Autoridades locais

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Autoridades locais e imigrantes italianos: conflitos e consensos.

Autoridades locais e imigrantes italianos: conflitos e consensos.

Resumo: Este artigo analisa conflitos e consensos entre imigrantes italianos estabelecidos nas antigas colônias Conde d’Eu, Dona Isabel, Caxias e Alfredo Chaves e as autoridades locais, como diretores e demais integrantes das Comissões de Terra, no Rio Grande do Sul. A trama das relações entre os diretores e os imigrantes, demonstrou momentos de conturbação, mas também de consenso. Cada diretor, em seu tempo e em sua administração, enfrentou problemas e empenhou-se na resolução dos conflitos, de forma peculiar. A orientação da Inspetoria Especial de Terras e Colonização foi a de que os diretores agissem com prudência e negociassem com os colonos. Mas, na maioria dos ofícios dos diretores aparecem pedidos para o envio da força policial a fim de garantir a "ordem, a moral e o respeito às autoridades" nos núcleos.
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“Sempre Vassalo Fiel de Sua Majestade Fidelíssima”: Os autos de vassalagem e as cartas patentes para autoridades locais africanas (Angola, segunda metade do século XVIII)

“Sempre Vassalo Fiel de Sua Majestade Fidelíssima”: Os autos de vassalagem e as cartas patentes para autoridades locais africanas (Angola, segunda metade do século XVIII)

Chamo aqui a atenção para algumas características do Estado moderno que podem estar relacionadas a estas concessões locais, pois o reino de Angola pode ser visto como um microcosmo social do império português, sem que se resuma a isso. A consolidação do Estado moderno português se deu em torno de carac- terísticas afins, como a ideologia do serviço e a recompensa, laços múltiplos de interdependência. Neste sistema de mercês, foi que se sustentaram novas forças sociais, fidelidades e relações políticas. Para justificarem seu trono e manterem a coroa, os monarcas tinham como obrigação dar, o que implica em um gesto de obrigações recíprocas. Logo, a economia de mercê também estava presente em Angola, manifestando-se nas nomeações dos postos militares. Os autos de vas- salagem, os pedidos e concessões de patentes podem ser entendidos como uma “disponibilidade para o serviço, pedir, dar, receber e manifestar agradecimento, num verdadeiro círculo vicioso, eram realidades a que grande parte da sociedade deste período se sentia profundamente vinculada, cada um segundo a sua condi- ção e interesses” (Olival, 1999, p. 30). Como afirmámos, nada disso era incompa- tível com o undamento. Logo, a parte do contrato se ajustou ao sistema de mercê portuguesa. Porém, ao reconhecer cargos e autoridades locais formalmente pelo auto de vassalagem, o sistema de mercê se ajustou ao undamento.
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A competitividade dos territórios e o marketing territorial: um modelo conceptual de análise da construção da proposta de valor do produto território e a intervenção das autoridades locais

A competitividade dos territórios e o marketing territorial: um modelo conceptual de análise da construção da proposta de valor do produto território e a intervenção das autoridades locais

Durante a realização da componente curricular do mestrado ficou claro o extraordinário contributo que o Marketing, enquanto ferramenta de planeamento e gestão, confere à capacidade competitiva de uma organização ou, como é o caso, de um território e bem assim à sua produtividade e qualidade de vida dos seus habitantes. A seriedade com que se encarar o desenvolvimento de políticas concretas e consequentes de marketing territorial, constitui mais uma das componentes da cadeia de valor que proporcionará o correspondente aumento da sua capacidade competitiva, paradigma de enorme actualidade, constituindo um caso sensível para as governanças locais/regionais. Salvo melhor opinião, neste particular, os territórios e quem os gere e/ou administra, não têm constituído um bom exemplo, talvez por ainda não terem percebido a importância do contributo já referido, em função das apostas que são desenvolvidas em matéria de marketing territorial.
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Soc. estado.  vol.20 número1

Soc. estado. vol.20 número1

Como recurso metodológico, usou-se a análise do discurso de atores sociais como: feirantes, moradores, autoridades locais, entre outros, com o intuito de perceber se este é um espaço eminente da contravenção ou se o “rolo” constitui um referencial significativo para a memória coletiva de seus participantes.

