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Avaliação nutricional subjetiva: Parte 2 - Revisão de suas adaptações e utilizações nas diversas especialidades clínicas.

Avaliação nutricional subjetiva: Parte 2 - Revisão de suas adaptações e utilizações nas diversas especialidades clínicas.

RESUMO – Racional - A avaliação nutricional subjetiva é método clínico de avaliação do estado nutricional, que considera não apenas alterações da composição corporal, mas também alterações funcionais do paciente. É processo simples, de baixo custo e não-invasivo, podendo ser realizado à beira do leito. Embora tenha sido desenvolvida para avaliar pacientes cirúrgicos, vários estudos mostram seu uso em outras situações clínicas, como pacientes com insuficiência renal, pacientes oncológicos, hepatopatas, geriátricos e HIV positivos. Objetivo – Revisar o uso da avaliação nutricional subjetiva em outras situações clínicas e estudos de intervenção. Métodos – Foi realizada revisão sistemática no MEDLINE utilizando o descritor “subjective global assessment” e selecionados os trabalhos mais relevantes. Resultados – Foram encontradas adaptações da avaliação nutricional subjetiva para seu uso em pacientes com insuficiência renal, pacientes oncológicos e hepatopatas, com bons resultados neste grupo de pacientes. Em estudos de intervenção em pacientes oncológicos, a avaliação nutricional subjetiva tem sido utilizada para identificar pacientes de maior risco nutricional e que necessitam de terapia nutricional agressiva. Poucos estudos de intervenção de pacientes cirúrgicos utilizaram a avaliação nutricional subjetiva como método para identificação do paciente de risco nutricional. Conclusão - A avaliação nutricional subjetiva tem se mostrado boa opção na avaliação nutricional de pacientes cirúrgicos e algumas modificações têm sido sugeridas para o uso do método também em outras especialidades. A experiência do observador é de extrema importância, uma vez que dela depende a precisão do método.
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Avaliação do estado nutricional de idosos utilizando o índice de massa corporal e a mini avaliação nutricional

Avaliação do estado nutricional de idosos utilizando o índice de massa corporal e a mini avaliação nutricional

Os idosos podem apresentar alterações no estado nutricional. As alterações mais importantes na composição corporal são o aumento da gordura corporal total e a re- dução do tecido muscular, que contribuem desta forma, para a ocorrência de distúr- bios nutricionais, como a desnutrição ou o excesso de peso. Este estudo objetivou avaliar o estado nutricional de idosos fre- quentadores de um grupo de convivência no município de Boa Vista das Missões/RS. Participaram 16 idosos, sendo que a maio- ria (81,3%) eram mulheres e tinham idade entre 61 e 79 anos. A coleta de dados se deu a partir do índice de massa corporal e da mini avaliação nutricional, além de um questionário com perguntas fechadas para a caracterização da amostra. Quanto ao estado civil, a maioria (62,5%) eram casa- dos ou viviam com companheiros e 87,5% residiam com seus familiares. O índice de massa corporal apontou que 56,3% apre- sentava excesso de peso; já os resultados da mini avaliação nutricional demostraram que 50% apresentaou risco de desnutrição. A maioria dos idosos apresentaram exces- so de peso quando avaliados pelo índice
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Espessura do músculo adutor do polegar: um método rápido e confiável na avaliação nutricional de pacientes cirúrgicos.

Espessura do músculo adutor do polegar: um método rápido e confiável na avaliação nutricional de pacientes cirúrgicos.

