Auditoria operacional

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Qualidade dos cuidados de enfermagem em terapia intensiva: avaliação por meio de auditoria operacional.

Qualidade dos cuidados de enfermagem em terapia intensiva: avaliação por meio de auditoria operacional.

Este estudo objetivou avaliar a qualidade do cuidado de enfermagem de uma Unidade de Terapia Intensiva para Adultos. Os dados de cinquenta clientes com mais de três dias de internação foram coletados por meio da observação, do exame físico e da análise do prontuário do paciente, utilizando-se um Roteiro de Auditoria Operacional. Os cuidados considerados de qualidade foram os que obtiveram percentual de respostas positivas ≥ 70%, como aqueles relacionados à Segurança Física (71%) e Utilização de Equipamentos (72%). A Atividade Física (28%) e Oxigenação/Ventilação (29%) foram os cuidados com percentuais mais baixos de respostas positivas. Conclui-se que há urgência em se executar ações de educação continuada no serviço investigado, porque a maioria dos itens e subitens de cuidados não foi considerada de qualidade.
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Auditoria operacional no setor público brasileiro: particularidades e desafios

Auditoria operacional no setor público brasileiro: particularidades e desafios

Definições do que seja auditoria operacional não faltam, especialmente, porque na doutrina da gestão pública voltada a resultado convergem conceituações vindas dos referenciais teóricos de auditoria e de avaliação. E aqui cabe introduzir já de início a incisiva crítica de Barzelay (2002, p. 28), para quem “a auditoria de desempenho consiste em auditoria somente na denominação, mas não no conceito”. O autor sustenta que a auditoria de desempenho requer a construção de instrumentos de julgamento, o que faz dela na verdade uma forma de avaliação, pois, a auditoria sticto sensu implica o ato de verificar com isenção. POLLITT e outros (2008) rebatem tal conceituação, alegando que o próprio ato de declarar uma prestação de contas ‘conforme’, exige o exercício de algum grau de julgamento, além do fato que, conforme o próprio Barzelay afirma, é uma nova categoria de vocabulário que está surgindo na administração pública e seria “prematuro fixar uma única e determinante definição, ainda que seja sutil” (POLLITT et al, 2008, p. 43). Como será visto a seguir, ainda que haja variações, parece haver um certo consenso sobre a orientação da AO se dar segundo os critérios de economicidade, eficiência e efetividade 6 das ações governamentais com vistas ao
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LEANDRO FEIL AUDITORIA OPERACIONAL NA GESTÃO PÚBLICA: ESTUDO DE CASO NO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA - TCESC

LEANDRO FEIL AUDITORIA OPERACIONAL NA GESTÃO PÚBLICA: ESTUDO DE CASO NO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA - TCESC

Esta pesquisa busca avaliar o programa de Auditoria Operacional quanto à sua aplicação pelo TCE/SC, em termos de resultados alcançados na fiscalização, da gestão pública. Para tanto, demonstra-se alguns aspectos das Auditorias Operacionais realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina - TCE/SC, manifestando virtudes e defeitos na sua elaboração e aplicação por esta Corte de Contas. Busca-se demonstrar também, indicadores de desempenho que avançam para além dos tradicionais parâmetros formais e legais, utilizados na avaliação de programas e atividades governamentais, como: economicidade, eficiência, eficácia e efetividade. Ao examinar tais características, a pesquisa objetiva analisar se as Auditorias Operacionais vêm cumprindo o seu papel de contribuir para a melhoria do desempenho da ação do governo, buscando-se uma responsabilidade dos agentes públicos em relação aos programas e projetos governamentais para que otimizem o aprimoramento da gestão pública, e que garantam informações fidedignas acerca do desempenho e resultado de suas instituições. Os resultados observados revelam que, a implantação da Auditoria Operacional no setor público pelo TCE/SC ainda não atingiu sua plenitude em termos de desempenho e resultados. Entre os aspectos que explicam o fato pode-se citar, o sistema de controle interno dos diversos entes auditados que, ainda estão excessivamente voltados para a análise dos processos em detrimento a uma abordagem baseada em resultados; as recomendações/determinações estão voltadas para o aprimoramento das práticas administrativas, mas ainda não contemplam plenamente, diante da carência de dados, avaliações acerca de resultados dos programas e políticas públicas; e o incremento sistemático de Auditorias Operacionais frente a auditorias e inspeções programadas estipulado no artigo 4º da Instrução Normativa N. TC-03/2004, ainda não foi atingido. Nos moldes em que vêm sendo realizadas, ou seja, com ênfase nos sistemas, procedimentos e processos, as Auditorias Operacionais têm reforçado junto ao administrador público, a necessidade do desenvolvimento de indicadores de desempenho e da aferição de metas. Portanto, o primeiro impacto e possivelmente o mais importante da Auditoria Operacional tenha sido na cultura organizacional dos órgãos auditados. Como se percebe, a introdução da Auditoria Operacional no rol de atividades fiscalizadoras do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, teve uma ação ampliadora nos conceitos de planejamento, abrangência, modalidades, levantamento de dados, projeto, execução e relatório de auditoria, pois foram abordados aspectos, anteriormente não utilizados (economicidade, eficácia, eficiência e efetividade), conduzindo desta forma, a administração pública a gestão de qualidade.
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Auditoria operacional aplicada a sistemas municipais de saúde: um estudo a partir da experiência do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Auditoria operacional aplicada a sistemas municipais de saúde: um estudo a partir da experiência do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro

