Biomassa verde

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Associação de Rhizobium sp. a duas leguminosas na tolerância à atrazina.

Associação de Rhizobium sp. a duas leguminosas na tolerância à atrazina.

A biomassa da parte aérea verde da mucuna-anã em T1 não diferiu daquelas crescidas em solo sem herbicida. As plantas conseguiram alta produção de biomassa ver- de mesmo no solo contaminado, porém, com menor dose do herbicida. Ainda para biomassa verde, o tratamento com inoculante, na maior dose de atrazina (T2), apresen- tou peso médio estatisticamente igual ao dos tratamen- tos com o herbicida e sem inoculante (T4 e T5). Já as médias da biomassa seca desta mesma cultura foram es- tatisticamente iguais nos tratamentos sem o herbicida (T3 e T6), sendo superiores e estatisticamente diferen- tes das dos tratamentos com e sem inoculante, indepen- dentemente da concentração de atrazina (T1, T2, T4 e T5) (Tabela 3).
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Produtividade de sorgo forrageiro em função do intervalo de corte e da rebrota / Forage sorghum productivity depending on the cutting interval and regrowth

Produtividade de sorgo forrageiro em função do intervalo de corte e da rebrota / Forage sorghum productivity depending on the cutting interval and regrowth

Objetivou-se avaliar a produtividade do sorgo forrageiro em função do corte e da rebrota com três intervalos de cortes. Utilizou-se um delineamento experimental em blocos ao acaso, com três parcelas subdivididas, com quatro repetições. Adotou-se três tratamentos: T1 – APIC – antes do ponto ideal de corte; T2 – PIC – ponto ideal de corte; T3 – DPIC – depois do ponto ideal de corte. A germinação do sorgo ocorreu entre o 5º e 7º dia, após o plantio, notou-se que houve diferença significativa na velocidade de crescimento inicial das plântulas de sorgo. A emergência da panícula iniciou-se aos três meses, após o plantio, porém a emergência total ocorreu aos 120 dias. Verificou-se que para a produção de biomassa verde no corte obteve média significativa de 39.761,9 toneladas de massa verde por hectare, enquanto que na rebrota foi de 53.571,42, valores esses significativos. Após os cortes das rebrotas (segundo corte), comparando-se a produção de biomassa verde nos três blocos observa-se que foram superiores em relação primeiro corte. Entretanto, o bloco 2 (PIC) da rebrota obteve maior produção com 60.714,28 t quando comparado aos blocos 1 e 3 com produção de 54,285,71 t e 45.714,28 t respectivamente. Nota-se, que a produtividade quanto ao rendimento médio de massa verde dos três períodos de cortes da rebrota em relação aos três períodos de cortes do primeiro demostra que houve diferença significativa na produtividade. A produtividade foi influenciada pela época de cortes, entretanto, os cortes da rebrota propiciaram maior rendimento comparando-se as produtividades de massa verde.
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Doses de adubação or gânica e convencional no desenvolvimento e produtividade na cultura do jambu

Doses de adubação or gânica e convencional no desenvolvimento e produtividade na cultura do jambu

As análises dos resultados da produção da biomassa verde da parte aérea mostra que a adu- bação NPK proporcionou os melhores resultados quando combinada com a aplicação de 75 % do adubo orgânico, tanto com calagem quanto sem a calagem, evidenciando que com 75 % de adubo orgânico e com adubação NPK, o fósforo nutriente limitante para as principais culturas tem um efeito positivo na promoção de ganho de biomassa (Tabela 1). Esse resultado é plausível, pois devido ao alto poder tampão do solo, a adição da matéria orgânica permite corrigir alguns problemas de exces- sos e deficiências de nutrientes e de micronutrientes, muitos dos quais formam quelatos, regulando a disponibilidade para as plantas (SOUZA; ALCÂNTARA, 2007).
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Crescimento de espécies de Brachiaria sob déficit hídrico e alagamento a campo.

