Camundongos balb/c

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Indução de apoptose em macrófagos de camundongos BALB/c pela infecção in vitro com leishmania (Leishmania) amazonensis

Indução de apoptose em macrófagos de camundongos BALB/c pela infecção in vitro com leishmania (Leishmania) amazonensis

Em experimentos iniciais para verificarmos a ocorrência de apoptose de diferentes hospedeiros induzida por diferentes espécies, analisamos em gel de agarose, a ocorrência de fragmentação de DNA induzida em macrófagos de camundongos C57BL/6 infectados por L. amazonensis e de macrófagos de camundongos BALB/c infectados por L. major ou L. guyanensis. Um padrão semelhante de fragmentação de DNA (em “escada”) também está presente em macrófagos peritoneais de camundongos da linhagem C57BL/6 (Fig. 6 A) cujo perfil de susceptibilidade à infecção por L. amazonensis é totalmente diferente do de camundongos BALB/c: Camundongos C57BL/6 desenvolvem lesão nas primeiras semanas de infecção, mas é capaz de controlar a infecção e curar as lesões, embora não sejam capazes de eliminar o parasita (JI et al., 2002; JONES et al., 2002). No entanto, esta linhagem apresenta várias respostas semelhantes às de BALB/c no início da infecção (McMAHON-PRATT & ALEXANDER, 2004) e é possível que a apoptose nos macrófagos seja uma delas.
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Efeito da própolis sobre parâmetros imunológicos de camundongos Balb/c submetidos a estresse crônico

Efeito da própolis sobre parâmetros imunológicos de camundongos Balb/c submetidos a estresse crônico

A relação entre estresse e imunidade tem sido amplamente investigada, envolvendo o sistema neuroendócrino e vários outros órgãos. A natureza fisiológica do estresse, a grande diversidade de condições estressantes e sua complexa relação com o sistema imune e doenças têm recebido especial atenção. A própolis tem sido motivo de intensa investigação científica e sua ação imunomoduladora vem sendo mencionada. O objetivo deste projeto foi avaliar a ação imunomoduladora da própolis em camundongos BALB/c submetidos a estresse por imobilização, através da análise morfológica do timo, baço, medula óssea e adrenal, avaliação do estado de ativação de macrófagos e indicadores de estresse (glicose e corticosterona). Animais estressados apresentaram produção mais elevada de peróxido de hidrogênio (H 2 O 2 ) e, quando tratados com própolis, apresentaram
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Detecção de anticorpo anticoração em camundongos Balb/c imunizados com Streptococcus mutans

Detecção de anticorpo anticoração em camundongos Balb/c imunizados com Streptococcus mutans

Anticorpos para antígenos cardíacos foram analisados por ELISA em 14 soros de camundongos Balb/c hiperimuniza- dos com Streptococcus mutans, inativado pelo formaldeído. Os níveis de anticorpos da classe IgG anticoração e antimi- osina elevaram-se significativamente nos animais imunizados quando comparados com os controles, especialmente no grupo A, imunizado e reestimulado com antígenos solúveis de S. mutans. Neste grupo, os resultados do “Western Blot” mostraram reatividade com miosina cardíaca e uma banda de 35 kDa. A análise histológica dos corações dos ani- mais do grupo B, imunizado e reestimulado com antígenos de superfície do microrganismo, demonstrou a presença de degeneração celular, tipo hidrópica e hialina e focos inflamatórios constituídos de linfócitos e macrófagos no miocárdio e pericárdio. Os resultados deste trabalho reforçam a hipótese da existência de mimetismo antigênico entre tecido car- díaco e S. mutans e chamam a atenção para o risco de desenvolvimento de anticorpos reativos com antígenos próprios induzidos por vacina anticárie com componentes estreptocócicos.
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Mecanismos de resistência de camundongos BALB/c e C57BL/6 à infecção por Leishmania (Viannia) guyanensis