Destarte, o modelo inicial de planejamento e elaboração das AOSMS, teve como referencial teórico a concepção investigativa que integra o conceito de auditoria operacional defendido pela INTOSAI, cujos elementos foram inicialmente transmitidos de forma compacta à diminuta equipe do TCE-RJ, pelos especialistas do TCU. Por outro lado, o grupo recém constituído pelo TCE-RJ para desenvolver estas novas atribuições era composto por profissionais de saúde que já tinham prévio conhecimento dos princípios gerais, do modelo assistencial e do modelo de gestão do SUS, onde anteriormente haviam militado em seus setores técnico-assistencial e gerencial, o que possibilitou a elaboração de uma proposta piloto, que depois de testada em três municípios, em 2000, originou o modelo consubstanciado pelas AOSMS que vem sendo utilizado pelo TCE-RJ desde então.
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Auditoria operacional do TCU no ensino médio: federalismo de cooperação?

Auditoria operacional do TCU no ensino médio: federalismo de cooperação?

As conclusões de cada uma, porém, assumem formatos distintos. A auditoria de regularidade efetiva o exame da despesa pública através do respectivo demonstrativo financeiro com o foco na legislação ou regulamento, portanto visa à legalidade com a supressão de fraude nos atos praticados pelo gestor público. Já a auditoria operacional foca na eficiência da máquina administrativa quando implementa seus programas, projetos e a prática de atos administrativos via gestor público, ou seja, verifica a economicidade e eficiência na aquisição e aplicação dos recursos através da apuração da eficácia e efetividade dos resultados alcançados.
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Benefícios potenciais da auditoria operacional para a administração pública: a percepção dos auditores do TCE/PB

Benefícios potenciais da auditoria operacional para a administração pública: a percepção dos auditores do TCE/PB

de Silva (2006) que, no controle da administração pública, os tribunais de contas não se reduzam ao exame da conformidade e da regularidade e dos gastos públicos, ava- liando também os aspectos da economia, eficiência, eficácia e efetividade, utilizando para tal o instrumento da auditoria operacional. Os tribunais de contas que tenham compromisso com o objetivo de tornar a administração pública mais transparente e de subsidiar o controle social com informações gozarão de credibilidade com a socie- dade (SPECK, 2012; 2013a). O desenvolvimento da auditoria operacional como uma nova atividade exigiu que tribunais de contas buscassem mais aprendizagem nas uni- versidades e entidades similares, a fim de melhor enfrentar a nova função (MORAES, 2007). Tornaram-se muito comum, também, os acordos técnicos de cooperação entre os tribunais de contas e outros órgãos da administração pública, como forma de dimi- nuir as dificuldades de atuação dos tribunais de contas e dos outros órgãos partícipes do acordo. Tem-se que, com mais e melhores informações, originadas das auditorias operacionais e disseminadas pelos tribunais de contas, são muitos os ganhos para a administração pública em termos da boa e regular aplicação dos recursos.
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Um estudo exploratório sobre a utilização da auditoria operacional em empresas estatais federais sediadas na cidade do Rio de Janeiro

