Bessa - João

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Planejamento, gestão e (re)ordenamento territorial da orla: o caso do Projeto Orla em João Pessoa-PB nos bairros do Bessa e Jardim Oceania

Planejamento, gestão e (re)ordenamento territorial da orla: o caso do Projeto Orla em João Pessoa-PB nos bairros do Bessa e Jardim Oceania

Na pesquisa empreendida que gerou esta dissertação, poderíamos ter empregado outros conceitos-chave da Geografia, tendo em vista que no próprio Projeto Orla de João Pessoa são utilizados conceitos como os de paisagem e de região, uma vez que, no Projeto, a área litorânea foi regionalizada em unidades de paisagem. Entretanto, nos guiamos numa perspectiva crítica utilizando o conceito de território como conceito fundamental devido às características conflituosas referentes às apropriações da orla do Bessa e do Jardim Oceania e as relações de poder existentes nessa área. Além disso, o Projeto Orla de João Pessoa, embora com seu plano de intervenção elaborado no âmbito da esfera municipal, foi concebido a partir de uma política territorial macroescalar da esfera federal através do Projeto Orla Nacional. Esse, entendido como uma política de reordenamento, planejamento e gestão territorial concernente aos espaços costeiros brasileiros, tornou adequada a escolha do território como conceito norteador da pesquisa a partir das discussões teóricas estabelecidas acerca desse conceito de análise da Geografia.
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O processo de ocupação urbana de um setor litorâneo de uma capital brasileira: o caso do Bessa em João Pessoa - PB

O processo de ocupação urbana de um setor litorâneo de uma capital brasileira: o caso do Bessa em João Pessoa - PB

“O Bessa não era bairro, era um local de lazer... aqui, pelo próprio terreno, pela própria área deveria ser destinado a essa maneira. Não querendo aqui privar as pessoas de vir morar numa praia, não é isso, mas é porque as condições de terreno, o lençol freático, os Maceiós aqui e nosso mangue era uma beleza! Aqui os caranguejos andavam pelas ruas. Na lua cheia os peixes pulavam. Na maré a gente via os golfinhos nadando nas ondas.... então aqui era uma maravilha! Caju? A gente passava olhava assim o pé de caju e dizia: eu vou tirar este maturi amanhã e ficava lá... um dois, três dias. Hoje, lamentavelmente você não encontra mais araçá, guariru, coelho, preá... era um verdadeiro sítio. Isso aqui poderia ter sido tombado como patrimônio ecológico de João pessoa, tal a beleza como aqui era. Sagui. .. era uma beleza isso aqui, eu ficava maravilhado”
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Open Vivendo o espaço urbano: sociabilidade e apropriações no cotidiano da Praça do Caju em João Pessoa PB

Open Vivendo o espaço urbano: sociabilidade e apropriações no cotidiano da Praça do Caju em João Pessoa PB

O presente trabalho aborda as temáticas da sociabilidade, da cultura urbana e da configuração dos espaços públicos na sociedade brasileira, tendo como base as práticas e ações cotidianas que constroem esses espaços a partir dos indivíduos em relação. Discutimos a sociabilidade e as apropriações sociais na Praça do Caju situada no bairro do Bessa, João Pessoa, Paraíba; tomando como ponto principal as relações entre seus usuários e o modo como dinamizam os processos culturais locais. Através de suas ações, memórias e de sua constituição no processo histórico, fazemos um diálogo com os dados simbólicos, estruturais e sócio-econômicos que os impelem nestas vivências. Visamos investigar a construção e manutenção do espaço público no social e no imaginário dos habitantes das cidades brasileiras contemporâneas, além dos processos culturais de apropriações e usos que conformam, estabelecem e re-configuram as sociabilidades de espaços públicos específicos dentro da cidade atuando no seu desenvolvimento. Por meio de nossa pesquisa etnográfica, apontamos o processo de desenvolvimento urbano local, situando a especificidade de uma praça em um bairro de classe média, bem como as estratégias simbólicas e materiais que possibilitam a vida e o viver, em uma sociedade onde a desigualdade social é refletida em elementos como: a segregação do espaço, o estigma, o uso e apropriação públicos, e o pertencimento a grupos e a locais dentro da mesma.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PETRÓLEO JOÃO HENRIQUE BESSA GOMES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PETRÓLEO JOÃO HENRIQUE BESSA GOMES

Com base nas curvas de produção de óleo e gás apresentadas paras os três casos, pode-se atestar que a implementação do código paralelo foi bem-sucedida, visto que, para cada caso e cad[r]