Objetivo: Determinar se a medida da espessura do músculo adutor do polegar é confiável para avaliação nutricional de pacientes cirúrgicos e se correlaciona bem com outros parâmetros antropométricos, bioquímicos e clínicos. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Estudo de corte transversal, com avaliação de 87 pacientes candidatos à procedimento cirúrgico de grande porte no trato gastrointestinal. Eles foram submetidos à avaliação nutricional através da avaliação subjetiva global, antropometria (circunferência do braço, prega cutânea triciptal, e circunferência muscular do braço), albumina sérica, linfocitometria e pela medida da espessura do músculo adutor do polegar em ambas as mãos. Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: A média da espessura da mão dominante (direita) foi de 12,64 ± 3,19 mm e da mão não dominante 12,23 ± 2,9 mm. Para desnutrição, a sensibilidade da espessura do músculo adutor do polegar direita foi de 72,37% e da esquerda de 77,33% para os pontos de cortes encontrados com a curva Receiver Operating Characteristic (13,4 e 13,1 mm respectivamente). Para ambas as mãos a especificidade foi de 100%. Encontrou-se correlação significativa (p<0,01) da espessura do músculo adutor do polegar com todas as outras técnicas antropométricas de avaliação nutricional. Os seus valores médios nos pacientes eutróficos segundo a avaliação subjetiva global foram significativamente maiores (P<0.001) que dos desnutri- dos leves, e estes também maiores (P<0,05) que os desnutridos graves (avaliação subjetiva global-C). Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: Conclusão: a espessura do músculo adutor do polegar é um método de fácil execução, baixo custo, confiável e transmite segurança na avaliação do estado nutricional, podendo ser usado na prática clínica em pacientes cirúrgicos.
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Avaliação nutricional e envelhecimento.

Avaliação nutricional e envelhecimento.

Atualmente, a OMS recomenda para a avaliação nutricional do indivíduo idoso, inclusive nas nações em desenvolvimento, a utilização dos dados de referência do NHANES III (Tabelas 3 e 4), tendo em vista que este estudo foi construído a partir de uma amostra de 5 700 idosos norte-americanos não institucionalizados, sem limite superior de idade (60 e mais) e com metodologia padroniza- da 15 . As Tabelas 1 e 2 apresentam dados para

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Avaliação nutricional de longevos

Avaliação nutricional de longevos

Introdução: O consumo alimentar de centenários e populações de vida longa tem sido estudado sobre várias perspectivas dado a importância de se identificar as necessidades nutricionais, os padrões alimentares bem como os fatores preditores de deficiência nutricional em longevos. Objetivo: Avaliar o estado nutricional de idosos longevos. Metodologia: Estudo observacional, transversal, descritivo e analítico com idosos longevos. A população estudada foi composta por idosos com idade igual ou superior a 90 anos, residentes em Porto Alegre. Para a realização da avaliação nutricional dos longevos foi realizada análise dos parâmetros dietéticos, através de um Recordatório Alimentar de 24horas e Questionário de Frequência Alimentar (QFA). Também foram verificados os parâmetros antropométricos, parâmetros bioquímicos e as características socioeconômicas. Resultados: Foram avaliados 44 idosos, sendo 33 (75%) mulheres e 11(25%) homens. Dos longevos entrevistados 31 (72%) não necessitava auxílio financeiro para adquirir os alimentos, mas apenas 31% compravam ou participavam na aquisição dos alimentos. A participação no preparo da própria refeição foi de 29,5%, sendo 20,5% o longevo referiu preparar sua refeição sem auxílio. Os homens possuíam uma classe socioeconômica mais elevada que as mulheres, sendo significativo p= 0,0174. Foi verificada baixa ingestão de cálcio, frutas e legumes e elevado consumo de alimentos doces e refrigerantes. Conclusão: Neste estudo observamos que a maioria dos longevos apresentava-se fora do risco nutricional e a ingestão calórica total dos longevos foi adequada. Entretanto observamos deficiências de alguns micronutrientes. Neste caso, a avaliação nutriional dos longevos foi de suma importância, pois possibilita desenvolver estratégias para a implantação de intervenções nutricionais direcionadas, de modo a atender as demandas desta população e, consequentemente gerar melhora na qualidade de vida.
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Avaliação nutricional subjetiva: Parte 1 - Revisão de sua validade após duas décadas de uso.

Avaliação nutricional subjetiva: Parte 1 - Revisão de sua validade após duas décadas de uso.

