Cajá-manga

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LEONARDO CAETANO RIBEIRO EXTRAÇÃO QuEChERS DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS EM CAJÁ- MANGA (Spondias dulcis), EMPREGANDO CROMATOGRAFIA GASOSA COM DETECÇÃO POR IONIZAÇÃO EM CHAMA

LEONARDO CAETANO RIBEIRO EXTRAÇÃO QuEChERS DE RESÍDUOS DE AGROTÓXICOS EM CAJÁ- MANGA (Spondias dulcis), EMPREGANDO CROMATOGRAFIA GASOSA COM DETECÇÃO POR IONIZAÇÃO EM CHAMA

Na América tropical assim como em todo território brasileiro, todo o processo de obtenção do cajá-manga ainda se dá principalmente através do extrativismo [9]. A árvore do cajá-manga cresce atingindo uma altura de aproximadamente 18 m. Ela tem uma madeira extremamente rígida e seu caule é verticalizado simetricamente, possui características ornamentais imponentes, com folhas decíduas, pinadas com 8-24 cm de comprimento, composta de 9-25 folíolos brilhantes. A porção terminal dos galhos é elíptica medindo aproximadamente 10-25 cm de comprimento, finamente denteadas em direção ao ápice. No verão, o clima seco e fresco faz com que as folhas amarelo-brilhante caiam das árvores que permanecem poucas semanas nuas. Os frutos se encontram na forma de cachos com uma dúzia ou mais [9,10]. No início da estação chuvosa plantam-se mudas obtidas por sementes. É cultivada com compasso de 8 por 8 metros, de preferência em solos profundos, sílico-argilosos, em climas quentes e úmidos ou semiáridos [10]. No Brasil, os frutos de cajá-manga, graças a seu aroma característico, é a matéria prima de produtos cuja demanda tem se tornado cada vez mais crescente. Explorada de forma extrativa ou em pomares domésticos, não faz parte das estatísticas oficiais, mas, mesmo assim, tem grande importância socioeconômica para as regiões Central, Norte e Nordeste do Brasil. Seus frutos são consumidos na forma in natura ou processados, obtendo grande número de produtos saborosos, de excelente qualidade e alto valor comercial, o que torna viável a exploração. Os frutos, por serem perecíveis e deteriorarem em poucos dias, têm comercialização in natura dificultada se for necessário o transporte para longas distâncias. Além disso, pode ser estimado que perdas de frutos pós-colheita variam de 15 a 50%, dependendo de como são conservados ou transportados [11].
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Qualidade de frutos de cajá-manga armazenados sob diferentes temperaturas.

Qualidade de frutos de cajá-manga armazenados sob diferentes temperaturas.

RESUMO - O presente trabalho teve como objetivo determinar o efeito de diferentes temperaturas de armazenamento na qualidade de frutos de cajá-manga. Os frutos de cajá-manga foram obtidos junto ao CEAGESP - Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, e transportados em caixas iso- térmicas para o Laboratório onde foram selecionados quanto à aparência, estádio de maturação, ausência de danos físicos, depois sanitizados em solução de 50 ppm de cloro livre e acondicionados em bandejas de poliestireno expandido, envolto por ilme de policloreto de vinila (PVC). O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com três tratamentos (4ºC, 8ºC e 25ºC) e 5 épocas de avaliação (0; 3; 6; 9 e 12 dias após a instalação do experimento). Em cada coleta, foram avaliadas a irmeza, a acidez titulável, os sólidos solúveis, o teor de ácido ascórbico, a cor da casca e, também, a liberação de CO 2 pelos frutos ao longo do tempo. Foi observado que baixas temperaturas prolongam a vida útil dos frutos e que a temperatura de armazenamento inluencia nas características avaliadas, sendo a temperatura de 8ºC a mais adequada para o armazenamento dos frutos de cajá-manga.
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Chemical and sensory characteristics of pulp and peel 'cajá-manga' (Spondias cytherea Sonn.) jelly

Chemical and sensory characteristics of pulp and peel 'cajá-manga' (Spondias cytherea Sonn.) jelly

