Caminho de Santiago

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Peregrinação, experiência e sentidos: Uma leitura de narrativas sobre o Caminho de Santiago de Compostela

Peregrinação, experiência e sentidos: Uma leitura de narrativas sobre o Caminho de Santiago de Compostela

interações, intenções e intensidades distintas para cada peregrino. Porém, as narrativas encontradas no site da Associação de Confrades e Amigos do Caminho de Santiago auxiliam, de forma fácil, prática e rápida, na construção de um repertório prévio que, em alguma medida, fornece conforto e segurança para aqueles que pretendem realizar a jornada. Há muito os peregrinos contam com as narrativas sobre peregrinação para auxiliarem o seu caminho, mas se outrora esse acesso se dava, sobretudo, pelos livros, com seus altos custos de produção e de aquisição, hoje, conta-se com uma miríade de informações, as quais correspondem à multiplicidade de motivos que levam o sujeito a aventurar-se como peregrino. Outra mudança é a de que os livros eram escritos por autoridades, especialmente religiosas, fornecendo uma voz oficial que alimentava a necessidade de informação. Com a presença das narrativas de peregrinação nas redes sociais, pelo baixo custo que representam e pela quase ausência de crítica e de censura, dá-se voz a um imenso número de sujeitos e, deste modo, evidencia-se a imensa gama de motivações, idades,
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Impactos do Caminho de Santiago em Chaves: perspetiva cultural

Impactos do Caminho de Santiago em Chaves: perspetiva cultural

Campos, Batista & Latif (2014) tomam também Chaves como espaço privilegiado de investigação para desenvolverem um estudo de caso sobre políticas públicas culturais. Reconhecendo a importância da cultura como potenciadora de receita e impulsionadora do desenvolvimento local propõem-se, através da leitura e interpretação de 120 atas da autarquia, selecionar todos os conteúdos relativos à cultura e às artes, entre 2007 e 2011, distinguindo os públicos a que se destinam e a tipologia das atividades. Na sua análise, o Caminho de Santiago surge citado apenas uma vez, como uma atividade inserida em protocolos, que se destina aos turistas, em 2011, numa clara referência ao protocolo assinado pelos oito municípios que o CPIS atravessa, com vista à sua marcação e dinamização, em detrimento de uma aposta em obras de preservação, restauro de imóveis e construção de novos equipamentos culturais (Museu das Termas Romanas e Fundação Nadir Afonso).
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Guião interpretativo da geologia do Caminho de Santiago : (Caminho Central Português : Porto - Santiago de Compostela)

Guião interpretativo da geologia do Caminho de Santiago : (Caminho Central Português : Porto - Santiago de Compostela)

Após estes acontecimentos, tem lugar a lenda católica relacionada com Santiago, sucintamente descrita em seguida. O corpo do santo, juntamente com a cabeça, foi levado para fora da cidade para que fosse devorado pelos animais. No entanto, dois dos seus discípulos, Teodoro e Atanásio, transportaram-no até o mar e, foram guiados por um anjo numa barca, transladando-o de volta para a Hispânia. Chegados a Iria Flávia (proximidade de Padrón), amarraram a barca a uma coluna de pedra. Procuraram então a proprietária das terras, Lupa, a solicitar autorização para sepultarem o santo nessas terras, pedido não atendido. Numa segunda tentativa de convencer Lupa à boa vontade, esta voltou a ser hóstil, presenteando-os com touros selvagens para transporte do apóstolo de Padrón até Santiago. Perante o sinal da cruz feito pelos cristãos, os touros logo se tornaram mansos e a dama converteu-se. Finalmente os restos mortais chegaram ao monte Libredón (atual zona de Santiago), onde foi doado um espaço para o monumento funerário.
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Aplicações móveis para o turismo cultural: Caminhos de Santiago

