Balança comercial - Ceará

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Repositório Institucional UFC: Balança comercial no Ceará entre 1995 e 2010

Repositório Institucional UFC: Balança comercial no Ceará entre 1995 e 2010

Durante a década de 1970, o governo cearense deu o primeiro passo para estimular a balança comercial cearense criando políticas de incentivos, através do FDI (Fundo de Desenvolvimento Industrial) mantinha-se o objetivo de atrair investimentos para o setor industrial. O FDI sofreu alguns ajustes durante os anos, o PROVIN (Programa de Atração de Investimentos Industriais) foi um instrumentos para atrair empreendedores para o Ceará. Em meados da década de 1990 foram traçadas metas de alcançar US$ 1 bilhão em exportações, atingida em 2007 com US$ 1,14 bilhão, enquanto as importações obtiveram a marca de US$ 1,1 bilhão em 2006. Além das políticas de incentivos, a buscas de novos parceiros comerciais, valorização da moeda brasileira e apreciação das commodities foram alguns dos fatores preponderantes para o melhor desempenho da balança comercial. O objetivo deste trabalho é descrever e analisar a evolução da balança comercial do Ceará entre os anos de 1995 e 2010 utilizando dados secundários, com uso de pesquisa documental e bibliográfica, e com natureza explicativa e descritiva. Os resultados verificados apontam que as exportações cresceram 251%, as importações se elevaram em 235% e o saldo da balança comercial piorou em 205% ao longo dos 15 anos.
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A Balança comercial e as transferências de água virtual: análise do setor agrícola no Ceará

A Balança comercial e as transferências de água virtual: análise do setor agrícola no Ceará

Os conceitos de água virtual e pegada hídrica estão sendo, cada vez mais, usados como relevantes ferramentas de gestão e indicadores de apropriação de consumo de recursos hídricos. A água virtual é a quantidade de água doce incorporada ao processo produtivo de quaisquer bens ou serviços consumidos pelas pessoas. O objetivo desta pesquisa é mensurar o saldo da balança comercial de água virtual, de 1997 a 2012, do estado do Ceará. Para esse fim, foram selecionados os principais produtos básicos agrícolas das pautas de exportação e importação de commodities; bem como foi utilizada a metodologia da pegada hídrica, que contempla os consumos direto e indireto de água, em todos os locais em que ocorrem as cadeias produtivas dos bens e serviços. Como resultado da quantificação, para o estudo de caso do Ceará, que está localizado no semiárido da Região Nordeste do Brasil e enfrenta problemas de escassez hídrica, as importações superam as exportações em 44.629.598,5 milhões de litros de água virtual. O Ceará é, portanto, importador líquido de água virtual. Os Estados Unidos são o principal destino das exportações cearenses de água virtual (12.188.074,6 milhões de litros). A Argentina é a principal origem das importações cearenses de água virtual (42.219.370,0 milhões de litros). Considerando-se o volume total comercializado de água virtual, em litros, os principais produtos de exportação (castanha de caju) e importação (trigo) apresentam, em litros por quilograma, padrões de pegadas hídricas totais de, respectivamente, 39.549,9 e 4.411,2. Com a finalidade de reduzir a pegada hídrica, dos produtos cearenses, podem ser empregadas medidas no setor agrícola para: aumentar a produtividade da pegada verde (água da chuva) na agricultura de sequeiro; acrescer a produção total na agricultura de sequeiro; aumentar a produtividade da pegada azul (água superficial ou subterrânea) na agricultura irrigada; diminuir a relação entre as pegadas hídricas azul e verde; reduzir a pegada cinza (água poluída), por meio da diminuição do uso de fertilizantes e pesticidas artificiais. Para que os consumidores sejam conscientizados, com relação aos produtos que consomem, pode ser útil colocar informações sobre a pegada hídrica nos rótulos das mercadorias.
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Balança comercial do Ceará no período de 2006 a 2011: uma análise do fluxo interestadual

Balança comercial do Ceará no período de 2006 a 2011: uma análise do fluxo interestadual