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Simone de Beauvoir no Algarve. Um episódio nas relações luso-francesas

Simone de Beauvoir no Algarve. Um episódio nas relações luso-francesas

"Na Delegaçao do Instituto Francês em Faro, sob a presidência do sr.Governador Civil (Dr. Antero Cabral) ladeado pelas autoridades locais, realizou a sua anuncia­ da[r]

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POLÍTICAS DE SEGURANÇA URBANA E TOLERÂNCIA ZERO NA ITÁLIA

POLÍTICAS DE SEGURANÇA URBANA E TOLERÂNCIA ZERO NA ITÁLIA

A questão da segurança ocupou um lugar importante nos progra- mas eleitorais dos partidos na eleição de 2001. Por exemplo, no “contrato com os italianos”, exibido durante o programa TV “Porta a Porta”, Silvio Berlusconi, líder da “Casa delle Liberta” (Casa das Liberdades), coloca como segundo ponto de seu desempenho com os eleitores um “plano para a defesa dos cidadãos e de prevenção de crimes”, mediante a introdução do instituto do “policial ou guarda ou vigia do quarteirão” na cidade, e a promessa de uma redução significativa no número de crimes. Com relação às autoridades locais, após o primeiro protocolo de segurança ser assinado em Modena, em 1998, foram assinados até 2006 mais de 250 protocolos de entendimento entre capitais e “prefetture” (corpo monocrático do Estado representando o governo na província) para responder à exigência cres- cente por parte do governo local na governança de segurança e garantir a cooperação com as administrações do Estado (Antonelli, 2011).
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A PASSAGEM DA TOCHA OLÍMPICA: Ativação de Discursos Cidadãos-Consumidores

A PASSAGEM DA TOCHA OLÍMPICA: Ativação de Discursos Cidadãos-Consumidores

O modo de operação do projeto #citizenrelay, em rede através do uso dos média sociais e da adição de conteúdos num ambiente online, permitiu que as dinâmicas do discurso fossem abertas. Deu uma oportunidade às pessoas de toda Escócia de expressarem os seus sentimentos sobre as Olimpíadas sem que fossem ajustados pelo interesse de um conglomerado de médias contratualmente atado (como parceiros oficiais mediáticos) a LOCOG. Uma das expressões mais poderosas do poder dos média gerado pelo utilizador conectado para afetar a mudança e fazer luz sobre o mau uso do poder foi a página Web Help Me Investigate (http://helpmeinvestigate.com/olympics/, acedido em 20/11/2013), uma fonte baseada em multidões para aqueles que têm interesse em investigar questões relativas às Olimpíadas. Os cidadãos sentiram a necessidade de investigar a presença de um número significativo de Transportadores da tocha Corporativos entre os 8.000 do grupo e perguntar sobre os custos às autoridades locais enquanto anfitriões da passagem da tocha Olímpica. O #citizenrelay ajudou a chamar a atenção para o número de executivos corporativos que estavam a participar na passagem da tocha e para a extensão do que a autoridade local estava a gastar em decorar as suas comunidades para a chegada da Chama Olímpica. Em ambos casos, o uso de uma hashtag (#citizenrelay) permitiu ao projeto alcançar maiores audiências, incluindo os média consagrados, que publicaram histórias originalmente produzidas por jornalistas do #citizenrelay.
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50 anos de independencias africanas: estado e autoridades tradicionais

50 anos de independencias africanas: estado e autoridades tradicionais

Todavia, nada disto impediu que, por exemplo, em conjunturas que tiveram a ver com o fim dos regimes de Partido-Estado/Partido Único – numerosos na África Subsaariana ainda em finais dos anos 1980 – as estruturas tradicionais num certo número de casos, por uma razão ou outra, tenham no passado recente incorporado autoridades locais criadas nos anos 1960 e 1970 pelo Estado e escolhidas (eleitas) por este como agentes do enquadramento político das populações a nível local. Os sobreviventes, que na actualidade estão por quase todo o lado desligados de uma qualquer relação efectiva de subordinação político-administrativa com o Estado e que, em alguns países, inte- gram de forma mais ou menos fluida o aparelho tradicional, faziam parte do lote de autoridades modernas criadas na época para, enquanto legítimas representantes do Estado a nível local, combaterem, na lin- guagem da época, o obscurantismo, o tribalismo e o fraccionismo das Autoridades Tradicionais! 7 .
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Missões Humanitárias: A exigência da Interdisciplinaridade

