Café - Produção de raízes

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DISSERTAÇÃO_Enraizamento de café arábica em sistema orgânico de produção

DISSERTAÇÃO_Enraizamento de café arábica em sistema orgânico de produção

Atualmente, as metodologias que são utilizadas para o enraizamento de estacas de café arábica utilizam hormônios vegetais para a indução das raízes. O grupo de reguladores de crescimento utilizado com mais frequência para este fim é o das auxinas que agem na ativação de células do câmbio vascular, promovendo a formação de raízes adventícias em estacas (HARTMANN et al., 2002). Os reguladores de crescimento como ácido naftaleno-acético (ANA), ácido indol-acético (AIA) e ácido indol-butírico (AIB) são utilizados para estimular o enraizamento ou nível de brotação das estacas. O AIB tem sido preferencial por não ser toxico e ser mais efetivo para a maioria das espécies (PIRES; BIASI, 2003). Porém, quando se diz respeito em formar mudas orgânicas, não pode utilizar moléculas sintéticas neste processo.
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Crescimento da planta e coloração das raízes com hematoxilina como critérios de avaliação de genótipos de café quanto à tolerância à toxidez de alumínio.

Crescimento da planta e coloração das raízes com hematoxilina como critérios de avaliação de genótipos de café quanto à tolerância à toxidez de alumínio.

A seleção de plantas tolerantes ao Al é uma alternativa para solos que apresentam Al em níveis tóxicos. Neste contexto, vinte e cinco genótipos de café foram estudados quanto à tolerância ao Al avaliada pela inibição no crescimento da parte áerea e das raízes e pelo teste de coloração das raízes com hematoxilina. Avaliou-se, também, a alocação do Al nas pontas das raízes. Após 35 e 75 dias de cultivo em solução nutritiva, na ausência ou presença de Al, foram avaliados o comprimento da raiz principal e, aos 80 dias, a produção de biomassa seca da parte aérea e das raízes. Os resultados expressos em percentagem de inibição causada pelo Al foram analisados pela técnica multivariada, e os genótipos foram separados em classes: tolerante, intermediária e sensível. O teste de coloração com hematoxilina foi realizado após 80 dias de cultivo em solução nutritiva, e os genótipos foram avaliados de acordo com a intensidade de coloração da ponta da raiz. Apenas três genótipos foram tolerantes ao Al e seis foram sensíveis, enquanto a maioria deles pertenceu à classe de tolerância intermediária. O teste de coloração com hematoxilina não permitiu a adequada diferenciação dos genótipos quanto à tolerância ao alumínio. Em cortes transversais das pontas das raízes do genótipo mais tolerante, observou-se a localização do alumínio apenas nas células epidérmicas, enquanto, no genótipo de tolerância intermediária, o Al localizou-se nas células epidérmicas e em várias camadas de células do córtex.
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Manejo intercalar de leguminosas perenes na cultura do café
em produção

Manejo intercalar de leguminosas perenes na cultura do café em produção

O amendoim- forrageiro (Arachis pintoi, Krap. e Greg.) é nativo do cerrado e apresenta potencial para uso como forrageira em pastagem e como cobertura verde em culturas perenes. É uma leguminosa herbácea perene e de crescimento prostado, apresentando estolões que se fixam ao solo por meio de raízes abundantes brotadas dos nós. Esta espécie possui sistema radicular pivotante que cresce em média até cerca de 30 cm de profundidade. As folhas são alternas, com dois pares de folíolos ovalados, glabros, mas com pêlos sedosos nas margens. O caule é ramificado, cilíndrico, ligeiramente achatado, com entrenós curtos e estolões que podem chegar a 1,5 m de comprimento (BARCELLOS et al., 2001).
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A produção de café em Timor-Leste e a sua comercialização

