Benefício previdenciário pensão por morte

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MESTRADO EM DIREITO PREVIDENCIÁRIO

MESTRADO EM DIREITO PREVIDENCIÁRIO

O escopo desta dissertação é estudar o benefício previdenciário pensão por morte no Regime Geral da Previdência Social brasileiro em cotejo com o ordenamento alienígena. Para melhor entendimento do tema, abordamos o conceito de seguridade social e sua evolução histórica. Após este exame preliminar, tecemos algumas considerações sobre a previdência social no direito brasileiro. Ao tratarmos do benefício previdenciário pensão por morte, no Regime Geral da Previdência Social do direito pátrio, analisamos cada um dos critérios que integram a sua hipótese (critérios material, espacial e temporal) e seu conseqüente normativo (critério pessoal e quantitativo). Como argumento crítico ao tema abordado procuramos demonstrar situações em que o benefício pensão por morte no Brasil não deveria ser concedido, pois não estaria presente o requisito da necessidade social. Na parte final desta dissertação, buscando conclusões e sugestões para o aprimoramento da pensão por morte, no Regime Geral da Previdência Social brasileiro, discorremos sobre a pensão por morte de Portugal, Espanha, Itália, Chile e Estados Unidos.
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O DEPENDENTE QUE MATA DOLOSAMENTE O SEGURADO PARA PERCEPÇÃO DE PENSÃO POR MORTE E AS IMPLICAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS

O DEPENDENTE QUE MATA DOLOSAMENTE O SEGURADO PARA PERCEPÇÃO DE PENSÃO POR MORTE E AS IMPLICAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS

CIVIL. PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CIVIL. INSS. AÇÃO REGRESSIVA. ART. 120 E 121 DA LEI 8.321/91. ACIDENTE DE TRABALHO. CABIMENTO. INEXISTÊNCIA DE ADOÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO. OCORRÊNCIA. NEGLIGÊNCIA DA EMPREGADORA. CONFIGURAÇÃO. REJEITADO PEDIDO DE CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL. SENTENÇA MANTIDA. 1. Segundo a redação dos artigos 120 e 121, da Lei 8.213/91, demonstrada a negligência da empregadora relacionada à falta de adoção de medidas de fiscalização e de normas padrões de segurança e higiene do trabalho, possui o Instituto Nacional do Seguro Social legitimidade para ingressar com ação regressiva contra empregadores responsáveis pelos danos causados não só a seus empregados como também a terceiros, em casos de dispêndio com concessão de benefícios previdenciários. 2. Na hipótese, o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS requer, em ação regressiva contra empregadora, o ressarcimento das quantias gastas com a concessão do benefício previdenciário por morte de segurado, uma vez que esta não disponibilizou a segurança necessária para o desempenho do serviço. O laudo emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego concluiu pela responsabilidade da empregadora, sobretudo porque a execução do serviço ocorreu em local perigoso, sem a devida sinalização. Assim, correto o magistrado de base que condenou a ré a ressarcir ao INSS as despesas realizadas com a concessão do benefício pertinente ao cônjuge do segurado, em toda sua extensão, e ao pagamento de honorários advocatícios fixados em 10% sobre o sobre o valor das parcelas em atraso até a data da sua decisão, nos termos do artigo 20, § 4.º, do Código de Processo Civil e por analogia à Súmula 111 do STJ. 3. Apelação a que nega provimento.(TRF-1 - AC: 51372320094013802 , Relator: DESEMBARGADOR FEDERAL KASSIO NUNES MARQUES, Data de Julgamento: 20/10/2014, SEXTA TURMA, Data de Publicação: 12/11/2014).
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O direito de pensão por morte no regime geral da previdência social nas relações de concubinato

O direito de pensão por morte no regime geral da previdência social nas relações de concubinato

A possibilidade de rateio de benefício de pensão por morte no Regime Geral da Previdência Social entre o(a) concubino (a) e o (a) esposo(a) enseja profícua discussão na doutrina e jurisprudência em razão de, embora de comezinha apuração factual desde os tempos de Brasil-colônia, persiste o entendimento conservador no âmbito jurídico, em que se assume a concepção de família restrita aos modelos elencados pelo texto constitucional. A celeuma ganha relevância no campo do Direito Previdenciário quando da morte do(a) segurado(a) que mantinha relação paralela ao casamento, inquirindo-se o direito do(a) concubino (a) de pleitear o benefício de pensão por morte, sendo relevante a análise da finalidade da Previdência Social, bem como do alcance de suas normas à luz dos princípios constitucionais, abordando-se, ainda, as transformações ocorridas na evolução do conceito de família.
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A PERCEPÇÃO DOS BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS DA PENSÃO POR MORTE E AUXÍLIO RECLUSÃO NOS CASOS DE CASAIS HOMOAFETIVOS

