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INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

Por sua característica básica – integração de dados provenientes de várias fontes diferentes – a etapa mais complexa na implementação de um data warehouse é o processo de carga. Neste processo, os dados distribuídos pelos vários ambientes operacionais (bases de dados de produção, que contêm os dados utilizados pelos vários sistemas transacionais de uma empresa) devem ser selecionados, trabalhados com o objetivo de padronização e limpeza, transferidos para o novo ambiente e finalmente carregados, sempre atendendo ao padrão da modelagem utilizada para o data warehouse. Este processo é feito periodicamente, sendo que sua freqüência depende de vários fatores relacionados ao modelo de negócios utilizado pela empresa e, normalmente, não é menor que 24 horas. Desta forma, podemos dizer que os dados armazenados no data warehouse são, para todos os propósitos práticos, uma longa série de visões do banco de dados, tiradas ao longo do tempo. Uma vez que os dados são armazenados no data warehouse, eles não mais sofrem atualizações, sendo, portanto, um ambiente apenas de carga e acesso.
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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

Alguns atributos de uma entidade, normalmente aqueles que não são identifi- cadores da entidade, podem ter seus valores alterados ao longo do tempo (por exemplo, o endereço de um cliente pode ser modificado). Algumas vezes, por questões de necessidades futuras de informações, ou até mesmo por questões legais, o banco de dados deve manter um registro histórico das informações. Um exemplo é o valor do salário de um empregado. Num sistema de paga- mento, não interessa saber apenas o estado atual, mas também o salário du- rante os últimos meses, por exemplo, para emitir uma declaração anual de rendimentos de cada empregado. Assim, salário não pode ser modelado como um atributo, mas sim como uma entidade. A figura 4.12 apresenta as duas al- ternativas de modelagem.
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Banco de ossos.

Banco de ossos.

Bancos de ossos são necessários para prover material biológico para uma série de procedimentos ortopédicos. A crescente neces- sidade de tecidos musculoesqueléticos para transplante é decor- rente do desenvolvimento de novas técnicas cirúrgicas e fez com que diversos serviços se dispusessem a ter sua própria fonte de tecidos para transplante. Para aumentar a segurança dos tecidos transplantados, normas foram impostas pelo governo para o fun- cionamento dos bancos, o que limitou o número de instituições autorizadas. O bom desempenho de um banco de ossos depende de um rígido controle de todas as etapas, passando pela formação de equipes bem treinadas para captação, pela seleção de doado- res, pela realização de diversos exames nos tecidos captados e pelo controle rigoroso das técnicas de processamento utilizadas. A associação desses fatores faz com que a abrangência do uso e do número de pacientes receptores seja ampliada, a contami- nação de tecidos seja de incidência estatisticamente desprezível e haja rastreabilidade entre doadores e receptores. Este trabalho descreve as considerações técnicas quanto ao funcionamento de um banco, uso de enxertos e aplicações ortopédicas, bem como aspectos éticos e principais obstáculos enfrentados.
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Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados

Álvaro Sistemas Operacionais Carlos Banco de Dados INSTRUTOR ESTUDANDE Marcos Nair Nico Silas Altair Silas Saulo Silas Marcos Wilson Álvaro Wilson Carlos Wellington Nico Zenaide. ESTUDA[r]

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SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

Enquant o a álgebr a def ine um conj unt o de oper ações par a o modelo r elacional, o cálculo relacional pr ovê uma not ação declar at iva de nível super ior par a a especif icação de consult as r elacionais. Uma expr essão de cálculo r elacional cr ia uma nova r elação, que é especif icada em t er mos de var iáveis que abr angem as linhas das r elações ar mazenadas no banco de dados (em cálculos de t uplas) ou as colunas das r elações ar mazenadas (em cálculo de domínio). Em uma expr essão de cálculo, não há or dem nas oper ações par a especif icar como r ecuper ar o r esult ado de uma consult a — uma expr essão de cálculo especif ica apenas qual inf or mação o r esult ado dever ia cont er . Essa é a pr incipal car act er íst ica de dist inção ent r e a álgebr a r elacional e o cálculo r elacional. O cálculo r elacional é impor t ant e por que t em uma sólida base na lógica mat emát ica e por que a SQL (st andar d quer y language — linguagem de consult a-padr ão) par a os SGBDRs possui muit os de seus f undament os no cálculo r elacional de t upla. A álgebr a r elacional f r eqüent ement e é consider ada como uma par t e do modelo r elacional de dados e suas oper ações podem ser divididas em dois gr upos. Um gr upo inclui um conj unt o de oper ações da t eor ia de conj unt o mat emát ica — essas oper ações são aplicadas por que cada r elação é def inida como um conj unt o de t uplas no modelo r elacional f or mal. Os conj unt os de oper ações incluem UNI ÃO (UNI ON), I NTERSEÇÃO (I NTERSECTI ON), DI FERENÇA DE CONJ UNTO (SET DI FFERENCE) e PRODUTO CARTESI ANO (CROSS PRODUCT). O out r o gr upo consist e em oper ações desenvolvidas especif icament e par a os bancos de dados r elacionais — est as incluem SELEÇÃO (SELECT), PROJ EÇÃO (PROJ ECT) e J UNÇÃO (J OI N), ent r e out r as. Descr ever emos, pr imeir o, na Seção 6.1, as oper ações SELEÇÃO e PROJ EÇÃO, por que elas são operações unárias que at uam em r elações
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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Uma empresa de agenciamento de mão de obra pretende informatizar o cadastro de profissionais candidatos a empregos temporários. Pretende construir um banco de dados onde possa manter os dados cadastrais dos profissionais e seus contratos temporários com as

