Botânica - classificação

Top PDF Botânica - classificação:

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

O gênero Arachis compreende 81 espécies descritas distribuídas em nove seções taxonômicas e embora sejam feitos muitos estudos, ainda há uma dificuldade de interpretação taxonômica correta no gênero. O uso de ferramentas da biologia molecular em conjunto com análises morfológicas podem agregar informações valiosas sobre a identificação de quatro espécies e contribuir para a classificação taxonômica do gênero. Foram realizadas cinco expedições de coleta de germoplasma de espécies silvestres de Arachis, totalizando quatro novos acessos de A. burkartii e quatro de A. retusa. A coleta de novos materiais é extremamente importante por ampliar o conhecimento da variabilidade e conhecer a distribuição geográfica das espécies do gênero. O dados obtidos sugerem que a seção Heteranthae é a mais basal do grupo. Arachis burkartii está geograficamente isolada, apresenta características citogenéticas e da morfologia floral distintas das demais espécies que com ela compartilham rizomas, e portanto não apresentou relação direta com a seção Rhizomatosae. Arachis retusa foi alocada entre as demais espécies da seção Extranervosae, apesar de aspectos morfológicos não esclarecidos a associarem com a seção Heteranthae. Arachis sesquijuga e A. spiralifolia foram, molecularmente, alocadas entre as espécies das seções Erectoides, Trierectoides e Procumbentes, que não se mostraram monofiléticas.
Mostrar mais

82 Ler mais

A BOTÂNICA SOB O OLHAR DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

A BOTÂNICA SOB O OLHAR DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

O entrevistado A4 sugeriu o estudo do Reino Plantae em um local em que haja contato direto com os vegetais, a fim de conhecer as características das diferentes espécies, utilizando como estratégia para isso, trilhas ecológicas. Há coerência entre o conteúdo, espaço a ser utilizado e estratégia de ensino em que ele sugere. O uso de trilhas pode ser bastante eficaz uma vez que pode se constituir como laboratório vivo, possibilitando contato direto com os vegetais. A5 gostaria de estudar o processo de diferenciação celular na sala de aula ou no laboratório da escola, dando enfoque ao estudo do mesênquima, comparando e mostrando os dois tipos. Essa sugestão parece um tanto confusa, o aluno não deixa claro o conteúdo a trabalhar. Já A7 sugere a classificação geral dos vegetais, estudar em baixo da mangueira a função destes, sendo uma aula mais dinâmica em um local que haja contato direto com as plantas. Os conceitos propostos não estão coerentes com o conteúdo classificação, apontando que o aluno não consegue perceber as particularidades que deseja estudar. Apesar disso, o local com uma estratégia de aula dinâmica pode ser considerado relevante para o aprendizado uma vez que elucida o uso de espaços não formais, é notável a efetividade destes espaços para uma aprendizagem significativa.
Mostrar mais

12 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA LABORATÓRIO DE PRODUTOS NATURAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA LABORATÓRIO DE PRODUTOS NATURAIS

O estudo fitoquimico das espécies Angostura bracteata e Galipea carinata não levou ao isolamento de substâncias provavelmente devido ao tempo que os extratos das mesmas foram preparados, cerca de 10 anos cada. Entretanto, o levantamento bibliográfico dos alcaloides já isolados dos gêneros supracitados e do gênero Conchocarpus deu indícios de haver certo paralelismo entre a classificação botânica, proposta por Kallunki & Pirani (1998), baseada na morfologia das espécies com o perfil químico destas. Esse paralelismo é constatado apenas entre Conchocarpus e Angostura, já que nesses dois gêneros há um demasiado relato de alcaloides isolados, onde fica evidente a capacidade do gênero Angostura em biossintetizar alcaloides 2-alquil e 2-alquiarilquinolínicos, que não estão presentes no gênero Conchocarpus. Por sua vez, as espécies de Conchocarpus tem a capacidade de biossintetizar alcaloides acridônicos e indolquinazolínicos que não estão presentes em Agostura. O gênero Galipea, devido à nova classificação, passou a possuir poucos relatos de substâncias isoladas impossibilitando afirmar se os seus alcaloides 2-quinolona são restrito nas espécies desse gênero, além do fato desse tipo já ter sido isolado tanto em Angostura como na Conchocarpus, podendo ser um metabólito secundário comum na subtribo Galipeinae. Sendo assim, fica claro a necessidade de estudos fitoquimicos para um maior conhecimento do perfil químico deste gênero.
Mostrar mais