A PERCEPÇÃO DOS BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS DA PENSÃO POR MORTE E AUXÍLIO RECLUSÃO NOS CASOS DE CASAIS HOMOAFETIVOS

previdência social/Daniel Machado da Rocha, José Paulo Baltazar Júnior. 4. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora: Esmafe, 2004. p.251). 4 - Em que pesem as alegações do recorrente quanto à violação do art. 226, § 3º, da Constituição Federal, convém mencionar que a ofensa a artigo da Constituição Federal não pode ser analisada por este Sodalício, na medida em que tal mister é atribuição exclusiva do Pretório Excelso. Somente por amor ao debate, porém, de tal preceito não depende, obrigatoriamente, o desate da lide, eis que não diz respeito ao âmbito previdenciário, inserindo-se no capítulo 'Da Família'. Face a essa visualização, a aplicação do direito à espécie se fará à luz de diversos preceitos constitucionais, não apenas do art. 226, § 3º da Constituição Federal, levando a que, em seguida, se possa aplicar o direito ao caso em análise. 5 - Diante do § 3º do art. 16 da Lei n. 8.213/91, verifica-se que o que o legislador pretendeu foi, em verdade, ali gizar o conceito de entidade familiar, a partir do modelo da união estável, com vista ao direito previdenciário, sem exclusão, porém, da relação homoafetiva. 6- Por ser a pensão por morte um benefício previdenciário, que visa suprir as necessidades básicas dos dependentes do segurado, no sentido de lhes assegurar a subsistência, há que interpretar os respectivos preceitos partindo da própria Carta Política de 1988 que, assim estabeleceu, em comando específico: "Art. 201- Os planos de previdência social, mediante contribuição, atenderão, nos termos da lei, a: V - pensão por morte de segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro e dependentes, obedecido o disposto no § 2 º."7 - Não houve, pois, de parte do constituinte, exclusão dos relacionamentos homoafetivos, com vista à produção de efeitos no campo do direito previdenciário, configurando-se mera lacuna, que deverá ser preenchida a partir de outras fontes do direito. 8 - Outrossim, o próprio INSS, tratando da matéria, regulou, através da Instrucao Normativa n. 25 de 07/06/2000, os procedimentos com vista à concessão de benefício ao companheiro ou companheira homossexual, para atender a determinação judicial expedida pela juíza Simone Barbasin Fortes, da Terceira Vara Previdenciária de Porto Alegre, ao deferir medida liminar na Ação Civil Pública nº 2000.71.00.009347-0, com eficácia erga omnes. Mais do que razoável, pois, estender-se tal orientação, para alcançar situações idênticas, merecedoras do mesmo tratamento 9 - Recurso Especial não provido.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE DIREITO DEPARTAMENTO DE DIREITO PRIVADO CAMILA PONTES DE MELO PIRES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – UFC FACULDADE DE DIREITO DEPARTAMENTO DE DIREITO PRIVADO CAMILA PONTES DE MELO PIRES

A presente pesquisa tem por objetivo o estudo minucioso do benefício da pensão por morte no Regime Geral da Previdência Social (RGPS), analisando as incongruências legislativas existentes no regramento do instituto, discorrendo acerca das polêmicas e contradições persistentes no que tange ao aludido benefício e investigando a real necessidade de uma reforma legislativa. Ademais, procura-se demonstrar que algumas decisões de Tribunais Superiores estão em descompasso com o ideal protetivo do modelo previdenciário brasileiro. Através da utilização de metodologia qualitativa e bibliográfica, explana-se, preliminarmente, acerca da evolução legislativa do benefício em comento. Empós, passa-se à abordagem da legislação hodierna, a qual é analisada detalhadamente. Em seguida, discorre-se sobre os pontos polêmicos considerados mais relevantes, apontando o entendimento doutrinário referente às controvérsias. Ressalte-se, ademais, que o posicionamento jurisprudencial acerca das referidas questões é exposto e criticado. O estudo exploratório revela a persistência de incongruências legislativas no que se refere à concessão do benefício da pensão por morte. Finalmente, conclui-se que, por vezes, decisões são tomadas por Tribunais visando ao reestabelecimento do equilíbrio econômico do modelo previdenciário então vigente, deixando de lado a finalidade protetiva que deve fundamentar as decisões em matéria previdenciária.
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Estimativa do passivo previdenciário dos estados

Estimativa do passivo previdenciário dos estados

Como a pensão decorre da morte ou invalidez do servidor, muitas vezes antes dele atingir a idade de aposentadoria, o benefício correspondente seria o de um salário em geral menor do que se esse mesmo servidor estivesse se aposentando, pois, neste caso, ele teria maior tempo para obter promoções, para ocupar cargos comissionados, e para contagem dos anuênios.

