Calcário - Aplicação

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QUALIDADE FÍSICA DE UM CAMBISSOLO HÁPLICO ALUMÍNICO
SUBMETIDO A DOSES E FORMAS DE APLICAÇÃO DE CALCÁRIO

QUALIDADE FÍSICA DE UM CAMBISSOLO HÁPLICO ALUMÍNICO SUBMETIDO A DOSES E FORMAS DE APLICAÇÃO DE CALCÁRIO

Os tratamentos principais constaram de três formas de aplicação de calcário no solo (superficial, arado e escarificado), enquanto os secundários foram constituídos por quatro doses de corretivo. As tres formas de aplicação foram escolhidas porque representam as operações mais utilizadas pelos agricultores da região: i) sem incorporação do corretivo (SI), e ii) incorporação do corretivo com escarificador e grade niveladora (IEG). Utilizou-se calcário dolomítico com poder relativo de neutralização total de 77% (PRNT), nas doses: T0– sem calcário (testemunha); T10 – calcário10 Mg ha -1 ; T15 – calcário15 Mg ha -1 ; T20– Calcário20 Mg ha -1 , calculadas para elevar a saturação por bases da camada de 0,0 - 0,20 m de profundidade, para 50%, 70% e 90% respectivamente, conforme interpretação da análise de fertilidade do solo preliminar da área. Nos tratamentos com incorporação, o corretivo foi aplicação em duas etapas: 50% da dose antes da escarificação e 50% depois da operação, antecedendo a gradagem de nivelamento do solo. Nos tratamentos sem incorporação (SI), o corretivo foi aplicado em dose única sobre a superfície do solo.
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Resposta de culturas à aplicação de calcário em superfície ou incorporado ao solo em campo nativo.

Resposta de culturas à aplicação de calcário em superfície ou incorporado ao solo em campo nativo.

Não houve diferença significativa no rendimento de grãos de milho entre as formas de aplicação de calcário imediatamente após sua aplicação, enquanto na safra 96/97 (24 meses após a aplicação do calcário) houve diferença significativa, pois os rendimentos foram maiores com a aplicação superficial das duas primeiras doses e menor com 17,OMg há -1 , comparativamente à incorporação com aração e gradagens. Isso se deve à correção de uma parte maior da acidez do solo, onde os valores de pH e os teores de cálcio e magnésio foram maiores e os de alumínio menores na camada superficial, comparativamente à incorporação (Tabela 2).
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Resposta de vetiver à aplicação de calcário e fósforo em três classes de solo.

Resposta de vetiver à aplicação de calcário e fósforo em três classes de solo.

Nos três tipos de solo a calagem promoveu aumento signiicativo da produção de perilhos e de matéria seca em vetiver (Tabela 3 e Figuras 1, 2, 3 e 4). Arrigoni-Blank et al. (2013) veriicaram, estudando o crescimento de mudas de vetiver em substrato de pó de coco, que a aplicação de calcário acrescido de fertilizante NPK, promoveu maior acúmulo de massa seca de raízes; entretanto, ao se analisar as doses de calcário na utilização de pó de coco + areia (3:1) veriica-se que o efeito das doses de calcário não foi signiicativo em nenhuma das dosagens de NPK utilizadas. Cruz et al. (1994) também observaram efeito positivo da calagem sobre a produção de matéria seca de Brachiaria brizantha (Hochst.) Stapf. cv. Marandu, Andropogon gayanus Kunth cv. Planaltina e Tabela 1. Características químicas e físicas das amostras
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Formas de aplicação de calcário nos teores de minerais da forragem do capim-tanzânia.

Formas de aplicação de calcário nos teores de minerais da forragem do capim-tanzânia.

Ainda, pode-se inferir que, para V igual a 40%, os maiores teores de P ocorreram quando o corretivo foi aplicado superficialmente, ou seja, onde foram aplicadas menores doses de calcário e, conseqüentemente, obtiveram-se as menores produções. Em contrapartida, para V igual a 60%, os maiores teores de P foram resultantes da aplicação do corretivo incorporado a 5 cm de profundidade do solo. Esses resultados indicam que, para a saturação de 60%, a melhor forma de utilização da calagem, para teor de P na MS, ocorre quando se aplica o corretivo incorporando-o a 5 cm do solo, possivelmente por contribuir com a disponibilidade do P no solo.
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Produtividade de feijão no sistema plantio direto com aplicação de calcário e zinco.

