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Avaliação do processamento auditivo por meio do teste de reconhecimento de dissílabos em tarefa dicótica SSW em indivíduos com audição normal e ausência do reflexo acústico contralateral.

Avaliação do processamento auditivo por meio do teste de reconhecimento de dissílabos em tarefa dicótica SSW em indivíduos com audição normal e ausência do reflexo acústico contralateral.

Partindo do pressuposto que existe estreita relação entre o RA e o PA, este trabalho teve como objetivo relacio- nar os achados mais importantes do Teste SSW em indiví- duos com audição normal e ausência do RA Contralateral. Desta forma, discutiremos os resultados desta pesquisa nos seguintes aspectos:

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O teste Gaps-in-Noise: limiares de detecção de gap em crianças de 9 anos com audição normal.

O teste Gaps-in-Noise: limiares de detecção de gap em crianças de 9 anos com audição normal.

Objetivo: Estabelecer os critérios de normalidade para o teste Gaps-in-Noise (GIN) em crianças de 9 anos de idade com audição normal, obter as médias dos limiares de detecção de intervalos de silêncio no ruído (gap) e verificar a influência das variáveis referentes a gênero e orelha. Métodos: Foram avaliados 40 indivíduos, 20 do gênero masculino e 20 do feminino, com idade entre 9 anos e 9 anos e 11 meses, normo-ouvintes. Os procedimentos realizados foram: anamnese, avaliação audiométrica, imitanciometria (timpanometria e pesquisa dos reflexos acústicos), teste Dicótico de Dígitos (aplicado para determinar a inclusão no estudo) e teste GIN. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente. Resultados: Em relação ao desempenho no teste GIN por orelha, o resultado entre as orelhas direita e esquerda foi semelhante na população estudada. Em relação ao gênero, também não houve diferença. Nos indivíduos avaliados, a média dos limiares de detecção de intervalos de silêncio no ruído (gap) foi de 4,4 ms para orelha direita e 4,2 ms para orelha esquerda. Conclusão: Para crianças de 9 anos, os valores obtidos para a orelha direita e esquerda acrescidos de um desvio padrão podem ser usados como critério de normalidade para a idade independente da orelha ou gênero avaliado.
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Limiares auditivos eletrofisiológicos por resposta evocada auditiva em regime permanente em neonatos com audição normal

Limiares auditivos eletrofisiológicos por resposta evocada auditiva em regime permanente em neonatos com audição normal

Audiometria tonal liminar: A pesquisa dos limiares comportamentais foi realizada por meio de um audiômetro AC33 da marca Interacoustics® (padrão de calibração ANSI S3.6/ISO 389). O indivíduo foi instruído a levantar a mão sempre que ouvisse um som. Para a avaliação da via aérea apresentou-se um tom puro por meio de fone supra aural TDH 39 na intensidade de 40 dB NA nas frequências de 250, 500, 1.000, 2.000, 3000, 4.000, 6000 e 8000 Hz, sendo a intensidade decrescida em passos de 10 dB NA até que o indivíduo não ouvisse o estímulo. Nesse momento a intensidade era elevada em passos de 5 dB NA. Para a avaliação da via óssea apresentou-se um tom puro por meio de vibrador ósseo posicionado na mastóide na intensidade de 30 dB NA nas frequências de 500, 1.000, 2.000, 3000 e 4.000 Hz. Assim como na avaliação da via aérea, a estimulação foi descendente em passos de 10 dB NA até que o indivíduo não respondesse ao estímulo, quando então a intensidade era elevada em passos de 5 dB NA. Considerou-se como limiar auditivo a menor intensidade que o indivíduo respondeu em 50% das apresentações do tom puro. Com base nos critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia para laudos audiológicos, foram considerados como indivíduos com audição normal aqueles que apresentaram limiares auditivos de via aérea para 500, 1.000 e 2.000 Hz menores ou iguais a 15 dB NA, (NORTHERN; DOWNS, 1984) e configuração audiométrica horizontal (SILMAN; SILVERMAN, 1997 – adaptada de CARHART, 1945 e LLOYD; KAPLAN, 1978). Apesar desse critério ser utilizado como limiar de normalidade para crianças abaixo de sete anos (para adultos se utiliza como limiar de normalidade a média tritonal de 500Hz, 1.000 Hz e 2.000 Hz) menor ou igual a 25 dB NA), optou-se por estabelecê-lo como critério de inclusão também para os voluntários adultos para que a posterior comparação entre os limiares MASSR de normalidade em neonatos e adultos pudesse ser realizada entre indivíduos com a mesma média tritonal de normalidade. Constatada alguma alteração, o indivíduo foi encaminhado para avaliação e conduta otorrinolaringológica e excluído da casuística.
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Hearing in Noise Test Brasil: padronização em campo livre − adultos com audição normal.