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O benefício previdenciário como proteção social: evidências para um pequeno município da Região Sul do Brasil

O benefício previdenciário como proteção social: evidências para um pequeno município da Região Sul do Brasil

Os resultados permitem observar, especificamente, a renda por zonas de domicílio dos aposentados. Nota-se que, na zona rural, além de a renda ser ex- pressivamente menor, ela é concentrada em valores mais baixos. Pode-se dizer que tal fato explica-se pelas caracte- rísticas da pequena propriedade fami- liar, que tem possibilidades de ganhos mensais limitados em função da escala produtiva e da incerteza na atividade. O benefício previdenciário, apesar de baixo, representa uma renda constante para os aposentados rurais. Ainda, no que diz respeito às diferenças de gêne- ro, percebe-se que as mulheres recebem valores de renda total maiores que os homens. Uma das explicações é que grande parte dessas mulheres recebe, além da própria aposentadoria, a pensão por morte do esposo.
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LEI 13.135/15 E REFORMA NO BENEFÍCIO DA PENSÃO POR MORTE: AFRONTA AO PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO RETROCESSO? (Páginas 141 a 161) Juliana De Oliveira

LEI 13.135/15 E REFORMA NO BENEFÍCIO DA PENSÃO POR MORTE: AFRONTA AO PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO RETROCESSO? (Páginas 141 a 161) Juliana De Oliveira

Normalmente ocorre de realizar-se casamentos e uniões oportunistas entre indivíduos e segurados idosos ou doentes, de modo fraudulento, no intuito de receber a pensão por morte por longo período, onerando o sistema previdenciário (SANTOS, 2016). Esta previsão descrita no § 2º do referido artigo, lembra também o inciso III do art. 1.814 do Código Civil de 2002, qual excluía da sucessão aqueles que por violência, ou meios fraudulentos, inibissem ou obstassem o autor da herança de dispor livremente de seus bens. Nota-se que a única semelhança mencionada é a previsão da fraude, contudo, é esta que importa, a essência do que a Lei quis implementar, neste caso, era e continua sendo, o combate à fraudes cometidas contra a previdência.
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A POSSIBILIDADE DE CONCESSAO DO BENEFICIO PREVIDENCIÁRIO PENSAO POR MORTE EM UNIÃO HOMOAFETIVA

A POSSIBILIDADE DE CONCESSAO DO BENEFICIO PREVIDENCIÁRIO PENSAO POR MORTE EM UNIÃO HOMOAFETIVA

ADMINISTRATIVO E PREVIDENCIÁRIO - IPREV - PENSÃO POR MORTE DE SERVIDORA PÚBLICA - PLEITO DA COMPANHEIRA - UNIÃO HOMOAFETIVA ESTÁVEL COMPROVADA E RECONHECIDA - CONVIVÊNCIA SOB O MESMO TETO E AQUISIÇÃO DE PATRIMÔNIO COMUM - DEPENDÊNCIA FINANCEIRA PRESUMIDA - ISONOMIA COM A UNIÃO ESTÁVEL HETEROAFETIVA - BENEFÍCIO DEVIDO. Comprovada a união homoafetiva estável, pela convivência sob o mesmo teto e a aquisição de patrimônio comum, não pode a autarquia previdenciária, com o argumento de que a legislação ampara somente casais oriundos de união estável heteroafetiva e violação ao princípio da isonomia, negar à companheira a pensão por morte de servidora pública estadual (TJSC, Reexame Necessário n. 2011.073023-1, de Joinville, rel. Des. Jaime Ramos, j. 12-04-2012, grifos do autor).
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A gestão de processos no setor público: um estudo de caso dos processos de pensão por morte do Rioprevidência

A gestão de processos no setor público: um estudo de caso dos processos de pensão por morte do Rioprevidência