Produtividade de feijão no sistema plantio direto com aplicação de calcário e zinco.

Resumo – A acidez dos solos de cerrado é um dos fatores mais limitantes na produtividade das culturas, e a deficiência de micronutrientes desses solos está relacionada com o aumento do pH. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de calcário e Zn na produtividade do feijão, em Latossolo Vermelho distrófico típico. O experimento foi realizado no campo durante três anos consecutivos. As doses de calcário aplicadas foram 0, 12 e 24 Mg ha -1 e de Zn, 0, 5, 10, 20, 40 e 80 kg ha -1 . Houve aumento significativo na produtividade do feijão com a

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Aplicação de gesso e calcário na recuperação de solos salino-sódicos do Estado de Pernambuco.

Aplicação de gesso e calcário na recuperação de solos salino-sódicos do Estado de Pernambuco.

A aplicação em superfície foi menos eficaz na substituição do sódio trocável pelo cálcio e, no final do experimento, constatou-se a presença de gesso remanescente nos trata- mentos que receberam gesso de diâmetro na faixa de 2,0-1,0 mm, para as amostras S1, S2 e S4. Com relação à amostra S3, por apresentar uma PST muito elevada (PST > 80 %), a maior quantidade de gesso requerida para que a recuperação fosse alcançada resultou em gesso remanescente em todas as faixas de granulometria utilizadas, tendo sido constatada, também, a presença de calcário (Tabela 2). Esses resultados indicam que, quando a amostra de solo apresentar uma PST > 40 %, uma lâmina maior que duas vezes o volume de poros deve ser utilizada para garantir que todo o gesso seja dissolvido e, conseqüentemente, mais cálcio esteja disponível para substituir o sódio no complexo de troca, aumentando assim, o sucesso da recuperação; entretanto, isto é somente uma conjectura, pois se ressente da necessidade da obtenção de dados experimentais que comprovem ou não esta hipótese. Tais resultados são similares aos encontrados por de Jong (1982), que não observou a presença de gesso quando este foi incorporado ao solo, mas quando o gesso foi aplicado em superfície, uma parte dele não foi dissolvida. O autor concluiu, também, que a menor performance do gesso aplicado na superfície é resultante da menor concentração de cálcio na água de percolação nessa forma de aplicação.
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Aplicação de calcário e gesso em superfície na implantação do sistema de plantio direto

Aplicação de calcário e gesso em superfície na implantação do sistema de plantio direto

Para a amostragem do sistema radicular das culturas foram consideradas apenas as unidades experimentais que receberam as combinações dos tratamentos 0 (condição original) e 2.700 kg ha -1 de calcário (dose calculada para elevar a saturação por base a 70%), e 0 e 2.100 kg ha -1 de gesso agrícola, formando os seguintes tratamentos: 1 - testemunha (sem aplicação de calcário ou gesso), 2 – calcário (com aplicação de 2.700 kg ha -1 de calcário e sem aplicação de gesso), 3 – gesso (sem aplicação de calcário e com aplicação de 2.100 kg ha -1 de gesso) e 4 – calcário + gesso (com aplicação de 2.700 kg ha -1 de calcário e 2.100 kg ha -1 de gesso). Assim, por ocasião do florescimento de cada cultura, foram coletadas amostras nas camadas de 0-0,05, 0,05-0,10, 0,10-0,20, 0,20-0,40 e 0,40-0,60 m de profundidade, utilizando-se um trado de aço galvanizado com diâmetro interno de 4,5 cm. Para as culturas do arroz e do feijão, cada amostra foi composta pela coleta em quatro pontos em cada subsubparcela. Para a cultura da aveia-preta, como se tratava de um único cultivar, cada subparcela foi dividida em duas, sendo considerado para efeito de análise, oito blocos. Dessa forma, em cada unidade experimental foram coletadas quatro amostras simples para compor uma amostra composta. No caso das culturas do arroz e da aveia-preta, como se tratavam de espaçamentos menores, as amostragens foram realizadas exatamente no meio das entrelinhas. Na cultura do feijão, a amostragem foi realizada à distância de 0,05 m da fileira de plantas.
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Adubação nitrogenada para milho com o uso de plantas de cobertura e modos de aplicação de calcário.