Aplicações móveis para o turismo cultural: Caminhos de Santiago

nas lojas de aplicações. Existe uma grande oferta de aplicações sobre esta temática, mas nenhuma disruptiva no uso que faz de novos média como o uso de fotografia 360º, realidade aumentada ou conteúdos interativos. A única que se destaca pela inovação é a “Caminho de Santiago 360º”, mas a informação disponibilizada ao peregrino é limitada. A maioria das aplicações funciona em modo online e apresenta características como como informações sobre as etapas/albergues, contactos urgentes, locais impor- tantes, ser multilingue. Estas são as caraterísticas mais valorizadas pelos peregrinos com exceção do funcionamento online (preferência modo offline). O desenvolvimento de uma aplicação deverá garantir a existência destas funcionalidades identificadas. O enfoque da aplicação a desenvolver deverá ser na produção de conteúdos digitais de elevada qualidade, componente muito limitada nas apps existentes atualmente.
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Caminho português de Santiago: perspectivas sobre a gestão e valorização patrimonial: do Porto a Valença do Minho

Caminho português de Santiago: perspectivas sobre a gestão e valorização patrimonial: do Porto a Valença do Minho

Chegamos a Barcelos por volta das 13:00h. Desde que saímos encontrámos alguns peregrinos que pernoitaram em Vairão, agora os que vão chegando misturam-se com as gentes da cidade, com os turistas, fazem a travessia da ponte entre Barcelinhos e Barcelos, de um lado existem dois albergues, um gerido pelo Grupo Folclórico de Barcelinhos e outro com gestão da Associação Amigos da Montanha, estão os dois cheios; existem outros particulares do outro lado do rio Cávado, em Barcelos, dirigimo-nos para lá, é no Albergue Cidade de Barcelos que vamos passar esta noite. À saída da ponte encontramos a Casa da Azenha, um antigo moinho agora transformado em Help Point direccionado para os peregrinos a caminho de Santiago, acima eleva-se o Paço dos Condes de Barcelos, actual Museu Arqueológico onde se encontra o famoso Cruzeiro do Galo (Figura 23.3.) no qual está esculpida a Lenda do Galo de Barcelos. Continuamos a subir rumo ao centro histórico, passamos pela casa do Condestável D. Nuno Alvares Pereira, pelo Teatro Gil Vicente, pela Torre Medieval e pela Igreja Matriz (Figura 25.3.) até nos encontrarmos em pleno coração da cidade, perto do albergue onde vamos ficar. A cidade enche-se de pessoas pela tarde fora, muitos são peregrinos, alguns já conhecidos do dia anterior, outros que se juntam ao grupo que daqui partirá amanhã ao amanhecer. Movemo-nos por Barcelos palmilhando os locais de interesse, descobrimos que será difícil conhecer tudo numa tarde, a cidade é simples, mas nunca simplória, é genuína, cheia de carácter, vida e despojada de falsas grandezas. A sua grandeza são as ruas limpas, os edifícios cuidados, o comércio local a fervilhar de variedade e novidade e a simpatia das suas gentes. É uma cidade pequena, não tem pretensão de ser metrópole, mas talvez por se saber verdadeira foi capaz de, pela Lenda, chegar a representar um país inteiro.
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As memórias de Santiago: do património aos itinerários dos peregrinos

As memórias de Santiago: do património aos itinerários dos peregrinos

Inúmeros foram os que, de uma forma ou de outra, foram legitimando o aprofundamento do estudo sobre a saída do Algarve do Itinerário Cultural Universal a Santiago de Compostela, nomeadamente: D. Manuel Neto Quintas (Bispo do Algarve), D. Segundo Pérez (Déan Presidente da Catedral de Santiago e Oficina del Peregrino em Santiago de Compostela), Frei Paulo Ferreira (Ordem Franciscana), D. Celestino Lores (representante da Archicofradia Universal del Apóstol Santiago, da Fundação do Caminho de Santiago, da Associação dos Amigos do Caminho Português para Santiago e da Associação Europeia dos Caminhos de Santiago), Sr. Domingos Carneiro (Presidente da Direção Nacional da Associação Espaço Jacobeus), Dr. Paulo Almeida Fernandes (Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património da Universidade de Coimbra e Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa), Dr. Alberto Solana (Presidente da Cofradía de Santiago de Madrid), Sr. José Luís Sanches (Presidente da Associação de Peregrinos Via Lusitana), Dr. Leandro Gomes (Centro de Investigação sobre o Caminho de Santiago Português, da Universidade de Coimbra), Prof. José António Falcão (Diretor do Departamento do Património Artístico da Diocese de Beja), Dr. Rui Cortes (Câmara Municipal de Almodôvar/ Museu da Escrita do Sudoeste), Dr.ª Luísa Martins (Câmara Municipal de Loulé) e Dr.ª Margarida Correia (Presidente da União de Freguesias de Querença, Tor e Benafim).
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Turiperegrinos portugueses no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela

Turiperegrinos portugueses no Caminho Português Interior de Santiago de Compostela

A primeira experiência oficial de caminhada por este caminho foi em 2000 de Cidadela de Aguiar até Sabroso de Aguiar. Mas foi a partir de iní- cios do século XXI que se iniciou uma colabora- ção muito estreita entre os municípios portugueses que atravessa, para criar um produto-experiência de turismo cultural e de peregrinação. São oito os municípios portugueses envolvidos neste pro- jeto: Viseu, Castro Daire, Lamego, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar e Chaves. A liderança é da responsabi- lidade da Câmara de Vila Pouca de Aguiar e dos seus técnicos de turismo, especialmente Catarina Chaves. O primeiro passo deste projeto de coope- ração intermunicipal e transnacional foi sinalizar a rota, o segundo foi a criação de “albergues” para hospedar os peregrinos cada 30-35 quilómetros, e em 24 de abril de 2012 celebrou-se a primeira ca-
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A CAMINHO DA LUZ

A CAMINHO DA LUZ

Dele asseveraram os profetas de Israel, muito tempo antes da manjedoura e do calvário: - "Levantar-se-á como um arbusto verde, vivendo na ingratidão de um solo árido, onde não haverá graça nem beleza. Carregado de opróbrios e desprezado dos homens, todos lhe voltarão o rosto. Coberto de ignomínias, não merecerá consideração. É que Ele carregará o fardo pesado de nossas culpas e de nossos sofrimentos, tomando sobre si todas as nossas dores. Presumireis na sua figura um homem vergando ao peso da cólera de Deus, mas serão os nossos pecados que o cobrirão de chagas sanguinolentas e as suas feridas hão de ser a nossa redenção. Somos um imenso rebanho desgarrado, mas, para nos reunir no caminho de Deus, Ele sofrerá o peso das nossas iniquidades. Humilhado e ferido, não soltará o mais leve queixume, deixando-se conduzir como um cordeiro ao sacrifício. O seu túmulo passará como o de um malvado e a sua morte como a de um ímpio. Mas, desde o momento em que oferecer a sua vida, verá nascer uma posteridade e os interesses de Deus hão de prosperar nas suas mãos."
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CAMINHO TEÓRICO-METODOLÓGICO DELINEADO PELO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA BIBLIOTECA NACIONAL Aspectos teóricos que fundamentam o ensino de Organização e Representação do Conhecimento no Brasil

CAMINHO TEÓRICO-METODOLÓGICO DELINEADO PELO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA BIBLIOTECA NACIONAL Aspectos teóricos que fundamentam o ensino de Organização e Representação do Conhecimento no Brasil

Devido a isso foi realizado levantamento bibliográfico e pesquisa documental no Arquivo Central da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), no Arquivo do CCH (Centro [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIVERSIDADE BIOLÓGICA E CONSERVAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIVERSIDADE BIOLÓGICA E CONSERVAÇÃO