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O espaço da memória e do feminino em A Sibila, de Agustina Bessa-Luís

O espaço da memória e do feminino em A Sibila, de Agustina Bessa-Luís

Mesmo depois do casamento, Francisco continua a viver inumeráveis aventuras. Não se sente preso a casa nem à esposa, seu espaço é o mundo exterior, um mundo sem fronteiras: “Lar significava para ele um poiso cujo encanto resultava sobretudo de manter a toda hora as portas franqueadas sobre o mundo” (p. 20-21). O exterior é o mundo do homem, enquanto o lar, o espaço privado, cabe à mulher. A relação conjugal entre Francisco e Maria passa a ser marcada pelo silêncio de ambos, pelo rancor dela e pelo remorso dele. O narrador compara o homem à criança de maneira pejorativa: “O egoísmo fazia-o infantil” (p. 20). Mais uma vez se nota a preferência do narrador, do qual não se sabe o gênero, pela figura feminina. Segundo João Camilo, a narração atribui especial importância ao relacionamento de Maria e Francisco, a fim de retratar a condição das mulheres, que assim como Maria “suportam pacientemente o seu destino e a sua situação”. 138 O casal forma um dos ícones representativos da oposição entre homens e mulheres que a autora constrói no decorrer da obra:
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Leituras e leitores de Camilo Castelo Branco, em particular, Agustina Bessa-Luís

Leituras e leitores de Camilo Castelo Branco, em particular, Agustina Bessa-Luís

Camilo: Génio e Figura daquela. Contudo, cremos importante ressalvar que tanto os nossos juízos de valor como os da autora poderão não ser fiéis, já que Camilo possuía uma personalidade extraordinariamente complexa, que até na vivência do quotidiano era difícil de conhecer, como o salienta, em Camilo - A Obra e o Homem, João Bigotte Chorão: ―As contínuas contradições de Camilo – negando hoje o que afirmava ontem, resignado um dia, revoltado no outro, rezando para depois blasfemar –, essas contradições tornam problemática, e mesmo abusiva, a tentativa de catalogá-lo‖ (Chorão, 1979: 61-62). Porém, e apesar do risco que corremos, pensamos que tem a maior pertinência reflectir sobre a imagem que de Camilo veio, de geração após geração. Aliás, Agustina teve a preocupação de nos presentear com uma representação fidedigna, como afirma no prefácio de Fanny Owen: ―Pareceu-me necessário e útil trazer Camilo Castelo Branco à luz da nossa experiência humana sem o traduzir na opinião de escritor que é a minha‖ (Bessa-Luís, 1985: prefácio). De facto, e contrariamente ao que na autora parece ser habitual, Agustina Bessa-Luís incluiu um prefácio à obra Fanny Owen, para explicitar a génese do mesmo, utilizando a ironia que, no nosso entender, herdou de Camilo: ―Não é coisa usual eu incluir prefácios nos meus livros. Entendo que eles se recomendam como os peregrinos de Santiago, pelas conchas que têm no chapéu e que simbolizam a viagem no sentido supremo, de descoberta, testemunho e redenção‖ (Bessa-Luís, 1985: prefácio). Mas, o fascínio de Agustina pelo nosso autor vem de longe. O seu primeiro ensaio surge em 1964, na revista O Tempo e o Modo, num artigo denominado ―Camilo Castelo Branco, Um pé dentro do mar, outro na areia‖. Posteriormente, a 26 de Dezembro1978, redige o estudo A Enjeitada, que reeditará, em 2008, integrado na obra Camilo: Génio e Figura.
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Bessa Pacheco 15 A Marinha Portuguesa em 1914

Bessa Pacheco 15 A Marinha Portuguesa em 1914

Em termos conceptuais, desde 1736 que a Marinha era uma Secretaria de Estado (ou Ministério) que tinha igualmente a tutela dos territórios ultramarinos. Esta Secretaria de Estado geria de forma integrada os assuntos da Marinha de Guerra, ou Armada, da Marinha Mercante, da Marinha de Pesca, do assinalamento marítimo (faróis), do salvamento marítimo e da autoridade marítima. No final do século XIX, os territórios ultramarinos do império incluíam Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Índia (com os territórios de Goa, Damão, Diu, Dadrá e Nagar-Aveli), Macau, Timor e a fortaleza de S. João Batista de Ajudá localizada no Benin, no Golfo da Guiné (Figura 1).
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Open Indicadores de  e atitudes ambientais como ferramentas de suporte à tomada de decisão em zonas especiais de interesse social: o caso da comunidade São Luís, João PessoaPB

