Avaliação do processo

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Eleições na FACED: uma avaliação do processo eleitoral

Eleições na FACED: uma avaliação do processo eleitoral

A avaliação do processo eleitoral é importante para aprofundar as questões então levantadas, tirar as lições, sobretudo no que se refere ao saldo po- sitivo, a fim de dar continuidade ao[r]

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Avaliação do processo de descentralização das ações de saúde.

Avaliação do processo de descentralização das ações de saúde.

Após a contextualização da situação, a inda- gação seguinte recai sobre a pertinência e ade- quação entre problemas, objetivos e interven- ções, o que corresponde a realizar análise es- tratégica e de intervenção (Campoamor, 1990; Contandriopoulos et al., 1997). Esse é um dos componentes que apresenta dificuldades pa- ra os gestores reconhecerem como necessária a avaliação; dado que requer uma postura au- tocrítica acerca do próprio trabalho de plani- ficação. Contudo, sua realização pode trazer à tona elementos importantes acerca do proces- so de gestão, bem como da incorporação de inovações. Ao se indagar sobre o processo de definição de prioridades, as características do planejamento vão emergir. Ao interrogar so- bre a adequação das atividades programadas aos problemas priorizados, sobre a viabilida- de dos objetivos e metas, bem como sobre a eficácia das ações propostas, os gestores esta- rão revelando em que medida o município es- tá assumindo, de fato, as rédeas do processo de formulação e condução das políticas de saú- de, e não apenas possuindo planos formais e conselhos cartoriais.
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Avaliação do processo de ensino: uma abordagem multivariada.

Avaliação do processo de ensino: uma abordagem multivariada.

A prática da qualidade na gestão universitária se faz com o comprometimento de toda comunidade escolar. Assim, por meio da análise multivariada, o presente trabalho objetivou identificar os pontos fortes e fracos do processo de ensino na opinião do discente. Para este estudo, foram considerados questionários que abrangeram as seguintes categorias de variáveis: autoavaliação do aluno e avaliação do docente e de suas práticas pedagógicas pelo discente. Os dados obtidos compuseram uma amostra que apresentou uma participação de 87% dos alunos matriculados nos cursos de graduação da instituição de ensino superior (IES). Os resultados mostraram, por meio de consistência interna dos fatores, a validez do constructo que dá suporte ao processo de ensino dessa instituição. Assim, essa forma de análise favorece um resultado global das percepções que os alunos têm sobre o processo de ensino.
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Avaliação do processo de adesão da UFBA ao REUNI

Avaliação do processo de adesão da UFBA ao REUNI

Portanto, a discussão nesse trabalho acerca da Universidade se inicia na década de 90, ano em que se constatou a crise nas universidades públicas. O compromisso social com as classes mais pobres passou a ser tema de destaque nas críticas às universidades públicas. Isso ocorria em momento peculiar no Brasil com elevação da dívida externa, ajustes impostos pelo FMI, ideologia neoliberal. Em 1990, no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), houve uma expansão de instituições de ensino superior privadas, mas o aumento do número de vagas não melhorou a qualidade do ensino. Por isso, segundo o MEC, houve a necessidade de uma reforma universitária que englobasse temas como autonomia universitária, avaliação e recredenciamento periódico, tecnologia nacional e formulação de políticas públicas gerais, dentre outros. Sendo assim, FHC apoiou a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) aprovada em 1995, que dispõe sobre as instituições que tem credenciados seus programas de pós-graduação e desenvolvem pesquisa, as quais devem ser classificadas como universidade (SANTOS; ALMEIDA FILHO, 2008).
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Plano da matemática : uma avaliação do processo de implementação

Plano da matemática : uma avaliação do processo de implementação

-“Os professores fizeram um trabalho de acção educativa exemplar, (…)”. -“Devido ao empenhamento e capacidade de[r]

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Avaliação em saúde mental: o processo de acolhimento

Avaliação em saúde mental: o processo de acolhimento

Este trabalho relata a experiência de avaliação do processo de acolhimento em saúde mental na cidade de São Paulo-SP. Baseou-se em entrevistas com os trabalhadores do CAPS adulto e de duas UBS – uma com equipe de saúde mental e outra sem essa equipe. O objetivo foi entender o estabelecimento do acolhimento nestes serviços, considerando a percepção dos trabalhadores e identificando o vínculo e a articulação da rede neste processo. Utilizou-se como abordagem metodológica a hermenêutica filosófica gadameriana, para identificar que elementos participantes do processo de acolhimento poderiam ser destacados a partir da pergunta primaz: como é o serviço de saúde mental? Procedeu-se à análise das narrativas e a partir delas se estabeleceu três linhas de argumentação: vínculo, acolhimento, e articulação da rede. Os resultados surgiram em forma de quatro categorias: sensação de ausência; mistura de modelos; primazia em tecnologias duras; e ineficiência quanto à integralidade. Estes achados foram confrontados com outro serviço de saúde: o PSF; e apenas a categoria ausência não pode ser conferida.
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Avaliação de processo e resultado em psicoterapias: uma revisão.