Adubação nitrogenada para milho com o uso de plantas de cobertura e modos de aplicação de calcário.

As características agronômicas avaliadas não apresentaram influência dos modos de aplicação do calcário (Quadros 4 e 5); no entanto, houve interação entre culturas de cobertura e doses de N, para altura de espiga, massa de 1.000 grãos e altura de plantas (Quadro 7). O milho cultivado após crotalária apresentou maior altura de espiga, altura de plantas e massa de 1.000 grãos. O milheto e a crotalária, cultivados como culturas de cobertura do solo para o SPD, assim como os modos de aplicação de calcário e as doses de N não influenciaram a população de plantas nos três anos agrícolas, demonstrando uniformidade na área experimental. No segundo e terceiro anos de cultivo, a altura de espiga foi influenciada pelas culturas de cobertura e doses de N. Comportamento semelhante verificou-se para a produtividade de grãos, que sofreu influencia das culturas de cobertura no segundo e terceiro cultivos. Assim, a falta de resposta do milho ao uso de uma leguminosa antecedendo seu cultivo no primeiro ano deve-se, provavelmente, ao cultivo anterior de soja. Esse fato possibilitou o bom desenvolvimento e a produção do milheto, aproveitando o N adicionado ao sistema pela soja e disponibilizando-o com a decomposição da palhada, durante o ciclo do milho.
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Disponibilidade de fósforo em função da aplicação de calcário e silicatos em solos oxídicos

Disponibilidade de fósforo em função da aplicação de calcário e silicatos em solos oxídicos

A extração de Si pelo ácido acético (Tabela 15) revelou valores superiores em relação ao extrator cloreto de cálcio para todos os corretivos, exceto para o calcário que teve comportamento semelhante ao tratamento sem correção, concordando com resultados obtidos por Pereira et al. (2004) e Braga (2004) que, trabalhando com doses crescentes de sílica gel nas culturas de arroz e sorgo, também observaram incremento nos teores de Si no solo extraído com ácido acético em comparação ao cloreto de cálcio. Entretanto é importante ressaltar que o extrator ácido acético pode elevar os teores de Si extraído nos tratamentos que receberam aplicação de silicato e calcário (CAMARGO et al., 2007), além da interação com as doses de P que favoreceram a maior disponibilidade de P às plantas, devido ao deslocamento do P pelo Si nos sítios de adsorção do macronutriente (CHAVES; FARIAS, 2008; PULZ et al., 2008).
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Aplicação de calcário, silicato e gesso em soqueira de cana-de-açúcar sem despalha a fogo

Aplicação de calcário, silicato e gesso em soqueira de cana-de-açúcar sem despalha a fogo

A aplicação de calcário em superfície, sem incorporação, tem-se mostrado viável em sistema de plantio direto para diversas culturas. Porém, para a cultura da cana-de-açúcar, sem queima prévia, ainda não se tem um estudo detalhado. Como no sistema de produção de cana crua também é mantida a palha sobre o solo, é possível obter os mesmos benefícios ou até melhores em razão da grande quantidade de palha e do sistema radicular da cana. Outra alavanca tecnológica e ecologicamente correta é o uso de silicato de cálcio como corretivo de solo. Nesse contexto, o objetivo do trabalho foi verificar os efeitos promovidos no solo e na produção de colmos de cana pela aplicação de doses de calcário, silicato de cálcio e gesso em soqueira de cana crua. Instalou-se quatro experimentos no ano agrícola de 2002/03, num Latossolo vermelho-amarelo arenoso. O delineamento experimental foi de blocos casualizados, com quatro repetições. Experimento (I): Os tratamentos constituíram um fatorial 4 x2, em esquema de parcela subdividida, sendo as parcelas compostas de quatro doses de calcário (0, 900, 1800 e 3600 kg ha -1 ) e as subparcelas por duas doses de gesso (0 e 1700 kg ha -1 ). Experimento (II): As parcelas foram constituídas por quatro doses de silicato (0, 850, 1700 e 3400 kg ha -1 ) e as subparcelas por duas doses de gesso (0 e 1700 kg ha -1 ) em esquema de parcela subdividida. Experimento (III): As parcelas foram compostas por dois corretivos (calcário e silicato) e as subparcelas por quatro níveis de corretivos (0; 0,5; 1,0 e 2,0 vezes a necessidade de calagem). Experimento (IV): Composto por seis tratamentos- 1) testemunha; 2) gesso agrícola; 3) calcário; 4) silicato; 5) mistura de calcário+gesso; 6) mistura de silicato+gesso com quatro repetições.
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Efeitos em longo prazo da aplicação de gesso e calcário no sistema de plantio direto.