Com a mudança no regime cambial em 1999, onde o valor da moeda deixou de ser determinado pelo Banco Central (câmbio fixo) e passou a ser determinado pelo próprio mercado (câmbio flutuante), era de se esperar que, a médio e longo prazo, houvesse uma expansão nas relações de trocas com o exterior, no entanto, e de acordo com o gráfico acima, pode-se notar que, as exportações tiveram um crescimento no inicio do período analisado, vindo a cair a partir do terceiro exercício (2004), seguindo com essa tendência até o final do período (2011). As importações, que inicialmente estavam registrando resultados inferiores aos das exportações, reagiram e a partir de 2006 apresentaram uma participação relativa superior às exportações, desde então, apesar da irregularidade, não houve interrupções nesse padrão. Em termos gerais, esses resultados demonstram a maior importância das importações vis-à-vis às exportações no comércio internacional do estado do Ceará.
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A Balança comercial do Nordeste brasileiro: uma análise empírica

A Balança comercial do Nordeste brasileiro: uma análise empírica

de 41,98%, permitindo que setores anteriormente inexpressivos, como tecidos de malha, pastas, feltros e artigos de corda, preparados de frutas e legumes, vestuário (de malha ou não) e seus acessórios surgissem com índices individuais de mais de 1% na pauta de exportação cearense. Um outro setor a ser destacado é o de gomas, resinas e outros sucos de extratos vegetais, ultrapassando a marca dos 2% nesta pauta. Contudo, quem merece maior ênfase é o setor de calçados que, do sétimo colocado no ranking das exportações cearenses, em 1996, chegou ao segundo lugar no ano de 2001, sendo um dos fatores responsáveis para que as exportações do estado do Ceará ultrapassassem efetivamente as exportações do estado de Pernambuco. Dados mais recentes indicam que, em julho de 2003, as exportações cearenses assumiram o segundo lugar dentro das exportações do Nordeste, ficando atrás apenas das exportações do estado da Bahia.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE, SECRETRARIADO EXECUTIVO FEAACS GABRIEL MARTINS DO NASCIMENTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE, SECRETRARIADO EXECUTIVO FEAACS GABRIEL MARTINS DO NASCIMENTO

Os contratos de câmbio firmam negociações antes da desvalorização cambial, onde preços e quantidades são fixos. Após a depreciação cambial, pela defasagem do repasse cambial entre preços, as quantidades remanescentes permanecem fixas, fazendo com que os exportadores consigam ajustar os preços, mas os importadores não consigam fazer o mesmo, resultando em um déficit na balança comercial em curto prazo. A rigidez de preços seria explicada em três defasagens temporais; quais sejam, de reconhecimento, de decisão e de entrega/pagamento. A primeira ocorre porque os importadores e exportadores demoram a perceber a mudança no ambiente de competição. A segunda envolve a expectativa dos agentes quanto a duração da desvalorização cambial, se ela será momentânea ou duradoura e, a última, está relacionada aos custos de transporte e as dificuldades de logística (LOBO, 2007; MOURA, 2005; SONAGLIO, SCALCO E CAMPOS, 2010). Por fim, Krugman e Obstfeld (2001) apresentam os hábitos, preferências e costumes dos agentes econômicos como um fator explicativo para o déficit comercial em curto prazo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

Deve-se ressaltar os efeitos de políticas cambiais no ambito nacional sobre a balança comercial dos estados. Uma política de promoção das exportações através de desvalorizações cambiais, terá efeito positivo sobre a balança comercial apenas dos estados da Bahia, Pernam-buco, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará apresentaram uma piora no saldo da balança comercial. Ou seja, uma política cambial nacional tem efeitos adversos sobre o saldo da balança comercial desses estados. Dependendo do peso desses para o total da balança comercial pode ser que uma desvalorização cambial até mesmo piore o saldo da balança comercial brasileira, o que permitiria inferir sobre uma não validade da CML para o Brasil. A CML depende de dois efeitos: o efeito da taxa de câmbio sobre as exportações e sobre as importações, como mostrado anteriormente. Portanto, ao analisar o efeito da taxa de câmbio em cada um dos estados que não atenderam a CML, considerando as exportações e
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O aprofundamento das relações do Brasil com os países do Oriente Médio durante os dois choques do petróleo da década de 1970: um exemplo de ação pragmática.