Avaliação de processo e resultado em psicoterapias: uma revisão.

RESUMO. A avaliação em psicoterapia constitui um desafio para pesquisadores e clínicos. Esta revisão crítica sobre possibilidades de avaliação de processo e resultado em psicoterapia estimula o debate sobre a incorporação da prática clínica baseada em evidências como meio de obter informação científica quanto à adequação da intervenção terapêutica. Através de estudos sobre a avaliação do processo psicoterápico é possível elucidar conexões entre o tratamento psicológico e seus efeitos. Desta forma, torna-se possível identificar mecanismos de ação terapêutica e estratégias que podem potencializar o processo de mudança. Este debate poderá favorecer a aproximação entre pesquisa e prática clínica. Identificar variáveis das quais pode depender a eficácia/efetividade do tratamento psicoterápico repercute no aprimoramento do treinamento de psicólogos em formação e no delineamento de intervenções custo-efetivas.
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Meta-avaliação: uma década do Processo de Avaliação Institucional do SINAES.

Meta-avaliação: uma década do Processo de Avaliação Institucional do SINAES.

Embora contínua e crescente, a inserção da meta-avaliação na agenda nacional da educação superior não é garantia de sua efetiva utilização nem de que venha, de fato, a qualificar o processo avaliativo. Tudo dependerá de como e sob quais paradigmas irão operar as categorias que se propõem a ava- liar as avaliações. Por isso, quando se avalia a avaliação, deve-se considerar importantes aspectos ligados à democratização do processo avaliativo, como atores diretamente ou indiretamente afetados pelo programa e a efetividade do processo participativo. Assim, para que a avaliação seja, predominantemente, um meio de aperfeiçoamento das instituições, e não um fim em si mesma, o que a transformaria num instrumento demagógico, torna-se imperiosa a sen- sibilização e o comprometimento de todos os atores envolvidos no processo. Acredita-se que o grande entrave para um maior desenvolvimento da avaliação institucional é o tratamento dos resultados do processo avaliativo, que deveriam subsidiar decisões que promovessem a melhoria das atividades institucionais. Há, também, certo receio na divulgação os resultados que não são satisfatórios, tanto pelos impactos que podem vir a resultar, como pela possibilidade de comparações em forma de rankeamento com outras IES, desgastando bastante a imagem e as relações internas e externas da Instituição. Outro ponto crucial na avaliação do processo avaliativo (meta-avaliação) decorre do universo de Instituições de Educação Superior, pela complexidade do seu campo, que abrange IES de diferentes naturezas administrativas e or- ganizações acadêmicas. Essas IES são, inclusive, diferenciadas dentro de sua própria categoria, tendo em vista que atuam em realidades regionais e sociais específicas. Disso decorre, também, o dilema de configurar indicadores padro- nizados para aferir realizações tão distintas, ao mesmo tempo em que se deve considerar as diferentes realidades e identidades institucionais.
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Evolução do Processo de Avaliação e Controlo de Riscos

Evolução do Processo de Avaliação e Controlo de Riscos

No âmbito do processo de avaliação e controlo de riscos profissionais que se encontra instituído no CHP, constata- se que existe uma tendência decrescente em termos de número de factores de risco detectados durante as visitas efectuadas aos locais de trabalho, conforme se verifica através da comparação efectuada aos Serviços/Unidades existentes na Unidade Hospital de Santo António para os anos de 2007 e 2008.