160 Ler mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA

Mesmo com trabalhos recentes feitos com as secções Heteranthae e Triseminatae, estas permanecem com classificação e circunscrição confusas quando, por exemplo, são analisadas suas diferenças e similaridades citogenéticas e moleculares, a morfologia dos estigmas e estiletes (Costa & al., 2011) e a morfologia da germinação (Rocha & al. 2011). A secção Heteranthae se distingue das demais fundamentalmente pela apresentação simultânea de flores de dois tipos, as flores normais com hipanto estendido e as flores cleistogamas., o que pode ser apenas um caráter adaptativo ao meio (Creste & al 2005; Silva, 2010). Os dois tipos de flores aéreas podem estar presentes tanto na base do eixo central, quanto ao longo dos ramos laterais. O avanço do conhecimento do gênero nas últimas décadas, pela coleta de dados e exemplares em áreas pouco exploradas, e o crescente aporte de resultados citogenéticos (Fernández & Krapovickas, 1994; Peñaloza & Valls, 2005, Lavia & al., 2008: 2009) sugerem que as secções Heteranthae e Triseminatae podem ter se estabelecidode modo artificial e suas espécies, adaptadas ao semiárido, podem ter vínculos com outras secções. (Valls, 2005; Carpes, 2010) Por ocasião do estabelecimento das secções no gênero, A. interrupta e A. seridoënsis não haviam sido descritas e pouco se conhecia da variação morfológica das outras espécies.
Mostrar mais

138 Ler mais

Dissertação apresentada ao programa de Pós- Graduação em Botânica como parte dos requisitos para obtenção do título de mestre em Botânica da Universidade de Brasília (UnB)

Dissertação apresentada ao programa de Pós- Graduação em Botânica como parte dos requisitos para obtenção do título de mestre em Botânica da Universidade de Brasília (UnB)

A altitude média é de 1100 m e conforme a classificação de Köpen o clima da região é do tipo Aw, sendo caracterizado por duas estações bem definidas (quente e chuvosa,) que ocorrem de outubro a abril, e outra fria e seca de maio a setembro (Nimer 1989). A temperatura média foi de 22,1ºC com precipitação média anual de 1468,6 mm para os últimos vinte e oito anos (Fig. 1), segundo dados meteorológicos da estação climatológica da Reserva Ecológica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Recor-IBGE), que é contígua a área de estudo. O solo predominante na área é o Latossolo vermelho-escuro, ácido a muito ácido, com alto teor de alumínio e baixos teores de cálcio e magnésio (Libano & Felfili 2006).
Mostrar mais

56 Ler mais

Descrição botânica de linhagens puras selecionadas de guandu.

Descrição botânica de linhagens puras selecionadas de guandu.

cores do caule, das flores e das sementes, pois os manuais de cores são de difícil obtenção e pouco práticos para utilização no campo. Neste estudo, utilizou-se o manual de cores para uma classificação mais eficiente e internacional- mente aceitável, porém, mantiveram-se os outros critérios para que todas as linhagens inicialmente selecionadas por Godoy et al. (1994, 1997) possam ser uniformemente caracterizadas.

7 Ler mais

Previsão de insolvência financeira: uma aplicação ao sector do calçado português

Previsão de insolvência financeira: uma aplicação ao sector do calçado português

A análise discriminante é uma técnica estatística que nasce nos anos 30 (Fisher, 1936) e teve por objectivo o tratamento de problemas de classificação no âmbito da botânica, mas rapida[r]

50 Ler mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA FERNANDA BARBOSA VIEIRA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA FERNANDA BARBOSA VIEIRA

De acordo com os caracteres anatômicos analisados, observou-se que os caracteres mais relevantes para distinguir as populações foram o número de fileiras de estômatos, papilas apenas n[r]

122 Ler mais

Algoritmo para classificação de plantas de milho atacadas pela lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda, Smith) em imagens digitais.

Algoritmo para classificação de plantas de milho atacadas pela lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda, Smith) em imagens digitais.

Verifica-se que a classe solo foi a que apresentou melhor classificação, ou seja, sem erros. A classe de blocos suspeitos apresentou 17,4% de erros de omissão (E.O.) e 21,7% de erros de comissão (E.C.), onde blocos de folhas foram classificados como suspeitos. Uma vez que a classe solo não apresentou erros, os erros de comissão da classe folhas foi de 17,4%, representados por blocos suspeitos classificados como folhas. O erro de omissão na classe de blocos suspeitos é mais grave que o erro de comissão, pois esses blocos serão processados novamente na etapa de classificação refinada e, na segunda etapa, este erro pode ser corrigido aumentando-se porém, o número de sub-blocos processados. Por outro lado, classificando-se um bloco suspeito como folha sadia, pode-se impedir que o programa identifique uma planta com sintomas de ataque pela lagarta do cartucho.
Mostrar mais

8 Ler mais

RESUMOS DE DISSERTAÇÕES E TESES

RESUMOS DE DISSERTAÇÕES E TESES

LOCAL: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Coordenação de Pesquisas em Botânica, Manaus-AM.. NÍVEL: Doutorado.[r]

