AVC - Acidente Vascular Cerebral

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Analise das principais sequelas observadas em pacientes vítimas de acidente vascular cerebral - AVC

Analise das principais sequelas observadas em pacientes vítimas de acidente vascular cerebral - AVC

Objetivos: Analisar as principais sequelas observadas em pacientes sequelados após AVC em um Centro Integrado de Reabilitação (CEIR) e no Espaço Querer. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, quantitativo, de uma amostra intencional de 25 profissionais de fisioterapia, realizado em dois campos. Para verificar as principais sequelas observadas pelos fisioterapêuticas em pacientes vítimas de pós acidente vascular cerebral, foi aplicado um questionário elaborado pelos próprios pesquisadores. Resultados: A partir do estudo foi perceptível analisar que as principais sequelas encontradas pelos fisioterapeutas nos pacientes sequelados pós acidente vascular cerebral que corresponde a sequelas motoras, equilíbrio e coordenação, comportamental e emocional, fala e sensibilidade.
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Evuloção cognitiva e funcional de pacientes pós-acidente vascular cerebral - AVC

Evuloção cognitiva e funcional de pacientes pós-acidente vascular cerebral - AVC

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como sendo uma disfunção neurológica aguda, de origem vascular, seguida da ocorrência súbita ou rápida de sinais e sintomas relacionados ao comprometimento de áreas focais no cérebro.1 Caracteriza- se como uma doença comum e de grande impacto na saúde pública mundial, por ser a principal causa de incapacidades neurológicas.2-4 No Brasil, a distribuição dos óbitos por doenças do aparelho circulatório vem apresentando crescente importância entre os adultos jovens, já a partir dos 20 anos, assumindo patamar de primeira causa de óbito na faixa dos 40 anos e predominando nas faixas etárias subseqüentes.5,6 Dentro das doenças do aparelho circulatório, o AVC é responsável por importantes disfunções motoras e cognitivas.3 Estudos relatam que mais de 65% dos sobreviventes apresentam início ou piora dos comprometimentos cognitivos após o AVC.7,8 Além disso, grande parte destes indivíduos, mesmo com nível moderado de comprometimento, podem não reassumir suas atividades prévias, traduzindo- se em uma das principais causas de invalidez.9,10
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Vivenciando a sobrecarga ao vir-a-ser um cuidador familiar de pessoa com acidente vascular cerebral (AVC): análise do conhecimento.

Vivenciando a sobrecarga ao vir-a-ser um cuidador familiar de pessoa com acidente vascular cerebral (AVC): análise do conhecimento.

Trata-se de trabalho do tipo bibliográfico com a finalidade de fazer uma análise temática da produção do conhecimento em periódicos, acerca da sobrecarga em cuidadores familiares de pessoas com Acidente Vascular Cerebral (AVC). O corpus de análise reuniu artigos localizados nas décadas de 80 e 90, a partir das bases de dados Medline, Lilacs e Cinahl. A análise de conteúdo foi o referencial metodológico que permitiu organizar todo o conhecimento, em um corpo de categorias e subcategorias, denominadas: Categoria 1 - As seqüelas do AVC gerando sobrecarga; Categoria 2 - Aspectos gerando sobrecarga, congregando as subcategorias: o isolamento social, as mudanças e as insatisfações conjugais, as dificuldades financeiras e os déficits na saúde física e no autocuidado do cuidador; Categoria 3 - Outras análises relacionadas à sobrecarga em cuidadores familiares.
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FATORES DE RISCO PARA O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC)

FATORES DE RISCO PARA O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC)

A opção em ter práticas saudáveis se relaciona à diversos fatores como o contexto cultural nós estamos inserido e nossas expectativas e preocupações de vida, porém se nós comunidade se expor mais precocemente aos fatores de risco relacionados com o AVC, maiores serão os casos. Também entende-se que quando na idade jovem possuir conhecimento sobre seus antecedentes consequentemente podemos adotar hábitos de prevenção mais precocemente, mas atualmente muitos jovens possuem HAS o que aumenta o risco cardiovascular para um acidente vascular cerebral.
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Contribuição da terapia ocupacional em adaptações e orientações domiciliares de pacientes com diagnósticos de acidente vascular cerebral (AVC)

Contribuição da terapia ocupacional em adaptações e orientações domiciliares de pacientes com diagnósticos de acidente vascular cerebral (AVC)