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Avaliação em processo

Avaliação em processo

Neste estudo abordamos a construção, implementação e análise de uma proposta avaliativa para a área do ensino de ciências nas séries iniciais do ensino fundamental. Como ponto de partida resgatamos o percurso histórico da avaliação do rendimento escolar e constatamos que por muito tempo se priorizou a verificação do aprendizado e a classificação dos alunos. Percebemos que esta situação não é muito diferente em nossos dias e que discussões mais recentes sobre o tema têm sugerido a revogação das práticas classificatórias e excludentes e orientado para uma avaliação mais global, contínua e processual, voltada para o acompanhamento do ensino e da aprendizagem. Na área de ciências, muitos trabalhos que objetivam compreender e propor práticas diferenciadas no ensino, também têm indicado a necessidade de mudanças na avaliação, considerando que ela deve ser coerente com a ação pedagógica, acompanhando sua dinamicidade. Levando em conta a possibilidade de ressignificar as atuais práticas avaliativas em ciências nas séries iniciais do ensino fundamental, apresentamos como proposta a avaliação em processo, definida como uma avaliação contínua e dinâmica que tem a finalidade de acompanhar o desenvolvimento dos alunos e subsidiar a ação pedagógica, indicando as reestruturações necessárias. Como aporte teórico buscamos algumas contribuições em: BACHELARD (1996), que oferece indicativos sobre a construção do conhecimento científico e a manifestação de obstáculos epistemológicos e pedagógicos, VYGOTSKY (1991), que chama a atenção para o papel ativo do sujeito na construção de conhecimentos e para a importância de desafiar os alunos mobilizando a Zona de Desenvolvimento Proximal, e HOFFMANN (2001), que ressalta a necessidade da avaliação estar integrada ao ensino e à aprendizagem. Subsidiados pela teoria, realizamos um ensaio preliminar envolvendo mudanças no fazer
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AVALIAÇÃO DE REVESTIMENTO REFRATÁRIO NO PROCESSO SIDERÚRGICO

AVALIAÇÃO DE REVESTIMENTO REFRATÁRIO NO PROCESSO SIDERÚRGICO

Os mesmos autores afirmam que a descoberta de minérios de ferro de alta qualidade fez com que o ferro passasse a ser a principal matéria-prima do processo, dando início à expansão da siderurgia. O processo siderúrgico é baseado na utilização de uma fonte de carbono para reagir com um sopro de ar, visando ao beneficiamento do minério de ferro, com auxílio de trabalho térmico e mecânico, transformando-o em aço. Após a Revolução Industrial, o papel da indústria do aço no desenvolvimento mundial tem sido cada vez mais importante. O final século XIX foi marcado por um grande aumento na produção mundial de aço, com desenvolvimento de processos revolucionários de conversão de gusa. Na segunda metade do século XX, a siderurgia no Brasil teve um grande desenvolvimento com a inauguração da usina de Monlevade (MOURÃO et al, 2002).
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Parecer eletrônico no processo de avaliação em EAD

Parecer eletrônico no processo de avaliação em EAD

Neste trabalho, não se buscou comparar o mé- todo aqui proposto com o método de avaliação por parecer pedagógico, pois este último não quantifica o desempenho dos alunos envolvidos. Visou-se sim, discutir e mostrar a importância de entendermos a avaliação como um processo contínuo e não como um fim em si mesmo. Buscou-se um método de ava- liação quantitativo, que possa descrever a evolução do aluno ao longo do processo de aprendizagem.

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O processo de avaliação da aprendizagem no ensino de ciências

O processo de avaliação da aprendizagem no ensino de ciências

O presente artigo visa analisar e discutir acerca da importância do processo da avaliação da aprendizagem frente ao ensino de Ciências. Neste aspecto, a escola possui um papel fundamental no processo, pois é um espaço destinado ao ensino e a aprendizagem; portanto, é neste ambiente diversificado e heterogêneo que devemos pensar em práticas que promovam a avaliação de aprendizagem em prol a subsidiar o trabalho docente, redirecionando estratégias e instrumentos de ensino. O trabalho possui como objetivo geral: Compreender o processo de avaliação no ensino de Ciências e sua relevância. Desta forma, o professor deve assumir um papel que vai ao encontro das práticas de avaliação da aprendizagem, considerando o desenvolvimento do ensino de Ciências, tendo assim, a possibilidade de refletir sobre a sua prática em sala de aula, propiciando e assegurando as condições de uso do processo de avaliação como um meio de orientação do processo de ensino-aprendizagem. Neste contexto, para que o processo de ensino-aprendizagem em Ciências obtenha sucesso, torna-se essencial uma avaliação continua com a função formativa nas diversas situações sociais, descobrindo as diferentes funções que podem ser exercidas pela avaliação nesse cenário, garantido assim, o direito de aprendizagem de todos os alunos. No espaço da sala de aula, o professor possui um papel fundamental no que se refere a fazer a mediação para estabelecer um trabalho significativo no contexto escolar, pois, a ele cabe à tarefa de promover um ensino de qualidade, que atinja e atenda a todos os alunos, articulando as práticas de avaliação à reflexão sobre o ensino de Ciências. Essa pesquisa é um estudo documental, seguindo um delineamento de caráter bibliográfico, tendo como base teórica os estudos de Hoffmann, Libâneo, Luckesi, entre outros, com a finalidade de apresentar e estabelecer as propriedades da relevância do processo de avaliação de aprendizagem, com a abordagem qualitativa que visa à compreensão através da análise sistematizada de leituras em matérias impressos e eletrônicos acerca do tema, utilizando para esta pesquisa documental os aportes teóricos mencionados. Os resultados apontam a relevância da avaliação da aprendizagem, pois esta deve ser parte integrante do processo educacional, adotando práticas para orientar e acompanhar o plano do trabalho do professor e também de redirecionar quando se fizer necessário, buscando soluções para as dificuldades encontradas na construção e obtenção de conhecimentos.
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Política editorial e processo de avaliação de artigos

