Banco de dados relacional

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Banco de dados relacional para cadastro, avaliação e manejo da arborização em vias públicas

Banco de dados relacional para cadastro, avaliação e manejo da arborização em vias públicas

RESUMO - A arborização urbana em calçadas é fundamental para manutenção da qualidade de vida, proporcionando conforto aos habitantes das cidades. Contudo, existem problemas causados principalmente pela falta de planejamento na implantação e no manejo da arborização. O objetivo do presente trabalho foi a criação de um banco de dados relacional para auxiliar no cadastro informatizado, na avaliação e no manejo da arborização de vias públicas. Apresenta resultados sobre a valoração de indivíduos cadastrados, cálculo da diversidade entre os bairros, introdução de fotos digitais e relatórios para manejo em interface amigável, podendo servir de instrumento à manutenção da arborização e de vetor de comunicação para educação ambiental.
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VICTOR FERREIRA FIALHO ALENCAR PROPOSTA, IMPLEMENTAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE BANCO DE DADOS RELACIONAL PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS

VICTOR FERREIRA FIALHO ALENCAR PROPOSTA, IMPLEMENTAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE BANCO DE DADOS RELACIONAL PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS

A pesquisa não contemplou também o dimensionamento dos condutores de baixa tensão que ligam o QGBT aos quadros de distribuição, sendo possível realizá-lo com a estrutura atual a partir da produção de novas queries que envolvem a definição das demandas por quadro. Esta tarefa também pode ser automatizada visto que cálculos de demanda em geral são feitos baseado nos tipos de carga, que já são passíveis de identificação pelos dados na tabela TBL_ELEMENTO_CARGA.

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FUNCIONAMENTO DO BANCO DE DADOS RELACIONAL SQL SERVER 2000 ENTERPRISE

FUNCIONAMENTO DO BANCO DE DADOS RELACIONAL SQL SERVER 2000 ENTERPRISE

Pode-se ter, no mesmo computador, múltiplas ins- talações do SQL Server, cada qual funcionando como um servidor separado, possuindo individualmente seu próprio conjunto de sistemas e bancos de dados de usuários, que não possuem integração entre as outras ocorrências instaladas. Cada ocorrência possuirá tipos de banco de dados padrão e de usuários, sendo que cada instalação cria, no mínimo, dois arquivos de ban- co de dados: um deles para dados e outro para contro- le, que é chamado de arquivo de log. A instalação pa- drão disponibiliza alguns bancos de dados, sendo que quatro deles são bancos de sistema e dois são bancos de exemplos, podendo estes ser excluídos sem causar problemas maiores ao sistema (RAMALHO, 2001).
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Projeto de Banco de Dados Relacional

Projeto de Banco de Dados Relacional

Isto é usado quando poucas instâncias do relacionamento existem, evitando valores nulos nas chaves estrangeiras... Regra 5: Relacionamentos N:M[r]

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Bioinformática estrutural aplicada ao estudo de proteínas alvo do genoma do Mycobacterium tuberculosis

Bioinformática estrutural aplicada ao estudo de proteínas alvo do genoma do Mycobacterium tuberculosis

O seqüenciamento de genomas em larga escala estão nos munindo com várias informações biológicas sobre centenas de organismos. O entendimento das diferentes funções de proteínas expressas por genes obtidos nos projetos de seqüenciamento, nos leva à era pós-genômica, com a caracterização das estruturas 3D de proteínas. A determinação de estruturas de proteínas nem sempre é possível devido a limitações nas técnicas de cristalografia de raios X e RMN, tornando a utilização da modelagem molecular comparativa muito útil. O principal interesse no estudo de vias metabólicas identificadas em genomas de patógenos, é o fato de que algumas destas vias não estão presentes em humanos, o que as tornam alvos seletivos para desenho de drogas, diminuindo o impacto das drogas em humanos. O DBMODELING é um banco de dados relacional, criado para evidenciar a importância dos métodos de modelagem molecular aplicadas ao genoma do Mycobacterium tuberculosis. A motivação deste trabalho é o fato de que o M.
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UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE BANCO DE DADOS ORIENTADO A OBJETOS, BANCO DE DADOS RELACIONAIS E FRAMEWORK PARA MAPEAMENTO OBJETO/RELACIONAL, NO CONTEXTO DE UMA APLICAÇÃO WEB

UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE BANCO DE DADOS ORIENTADO A OBJETOS, BANCO DE DADOS RELACIONAIS E FRAMEWORK PARA MAPEAMENTO OBJETO/RELACIONAL, NO CONTEXTO DE UMA APLICAÇÃO WEB

O enorme volume de informações em que o mundo computacional, nos dias atuais, está inserido suscita uma atenção na escolha de uma técnica de persistência de dados adequada, pois a mesma é um fator importante para o êxito de um sistema computacional, estando diretamente ligada a quesitos como integridade, confiabilidade, facilidade de manutenção e, sobretudo, o desempenho. As vantagens oferecidas por cada uma das técnicas de persistências disponíveis e a necessidade da aplicação devem ser levadas em consideração no momento da definição do projeto. É importante também atentar para as tendências, pois, à medida que o tempo passa, esse volume de informações deve aumentar e, associado a este fato, está uma maior exigência dos usuários, principalmente no tocante à velocidade do tráfego dos dados. Nesse sentido, foram investigadas as seguintes técnicas de persistência: banco de dados relacional, banco de dados orientado a objetos e banco de dados relacional utilizando um framework para o mapeamento objeto/relacional.
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Perfis temporais NDVI MODIS, na cana-soca, de maturação tardia.