Efeitos em longo prazo da aplicação de gesso e calcário no sistema de plantio direto.

se 10 % de probabilidade. Os dados confirmaram a relação existente entre gramíneas e gesso, pois como já comentado para o milho, as gramíneas absorvem com maior eficiência cátions monovalentes; assim, a presença de cátions divalentes em profundidade em razão da aplicação do gesso favoreceu a absorção desses e consequentemente o desenvolvimento dessas espécies. Rampim et al. (2011) também obtiveram resposta do trigo quando esse foi cultivado em solo de média fertilidade natural e com elevado teor de Al. Caires et al. (1999) citaram, no entanto, que os resultados com experimentos de gesso em trigo se apresentaram divergentes na literatura. O calcário aumentou a produtividade da aveia-preta na safra de 2006 em 19,5 %
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Aplicação de calcário e culturas de cobertura na implantação do sistema plantio direto em cerrado

Aplicação de calcário e culturas de cobertura na implantação do sistema plantio direto em cerrado

Na figura 2, também estão apresentados os valores médios de pH, teores de K, soma de bases e CTC a pH 7,0 nos diferentes modos de aplicação de calcário e nas diferentes camadas de profundidade amostradas. Observou-se pouca ação do calcário aplicado em superfície nas camadas subseqüentes, mesmo após transcorridos 18 meses da aplicação no tratamento total em superfície e 1/2 + 1/2, ou 24 meses da primeira parcela do tratamento com três aplicações (1/3 + 1/3 + 1/3). Resultados semelhantes foram relatados por Santos et al. (2003), ao avaliarem os efeitos de doses e formas de aplicação da calagem em SPD, em um Argissolo Vermelho em Santa Maria-RS, e por Moreira et al. (2001), que também não observaram aumentos nos teores de Ca 2+ e valores de pH abaixo da camada de 0-
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Aplicação superficial de calcário no sistema plantio direto consolidado em solo arenoso.

Aplicação superficial de calcário no sistema plantio direto consolidado em solo arenoso.

No SPD há liberação contínua de substâncias orgânicas hidrossolúveis que, ao se desloca- rem ao longo do perfil, podem agir como carregadores de cálcio e magnésio, atuando como ligantes ou pares iônicos, facilitando sua distribuição no perfil. A aplicação superficial de fertilizantes nitroge- nados também influencia a movi- mentação em profundidade de cálcio e magnésio pela produção e lixiviação de nitratos (GROVE & BLEVINS, 1988). PEARSON et al. (1962), BLEVINS et al. (1977) e CAIRES et al. (1998) verificaram movimentação de cálcio e magnésio após a aplicação superficial de calcário, principal- mente, quando na presença da adubação nitrogena- da, atribuindo ao nitrato a formação de sais solúveis com cálcio e magnésio.
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Resposta do feijoeiro à aplicação de calcário em solos de várzea do sul de Minas Gerais.

Resposta do feijoeiro à aplicação de calcário em solos de várzea do sul de Minas Gerais.

O experimento foi desenvolvido em casa de vegetação do Departamento de Ciência do Solo da Universidade Federal de Lavras, Lavras (MG), no período de agosto de 1995 a junho de 1996. Objetivou-se avaliar o efeito da aplicação de calcário em algumas propriedades químicas e na nutrição e produção do feijoeiro cultivado em amostras de quatro solos de várzea e comparar as doses estabelecidas como adequadas com as indicadas pelos métodos da saturação por bases e do Al e Ca + Mg. Utilizou-se um fatorial 6 x 4 em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições, constando de seis níveis de saturação por bases (V%): saturação natural, 40, 60, 80, 100 e 120% e quatro solos: Aluvial, Glei Pouco Húmico, Glei Húmico e Orgânico. Após dois cultivos sucessivos, os resultados mostraram que, nos solos de várzea estudados em casa de vegetação, os níveis de saturação por bases e de pH em água para atingir 90% da produção máxima do feijoeiro variaram de 44 a 52% e de 5,1 a 5,3, respectivamente, valores abaixo dos indicados para a cultura em solos das partes mais elevadas. As doses de calcário necessárias para elevar o V e o pH aos valores estabelecidos aproximaram-se das indicadas pelo método da saturação por bases para V 2 igual a 70%; o método do Al e Ca + Mg subestimou essas doses. A calagem
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Estudo da potencialidade da aplicação de uma argila contaminada com calcário na produção de placas cerâmicas.