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Banco de Dados  Curso Técnico em Informática Apostila 1   SQL

Banco de Dados Curso Técnico em Informática Apostila 1 SQL

Uma visão, na terminologia SQL, é uma tabela que é derivada de outras tabelas. Estas outras tabelas podem ser tabelas-base (criadas através do comando CREATE TABLE) ou outras visões previamente definidas. Uma visão não está, necessariamente, fisicamente armazenada no banco de dados; ela pode existir apenas virtualmente, em contraste com as tabelas-base, cujas as tuplas se encontram fisicamente armazenadas no banco de dados.

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Banco de dados - SQL

Banco de dados - SQL

Para resolvermos a nossa consulta diretamente no banco de dados, podemos criar uma visão contendo as médias das notas das disciplinas e após, selecionarmos dessa visão o código da disciplina com maior média e assim obtermos o nome da disciplina com maior média de notas.

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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

14) Obter a quantidade total de cada peça fornecida, somente para as peças com qtde total maior que 500: Select SUM (QTDE), cod-peça from fornecimento Group by cod-peça Having SUM (QTD[r]

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Banco de Dados  Curso Técnico em Informática SQL DML (revisão)

Banco de Dados Curso Técnico em Informática SQL DML (revisão)

 Prioridade da tabela à direita, isto é, todos os registros da segunda tabela serão mostrados independente se houver correspondente na outra tabela.  Pega todos os atributos da relaç[r]

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Banco de Dados  Curso Técnico em Informática SQL DDL (revisão)

Banco de Dados Curso Técnico em Informática SQL DDL (revisão)

 ALTER TABLE permite incluir ou excluir restrições de chave Ex.: ALTER TABLE Representantes DROP PRIMARY KEY.  Para excluir uma chave estrangeira é necessário que ela tenha recebido [r]

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Banco de dados II - Márcio Palheta - Aulas

Banco de dados II - Márcio Palheta - Aulas

Given postings lists ordered by decreasing order of tf t , d , two ideas have been found to significantly lower the number of documents for which we accumulate scores: (1) when travers- i[r]

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Banco de Crédito da Amazônia

Banco de Crédito da Amazônia

O fenômeno do subdesenvolvimento nos países de á- rea continental, como o Brasil, apresenta-se com extraordi- nária variedade de aspectos. Essa diversidade de graus [r]

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Puc-Campinas – Banco de Dados I – Projeto de Banco de Dados

Puc-Campinas – Banco de Dados I – Projeto de Banco de Dados

Enquanto no modelo relacional os dados e os relacionamentos entre dados são representados por uma coleção de tabelas, modelo de rede representa os dados por coleções de registros e os r[r]

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Banco de resumos

Banco de resumos

Resumo: Partindo-se do reconhecimento das premissas pluralistas em Relações Internacionais e das condições de interdependência complexa na era da informação, bem como de [r]

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André Luiz do Vale Soares Banco de Dados

André Luiz do Vale Soares Banco de Dados

Marca Vendedor Veículo Ford João Carro Ford João Caminhão Ford Mário Caminhão Fiat Mário Carro Chevrolet Felipe Carro Chevrolet João Carro Chevrolet João Caminhão.[r]

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Orientação para o mercado e fidelização de clientes: em estudo no setor bancário brasileiro

Orientação para o mercado e fidelização de clientes: em estudo no setor bancário brasileiro