Este estudo objetivou verificar as consequências do BPM nos processos de pensão por morte do Rioprevidência. Para isso, foram analisados três processos de trabalho executados pelo setor de atendimento do Rioprevidência, autarquia previdenciária do Estado do Rio de Janeiro, quais sejam: Habilitação à pensão por morte; Revisão de pensão e Auditoria de benefícios. O estudo se justifica face à escassez de trabalhos que apontem resultados de otimização de processos de trabalho em organizações do setor público, uma vez que a maior parte dos estudos existentes é voltada para a gestão de processos em empresas privadas e, aqueles que focalizam no setor público, normalmente apontam as diferenças com relação ao setor privado, ou seja, pouco se fala do resultado das transformações. Para alcançar esse objetivo, foi realizado um estudo de caso, com análise de conteúdo de dados e documentos, bem como modelagem dos processos selecionados, visando identificar as lacunas existentes antes do BPM, bem como de que maneira os processos foram impactados. Como contribuição prática, espera-se que o resultado sirva de incentivo aos demais órgãos públicos para implementação de uma gestão com foco em processos e aja como instrumento facilitador de uma melhor gestão pública.
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Lei n.º 2153   Regulamenta a Concessão de Pensão Especial

Lei n.º 2153 Regulamenta a Concessão de Pensão Especial

Art. 4º Do valor da pensão concedida pela presente lei serão abatidas as importâncias correspondentes à pensão recebida do IPEG e outras pensões concedidas pelo Estado. Art. 5º A habilitação dos beneficiários à percepção da pensão prevista no artigo 2º dessa lei, observada a linha de sucessão vigente para os contribuintes d pensão militar, será feita junto às Corporações respectiva, às quais competem os atos administrativos correlatos e o pagamento correspondente.

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ESTUDOS DE JULGADOS SOBRE A DIVISÃO DA PENSÃO PREVIDENCIÁRIA POR MORTE NAS FAMÍLIAS SIMULTÂNEAS

ESTUDOS DE JULGADOS SOBRE A DIVISÃO DA PENSÃO PREVIDENCIÁRIA POR MORTE NAS FAMÍLIAS SIMULTÂNEAS

Certamente ainda demandará muito estudo, muito debate, mas principalmente, mudança de paradigma cultural, para que se deixe de trazer para o Direito moderno, vetustos conceitos, baseados em uma moral “ultrapassada” e uma visão cultural das famílias ainda da idade média, para que haja a pacificação no reconhecimento dos direitos as famílias simultâneas, sejam na esfera civil como na previdenciária, com especial aplicação à divisão da pensão por morte, entre a esposa e a companheira simultânea, ou entre companheiras simultâneas.

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possibilidade de extensão da pensão por morte ao filho unisitário até os vinte e quatro anos?  Alex Pereira Franco

possibilidade de extensão da pensão por morte ao filho unisitário até os vinte e quatro anos? Alex Pereira Franco

ADMINISTRATIVO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CPC. INOCORRÊNCIA. OFENSA AO ART. 6º DA LINDB. INVIABILIDADE DE APRECIAÇÃO EM RECURSO ESPECIAL. DIREITO A PENSÃO POR MORTE. FILHO MAIOR 21 ANOS. UNIVERSITÁRIO. MATÉRIA FÁTICA. SÚMULA 7/STJ. DIREITO LOCAL. SÚMULA 280/STF. 1. O acórdão recorrido não padece de omissão, contradição ou obscuridade, pois analisou de maneira suficiente e fundamentada as questões relevantes a solução das questões trazidas neste processo. 2. "A jurisprudência desta Corte tem-se manifestado no sentido de que a matéria contida no art. 6º da LINDB não pode ser invocada em recurso especial, já que esse dispositivo é mera reprodução do art. 5º, XXXVI, da Constituição Federal (EDcl no AREsp 62.333/SP, Rel. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI, PRIMEIRA TURMA, julgado em 28/08/2012, DJe 04/09/2012). 3. O Tribunal de origem reconheceu o direito de filho, maior de 21 anos, receber a pensão, por ostentar a qualidade de universitário antes mesmo do óbito do genitor, com base na documentação juntada aos autos, e interpretação das Leis Complementares Estaduais 28/2000 e 43/2002. A alteração do entendimento é inviável no recurso especial, por força das Súmulas 7/STJ e 280/STF, esta aplicada por analogia. 4. Não obstante a boa qualidade dos argumentos expendidos pelo agravante, o arrazoado, que somente reitera os argumentos do recurso especial, não tem o condão de infirmar os fundamentos da decisão agravada. 5. Agravo regimental desprovido. (STJ: AgRg no AREsp 614130 / PE, DJe de 08/10/2015, rel. conv. OLINDO MENEZES).
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Repositório Institucional UFC: Análise das Reformas Previdenciárias na América Latina