Nos últimos anos verificou-se a importância de oferecer continuidade ao tratamento clínico com pacientes que apresentam diagnósticos de acidente vascular cerebral (AVC), dada a grande de- fi ciência de tratamento para o mesmo, já que são inúmeras as seqüelas deixadas por esta patologia, como por exemplo, a hemiplegia, que é uma das seqüelas mais limitantes e geralmente vem acompanhada de outras alterações. Na procura pela reabilitação, é preciso levar em consideração que, para se atingir a funcionalidade almejada, a terapia ocupacional proporciona ao indivíduo uma vida menos dependente, estimulando-o a alcançar o nível máximo de independência por meio de adaptações e orientações relacionadas às atividades de vida diária. Palavras-chaves: 1. Acidente vascular cerebral, 2. hemiplegia, 3. terapia ocupacional.
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Avaliação dos cuidados de fisioterapia domiciliária em idosos vítimas de acidente vascular cerebral (AVC)

Avaliação dos cuidados de fisioterapia domiciliária em idosos vítimas de acidente vascular cerebral (AVC)

Durante muitos anos, foi unânime na bibliografia que a recuperação ocorria essencialmente nos primeiros 6 meses após o AVC, sendo as primeiras semanas decisivas para o processo de reabilitação. Este período de tempo correspondente à fase da recuperação de um AVC a partir do qual já não se observam resultados funcionais significativos é definido como plateau (Sá, Margarido, Pereira e Pereira, 2007; Page, Gater e Bach, 2004). Uma das investigações que mais suportou este termo/limite veio do The Copenhagen Stroke Study efectuado em 1995, que procurou resultados funcionais em milhares de pacientes após AVC. Os seus resultados sugeriram que a grande recuperação motora não devia ser esperada mais de 5 meses após a lesão, podendo, contudo, alargar-se o prazo até um máximo de 6 a 12 meses (Jorgensen et al., 1995).
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Associação entre as doenças cardiovasculares e o nível socioeconómico em Portugal

Associação entre as doenças cardiovasculares e o nível socioeconómico em Portugal

Abreviaturas: DCI, Doenc ¸a cardíaca isquémica; AVC, Acidente vascular cerebral; DCV, Doenc ¸a cardiovascular; NSE, Nível socioeconómico; FRCV, Fator de risco cardiovascular; PNS, Plano Nacional de Saúde; OMS, Organizac ¸ão Mundial de Saúde; DM, Diabetes mellitus; HTA, Hipertensão arterial; OCDE, Organizac ¸ão para a Cooperac ¸ão e Desenvolvimento Económico; REEM-OCDE, Rendimento equivalente de acordo com a escala modificada da OCDE; CID, Classificac ¸ão internacional de doenc ¸as; IMC, Índice de massa corporal; MHI, Mental Health Inventory; OR, Odds ratio.
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Via Verde do Acidente Vascular Cerebral no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Via Verde do Acidente Vascular Cerebral no Adulto – Normas de Orientação Clínica

humanos e técnicos que permitem a terapêutica fibrinolítica via endovenosa, sempre que possível nas 24h; está articulada, segundo protocolos bem definidos, com a U-AVC de nível A em funcionamento quando há necessidade de esclarecimento de diagnóstico e disponibilidade de terapêutica acessível no período de tempo previsto; existência de unidade de cuidados intermédios com dotação entre 7 a 9 camas; disponibilidade de equipamentos de ecografia que permita realizar um eco doppler cardíaco, dos vasos do pescoço e transcraniano; disponibilidade de equipamentos de TC multiplanar operacionais nas 24 horas e ressonância magnética operacional, sempre que possível nas 24 horas por dia
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Acidente vascular cerebral precoce: implicações para adultos em idade produtiva atendidos pelo Sistema Único de Saúde.

Acidente vascular cerebral precoce: implicações para adultos em idade produtiva atendidos pelo Sistema Único de Saúde.

Menos de 20% referiram recuperação total. Na Tabela 2, são apresentados, as incapacidades ou problemas resultantes do AVC, como referidos pelos entrevistados. A incapacidade motora foi atribuída basicamente à redução dos movimentos do hemicor- po a seguir da perna e, em menor proporção, por re- dução dos movimentos do braço. A mobilidade ou condição de andar em casa e no seu entorno se en- contrava preservada em aproximadamente, 90% dos casos. No entanto, pouco mais da metade das pes- soas tinha impedimento para deslocar-se para outros bairros e entre as que se deslocavam havia necessi- dade da ajuda familiar e/ou do uso de dispositivos auxiliares, como bengala, cadeira de rodas, andador, entre outros.
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O uso do discurso reportado direto por uma pessoa com afasia na construção de uma narrativa.