A produção de café em Timor-Leste e a sua comercialização

Desde o referendo de 1999, o desenvolvimento do sector do café em Timor Leste tem sido promovido por um conjunto de instituições, nomeadamente Ministério da Agricultura e Florestas, Ministério do Turismo, Comércio e Indústria, Organismo de Cooperação Internacional (Missão Agrícola Portuguesa, USAID, ONGS, Peace Winds, PARC, OXFAM) e sector privado através das empresas de transformação e exportação. As acções desenvolvidas têm contribuído para uma requalificação e mo- tivação dos agricultores, para a introdução de práticas culturais adequadas, para a substituição dos cafezais velhos através da replantação, para uma melhor qualidade através da melhoria no processamento feito pelos agricultores e pela certificação orgânica obtida por algumas empresas exportadoras. Dado que a cultura do café é permanente, os efeitos de algumas destas medidas não são sentidos no imediato mas darão os seus frutos no futuro. A metodologia de intervenção utilizada, junto dos agricultores, por algumas destas instituições é semelhante à desenvolvida pelos Serviços Agrícolas de Timor antes de 1975.
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AS METODOLOGIAS DE CUSTOS DE PRODUÇÃO DO CAFÉ E SUAS DIFERENCIAÇÕES NOS ÓRGÃOS PESQUISADORES

AS METODOLOGIAS DE CUSTOS DE PRODUÇÃO DO CAFÉ E SUAS DIFERENCIAÇÕES NOS ÓRGÃOS PESQUISADORES

A Educampo utiliza uma estrutura bastante semelhante a da CONAB com alguns detalhes diferentes como, por exemplo, a coluna porcentagem de custos operacionais efetivos e distribuição na coluna de variáveis. Apesar da semelhança entre as duas, os dados da Educampo são de mais difícil acesso, não são encontrados com tanto facilidade como o da CONAB, que fica disponível no endereço eletrônico da instituição, e do Agrianual, que pode ser encontrado no anuário disponilibilizado anualmente. Assim como a CONAB, a Educampo só divulga os custos de produção da fase produtiva da lavoura e seu custo total por hectare não é tão diferente das demais óticas.
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Influência da densidade de plantio e sistema de podas na produção de café.

Influência da densidade de plantio e sistema de podas na produção de café.

Quando foram usados espaçamentos largos na Mundo Novo, a adoção de poda tipo decote a 2 m de altura provocou diferenças consideradas significati- vas em relação ao livre crescimento (sem podas) apenas no segundo ciclo de podas, resultando em produções médias de 1.056,5 e 830,5 kg/ha de café beneficiado, nos cafeeiros a livre crescimento e nos decotados, respectivamente. Esse decréscimo na produtividade dos cafeeiros decotados pode ser atri- buído à diminuição da área produtiva causada pela poda (decote) executada após a sétima safra. Como no período subseqüente (terceiro ciclo de podas) as produções não diferiram significativamente, conclui- se que a aplicação de poda do tipo decote provoca redução de produção apenas no ano seguinte à sua realização; contudo, ao adotar essa prática, deve-se levar em consideração que ela promove maior facili- dade, e, conseqüentemente, maior rendimento da colheita, e em contrapartida necessita de desbrotas anuais para manter a altura das plantas.
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Leguminosas e plantas espontâneas em sistemas agroecológicos de produção de café