Missões Humanitárias: A exigência da Interdisciplinaridade

Quando a equipa aterrou em Bam, as autoridades locais não as deixaram sair do aeroporto porque estavam de cabeça descoberta e não levavam véus ou lenços, e nós, de Lisboa, não as consegu[r]

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O Desenvolvimento do Poder Local em África: O caso dos municípios em Moçambique

O Desenvolvimento do Poder Local em África: O caso dos municípios em Moçambique

Lourenço (2007), por exemplo, destaca que as autoridades tradicionais eram tidas como contrárias à construção do “Homem Novo”. A liderança da Frelimo retratou os chefes tradicionais como oportunistas e corruptos, já que haviam lu- crado com o papel de cobradores de impostos, recrutadores de mão-de-obra e agentes de polícia local na estrutura colonial portuguesa, além de terem colabo- rado com as Forças Armadas Portuguesas. Conforme Meneses (2009), as autori- dades tradicionais foram acusadas de serem instituições obscurantistas e vestí- gios do passado feudal. “Subalternizadas no tempo colonial e depreciadas pela Frelimo após a independência, as autoridades tradicionais mantinham uma forte presença no tecido político pelo peso que gozavam junto das populações que administravam” (p. 30). De facto, com a criação do “Homem Novo”, as ideias voltadas para o tradicional e tudo o que fosse considerado vestígio do passado colonial constituíam matérias a destruir para dar lugar aos princípios revolucio- nários de um país novo fundado na ideologia da Frelimo.
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Ci. Inf.  vol.35 número3

Ci. Inf. vol.35 número3

diferentes y esenciales representaciones interrelacionadas de un sistema de información archivística (descripciones de documentos de archivos, autoridades de contexto, autoridades de contenido y entidades externas) son representadas gráficamente en función de las normas y estándares internacionales de descripción archivísticas. Las clases A, B, y C y se refieren a los diferentes niveles de descripciones establecidas pelo Comité de Normas de Descripción del CIA (Internacional Council on Archives), a saber: A (al nivel solamente de fondos y subfondos), B (descripción de lo material de archivo de todos los niveles abajo al nivel del archivo), C1 (descripciones de los ítems tratados como el último nivel de descripción de un fondo) y C2 (descripciones de los ítems tratados como simple ítems sin el contexto jerárquico de que son parte).
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A epidemia da pneumónica em Portugal no seu tempo histórico

A epidemia da pneumónica em Portugal no seu tempo histórico

doente, solicito a V. Ex.ª protecção para o Algarve. Epidemia varre povoações inteiras havendo já cemitérios completamente cheios, fazendo-se enterramentos em campa rasa. Faltam medicamentos, arroz, açúcar, velas, petróleo, massas, manteigas, batatas, e há três dias que não há pão […]. Povo ordeiramente vem pedir-me pão e crianças vagueiam nas ruas chorando com fome. Director Geral de Abastecimentos mandou requisitar toda batata de Monchique, único concelho produtor e que já não tem batata para metade do distrito. Rogo protecção a V. Ex.ª acudindo a tanta miséria. A todo o momento cai gente na rua com doença e fome. Barcos de pesca param serviço por falta de gente. Não há peixe. (Girão 2009, 115) A informação contida num estudo sobre o concelho de Leiria converge com este diagnóstico, apontando para uma falta generalizada de alimentos bem como de assistência médica e medicamentosa, num fundo marcado por condições sanitárias deploráveis (Frada 2005). Mas, mesmo em Lisboa, onde se concentravam os dispositivos médicos, a situação era gravíssima, obrigando à reativação de hospitais e à improvisação de outros em escolas e conventos (Sobral et al. 2014, 81). A imagem com que ficamos é a de uma enorme falta de meios, de desorientação entre muitos dos agentes envolvidos no combate à epidemia e de um ambiente de alarme no seio das autoridades e da população. Entretanto, a incapacidade das autoridades, e nomeadamente das autoridades de saúde, para combater o flagelo não era algo limitado a Portugal, país onde as carências sociais, higiénicas e sanitárias eram flagrantes, pois, como afirmou na época Ricardo Jorge, “a epidemia enxerta-se sobre um fundo comovente de miséria”. 5 Antes pelo contrário,
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Dissertação de Mestrado em Psicologia Jurídica Eugénia Gomes 01 04 2014 SÃO LIMPA