Perfis temporais NDVI MODIS, na cana-soca, de maturação tardia.

RESUMO: Este artigo descreve o desenvolvimento de um banco de dados relacional e de uma ferramenta para a visualização de perfis temporais do NDVI MODIS, a partir dos dados do produto MOD09Q1, referente ao fator de refletância bidirecional de superfície relativa ao comprimento de onda do vermelho e do infravermelho-próximo, composição temporal em mosaicos de 8 dias, e a banda de controle de qualidade, dos talhões de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, para analisar a maturação da cana-soca Tardia. Das fazendas de cana-de-açúcar são obtidos os dados de históricos sobre produtividade, solo, variedade, localização de cada pixel para cada microrregião monitorada. Todos os dados são integrados em um banco de dados desenvolvido em PostgreSQL. O aplicativo foi implementado usando a linguagem Java e permitiu uma forma rápida e automática para analisar padrões fenológicos na cana-de-açúcar. Concluiu-se que o perfil temporal do NDVI MODIS obtido a partir do produto MOD09Q1 é capaz de subsidiar o monitoramento das mudanças fenológicas na cultura da cana-de-açúcar.
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proposta de contribuição à pesquisa terminológica temática :: Brapci ::

proposta de contribuição à pesquisa terminológica temática :: Brapci ::

RESUMO : A pesquisa terminológica temática é o ponto de partida para a criação de vocabulários controlados. O estudo apresenta proposta de construção de um sistema de registro de termos, com base em um banco de dados relacional, para automatizar parte das etapas da pesquisa terminológica. Para concretizar a experiência, foi necessária a elaboração de uma pesquisa terminológica temática que serviu de teste para a ferramenta proposta. Este estudo tem natureza exploratória, e o corpus da coleta foi composto por vinte duas referências, incluindo os dicionários e glossários usados na validação dos termos. A fundamentação teórica foi direcionada à compreensão dos conceitos capazes de explicar os pressupostos envolvidos, tanto na pesquisa terminológica, quanto na construção do sistema de registro de termos. Com a pesquisa, coletaram-se cento e onze termos, destes, oitenta foram validados, obtendo-se um índice de validação de 72%, número considerado relevante para o contexto do trabalho. O sistema de registro de termos demonstrou-se eficaz, apresentando soluções de armazenamento e de recuperação dos termos cadastrados, por intermédio de várias opções de buscas. O estudo enunciou procedimentos visando à continuidade do projeto, por meio da criação de outros mecanismos para a manutenção da base de dados, disponibilizando-a, inclusive, para a comunidade, na internet.
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Uniformização de Dados de Subestações da Eletrosul</b

Uniformização de Dados de Subestações da Eletrosul</b

Quando os dados existentes em um banco de dados demonstrarem que um equipamento necessita efetuar algum tipo de manutenção, então esta tarefa pode ser programada. Desta forma, o trabalho pode ser melhor e mais econômico. O equipamento, normalmente, volta mais cedo ao seu trabalho, permanecendo menos tempo parado. Se a base de dados não existisse, não se teria a informação, neste caso a manutenção executada poderia ser desnecessária, ou o equipamento pararia de funcionar devido a alguma falha. A existência de um banco de dados, portanto, influi na tomada de decisão.
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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

int *pi // variável “pi” é ponteiro para inteiro float *pc // variável “pc” é ponteiro para float char *xy // variável “xy” é ponteiro para caracter. unsigned long int *de [r]

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Modelo de Dados Relacional

Modelo de Dados Relacional

– Inclua também quaisquer atributos simples (ou atributos simples de atributos compostos) do tipo de relacionamento 1:N, como atributos de S... DNÚMERO DLOCALIZAÇÃO[r]

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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

duplamente encadeada com este valor caso o mesmo ainda não exista na lista, em ordem CRESCENTE, ou seja, sempre entre um nó contendo um valor menor e outro contendo um valor maior que[r]

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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

 São TADs representados através de listas sequenciais.. (fixas) ou encadeadas (dinâmicas), em que a seguinte regra deve ser obedecida:.[r]

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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

função recursiva, mais recursos de memória são necessários para executar o programa, o que pode torná-lo lento ou. computacionalmente inviável[r]

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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

Ela atende a dois mercados, o das pessoas físicas e o das pessoas jurídi- cas. Para acelerar o atendimento, é importante conhecer os dados de clientes que já tenham usado a locadora no passado. Para cada pessoa física é necessá- rio conhecer seu nome, sexo, data de nascimento, endereço e CIC. Já para as pessoas jurídicas é necessário conhecer seu nome, CGC, inscrição estadual e endereço. Os clientes são identificados por um código interno a locadora.