Mecanismos de resistência de camundongos BALB/c e C57BL/6 à infecção por Leishmania (Viannia) guyanensis

de parasito não causa lesão em nenhuma dessas duas linhagens de camundongos e os parasitas são eliminados do local de infecção e do linfonodo drenante deste local. Mostramos, também, que macrófagos peritoneais não ativados de BALB/c e C57BL/6 eliminam as amastigotas intracelulares in vitro. Já era sabido que esta eliminação é mediada pela explosão respiratória. Aqui nós mostramos que promastigotas de L. guyanensis realmente induzem esta reação nos macrófagos de BALB/c, in vitro, mas de maneira muito menor em C57BL/6. Além disso, vimos que macrófagos peritoneais de ambas as linhagens de camundongo não produzem óxido nítrico quando infectados com L. guyanensis, in vitro. O curso da infecção de camundongos C57BL/6 knockout para a subunidade catalítica gp91phox da NADPH oxidase foi igual ao do tipo selvagem, indicando que a explosão respiratória não parece ser importante na eliminação dos parasitas in vivo nesta linhagem de camundongo. Porém, camundongos BALB/c tratados com apocinina, um inibidor específico da NADPH oxidase, mostraram-se mais susceptíveis a infecção por L. guyanensis do que os não tratados. Esses resultados indicam que, para esta linhagem de camundongos, a explosão respiratória tem um papel importante na sua resistência à infecção por L. guyanensis. O ânion superóxido e o peróxido de hidrogênio, produtos da explosão respiratória, parecem ser importantes para a eliminação das amastigotas intracelulares pelos macrófagos de BALB/c, in vitro. Camundongos BALB/c parecem montar uma resposta do tipo Th1 frente à infecção por L. guyanensis, com baixa produção de IFN- e nenhuma de IL-4. Estes resultados indicam que a imunidade inata, por intermédio da explosão respiratória, pode ser, pelo menos em parte, responsável pelo controle da infecção com L. guyanensis em camundongos BALB/c, mas não em C57BL/6, e sugerem que a resistência seja mantida por uma resposta adaptativa do tipo Th1.
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Geração de células T de memória e linfócitos T reguladores em camundongos BALB/c...

Geração de células T de memória e linfócitos T reguladores em camundongos BALB/c...

19 Estudos acerca do Foxp3 demonstraram, após análise de seu RNA mensageiro em timócitos de camundongos BALB/c CD4 + CD25 + , que tais células apresentavam níveis de RNA mensageiro de Foxp3 cem vezes mais abundante do que em células de fenótipo CD4 + CD25 - , mesmo que as células CD4 + CD25 + estivessem sob um estado de ativação, indicando que Foxp3 não está relacionado com o estado de ativação das células (HORI; NOMURA; SAKAGUCHI, 2003). Deve-se ressaltar que Foxp3 é um excelente marcador para células T reguladoras em camundongos, porém ele pode ser transientemente expresso em células T ativadas humanas, o que prejudica a imunofenotipagem destas células em seres humanos. Outro inconveniente no estudo das células T reguladoras em humanos é o fato de que nas infecções crônicas tais células são mantidas nos tecidos afetados e torna-se mais difícil encontrá-las no sangue periférico, o qual é o único material acessível para o estudo em humanos (BELKAID e TARBELL, 2009). Outros marcadores não tão específicos como o receptor do fator de necrose tumoral induzido por glicocorticóide (GITR, do inglês Glucocorticoid-Induced Tumor necrosis factor Receptor) e o antígeno de linfócito T citotóxico 4 (CTLA-4, do inglês Cytotoxic T Lymphocyte Antigen 4) são utilizados na caracterização de células T reguladoras. A inespecificidade destes marcadores provém do fato dos mesmos serem expressos inclusive em células T ativadas (SAKAGUCHI, 2004; O`GARRA et al., 2004). O mesmo ocorre com a expressão de CD25, a qual se constitui em um índice indireto da ativação celular e desta forma, também não é um marcador satisfatório para as células T reguladoras (MILLS e McGUIRK, 2004).
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Efeitos da doxorrubicina e tamoxifeno em camundongos Balb/c machos inoculados com tumor ascítico de Ehrlich

Efeitos da doxorrubicina e tamoxifeno em camundongos Balb/c machos inoculados com tumor ascítico de Ehrlich