Crescimento de espécies de Brachiaria sob déficit hídrico e alagamento a campo.

total, foram constituídas de oito linhas de 2 m de comprimento, com espaçamento entre linhas de 0,25 m. Dezenove dias após corte de uniformização, a área localizada na baixada foi submetida ao alagamento de uma lámina d’àgua de 56 mm de água, por 30 dias; simultaneamente, suspendeu-se a irrigação na área de encosta sob déficit hídrico. O alagamento foi mais prejudicial às características morfogênicas que déficit hídrico. Enquanto a taxa de alongamento foliar de todas as espécies foi mais baixa sob alagamento, as taxas de aparecimento e senescência foliares responderam ao estresse hídrico conforme a espécie. A taxa de aparecimento de folhas foi mais comprometida pelo alagamento apenas em B. dictyoneura, B. mutica e B. brizantha cv. Marandu. As maiores taxas de senecência de folhas ocorreram sob alagamento, particularmente em B. decumbens, B. brizantha cv. Marandu e B-11. Os estresses hídricos tiveram efeitos diferenciados sobre as características produtivas das espécies. A produção de biomassa verde aérea foi maior em B-11 sob regime de déficit hídrico, enquanto em B. dictyoneura e B. mutica, observou-se tendência de valores mais altos sob regime de alagamento. O índice de área foliar foi mais alto sob deficit hídrico, apenas em B. brizantha Marandu e B-11. A população de perfilhos basilares foi maior sob alagamento apenas em B. dictyoneura.
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Aplicação de dessecantes na cultura de soja: teor de umidade nas sementes e biomassa nas plantas

Aplicação de dessecantes na cultura de soja: teor de umidade nas sementes e biomassa nas plantas

aplicações dos dessecantes, nas diferentes épocas do ano de 1997/98, encontra-se na Tabela 2. A diferença significativa para o fator épocas em todas as características avaliadas, menos na biomassa seca de caule+ramos, confirma que as aplicações dos dessecantes ocorreram quando a cultura se encontrava em estádios de desenvolvimento diferentes, ou seja, R 6 , R 7 e R 8 . Não se observou o mesmo para dessecantes, indicando a homogeneidade de desenvolvimento das plantas (novamente aplicados em alvos semelhantes), e também não houve efeito significativo da interação entre épocas e dessecantes. Nas folhas, verificou-se novamente diminuição dos valores de biomassa verde e seca à medida que avançaram as épocas de aplicação, fato esse ocorrido naturalmente, devido à perda de água e/ou queda de folhas por causa da senescência das plantas. A variá- vel biomassa seca de vagens foi máxima na terceira época de aplicação (15/03), diferindo significativamente das aplicações anteriores, indicando talvez o melhor momento da aplica- ção de dessecantes e o ponto de maturidade fisiológica das sementes.
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SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE Erythrina velutina Willd.

SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE Erythrina velutina Willd.

Erythrina velutina Willd. (Fabaceae) é utilizada na medicina tradicional do nordeste brasileiro por suas propriedades sudorífica, calmante, emoliente, peitoral e anestésica local. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de diferentes substratos e sombreamento na produção de mudas de Erythrina velutina. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 5 x 2 (cinco substratos e dois sombreamentos), com quatro repetições e 10 plantas na parcela. Os substratos foram arisco, arisco + esterco bovino 2:1 v/v, arisco + esterco bovino 3:1 v/v, areia + esterco bovino 2:1 v/v e areia + esterco bovino 3:1 v/v. Os sombreamentos foram pleno sol (0% de sobreamento) e 50% de sombreamento. As características avaliadas foram o diâmetro do coleto, altura, área foliar, biomassa verde e seca das raízes e da parte aérea, relação altura/diâmetro e índice de qualidade de Dickson. Não houve diferença significativa para o diâmetro entre os diferentes substratos. O ambiente a pleno sol favoreceu o diâmetro e a biomassa das raízes, enquanto a altura foi favorecida pelo ambiente sombreado. Os substratos com esterco bovino curtido em sua composição favorecem o desenvolvimento das plantas de Erythrina velutina. Mudas de maior qualidade são produzidas a pleno sol e no substrato arisco + esterco bovino curtido na proporção 2:1. Palavras-chave: plantas medicinais; propagação; matéria orgânica; Caatinga.
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Estacionalidade e estabilidade de produção de forragem de progênies de Brachiaraia ruziziensis.