Leguminosas e plantas espontâneas em sistemas agroecológicos de produção de café

bioquímica das leguminosas Crotalaria spectabilis, Lablab purpureus, Cajanus cajan e de um conjunto de plantas espontâneas, em dois municípios com diferentes condições edafoclimáticas (Araponga e Pedra Dourada); e aprofundar a dinâmica de mineralização de C e N das leguminosas Crotalaria spectabilis, Lablab purpureus, Cajanus cajan e de um conjunto de plantas espontâneas, e as relações com a taxa de decomposição e a qualidade destes materiais vegetais nos dois municípios. Para isto, agricultores foram entrevistados e suas propriedades foram visitadas. Informações foram também coletadas durante encontros com os agricultores. Dezesseis espécies de plantas espontâneas apareceram como as mais comuns na lavoura de café. Quinze são utilizadas como cobertura do solo, duas como medicinal, três como alimento humano e uma como melífera. Uma única espécie pode ter mais de uma utilização pelo agricultor. Em relação às condições de fertilidade do solo, três são encontradas em solos com alta fertilidade, nove em fertilidade média, e quatro em fertilidade baixa. No que diz respeito à importância na nutrição do café, cinco têm muita importância, quatro têm importância média, e sete têm pouca importância. Das seis espécies que os agricultores deixam crescer nas áreas de cultivo, cinco delas têm importância para a nutrição do café, levando a crer que estas plantas cumprem um papel importante na ciclagem de nutrientes. L. purpureus apresentou menor produção de matéria seca (1,82 kg/ha) em Araponga, local com maior altitude, e os outros adubos não diferiram entre si e foram superiores à L. purpureus. Já em Pedra Dourada, todos os valores foram semelhantes. Em relação à composição química, os valores mais altos de N, em kg/ha, foram para C. cajan, que foi superior à L. purpureus, C. spectabilis e espontâneas. Os valores de P, K, Ca e Mg não diferiram entre todos os adubos verdes. C. spectabilis apresentou maior teor de nutrientes e L. purpureus, menor. Quanto à facilidade de decomposição, todas as leguminosas apresentaram-se com tendências semelhantes, à exceção de L. purpureus em Araponga, que se decompôs mais facilmente. Este material, por sua vez, possui relação PP/N maior, com o favorecimento, então, da decomposição em curto prazo. Pode-se concluir que as plantas espontâneas apresentaram-se com resultados semelhantes às leguminosas para composição química. Em geral, as taxas de decomposição foram maiores em menor altitude e em adubos com relação C/N, LG/PP, PP/N e (LG+PP)/N menores. Os maiores teores de C-CO 2 acumulados foram
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Potencial energético da gaseificação de resíduos da produção de café e eucalipto

Potencial energético da gaseificação de resíduos da produção de café e eucalipto

muito eficazes, não apenas para redução de alcatrão, mas também para a diminuição da quantidade de compostos nitrogenados como amônia. O conceito de gaseificação em dois estágios e injeção de ar secundário no gaseificador é de grande importância para a evolução da tecnologia (DEVI et al., 2003). Li e Suzuki (2009) apresentaram uma revisão sobre propriedades físicas e químicas do alcatrão, indicando que o controle e a conversão do alcatrão é uma questão chave para uma aplicação bem sucedida do gás derivado da biomassa. Sun et al. (2009) realizaram uma pesquisa experimental sobre a gaseificação de casca de arroz com ar circulante, e um dos parâmetros estudados foi o efeito do ar secundário na quantidade de alcatrão do gás de síntese. Os resultados obtidos mostraram que a quantidade de alcatrão é principalmente uma função da temperatura de gaseificação, decrescendo quando a temperatura no gaseificador está aumentando. Skoulou et al. (2009) analisaram as características do processo e o produto da gaseificação das amêndoas da oliva com vapor a alta temperatura. Amêndoas de oliva contêm metais como o Fe, e esse metal apresenta um efeito catalisador na destruição do alcatrão dentro do gaseificador devido às reações produzidas com o vapor a alta temperatura. O poder calorífico do alcatrão produzido (25,5 MJ kg -1 ) indicou que este poderia ser reciclado para uma produção complementar de energia.
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O PAPEL DA AGRICULTURA FAMILIAR E A PRODUÇÃO DE CAFÉ EM TIMOR-LESTE

O PAPEL DA AGRICULTURA FAMILIAR E A PRODUÇÃO DE CAFÉ EM TIMOR-LESTE

No que diz respeito à indústria do café durante o período indonésio, pode dizer-se que, em geral, o principal legado foi a diminuição do interesse no cultivo do café entre os timorenses já que os agricultores, actuando como guardiões das plantações, colhiam simplesmente o café a partir das antigas grandes plantações, bem como das suas próprias pequenas explorações. Com a consolidação do período de transição e com a restauração da independência, a estrutura de produção de café cereja manteve-se, mas outros intervenientes entraram no mercado de compra de café aos agricultores dos quais se destacam a CCT, Timor Global, Timorcorp, ELSAA Café, Always Café e ONGs. Do ponto de vista da produção, o Ministério da Agricultura em paralelo com ONGs e agências internacionais de apoio ao desenvolvimento têm apoiado a reconversão dos cafezais e a mehoria da tecnologia de transformação do café cereja em café pergaminho.
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Aspectos de produção e comercialização da cadeia agroindustrial do café em Rondônia.

Aspectos de produção e comercialização da cadeia agroindustrial do café em Rondônia.

