Cadeias de abastecimento

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Abordagem híbrida de otimização/simulação para a gestão de cadeias de abastecimento flexíveis

Abordagem híbrida de otimização/simulação para a gestão de cadeias de abastecimento flexíveis

Para uma empresa ter um melhor entendimento do mercado e uma maior satisfação dos clien- tes, é necessário um bom desempenho da sua cadeia de abastecimento. Ter uma cadeia que permite responder com lead time reduzido aos pedidos dos clientes e adaptar-se às variações da procura, é essencial para o sucesso e sobrevivência da empresa. Isto advém do aumento da competitividade do mercado a nível global e da constante busca em reduzir custos e inventário. Por estas razões é necessário ter uma boa cadeia de abastecimento [18]. As características que separam uma boa ca- deia do resto são a eficiência em converter inputs em outputs, melhorar a utilização dos seus ativos e ainda proporcionar respostas de elevada qualidade aos clientes [8]. Para qualquer empresa que quer cumprir estas metas, a gestão de cadeias de abastecimento tornou-se uma questão estratégica essencial [19].
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Cadeias de abastecimento de biomassa : estudo de caso

Cadeias de abastecimento de biomassa : estudo de caso

Do estudo que foi feito, baseado na literatura existente, ficaram claras as diversas características que tornam as cadeias de abastecimento de biomassa únicas, nomeadamente, o baixo preço de venda do produto final (pellets) e os custos elevados, principalmente a nível do transporte. Para que se torne rentável a utilização deste tipo de energia renovável, é necessário que toda a cadeia de abastecimento esteja bem estruturada e otimizada. Outra das principais características da biomassa reside na sua sazonalidade. O período de tempo em que esta está disponível é bastante limitado e é determinado pelo período de colheita das culturas, pelas condições meteorológicas e pela necessidade de replantação dos campos e florestas. O facto de a biomassa ter uma baixa densidade, traz também a opção da mesma poder ser processada previamente (estilhar nos campos ou florestas) de modo a otimizar o seu transporte. O alto teor de humidade, no momento da recolha, é outro dos fatores importantes a considerar, pois pode trazer problemas (geração de fungos) a nível do armazenamento.
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Aplicação das TI na logística e a sua influência na melhoria da competitividade das empresas/cadeias de abastecimento

Aplicação das TI na logística e a sua influência na melhoria da competitividade das empresas/cadeias de abastecimento

Perante esta realidade, todas as empresas ambicionam diferenciarem-se dos seus concorrentes para vincarem a sua posição no mercado. A logística surge como uma ferramenta nuclear para ajudar as empresas a adquirir essa tão desejada posição de supremacia face aos concorrentes. O conceito de logística foi evoluindo ao longo do tempo, e possui cada vez mais um papel nuclear nas empresas devido à sua grande capacidade de responder às constantes flutuações do mercado. Um conceito que se encontra intimamente relacionado com a logística é a cadeia de abastecimento. Devido ao fenómeno da globalização, o nível de complexidade das cadeias de abastecimento tem vindo a aumentar, o que se traduz numa dificuldade acrescida para as empresas gerirem, de forma eficiente, uma rede complexa de entidades que podem encontrar-se geograficamente distantes o que dificulta a troca e a gestão de fluxos físicos, informativos e financeiros. É através da cadeia de abastecimento que as empresas conseguem estruturar e gerir mais facilmente as suas relações com os parceiros conseguindo alcançar vantagem competitiva.
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Paradigmas de gestão de cadeias de abastecimento e avaliação de desempenho: o caso particular do paradigma verde na indústria automóvel

Paradigmas de gestão de cadeias de abastecimento e avaliação de desempenho: o caso particular do paradigma verde na indústria automóvel