Este estudo busca a eficácia da doxorrubicina como medicamento indutor de apoptose e/ou necrose e, como conseqüência, a redução da massa tumoral, tendo como modelo experimental o tumor ascítico de Ehrlich em camundongos BALB/c. De acordo com Minotti et al. (2004), uma via de indução de apoptose pela doxorrubicina é através da inibição de Bcl-2 e da liberação do citocromo c e ativação das caspases 3 e 9. sugerindo o envolvimento mitocondrial. Trabalhos de Taucher et al. (2003) também mostram que a doxorrubicina induziu apoptose em células de osteossarcoma na fase pré G1, com despolarização do potencial da mitocôndria e liberação do citocromo c e ativação da caspase 3. O uso de camundongos machos teve o objetivo de quantificar melhor a ação do estrógeno já que em camundongos machos a conversão de testosterona a estrógeno e pequena, pois a produção de testosterona será diminuída pela infusão exógena de cipionato de estrógeno diminuindo também a testosterona disponível para a transformação em estradiol pelas células adiposas.
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Avaliação de drogas antifúngicas no tratamento de camundongos BALB/c inoculados com o Lacazia loboi

Avaliação de drogas antifúngicas no tratamento de camundongos BALB/c inoculados com o Lacazia loboi

No homem o itraconazol é bem absorvido quando administrado junto com a dieta, mas essa droga pode não ter sido bem absorvidas por via oral no camundongo, quando administrada na ração. Os estudos experimentais que utilizam drogas lipossolúveis administram, em geral, os medicamentos por gavagem, após a diluição da droga em compostos orgânicos. Para saber se ocorre absorção, as drogas têm que ser dosadas no soro. O HPLC tem sido amplamente utilizado em estudos farmacológicos para dosagem plasmática e tecidual de diversas drogas. O nível mínimo de detecção do HPLC para o itraconazol é de cerca de 1 ng/ml e 2 ng/ml para a terbinafina 97,98 . Na impossibilidade de utilizar o HPLC, pode-se realizar um ensaio microbiológico para dosagem plasmática de drogas. Esse método consiste em testar soros de animais ou seres humanos que receberam medicamentos antifúngicos, para ver se há níveis detectáveis da droga no soro. Os soros são testados em meios de cultura contendo uma cepa sensível ao medicamento que está sendo dosado. Se houve absorção, o medicamento presente no soro inibirá a multiplicação da cepa de fungo. Esse método não é tão específico e sensível quanto o HPLC, uma vez que metabólitos que apresentem atividade antifúngica podem ser também detectados no soro e os limites de detecção são maiores que do HPLC. O método microbiológico tem sido utilizado com cepas de Trichophyton mentagrophytes, com limite mínimo de detecção da terbinafina de 1µg/ml 99 . Utilizando-se uma cepa de C. albicans detectou-se uma concentração plasmática mínima do itraconazol de 100 ng/ml 100 . Em outro estudo, que utilizou uma cepa de Candida pseudotropicalis, o limite mínimo de detecção do itraconazol foi de 0,03 µg/ml 59 .
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Efeito do estado nutricional na resposta imunológica de camundongos BALB/c inoculados com Lacazia loboi

Efeito do estado nutricional na resposta imunológica de camundongos BALB/c inoculados com Lacazia loboi

fígado e baço dos grupos desnutridos (G1 e G2), os resultados revelaram redução de peso quando comparados aos grupos sem restrição alimentar (G3 e G4), fato esse já esperado. A análise histopatológica do baço revelou apenas congestão sinusoidal em todos os grupos. A análise do fígado mostrou que os grupos inoculados (G1 e G3) apresentaram degeneração vacuolar e reatividade nuclear mais intensa. A viabilidade e o número total de fungos encontrados nos coxins plantares dos camundongos inoculados revelaram aumento nos camundongos nutridos (G3) quando comparados com os camundongos desnutridos (G1). Em relação à análise histopatológica dos coxins plantares observamos aumento do infiltrado inflamatório no grupo nutrido em relação ao grupo desnutrido, com grande número de macrófagos e células gigantes multinucleadas. No grupo nutrido (G3) os linfócitos estavam presentes em números discretos e aumentaram no grupo desnutrido (G1), enquanto o número de neutrófilos foi semelhante nos dois grupos. A desnutrição exerceu grande influência sobre a dosagem de H 2 O 2 e NO, uma vez que no grupo desnutrido (G1 e G2) houve menor produção
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Avaliação da resposta imune de camundongos BALB/c imunizados com o peptídeo SBm7462®, anti Rhipicephalus (Boophilus) microplus, expresso em plantas (Arabidopsis thaliana)

Avaliação da resposta imune de camundongos BALB/c imunizados com o peptídeo SBm7462®, anti Rhipicephalus (Boophilus) microplus, expresso em plantas (Arabidopsis thaliana)