Hearing in Noise Test Brasil: padronização em campo livre − adultos com audição normal.

Conclusão: Os resultados da percepção da fala em adultos com audição normal em campo livre em diferentes situações de escuta no ruído indicaram pior desempenho na situação ruído e fala à frente, ou seja, 0°/0°. Os valores encontrados na padronização do HINT em campo livre pode- rão ser utilizados como referência na construção de protocolos para utilização de testes de percepção da fala no ruído e no acompanhamento de indivíduos com deficiência auditiva. © 2015 Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Publicado por Elsevier Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
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Estudo do padrão de respostas das curvas de crescimento (dp growth rate) das emissões otoacústicas produto de distorção em indivíduos com audição normal.

Estudo do padrão de respostas das curvas de crescimento (dp growth rate) das emissões otoacústicas produto de distorção em indivíduos com audição normal.

Na amostragem utilizada neste trabalho, em indivíduos com audição normal, as respostas das EOAPD estiveram presentes em todas as orelhas avaliadas (n=32), que apresentaram limiares auditivos tonais inferiores a 20 dB Na (nível de audição), fato já demonstrado e confirmado em muitas pesquisas como, por exemplo, de Robles e col. 12 , em chinchilas.

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Utilização de julgamentos psicofísicos para investigação da inteligibilidade de fala no ruído em ouvintes com audição normal e perda auditiva.

Utilização de julgamentos psicofísicos para investigação da inteligibilidade de fala no ruído em ouvintes com audição normal e perda auditiva.

A maior parte dos resultados estão em con- cordância com Purdy e Pavlovic (1992), e Mantelatto e Silva (2000a), que encontraram resultados seme- lhantes comparando sensibilidade dos procedimen- tos escalares através de métodos psicofísicos. Possi- velmente, os baixos coeficientes encontrados na re- lação sinal/ruído +5dB nos grupos de jovens com audição normal e com perda é devido ao fato dos sujeitos atribuírem altos escores para todas as sen- tenças nos julgamentos de categoria, atingindo o li- mite de saturação da escala. O mesmo não aconte- ceu com os grupos de jovens que realizaram estima- ção de magnitude.
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Zumbido e audição normal: estudo da supressão das emissões otoacústicas transientes.

Zumbido e audição normal: estudo da supressão das emissões otoacústicas transientes.

Trata-se de um estudo de coorte contemporânea com corte transversal. A casuística deste trabalho foi constituída por 40 sujeitos, com audição normal, do gê- nero feminino*, destros e com idades entre 18 e 59 anos, distribuídos em dois grupos de 20 sujeitos cada: - grupo experimental: composto por sujeitos com audição normal e queixa de zumbido unilateral ou bilateral, contínuo ou intermitente, grave ou agudo e de duração mínima de 1 mês, atendidos na Clínica de Fonoaudiologia; - grupo controle: composto por sujeitos com audição normal e sem queixa de zumbido, pareados com relação à faixa etária. Todos os sujeitos foram submetidos à avaliação audiológica com audiometria tonal limiar, logoaudiometria e medidas da imitância acústica: timpanometria e pesquisa dos reflexos acústicos contralaterais nas frequências de 500, 1000, 2000 Hz e as emissões otoacústicas transientes através de cliques não-lineares com pulsos regulares de duração de 80 microssegundos (µs), com intensidade de 80 dB e janela de 0 a 10ms. As faixas de frequência analisadas foram de 1 kHz, 1.5 kHz, 2 kHz, 3 kHz, 4 kHz, separadamente e em conjunto. Utilizou-se o aparelho de EOAT de marca Madsen modelo Capella, acoplado a um computador Pentium II, utilizando-se o software NOAH, versão 2.0, dentro do Windows 98.
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Resolução temporal de crianças: comparação entre audição normal, perda auditiva condutiva e distúrbio do processamento auditivo.

Resolução temporal de crianças: comparação entre audição normal, perda auditiva condutiva e distúrbio do processamento auditivo.