Estacionalidade e estabilidade de produção de forragem de progênies de Brachiaraia ruziziensis.

biomassa verde e seca foram 86,4 e 74,8% superiores, respectivamente, àquelas observadas na seca. Esses resultados concordam com outros trabalhos realizados com leguminosas (LÉDO et al., 2005; MOREIRA et al., 1996) e gramíneas (BOTREL et al., 2002; SOARES FILHO et al., 2002; COSTA et al., 2005), confirmando o predomínio da produção da forragem, durante a época das águas. Botrel et al. (2002), avaliando 16 gramíneas forrageiras nas condições da Zona da Mata de Minas Gerais, incluindo a B. ruziziensis, observaram que apenas 26%, em média, da produção de
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Efeito da irrigação inicial na profundidade de lixiviação do herbicida s-metolachlor em diferentes tipos de solos.

Efeito da irrigação inicial na profundidade de lixiviação do herbicida s-metolachlor em diferentes tipos de solos.

Pode-se verificar, pela Tabela 3, que o s-metolachlor se concentrou quase que total- mente na profundidade de 0-5 cm, independen- temente do manejo da irrigação. No entanto, quando se utilizou a irrigação posterior à apli- cação do herbicida, ocorreu maior toxicidade à planta indicadora (quase o dobro), eviden- ciando que o s-metolachlor ficou mais disponí- vel nesse manejo. Essa diferença nos sintomas de injúria causada pelo tipo de irrigação não se confirmou estatisticamente em relação à altura de plantas, biomassa seca de raízes, biomassa seca de parte aérea e biomassa seca total. Entretanto, em todas as avaliações houve tendência de maior dano provocado pelo s-metolachlor quando a irrigação inicial foi realizada após a aplicação do herbicida, princi- palmente na profundidade de 0-5 cm. Também, verifica-se pela Tabela 3 que o s-metolachor não afetou o estande de plantas, ou seja, não impediu a emergência das plantas indicadoras (mesmo sensíveis) nesse solo.
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ROCHAS ORNAMENTAIS: ALTERABILIDADE DOS GNAISSES ENDERBÍTICOS NO ENSAIO DE LIXIVIAÇÃO CONTÍNUA ATRAVÉS DO EXTRATOR SOXHLET

ROCHAS ORNAMENTAIS: ALTERABILIDADE DOS GNAISSES ENDERBÍTICOS NO ENSAIO DE LIXIVIAÇÃO CONTÍNUA ATRAVÉS DO EXTRATOR SOXHLET

Essas rochas ainda não são exploradas comercialmente e se apresentam na forma de matacões e maciços. Recebem as denominações: Verde Netuno, Verde Santa Cruz e Verde Choró e são provenientes, respectivamente, das regiões de Itapipoca, Granja e Chorozinho. Os enderbitos foram selecionados dentre os litotipos metamórficos encontrados nas respectivas regiões por apresentarem características estéticas (cor) e quantitativas (volume) aceitas para utilização no setor de rochas ornamentais. Embora os parâmetros tecnológicos dos tipos rochosos possam diferir os limites aceitáveis e adequados a cada uso são comuns. Assim, um melhor desempenho na quantificação dos parâmetros tecnológicos se torna cada vez mais significativo.
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Análise da eficiência da biomassa de banana verde como complemento alimentar na melhora da constipação em pacientes funcionais e associada ao pós-operatório da Doença de Hirschdprung

Análise da eficiência da biomassa de banana verde como complemento alimentar na melhora da constipação em pacientes funcionais e associada ao pós-operatório da Doença de Hirschdprung

Introdução: A constipação intestinal é uma queixa extremamente comum em pediatria e está cada vez mais em ascensão. Defecações dolorosas, em 95% dos casos, causam postura retentiva, que podem provocar distensão progressiva da ampola retal, podendo levar ao escape fecal involuntário. Como tratamento inicial, é necessário treinamento e programação das evacuações, e dieta balanceada. Quando não há resposta aos tratamentos, é fundamental considerar sua forma orgânica (5%), sendo a Doença de Hirschsprung o diagnóstico de maior incidência. Seu tratamento é sempre cirúrgico. No entanto, no pós-operatório, parte dos pacientes evolui com constipação crônica. O papel da fibra alimentar na prevenção e no tratamento tem sido discutido com frequência devido aos benefícios à saúde. O amido resistente, encontrado em alguns alimentos, como na banana verde tem sido estudado devido aos potenciais benefícios à saúde humana. Por não ser digerido e não absorvidos no intestino delgado, apresenta comportamento semelhante aos das fibras alimentares.
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TRADUZIR CESÁRIO VERDE - CESÁRIO VERDE INTRADUZÍVEL