5 Ler mais

Difundindo e popularizando a ciência por meio da botânica

Difundindo e popularizando a ciência por meio da botânica

Introdução: O projeto Difundindo e Popularizando a Ciência por meio da Botânica proporciona o contato de graduandos e pós-graduandos do Instituto de Biociências com alunos do ensino fundamental e médio, estreitando assim os laços entre a Universidade e a comunidade. Objetivos: Transmitir conhecimentos científicos por meio de atividades relacionadas à Botânica, na tentativa de despertar futuros cientistas para essa área de ciência. Métodos: o projeto se desenvolve por meio de oficinas que trabalham temas da área de Botânica. No primeiro contato os alunos são estimulados a pensar botânica e apontar dúvidas relativas á área. O conjunto dos assuntos abordados são organizados nas 4 áreas da botânica: morfologia, sistemática, fisiologia e ecologia. Em seguida os alunos são divididos em grupos que trabalharão em cada uma das áreas. No final das oficinas todos os assuntos estudados durante a semana são apresentados, por cada subgrupo, para o grupo todo, e assim as questões levantadas no primeiro dia são respondidas. Resultados: Durante as atividades os estudantes manifestam grande empolgação, onde fica evidente o processo de difusão e apropriação do conhecimento científico, o que possibilita um novo olhar sobre as plantas e suas relações com o meio ambiente. Estes também demonstram o desejo de repetir a oficina, onde mais assuntos possam ser abordados.
Mostrar mais

1 Ler mais

Mangostanzeiro: botânica, propagação, cultivo e utilização.

Mangostanzeiro: botânica, propagação, cultivo e utilização.

Plantas propagadas por sementes produzem os primeiros frutos aos oito anos de idade, enquanto plantas enxertadas iniciam a produção quatro anos após o plantio.. o mangostão é consumido [r]

8 Ler mais

Bibliografia Brasileira de Botânica,1971-1972

Bibliografia Brasileira de Botânica,1971-1972

Bibliometric analysis of the Brazilian botanical literature based on the Bibliografia Brasileira de Botânica, 1971-1972, focusing on serials and authors. Altogether, 406 papers from 82 serials and 599 authors were analysed amounting to 1.58 article/author. The analysis proved the existence of nonrepresentative nucleus of serials and a relatively low productivity of authors, despite the length of the period of literature analysed.

12 Ler mais

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE BOTÂNICA EM AMBIENTES NATURAIS

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE BOTÂNICA EM AMBIENTES NATURAIS

Nesse aspecto, consideramos que estratégias de ensino em Botânica como atividades de campo em ambientes naturais (fragmento florestal, reservas florestais, áreas de proteção ambiental, etc.) são potenciais ambientes que proporcionam a sensibilização pelo contato com os elementos bióticos e abióticos da natureza. Essa afetividade é um bom começo para motivar o aluno a aprender em uma proposta de visita, mas ainda não o suficiente para garantir a aprendizagem significativa. O apelo estético, por exemplo de uma floresta, influencia nas emoções e nos sentimentos e, por conseguinte, tem grandes chances de despertar interesse para aprender sobre o conteúdo científico da matéria.
Mostrar mais

9 Ler mais

Um caminho para a ciência: a trajetória da botânica Leda Dau.

Um caminho para a ciência: a trajetória da botânica Leda Dau.

Não me interessei em sair. Eu tinha apego e apreço enormes pelo Museu, pela forma como nos era permitido conduzir o trabalho com liberdade. O Museu é um núcleo muito interessante. Tem botânica em todas as áreas, zoologia em todas as áreas, antropologia em todas áreas – antropologia física, lingüística, antropologia social –, tem paleontologia, geologia, mineralogia. Ter tudo isso a sua volta é mui- to enriquecedor. É uma congregação de pessoas que interagem, ensi- nam e aprendem ao mesmo tempo. Essa convivência intensa nos prendeu ao Museu ao longo da vida. Criamos nossa independência também: Fernando foi embora e seguimos as nossas vidas. Participa- “Larguei as
Mostrar mais