O cajá-manga (Spondias cytherea) é uma fruta com aroma intenso e sabor agridoce, sendo, por isto, bastante apreciado. Sua casca, embora mais fibrosa, é tenra e muitas vezes consumida juntamente com a polpa. A casca é uma parte do alimento normalmente desprezada, mas, muitas vezes, é rica em sabor e fibras, representando uma opção na formação de novos alimentos. Em função de não haver na literatura relato do aproveitamento da casca de cajá-manga para a elaboração de geleia, este trabalho teve por objetivo desenvolver e avaliar este produto. Através dos resultados, constatou-se que as cascas apresentaram maiores teores de proteína, lipídios, cinzas, fibra alimentar, carboidratos totais e pectina e menor teor de umidade em relação à polpa de cajá-manga. A geleia de casca e da polpa (controle) apresentaram as seguintes características físico-químicas: umidade, 29,5 e 34,2%; proteínas, 0,19 e 0,27%; lipídios, 0,11 e 0,16%; açúcares totais, 56,5 e 65,5%; e sólidos solúveis totais, 69 e 66 °Brix, respectivamente. A análise sensorial indicou que o produto elaborado a partir da casca apresentou aceitação satisfatória para todos os atributos avaliados: aparência, cor, odor, textura, sabor e avaliação global. Conclui-se que a substituição total da polpa por cascas na formulação resulta em produto de bom valor nutricional sem prejuízos sensoriais.
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Caracterização de extratos de cajá-manga (Spondias dulcis Parkinson) potencialmente ativos e seguros para obtenção de fitocosmético antioxidante

Caracterização de extratos de cajá-manga (Spondias dulcis Parkinson) potencialmente ativos e seguros para obtenção de fitocosmético antioxidante

Os frutos de Spondias dulcis, popularmente conhecidos no Brasil como cajá-manga ou cajarana, são de formato ovóide, de polpa amarela e sementecaracterística. Essa espécie tem despertado grande interesse devido ao seu potencial funcional, principalmente por apresentar compostos fenólicos de capacidade antioxidante, podendo ser úteis na prevenção do envelhecimento precoce da pele, provocado pelo estresse oxidativo, podendo assim ser utilizada em formulação de uso tópico com potenciais efeitos benéficos para a pele. Foram produzidos 14 extratos diferentes a partir da polpa do fruto, estabilizada e convenientemente seca. Os extratos foram avaliados quanto ao teor de fenólicos totais (Folin-Ciocalteau) e atividade antioxidante com os radicais DPPH • e ABTS • . O extrato obtido por maceração 2:10
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Elaboração e Avaliação Sensorial de Sorvete de Cajá-Manga / Preparation and Sensorial Evaluation of Cajá-manga Ice Cream

Elaboração e Avaliação Sensorial de Sorvete de Cajá-Manga / Preparation and Sensorial Evaluation of Cajá-manga Ice Cream

Os resultados da análise sensorial do sorvete de cajá-manga nas formulações tratadas no estudo estão apresentados nas Figuras de 1 a 6. A Tabela 2 apresenta os resultados de alguns atributos de qualidade da polpa de cajá-manga. A partir dessa Tabela 2, pode-se observar que a polpa de cajá-manga se apresentou ácida. Faz-se importante salientar que na Instrução Normativa nº 1/2000-MAPA (Brasil, 2000), que trata dos Padrões de Identidade e Qualidade de Polpas de Frutas, não existem padrões identificados para o cajá-manga. Mecenas et al., (2010), caracterizando frutos de cajá-manga em 2 estádios de maturação (“verde” e “maduros”) encontraram valores para sólidos solúveis de 12,3ºBrix, pH de 3,27, acidez (expressa em ácido cítrico) de 0,72 g/100g, para os frutos “verdes”, e teores de sólidos solúveis, acidez e pH praticamente não se alteraram nos frutos maduros, sendo verificados valores de 12,8ºBrix, pH de 3,28 e 0,70 mg/100g de acidez. Os valores se apresentam muito semelhantes àqueles encontrados no presente estudo.
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Effect of pectinolitic enzymes on the physical properties of caja-manga (Spondias cytherea Sonn.) pulp