TRADUZIR CESÁRIO VERDE - CESÁRIO VERDE INTRADUZÍVEL

Eis porque tristezza, spleen, Traurigkeit, taciturnité, dificilmente equivalem à “soturnidade” expressa por Cesário Verde no segundo verso do seu poema. O termo utilizado pelo poeta, aparentemente intraduzível, parece, ao contrário das propostas italiana, inglesa, alemã e francesa, abranger algo mais do que apenas um sentimento, pois também evoca a atmosfera sombria, silenciosa, lúgubre, abafadiça, das ruas de Lisboa, isto é, não só reflecte o mundo sensitivo do poeta, como também, e simultaneamente, apela ao mundo sensitivo do receptor do texto, conhecedor da capital portuguesa 15 .
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Sistema automático de alimentação de biomassa em um gaseificador de fluxo concorrente

Sistema automático de alimentação de biomassa em um gaseificador de fluxo concorrente

Uma forma de energia considerada renovável e com menor impacto ambiental é a proveniente da biomassa, pois, no seu ciclo de conversão em energia por combustão ocorre a liberação de dióxido de carbono, que é utilizado no processo de fotossíntese dos vegetais. A biomassa é definida como todo material constituído principalmente de substâncias orgânicas de origem animal e vegetal. Alguns exemplos de biomassas consideradas tradicionais são, resíduos animais, agrícolas e florestais. Também temos a biomassa, que é muito presente nos tempos atuais, composta por matéria orgânica de resíduos domésticos e industriais (CORTEZ, GOMEZ e LORA, 2008).
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Influência da luz sobre o crescimento e a produção de biomassa de Ruppia maritima L. em cultivo experimental.

Influência da luz sobre o crescimento e a produção de biomassa de Ruppia maritima L. em cultivo experimental.

durante 40 dias. A longevidade de novas folhas produzidas foi determinada e a formação de folhas, raízes e “ramets” registrada diariamente. As respostas de crescimento de R. maritima variaram em função dos níveis de irradiância, durante as condições de cultivo experimental, com as plantas apresentando diferentes estratégias de adaptação aos diferentes regimes de luz testados. Em irradiância de 40 µmol m -2 s -1 , a longevidade (57,7 ± 2,7 dias) e o comprimento final das folhas (11,5 ± 0,3cm) foram maiores, embora a biomassa aérea

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Acúmulo foliar de enxofre e suas relações com alterações no crescimento de plantas jovens de Tibouchina pulchra Cogn. (Melastomataceae) expostas nas proximidades do polo industrial de Cubatão, SP.

Acúmulo foliar de enxofre e suas relações com alterações no crescimento de plantas jovens de Tibouchina pulchra Cogn. (Melastomataceae) expostas nas proximidades do polo industrial de Cubatão, SP.

Além disso, a concentração de um elemento em folhas é uma medida relativa entre a quantidade absorvida do elemento e a quantidade de biomassa produzida, podendo haver uma diluição do elemento no interior de uma planta que apresentar intenso crescimento. Esse efeito da diluição pode ser verificado no presente estudo, na terceira exposição, período em Tabela 4. Valores médios de biomassa de folhas, caules+ramos e raízes (g de massa seca) e razão entre biomassa de raízes e biomassa da parte aérea (raiz/parte aérea), com respectivos desvios padrões (DP), em plantas jovens de Tibouchina pulchra expostas nos diferentes locais e períodos, na região de Cubatão (n = 10). Médias seguidas por letras iguais na coluna, em cada exposição e para cada variável de biomassa, não são significativamente diferentes (Teste de Student-Newman-Keuls, p < 0,05). A porcentagem de alteração foi calculada em relação ao valor médio obtido em plantas expostas na localidade controle (RP); (+) :
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FERTILIZANTE DE LIBERAÇÃO LENTA NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE Anadenanthera peregrina (L.) Speg. (ANGICO-VERMELHO) E Schinus terebinthifolius Raddi (AROEIRA-VERMELHA).