Página | 23 Redes de distribuição e operações de transporte também são características operacionais importantes que afectam a cadeia de abastecimento verde (Sarkis, 2003). Com o rápido aumento do comércio de longa distância, as cadeias de abastecimento estão cada vez mais envolvendo distâncias maiores, consumindo muito mais energia de combustível fóssil para transporte e emitindo muito mais dióxido de carbono do que algumas décadas atrás (Venkat, 2006). Cadeias de abastecimento lean normalmente têm emissões inferiores devido ao stock reduzido, mas o reabastecimento frequente geralmente tende a aumentar as emissões. Como as distâncias aumentam, é bem possível que lean e verde possam entrar em conflito, que poderão exigir modificações adicionais para a cadeia de abastecimento (possivelmente afastar da configuração ideal lean), se as emissões forem minimizadas (Venkat, 2006). Portanto, as cadeias de abastecimento lean podem ser também verdes, em alguns casos, mas não em todos. Para Arimura et al, (2009) empresas certificadas com a ISO 14001 têm capacidade de implementar a gestão de cadeia de abastecimento verde a um custo menor. Isto sugere que as empresas certificadas podem ser mais propensas à aplicação de práticas de gestão de cadeia de abastecimento verde, envolvendo os fornecedores a reduzir os seus próprios impactos ambientais.
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Tendências no ambiente das empresas e o seu impacte nas Cadeias de Abastecimento

Tendências no ambiente das empresas e o seu impacte nas Cadeias de Abastecimento

111 Assim sendo, torna-se clara a necessidade dos gestores e demais entidades responsáveis e/ou interessadas em focar os seus esforços nestas tendências, permitindo assim um melhor desenvolvimento das SCs deste setor, principalmente considerando as limitações previamente mencionadas na região em que se encontra inserida, pois as questões relativas a melhorias de infraestruturas, transporte e comunicação são as com mais necessidade de desenvolvimento. Como mencionado pelos representantes da empresa consultada, Cavibel S.A., a questão das infraestruturas é uma das mais abordadas e mais problemáticas para a realização de uma correta gestão das cadeias de abastecimento no setor da indústria transformadora. A situação atual fornece os mais diversos constrangimentos (como por exemplo o atraso na entrega das matérias-primas para a produção, que irá afetar toda atividade da organização, tendo impacte direto sobre a satisfação dos clientes) e cuja necessidade de maior investimento não deve ser ignorada.
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Análise da sustentabilidade nas cadeias de abastecimento agroalimentares

Análise da sustentabilidade nas cadeias de abastecimento agroalimentares

Após a revisão de literatura foi possível concluir que apesar de haver inúmeros estudos realizados, não existe um padrão consensual de como definir, planear e medir o progresso em direção à sustentabilidade nas cadeias de abastecimento tendo em conta as três dimensões da sustentabilidade (económica, ambiental e social). Através da análise dos relatórios de sustentabilidade e relatórios de contas das empresas identificadas no Dow Jones Sustainability Europe Index, foi possível identificar os aspetos que foram reportados por todas as empresas da amostra em simultâneo, tendo sido identificados 3 indicadores económicos, 4 indicadores ambientais e 10 indicadores sociais, tendo por base as diretrizes do GRI, a partir dos quais foi possível construir um quadro que pode servir de base para a monitorização e avaliação da sustentabilidade nesta área.
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Ambiente Colaborativo para Avaliação de Cadeias de Abastecimento

Ambiente Colaborativo para Avaliação de Cadeias de Abastecimento

Resumo: Neste trabalho é proposto um ambiente colaborativo que permite a medição do desempenho de uma cadeia de abastecimento (bem como o dos seus elos constituintes) no atual contexto empresarial caracterizado pela competitividade, turbulência e globalização dos mercados. Os índices propostos são genéricos e a sua adaptação a diferentes cadeias de abastecimento é imediata. As tecnologias da cloud são analisadas segundo a perspetiva das mais-valias que as podem promover enquanto suporte para o modelo de avaliação proposto. São ponderados os requisitos do modelo organizacional colaborativo proposto, resultando num modelo de dados flexível também apresentado. A utilidade do conceito é demonstrada com o desenvolvimento de um protótipo de aplicação na infraestrutura de cloud EC2 da Amazon.
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GESTÃO DE STOCKS EM CADEIAS DE ABASTECIMENTO MULTINÍVEL UTILIZANDO SIMULAÇÃO