Um estudo exploratório sobre a utilização da auditoria operacional em empresas estatais federais sediadas na cidade do Rio de Janeiro

Quais os critérios adotados pela empresa com vistas ao r e- crutamento de pessoal para a área de auditoria interna em geral e operacional, em particular. A empres[r]

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Uma análise da atuação da auditoria operacional em empresas de transformação na cidade do Rio de Janeiro: um estudo de casos

Uma análise da atuação da auditoria operacional em empresas de transformação na cidade do Rio de Janeiro: um estudo de casos

biente através do monitoramento do funcionamento dos procedimen- tos de controles prescritos.. Salienta-se que a relevância, utilidade, oportuni dade e confiabilidade [r]

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Os desafios do controle interno governamental diante da reforma do estado: o caso do programa de modernização do controle interno do estado da Paraíba (Promocin).

Os desafios do controle interno governamental diante da reforma do estado: o caso do programa de modernização do controle interno do estado da Paraíba (Promocin).

A pesquisa foi desenvolvida através de um estudo comparativo entre as ações definidas pela SCDP para im- plantação das quatro primeiras atividades do objetivo auditoria e controle interno do Promocin, quais sejam: 1. otimizar e implementar ações de acompanhamento dos programas, projetos e da dívida pública do estado; 2. otimizar e implementar ações de auditoria operacional e de sistema; 3. adotar técnicas modernas de auditoria no desenvolvimento dos trabalhos, e 4. desenvolver e descentralizar o Sistema Integrado de Auditoria e Controle Interno (Siacin); e as atuais vertentes para o perfil dos órgãos de controle interno de contas públicas estabeleci- das pelo paradigma gerencial, a fim de evidenciar se essas ações estão em conformidade com os requisitos e necessidades da administração pública, a partir do panorama delineado pela bibliografia utilizada na pesquisa sobre o tema.
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Avaliação de políticas públicas : um estudo sobre auditoria de desempenho no Tribunal de Contas da União brasileiro

Avaliação de políticas públicas : um estudo sobre auditoria de desempenho no Tribunal de Contas da União brasileiro

Essa questão da auditoria operacional ela não é totalmente aceita. Tem muita gente antiga ainda que não... Não participou... Que não aceitou essa modalidade. Que o direito administrativo ele não permite que o judiciário que os tribunais de Conta eles entrem na seara de conveniência e oportunidade. E o questionamento mais atual é se... Essa questão de tá aumentando muito a quantidade de trabalho operacional. Eu acho que esses questionamentos se deve ter, ele diminuiu com os resultados que foram apresentados nos últimos anos né? Então com o aperfeiçoamento da técnica, mais treinamento do pessoal, cada vez mais diminuiu esse questionamento. O questionamento é a quantidade de trabalhos dessa natureza, que a gente deveria conseguir equilibrar um pouco mais é... sic. (Metodologia do processo de implementação da ANOp no TCU. TCU, 4 fev 15. Entrevista concedida a Helayne Rodrigues da Silva).
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Abordagem conceitual de métodos e finalidade da auditoria de enfermagem

Abordagem conceitual de métodos e finalidade da auditoria de enfermagem

Mesmo quando da realização restrita da auditoria de contas, o enfermeiro tem a oportunidade de aferir ina- dequações no processo do trabalho assistencial, os quais podem expressar queda de sua qualidade, gerando gas- tos e retrabalhos desnecessários, pois pode-se identifi car utilização indevida de equipamentos, fl uxo inadequado de informações, desperdício de materiais e de medicamentos, excessos de estoques, dentre outros, ou seja, possibilita identifi car recursos estes que poderiam ser melhor utiliza- dos para outras funções, oferecendo assim, mais subsídios para a melhoria da qualidade assistencial.
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Auditoria financeira e auditoria interna: cooperação e criação de valor