Dissertação de Mestrado em Psicologia Jurídica Eugénia Gomes 01 04 2014 SÃO LIMPA

ECMIJ, às entidades policiais, às CPCJ ou às autoridades judiciárias. Por conseguinte, as autoridades policiais e judiciárias informam as CPCJ das situações de crianças e j[r]

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O Papel das Autoridades Tradicionais na Transição para a Democracia em Moçambique

O Papel das Autoridades Tradicionais na Transição para a Democracia em Moçambique

Uma achega à integração institucional das autoridades tradicionais foi dada pela Lei dos Municípios, de Setembro de 1994, que prevê um papel importante para ser atribuído às autoridades tradicionais, conjuntamente com as instituições distritais estatais. Para as autoridades tradicionais, contudo, pode afirmar-se que o seu ponto de referência se conjuga, simultaneamente, ao nível das funções que detinham no aparelho estatal colonial, nomeadamente na recolha de impostos e na organização do trabalho. E, em algumas funções da época pré-colonial, tais como a resolução de conflitos vários, a representatividade política e simbólica da comunidade e a organização de rituais. É interessante notar, a este respeito, algumas das exigências feitas pelas autoridades tradicionais, para executarem o seu trabalho: salário; farda; bandeira nacional na sua casa; e uma prisão nas suas circunscrições.
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As autoridades tradicionais Vandau, Estado e política local em Moçambique

As autoridades tradicionais Vandau, Estado e política local em Moçambique

Em Mossurize o trabalho de campo, com recurso à observação participante, a entrevistas e histórias de vida, decorreu sem objecções de maior, apenas as que resultavam da escassez de tempo disponível e das dificuldades inerentes à falta de um transporte próprio. A falta de transporte próprio, e a ausência de transportes públicos, tornou muito difícil a deslocação a certas regiões, e uma excessiva dependência dos actores estatais, o que obrigou a uma escolha criteriosa das estadias nos regulados mais pertinentes, de maior prestígio (actual e passado), ou de maior relevância para a investigação. Destas destacam-se as estadias mais prolongadas, entre três e cinco dias, nos regulados de Chaiva e Gogoi, e visitas mais curtas, entre um e dois dias, no regulados de Mapunguana (que se situa muito perto da vila de Espungabera), Mamusse, Metove, Macuo e Garágua. Nestes regulados conversou-se e entrevistou-se um conjunto variado de actores, nomeadamente os régulos e alguns chefes de povoação, matombo e nduna, população comum, membros do aparelho estatal local e dos partidos Frelimo e Renamo. Observou-se e participou-se em vários acontecimentos públicos liderados pelas respectivas autoridades tradicionais, com particular relevo para os tribunais das autoridades tradicionais.
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Autoridades Tradicionais e Estado moçambicano: o caso do distrito do Búzi

Autoridades Tradicionais e Estado moçambicano: o caso do distrito do Búzi

As ONGs, nacionais e estrangeiras, surgiram nos espaços políticos distritais a par- tir da assinatura do Acordo de Paz, em 1992, e podem considerarem-se também um actor político local na medida em que desempenham um papel relevante na condu- ção das estratégias de desenvolvimento do Estado que, na sua quase totalidade, depende destas organizações, quer do ponto de vista financeiro quer técnico. O modo de relacionamento entre as ONGs e as autoridades tradicionais é bastante vari- ado devido, sobretudo, à extrema fragmentação da implantação distrital destas orga- nizações. Nos distritos vaNdau essa implantação diminui consideravelmente na ordem inversa da distância entre o distrito e a capital de província; deste modo, a pre- sença de ONGs nacionais e estrangeiras nos distritos de Sussundenga e do Búzi é permanente, enquanto que em Machaze, Chibabava, Machanga e Mossurize é bas- tante rara e esporádica. Em qualquer dos casos, na generalidade as autoridades tra- dicionais actuam como intermediários entre as ONGs e as populações, principalmen- te para a mobilização destas últimas, podendo ainda desempenhar (em menor grau) algumas tarefas de consultoria das ONGs para assuntos tão diferentes como a reali- zação de cerimónias tradicionais, a localização geográfica dos projectos que não coli- da com áreas de culto religioso, a resolução de milandos menores, etc.
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Políticas Locais de Segurança Pública: o Desafio do Controle da Desordem