GESTÃO DE STOCKS EM CADEIAS DE ABASTECIMENTO MULTINÍVEL UTILIZANDO SIMULAÇÃO

Daniel & Rajendran, (2005) testaram várias abordagens na avaliação do desempenho de um produto numa cadeia de abastecimento multinível dividida em 4 níveis (retalhista, distribuidor, fabricante e fornecedor). Foi aplicada a política de revisão cíclica em todos os níveis e foram assumidas várias configurações para a cadeia, que divergiam nos valores dos custos (de manutenção e rutura) e tempo (de entrega). Todas as estruturas foram otimizadas utilizando várias abordagens (algoritmo genético e procedimentos de pesquisas aleatórias). A análise concluiu que a diferença entre os resultados obtidos através de algoritmos genéticos e os obtidos através dos outros procedimentos não era significativa.
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A Liderança e a Colaboração em Organizações e Cadeias de Abastecimento

A Liderança e a Colaboração em Organizações e Cadeias de Abastecimento

As mudanças têm vindo a acontecer a um ritmo cada vez maior o que exige às organizações que estejam preparadas para enfrentar situações novas, tanto a nível do mercado como [r]

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O desenvolvimento estratégico e estrutura das supply chains na H&M e INDITEX/ZARA

O desenvolvimento estratégico e estrutura das supply chains na H&M e INDITEX/ZARA

A indústria do vestuário/moda é caracterizada por ciclos de vida curtos, volatilidade, procura imprevisível, inúmeras variedades de produtos, processos de fornecimento longos e inflexíveis e complexas cadeias de abastecimento. Este sector encontra-se no estado de maturidade, pelo que, o investimento em inovação e o poder da marca tornam-se factores fundamentais de diferenciação. Os consumidores procuram cada vez mais produtos de vestuário que aliem preço baixo a estilo. Nesse sentido, as empresas têm explorado novas aproximações, que vão desde clubes de retalho (vendem uma ampla variedade de produtos, pagando os clientes, uma taxa anual de sócio para poderem comprá-los) até à integração vertical.
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Os 3PLs a operar em Portugal e a sustentabilidade ambiental

Os 3PLs a operar em Portugal e a sustentabilidade ambiental

procura sensibilizar todo o tipo de pessoas que emprega para importantes questões ambientais utilizando, por exemplo, peças de teatro. Quanto a fatores externos, o cumprimento da legislação, embora seja importante para a empresa não prejudicar a reputação e imagem de respeito pelo ambiente que tem no mercado, não é um dos fatores com mais peso na decisão de adotar práticas de CAV. A entrevistada considera que a legislação ambiental em Portugal nalguns aspetos é mais rigorosa do que noutros países da Europa, no entanto, não é implementada. “Não deve haver mais legislação, mas sim mais fiscalização e consequências para o seu o incumprimento”, afirmou. É muito raro os clientes fazerem à empresa pedidos que exijam alterações nos serviços prestados e/ou cooperação em prol de uma maior sustentabilidade ambiental, pois o foco destes, na opinião da entrevistada, continua a estar muito na parte económica e não na parte ambiental. Esta referiu sentir que, infelizmente, o mercado aprecia a preocupação ambiental, no entanto não a considera um fator de seleção nem está ainda disposto a pagar mais pelos serviços de um operador que a tenha. Assim, ao invés de refletir nos preços que pratica o seu esforço ambiental, a empresa aposta em marketing no sentido de dar a conhecer ao mercado esse esforço e fazer com o mesmo possa ser considerado um fator de desempate no caso de outros operadores terem preços semelhantes. A empresa não sente pressão da concorrência para o desenvolvimento de soluções verdes para as cadeias de abastecimento. Do ponto de vista da entrevistada, enquanto que alguns grandes operadores logísticos estão a investir significativamente na diminuição do impacto ambiental das CA, os operadores de pequena dimensão não fazem praticamente nada nesse sentido. Esta comentou que “ou a adoção de determinadas práticas ambientais é um requisito legal ou se não houver uma exigência por parte de um cliente os pequenos operadores não irão ter uma cultura ambiental”.
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 CMG António Covita