Effect of pectinolitic enzymes on the physical properties of caja-manga (Spondias cytherea Sonn.) pulp

Cajá-manga, também conhecida como maçã dourada, é uma fruta exótica nativa de Îles de la Société (French Polynesia), a qual foi introduzida no Brasil em 1985. A polpa de frutas maduras foi tratada com enzima comercial e o efeito foi avaliado no rendimento de suco, assim como nas propriedades físicas viscosidade, turbidez e cor (L*). Metodologia de superfície de resposta foi utilizada e três níveis foram adotados para variáveis independentes: temperatura (30, 40 e 50 °C), tempo de incubação (30, 60 e 90 minutos) e concentração de enzima (0,01, 0,05, 0,09 v/v%). delineamento estatístico de composto central foi utilizado para orientar o trabalho experimental. o tratamento enzimático aumentou o rendimento do suco (acima de 56%) e a cor (acima de 8,6%), e diminuiu signiicativamente a viscosidade (acima de 57,4%), clariicação (acima de 77%) e turbidez (acima de 85,5%). o tempo de incubação foi o fator de maior interação, enquanto que a temperatura foi o de menor. Análises de otimização para reduzir a concentração enzimática foram realizadas superpondo as análises de contorno das propriedades testadas, com as variáveis concentração de enzima, temperatura e tempo de incubação que foram respectivamente, 0,042%-0,068%; 47,0-49,0 °C; e 82-90 minutos.
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ASPECTOS DE QUALIDADE DE FRUTOS DE CAJÁ-MANGUEIRA: UMA REVISÃO

ASPECTOS DE QUALIDADE DE FRUTOS DE CAJÁ-MANGUEIRA: UMA REVISÃO

RESUMO: A cajá-mangueira (Spondias cytherea Sonn.) é uma frutífera exótica originária da Polinésia e regiões da Indo-Malásia ao Taiti que se expandiu para as regiões tropicais, sendo encontrada em quase todo território brasileiro. Seus frutos são bastante apreciados pela população local, porém apresenta pouco valor agregado. Esta revisão teve como objetivo reunir informações contidas na literatura científica nacional e internacional sobre aspectos de qualidade de frutos de cajá- mangueira (Spondias cytherea Sonn.). Constatou-se que o cajá-manga é rico em fibras, sais minerais, algumas vitaminas (A, B1, B6 e C), apresentando elevado conteúdo de ácido ascórbico e polifenóis extraíveis totais. No entanto, observou-se a necessidade de desenvolver novas pesquisas que visem o conhecimento detalhado sobre as características físicas, físico-químicas e nutricionais dessa fruta, bem como sobre o desenvolvimento de métodos adequados de armazenamento e processamento ou mesmo a adaptação dos já existentes, a fim de permitir uma maior vida pós-colheita e o desenvolvendo de novos produtos, agregando valor e permitindo introduzir esta espécie exótica e não tradicional na matriz produtiva.
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Maceração enzimática de película comestível de cajá (Spondias mombin L.) para a extração de carotenóides

Maceração enzimática de película comestível de cajá (Spondias mombin L.) para a extração de carotenóides

de carotenóides por hidrólise enzimática, realizou-se um planejamento fatorial fracionário 2 (k-1) com um ponto central, onde se variou fatores como quantidade de enzima, temperatura de maceração e tempo de maceração. Verificou-se que a película comestível de cajá apresenta caracterização físico-química mais rica em termos de proteína e lipídios que a polpa de cajá. As preparações enzimáticas apresentaram atividades pectinolíticas, xilanolíticas, amilolíticas e celulolíticas. A razão polpa:água adequada para a maceração de película foi de 1:4, assim como o tempo de trituração mais eficiente foi de 30s. A preparação enzimática Pectinex XXL mostrou-se mais eficiente na maceração da película comestível de cajá, provavelmente devido ao seu maior conteúdo de pectinoliase. É possível extrair carotenóides de película comestível de cajá através de hidrólise enzimática utilizando meio aquoso. A condição de melhor recuperação de carotenóides utilizou 150µL do complexo enzimático, 3h de maceração a uma temperatura de 35°C.
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Aplicação de modelos matemáticos na descrição do comportamento da viscosidade aparente da polpa de cajá