Open Indicadores de e atitudes ambientais como ferramentas de suporte à tomada de decisão em zonas especiais de interesse social: o caso da comunidade São Luís, João PessoaPB

El presente trabajo tuvo como objetivo la realización de un diagnostico socio ambiental en la ZEIS São Luís, ubicada en el barrio de Bessa en João Pessoa, PB. As Zonas Especiales de Interese Social (ZEIS) corresponden a una nueva potencialidad jurídica, surgida en Brasil en la década de 80 en decurso del aumento de las presiones populares que clamaban por vivienda e como una tentativa de fomentar los programas de reforma urbana establecidos pela Constitución de 1988. Bajo al punto de vista de la sustentabilidad y de la percepción ambiental, la pesquisa caminó en dirección de la construcción de bases y escenarios que puedan nortear la implantación de políticas públicas que priorizan mejoras de la calidad ambiental y, por extensión, de la calidad de vida y bien estar humano. Optamos por la utilización del Método del Painel de Sustentabilidad para componernos los indicadores de la comunidad estudiada, acoplando-o a caracterización de los aspectos atitudinais de los moradores locales a través de la mediación de sus inserciones en el Nuevo Paradigma Ecológico (NEP).
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Bessa Pacheco 14 A Marinha na I Guerra Mundial

Bessa Pacheco 14 A Marinha na I Guerra Mundial

ao nível operacional, as principais missões realizadas pela mari- nha foram a integração de um batalhão nos contingentes nacionais a angola, em 1914, e a moçambique, em [r]

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Bessa Pacheco 15 Exercício Anémona Mar de 2

Bessa Pacheco 15 Exercício Anémona Mar de 2

Este objeivo não foi garanido, uma vez que nenhuma aero - nave militar se encontrava estacionada no aeroporto de Conacri, levando o comandante da operação a considerar que não po- deria[r]

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Análise da geração de resíduos da construção civil da cidade de João Pessoa-PB.

Análise da geração de resíduos da construção civil da cidade de João Pessoa-PB.

Com a implantação da Resolução CONAMA N o 307/2002, da Lei municipal de João Pessoa N o 11.176/2007, e a instalação da USIBEN (Usina de Beneficiamento dos Resíduos da Construção e Demolição), a cidade de João Pessoa deu início a uma administração mais atuante sobre os RCC, com mais atenção, dedicação e orientação; dessa forma, todas as pessoas envolvidas com os trabalhos de geração dos RCC passaram a se preocupar mais, averiguando e analisando com mais cuidado, dedicação e atenção a quantidade gerada pelos mesmos e preocupando-se mais com as taxas geradas com a má execução dos serviços nas obras. A área acadêmica passou a pesquisar mais sobre suas causas e controles, e os profissionais da construção civil passaram a fazer o reúso e a segregação dos mesmos dentro dos canteiros de obras, observando e orientando melhor o destino final que é imposto.
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O COMÉRCIO VAREJISTA EM UBERLÂNDIA (MG) E SUA ATUAÇÃO COMO AGENTE MODIFICADOR DO ESPAÇO URBANO: AS ESTRATÉGIAS DA REDE BRETAS DE SUPERMERCADOS

O COMÉRCIO VAREJISTA EM UBERLÂNDIA (MG) E SUA ATUAÇÃO COMO AGENTE MODIFICADOR DO ESPAÇO URBANO: AS ESTRATÉGIAS DA REDE BRETAS DE SUPERMERCADOS

Analisando o mapa 9, observa-se a primeira vista o claro posicionamento das unidades da rede Bretas em eixos comerciais da cidade, geralmente vias arteriais com densa ocupação de atividades comerciais, que viabilizam o acesso dos fluxos entre os bairros e a área central, ou mesmo entre bairros. Todas as vias destacadas no mapa se caracterizam por fluxos intensos diários, de pessoas e veículos, e pelo fácil acesso, mesmo aquelas localizadas no interior dos bairros. Além disso, é importante destacar ainda o posicionamento de algumas lojas nos principais acessos a rotas de saída/entrada na cidade, como é o caso da Avenida João Naves de Ávila, onde está localizada a loja 50, que dá acesso à rodovia BR-050 sentido Uberaba; da loja 218 próxima a rodovia BR-050 sentido Araguari; e das lojas 213 e 9, instaladas próximas à BR-365 que corta parte da cidade no mesmo nível da Avenida Professora Minervina Cândida de Oliveira. Destacar esse tipo de localização é importante, pois deixa claro que além da preocupação com o posicionamento visando atender um maior número de consumidores, existe a preocupação da visibilidade da loja, que se destaca na paisagem urbana tanto para os habitantes locais, quanto para aqueles que estão de passagem. Essa estratégia é verificada na ação de grandes hipermercados como o Walmart, que instala suas lojas em áreas da cidade que permitem o fácil acesso a anéis viários e rodovias.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FHAÊSA NÍELSEN DE BESSA OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FHAÊSA NÍELSEN DE BESSA OLIVEIRA