O aprofundamento das relações do Brasil com os países do Oriente Médio durante os dois choques do petróleo da década de 1970: um exemplo de ação pragmática.

O incentivo do governo Geisel à criação de fontes alternativas de produção de energia, de modo a diminuir a dependência do petróleo, foi um dos fatores mais positivos da conjuntura internacional desfavorável da época. Dessa forma, um dos principais efeitos benéficos da crise energética, no médio e longo prazo, foi a capacitação nacional para a extração e o refinamento de petróleo pela Petrobras. Desde o primeiro choque, os governos militares incentivavam a produção nacional de petróleo; entretanto, a partir do segundo choque, a exploração de novos poços tornou-se mais viável, haja vista o elevado preço do barril de óleo no mercado internacional. Além disso, observou-se, no plano diplomático, o aumento da integração econômica e do conhecimento logístico e operacional do mercado árabe. A transformação do terceiro mundo em parceiro comercial do país impulsionou a reavaliação das prioridades internacionais da agenda diplomática.
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Participação das principais frutas brasileiras no comércio internacional: 1997 a 2008.

Participação das principais frutas brasileiras no comércio internacional: 1997 a 2008.

A principal razão dos valores negativos no saldo da balança comercial da uva dá-se pelo peril das importações e exportações brasileiras desta fruta e seus derivados. O Brasil mostra-se deicitário, principalmente quando analisados separadamente vinhos e uvas secas, já que, os primeiros são pro- dutos de altíssimo valor agregado. No que tange aos sucos de uva, o Brasil mostrou-se superavitário quando somados os valores de 1997 a 2008 (US$ 145,5 milhões contra US$ 19 milhões importados em uva processada na forma de sucos).

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Os impactos dos investimentos estrangeiros diretos na evolução da balança comercial brasileira no período pós-real

Os impactos dos investimentos estrangeiros diretos na evolução da balança comercial brasileira no período pós-real

O principal objetivo deste estudo será identificar e analisar se houve de fato abertura da economia Brasileira, e, em tendo havido, se esta abertura teria contribuído para minimizar a vulnerabilidade externa do país, ou, de forma mais específica, para mudar o desempenho da balança comercial brasileira bem como o seu perfil. Cumpre ainda analisarmos de que modo tais questões estariam se relacionando aos Investimentos Estrangeiros Diretos e, em última análise à própria Conta de Capital.

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Análise das exportações de amêndoas de castanha de caju pelas empresas  cearenses no período de 2007 A 2011

Análise das exportações de amêndoas de castanha de caju pelas empresas cearenses no período de 2007 A 2011

As safras são os valores anuais registrados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE) e correspondem aos valores anuais de produção da castanha extraindo suas médias mensais de produção. Os índices pluviométricos são os índices médios e máximos registrados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos hídricos (FUNCEME) pertencente ao governo do Estado do Ceará.A renda disponível americana é o valor da renda pessoal, excluídas as receitas de transferência correntes no exercício de 2007 a 2011. O valor da energia corresponde aos valores pagos mensalmente pelas empresas beneficiadoras à distribuidora de energia localizada no Estado do Ceará, denominada Companhia de Eletricidade do Estado do Ceará (COELCE).
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Efeitos multiplicadores da economia florestal brasileira.

Efeitos multiplicadores da economia florestal brasileira.