Este compromisso de venda por parte dos produtores não é visto por parcela significativa deles como um ato formal com os compradores, pois conforme visto neste capítulo, 80,4% desses produtores afirmaram não ter vínculo contratual com os adquirentes do café que comercializam. No entanto, esta mesma questão, quando posta aos cerealistas, teve resposta diferente, com 66,7% dos entrevistados afirmando existir instrumento contratual formal com os produtores, certamente tendo como parâmetro a Nota Promissória assinada por ocasião do adiantamento de recursos. Outros 19,1% disseram possuir apenas compromisso verbal e os demais 23,9% não possuem compromisso com os fornecedores do produto que adquirem. Os compromissos, tanto formal quanto informal, envolvem, basicamente, quantidade a ser entregue e preço. O café adquirido pelos cerealistas transita por diferentes canais de comercialização. Há aqueles que vendem o produto para outros cerealistas dentro do próprio Estado e os que o negociam junto a outros compradores fora do Estado (Tabela 34).
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PRODUÇÃO DE BLOQUETES EM CONCRETO VERDE COM ADIÇÃO DE PALHA DE CAFÉ

PRODUÇÃO DE BLOQUETES EM CONCRETO VERDE COM ADIÇÃO DE PALHA DE CAFÉ

O estado de Minas Gerais é responsável por grande parte da produção cafeeira do país. A constatação da necessidade de encontrar tecnologias sustentáveis para lidar com a quantidade de resíduos gerados por essa demanda de café na região faz surgir esta pesquisa. O objetivo do estudo foi o desenvolvimento de bloquetes por meio de um concreto verde com a adição de cinzas da casca de café separada de qualquer matéria orgânica e em substituição de parte do cimento. Foram determinados os traços de concreto em que parte do cimento foi substituída pelas cinzas da palha de café. Para tanto, foi feita uma análise estatística, na qual foi necessário um planejamento fatorial de experimentos do tipo 2 k , sendo k o número de fatores, com dois níveis para cada fator. Os corpos-de-prova foram moldados com traço de 1:1 (areia, pó de brita) com substituição de 0%, 12,5%, 25%, 37,5% e 50% do volume do cimento pelas cinzas da casca de café.
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RESUMO Efeito do zinco na produção e qualidade dos grãos de café

RESUMO Efeito do zinco na produção e qualidade dos grãos de café

Apesar da importância do zinco na nutrição do cafeeiro, quase não há informações que relacionem o suprimento de zinco e a qualidade dos grãos. Este trabalho avaliou o efeito de zinco sobre a produção e a qualidade dos grãos de café. O experimento foi conduzido com Coffea arabica L. na Zona da Mata de Minas Gerais, Brasil. O delineamento utilizado foi inteiramente ao acaso, com dois tratamentos: suplementação com zinco (oito parcelas) e controle, sem zinco (quatro parcelas). Cada parcela útil constou de quatro plantas competitivas. Foram avaliados a produtividade, número de grãos defeituosos, grãos atacados por brocas, tamanho de grãos, qualidade da bebida, teor de zinco nos grãos, potássio lixiviado, condutividade elétrica, índice de coloração, acidez total titulável, pH, teores de ácidos clorogênicos e atividade antioxidante dos grãos de café. O zinco afetou positivamente a qualidade dos grãos de café, que apresen- tou menor percentagem de grãos de tamanhos médio e pequeno, menor incidência de broca, menor lixiviação de potássio e condutividade elétrica, maiores teores de zinco e ácidos clorogênicos e maior atividade antioxidante, em comparação com os grãos do controle.
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Comparação relativa entre os custos de produção de café na Colômbia e no Brasil

Comparação relativa entre os custos de produção de café na Colômbia e no Brasil

Resumo – Neste estudo, pretendeu-se identificar as diferenças entre os custos de produção de café na Colômbia e no Brasil, avaliando três tipos de produtor: o pequeno, o médio e o grande. Foram analisados, para cada um deles, o uso de mão de obra, de insumos e de serviços, a porcenta- gem de consumo nos custos diretos e indiretos, o custo por saca (60 kg) e o custo por hectare, comparando-se as receitas do exercício. Entre os resultados mais relevantes, observou-se que a mão de obra colombiana varia de 43,21% a 66,10%; no Brasil, ela varia de 10,89% a 52,20%. Os custos diretos e os indiretos não apresentaram diferenças significativas, sendo o menor custo para o ano 2008, por saca de R$ 146,34, para a região de Antioquia; e o maior valor em custos foi na região de Tolima, com R$ 285,33. Em se tratando de lucros no ano 2009, a melhor região da Colômbia foi a Antioquia, com R$ 12.416,29, e, no Brasil, Luis Eduardo, com R$ 895,31. O melhor comportamen- to em rentabilidade foi apresentado pelas regiões da Colômbia.
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Avaliações energética e econômica de sistemas de produção de café de montanha