Diante da falta de um método que possa ser considerado padrão ouro na avaliação nutricional, a utilização da ANS tem se mostrado boa opção, principalmente em pacientes cirúrgicos onde se deseja avaliar realmente a presença de risco nutricional pré-operatório. Por sua facilidade de execução, além da boa repetibilidade após treinamento adequado do observador, a ANS vem se tornando o método de escolha também em outras situações clínicas, seja na sua forma original, ou após adaptações. Apesar de possibilitar a participação de todos os membros da equipe multidisciplinar de terapia nutricional na realização da avaliação nutricional, é indispensável o treinamento adequado de todos os observadores que desejam praticá-la, pois a precisão do método depende da capacidade do observador em detectar as alterações nutricionais significativas através da avaliação subjetiva.
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Enfermagem na saúde da criança: estudo bibliográfico acerca da avaliação nutricional.

Enfermagem na saúde da criança: estudo bibliográfico acerca da avaliação nutricional.

O objetivo deste estudo foi analisar a produção científica acerca da atuação do enfermeiro na saúde nutricional da criança. Estudo bibliográfico realizado entre abril e maio de 2008, nas bases de dados online, com descritores: avaliação nutricional, antropometria, crescimento, criança. Critérios de inclusão: saúde infantil na avaliação nutricional, enfermeiro/autor e artigos publicados entre 2000 e 2007. Encontraram-se 15 artigos nos seguintes anos: 2000 (1), 2001 (1), 2002 (2), 2003 (4), 2005 (1), 2006 (3) e 2007 (3). Periódicos inscritos nas áreas: enfermagem (1), nutrição (1), saúde pública (3) e médica (1). Tipo de estudo: epidemiológicos (1), descritivos (5), transversais (7), longitudinal (1), estudo de caso (1), revisão de literatura (1) e relato de experiência (1). Unidades temáticas: avaliação nutricional mediante acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil; fatores determinantes da nutrição infantil e avaliação nutricional como cuidado de enfermagem. Ressalta-se que o enfermeiro tem buscado fundamentação teórica e prática para cuidar da criança com déficit nutricional.
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APLICAÇÃO DE MÉTODOS SUBJETIVOS E ANTROPOMÉTRICOS NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS HOSPITALIZADOS - UMA REVISÃO DA LITERATURA

APLICAÇÃO DE MÉTODOS SUBJETIVOS E ANTROPOMÉTRICOS NA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ADULTOS HOSPITALIZADOS - UMA REVISÃO DA LITERATURA

A desnutrição hospitalar continua prevalente nos hospitais e sua detecção precoce pode ser decisiva para a recuperação do paciente. A avaliação nutricional permite identificar pacientes desnutridos ou em risco de desnutrir-se e instituir terapia nutricional adequada que vise a recuperação do estado nutricional e a prevenção de complicações relacionadas à desnutrição. Este trabalho tem como objetivo apresentar, com base na literatura científica atual, a importância da aplicação dos métodos subjetivos e antropométricos na avaliação nutricional em adultos hospitalizados. Para este trabalho foi realizado uma revisão na literatura sobre os tipos de avaliação subjetiva e antropométrica em adultos hospitalizados. Foram utilizados artigos científicos publicados no Scielo e livros nas áreas de nutrição. Observou-se neste estudo que a avaliação do estado nutricional é de grande importância na prática clínica, e os métodos de avaliação nutricional, objetivos e subjetivos, quando utilizados em conjunto nos pacientes internados detectam o risco nutricional de desnutrição hospitalar, ajudam no manejo e tratamento dos pacientes internados.
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Lanna Freitas Maciel¹; Vanessa Fialho Lopes²; Geórgia das Graças Pena³