FERTILIZANTE DE LIBERAÇÃO LENTA NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE Anadenanthera peregrina (L.) Speg. (ANGICO-VERMELHO) E Schinus terebinthifolius Raddi (AROEIRA-VERMELHA).

parte aérea (BSPA), biomassa seca da raiz (BSR), biomassa seca total (BST) e os índices de qualidade de muda analisados foram a relação entre altura e diâmetro do colo (H/DC) e o índice de qualidade de Dickson (IQD) (DICKSON, LEAF e HOSNER, 1960 citado por BINOTTO, 2007). Após verificação dessas variáveis foi calculada a dose de máxima eficiência técnica (DMET) a partir da equação de regressão linear para cada variável estudada em função da dose de FLL aplicada.

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Período de descanso, características estruturais do dossel e ganho de peso vivo de novilhos em pastagem de capim-mombaça sob lotação intermitente.

Período de descanso, características estruturais do dossel e ganho de peso vivo de novilhos em pastagem de capim-mombaça sob lotação intermitente.

RESUMO - Em pastagem de capim Panicum maximum cv. Mombaça, avaliou-se o efeito de dois períodos de descanso, definidos pelo tempo necessário para a expansão de 2,5 e 3,5 novas folhas/perfilho, sobre as características estruturais do dossel – altura, massa de forragem verde, de folha verde ede colmo, relação folha/colmo e índice de área foliar (IAF) – e a produção animal. Realizou-se, ainda, o acompanhamento do efeito do momento de pastejo (entrada e saída dos animais) e dos ciclos de pastejo (1 o , 2 o e 3 o ciclos) sobre a evolução das características do dossel e sobre a oferta de forragem (OF). A área experimental foi dividida em seis e sete piquetes para os tratamentos 2,5 e 3,5 novas folhas, respectivamente. Os tratamentos foram dispostos em delineamento inteiramente casualizado, com duas repetições. Os períodos de descanso estudados interagiram com os ciclos e os momentos de pastejo, mas não tiveram efeito sobre as características estruturais do dossel, à exceção da relação folha/colmo, que foi mais larga nos piquetes sob o menor período de descanso somente no momento de entrada dos animais nos piquetes, comprovando efeito negativo dos períodos de descanso sobre essa variável. As características estruturais cresceram com a sucessão dos ciclos de pastejo, de modo que os valores mais altos corresponderam ao terceiro ciclo de pastejo, à exceção da altura do dossel, que ocorreu no 2 o ciclo. O momento de pastejo teve efeito sobre todas as características estudadas, cujos valores foram mais altos à entrada dos animais, à exceção da massa de colmo. A OF decresceu durante o período de pastejo, alcançando valor mínimo de 10,6% do peso vivo. O ganho diário médio atingiu valores de 824 e 760 g/nov./dia, respectivamente, em piquetes sob os períodos de descanso de 2,5 e 3,5 novas folhas/perfilho, que apresentaram taxa de lotação de 3,65 e 3,53 novilhos/ha e ganhos de peso vivo em torno de 433 e 371 kg/ha.
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Estratégias para a produção contínua de hidrogênio em reator anaeróbio de leito ...

Estratégias para a produção contínua de hidrogênio em reator anaeróbio de leito ...

Siriwongrungson et al. (2007) afirmaram que bactérias homoacetogênicas podem estar presentes em ambientes anaeróbios, tais como o lodo dos reatores usados para o tratamento de esgoto sanitário, o qual é geralmente usado como inóculo de reatores acidogênicos produtores de hidrogênio. Como algumas bactérias homoacetogênicas são formadoras de esporos, o choque térmico, como pré-tratamento do inóculo, é uma técnica ineficiente para sua inibição (KIM, HAN e SHIN, 2006). Dinamarca e Bakke (2009) sugerem que o estabelecimento das bactérias homoacetogênicas está relacionado com o crescimento e a idade do lodo, pois foi observado que o desenvolvimento de biofilme nas paredes e acúmulo de biomassa no reator coincidiu com o decréscimo na produção de hidrogênio e aumento da geração de ácido acético.
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Desenvolvimento de uma unidade pirolítica com reator de cilindro rotativo: obtenção de bio-óleo

Desenvolvimento de uma unidade pirolítica com reator de cilindro rotativo: obtenção de bio-óleo