A resolução temporal é essencial na percepção acústica da fala, podendo estar alterada nos distúrbios auditivos gerando prejuízos no desenvolvimento da linguagem. Objetivo: Com- parar a resolução temporal de crianças com audição normal, perda auditiva condutiva e distúrbios do processamento auditivo. Casuística e Método: A amostra foi de 31 crianças de 07 a 10 anos, divididas em três grupos: G1: 12 com audi- ção normal, G2: sete com perda auditiva condutiva e G3: 12 com distúrbio do processamento auditivo. Os procedimentos de seleção foram: questionário aos responsáveis, avaliação audiológica e do processamento auditivo. O procedimento de pesquisa foi o teste de detecção de intervalos no silêncio realizado a 50 dB NS acima da média de 500, 1000 e 2000Hz na condição binaural em 500, 1000, 2000 e 4000Hz. Na aná- lise dos dados foi utilizado o Teste de Wilcoxon, com nível de significância de 1%. Resultado: Observou-se que houve diferença entre os G1 e G2 e entre os G1 e G3 em todas as freqüências. Por outro lado, esta diferença não foi observada entre os G2 e G3. Conclusão: A perda auditiva condutiva e o distúrbio do processamento auditivo têm influência no limiar de detecção de intervalos.
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Nível de desconforto para sensação de intensidade em indivíduos com audição normal.

Nível de desconforto para sensação de intensidade em indivíduos com audição normal.

Bentler e Colley (2001) realizaram uma revisão sistemática com os dados de cinco estudos prévios (totalizando 710 orelhas de 433 sujeitos) para avaliar a relação entre o limiar de desconforto (LD) e a saída máxima de próteses auditivas. Embora não tivessem o objetivo de determinar os limiares de desconforto em indivíduos normais, utilizaram um grupo controle formado por setenta e nove sujeitos (103 orelhas) com audição normal. As médias do LD no grupo de normo-ouvintes foram 93,0; 92,8; 89,5; 89,1 e 87,4dB NA nas freqüências de 500, 1.000, 2.000, 3.000 e 4.000Hz, respectivamente.
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Adaptação brasileira do questionário Functioning Inventory after Pediatric Cochlear Implantation (FAPCI): comparação entre crianças com audição normal e com implante coclear.

Adaptação brasileira do questionário Functioning Inventory after Pediatric Cochlear Implantation (FAPCI): comparação entre crianças com audição normal e com implante coclear.

tipo de instrumento são os questionários Reynell Develop- mental Language Scales (RDLSs), MacArthur Communicative Development Inventories (MCDIs) e Meaningful Use of Speech Scale (MUSS). As RDLSs são usadas para avaliar a linguagem expressiva e receptiva, os MCDIs para avaliar o desenvolvi- mento léxico e o MUSS para avaliar o uso da linguagem verbal em crianc ¸as com deficiências auditivas. A capacidade comu- nicativa pode ser medida em um ambiente clínico, porém não é suficiente para estabelecer se os pacientes conseguem usar suas competências de comunicac ¸ão suficientemente bem para funcionar em um ambiente social normal em suas vidas diárias. 15
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Do estudo dos potenciais de média latência eliciados por logon em sujeitos do sexo feminino com audição normal.

Do estudo dos potenciais de média latência eliciados por logon em sujeitos do sexo feminino com audição normal.

T he middle latency response (MLR) to an acoustic stimulus occurs between 10 and 80 ms. The waveform is characterized by a series of peaks and troughs labeled N0, P0, Na, Pa, Nb and Pb. Certain acoustic stimuli may excite specific cochlear areas in contrast with clicks, that activate the cochlea between 1000 and 4000 Hz. The logon stimulus activates segmentar areas of the cochlea and has advantages over clicks when assessing low frequency areas of the cochlea (below 1 kHz). Aim: The aim of this paper was to study the MLR electrophysiologic response when activated by logon stimuli at 500, 1000 and 2000 Hz. Method- a prospective and descriptive study. 14 female volunteers had normal otology and conventional audiology results. The stimulus was monoaural and ipsilateral (Cz/A1-2). Results- the NaPa complex was readily identified compared to other complexes and was present in 100% of the tests done at 2000 Hz, and in 96.4% of the tests done at 500 and 1000 Hz. Conclusion- the logon stimulus at 500, 1000 and 2000 Hz elicits MLRs; the NaPa complex was the most frequent event and the 2000 Hz frequency elicited more responses than other frequencies.
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Potenciais evocados auditivos por frequência específica em lactentes com audição normal.

Potenciais evocados auditivos por frequência específica em lactentes com audição normal.

Este estudo teve o objetivo de determinar o NMR e estabelecer a função latência x intensidade da onda V para o estímulo toneburst nas frequên- cias de 500, 1000, 2000 e [r]

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Estabilidade dos potenciais evocados auditivos em indivíduos adultos com audição normal.