No caso específico das importações, a análise que deve ser feita é a de que quanto menor o valor de seu multiplicador melhor, em parte, tende a ser a contribuição do setor para com a balança comercial, pois quanto mais a produção de um determinado setor aumenta menos matéria-prima importada ele precisa para elevar a produ- ção, quando comparado com os demais. Este é o caso específico dos setores que utilizam fatores de produção e insumos intermediários do próprio país, como agricul- tura, agroindústria e florestal, e oposto ao caso dos setores Eletroeletrônico e Veículo, pois o aumento na sua
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Análise da condição de MarshallLerner e da curva J por categorias de uso no Brasil

Análise da condição de MarshallLerner e da curva J por categorias de uso no Brasil

Utilizando um modelo autoregressivo com correção de erros Rose e Yellen (1989) encontraram evidências para a presença da curva J no comércio realizado entre os EUA e seus seis maiores parceiros comerciais. Já Marwah e Klein (1996) utilizaram dados referentes ao Canadá e mais seis países com forte presença comercial, onde a partir de uma técnica de cointegração com correção de erros encontraram evidências de que a CML é sempre satisfeita, entretanto a curva J, em alguns casos, não foi verificada. Entretanto, pelo fato de esses autores não terem testado a presença de raiz unitária nas suas séries, seus resultados podem ter sido espúrios. Bahmani-Oskooee e Broks (1999) encontraram evidencias semelhantes aos de Marwah e Klein (1996), porém realizando teste de raiz unitária em suas séries.
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Macroeconomia da composição do comércio exterior

Macroeconomia da composição do comércio exterior

Os resultados do modelo sugerem que crises financeiras podem gerar efeitos substanciais em economias emergentes, como no caso brasileiro, através de choques de liquidez e de termos de troca. Dentre os principais efeitos, destaca-se a queda da atividade econômica, da demanda agregada, através do recuo do consumo da produção doméstica e das importações de insumos e bens de consumo, bem como o desequilíbrio do setor externo. No caso do comércio internacional e de acordo com as peculiaridades que há na composição da balança comercial de cada país, como reflexo de investimentos em pesquisa e desenvolvimento para a agregação de valor dos produtos nacionais. Concomitante a isso, fez-se um exercício para eventuais mudanças na composição da balança comercial, conforme as indicações abaixo:
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Implicações do desenvolvimento agroindustrial na sustentabilidade ambiental: um estudo no estado do Mato Grosso

Implicações do desenvolvimento agroindustrial na sustentabilidade ambiental: um estudo no estado do Mato Grosso

O Mato Grosso mantém a liderança no Centro-Oeste, representando 27% das exportações (MDIC, 2010). A soja do Mato Grosso foi o principal representante da balança comercial nos períodos [r]

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Ajustamento da taxa de câmbio após a crise cambial

Ajustamento da taxa de câmbio após a crise cambial

começará a exercer pressão para que a dívida volte para seu nível de estado estacionário, no caso 0. A relutância em financiar este nível de dívida exerce pressão sobre a taxa de câmbio real, e nominal, que começa a se desvalorizar. A volta imediata a taxa de câmbio real original de estado estacionário não restabeleceria o equilíbrio pois embora o câmbio esteja em seu lugar certo a dívida continuaria acima de seu nível de longo prazo. Assim é necessário que a taxa de câmbio de desvalorize mais, até gerar o superávit necessário para trazer de volta a dívida a seu valor de estado estacionário. Como a taxa de câmbio afeta apenas a Balança Comercial e é necessário pagar também os juros da dívida acumulada, a curva que representa a conta corrente torna-se temporariamente mais inelástica, pois agora é necessário uma desvalorização maior para gerar a mesma conta corrente. Em uma situação de racionamento total de crédito a taxa de câmbio teria que se elevar até o ponto A para depois se apreciar de volta a seu valor de equilíbrio. Na ponta do lápis, a depreciação real do câmbio teria que ser mais do que o dobro da apreciação e pelo mesmo tempo que esta durou.
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COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE EM RELAÇÃO À INDÚSTRIA BRASILEIRA NO PERÍODO DE 1994 A 2002

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE EM RELAÇÃO À INDÚSTRIA BRASILEIRA NO PERÍODO DE 1994 A 2002

Assim, cabe aos governantes zelar por uma política cambial responsável que não penalize a população e nem torne as empresas nacionais menos competitivas no mercado internacional, todavia deve respeitar as outras nações em suas políticas. Sob esta ótica Blanchard (2001, p. 411) defende que “na medida em que cuidam tanto do nível do produto quanto da balança comercial, os governos têm que adotar políticas tanto na área fiscal quanto na de câmbio”.