Avaliações energética e econômica de sistemas de produção de café de montanha

O café deve ser despolpado ou descascado dentro de no máximo 6-8 horas após a colheita. Os frutos maduros (cerejas), com pequena porcentagem de verdes, assim colhidos ou, então, obtidos por separação nos lavadores, entram no despolpador pela moega, juntamente com a água. Nos despolpadores que possuem separadores de verdes, os frutos passam da moega para um cilindro janelado, tipo gaiola, onde, por pressão, os verdes são separados e saem lateralmente. Os grãos maduros seguem (alguns já bem amassados ou descascados) para o elemento despolpador, constituído de um cilindro coberto por uma lâmina (camisa) de metal, na forma de helicóide, que pressiona os frutos, por meio do seu movimento rotativo, contra uma barra de borracha (ajustável), separando a polpa (casca mais parte da mucilagem) de um lado e os grãos envolvidos pelo pergaminho do outro. Essa separação aproveita a característica gelatinosa da polpa, que facilita o desprendimento por pressão. Como a regulagem da distância entre o cilindro e as borrachas é a mesma e os frutos apresentam tamanho variado, alguns deles, principalmente os pequenos (coquinho) ou mocas, não são despolpados. Os grãos despolpados passam, a seguir, para uma peneira cilíndrica que acaba de separá-los dos restos de cascas e dos frutos que não foram despolpados, constituindo o "farelão". O trabalho de despolpamento pode ser melhorado introduzindo o trieur (peneirões) antes do despolpador, para separar os frutos por tamanho ou, então, se forem usados, no mesmo ou em outros despolpadores colocados em série, cilindros repassadores, com regulagem mais apertada, para repassar o farelão (MATIELLO, 1991).
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Café convencional x café orgânico: análise comparativa de sistemas de produção familiar, Ibicoara-BA

Café convencional x café orgânico: análise comparativa de sistemas de produção familiar, Ibicoara-BA

A agricultura familiar, até o final dos anos 1980, era tida como “pequena produção” ou “agricultura de subsistência”. Dessa forma, alguns intelectuais conceituavam a agricultura familiar, dentro do processo de desenvolvimento capitalista, como uma categoria que seria extinta, dando lugar a modelos de produção baseados na modernização da grande propriedade. Contudo, o que se verificou nos últimos anos foi que a agricultura familiar é de extrema importância para uma transição equilibrada de uma economia de base rural para uma economia urbana e industrial, além de dinamizar o crescimento econômico. É nesse contexto que se faz necessário entender os paradigmas tecnológicos da agricultura, caracterizado pelo produtivismo e modelo euro-americano de modernização agrícola, que é a inserção de formas industriais de produção na agricultura, e as novas alternativas que surgiram com o processo de declínio desse modelo, mais especificamente as agroecologias.
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Aproveitamento da semente de açaí para produção de bebida à base de café

Aproveitamento da semente de açaí para produção de bebida à base de café

Atualmente, o café tem grande importância na economia mundial. Seu mercado internacional movimenta anualmente recursos na ordem de 15 bilhões de dólares. O café é a bebida mais consumida no mundo e o segundo maior mercado depois do petróleo. Em função deste alto consumo mundial, a partir de anos mais recentes, as pesquisas relacionadas às atividades biológicas do café torrado

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Produção de significações do espaço e sociabilidade em um café artesanal de Salvador

Produção de significações do espaço e sociabilidade em um café artesanal de Salvador