Aplicação de modelos matemáticos na descrição do comportamento da viscosidade aparente da polpa de cajá

Nota-se também nas figuras 1, 2 e 3 que o modelo matemático utilizado para representar a relação entre a viscosidade aparente da polpa de cajá e as velocidades de rotação se ajustaram muito bem aos dados experimentais, uma vez que todos os coeficientes de determinação se mostraram superiores a 0,99. Oliveira et al. (2019) também usaram a mesma equação para correlacionar a viscosidade da polpa de manga espada em função da velocidade de rotação para diferentes temperaturas, e verificaram que a mesma pode ser utilizada para estimar a viscosidade aparente da polpa de manga espada em função da velocidade de rotação, pois o menor coeficiente de determinação encontrado foi superior a 0,98.
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Open Avaliação da  in vitro de compostos fenólicos em mangaba (hancornia speciosa), seriguela (spondias purpurea) e umbucajá (spondias spp.)

Open Avaliação da in vitro de compostos fenólicos em mangaba (hancornia speciosa), seriguela (spondias purpurea) e umbucajá (spondias spp.)

The seasonal availability of seriguela, umbu-cajá and mangaba fruits and their short shelf life limiting their marketability in natura. Frozen pulps (FP) have emerged as an alternative for the fresh fruit consumption because of their practicality and the similarity of nutritional and sensory characteristics in comparison with the fruits (Silva et al., 2014; Paz et al., 2015). Industrial processing of fruits typically includes maceration, heating, and freezing, and various separation steps. It has been reported that these treatments can result in oxidation, degradation, leaching or other events that reduce the contents of phenolic compounds in processed fruit (Nora et al., 2014; Tomas et al., 2015; Branco et al., 2016). However, few studies have assessed the changes in phenolic compounds during processing to obtain frozen pulps.
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Calor específico e densidade da polpa de cajá (Spondias lutea L.) com diferentes concentrações de sólidos solúveis sob baixas temperaturas.

Calor específico e densidade da polpa de cajá (Spondias lutea L.) com diferentes concentrações de sólidos solúveis sob baixas temperaturas.

Densidade: a polpa de cajá foi congelada no interior de um plástico de alta densidade com a forma de placa plana. O volume da massa de cajá foi determinado, calculando-se o peso do deslocamento da água pela massa do produto em um recipiente com água, sem tocar sua base. Essa leitura da massa da polpa congelada de cajá submersa, medida por balança semi-analítica com precisão de 0,001g, menos o peso do recipiente + água, é o peso da massa de água deslocada, o qual foi usado na equação abaixo para o cálculo do volume (MOHSENIN,1978).
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Desenvolvimento, caracterização e estabilidade de geleia tradicional de umbu-cajá.

Desenvolvimento, caracterização e estabilidade de geleia tradicional de umbu-cajá.

RESUMO - Objetivou-se desenvolver geleia tradicional de umbu-cajá, caracterizá-la quanto a parâmetros físicos, químicos, microbiológicos e sensoriais, e avaliar sua estabilidade durante o armazenamento por seis meses em condições ambientais. Para processamento, foram utilizados 44% de polpa diluída de umbu-cajá, 1% de pectina de alto teor de metoxilação (ATM) e 55% de açúcar cristal. A formulação foi submetida à cocção em tacho aberto de aço inoxidável até teor de sólidos solúveis totais de cerca de 68 °Brix. A geleia foi envasada em recipientes de vidros transparentes, caracterizada e estocada em temperatura e umidade relativa médias de 23,25 °C e 81%, respectivamente, com acompanhamento por meio de análises físicas e químicas a cada 30 dias de armazenamento. Os resultados da caracterização química evidenciaram produto com elevado teor de carboidratos, baixos conteúdos de cinzas e proteínas e valor calórico de 256 kcal/100 g. Não foi veriicado contagem dos microorganismos pesquisados (bolores e leveduras, coliformes totais e termotolerantes, Staphylococcus, bactérias mesóilas e Salmonella). Constatou-se alta aceitabilidade, com índices de aceitação superiores a 70% para todos os atributos sensoriais investigados (cor, aparência, aroma, consistência, sabor, doçura e impressão global) e intenção de compra de 67,5%, indicando potencial para industrialização e comercialização. O armazenamento promoveu aumento signiicativo nos valores de pH, sólidos solúveis totais (SST), relação SST/ATT e irmeza e reduções signiicativas na acidez total titulável (ATT), atividade de água, luminosidade, intensidades de vermelho e amarelo, croma, ângulo de tonalidade, extrusão e adesividade. Constatou-se tendência à estabilidade dos valores de umidade e de sólidos totais. O processamento do umbu-cajá para elaboração de geleia mostrou-se viável, apresentando-se como mais uma opção de renda para pequenos produtores do semiárido brasileiro.
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Caracterização e comportamento higroscópico do pó da polpa de cajá liofilizada.