Para o procedimento de imunização os camundongos foram divididos em 4 grupos de acordo com a imunização que receberam (tabela 4). As imunizações ocorreram a cada 21 dias, sendo o número total de doses igual a 3. O preparo das doses vacinais que eram constituídas de folhas de plantas foi realizado de acordo com o seguinte procedimento. Após pesagem de 500mg de folhas estas foram submetidas ao processo de congelamento em nitrogênio líquido sendo então posteriormente maceradas até formarem um pó bem fino. Então, foi adicionado para cada dose 200µL de uma solução de sacarose a 10% gelada, obtendo assim uma pasta homogênea. Esta foi mantida em banho de gelo até a vacinação. Desta forma, tentou-se evitar a degradação protéica pelas proteases endógenas. Com auxílio de uma pequena haste de ponta arredondada, a dose vacinal de cada camundongo foi administrada até seu completo consumo.
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Avaliação de modelos de infecção visceral causada por Leishmania (Leishmania) chagasi em camundongos BALB/c: detecção do parasita no parênquima cerebral dos animais

Avaliação de modelos de infecção visceral causada por Leishmania (Leishmania) chagasi em camundongos BALB/c: detecção do parasita no parênquima cerebral dos animais

The leishmaniasis are diseases that present a high incidence in Brazil. In the Latin America, one of its classic and serious forms of the disease, visceral leishmaniasis (VL), is caused by the Leishmania chagasi specie. Among the clinical manifestations of VL, those that involve the central nervous system (CNS) are poor or it’s not diagnosed properly. There are reports of the invasion of the parasite through leucocyte migration into the CNS. The use of murine models to the study of the L. chagasi infection has been done for different evaluations of immune response and the effectiveness of antigens candidates; however, the different evaluation periods used, as well as the parasite inoculums and the several infection routes don't allow the definition of an ideal model of study for the evolution of the visceral disease, compromising the efficiency of the evaluation of vaccinate antigens. The present work has for objective to evaluate different models (infection routes and inoculums size) of visceral disease caused by L. chagasi in BALB/c mice. Mice were infected with 10 3 , 10 5 or 10 7 parasites for the subcutaneous route or 10 7 parasites for intravenous route. The parasite burden was determined in the spleen, liver, lymph nodes, brain and in the bone marrow of the animals; 15, 30, 45 and 60 days after challenge. PCR was used for the detection of the parasite in the brain of the infected animals. The profile of the cellular and humoral responses was evaluated by production of IFN-γ, IL-4, IL-10 and of specific-parasite IgG1 and IgG2a antibodies, in the different periods of time. In the results, was verified that the parasite burden found in the analyzed organs was directly proportional to the size of the parasites inoculum and it progressed with the chronicity of the infection; the detection of DNA of L. chagasi in the cerebral parenchyma of the mice, 15 days after the challenge, evidenced the
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Alterações induzidas pelo estresse crônico de contenção na diferenciação de linfócitos T em camundongos Balb/c

Alterações induzidas pelo estresse crônico de contenção na diferenciação de linfócitos T em camundongos Balb/c

Dissertação apresentada ao Programa de Pós- graduação em Biologia Celular do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais como requisito [r]

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Eficácia da dexametasona e da doxorrubicina no tumor de Ehrlich transplantado em camundongos BALB/c

Eficácia da dexametasona e da doxorrubicina no tumor de Ehrlich transplantado em camundongos BALB/c

Estes sinais são detectados pelas mitocôndrias que sofrem um desacoplamento da cadeia respiratória e liberam para o citosol, citocromo c, as proteínas SMAC/Diablo (Second Mitochondria-derived of Caspases/Direct IAP-Binding protein with a Low isoeletric point) e AIF (Apoptosis-inducing Factor). Por outro lado o citocromo c citoplasmático se liga a Apaf-1 e este complexo na presença de ATP (Adenosina tri- fosfato) ativa a caspase 9, que por sua vez ativará a caspase 3. O complexo multimolecular formado por citocromo c, Apaf -1, ATP e caspase 9 é denominado de apoptosomo executor. A SMAC é responsável pelo cancelamento da ação negativa de moléculas da família dos IAPs (Inhibitor of Apoptosis Protein) sobre a apoptose. Esta família de inibidores endógenos de caspases é bastante conservada evolutivamente, apresentando homologia com moléculas virais. Ela é composta por moléculas que possuem de um a três domínios BIR (Baculovirus IAP Repeats), os quais parecem ser responsáveis pela inibição das caspases 3, 7 e 9. O papel do AIF é controverso (BUNZ, 2001; HIDESHIMA et al., 2001; FRANKLIN et al., 2002; BOHM & SHILD, 2003).
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Efeitos da esplenectomia na homeostase de órgãos e sítios linfóides em camundongos BALB/c