Estudo da potencialidade da aplicação de uma argila contaminada com calcário na produção de placas cerâmicas.

Na região da cidade de Teresina, PI, encontra-se uma grande quantidade de jazidas de argilas de queima vermelha usadas na produção de cerâmica estrutural, sendo o principal motivo da instalação de um pólo cerâmico nesta região. Porém muitas destas jazidas não estão sendo exploradas de forma adequada ou simplesmente abandonadas por causa da contaminação com calcário, sendo este o principal contaminante indesejável pelos ceramistas do pólo teresinense. Assim, esta pesquisa tem como objetivo avaliar a potencialidade de aplicação de uma argila com calcário na produção de placas de revestimento cerâmico de queima vermelha. Para isso foram caracterizadas uma massa cerâmica usada na produção de revestimento semiporoso e uma argila contaminada com calcário. As matérias-primas foram queimadas em forno industrial separadamente e em combinação nas proporções de 25%, 50% e 75% em peso da argila adicionada a massa industrial. Foram realizados nos corpos de prova queimados ensaios tecnológicos de retração linear, absorção de água e resistência mecânica. A microestrutura foi avaliada através de análise por difração de raios X. Os resultados mostraram potencialidade da utilização da argila contaminada com calcário em massa de revestimento cerâmico. Palavras-chave: argila com calcário, massa industrial, cerâmica de revestimento, propriedades tecnológicas.
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Aplicação de potássio, magnésio e calcário em mudas de bananeira 'Prata-anã' (AAB).

Aplicação de potássio, magnésio e calcário em mudas de bananeira 'Prata-anã' (AAB).

RESUMO-Para aplicar elevada quantidade de K no solo, é necessário que exista Mg em quantidade adequada, para evitar o aparecimento de distúrbios fisiológicos na bananeira. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da aplicação de potássio (K), magnésio (Mg) e calcário sobre o desenvolvimento de mudas de bananeira ‘Prata-anã’ (AAB) cultivadas em casa de vegetação. Os tratamentos foram distribuídos no delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições em esquema fatorial (5x5x2), correspondentes a cinco doses de K (0; 200; 400; 800 e 1.600 mg dm -3 ), cinco doses de Mg (0; 30; 60; 90 e 180 mg dm -3 ) e duas doses de calcário dolomítico (0
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ATRIBUTOS FÍSICO-HÍDRICOS DE UM CAMBISSOLO HÁPLICO ALUMÍNICO EM FUNÇÃO DE MODOS DE APLICAÇÃO DE CALCÁRIO

ATRIBUTOS FÍSICO-HÍDRICOS DE UM CAMBISSOLO HÁPLICO ALUMÍNICO EM FUNÇÃO DE MODOS DE APLICAÇÃO DE CALCÁRIO

A calagem é a prática empregada na correção da acidez do solo e sua reação depende do modo de aplicação do corretivo. A incorporação de calcário com o revolvimento do solo é uma alternativa para o aumento da reação. Porém, a mobilização do solo altera a sua estrutura e os processos que nela ocorrem. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da calagem em três modos de aplicação do calcário (na superfície, incorporada com aração e gradagem e com subsolagem e gradagem) nos atributos físico-hídricos de um CAMBISSOLO HÁPLICO Alumínico. Para isso, instalou-se um experimento em campo com delineamento em faixas, com tratamentos em arranjo fatorial (3 × 2). Os tratamentos constituíam-se da combinação de duas doses de calcário (0 e 15 Mg ha -1 ) e três modos de aplicação do calcário (na superfície, incorporado com aração e gradagem e subsolagem e gradagem). Amostras indeformadas e deformadas de solo nas camadas 0-0,10 e 0,10-0,20 m foram coletadas nas entrelinhas da cultura do milho 18 meses após a instalação do experimento. Foram avaliados os teores de argila dispersa em água (ADA), grau de floculação (GF), densidade do solo (Ds), porosidade total (Pt), curvas de retenção de água, curva de distribuição de poros, granulometria e atributos químicos do solo. Os efeitos da calagem sobre os atributos físico-hídricos do solo foram restritos à camada 0-0,10 m. A ADA e o GF foram influenciados pelo modo de aplicação do calcário, mas não pela calagem. Quando a calagem foi realizada na superfície, ocorreu redução da DS e aumento da Pt. Em todos os modos de aplicação do calcário, a calagem aumentou a retenção de água e alterou a distribuição de poros. Concluiu-se que as alterações nos atributos físico-hídricos do solo foram em sua maioria decorrentes do aumento do pH e da substituição do alumínio por cálcio e magnésio no complexo de troca.
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Formas de aplicação de calcário nas características agronômicas do capim-tanzânia.