O uso do discurso reportado direto por uma pessoa com afasia na construção de uma narrativa.

Objetivo: investigar o uso do discurso reportado direto por uma pessoa com afasia ao construir uma narrativa sobre acidente vascular cerebral (AVC). Métodos: assumindo uma perspectiva qualitativa de análise, que se fundamenta em abordagens interacionais em linguística, e utilizando o método de geração de dados denominado grupo focal, busca-se compreender a estruturação da narrativa da participante deste estudo, que consiste em uma pessoa que apresenta afasia, construída ao longo da conversa que emergiu em uma interação face a face em grupo gravada em vídeo e transcrita para investigação. Resultados: a análise dos dados revelou que i) o fato de a narradora apresentar afasia não a impossibilitou de construir uma narrativa que apresentasse todos os elementos estruturais de narrativas canônicas, e ii) o uso do discurso reportado direto, mesmo funcionando como uma estraté- gia para lidar com o déicit linguístico, garantindo a inteligibilidade da narrativa, criou esperados efei- tos na narração (envolvimento, validação, autenticação, entre outros). Além disso, tal análise nos per- mite advogar que pessoas com afasia, não obstante o comprometimento linguístico que apresentam, podem se valer de estratégias adaptativas para construir narrativas de modo habilidoso, cumprindo com as funções referencial e avaliativa das narrativas. Conclusões: este estudo propicia uma inter- face entre as ciências da saúde e as ciências humanas, mais especiicamente entre a Fonoaudiologia e a Linguística. Os resultados das investigações são considerados inovadores e relevantes, uma vez que convida o leitor a repensar a tese de que pessoas com afasia são incompetentes em suas práti- cas com (e através de) a linguagem.
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Homocisteína e transtornos psiquiátricos.

Homocisteína e transtornos psiquiátricos.

O autor apresenta uma visão geral da literatura atual sobre homocisteína como um fator de risco para os trans- tornos neuropsiquiátricos. Foram pesquisados os bancos de dados MEDLINE, Current Contents e EMBASE (entre 1966 e 2002) para publicações em língua inglesa utilizando as palavras-chave “Homocisteína” e “AVC”; “Doença de Alzheimer”; “Déficit Cognitivo”, “Epilepsia”, “Depressão” ou “Doença de Parkinson”. Artigos individuais foram pesquisados para referências cruzadas relevantes. É biologicamente plausível que altos níveis de homocisteína possam causar lesão cerebral e transtornos neuropsiquiátricos. A homocisteína é pró-aterogênica e pró-trombótica. Dessa forma, aumenta o risco de acidente vascular cerebral, podendo ter um efeito neurotóxico direto. Evidências de que a homocisteína seja um fator de risco para doença microvascular cerebral são conflitantes, mas justificam maiores estudos. Estudos transversais e alguns longitudinais suportam a crescente prevalência de acidente vascular cerebral e demência vascular em indivíduos com hiper-homocisteinemia. As evidências de crescente neurodegeneração estão se acumulando. A relação com a depressão ainda é experimental, da mesma forma como com a epilepsia. Atualmente, estudos sobre tratamentos são necessários para colocar as evidências sobre bases mais sólidas. Os pacientes de alto risco também devem ser pesquisados para hiper-homocisteínemia, cujo tratamento deve ser feito com ácido fólico. Mais evidências são necessárias antes que pesquisas populacionais possam ser recomendadas.
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Arq. Bras. Cardiol.  vol.86 número2

Arq. Bras. Cardiol. vol.86 número2

novo tratamento deve ser avaliado com cautela. Na edição de janeiro/06 dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia (Vol. 86, págs. 52-55), Mendonça e cols. relataram o primeiro transplante autólogo de células- tronco derivadas da medula óssea em paciente com acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. Apesar dos resultados parecerem sugerir que o procedimento tenha sido seguro, exeqüível e resultado em um aumento precoce do metabolismo na região cerebral afetada pela isquemia, o simples relato de caso não deve receber um título que defi na estes atributos. Portanto, tais termos devem ser suprimidos do título, o que já foi feito na versão eletrônica dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Ainda mais quando sabemos que a análise da fase aguda do AVC isquêmico é um desafi o e os autores corretamente enfatizaram que os achados nesta paciente podem ser secundários à recuperação espontânea. Em uma série de casos local, por exemplo, 61% dos pacientes apresentaram recuperação espontânea para independência completa (medida pelo escore de Rankin < 3) 3 . Além disso, nesse
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Acidente vascular cerebral em Portugal: reabilitação