Efeitos da esplenectomia na homeostase de órgãos e sítios linfóides em camundongos BALB/c

As microplacas de poliestireno de 96 poços (NUNC) foram sensibilizadas com 50µl por poço de anticorpo de rato anti-IgE de camundongo (1:250, Southern Biotechnology Associate Inc. ), diluídos em tampão carbonato pH 9,6 e mantidas overnight a 4°C. Após este período, as placas foram lavadas com salina-Tween e bloqueadas com 200µl por poço de PBS-caseína por, no mínimo, 1 hora a temperatura ambiente. As placas foram lavadas com salina- Tween, em seguida os soros totais foram adicionados (50µl por poço) e mantidas a temperatura ambiente, protegidas da luz, durante duas horas. Para controle positivo foi utilizado anticorpo purificado de camundongo do isotipo em questão (Southern Biotechnology Associate Inc.), além do controle negativo da própria placa sem adição de soro. Em seguida as placas foram lavadas com salina-Tween e incubadas com 50µl/poço da solução do anticorpo de rato anti- camundongo específico para cadeia ε ligado à biotina (1:10000) (Southern Biotechnology Associate Inc.), durante uma hora a temperatura ambiente. Novamente as placas foram lavadas com salina-Tween e incubadas com 50µl/poço de uma solução de estreptavidina conjugada à peroxidase (Southern Biotechnology Associate Inc.) em uma diluição de 1:15000 por uma hora a temperatura ambiente. As placas foram lavadas com salina-Tween e reveladas com 100µl/poço de uma solução de peróxido de hidrogênio como substrato e OPD como reagente de cor em tampão citrato pH 4,5. Ao final, a reação foi detectada através de uma leitura no leitor de ELISA automático (Bio-Rad Model 450 Microplate Reader) usando filtro de 492nm. Os resultados foram expressos em valores de absorbância menos a absorbância do branco.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Influência da origem do tripomastigota e da via de inoculação na evolução da infecção da cepa Colombiana de Trypanosoma cruzi em camundongos BALB/c.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Influência da origem do tripomastigota e da via de inoculação na evolução da infecção da cepa Colombiana de Trypanosoma cruzi em camundongos BALB/c.

Outra característica interessante entre as formas TS e TM está relacionada aos diferentes perfis de citocinas induzidas in vitro e in vivo. Foi observado in vitro que enquanto as formas TS apresentam em suas membranas moléculas que iniciam uma robusta resposta pró-inflamatória com indução de IL-12, TNF-e NO por macrófagos (CAMARGO et al., 1997a; CAMARGO et al., 1997b; ALMEIDA et al., 2000), as moléculas das formas TM atuam suprimindo a ativação de macrófagos e células dendríticas, logo inibindo produção de TNF-e IL-12 (DE DIEGO et al.,1997). Vieira et al. (2012) observaram que na infecção de camundongos por TM e TS da cepa Be-78 os animais inoculados com TS apresentaram alta parasitemia, um exacerbado processo inflamatório no coração e altos níveis de IL-10 ao final da fase aguda, indicando que este grupo, provavelmente, não conseguiu apresentar uma resposta imune efetiva ao início da infecção. Já os animais infectados com TM apresentaram uma resposta imune caracterizada pela presença de eosinófilos logo ao início da infecção levando a um atraso no pico de parasitemia, diminuição da inflamação cardíaca ao final da fase aguda e uma resposta imunorregulatória no baço.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Avaliação dos marcadores de estresse oxidativo e defesas antioxidantes em fígado de camundongos após infecção pelo vírus Caraparu.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Avaliação dos marcadores de estresse oxidativo e defesas antioxidantes em fígado de camundongos após infecção pelo vírus Caraparu.