Auditoria financeira e auditoria interna: cooperação e criação de valor

Universidade do Minho Página | 40 O IIA (2015) esclarece que um dos pontos mais críticos da coordenação entre auditores internos e externos reside na recolha de prova de auditoria. Assim, temos os auditores externos que exigem ter uma boa base para emitirem a sua opinião, isto é, exigem que a prova de auditoria, na área contabilístico-financeira, seja adequada e suficiente. Por outro lado, os auditores internos não se podem dedicar exclusivamente à recolha de prova na área contabilístico-financeira, pois estes atuam em toda a organização. Este problema acentua-se quando as equipas de auditoria interna têm poucos recursos humanos e, por isso, não conseguem recolher toda a prova que os auditores externos exigem para a área contabilístico-financeira. Neste sentido, a mediação da cooperação entre a auditoria interna e externa deverá ser assegurada pelo órgão de fiscalização da entidade, logo é a este órgão que cabe decidir o tempo e os recursos que a auditoria interna deve dedicar à auditoria externa, tendo em consideração que as atribuições da primeira vão muito além da área contabilístico-financeira das organizações. Consequentemente, tendo por base a situação exposta e pressupondo que o auditor externo usa o trabalho do auditor interno para formular a sua opinião sobre a qualidade do relato financeiro da entidade, caberá ao órgão de fiscalização da organização definir o nível de prova adequada e suficiente para que os auditores externos possam emitir a sua opinião (IIA, 2015; ECIIA, 2013).
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NA AMOSTRAGEM EM AUDITORIA

NA AMOSTRAGEM EM AUDITORIA

atribuida pela banca constituída pelo orientador e membros abaixo.. COSTA, Rafael Almeida Pinheiro. Auditoria: Principais Conceitos com Enfoque na Amostragem em Auditoria, 2005, 4[r]

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A percepção de uma das firmas de auditoria (Big four) em relação à aderência da formação dos seus novos profissionais no Brasil

A percepção de uma das firmas de auditoria (Big four) em relação à aderência da formação dos seus novos profissionais no Brasil

Constitui-se em processo de acompanhamento e controle de qualidade dos trabalhos realizados pelos auditores independentes. O objetivo da revisão pelos pares é a avaliação dos procedimentos adotados pelo Contador que atua como Auditor Independente e pela Firma de Auditoria, daqui em diante denominados “ Auditor‟, com vistas a assegurar a qualidade dos trabalhos desenvolvidos. A qualidade, neste contexto, é medida pelo atendimento ao estabelecido nas Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas e Profissionais editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e, na falta destas, nos pronunciamentos do IBRACON – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, e, quando aplicável, nas normas emitidas por órgãos reguladores. (CFC, Resolução CFC nº 1.323, p. 3).
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Competências exigidas nos primeiros anos da carreira de auditoria em uma Big Four

Competências exigidas nos primeiros anos da carreira de auditoria em uma Big Four

O objetivo com esta pesquisa foi identificar as competências necessárias na percepção do profissional de auditoria para a execução do trabalho nos primeiros anos da carreira profissional. Para atingir esse objetivo foi realizado um survey com profis- sionais de uma das firmas de auditoria Big Four. Das competências analisadas, o co- nhecimento de “Contabilidade e Finanças”, “Atualização Profissional”, “Integridade e Confiança”, “Atendimento”, “Comunicação”, “Ouvir eficazmente” e “Trabalho em Equipe” apresentaram média acima de quatro (em uma escala Likert de cinco pontos), representando um nível de exigência frequente nos trabalhos de auditoria. Entre estas, as competências “Trabalho em Equipe” e “Atendimento” demonstram que os inician- tes na carreira têm suas habilidades interpessoais exigidas, seja com os companheiros de trabalho, seja com os clientes auditados. A competência “Contabilidade e Finan- ças” demonstra que o profissional, mesmo na fase inicial, deve dominar e interpretar os conceitos relacionados à área de contabilidade e finanças empresariais, e, além disso, estar atualizado com as técnicas, dados e novos conhecimentos por meio de lei- tura, cursos, viagens e congressos, conforme demonstra a percepção da competência “Atualização Profissional”.
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UM ESTUDO AVALIATIVO DA AUDITORIA DA INFORMAÇÃO E AUDITORIA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO

UM ESTUDO AVALIATIVO DA AUDITORIA DA INFORMAÇÃO E AUDITORIA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO

Auditoria do conhecimento (K-Audit): é um exame e uma avaliação sistemática dos ativos organizacionais do conhecimento e é, geralmente, recomendado para as indústrias como um primeiro passo, anterior a liberação de um programa de gestão do conhecimento. De alguma forma ela se difere da auditoria da gestão do conhecimento (KM-Audit).