Formas de aplicação de calcário nas características agronômicas do capim-tanzânia.

Objetivando avaliar a produção de matéria seca, densidade, peso e altura de perfilhos e a relação folha/caule do capim-tanzânia, em função de doses, formas de aplicação e granulometrias de calcário, foi conduzido um experimento em área do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras-UFLA, Lavras-MG, constituído por doze tratamentos, com quatro repetições. Utilizou- se o delineamento de blocos ao acaso no esquema fatorial 3 x 2 x 2, sendo três saturações por bases (40, 60 e 80%), incorporado ou não ao solo e dois calcários com diferentes PRNT s (88,15% e 107,73%). As variáveis foram avaliadas em três cortes a cada 42 dias. Em geral, a saturação de 60% proporcionou as maiores produções de MS. No nível de 40% de saturação a incorporação foi mais efetiva no aumento da produção de MS. A maior densidade de perfilhos ocorreu sob o maior PRNT. A PMS apresentou comportamento inverso ao peso e densidade de perfilhos. As variáveis peso e a altura de perfilhos e a relação folha/caule foram indiferentes aos tratamentos aplicados.
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Aplicação de calcário e fósforo e estabilidade da estrutura de um solo ácido.

Aplicação de calcário e fósforo e estabilidade da estrutura de um solo ácido.

A calagem e a adubação fosfatada são práticas de manejo da fertilidade do solo que elevam o rendimento das culturas, especialmente nas regiões de maior altitude do sul do Brasil, onde predominam solos extremamente ácidos e deficientes em fósforo (Ernani et al., 2000). A aplicação de calcário eleva os teores de Ca e Mg, diminui ou elimina o Al trocável e aumenta as cargas negativas nesses solos que têm predomínio de cargas variáveis. Essas alterações químicas podem, entretanto, influenciar alguns atributos físicos do solo, por alterar o comportamento eletroquímico dos colóides. Esses efeitos são complexos e muitas interações podem ocorrer por meio de mecanismos muitas vezes ainda pouco conhecidos (Haynes & Naidu, 1998).
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Efeitos da aplicação de grandes quantidades de calcário agrícola em viveiros de piscicultura. - Portal Embrapa

Efeitos da aplicação de grandes quantidades de calcário agrícola em viveiros de piscicultura. - Portal Embrapa

No Brasil, diversos estudos têm sido realizados com calagem aplicada em pequenas quantidades, avaliando-se efeitos das variações sazonais – temperatura, chuvas, etc - sobre a dinâmica da água e dos peixes, e sobre a comunidade planctônica sem, no entanto, focarem-se sobre grandes aplicações de calcário agrícola em viveiros de piscicultura e seus efeitos na diminuição da concentração de sólidos em suspensão (argila) e de fitoplâncton (QUEIROZ et al., 2003, 2006; MERCANTE et al., 2005; SIPAÚBA-TAVARES, 2013; BOYD; QUEIROZ, 2014; SIQUEIRA, 2015; FAVARO et al., 2015). No entanto, Giri e Boyd (2000) e Queiroz et al. (2004) relatam que a aplicação de pequenas quantidades de calcário agrícola não ocasiona uma redução efetiva na concentração de fitoplâncton ou de cianobactérias. Por outro lado, supõe-se popularmente que no meio aquícola grande parte do fitoplâncton e dos sólidos em suspensão (argila) precipitam no fundo dos viveiros dentro de poucos dias após a aplicação de grande quantidade de calcário agrícola, ao mesmo tempo em que as variáveis de qualidade de água já começam a dar sinais de melhoria.
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