Acidente vascular cerebral em Portugal: reabilitação

O AVC é uma lesão neurológica aguda que ocorre como consequência de um destes processos patológico. Cerca de 80% dos AVC são devido a enfarte cerebral isquémico e os restantes 20% de origem hemorrágica (7). Portanto, o AVC está dividido em duas grandes categorias, a hemorrágica e a isquémica, sendo estas condições inteiramente opostas. A primeira caracteriza-se por excesso de sangue dentro da cavidade craniana, enquanto que a segunda é caracterizada pela diminuição de sangue, que consequentemente leva a um défice de fornecimento de oxigénio e de nutrientes para uma parte determinada parte do cérebro. Cada uma destas categorias pode ser dividida em subtipos, que têm causas, imagens, cursos um pouco diferentes que se traduzem em resultados e estratégias de tratamento em função da causa. (8)
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Razões de torque dos músculos do tornozelo de indivíduos espásticos decorrentes de acidente vascular cerebral isquêmico

Razões de torque dos músculos do tornozelo de indivíduos espásticos decorrentes de acidente vascular cerebral isquêmico

Após um AVC, a diminuição da capacidade de produção de força pode estar relacionada à fisiopatologia da espasticidade a qual está associada à perda de vias motoras descendentes que atuam no controle do movimento (Kandel et al., 2000; Lance, 1980.). Contudo indivíduos com hemiparesia espástica apresentam dificuldade em manter força constante durante a contração muscular (Kandel et al., 2000). De acordo com McComas et al., (1973) existe uma redução em torno de 50% no número de unidades motoras nos membros inferiores de indivíduos hemiparéticos. Além disso, indivíduos pós-AVC algumas vezes apresentam dificuldade em ativar a musculatura apropriadamente durante atividades locomotoras cíclicas, podendo ter um efeito negativo na função de membros inferiores (Kautz and Brown, 1998). Estes fatores podem ter influência direta com as RT encontradas no presente estudo para o lado afetado, uma vez que todos os sujeitos apresentaram desequilibrios musculares.
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Terapia celular no acidente vascular cerebral.

Terapia celular no acidente vascular cerebral.

A vantagem da utilização destas células em relação a outros tipos é a possibilidade de terapia celular com células retiradas da medula óssea do próprio paciente, o que elimina todas as questões éticas e de disponibilidade. Células do sangue de cordão umbilical humano também foram utilizadas em modelos de AVC com resultados funcionais semelhantes aos das células da medula óssea. Além disto, foi sugerido que as células de cordão podem exercer seu efeito benéfico mesmo sem entrar no parênquima cerebral, sugerindo que a liberação de fatores e não a diferenciação seja o mecanismo predominante. Uma outra observação importante é a de que as células de sangue de cordão diminuem a ativação do baço e poderiam exercer o seu papel, pelo menos parcialmente, por um mecanismo imunossupressivo e/ou modulando a infla- mação e a resposta imune após o AVC. 14,15
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Estimulação transcraniana por corrente contínua combinada com treino neurocognitivo na afasia crónica

Estimulação transcraniana por corrente contínua combinada com treino neurocognitivo na afasia crónica

A Afasia é um distúrbio da comunicação, que pode afetar a compreensão e/ou produção do discurso, a escrita e a leitura (Cappon, Jahanshahi & Bisiacchi, 2016). Segundo, Fontanesi & Schimidt (2016) esta lesão pode ocorrer de forma isolada, ou acompanhada por outras lesões cognitivas. É comum ao hemisfério esquerdo do cérebro, e pode implicar, além de défices linguísticos, défices motores (Fontanesi & Schmidt, 2016). A gravidade depende de fatores, como a extensão da lesão cerebral (casos de acidente vascular cerebralAVC), localização e mecanismos cerebrais de recuperação de funções (Fontanesi & Schmidt, 2016). Dependendo da gravidade, pode afetar um ou vários processos da linguagem, dificultando profundamente a comunicação (Robson et al., 2014).
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Correlação entre a escala internacional de acidente vascular cerebral do Instituto Nacional de Saúde (NIHSS) e a penetração laríngea e aspiração laringotraqueal no acidente vascular cerebral isquêmico