Neste estudo, camundongos BALB/c adultos jovens foram inoculados com o CARV via subcutânea, simulando a rota natural de infecção, com dose de 10 5 UFP. Os resultados mostraram que, nesta dose e via utilizadas, os animais desenvolveram hepatite aguda e sinais de doença sistêmica, caracterizada por piloereção, prostração e perda de peso. No entanto, a doença apresentou evolução benigna, já que os animais infectados recuperaram e nenhum veio a óbito. Através da análise da histopatologia do fígado e dos níveis séricos das transaminases hepáticas ALT e AST, foi demonstrado que os camundongos infectados desenvolveram hepatite. Os danos hepáticos encontrados pela análise histopatológica foram mais significativos nos 3º e 7º dias pi, dentre eles inflamação moderada e multifocal, desorganização da arquitetura dos hepatócitos, hiperemia e esteatose microvesicular. Já as transaminases hepáticas ALT e AST encontraram-se aumentadas no soro dos animais infectados dos dias 3 e 7. Brinton e colaboradores (1992) também encontraram elevação das enzimas hepáticas no terceiro dia após a infecção pelo CARV em camundongos neonatos, corroborando com nossos resultados.
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Avaliação dos mecanismos imunológicos envolvidos na proteção contra tuberculose no...

Avaliação dos mecanismos imunológicos envolvidos na proteção contra tuberculose no...

particular, os camundongos da linhagem BALB/c geram menor resposta Th1 frente à infecção por M. tuberculosis se comparados aos camundongos da linhagem C57BL/6 (Wakeham, Wang et al. 2000; Jung, Ryan et al. 2009). Em adição, em um estudo prévio de nosso grupo, foi descrito que os camundongos BALB/c apresentam menor controle no crescimento de M. tuberculosis, associado com maior produção de IL-10 e células T reguladoras com maior capacidade supressora quando comparados aos animais C57BL/6 (Paula, Fonseca et al. 2011). Outros estudos mostraram que as duas linhagens de camundongos apresentaram respostas imunes diferentes quando foram infectadas com cargas bacilares maiores ou equivalentes a 1 x 10 5 bacilos. Assim, os camundongos BALB/c respondiam gerando resposta mista Th1/Th2 (Hernandez-Pando, Orozcoe et al. 1996; Morais Fonseca, Rosada et al. 2010), enquanto os camundongos C57BL/6 geravam forte resposta Th1, com baixa produção de citocinas Th2 (Orme, Roberts et al. 1993; Jung, LaCourse et al. 2002). A resposta Th1 conservava-se até a fase crônica da infecção e estava associada com maior produção de IL-17 (Paula, Fonseca et al. 2011). Nossos estudos mostraram que no contexto da coinflamação e diferente dos estudos anteriores, os camundongos TB/OVA (linhagem C57BL/6) foram mais suscetíveis à infecção com M. tuberculosis que os animais TB/OVA (linhagem BALB/c). Como reportado na literatura, os camundongos C57BL/6 infectados apresentam resposta Th1 mais prolongada que os animais BALB/c (Teixeira, Munk et al. 1995; Wakeham, Wang et al. 2000; Paula, Fonseca et al. 2011) e isso pode levar ao aumento na resposta inflamatória e no dano tecidual. Como visto na análise histopatológica, nossos resultados mostram que houve maior comprometimento do BALT e aumento de infiltrado difuso com predomínio de macrófagos xantomatosos nos camundongos TB/OVA (C57BL/6) quando comparados com o grupo TB (C57BL/6). O estudo de Paula e colaboradores mostrou que os camundongos C57BL/6 infectados com M. tuberculosis apresentavam maior produção de TGF- (citocina associada com reparo tecidual e fibrose) na fase crônica da infecção. Embasado nesse estudo de nosso grupo e em nossos resultados aqui descritos, é interessante para estudos futuros avaliar a fibrose nos animais TB/OVA (C57BL/6), pois em decorrência de forte resposta Th1 e em presença da resposta Th2, possivelmente, haveria aumento do reparo tecidual gerado no pulmão desses animais.
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Efeito protetor de CXCL10 em camundongos BALBC infectados com Leishmania braziliensis

Efeito protetor de CXCL10 em camundongos BALBC infectados com Leishmania braziliensis