Política editorial e processo de avaliação de artigos

6. Os artigos devem ser submetidos, já revisados, nos respectivos idiomas e de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou da International Organization for Standardization (ISO) equivalente. É importante que as revisões dos textos (no idioma em que está escrito) sejam feitas antes de submeter o artigo ao processo de avaliação do IJIE.

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2 O Processo de avaliação da competência informacional

2 O Processo de avaliação da competência informacional

Por meio da avaliação, também é possível obter uma visão ampla do nível de competência informacional de um grupo de participantes. Ou seja, a avaliação pode ser realizada antes da aplicação de um programa, visando o seu planejamento ou mesmo a verificação da necessidade de realização de um programa, ou, ainda, após execução do mesmo para identificar sua eficácia. De acordo com Meneses Placeres (2008), os processos avaliativos medem a eficiência e a efetividade da atividade desenvolvida nos programas de competência informacional, o que contribuirá para o seu aprimoramento gradual ou para o redirecionamento de suas proposições e metas, permitindo-lhes obter cada vez mais alcance. A Sessão de Instrução (Instruction Section) da ACRL fez uma revisão dos artigos e de anais de eventos publicados sobre a competência informacional nos Estados Unidos, nos últimos 20 anos, com a finalidade de identificar as áreas mais importantes sobre o assunto. A partir disso, publicou-se uma agenda de pes- quisa de instrução bibliográfica e de competência informacional (ASSOCIATION..., 2005), organizada em quatro sessões prin- cipais: estudantes, ensino, contexto organizacional e avaliação. No que se refere especificamente à avaliação, recomenda que se considerem três aspectos fundamentais:
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O processo de avaliação psicológica no estado do Paraná.

O processo de avaliação psicológica no estado do Paraná.

Facci, Tuleski e Eidt (2006) destacam que o ensino deve focar no trabalho com conhecimentos científicos, a fim de desenvolver as funções psicológicas su- periores. Estas, em um processo de avaliação, necessitam ser investigadas numa perspectiva histórica. Assim sendo, o principal aspecto do método de análise psi- cológica proposto por autores da Psicologia Histórico-Cultural – perspectiva que consideramos importante adotar na intervenção do psicólogo escolar – é estudar a totalidade, as propriedades e funções das partes que a integram, a partir das particularidades que a determinam e com as quais se relacionam. Para isso, é de extrema urgência e necessidade resgatar a função da escola como um espaço edu- cativo e humanizador, adotando-se uma filosofia que possibilite compreender o processo de desenvolvimento humano como histórico e social, levando em consi- deração a escola e a sociedade em que a criança avaliada se encontra inserida. Se na Psicologia Histórico-Cultural se entende que as funções psicológicas superio- res se desenvolvem a partir da apropriação da cultura, necessário se faz analisar as oportunidades que aquele aluno que está sendo avaliado teve para se apropriar dos conhecimentos e se desenvolver psicologicamente. Compreendemos, assim, a partir da Psicologia Histórico-Cultural, que uma avaliação psicológica pode tornar-se importante para auxiliar na prática pedagógica, fornecendo elementos que auxiliem o professor na transmissão-apropriação dos conhecimentos.
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Avaliação de performabilidade do processo de manufatura do café