Repositório Institucional UFC: Análise das Reformas Previdenciárias na América Latina

Muitas pessoas tendem a confundir três termos demográficos bastante utilizados que são muito correlacionados, mas que não possuem o mesmo significado são eles: longevidade; esperança de vida e envelhecimento populacional. O envelhecimento populacional é uma medida que significa a proporção de idosos na população total, que em geral ocorre quando a base da pirâmide etária sofre uma diminuição, tal evento tem muito a ver com mudança na estrutura etária de uma nação, sendo assim algo que demora um, longo período de tempo para ocorrer. A esperança (ou expectativa) de vida é o índice que indica o número de anos que um grupo de pessoas nascidas em um mesmo ano espera viver, se, mantidas desde o seu nascimento, as probabilidades de morte do ano em questão. Já a longevidade é exatamente o que as pessoas pensam, é o prolongamento da vida de um indivíduo, ou seja, o quanto essa pessoa espera viver.
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Análise da qualidade de vida dos pacientes do grupo de quadril adulto operados com enxerto ósseo.

Análise da qualidade de vida dos pacientes do grupo de quadril adulto operados com enxerto ósseo.

Gráfico 2 - Benefício previdenciário de pacientes do grupo de quadril adulto operados com enxerto ósseo, entre agosto de 1998 e junho de 2000 Graph 2 - Social Security of patients from [r]

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O  DA UNIÃO ESTÁVEL PUTATIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO  Camilla Ayala Felisberto Silva

O DA UNIÃO ESTÁVEL PUTATIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO Camilla Ayala Felisberto Silva

ESTÁVEL PUTATIVA. PENSÃO POR MORTE. 1) O reconhecimento da união estável, segundo a interpretação que se extrai do disposto no art. 1.723, §1º, do Código Civil, exige como requisito a inexistência de impedimento para o casamento, o que, como visto, não se mostra possível na espécie, já que o de cujus era casado com a ora apelante. 2) Entretanto, sendo inegável a duradoura convivência entre a autora-apelada e o de cujus - pelo período de 26 anos - permeada de afeto e outros valores familiares não menos relevantes, aliado ao fato de que aquela somente tomou conhecimento da condição de casado do falecido após vinte anos de relacionamento(em 2003), é de se compreender, com lastro na vedação ao retrocesso social, que tal situação merece proteção jurídica, impondo-se, neste caso, a aplicação, por analogia, do disposto no art. 1.561, §1º, do Código Civil, para se reconhecer como caracterizada a situação de união estável putativa, dado que a autora ostentou a condição de convivente de boa-fé por mais de vinte anos, até que, em 2003, tomou conhecimento da existência de impedimento ao seu casamento com o falecido. 3) Direito da autora/apelada, em concorrência com a ré/apelante, à percepção da pensão por morte que ora se reconhece. 4) Recurso ao qual se dá parcial provimento. (TJRS. 0060216-90.2009.8.19.0038 – APELAÇÃO. Data de Julgamento: 20/03/2012)
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DAS PROVAS NO PROCESSO PREVIDENCIÁRIO

DAS PROVAS NO PROCESSO PREVIDENCIÁRIO

PREVIDENCIÁRIO – RECURSO ESPECIAL – TEMPO DE SERVIÇO RURAL – VALORAÇÃO DE PROVA – INÍCIO DE PROVA MATERIAL – ARTIGOS 55, § 3º, E 106, DA LEI 8.213/91 – SÚMULA 149/STJ. - Na esteira de sólida jurisprudência da 3ª Seção (cf. EREsp nº 176.089/SP e 242.798/SP), afasta-se a incidência da Súmula 07/STJ para conhecer do recurso. - O reconhecimento de tempo de serviço em atividade rural, para fins previdenciários, depende de comprovação por início de provas materiais corroboradas por idônea prova testemunhal da atividade laborativa rural. Inteligência da Súmula 149/STJ. – In casu, os documentos acostados à inicial preenchem os requisitos exigidos pela legislação previdenciária (artigos 55, § 3º, e 106, da Lei 8.213/91). Declaração do Sindicato dos Trabalhadores Rural homologado por membro do MP, e carteira de filiação ao mesmo Sindicato. Recurso conhecido, mas desprovido. (Acórdão RESP 460339/CE;RECURSO ESPECIAL 2002/0104102-6 Fonte DJ DATA:21/06/2004 PG:00239 Relator Min. JORGE SCARTEZZINI (1113) Data da Decisão 06/05/2004 Órgão Julgador T5 - QUINTA TURMA).
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O "nó" dos fundos de pensão.