Políticas Locais de Segurança Pública: o Desafio do Controle da Desordem

Em meados dos anos 70 e início dos 80 começaram a surgir as primeiras experiências de policiamento (nova Jersey) (Wilson e Kelling, 1982) que foram inspiradas no estudo de Zimbardo (1969). Essa iniciativa ficou conhecida como a “teoria das janelas quebradas”, e revolucionou as políticas de segurança ao disseminar a ideia de que a presença de certos „indicadores‟ de desordem como grafites, pichações, lixo e prédios abandonados, entre outros, contribuíam para criar um senso de abandono na comunidade que estimulava a adoção de condutas antissociais nos espaços públicos. Moradores passavam a evitar esses locais e desenvolviam uma atitude de indiferença com relação ao que acontecia no entorno. Nas últimas duas décadas vários estudos aprofundaram a investigação sobre esse tipo de mecanismo e procuraram demonstrar que a desordem pode ser vista como uma causa fundamental do crime (Skogan 1990; Kelling e Coles 1996; Harcourt e Ludwig , 2006 ) 3 . Keizer, Lindenberg e Steg (2008) realizaram um experimento com o qual demonstram que um ambiente degradado, com sinais visíveis de vandalismo, lixo e pichações, pode alterar a forma como as pessoas se comportam, levando-as a violar normas e condutas sociais consideradas legítimas, o que contribuiu para a disseminação da desordem.
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O senado e as aprovações de autoridades: um estudo comparativo entre Argentina e Brasil.

O senado e as aprovações de autoridades: um estudo comparativo entre Argentina e Brasil.

processo de aprovação de autoridades: elas dizem respeito ao lugar e à publicidade desses proces- sos no Congresso. Quanto ao primeiro aspecto, na Argentina o processo se dá primeiramente na Comisión de Acuerdos do Senado, criada em uma sessão secreta em 1906, e que se tornou perma- nente na câmara em 1914 (Pitt Villegas, 2004). Até então, as propostas de indicação do Executivo eram distribuídas entre as comissões existentes de acordo com o tema: a Comissão de Legislação debatia sobre a indicação de juízes; a Comissão de Guerra e Marinha considerava as promoções militares; os funcionários dos órgãos financeiros eram assunto da Comissão de Finanças; os diplo- matas, da Comissão de Assuntos Constitucionais. Hoje, a importância da Comissão de Acordos é amplamente reconhecida. Em um survey realiza- do em 2002, pediu-se aos 52 senadores argentinos entrevistados que mencionassem quais eram, em sua opinião, as três comissões mais importantes do Senado. A Comissão de Acordos foi men- cionada dezessete vezes, superada apenas pelas comissões de Assuntos Constitucionais e de Finanças e Orçamento, que receberam cada uma quarenta menções. 23
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No Reino da Toupeira. Autoridades Tradicionais do M'balundu e o Estado Angolano

No Reino da Toupeira. Autoridades Tradicionais do M'balundu e o Estado Angolano

danças ocorridas, o autor salienta o surgimento de novas aldeias, a influência decisiva dos missionários, sobretudo dos missionários protestantes, as rupturas geracionais, e as alte- r[r]

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Operacionalização do ficheiro de autoridades na Biblioteca da Universidade da Beira Interior

Operacionalização do ficheiro de autoridades na Biblioteca da Universidade da Beira Interior

Apesar destes constrangimentos, o estabelecimento de entidades relevantes em termos de pontos de acesso controlados permite definir as suas características mais importantes e as relações que estabelecem de forma a facultar um “quadro de referência estruturado” (Galvão, 2010, p. [4]) que, por seu lado, irá permitir estabelecer uma rede rica de relações e informações que poderá depois ser amplamente explorada pelos utilizadores. A título de exemplo, é notória a riqueza da informação no ficheiro de autoridades da Library of Congress, especialmente no caso de autores americanos, uma vez que são estabelecidas relações, disponibilizada informação sobre biografia relevante, percurso profissional, e informação obtida diretamente do autor via telefone e/ou email. Estas notas não só permitem identificar univocamente o autor, como fornecem grande credibilidade ao trabalho de investigação efetuado.
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