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 IESM2007 José Matos

IESM2007 José Matos

Dos conceitos relevantes para a compreensão do objecto de estudo destacam-se: “Auditoria” – Exame ou verificação de uma dada matéria, tendente a analisar a conformidade da mesma com determinadas regras, normas ou objectivos, conduzido por uma pessoa idónea, tecnicamente preparada, realizado com observância de certos princípios, métodos e técnicas geralmente aceites, com vista a possibilitar ao auditor formar uma opinião e emitir um parecer sobre a matéria analisada.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC CENTRO SÓCIO-ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC CENTRO SÓCIO-ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O presente trabalho tem por objetivo geral tratar da importância da auditoria interna no processo decisório das organizações. Foram abordados conceitos de auditoria, processos de auditoria, controle interno, o processo decisório nas organizações e a importância da auditoria neste processo, mantendo estreitas conexões entre os auditores e os demais colaboradores da empresa. A finalidade da auditoria interna consiste na melhoria do processo e unificação da linguagem interna, buscando avaliar as informações no sentido de que sejam confiáveis, adequadas, totais e seguras. A auditoria interna também se apresenta como uma atividade que busca avaliar as ameaças e oportunidades, evidenciando seus pontos fortes e fracos e definindo as próprias diretrizes estratégicas voltadas à gestão do negócio. Ao finalizar este estudo, verificou-se que a auditoria interna contribui no processo decisório, sendo sua função de extrema importância na estrutura organizacional, por fornecer uma visão para formação e embasamento teórico-prático a administradores e demais usuários deste instrumento.
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Fatores contextuais dos desafios-chave da auditoria de sistemas de informação

Fatores contextuais dos desafios-chave da auditoria de sistemas de informação

Para responder a aspetos que se mostraram pertinentes para este projeto, procedeu-se à pesquisa bibliográfica sobre o tema de Auditoria de Sistemas de Informação. Para isso, foram consultadas as dissertações e livros da área, disponíveis na Biblioteca da Universidade do Minho. Após esta pesquisa foi realizada uma nova pesquisa nos principais sites da temática estudada (ISACA, CISA, IPAI) e procedendo à pesquisa de artigos científicos através de motores de busca especializados, entre os quais Google Scholar, Scopus, Web of Knowledge e AIS Electronic Library. As expressões utilizadas nas pesquisas foram: “Information System Auditing”, “Information Systems Audit” e “Information Audit”. Nos motores de busca acima referidos eram apresentados cerca de 40 resultados. Estes resultados passaram por um processo de triagem, primeiro pela leitura do título e dos que não eram excluídos pelo título era feita uma leitura do abstract. Após esta leitura estavam selecionados os artigos mais importantes para o projeto. Esta pesquisa relevou-se útil para os assuntos relacionados com a Auditoria.
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AUDITORIA SOCIAL: UMA PROPOSTA INICIAL DE PLANEJAMENTO DE AUDITORIA DO BALANÇO SOCIAL

AUDITORIA SOCIAL: UMA PROPOSTA INICIAL DE PLANEJAMENTO DE AUDITORIA DO BALANÇO SOCIAL

Surge o balanço social um demonstrativo contábil no qual divulga as ações tomadas pela empresa no campo social e ambiental, publicado nos diversos meios de comunicação. Pelo fato de ser um demonstrativo contábil, como citado, entende-se que esse pode também ser auditado. Nesse caso, o objetivo é apresentar uma proposta de planejamento de auditoria do balanço social. O estudo é realizado no Banco Bradesco S/A., onde os dados levantados são oriundos dos balanços sociais e demonstrações financeiras dos anos 2002 e 2003.

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