CMG António Covita

O tema escolhido para o trabalho de investigação individual, “O Transporte Contentorizado” potencia a análise do panorama atual desta modalidade de transporte na qual merece particular atenção o papel nas cadeias de abastecimento, a importância dos instrumentos ao dispor das autoridades portuárias (AP), os fatores determinantes na escolha dos portos pelos diversos intervenientes no processo e o enfoque no papel que o porto de Sines, através do seu terminal de contentores, pode vir a desempenhar no quadro das Política Comum de Transportes, dando, pela sua ação, um contributo muito importante para o desenvolvimento da economia nacional.
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Pesqui. Oper.  vol.20 número1

Pesqui. Oper. vol.20 número1

O enfoque integrador da logística é cada vez mais reconhecido pelas empresas internacionais por seu potencial para reduzir custos e tornar-se mais competitiva sem sacrificar e muitas vezes priorizando o nível de serviço oferecido. Segundo reportam Rao et al (1994), relatório de pesquisa patrocinada pelo CLM (Council of Logistics Management) já a posicionava como parte integrante do planejamento estratégico, beneficiada pela ênfase dada nas últimas décadas ao serviço ao cliente e aos sistemas estruturados sob a ótica da política Just in Time. A estratégia logística vem sendo desde então reconhecida como instrumento para alavancar os negócios e como fator gerador de vantagem competitiva, possibilitando as almejadas reduções de custos ao longo dos canais de suprimento e distribuição de produtos e serviços (out-of- pocket costs). O seu planejamento afinado com a estratégia e os objetivos corporativos é um desafio cada vez maior para os seus gerentes, na medida em que a atuação atual da empresa integrada à de suas parceiras, constituindo as cadeias de abastecimento, aumentou a diversidade e a complexidade das decisões a serem tomadas. Rao et al (1994) enfatizam em sua pesquisa o uso da abordagem dos modelos hierarquizados como meio de obter a integração entre os elementos da estratégia logística e de desenvolvê-la de forma consistente com os objetivos corporativos. Segundo afirmam os pesquisadores, essa abordagem permite maior sucesso aos planos logísticos, ao ir além do processo de planejamento, englobando a gerência estratégica ou seja, a execução e o controle de funções, e a sua contínua melhoria, fazendo uso para isso de sistemas de apoio à decisão computadorizados.
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Gestão da cadeia de abastecimento numa empresa de produção de vestuário

Gestão da cadeia de abastecimento numa empresa de produção de vestuário

Segundo O'Marah (2001) a competição atual dos mercados não é baseada na competitividade entre empresas, mas sim baseada na competeitividade entre cadeias de abastecimento. [r]

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DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA ASSOCIADAS À DEGRADAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, MUNICÍPIO DE CARUARU - PE

DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA ASSOCIADAS À DEGRADAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, MUNICÍPIO DE CARUARU - PE

Essas condições estão diretamente relacionadas ao saneamento básico, além da sensibilização da população no que diz respeito ao problema. A deficiência no conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais de: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais, podem agravar a ocorrência dessa doença. As doenças determinadas por essas condições são denominadas Doenças Relacionadas a um Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAI) (COSTA et al., 2002). O Agreste de Pernambuco, região na qual o município de Caruaru está inserido, apresenta problemas de escassez hídrica, em parte, pelas condições climáticas. No entanto, a deficiência no saneamento básico tem repercutido na qualidade, agravando ainda mais a disponibilidade de água. A provisão de água para consumo humano implica que a população tenha acesso à água em quantidade suficiente para todos os fins e com qualidade compatível, aspectos indissociáveis na gestão dos recursos hídricos, segundo a Política Nacional de Recursos Hídricos (BRASIL 1997; BRASIL, 2015).
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Open Sistema de informações baseado nas características dos poços de abastecimento público em áreas urbanas litorâneas do Estado da Paraíba

Open Sistema de informações baseado nas características dos poços de abastecimento público em áreas urbanas litorâneas do Estado da Paraíba

As situações apresentadas anteriormente são problemáticas. A primeira traz desconforto e até risco de vida para a população urbana, já carente de habitação. Enquanto que a segunda pode ocasionar a impossibilidade do uso das águas do lençol freático devido à contaminação, podendo gerar até um colapso no sistema de abastecimento. Estas duas situações são apenas exemplos nos inúmeros problemas que podem ocorrer com a superexplotação ou explotação desordenada de aqüíferos. Esta preocupação é maior no ambiente urbano devido à grande concentração populacional e as maiores necessidades hídricas (indústrias, comércio, etc.).
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GESTÃO VERDE EM CADEIAS DE SUPRIMENTO: Estudo nas Cadeias de Suprimento Agroalimentares do Arroz e do Pêssego

