Banco de dados

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INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

O modelo em redes surgiu como uma extensão ao modelo hierárquico, eliminando o conceito de hierarquia e permitindo que um mesmo registro estivesse envolvido em várias associações. No modelo em rede, os registros são organizados em grafos onde aparece um único tipo de associação (set) que define uma relação 1:N entre 2 tipos de registros: proprietário e membro. Desta maneira, dados dois relacionamentos 1:N entre os registros A e D e entre os registros C e D é possível construir um relacionamento M:N entre A e D. O gerenciador Data Base Task Group (DBTG) da CODASYL (Committee on Data Systems and Languages) estabeleceu uma norma para este modelo de banco de dados, com linguagem própria para definição e manipulação de dados. Os dados tinham uma forma limitada de independência física. A única garantia era que o sistema deveria recuperar os dados para as aplicações como se eles estivessem armazenados na maneira indicada nos esquemas. Os geradores de relatórios da CODASYL também definiram sintaxes para dois aspectos chaves dos sistemas gerenciadores de dados: concorrência e segurança. O mecanismo de segurança fornecia uma facilidade na qual parte do banco de dados (ou área) pudesse ser bloqueada para prevenir acessos simultâneos, quando necessário. A sintaxe da segurança permitia que uma senha fosse associada a cada objeto descrito no esquema. Ao contrário do Modelo Hierárquico, em que qualquer acesso aos dados passa pela raiz, o modelo em rede possibilita acesso a qualquer nó da rede sem passar pela raiz. No Modelo em Rede o sistema comercial mais divulgado é o CA- IDMS da Computer Associates. O diagrama para representar os conceitos do modelo em redes consiste em dois componentes básicos: Caixas, que correspondem aos registros e Linhas, que correspondem às associações. A Figura 1.2 ilustra um exemplo de diagrama do modelo em rede.
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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

Para exemplificar o tipo de problemas que surgem ao usar diagramas ER sem treinar as pessoas envolvidas, descrevo uma situação que já observei em algumas organizações. Os técnicos em computação da organização desenvol- veram um DER a partir de sua compreensão sobre o sistema a ser construído, obtida a partir de entrevistas com os futuros usuários do sistema. Para validar o modelo, este foi apresentado aos usuários. Entretanto, os usuários não fo- ram treinados em modelagem e compreendiam o modelo apenas como uma descrição gráfica informal. Os usuários concordaram com o DER que lhes foi apresentado. Mais tarde, já com o banco de dados em funcionamento, desco- briu-se que os usuários não haviam entendido efetivamente o que foi mode- lado. O BD implementado não era exatamente aquele desejado pelos usuários, apesar de corresponder exatamente ao DER apresentado. Assim, para que modelos ER possam atingir seus objetivos, é necessário treinamento formal. Não estou sugerindo aqui que os usuários tenham que ser treinados como modeladores. Basta que eles recebam algumas horas de treinamento na leitura e compreensão de diagramas ER.
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Como escolher os campos para um banco de dados

Como escolher os campos para um banco de dados

Considerando-se que, em banco de dados, as funções de indexação e de recuperação são dependentes da existência do campo no sistema, concluiu-se que a definição dos campos de maneira exaustiva é condição necessária, embora não suficiente, para uma recuperação precisa. Pode-se deduzir, então, que o modelo capaz de atender à precisão requerida pelos usuários de arquivos de administração de projetos ou de arquivos de quaisquer outras áreas com idêntica necessidade de precisão seria um sistema que abrigasse todos os campos de informação existentes nos documentos arquivados, a fim de permitir, nas fases posteriores do trabalho, a perfeita
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SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

Enquant o a álgebr a def ine um conj unt o de oper ações par a o modelo r elacional, o cálculo relacional pr ovê uma not ação declar at iva de nível super ior par a a especif icação de consult as r elacionais. Uma expr essão de cálculo r elacional cr ia uma nova r elação, que é especif icada em t er mos de var iáveis que abr angem as linhas das r elações ar mazenadas no banco de dados (em cálculos de t uplas) ou as colunas das r elações ar mazenadas (em cálculo de domínio). Em uma expr essão de cálculo, não há or dem nas oper ações par a especif icar como r ecuper ar o r esult ado de uma consult a — uma expr essão de cálculo especif ica apenas qual inf or mação o r esult ado dever ia cont er . Essa é a pr incipal car act er íst ica de dist inção ent r e a álgebr a r elacional e o cálculo r elacional. O cálculo r elacional é impor t ant e por que t em uma sólida base na lógica mat emát ica e por que a SQL (st andar d quer y language — linguagem de consult a-padr ão) par a os SGBDRs possui muit os de seus f undament os no cálculo r elacional de t upla. A álgebr a r elacional f r eqüent ement e é consider ada como uma par t e do modelo r elacional de dados e suas oper ações podem ser divididas em dois gr upos. Um gr upo inclui um conj unt o de oper ações da t eor ia de conj unt o mat emát ica — essas oper ações são aplicadas por que cada r elação é def inida como um conj unt o de t uplas no modelo r elacional f or mal. Os conj unt os de oper ações incluem UNI ÃO (UNI ON), I NTERSEÇÃO (I NTERSECTI ON), DI FERENÇA DE CONJ UNTO (SET DI FFERENCE) e PRODUTO CARTESI ANO (CROSS PRODUCT). O out r o gr upo consist e em oper ações desenvolvidas especif icament e par a os bancos de dados r elacionais — est as incluem SELEÇÃO (SELECT), PROJ EÇÃO (PROJ ECT) e J UNÇÃO (J OI N), ent r e out r as. Descr ever emos, pr imeir o, na Seção 6.1, as oper ações SELEÇÃO e PROJ EÇÃO, por que elas são operações unárias que at uam em r elações
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Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Como Escolher os Campos para um Banco de Dados