O "nó" dos fundos de pensão.

dos de pensão mantinham direitos discricionários quanto à estipulação dos direitos dos cotistas. Assim, aqueles que exibiam situações sociais “normais” recebiam toda a atenção possível, enquanto qualquer situa- ção destoante era sujeita a julgamentos de valor por parte das autorida- des do “sistema”.Exemplificando:a viúva de um casamento “oficial” era contemplada com a pensão de seu cônjuge sem nenhum questiona- mento, mas se ele mantivesse uma família paralela ou mesmo já tivesse se separado na prática e constituído outra família,ainda assim se outor- gava a integralidade da pensão à viúva “oficial”; casais homossexuais normalmente não eram reconhecidos, a não ser que se reconhecesse a “sinceridade” da relação que,em princípio,nossos dirigentes considera- vam anômala; havia ainda enorme resistência a outorgar aos viúvos de cotistas femininas os mesmos direitos concedidos às viúvas. Enfim, os “direitos” não estavam claros... na ordem moral. Podemos assim esten- der a tirada indignada de Francisco de Oliveira:naquela configuração os cotistas mais pareciam girafas de zoológico, pois não tinham direitos e sim necessidades,que eram arbitradas pelos dirigentes do sistema.
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Anabela Valente De Pinho Mendonça Outubro – 2017

Anabela Valente De Pinho Mendonça Outubro – 2017

De um modo geral, as alterações legislativas referentes às reformas das pensões não contributivas, introduzidas ao longo do período, evidenciaram por um lado, um aumento de restrições nos diversos países, mas, por outro, traduziram maior generosidade. Da análise resulta, desde logo que, apesar da maioria dos países continuar a ser efetivamente representativo dos regimes de pensões de acordo com a tipologia de Vidlund (2006), existem dois países que se acabam por desviar. A Áustria classificada como pertencendo ao regime Continental, diferencia-se fortemente da Bélgica e da França, não integrando qualquer pensão não contributiva, apesar de apresentar generosidade e ligação ao mercado de trabalho. No regime da Europa do Sul, destaca-se a Grécia por ter integrado apenas em 2016 a pensão básica universal, típica dos países do regime Nórdico, onde prevalece o direito de cidadania e provisão com cobertura universal.
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A VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO RETROCESSO SOCIAL PELA LEI 131352015: O CASO DA PENSÃO POR MORTE NO RGPS  Antonio Armando Freitas Goncalves

A VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO RETROCESSO SOCIAL PELA LEI 131352015: O CASO DA PENSÃO POR MORTE NO RGPS Antonio Armando Freitas Goncalves

2. Cabe salientar que, em função do processo de envelhecimento populacional, decorrente da combinação de queda da fecundidade e aumento da expectativa de vida, haverá um aumento da participação dos idosos na população total e uma piora da relação entre contribuintes e beneficiários. A participação dos idosos na população total deverá crescer de 11,3%, em 2014, para 33,7% em 2060, conforme dados da projeção demográfica do IBGE. Como resultado, o relatório de avaliação atuarial e financeira do RGPS, que faz parte dos anexos do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), estima o crescimento da despesa, em % do PIB, do atual patamar de 7% para cerca de 13% em 2050. O artigo 201 da Constituição estabelece que a Previdência Social deverá ser organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial. 3. Como é do conhecimento de Vossa Excelência, a pensão por morte no âmbito do RGPS é um benefício concedido aos dependentes do segurado falecido, visando preservar a dignidade daqueles que dele dependiam. Ocorre, entretanto, que as regras de acesso a tal benefício têm permitido distorções que necessitam de ajuste, tendo em vista estarem desalinhadas com os padrões internacionais e com as boas práticas previdenciárias, possibilitando a concessão a pessoas que pouco contribuíram para o regime ou, o que é pior, até mesmo com apenas uma contribuição. Entre os principais desalinhamentos podem ser citados: a) ausência de carência para pensão por morte previdenciária, apenas a qualidade de segurado; b) ausência de tempo mínimo de casamento ou união estável; c) beneficio vitalicio para cônjuges, companheiros ou companheiras independentemente da idade. A maioria dos países exige
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