Chile: 100 ♀ e 1 ♂. Mittel Chile, Cauquénes. Coletor: Shönemann, S. 1894 a 1900; 31 ♀. Mittel Chile, Contulmo. Coletor: Schönemann, S. 1901 a 1912; 8 ♀. Mittel Chile, Ranquagua. Coletor: Schönemann, S. 1896 a 1901; 2 ♀. Mittel Chile, Comudes. Coletor: Schönemann, S. 1901 a 1902. 3 ♀. Chile; 2 ♀. Chile. Coletor: Dr. Fonk; ♀. Chile, Bäder Von Longavi, Parral. Coletor: Schönemann; ♀. Chile, Concepção. Coletor: P. Herbert. 1909; ♀. Santiago do Chile. Coletor: Puelina; ♀. Chile. Coletor: Philippi, S. (MN-Berlim); 1 ♂ e 1 ♀. Las Trancas, Nubles. I – 1970. Coletor: L. E. Peña; ♂. Los Lleuques, Nubles. II – 1970. Coletor: L. E. Peña; ♀. Pisicultura R. Blanco 1600m. Aconcágua. XI – 1963. Coletor: L. E. Peña; 1 ♂. Faz. San. Lourenço de Queime (E Consepción). I – 1970. Coletor: L. E. Peña (MZUSP); Argentina: 2 ♀ e 1 ♂. Argentinien.Castri 2500 m. Coletor: J. Steinbach S.V.; 1 ♂ e 1 ♀. Argentinien, Salta 2500 m. Coletor: J. Steinbach S.V. (MN – Berlim). 1 ♀. Neuquén P. N. Lanín, Margem N. Lago Lapar. I-1980. Coletor: N. Papavero. (MZUSP). Colômbia: ♀. Cordill.v. Colombien. Terra Fria. Coletor: Thieme, S.; 2 ♀. Colombien, Bogota, Luzera. Coletor: Steinheit, S.; 2 ♀. Colombien, Bogotá. Coletor: Petersen, S. (MN – Berlim). Equador: 3 ♀. Faz. Maria Isabel (Sur de Cuenca) 2800 m. Rio Tarqui. XII - 1970. Coletor: L. E. Peña; 6 ♂. N. Latacunga. 3300 m. XII -1970. Coletor: L. E. Peña; 1 ♂e 1 ♀. Portete de Tarqui (Sur de Cuenca). XII – 1970. Coletor: L. E. Peña; 2 ♂. Saraguro 2500 m. XI. 1970. Coletor: L. E. Peña; 1 ♂. S. de Saraguro 2900 m. XI. 1970. Coletor: L. E. Peña; 2 ♂ e 1 ♀. Loja, Saraguro 2900 m. XI. 1970. Coletor: L. E. Peña; 1 ♀. Pimo (N. Cañar) 3200 m. XII – 1970. Coletor: L. E. Peña; 2 ♀. Ascázubi, Pifo (NE Quito) 2500 – 2800 m. XII – 1970. Coletor: L. E. Peña (MZUSP);
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Diadorim, delicado e terrível

Diadorim, delicado e terrível

A partir de um trabalho de pesquisa no sertão de Minas Gerais e no livro Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, demonstro que a palavra “vereda” designa não apenas caminho da estrada ou da água, mas é, também, ausência de caminho ou um falso caminho, de aparência enganosa. Essa ambigüidade, presente no título do romance e em todas as suas páginas, é analisada através de Diadorim, tal como evocado por Riobaldo em sua narrativa: um ser ambíguo, estranho e movediço, delicado e terrível, masculino e feminino, que encanta e re- pulsa. Se Diadorim possui traços femininos, no entanto, também reúne em si as qualidades masculinas mais valorizadas no universo guerreiro dos jagunços: a coragem extrema, o vigor e ferocidade na luta, caracte- rísticas que o colocam lado a lado com os heróis homéricos.
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O caminho para o terror

O caminho para o terror

Para o cineasta, Houth Bophana é uma heroína de seu país, como po- demos comprovar numa passagem do documentário onde ouvimos a seguinte afirmação do narrador: “Contra a loucura do regi[r]

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A caminho de Fátima

A caminho de Fátima

Etimologicamente, as palavras peregrinu e peregrinatione traduz a qualidade do estranho ou estrangeiro e o ato de viajar ou andar por terras distantes (Mello, 2004). Em termos simbólicos, os dois termos traduzem uma noção de desprendimento e uma busca de natureza superior. A ação de peregrinar mostra fundamentalmente a situação transitória e transformadora do ser humano, ou seja, a passagem de um estado ou de uma condição a outra, sendo uma jornada interior. A caminhada do peregrino representa, geralmente, a situação do Homem de passagem sobre a Terra, a caminho da Terra Prometida que neste caso é o local religioso de Fátima. Dito de uma forma sintetizada, a peregrinação é no fundo uma busca, e o peregrino é por sua vez um buscador (Mello, 2004).
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CAMINHO DA SAÚDE