21 Ler mais

O ENSINO DE BOTÂNICA EM ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES NO MUNICÍPIO DE BARCARENA, PARÁ, BRASIL

O ENSINO DE BOTÂNICA EM ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES NO MUNICÍPIO DE BARCARENA, PARÁ, BRASIL

RESUMO: As espécies vegetais do bioma Amazônia constituem uma ferramenta em potencial para subsidiar o processo de ensino-aprendizagem nas aulas de Botânica, que em sua maioria ocorrem de forma teórica, limitadas ao contexto escolar. O presente trabalho objetivou conhecer as práticas pedagógicas empregadas no ensino de Botânica na rede pública e particular no município de Barcarena, Pará, Brasil. Realizou-se a observação participante para se conhecer a estrutura e funcionamento das unidades escolares, assim como o cotidiano das turmas durante as aulas de Botânica. Foram aplicados questionários contendo perguntas abertas e fechadas aos professores e alunos do Ensino Médio. Observou-se que os conteúdos botânicos são vistos de forma superficial, sendo baseados na repetição de conceitos e listas de nomenclaturas científicas. A aula expositivo- teórica é a modalidade didática empregada por 84,6% dos professores e os demais (15,4%) realizam atividades práticas com as turmas. O conhecimento relativo às espécies vegetais usadas no dia a dia revelou que o professor dispõe de uma ferramenta adicional para trabalhar o conteúdo de Botânica de forma que o aluno seja protagonista da ressignificação dos conceitos.
Mostrar mais

10 Ler mais

Sistemas complexos: novas formas de ver a Botânica.

Sistemas complexos: novas formas de ver a Botânica.

Gradativamente, essas descobertas foram absorvidas e, com isso, a existência de dimensões fractais e fenômenos não lineares começaram a ser detectadas e apontadas em várias áreas das ciências, e a Botânica não é uma exceção. Uma estrutura anatômica, ao ser estudada, ainda possui as mesmas formas previamente descritas, desenhadas ou fotografadas pelos botânicos, mas o que muda quando se usam estas novas ferramentas é a interpretação de, por exemplo, como tal estrutura se desenvolveu ou de como ela foi moldada durante a evolução, ou ainda como tal estrutura afeta as relações daquele indivíduo com o seu ambiente. Na imensa maioria dos casos, nossas descrições de estruturas e mecanismos ainda são confortavelmente explicadas do ponto de vista estritamente linear e ainda que tais arcabouços intelectuais possam ser transpostos, no futuro, para visões mais amplas e modernas, as ferramentas intelectuais necessárias para implementar tal visão de fenômenos na área de ciências vegetais já estão disponíveis.
Mostrar mais

13 Ler mais

O ENSINO DE BOTÂNICA EM UMA ABORDAGEM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE

O ENSINO DE BOTÂNICA EM UMA ABORDAGEM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE

Segundo Chassot (2003) quando os conteúdos são meramente conjuntos de símbolos e conceitos distantes da realidade, o ensino não cumpre sua função de compreensão e transformação da realidade e nem educa para a cidadania. Este quadro não é motivador do ensino-aprendizado e não favorece uma visão integradora que relacione as experiências escolares com as realidades locais e planetárias. É em parte por isso que nós, professores de biologia, devemos nos preocupar e buscar práticas pedagógicas e currículos de botânica contextualizados com as realidades sociais, culturais, políticas, econômicas, ambientais locais e globais.
Mostrar mais

11 Ler mais

PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO A PARTIR DE UMA VISITA AO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO PARA PROMOÇÃO DO ENSINO DE BOTÂNICA

PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO A PARTIR DE UMA VISITA AO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO PARA PROMOÇÃO DO ENSINO DE BOTÂNICA

O ensino de Botânica, assim como de outras temáticas, passa por diversos problemas que vão desde a falta de infraestrutura das escolas ao desinteresse dos alunos e falta de motivação dos professores, fato comum a outros nichos de ensino. Alguns autores, como Zago et al. (2007), abordam essa problemática e propõem maneiras de reverter a situação. A implementação de atividades experimentais, a visita a ambientes com alta riqueza de recursos vegetais, como, por exemplo, Jardins Botânicos, a criação de ambientes plantados dentro das escolas (Jardins Didáticos), ou ainda a produção de recursos audiovisuais podem configurar-se em estratégias que gerem maior envolvimento de alunos e professores.
Mostrar mais

15 Ler mais

NAS TRILHAS DOS CAMPOS DOS TABAJARAS: BOTÂNICA E LITERATURA

NAS TRILHAS DOS CAMPOS DOS TABAJARAS: BOTÂNICA E LITERATURA

Este artigo discute a relação entre botânica e literatura no romance indianista Iracema: lenda do Ceará, escrito em 1865 por José de Alencar. O que se pretende mostrar a partir deste artigo, é a ocorrência de uma proposta de interpretação de leitura pelo prisma de uma visão contextualizada, uma vez que a natureza não está dissociada da história da humanidade e muito menos das manifestações culturais que a cerca. Neste contexto, o artigo apresenta um estudo sobre a flora descrita em um dos cenários da obra, Chapada de Ibiapaba – Ceará/Brasil, também conhecida nos pólos turísticos como Serra Grande.
Mostrar mais

13 Ler mais

Show all 3601 documents...

temas relacionados