Correlação entre a escala internacional de acidente vascular cerebral do Instituto Nacional de Saúde (NIHSS) e a penetração laríngea e aspiração laringotraqueal no acidente vascular cerebral isquêmico

Em conclusão, nosso estudo demonstrou que nos indivíduos com pontuação no NIHSS entre 0 e 17 pontos é necessária a avaliação fonoaudiológica específica da deglutição, já que não houve correlação entre o NIHSS e a presença de penetração laringea e aspiração laringotraqueal. Naqueles com NIHSS ≥ 20 verificou-se a impossibilidade de avaliação da deglutição pelas limitações clinicas neurológicas, sendo indicada, naquele momento, via alternativa de alimentação. Portanto, apesar do NIHSS não ser considerado um instrumento capaz de predizer sinais específicos da disfagia orofaríngea e definir conduta sobre a via de alimentação, podemos reconhecê-lo como um instrumento que auxilia na identificação do melhor momento para a realização da avaliação fonoaudiológica da deglutição no AVC isquêmico.
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Acidente vascular cerebral e hemocisteinemia

Acidente vascular cerebral e hemocisteinemia

Atendendo às diferentes etiologias e factores de risco, o AVC isquémico é provavelmente das síndromes clínicas com maior heterogeneidade etiológica [35]. Alguns autores levaram em conta este aspecto e focaram-se no estudo dos subtipos de AVC [35]. A grande maioria dos ensaios que levaram a cabo o estudo da relação entre a hiperhomocisteinemia e os subtipos de AVC, classificaram o AVC isquémico de acordo com os critérios TOAST (Trial of Org 10179 in Acute Stroke Treatment) em: doença de grandes vasos, doença de pequenos vasos, cardioembólico, AVC de outra etiologia determinada e AVC de etiologia indeterminada [36].
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Avaliação do risco de acidente vascular cerebral em pacientes com hipertensão arterial sistêmica

Avaliação do risco de acidente vascular cerebral em pacientes com hipertensão arterial sistêmica

Um dos fatos importantes identificados neste traba- lho foi quanto às orientações prestadas pela equipe de saúde. Quatro pessoas responderam que nunca recebe- ram orientações sobre o risco da HAS. Isto veio a au- mentar quando questionados sobres os fatores de risco para HAS, onde cinco pessoas citaram não ter recebido orientações da equipe de saúde, se igualando ao resulta- do sobre orientações dos sinais e sintomas do AVC. No- blat et al (2004), afirma que alguns fatores como acesso à assistência, nível de conhecimento sobre prevenção e controle de patologias, contribuem para que compli- cações de doenças como a HAS continuem a ocorrer. Isto mostra que o serviço da equipe de saúde não vem conseguindo atingir os objetivos preconizados pela es- tratégia do PSF. Moura e Sousa (2002), descrevem que, dentre os objetivos do PSF, podem-se destacar a produ- ção social da saúde, realizando troca de informações e experiências com outras equipes e a comunidade, atra- vés da educação em saúde, gerando assim a capacitação das pessoas, para que possam desenvolver estratégias para a melhora da própria saúde, como para a saúde da comunidade.
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Percepção de cuidadores familiares sobre um programa de alta hospitalar.

Percepção de cuidadores familiares sobre um programa de alta hospitalar.

Em um hospital universitário da cidade de Porto Alegre, desde 1996, vem sendo desenvolvido um Programa de preparo de alta hospitalar para pacientes portadores de seqüelas neurológicas, oriundas de diversas patologias, entre as quais destaca-se o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Esse programa visa à orientação do paciente e de seu cuidador familiar para continuidade dos cuidados no contexto domiciliar. Contempla duas atividades: a orientação à beira do leito do paciente, com a presença do seu cuidador familiar; e a atividade grupal constituída de dois encontros para cuidadores familiares desse paciente. Constitui- se em um Programa inovador em nosso meio regional, visto que geralmente os pacientes, principalmente os idosos, não recebem orientações de preparo de alta hospitalar para o âmbito domiciliar.
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