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Desenvolvimento, complexo industrial da saúde e política industrial.

Desenvolvimento, complexo industrial da saúde e política industrial.

Em síntese, a análise da balança comercial do complexo industrial da saúde reflete como o padrão nacional de desenvolvimento in- duz a uma precária especialização da base produtiva e a u[r]

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Contrabando, ilegalidade e medidas políticas no Rio de Janeiro do século XVIII.

Contrabando, ilegalidade e medidas políticas no Rio de Janeiro do século XVIII.

O comércio ilegal possuía duas faces: atividades comerciais, que eram completamente proibidas, e a evasão de impostos pagos sobre produtos. As duas maiores regras para o comércio dentro do império português eram de que todo o comércio de e para as colônias portuguesas, especialmente o Bra- sil, deveria passar por Portugal, e que todas as exportações de ouro de Portu- gal para nações estrangeiras eram proibidas por lei. Essas exportações de ou- ro eram uma parte essencial da economia portuguesa, pois o ouro equilibrava a balança comercial de Portugal em relação à maior parte dos países europeus e, assim, as autoridades portuguesas procuravam impedir o comércio direto com o Brasil a todo custo. Entretanto, os mercadores privados de nações que apoiavam Portugal, como Inglaterra e Holanda, gozavam de maiores privilé- gios tanto em Portugal quanto nas ilhas do Atlântico. Tais privilégios lhes pro- porcionavam maior facilidade para ingressar em atividades legais e ilegais por intermédio de mercadores portugueses. Por exemplo, mercadores de nações estrangeiras eram julgados por seus próprios magistrados, a quem manti- nham por meio de um salário. As nações assim privilegiadas poderiam obter descontos na alfândega e possuíam liberdade de credo. Já os mercadores fran- ceses tinham muitos problemas, visto sua nação estar envolvida em várias guerras contra Portugal.
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Desenvolvimento econômico do estado de Mato Grosso do Sul: Uma análise da composição da balança comercial

Desenvolvimento econômico do estado de Mato Grosso do Sul: Uma análise da composição da balança comercial

Os produtos industriais derivados de alimentos e bebidas e produtos do fumo compõem cerca de 30% das vendas do Estado e também represen- tam boa parte das compras (18,9%) do MS. A agroindústria das contas sele- cionadas é responsável por 30% das compras estaduais e 41,4% das vendas, ou seja, a indústria de transformação ligada à agropecuária representa mais de um terço do fluxo comercial interestadual do MS, um resultado expressivo. Os produtos derivados da madeira e celulose são relevantes para a balança comercial interestadual, mas espera-se um expressivo incremento neste setor devido à já mencionada instalação de diversas indústrias de transformação neste ramo de atividades na região de Três Lagoas.
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A política comercial de angola e a participação brasileira/  The angola commercial policy and brazilian participation

A política comercial de angola e a participação brasileira/ The angola commercial policy and brazilian participation

É possível também detectar que no ano de 2008 as exportações de Angola para o Brasil atingiram US$ 2 bilhões, o seu valor máximo registrado durante o período de 15 anos. Isso se deveu, obviamente, à disparada do preço mundial do petróleo naquele ano. Já no ano seguinte (2009), as exportações de Angola para o Brasil recuaram para apenas US$ 123 milhões, seguindo a queda nos preços mundiais do chamado “ouro negro”. No que se refere as importações de Angola procedentes do Brasil, o cenário é semelhante ao quadro das importações angolanas em geral com os demais países. No acumulado dos 15 anos estudados as importações somam US$ 12,56 bilhões, correspondendo a 6,90% do total dos valores importados por Angola no período. Estes valores colocam o Brasil na quinta colocação como parceiro comercial de Angola no que diz respeito à venda de produtos para Angola. Portanto, em melhor posição se compararmos com o destino das exportações angolanas, em que o Brasil é o oitavo colocado.
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