formação das vesículas na membrana externa (Choi et al., 2005; Lee et al., 2017a).
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Avaliação da atividade antimicrobiana de derivados do imidazol

Avaliação da atividade antimicrobiana de derivados do imidazol

No início do seculo XX as infeções, uma importante causa de mortalidade em todo o mundo, eram maioritariamente atribuídas às bactérias (Srinivasan et al., 2014). Em contraste, as infeções fúngicas eram muito pouco comuns. Foi desde a introdução dos antibióticos na prática médica que se começou a observar um drástico aumento de infeções fúngicas. Atualmente representam uma ameaça global para a saúde pública. O aumento da incidência de infeções fúngicas foi influenciado pelo número crescente de casos de imunodeficiência relacionados com a infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) e com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA), cancro, transplantes de órgãos, procedimentos cirúrgicos invasivos, diabetes, fibrose cística, entre muitos outros (Srinivasan et al., 2014; Eliopoulos et al., 2002; Maertens, 2004). Até aos anos 40, eram poucos os fármacos disponíveis para o tratamento de infeções fúngicas sistémicas (Maertens, 2004). O desenvolvimento dos polienos representou uma grande evolução terapêutica. A anfotericina B, embora sendo o fármaco de primeira linha no tratamento de infeções graves, estava associada a muitos efeitos secundários e a nefrotoxicidade (Maertens, 2004). A procura de novos compostos com atividade antifúngica com menor toxicidade levou à descoberta de novas classes de antifúngicos (tabela 2). Os azóis representaram um novo avanço na terapêutica, uma vez que o desenvolvimento do cetoconazol permitiu, pela primeira vez, o tratamento de infeções sistémicas por via oral (Maertens, 2004). As equinocandinas também assumiram um papel importante uma vez que surgiram como o primeiro composto a inibir a síntese da parede celular fúngica. (Lee et al., 2012).
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