Caracterização e comportamento higroscópico do pó da polpa de cajá liofilizada.

O cajá (Spondias mombin L.) é um fruto bastante apreciado em diversas regiões do País devido ao seu aroma e seu sabor agradável e exótico, aliados às boas características para a industrialização. No Brasil, a cajazeira é encontrada principalmente nos Estados do Norte e Nordeste cujos frutos recebem diferentes denominações, tais como, cajá, cajá verdadeiro, cajá-mirim e taperebá (Soares et al., 2006). É utilizado na fabricação de sucos, sorvetes, geleias, polpas congeladas e consumo in natura despertando o interesse não apenas para o mercado regional mas também para outros locais do país.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA ANA VITÓRIA DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA ANA VITÓRIA DE OLIVEIRA

As indústrias não podem acumular esses subprodutos, devendo dispô-los no meio ambiente apenas após um tratamento adequado para atender aos padrões estabelecidos na legislação ambiental, o que acarreta mais custos para a indústria. Devido a esse acréscimo no custo final da produção, o destino desses insumos gerados no processamento de frutas, como a manga, ocorre na maioria das vezes de modo inadequado. Neste contexto, verifica-se a oportunidade e a necessidade de adotar medidas de aproveitamento da grande quantidade desses resíduos (casca e sementes) gerados por toneladas de polpas e sucos produzidos, através do incentivo no desenvolvimento de pesquisas, ainda que em número reduzido, visando conferir uma utilização para tais insumos de modo eficiente e seguro para o meio ambiente.
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Extração do corante do fruto de castanhola (Terminalia catappa Linn) e estudos dos seus compostos fenólicos, antocianinas e atividade antioxidante

Extração do corante do fruto de castanhola (Terminalia catappa Linn) e estudos dos seus compostos fenólicos, antocianinas e atividade antioxidante

Na curva cinética da atividade antioxidante (Figura 4.18) observa-se um aumento gradativo até os 70 minutos de extração, segundo Wang et al. (2007) condições de operação favoráveis fazem com que os compostos tenham uma maior estabilidade, não havendo tempo suficiente para que ocorresse a degradação dos compostos antioxidantes. Vieira et al. (2011) em um estudos com várias frutas regionais (acerola, bacuri, cajá, caju, goiaba e tamarino) avaliando a atividade antioxidante com o tempo de extração, concluiram que para todas as frutas em estudo, a curva cinética começou a estabilidade a partir de 10 minutos de extração utilizando um solvente com 20% de etanol e 80% de água. Segundo Marques et al. (2012) o equilíbrio da curva cinética para a atividade antioxidante começou em 10 minutos utilizando um solvente etanoico, já na extração com solvente aquoso a curva cinética não atingiu o equilíbrio em um tempo total de 20 minutos.
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Caracterização para fins industrial dos amidos nativo e modificados extraídos de amêndoas de sementes de manga, variedade Tommy Atkins

Caracterização para fins industrial dos amidos nativo e modificados extraídos de amêndoas de sementes de manga, variedade Tommy Atkins