Lanna Freitas Maciel¹; Vanessa Fialho Lopes²; Geórgia das Graças Pena³

Introdução: O câncer é uma doença multifatorial de importância para a saúde pública devido à sua elevada frequência e impacto negativo da doença e do próprio tratamento para o paciente. A desnutrição é o principal impacto negativo nos pacientes com Câncer de Cabeça e Pescoço (CCP), portanto são necessários ações de prevenção e diagnóstico precoce nesses pacientes. Para isso, utilizam-se ferramentas para triagem e/ou avaliação nutricional a fim de diagnosticar a desnutrição no início do tratamento. Objetivos: Avaliar a frequência de desnutrição em pacientes com CCP em tratamento radioterápico bem como associar a força de preensão manual em pacientes com outros parâmetros antropométricos. Métodos: Participaram 38 pacientes diagnosticados com CCP em tratamento radioterápico em um hospital universitário. Foram coletados dados socioeconômicos, clínicos e hábitos de vida, além de realizar a avaliação antropométrica e classificação do estado nutricional. Resultados: Os dados mostram predominância do sexo masculino (60,5%), idade média de 62,11 ± 10,83 anos e a nasofaringe como local de maior frequência (15%). O estado nutricional segundo o Índice de Massa Corporal apresentou 28,9% de desnutrição, enquanto a Avaliação Global Subjetiva - Produzida Pelo Paciente obteve 86,5% de desnutrição moderada e grave. A Força de Preensão Manual apresentou média de 14,07 ± 8,98 kgf. Quanto à capacidade funcional 95,65% (n=37) estavam abaixo dos valores de referência para idade e sexo. Não foi encontrada associação entre a FPM e outros indicadores antropométricos. Conclusão: A frequência de desnutrição foi elevada (86,5%) nos pacientes com CCP e a FPM não mostrou associação com outros parâmetros antropométricos.
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Fialho do Carmo Martins, Renatha Cristina; Coura Vital, Wendel; Ferreira do Amaral, Joana; Pinheiro Volp, Ana Carolina

Fialho do Carmo Martins, Renatha Cristina; Coura Vital, Wendel; Ferreira do Amaral, Joana; Pinheiro Volp, Ana Carolina

Diante disso, tanto os métodos objetivos quanto os subje- tivos não são recomendados para serem utilizados isolada- mente para avaliar o estado nutricional do paciente e para isso diversas ferramentas de avaliação nutricional são pro- postas e utilizadas para avaliação em ambiente hospitalar ge- ral, porém ainda não há um método considerado “padrão ouro” que seja fidedigno para pacientes internados em UTI uma vez que são considerados pacientes com diagnósticos clínicos mais graves e com risco de morte necessitando assim, de uma combinação de ferramentas de avaliação nutricional mais específicas para esses pacientes a fim de contribuir para uma melhor detecção nutricional 13,14 .
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O uso da metodologia ativa TBL como método de ensino na aula de monitoria / The use of the active TBL methodology as a teaching method in the monitoring class

O uso da metodologia ativa TBL como método de ensino na aula de monitoria / The use of the active TBL methodology as a teaching method in the monitoring class

Ao ser questionado se o TBL facilitou a compreensão sobre a avaliação nutricional e a terapia nutricional nas doenças hepáticas, segundo o gráfico 3, 26 (86,7%) afirmaram que sim, 3 (10%) respoderam talvez e 1 (3,3%) colocou não. Sendo assim, a metodologia ativa utilizada contribuiu para o aprendizado sobre o assunto abordado. Conforme foi visto por Bandeira, Silva e Vilela (2017) estudantes ressaltam que com a aplicação do TBL as aulas se tornam mais dinâmicas, participativas e produtivas, contribuindo para que eles estudem mais e interajam no grupo para solucionar a atividade proposta. Sugerem ainda, que outros professores utilizem a metodologia nas aulas.
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Aplicabilidade dos métodos de triagem nutricional no paciente hospitalizado.

Aplicabilidade dos métodos de triagem nutricional no paciente hospitalizado.

Foram revisadas seis ferramentas de triagem nutricional mais conhecidas, disponíveis na literatura. Para a obtenção dos artigos foram feitas pesquisas nas bases de dados como PubMed, Schoolar Google, Google e SciELO. No período da pesquisa (agosto do ano de 2006), apenas as ferramentas de triagem nutricional citadas estavam disponíveis online com os artigos completos: NRS 2002 (Nutritional Risk Screening 2002 - Triagem de Risco Nutricional 2002), MNA - SF (Mini Nutritional Assessment Short Form - Mini Avaliação Nutricional Reduzida), MUST (Malnutrition Universal Screening Tool - Instru- mento Universal de Triagem de Desnutrição), MST (Malnutrition Screening Tool - Ferramenta de Triagem de Desnutrição), HH - NAT (Hickson & Hill Tool - Nutritional Assessment Tool - Ferramenta de Avaliação Nutricional) e URS (Undernutrition Risk Score - Escore de Risco de Desnutrição).
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Estado nutricional de idosos em um hospital público de Rio Branco, Acre, 2006-20...