Avaliação de performabilidade do processo de manufatura do café

Nesta seção apresentamos a validação do modelo SPN criado para avaliação de performa- bilidade do processo de manufatura do café, bem como, a aplicação da metodologia proposta. O estudo foi realizado com base nos dados coletados em uma indústria de café locazida no Recife, durante o período de dois meses e divididos em oito grupos, onde cada grupo representa os dados coletados por semana. Para cada atividade do processo de manufatura foi estimado o tempo de execução, isto é, desde o tempo entre chegadas de sacas de café até o tempo entre empacotamento dos grãos torrados e moídos. Foi utilizado o tipo de pesquisa documental para coleta dos dados referente aos tempos de cada atividade do processo de manufatura. Essa coleta ocorreu através dos relatórios preenchidos pelos próprios funcionários da fábrica, onde estes registravam o tempo de cada etapa do processo de fabricação do café.
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A avaliação externa das escolas como processo social

A avaliação externa das escolas como processo social

A homogeneização aparente das escolas, patente nos relatórios de avaliação externa, indicia a construção social de uma imagem das escolas fortemente dependente das medidas de política e das opções administrativas da sua gestão e organização. A avaliação pode estar a contribuir para a formatação de um determinado modelo de escola que, se conducente a uma maior eficácia e a uma paridade das escolas em termos de parâmetros de avaliação, pode igualmente ter um efeito segregador das escolas em função dos resultados da avaliação. Esta deverá, inversamente, ter um contributo crucial para a melhoria da actividade das escolas, de modo a promover práticas de aprendizagem. É este o entendimento dos dirigentes entrevistados no reconhecimento da necessi- dade da avaliação externa. Mas, para além dos resultados da avaliação em termos dos seus efeitos classificatórios, também o facto de o processo ter sido iniciado com uma lógica de escolas «avalia- das voluntariamente» e, posteriormente, «avaliadas compulsivamente», pode ter permitido aproxi- mar as primeiras do poder central, funcionando como um mecanismo de distinção social. Faltará saber se teve efeitos concretos nas escolas. Assim, desde logo se destaca que os processos de clas- sificação se aplicam já não apenas aos indivíduos («insucesso» e «abandono» escolares), mas também às organizações escolares. A valorização da heterogeneidade dos contextos de aprendiza- gem e os impactos diferenciados da avaliação nas práticas das escolas poderão implicar uma aferi- ção do modelo de avaliação externa atendendo: à necessidade de uma objectivação de determina- dos indicadores; à permanência mais prolongada nas escolas por parte da equipa de avaliadores; à necessidade de o modelo de avaliação incorporar uma análise do contexto territorial, social e económico das escolas. Este último é frisado de forma bastante persistente pelos dirigentes das escolas e poderá ser objecto de um trabalho de construção de grelhas sociológicas de análise. A metodologia de avaliação constitui um dos pontos que mereceu desagrado por parte dos dirigen- tes das escolas, ora pelas ausências, ora pelo excesso de formalismo.
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Avaliação e otimização do processo de distribuição de vacinas

Avaliação e otimização do processo de distribuição de vacinas

13 necessário adequar a largura, o comprimento e a altura das caixas por forma a garantir o espaço necessário para o volume de vacinas a transportar. Um acondicionamento ineficiente das caixas de transporte pode condicionar o transporte das vacinas necessárias para os serviços a que se destinam. A estimativa sobre o espaço necessário no transporte de vacinas torna-se mais difícil com tamanhos não estandardizados e pode mesmo inviabilizar o transporte caso hajam limitações nos recursos disponíveis. Por outro lado, a estandardização no acondicionamento também torna o procedimento mais simples para os profissionais devido à maior facilidade no acondicionamento e estimativa do espaço necessário. O chamado acondicionamento modular é uma forma de otimizar este processo aumentando a sua eficiência devido à redução de espaço necessário e ao número de transportes para reposição. Um estudo de 2015 realizado nos Estudos Unidos da América, criou um sistema de acondicionamento modular, tendo em conta o programa de vacinação aplicado na República do Benin em África, que permite um acondicionamento mais eficiente. Neste estudo é criada uma folha de Excel que avalia o impacto de diferentes esquemas de acondicionamento. As vacinas utilizadas no estudo foram a BCG, tétano, poliomielite, sarampo, febre amarela, a DTPa, Hib, pneumocócica conjugada e contra rotavírus. Após conhecidas as dimensões dos acondicionamentos e das caixas de transporte é possível determinar a melhor forma de organizar a caixa otimizando o espaço disponível. Neste estudo, o acondicionamento modular proporcionou uma eficiência de 94,1% na ocupação do espaço disponível em comparação com uma eficiência de 81.93% do acondicionamento tradicional (20).
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