E4: Eu acho que é serem de classe média, pessoas que talvez no passado tenham procurado uma alternativa ao XXX como banco grande, privado... [...] por que o XXX ele tem a vantagem da capilaridade, ele tem uma fama de preços mais baratos, mas tem uma fama de popular. Então, quando as pessoas querem o meio termo... o XXX é um pouco isso: é um banco que tem capilaridade, é um banco grande, mas é um banco que tem uma coisa de modernidade que acaba chamando a atenção das pessoas, e ele acaba atraindo um público um pouco diferente. Agora, você tem muita folha de pagamento... na verdade a gente tá falando aqui do cara que opta por abrir uma conta no XXX... ele vê isso, um banco moderno. [...] Então, se eu fosse pensar numa carinha, seria mais ou menos isso. Agora, o banco, hoje, precisa crescer, e ele tem um target que é de classe média baixa... ele tem esse perfil hoje. Então, o que acontece: pra você ter um número muito grande de novos clientes, apesar da bancarização e tudo o mais, é uma guerra de rouba monte... no fundo, você precisa crescer muito pra que, de fato, você tenha um volume muito grande de clientes novos. E mesmo que você tenha um número muito grande de clientes novos, esses clientes novos, forçosamente, vão ser da classe mais baixa, onde existe o grande gap de bancarização. Então, eu acho que a gente tem um perfil cada vez mais popular de clientes... o XXX tem um pouco esse extremo... é um banco que vai bem nas rendas um pouco mais altas... é uma opção segura: você não é jeca se tiver uma conta no XXX, e ao mesmo tempo você não tá falando de um banco de nicho, que você vai achar três agências espalhadas pela cidade... o XXX equilibra muito bem isso, e acho que o cliente procura isso – falando das classes um pouco mais altas. Agora, se você for pegar o perfil demográfico, certamente a gente vai estar falando das classes mais baixas... não é classe popular, mas o banco vem se popularizando, até pelo que a gente acabou de falar.
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As políticas de formação no Banco do Brasil e suas implicações pedagógicas :   do DESED à universidade corporativa (1965 a 2006)

As políticas de formação no Banco do Brasil e suas implicações pedagógicas : do DESED à universidade corporativa (1965 a 2006)

do jurídico (DIJUR), e nessa discussão, até fui eu e o Roque que participamos como pessoas da Gestão de Pessoas. Existiam pessoas que defendiam a gente acabar com as estruturas que já existiam em treinamento e criar uma coisa totalmente nova, pensando em um grande efeito de estratégia ou de marketing pra lançar essa Universidade Corporativa. Nós discutimos ostensivamente e extensivamente que a gente não concordava, que pra nós aquilo seria mais um passo, não valia a pena abdicar de muita coisa que já existia em prol de simplesmente uma idéia e foi o que acabou vencendo. Nós mantivemos até os pressupostos pedagógicos, a filosofia que já existia, que já tinha sido muito trabalhada, muito discutida, desde a época do DESED, então nós mantivemos os pressupostos que têm... que são aquela vertente da UNESCO, que tem o saber fazer, o fazer, ser... então, nós tentamos e conseguimos preservar aquilo e, até estrategicamente, a gente criou um link onde se colocava aquilo, pra que aquilo não se perdesse, pra manter. Ai fomos construir o projeto pra universidade, que foi basicamente como eu disse um passo a mais na historia de quarenta anos de educação, onde a gente tava se propondo a três coisas que eram a sistematização de todo o complexo de educação, a estratégia de disponibilização para outros públicos e a disponibilização de ferramentas que garantissem o melhor acesso à educação, à reflexão e à estrutura correlatos à educação. Como por exemplo, trilhas de aprendizagem, a reflexão sobre a ascensão profissional, Farol Gerencial, discussões sobre gestão de desempenho, transformar o banco de teses e dissertações em algo acessível, então há uma série de elementos aí, que a gente chamou de ferramentas, pra ajudar as pessoas a terem mais acesso a essas condições e, logicamente, o surgimento do espaço prá você trabalhar cursos a distancia, na vertente web, que a gente tinha algumas experiências, mas ainda não tinha um local já estruturado, uma estratégia muito mais definida. Então a gente começou a trabalhar o portal, sempre ressaltando que uma Universidade Corporativa pra nós não era um portal, o portal era apenas mais um espaço onde a universidade existia e sempre tentando não perder o espaço presencial que existia na Rede GEPES [grifo meu].
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André Luiz do Vale Soares

André Luiz do Vale Soares

É_Realizada n n (0,3) (0,n) Inscrição Nome RG Expedidor UF Data Média Tipo Nota Questões Número Área Sub-Área Avaliação 3 n Esquema ER para o banco de dados CONCURSO.. Modelo Entidade-Re[r]

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