A demanda por fontes alternativas de energia impulsiona o desenvolvimento tecnológico de tal forma que muitos combustíveis e processos de conversão energética, antes julgada como inadequados ou mesmo inviáveis, são agora concorrentes de combustíveis e processos ditos tradicionais. Assim, a biomassa exerce um papel relevante, sendo considerada uma das fontes de energia renovável mais importante de nosso planeta. A biomassa contribui com 29,2 % de todas as fontes renováveis de energia. A participação de energia de biomassa do Brasil na OIE é de 13,6 %, sendo bem superior a média mundial de participação. Vários tipos de processos de pirólise vêm sendo estudados nos últimos anos, destacando-se o processo de pirólise rápida de biomassa para obtenção de Bio-óleo. Os processos contínuos de pirólise rápida, mais investigados e aprimorados são os de leito fluidizado e leito ablativo, entretanto vem sendo estudados e desenvolvidos outros tipos, visando obter um bio-óleo de melhor qualidade, com maior produtividade, menor consumo de energia, maior estabilidade e confiabilidade de processo e menor custo de produção. A estabilidade do produto Bio-óleo é fundamental para a concepção de dispositivos consumidores, tais como queimadores, motores de pistão e turbinas. O presente estudo foi motivado para a produção de Bio-óleo, através da conversão da biomassa vegetal ou do aproveitamento de seus resíduos industriais e agrícolas, sendo apresentada uma proposta alternativa de processo de pirólise termoquímica, aproveitando a vantagem dinâmica das partículas no leito rotativo o que favorece a razão de contato gás-sólido e a transferência de calor e massa. O pirolisador foi projetado para operar em processo contínuo, contendo um alimentador de dois estágios, um sistema desagregador da biomassa integrado com um separador de finos de carvão e um sistema de condensação de vapores pirolíticos. O Protótipo foi submetido a ensaios com serragem de madeira, utilizando um planejamento experimental completo em dois níveis para investigar a sensibilidade dos fatores: temperatura do processo, fluxo de gás de arraste e velocidade de centrifugação em relação ao rendimento mássico de Bio-óleo. O melhor resultado foi obtido na condição de 570
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Crescimento de bulbos de calla cultivados em substrato em função do nível freático

Crescimento de bulbos de calla cultivados em substrato em função do nível freático

Não ocorreram diferenças significativas estatisticamente pela análise de variância (tabela 29), no entanto verifica-se que no tratamento com lençol freático a 31 cm ocorreu melhor aproveitamento da água consumida pela planta. Considerando-se todos os resultados obtidos para o tratamento – lençol freático a 31 cm, a área foliar máxima foi de 1087,4 cm2, o número de folhas foi 13,8 folhas por bulbo e a massa verde final média do bulbo foi 223,8 g, ou seja, a planta não dispendeu energia desenvolvendo demasiadamente a área foliar e concentrou-se no acúmulo de massa do bulbo, sendo este o resultado mais interessante tendo em vista o enfoque do presente estudo, que foi justamente checar o incremento na massa verde final dos bulbos quando cultivados em diferentes níveis freáticos.
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Crescimento e parâmetros cinéticos de absorção de amônio e nitrato por mudas de Eucalyptus spp submetidas a diferentes relações amônio/nitrato na presença e ausência de fósforo.

Crescimento e parâmetros cinéticos de absorção de amônio e nitrato por mudas de Eucalyptus spp submetidas a diferentes relações amônio/nitrato na presença e ausência de fósforo.

Mesmo com menor altura, as plantas de E. urophylla produziram maior biomassa de caule, folhas e raízes que as de E. camaldulensis em todas as relações amônio/nitrato (Quadro 1). Maior produção de biomassa ocorreu no meio amoniacal para E. urophylla, diminuindo a produção de todos os componentes com o aumento da proporção de nitrato no meio. Para E. camaldulensis, a maior produção obtida no meio amoniacal foi superior à obtida com o meio misto (N-50%), enquanto o meio nítrico resultou em menores produções (Quadro 1). Para ambas as espécies, o índice obtido pela relação biomassa da parte aérea/biomassa das raízes (PA/R) foi menor com o aumento da proporção de nitrato no meio, evidenciando o maior investimento relativo em produção de raízes do que de parte aérea, confirmando resultados obtidos com Eucalyptus grandis (Ferreira, 1986). É possível que o maior índice para meio amoniacal esteja indicando maior eficiência energética do sistema radicular nessa condição. O índice para biomassa foliar/biomassa de raízes (F/R) também mostrou maior produção relativa de raízes com o aumento da proporção de nitrato (Quadro 1). Isto pode estar relacionado com a maior demanda no processo de redução do nitrato nas raízes, bem como com o aumento da demanda
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