Shandu; Singh; Lim (2007), relataram que para diferentes espécies de amidos de milho ácido modificados ocorreu uma drástica redução nos valores de pico de viscosidade, viscosidade final, quebra de viscosidade e retrogradação quando comparado ao amido nativo, da mesma forma que neste estudo. De acordo com os mesmo autores, a hidrólise ácida gera esta redução drástica no pico de viscosidade devido à redução das cadeias que compõem o amido. Singh et al (2009) verificaram no amido acidificado de “water chestnut” que a medida que se aumentava a concentração da solução ácida, seus amidos acidificados apresentavam redução no pico de viscosidade, viscosidade mínima, viscosidade final, retrogradação e temperatura de pasta. Isto corrobora com os resultados encontrados para o amido acidificado deste estudo. Os menores valores de quebra de viscosidade e retrogradação para o amido acidificado do caroço de manga sugerem tanto maior estabilidade à agitação mecânica, quanto menor tendência à retrogradação quando comparado com os demais amidos deste estudo.
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Umbu-cajá como repositório natural de parasitoide nativo de moscas-das-frutas.

Umbu-cajá como repositório natural de parasitoide nativo de moscas-das-frutas.

Na família Anacardiaceae, notadamente no gênero Spondias, algumas espécies apresentam potencial para a exploração agroindustrial, entretanto seus frutos são hospedeiros preferenciais de Anastrepha obliqua Macquart, a mosca-das-frutas-das-antilhas, espécie de Tephritidae que possui importância econômica e quarentenária. No gênero Anastrepha e em outros, as espécies se adaptam aos hospedeiros como resultado de coevolução, com diferentes graus de especialização (Malavasi et al., 2000). A diversidade de populações nativas de umbu-cajá (Spondias spp.) – híbrido natural entre umbu (Spondias tuberosa) e cajazeira (Spondias mombin) – é ampla e deve ser estudada e preservada.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS ANA PAULA RODRIGUES FERREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS ANA PAULA RODRIGUES FERREIRA

O rendimento de pós de frutas obtidos em leito de jorro é afetado por fatores relacionados ao processo de secagem e características intrínsecas da matéria-prima (a polpa de fruta utilizada) e das partículas inertes que formam o leito. Medeiros et al. (2001) realizaram uma correlação entre a composição de uma série de frutas tropicais e a eficiência de produção do pó, cujos resultados mostraram que havia influências isoladas dos teores de gordura, fibras e açúcares redutores. Observaram, ainda, o efeito combinado desses constituintes, no desempenho da secagem em leito de jorro. Além da composição, outros fatores, como características da superfície e propriedades das partículas inertes (massa específica, esfericidade, ângulo de repouso) também interferem diretamente na remoção da película (constituída pelo alimento seco) e, consequentemente, na acumulação de material no leito. A polpa de cajá utilizada nessa pesquisa apresentou perdas durante o processo de secagem, onde se observou material aderido na câmara do equipamento e também na superfície das partículas inertes, comprometendo o rendimento dos pós obtidos.
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Melhoria da qualidade e análise de conjuntura de certificação da manga e polpa de manga Ubá na Zona da Mata Mineira

Melhoria da qualidade e análise de conjuntura de certificação da manga e polpa de manga Ubá na Zona da Mata Mineira

O Programa Setorial Integrado de Promoção de Exportações de Sucos Tropicais Brasileiros, também batizado com o nome de Tropical Juice, desenvolvido em parceria entre a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODESVASF), a APEX e a Associação das Indústrias Processadoras de Frutos Tropicais (ASTN) têm como objetivo unir a iniciativa privada na conquista de mercados internacionais. Dentre os sabores de frutas que identificaram ter mais chance de agradar o paladar estrangeiro foram: abacaxi, acerola, caju, goiaba, manga, pitanga e maracujá e também a água de coco. O projeto pretende capacitar a produção e promover a venda de sucos e polpas no mercado externo. Com relação aos sucos tropicais, o Brasil está entre os líderes exportadores de sucos de abacaxi, maracujá e manga (TROPICAL JUICE BRAZIL, 2005).
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