GESTÃO VERDE EM CADEIAS DE SUPRIMENTO: Estudo nas Cadeias de Suprimento Agroalimentares do Arroz e do Pêssego

O problema de pesquisa para Oliveira (1997, p.106), caracteriza-se como “um fato ou fenômeno que ainda não possui resposta ou explicações, trata-se de uma questão sem solução e que é objeto de discussão, em qualquer área de domínio de conhecimento”. Nessa linha, o processo de investigação do trabalho parte do detalhamento do motivo de realizar a pesquisa (Por que pesquisar?). Nesse sentido, a pergunta de pesquisa que orienta o trabalho é: Como avaliar a efetividade da implementação das práticas verdes em cadeias de suprimento agroalimentares? O estudo enfoca duas cadeias agroalimentares específicas que, porém, se entrelaçam, já que várias partes das cadeias compartilham as mesmas operações. A literatura abrange um conjunto de práticas verdes, dimensões e construtos com diferentes modelos proprietários que procuram explicar um conjunto limitado e algumas vezes incompleto desses elementos. Um exemplo destes modelos é o de Srivastava (2007). O autor apresenta um modelo para avaliar as práticas verdes em cadeias de suprimentos, no entanto desconsidera um número significativo de práticas que têm se mostrado relevantes na literatura mais recente.
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Gestão de recursos hídricos em regiões semiáridas com alta variabilidade de deflúvios superficiais: análise comparativa entre o Ceará no Nordeste do Brasil e o Leste da Austrália

Gestão de recursos hídricos em regiões semiáridas com alta variabilidade de deflúvios superficiais: análise comparativa entre o Ceará no Nordeste do Brasil e o Leste da Austrália

Entre as décadas de 1870 e 1880, percebeu-se que os princípios dos direitos ribeirinhos não atenderiam o abastecimento de água garantindo a sustentabilidade das fontes hídricas e, à partir dos anos 1900, as limitações começaram a surgir. Problemas como escassez de chuvas, erosão de solo, destruição da vegetação e secas frequentes, aumentaram a preocupação de a oferta realmente não atender à demanda por água (NWC, 2011). E os termos de lei da nova Constituição Federal, aprovada em 1900, não tratavam das questões sobre os recursos hídricos. O único artigo da Constituição que tratava sobre a água era o artigo 100, que declarava ser de competência Federal “o controle dos leitos superficiais para navegação e uso das águas” (Roberts et. al., 2006). As competências do novo Governo Federal eram listadas no artigo 51, sendo muito amplas, abordando diversos temas, dentre eles: mercado e comercialização. Porem, nenhuma competência relacionava-se exclusivamente ao uso da água. Os poderes com relação à tarifação, comercialização entre os estados, negociações externas, apropriações, garantias, auxílio financeiro e outros eram subjetivos e generalizados.
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O uso de modelos ocultos de Markov no estudo do fluxo de rios intermitentes

O uso de modelos ocultos de Markov no estudo do fluxo de rios intermitentes

permite dizer que, o modelo de Aksoy, levou a resultados satisfat´orios tanto com as s´eries originais (Turquia), quanto em nossa implementa¸c˜ao com s´eries brasileiras. No entanto, trata-se de um modelo muito espec´ıfico e dif´ıcil de ser utilizado para inferˆencia (constru¸c˜ao de previs˜oes com margens de erro, por exemplo). As cadeias ocultas de Markov fornecem uma metodologia mais geral, e pass´ıvel de an´alise estat´ıstica. Por´em, na forma simples a qual implementamos, n˜ao obtivemos os resultados esperados mas acreditamos ser uma dire¸c˜ao correta.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA WELLINGTON DE QUEIROZ NEVES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA WELLINGTON DE QUEIROZ NEVES

Além desse efeito, as medidas Raman em cadeias encapsuladas por DWCNTs mostram que a frequência das cadeias diminuem à medida que o número de átomos de carbono da cadeia aumenta, ou seja[r]

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