Estado nutricional de idosos em um hospital público de Rio Branco, Acre, 2006-20...

Na população estudada, observou-se que o arranjo domiciliar refletiu em fator importante para a manutenção do estado nutricional, não viver com o cônjuge para os idosos refletiu em probabilidade de piora na avaliação nutricional. Estudos sobre consumo alimentar com idosos que sofreram a perda de um cônjuge mostram um efeito adverso no consumo alimentar. Há uma mudança no peso associada a muitos problemas que afetam negativamente a saúde, tais como depressão, alimentação menos eficaz e mudança de comportamento alimentar (QUANDT et al., 2000; SHAHAR et al., 2001), especialmente entre homens acima de 75 anos de idade (CHARLTON, 1999). Apesar da constatação de que idosos que vivem sozinhos, sofram influências negativas na ingestão alimentar diária, principalmente entre homens de 80 anos (DONKIN et al., 1998), existem resultados contraditórios para esta faixa etária especialmente entre as mulheres (LEE et al., 1991).
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SARCOPENIA E ESTADO NUTRICIONAL DE IDOSOS: UMA REVISÃO DA LITERATURA

SARCOPENIA E ESTADO NUTRICIONAL DE IDOSOS: UMA REVISÃO DA LITERATURA

A Associação Americana de Saúde Pública define o estado nutricional (EN) como a “condição de saúde de um indivíduo influenciada pelo consumo e utilização de nutrientes e identifi- cada pela correlação de informações obtidas através de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos”. Portanto, o EN é de- tectado com base em vários parâmetros, dentre eles, o Índice de Massa Corporal (IMC) e a Mini avaliação Nutricional (MAN) (6) .

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J. Pediatr. (Rio J.)  vol.84 número5

J. Pediatr. (Rio J.) vol.84 número5

as variáveis EI e PI mostraram maior alteração do que PE, fato este que não deve induzir à interpretação de que, em nosso estudo, tenha-se salientado que um seja melhor que o outro, e sim objetiva-se valorizar o que preconiza a OMS e MS, os quais recomendam utilizar os três índices. Considera-se que, neste estudo, preocupado em obter avaliação nutricional mais detalhada, os demais indicadores utilizados (composição cor- poral) reforçam as conclusões quanto à elevada prevalência de desnutrição e/ou baixa reserva muscular (circunferência muscular do braço, CMB = 50,9% dos pacientes apresentam baixa reserva).
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Avaliação muscular subjetiva como parâmetro complementar de diagnóstico nutricional em pacientes no pré-operatório.

Avaliação muscular subjetiva como parâmetro complementar de diagnóstico nutricional em pacientes no pré-operatório.

Assim, o baixo poder de concordância en- contrado nos resultados desta pesquisa, entre os indicadores mencionados para avaliar o estado nutricional pré-operatório dos pacientes hospita- lizados, possivelmente, seja o reflexo da falta de um conceito universal para definir a desnutrição. Nesse sentido, ao considerar a definição de desnu- trição um tanto complexa, é natural que a tarefa de mensurar tal condição também possua alto grau de complexidade, considerando as inúmeras possi- bilidades para avaliação nutricional, sendo que não existe um único indicador passível de uso em todas as situações clínicas, com a mesma acurácia. Dessa forma, salienta-se que as diferentes situações clínicas requerem diferentes métodos, embora muitos tendam a se relacionar estrita- mente entre si. Além do exposto anteriormente, é interessante destacar que a seleção dos indi- cadores mais apropriados também depende dos objetivos da questão científica formulada.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE

Posteriormente em 2015 no Brasil, uma comissão de especialistas em terapia nutricional da ILSI criou 12 IQTNO, os quais foram validados por 40 especialistas em terapia nutricional 5.Os mesmos valorizaram bastante o rastreamento e a avaliação nutricional, provavelmente em razão da alta taxa de desnutrição hospitalar no Brasil, relatada no IBRANUTRI 6 e em outros estudos 7,8. Além disso, foram contempladas nos indicadores as avaliações do tempo considerado para ingestão, sabor, volume e adesão à terapia nutricional oral5.
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Marta Alexandra C Pereira

Marta Alexandra C Pereira

Da observação dos nossos resultados pode constatar-se que os doentes desnutridos (AGS-GD C) foram os que apresentaram uma pontuação total média da AGS-GD superior, seguido dos moderadamente desnutridos (AGS-GD B) e dos bem nutridos (AGS-GD A). A avaliação nutricional pela AGS-GD para além de um diagnóstico definitivo de desnutrição, permite obter uma perceção das necessidades individuais do doente e estruturar um plano de assistência nutricional, ao doente desnutrido (Imoberdorf et al., 2010; Rasmussen et al., 2010). Em 41 doentes (97,6%) a pontuação total da AGS-GD foi superior ou igual a 2 pontos, pontuação a partir da qual é necessário intervir nutricionalmente ou farmacologicamente. Em 35,7% dos doentes a pontuação total da AGS-GD foi superior ou igual a 9, o que indica uma necessidade crítica de intervenção nutricional e farmacológica, através de prescrição de alimentos adicionais ou suplementos e gestão da sintomatologia (Bauer et al., 2002; Gupta et al., 2011; Gómez Candela et al., 2010; Kim et al., 2011). Na nossa amostra, tal como noutros estudos, são raros ou nulos os doentes com uma pontuação da AGS-GD entre 0- 1 (sem necessidade de tratamento ou intervenção nutricional), pelo facto de serem todos doentes oncológicos (Segura et al., 2005). Estas cotações elevadas refletem a presença de sintomas comprometendo a ingestão de alimentos ou a absorção de nutrientes (obstipação, anorexia, saciedade precoce, náuseas, vómitos, diarreia), perda de massa muscular e/ou massa gorda, perda de peso, capacidade funcional prejudicada, diagnóstico de doença oncológica, stress metabólico e nalguns doentes uma idade superior a 65 anos.
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Estado nutricional como fator prognóstico em crianças portadoras de Leucemia Linfocítica Aguda.

Estado nutricional como fator prognóstico em crianças portadoras de Leucemia Linfocítica Aguda.

Sabendo-se que a desnutrição proteico- cal ó r i ca é f r eq ü en t e en t r e as cr i an ças portadoras de LLA, principalmente nos países em desenvol vi mento (5, 6, 8) e, que el a asso ci ad a a f ato r es só ci o -eco n ô m i co s e cul turai s, p ode i nf l ui r negati vamente no tratamento e no prognóstico dos pacientes (3, 4), é necessário estabelecer uma rotina para a avaliação nutricional ao diagnóstico e durante o tratamento de todos os pacientes de uma unidade de oncologia pediátrica, bem como, o acompanhamento nutricional realizado por profissional especializado, para prevenção ou intervenção terapêutica.
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Rev. paul. pediatr.  vol.35 número3

Rev. paul. pediatr. vol.35 número3

Objetivo: Veriicar associação entre indicadores antropométricos e as escalas Avaliação Nutricional Subjetiva Global (ANSG) e Triagem de Risco para Estado Nutricional e Crescimento (STRONGkids). Métodos: Estudo transversal com pacientes de 0 a 18 anos, internados no Hospital das Clínicas, Goiânia (GO), entre agosto e novembro de 2015. Foram incluídas crianças e adolescentes admitidos em até 48 horas. Excluíram‑se pacientes que requeriam instrumentos específicos para avaliar o estado nutricional e os internados em Terapia Intensiva. Coletaram‑se dados de identiicação, antropométricos e foram aplicadas a ANSG e a STRONGkids. Feita análise de comparação de proporções e avaliação de concordância, sendo signiicante p<0,05.
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