Partindo de dados obtidos no Arquivo da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e com a finalidade de montar um banco de dados sobre documentação típica de administração de projetos, duas metodologias de bases estatísticas são apresentadas para a definição de campos de informação. Uma, baseada na ordenação dos campos segundo sua freqüência nas consultas dos usuárias, seria cabível quando estes tivessem interesses e atividades comuns. A segunda metodologia — teste do x 2  — seria aplicável

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BANCO DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO

BANCO DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO

Como em toda disciplina nova há grande confusão de conceitos e a terminologia não está ainda padronizada, porém, segundo a maioria da literatura na área de Informação, pode-se conceituar Base de Dados como um conjunto de dados interrelacionados, organizados de forma a permitir recuperação de informações. Banco de Dados, embora freqüentemente encontrado como sinônimo de base de dados, pode ser visto como um conjunto de bases de dados.

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Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados

Álvaro Sistemas Operacionais Carlos Banco de Dados INSTRUTOR ESTUDANDE Marcos Nair Nico Silas Altair Silas Saulo Silas Marcos Wilson Álvaro Wilson Carlos Wellington Nico Zenaide. ESTUDA[r]

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Banco de Dados  Curso Técnico em Informática Apostila 1   SQL

Banco de Dados Curso Técnico em Informática Apostila 1 SQL

Devido ao sucesso da nova forma de consulta e manipulação de dados dentro de um ambiente de banco de dados, sua utilização tornou-se cada vez maior. Vários SGBD’s atuais utilizam o SQL como a linguagem padrão para o acesso às bases de dados. Entre eles podemos citar:

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I Banco de Dados I

I Banco de Dados I

Enunciado de requisitos – entrevista com o usuário do banco de dados para entender e usuário do banco de dados para entender e documentar seus requerimentos de dados. Projeto Conceitual dados os requisitos do Projeto Conceitual – dados os requisitos do sistema, o esquema conceitual é uma

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Banco de dados - SQL

Banco de dados - SQL

Para resolvermos a nossa consulta diretamente no banco de dados, podemos criar uma visão contendo as médias das notas das disciplinas e após, selecionarmos dessa visão o código da disciplina com maior média e assim obtermos o nome da disciplina com maior média de notas.

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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Uma empresa de agenciamento de mão de obra pretende informatizar o cadastro de profissionais candidatos a empregos temporários. Pretende construir um banco de dados onde possa manter os dados cadastrais dos profissionais e seus contratos temporários com as

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Banco de dados II - Márcio Palheta - Aulas

Banco de dados II - Márcio Palheta - Aulas

Given postings lists ordered by decreasing order of tf t , d , two ideas have been found to significantly lower the number of documents for which we accumulate scores: (1) when travers- i[r]

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Organização de banco de dados zoológicos.

Organização de banco de dados zoológicos.

O sistema MEKA permite saber os caracteres comuns a determinados taxa e além de ser muito flexível é muito rápido, exige pouca quantidade de memória no compu- tador (6[r]

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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

Ela atende a dois mercados, o das pessoas físicas e o das pessoas jurídi- cas. Para acelerar o atendimento, é importante conhecer os dados de clientes que já tenham usado a locadora no passado. Para cada pessoa física é necessá- rio conhecer seu nome, sexo, data de nascimento, endereço e CIC. Já para as pessoas jurídicas é necessário conhecer seu nome, CGC, inscrição estadual e endereço. Os clientes são identificados por um código interno a locadora.

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André Luiz do Vale Soares Banco de Dados

André Luiz do Vale Soares Banco de Dados

Marca Vendedor Veículo Ford João Carro Ford João Caminhão Ford Mário Caminhão Fiat Mário Carro Chevrolet Felipe Carro Chevrolet João Carro Chevrolet João Caminhão.[r]

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Banco de Dados  Curso Técnico em Informática SQL DDL (revisão)

Banco de Dados Curso Técnico em Informática SQL DDL (revisão)

 ALTER TABLE permite incluir ou excluir restrições de chave Ex.: ALTER TABLE Representantes DROP PRIMARY KEY.  Para excluir uma chave estrangeira é necessário que ela tenha recebido [r]

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Banco de Dados  Curso Técnico em Informática SQL DML (revisão)

Banco de Dados Curso Técnico em Informática SQL DML (revisão)

 Prioridade da tabela à direita, isto é, todos os registros da segunda tabela serão mostrados independente se houver correspondente na outra tabela.  Pega todos os atributos da relaç[r]

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Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

Tecnologias e Linguagens para Banco de Dados

14) Obter a quantidade total de cada peça fornecida, somente para as peças com qtde total maior que 500: Select SUM (QTDE), cod-peça from fornecimento Group by cod-peça Having SUM (QTD[r]

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Puc-Campinas – Banco de Dados I – Projeto de Banco de Dados

Puc-Campinas – Banco de Dados I – Projeto de Banco de Dados

Enquanto no modelo relacional os dados e os relacionamentos entre dados são representados por uma coleção de tabelas, modelo de rede representa os dados por coleções de registros e os r[r]

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Projeto de Banco de Dados Relacional

Projeto de Banco de Dados Relacional

Isto é usado quando poucas instâncias do relacionamento existem, evitando valores nulos nas chaves estrangeiras... Regra 5: Relacionamentos N:M[r]

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