Estabilidade dos potenciais evocados auditivos em indivíduos adultos com audição normal.

Purpose: To evaluate the stability of parameters of auditory evoked potentials in normal adults. Methods: Forty-nine normal subjects with ages from 18 to 40 years (25 females and 24 males) were submitted to audiological and electrophysiological hearing evaluation (auditory brainstem response – ABR, middle latency response – MLR, and cognitive potential – P300). Subjects were reassessed three months after the initial evaluation. Results: Signiicant differences were observed between genders regarding the wave latencies III and V and the interpeaks I-III and I-IV of ABR, and the amplitude N2-P3 of the P300. No differences were found between the results of initial and inal assessments for the parameters of the ABR, MLR (Na, Pa latencies and Na-Pa amplitude) and P300 (P300 latency). Conclusion: Except for the N2-P3 amplitude, it was observed stability of the parameters of ABR, MLR and P300 in normal adults after a period of three months.
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Perda auditiva hereditária: relato de casos

Perda auditiva hereditária: relato de casos

Objetivo: descrever os resultados da avaliação auditiva de uma família com perda auditiva de caráter hereditário autossômico dominante. Métodos: foram avaliados 17 indivíduos, por meio da audio- metria tonal, audiometria vocal, timpanometria e pesquisa dos refl exos acústicos, além de acompa- nhamento genético. Resultados: Dos 17 sujeitos avaliados, 11 apresentaram algum grau de perda auditiva neurossensorial (64,7%), sendo oito do sexo feminino (73%) e três do sexo masculino (27%). A idade dos sujeitos avaliados variou de cinco a 68 anos (média=29,6) e a idade do aparecimento da queixa variou de 20 a 38 anos (média=26,1). Ocorreu a progressão da perda auditiva com o aumento da idade, sendo que a partir dos 41 anos, não houve indivíduos com audição normal na família. Conclusão: a investigação audiológica de todos os membros da família, independentemente da queixa, é imprescindível, pois a perda auditiva pode existir, mesmo que esta ocorra em freqüên- cias isoladas.
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Influência do zumbido no índice percentual de reconhecimento de fala em pacientes normo-ouvintes.

Influência do zumbido no índice percentual de reconhecimento de fala em pacientes normo-ouvintes.

De acordo com o National Institute of Health, o zumbido é um sintoma muito frequente, afetando cerca de 15% dos americanos (9). Um estudo (10) a respeito da prevalência do zumbido em uma amostra aleatória de uma capital brasileira, concluiu que 25% dos pesquisados apre- sentaram essa queixa, independente da configuração audiométrica apresentada. Porém, neste estudo, com ape- nas indivíduos com audição normal, 7,5% do total de indivíduos atendidos no período estudado, apresentaram queixas de zumbido. Este achado concorda com a literatu- ra, que refere (1, 11) percentual muito próximo a este (7,4% e 8 a 10%).
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Influência do posicionamento do fone na audiometria de alta freqüência.

Influência do posicionamento do fone na audiometria de alta freqüência.

P esquisas apontam que a audiometria tonal de altas freqü- ências é um instrumento de diagnóstico precoce de alterações auditivas provenientes de agentes etiológicos. Objetivo: Ve- rificar possíveis diferenças na avaliação audiométrica de altas freqüências de indivíduos com audição normal em função da pessoa que posiciona o fone de ouvido. Casuística e Método: Estudo clínico e experimental na qual participaram 55 graduandos de uma Universidade do interior paulista, com audição normal. Para cada participante, foram realizadas duas testagens: na primeira o avaliador posicionou o fone no participante e na segunda, o próprio participante o fez. Utilizou-se um audiômetro AC40 calibrado para emitir tom puro nas freqüências de 10, 12.5 e 16 khz. Resultados: A análise estatística por meio do coeficiente kappa (k) verificou a concordância entre as duas formas de posicionamento do fone, tendo como critério o valor de
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Audiol., Commun. Res.  vol.22