Pode-se dizer que, à medida que a bebida café granjeou mais popularidade, salas especiais nas casas de pessoas mais abastadas foram reservadas para seu consumo; ao mesmo tempo, casas de café começaram a aparecer nas cidades. Diz-se que foi em Constantinopla, hoje Istambul, a inauguração do primeiro estabelecimento destinado a servir café ao público, em 1550. Na Europa, as primeiras casas de café surgiram em Veneza, no ano de 1591. A partir de 1670, estabelecimentos do tipo difundiram-se pelos Estados Unidos (ABIC, 2009). Na visão de Ariès e Duby (1989), o aparecimento dos cafés tem um papel de suma importância para outro fenômeno por eles analisado: o surgimento do conceito de vida privada. Para os autores, tal acontecimento, de grande complexidade, representou uma modificação pela qual passaram as sociabilidades humanas, reorganizando elementos diversos na realidade cotidiana. Entre esses elementos, os autores destacam três fases: (1) a conquista da intimidade individual; (2) a organização de grupos de convivialidade nos meios que não pertenciam à corte; e, finalmente, (3) o processo em que a família deixa de ser apenas uma unidade econômica, por cuja reprodução tudo deve ser sacrificado, para tornar- se um lugar de refúgio onde é possível escapar dos olhares de fora, lugar de afetividade onde se estabelecem relações de sentimento entre o casal e os filhos. Nesse sentido, à época, os cafés configuraram-se como espaços para o exercício de sociabilidade, onde as pessoas ditas “esclarecidas” encontravam-se, informavam-se e conversavam fora do universo doméstico, moldando o espírito público num ambiente classificado pelo autor como um espaço semiprivado, ao que podemos incluir elitizado e artesanalmente produzido.
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Componentes de produção e morfologia de raízes de mandioca sob diferentes preparos do solo

Componentes de produção e morfologia de raízes de mandioca sob diferentes preparos do solo

Com o objetivo de avaliar o efeito de cultivo mínimo, plantio convencional e plantio direto sobre os componentes de produção e a morfologia das raízes tuberosas de mandioca da cultivar de mesa IAC 576-70, conduziu-se este experimento a campo em delineamento experimental de blocos ao acaso, com parcelas subdivididas com seis repetições. Os preparos do solo, cultivo mínimo, preparo convencional e plantio direto, foram consideradas as parcelas e as épocas de avaliação, em dias após o plantio, foram consideras as subparcelas. Neste experimento foram avaliados o número, comprimento, diâmetro, massas fresca e seca, teor de massa seca e as características morfológicas das raízes de mandioca em diferentes épocas de avaliação. A partir dos resultados dessas avaliações foi possível concluir que o preparo de solo influencia no diâmetro das raízes, nas massas fresca e seca no início das fases de repouso fisiológico e retomada do novo período vegetativo; que o preparo de solo não influencia a definição cronológica dos componentes de produção nem a morfologia de raízes de mandioca; e que os componentes da produção de raízes são definidos no tempo na seguinte ordem: número de raízes, comprimento, diâmetro, teor de massa seca, massas fresca e seca.
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Componentes de produção e morfologia de raízes de mandioca sob diferentes preparos do solo.

Componentes de produção e morfologia de raízes de mandioca sob diferentes preparos do solo.

Com o objetivo de avaliar o efeito de cultivo mínimo, plantio convencional e plantio direto sobre os componentes de produção e a morfologia das raízes tuberosas de mandioca da cultivar de mesa IAC 576-70, conduziu-se este experimento a campo em delineamento experimental de blocos ao acaso, com parcelas subdivididas com seis repetições. Os preparos do solo, cultivo mínimo, preparo convencional e plantio direto, foram consideradas as parcelas e as épocas de avaliação, em dias após o plantio, foram consideras as subparcelas. Neste experimento foram avaliados o número, comprimento, diâmetro, massas fresca e seca, teor de massa seca e as características morfológicas das raízes de mandioca em diferentes épocas de avaliação. A partir dos resultados dessas avaliações foi possível concluir que o preparo de solo influencia no diâmetro das raízes, nas massas fresca e seca no início das fases de repouso fisiológico e retomada do novo período vegetativo; que o preparo de solo não influencia a definição cronológica dos componentes de produção nem a morfologia de raízes de mandioca; e que os componentes da produção de raízes são definidos no tempo na seguinte ordem: número de raízes, comprimento, diâmetro, teor de massa seca, massas fresca e seca.
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