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INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS

A Figura 1.6 ilustra um ambiente genérico de desenvolvimento de aplicativos. Nesta Figura, a diferença (gap semântico) entre os paradigmas utilizados para: a construção de interfaces, o armazenamento de informações, e a programação dos aplicativos são detalhadas para ressaltar a importância de estruturas "Case" e "Cursores". As estruturas "Case" são utilizadas para converter as alterações e solicitações ocorridas na interface do aplicativo em uma linguagem que seja capaz de ser processada pelos servidores de dados. A construção da linguagem é feita através da composição de cadeias de caracteres usualmente utilizando o padrão SQL utilizado nos servidores de dados relacionais. Quando um acesso ao SGBD é requerido, o programa estabelece uma conexão com o SGBD que está instalado no servidor. Uma vez que a conexão é criada, o programa cliente pode se comunicar com o SGBD. Um padrão chamado de Conectividade Base de Dados Aberta (Open DataBase Connectivity - ODBC) provê uma Interface para Programação de Aplicações (API) que permite que os programas no lado cliente possam chamar o SGBD, desde que as máquinas clientes como o servidor tenham o necessário software instalado. Muitos vendedores de SGBDs disponibilizam drivers específicos para seus sistemas. Desta maneira, um programa cliente pode se conectar a diversos SGBDRs e enviar requisições de consultas e transações usando API, que são processados nos servidores. Após o processamento de uma chamada de função (levando uma cadeia de caracteres ou programas armazenados), o resultado é fornecido pelo servidor de dados através de tabelas em memória. Os resultados das consultas são enviados para o programa cliente, que pode processá-lo ou visualizá-lo conforme a necessidade. O conjunto resposta para uma consulta pode ser uma tabela com zero, uma ou múltiplas tuplas, dependendo de quantas linhas foram encontradas com o critério de busca. Quando uma consulta retorna múltiplas linhas
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SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

4.20 I dent if ique t odos os conceit os impor t ant es r epr esent ados no est udo de caso do banco de dados da bibliot eca descr it os aqui. Em par t icular , ident if ique as abst r ações de classif icação (t ipos ent idade e t ipos r elacionament o), agr egação, ident if icação e especialização/ gener alização. Sempr e que possível, especif ique as r est r ições de car dinalidade (min, max). List e os det alhes que event ualment e af et ar ão o pr oj et o, mas que não se r ef er em ao pr oj et o conceit ual. List e t ambém as r est r ições semânt icas separ adament e. Desenhe o diagr ama EER do banco de dados da bibliot eca. Est udo de Caso: A Bibliot eca Geór gia Tech — Geór gia Tech Libr ar y (GLT) — t em apr oximadament e 16 mil sócios, 100 mil t ít ulos e 250 mil volumes (ou uma média de 2,5 cópias por livr o). Cer ca de 10% dos volumes est ão sempr e empr est ados. Os bibliot ecár ios gar ant em que os livr os que os sócios quiser em pegar empr est ado est ar ão disponíveis quando desej ar em. Assim, os bibliot ecár ios devem saber quant as cópias de cada livr o encont r am-se na bibliot eca, ou est ão empr est adas, em um dado moment o. Um cat álogo dos livr os est á disponível on-line, const ando os livr os por aut or , t ít ulo e assunt o. Par a cada t ít ulo da bibliot eca há uma descr ição no cat álogo que pode t er de uma f r ase a diver sas páginas. Os bibliot ecár ios de r ef er ência quer em t er acesso a essa descr ição quando os sócios pedem inf or mações sobr e um livr o. O pessoal da bibliot eca divide-se em bibliot ecár io-chef e, bibliot ecár ios associados aos depar t ament os, bibliot ecár ios de r ef er ência, pessoal de ver if icação e assist ent es de bibliot ecár io.
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Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados

À Cada disciplina possui exatamente um departamento responsável, e um departamento é responsável por muitas disciplinas, inclusive por nenhuma. Note-se que, apesar de sabermos que os departamentos em uma universidade existem para ser responsáveis por disciplinas, especificamos a cardinalidade mínima de DEPARTAMENTO em RESPONSÁVEL como sendo “0”. Com isso admitimos a possibilidade de existirem departamentos vazios. Esta cardinalidade foi especificada considerando o estado do banco de dados imediatamente após a criação de um novo departamento, bem como o estado imediatamente antes da eliminação de um departamento. Da forma como a restrição foi especificada, é possível incluir o departamento em uma transação, para, depois, em transações subsequentes, vinculá-lo às disciplinas sob sua responsabilidade. Se tivesse sido especificada a cardinalidade mínima “1”, ao menos uma disciplina teria que ser vinculada ao departamento já na própria transação de inclusão do departamento. Como observa-se da discussão acima, para especificar as cardinalidades mínimas é necessário possuir conhecimento sobre as transações de inclusão e exclusão das entidades.
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Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados

Álvaro Sistemas Operacionais Carlos Banco de Dados INSTRUTOR ESTUDANDE Marcos Nair Nico Silas Altair Silas Saulo Silas Marcos Wilson Álvaro Wilson Carlos Wellington Nico Zenaide. ESTUDA[r]

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