Audiol., Commun. Res. vol.22

Introdução: O Speech, Spatial and Qualities of Hearing Scale (SSQ) é um questionário que avalia a experiências subjetivas e quantifica as inabilidades de escuta em situações de comunicação. Objetivo: Realizar um estudo piloto da versão abreviada do questionário SSQ em Português Brasileiro, a fim de medir a limitação auditiva resultante da perda de audição. Métodos: Foram selecionados 30 indivíduos, sendo 12 do gênero masculino e 18 do gênero feminino, com idades entre 18 e 89 anos, e escolaridade média de nove anos. Os indivíduos foram submetidos à audiometria tonal liminar, testes de logoaudiometria e medidas de imitanciometria. Foram distribuídos em dois grupos, segundo a audibilidade, sendo 15 com audição normal (NL) e 15 com perda auditiva (PA). Em seguida, todos responderam ao questionário SSQ, na sua versão abreviada com 12 itens, na forma de entrevista, pontuando de 0 a 10 o seu desempenho comunicativo, em cada situação questionada. Resultados: Obtiveram-se escores médios de 6,68 e 4,13 para os grupos NL e PA, respectivamente. Os indivíduos com perda de audição apresentaram escores menores que os sujeitos com audição normal. Verificou-se alto coeficiente alpha de Cronbach em ambos os grupos, demonstrando boa consistência interna entre os diversos itens do questionário. Conclusão: A versão reduzida com 12 itens do SSQ em Português Brasileiro mostrou-se sensível para diferenciar o desempenho de indivíduos com e sem perda auditiva, confirmando o seu potencial para avaliar as restrições em atividades auditivas e comunicativas enfrentadas pelo deficiente auditivo, no seu cotidiano.
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PEATE automático em recém nascidos de risco: estudo da sensibilidade e especificidade

PEATE automático em recém nascidos de risco: estudo da sensibilidade e especificidade

Objetivo: veriicar a sensibilidade e especiicidade do teste de potencial evocado auditivo de tronco encefálico em equipamento automático (PEATEa), comparando-o ao teste de potencial evocado auditivo de tronco encefálico em equipamento diagnóstico (PEATE) em um programa de triagem auditiva neonatal em neonatos de risco. Método: foram avaliados 186 neonatos, 83 nascidos a termo e 103 pré-termo, sendo 88 do sexo masculino e 98 feminino. A triagem constou de emissões oto- acústicas evocadas por estímulos transientes (EOAT), PEATEa e ao PEATE na mesma semana. Resultados: dos 186 neonatos avaliados, 156 (83,9%) apresentaram audição normal. A perda con- dutiva foi encontrada em 9 neonatos (4,8%),sendo 7 bilaterais e 2 unilaterais. A perda auditiva coclear foi observada em 5 neonatos (2,7%) sendo um unilateral. Alteração central foi obtida em 11 neona- tos (5,9%) e um neonato foi diagnosticado como espectro da neuropatia auditiva –ENA(0,5%).Em 4 casos houve atraso maturacional na avaliação inicial com normalização das respostas no mês seguinte Comparando-se os resultados do PEATEa com o PEATE, observou-se alta sensibilidade ( superior a 99%) para identiicação de perda coclear,condutiva, central, atraso maturacional e ENA .A especiicidade do PEATEa foi de 100% para ENA, mediana para perda coclear (75% na OD e 60% na OE), e para alterações centrais (54,5%OD e 63,6% OE). Para identiicação de perdas condutivas (inferior a 43%). Conclusão: o PEATEa foi eicaz na identiicação das neuropatias auditivas com elevada especiicidade e sensibilidade. Contudo, falsos negativos foram observados para perdas cocleares, condutivas, para alterações centrais e atraso maturacional.
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Auditory steady-state response and behavioral avaluation in children between 6 to 48 monhts of age

Auditory steady-state response and behavioral avaluation in children between 6 to 48 monhts of age

Do total de 41 crianças que foram selecionadas a participar da pesquisa, foram avaliadas 10 crianças com audição normal e 31 crianças com perda auditiva, sendo 13 do sexo feminino (32%) e 28 do sexo masculino (68%). Das 41 crianças avaliadas, todas permitiram a realização da VRA com fones supra-aurais do tipo TDH-39, possibilitando a avaliação das duas orelhas separadamente, totalizando 82 orelhas, sendo 20 orelhas normais e 62 com perdas auditivas de diversos graus. A idade das crianças variou de 18 a 48 meses, sendo a média de idade de 39,7 meses (Tabela 1).
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Audiol., Commun. Res.  vol.22

Audiol., Commun. Res. vol.22

Ainda que somente com os dados obtidos neste estudo não seja possível afirmar o que de fato torna os desempenhos diferentes, uma hipótese recente para que isso ocorra seria a diminuição do número de fibras auditivas aferentes (desaferenciações), culminando em redução no feedback do sistema olivococlear medial e contribuindo para o aumento dos limiares de detecção de tom, em ruído. Dessa forma, limiares de audição normal também podem ser acompanhados por uma função prejudicada das fibras eferentes, que se projetam a partir do tronco cerebral para a cóclea (23,24,25) .
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