Dentre os nove artigos que compõem o dossiê, tomei para análise três deles, sendo: "Subversões do desejo: sobre gênero e subjetividade em Judith Butler", "A teoria queer e [r]

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Recensões

Recensões

Esses fatos, e mais notadamente a ligação amorosa de Sá Carneiro com Snu Seidenfaden, deram origem ao roman- ce Os Meninos de Ouro, de Agustina Bessa Luís, recé[r]

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Análise da recuperação em reservatório de gás com baixa permeabilidade (TIGHT GAS) através do fraturamento hidráulico

Análise da recuperação em reservatório de gás com baixa permeabilidade (TIGHT GAS) através do fraturamento hidráulico

Francisco de Paiva Bessa Júnior 51 Figura 5.2 - Vazão de gás versus tempo (Comparativo entre o modelo com uma, cinco e nove. fraturas e recuperação primária)[r]

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Álcool e sociabilidade: a farra das adolescentes

Álcool e sociabilidade: a farra das adolescentes

A escola é um espaço onde se percebe claramente o nível de preocupação dos pais quando se trata de consumo de drogas lícitas e ilícitas, pelo fato de seus filhos passarem a maior parte do tempo na mesma e, por muitas vezes, eles descobrirem o consumo de drogas pelos filhos através da comunicação da própria escola. Na experiência como psicóloga escolar, a autora deste trabalho pode vivenciar situações envolvendo essa questão. Certa vez, a mãe de um aluno do 2º ano do Ensino Médio encontrou um cigarro de maconha na gaveta do filho, procurou imediatamente a escola para cancelar sua matrícula e enviá-lo para um intercâmbio fora do país. Na mesma semana, houve a festa de São João e um aluno já chegou bêbado; foi necessário a escola fazer contato com o pai para buscá-lo, pois estava em coma alcoólico. O pai o levou para tomar glicose no hospital e quando questionado sobre a situação, disse que era absolutamente normal e que o filho dele estava virando homem e precisava passar por essas coisas. Tal comportamento talvez se dê em função do baixo nível de repressão coletiva, da postura da sociedade quando se trata do álcool.
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Psicol. cienc. prof.  vol.26 número4

Psicol. cienc. prof. vol.26 número4

Neste número, dedicamos um espaço especial para a divulgação de artigos originados de trabalhos que concorreram ao prêmio Pedro Parafita Bessa – Subjetividade, Encarceramento e Sistema Prisional: Desafios para a Psicologia, instituído pelo Conselho Federal de Psicologia em 2005. A escolha dessa temática está relacionada à importância de se estimular a produção de referências nesse campo, no sentido de contribuir para o desenvolvimento das práticas dos psicólogos no sistema prisional e para a produção crítica que o campo necessita. O prêmio pretendeu também homenagear o ilustre colega, um dos pioneiros da Psicologia brasileira, por sua inegável contribuição para o desenvolvimento da profissão no País.
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A IMPORTÂNCIA DA GARANTIA DO MÍNIMO EXISTENCIAL ECOLÓGICO PARA CONCRETIZAÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO SOCIOAMBIENTAL

A IMPORTÂNCIA DA GARANTIA DO MÍNIMO EXISTENCIAL ECOLÓGICO PARA CONCRETIZAÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO SOCIOAMBIENTAL

20 ANTUNES, Paulo de Bessa. 11: “Entendo que o Direito Ambiental pode ser definido como um direito que se desdobra em três vertentes fundamentais, que são constituídas pelo direito a[r]

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Comparação do desenvolvimento neurológico entre os gêneros em alunos ingressantes no ensino fundamental em uma escola municipal em Bauru

Comparação do desenvolvimento neurológico entre os gêneros em alunos ingressantes no ensino fundamental em uma escola municipal em Bauru

O estudo de Bessa e Pereira (2002) confere com o presente estudo, pois em ambos existe uma vantagem das meninas sobre os meninos na coordenação apendicular, sendo que 73,3% das[r]

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