CAMINHO DA SAÚDE

O projeto denominado “Caminho da Saúde” iden- tifica a prática de exercícios físicos como uma es- tratégia para promoção de um envelhecimento sau- dável. Busca desenvolver a educação em saúde atra- vés da prática de atividades físicas regulares, na modalidade de caminhada, junto à comunidade abran- gida pela Estratégia Saúde da Família (ESF) – São José, situada na Região Centro-Leste do Município de Santa Maria/RS, tendo como população partici- pante todas as pessoas adultas pertencentes à co- munidade de referência da Unidade de Saúde, sen- do a maioria idosa. A vivência da educação em saú- de através de grupos favorece a participação como forma de garantir ao indivíduo e à comunidade a possibilidade de decidir sobre seus próprios desti- nos, e a capacitação destes sujeitos para atuarem na melhoria do seu nível de saúde (SANTOS; LIMA, 2008). O lugar dedicado a realizar a atividade física não é simplesmente um lugar para mover-se, mas sim, um espaço dedicado à convivência, à relação e à comunicação, onde se poça compartilhar e con- versar (GUEIS, 2003). A presente ação tem por objetivo oportunizar experiências acadêmicas atra- vés de uma atividade de ensino-extensão; desen- volver um espaço de atividades físicas regulares através de um grupo de caminhada; e propiciar aos participantes da caminhada, não apenas saúde físi- ca, mas também bem-estar mental e integração so- cial através do convívio grupal.
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O Caminho da Ibéria

O Caminho da Ibéria

no nosso país se faz acompanhar das empresas espanholas e do poder espanhol, assim como do domínio deste sobre a nossa economia, quando esta fica “pobre” dos s[r]

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Pedras no caminho

Pedras no caminho

uma vez, garantir saldo comercial nas contas externas. Com as barbas de molho, é certo, uma vez que as margens de 2015 serão menores e os custos para 2016 aumentarão por causa do câmbio... Mas vamos em frente, removendo as pedras do caminho, acreditando que nosso grande país tem todas as condições para garantir alimento e energia para o mundo.

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O MEU CAMINHO NA FENOMENOLOGIA

O MEU CAMINHO NA FENOMENOLOGIA

Assim fui levado ao caminho da pergunta pelo Ser, esclarecido pela atitude fenomenológica, num sentido renovado e diferente da- quele que me guiava quando me inquietavam os problemas colo- cados pela dissertação de Brentano. Mas o caminho do questio- namento seria mais longo do que eu teria podido supor. Requeria muitas pausas, rodeios e desvios. Aquilo que procurei fazer nas primeiras lições de Friburgo, depois nas de Marburgo, não mostra senão indirectamente esse caminho.

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Homenagem a Silviano Santiago

Homenagem a Silviano Santiago

Para homenagear os 60 anos de Silviano Santiago, os professores Eneida Maria de Souza e Wander Melo Miranda organizaram o volume Navegarépreciso, viver-(1997, 365p.), publicado por tr[r]

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A SUSTENTABILIDADE COMO CAMINHO

A SUSTENTABILIDADE COMO CAMINHO

ignorando o sistema em que se integra, isto é, devem colocar interrogações como: quem usa o objeto, como e em que circunstâncias este será fabricado, distribuído e mantido e qual o seu impacto nas tradições culturais? Hoje é percetível que nas últimas décadas existe uma progressão na consciencialização para os problemas da sustentabilidade do nosso planeta, tanto por parte das pessoas como das organizações. Podemos dizer que o objetivo de compatibilizar no futuro uma sociedade saudável e um planeta saudável é um objetivo revolucionário, mas os passos para atingir esse fim têm que ser evolutivos. Parece-nos importante realçar sobre o enfoque de algumas ideias aqui expostas que nesse passado perdemos alguma objetividade. Se Leonardo nos afeta pela correlação entre a ciência, o design e a forma de olhar para a natureza, assim como algumas ideias de ideias de Morris, Fourier, Thoreau, Thomas Man e alguns engenhos da indústria (incluindo aqui a automóvel) desenhados à mais de 100 anos, poderiam conceber outro sentido à história se esta fosse interpretada sobre outro caminho. Hoje os Designers, como atores determinantes desse processo de renovação, têm um papel fulcral a desempenhar nesse contexto, de forma a saber distinguir entre as inúmeras opções possíveis, quais os objetivos a extinguir, os que devem ser desenterrados e aqueles que presentemente nos indicam o caminho evolutivo duma sociedade com no suprises (Radiohead, 1997).
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NARRATIVAS DA URBANIZAÇÃO DOS SERTÕES DO NORTE

NARRATIVAS DA URBANIZAÇÃO DOS SERTÕES DO NORTE

Além dessa paróquia, o caminho, posteriormente chamado de caminho real do gado e caminho das boiadas do Piauí, conectou , em sua sinuosidade, povoações de diferentes níveis: um viajant[r]

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