CXCL10 se liga com alta afinidade ao receptor CXCR3 (CHEN et al ., 2004), um receptor expresso em vários tipos celulares, incluindo monócitos, células T CD4+ e CD8+ ativadas e de memória, células NK, e algumas subpopulações de células dendríticas (MOHAN et al ., 2005; RITTER; MOLL, 2000; VESTER et al., 1999). Na ausência de CXCR3, camundongos C57BL/6 infectados com L. major são capazes de montar uma resposta Th1 eficiente, mas falham em controlar a infecção, apresentando uma diminuição na produção de IFN- (BARBI; BROMBACHER; SATOSKAR, 2008; ROSAS et al., 2005). Poderia se questionar se, neste trabalho, CXCR3 estava se expressando nos animais infectados por L. braziliensis , uma vez que o efeito biológico de CXCL10 é regulado pela indução da expressão de seu receptor, entretanto, já foi demonstrado na literatura que camundongos BALB/c, quando infectados por L. braziliensis , são capazes de expressar CXCR3, ainda nas 6 primeiras horas de infecção (TEIXEIRA et al., 2005). Em humanos, um trabalho realizado com células mononucleares do sangue periférico (CMSPs) de voluntários sadios que foram submetidas à infecção por L. braziliensis in vitro, mostrou que L. braziliensis induziu a produção de CXCL10 e a expressão do seu receptor, tanto em macrófagos como nas CMSPs (VARGAS-INCHAUSTEGUI et al., 2010).
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 5 9 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 5 9 portugues

Objetivo: Determinar se um protocolo curto de sensibilização com ovalbumina subcutânea, sem adjuvante, induziria uma resposta pulmonar eosinofílica em pulmões de camundongos similar àquela encontrada em protocolos previamente estabelecidos. Métodos: Fêmeas adultas de camundongos BALB/c foram randomizadas e divididas em grupos de acordo com o número de sensibilizações com ovalbumina e o número/dosagem de provocação intranasal. O protocolo curto (10 dias) consistiu de uma sensibilização e três provocações com ovalbumina (100 µg). A contagem total e diferencial de células no lavado broncoalveolar, o nível de peroxidase eosinofílica no tecido pulmonar e o exame histopatológico dos pulmões foram realizados 24 h após a última provocação. Resultados: Não houve diferenças significativas entre os grupos em relação às variáveis estudadas. O protocolo curto, assim como os outros protocolos estudados, induziu uma resposta eosinofílica pulmonar semelhante àquela do grupo controle positivo. Conclusões: A sensibilização por ovalbumina subcutânea sem o uso de adjuvante resultou em uma significativa resposta pulmonar alérgica em ratos, mesmo no grupo de protocolo curto. Nossos achados sugerem que esse protocolo curto pode ser utilizado como teste pré-clínico de primeira linha para a pesquisa de novos fármacos, reduzindo custos e o tempo de observação.
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Laura Liana Maggi Fernandes

Laura Liana Maggi Fernandes

79 Em casos de infecções os neutrófilos podem contribuir para danos no tecido do hospedeiro, através da produção de proteases ou mediadores citotóxicos como espécies reativas de oxigênio (Cascao et al. 2010). Neutralizando a ação da citocina IL-17 em camundongos C57BL/6 infectados com S. japonicum, observou-se que estes camundongos apresentaram menor morbidade, devido à baixa expressão de citocinas e quimiocinas pró-inflamatórias como IL-6, IL-1β, CXCL1 e CXCL2, além da redução do número de neutrófilos infiltrados (Zhang et al. 2012). Por outro lado, a dificuldade de recrutar neutrófilo pode afetar o controle de bactérias da microbiota intestinal, favorecendo a translocação bacteriana no intestino já lesionado pela eliminação dos ovos de S. mansoni, contribuindo assim para quadros de co-infecção e podendo levar o paciente a quadro de sepse (Lima et al. 2015), este fato poderia justificar a mortalidade elevada observada em camundongos ST2 -/- infectados. A importância da translocação de bactérias através da mucosa intestinal lesionada para a morbidade da esquistossomose humuna foi estabelecida pela identificação de bactérias gram- negativas, principalmente E.coli em 95,7 % dos 51 pacientes submetidos à cirurgia devido à hipertensão portal causada pela esquistossomose (Ferraz et al 2005). Lima e coloboradores (2012) também foram capazes de confirmar translocação bacteriana em camundongos Swiss experimentalmente infectados com S.mansoni. Recentemente este mesmo grupo de pesquisa (Lima et al. 2015), realizaram um novo estudo com camundongos esplenectomizados e/ou infectados com S. mansoni e mais uma vez constataram que 60% dos animais infectados apresentaram contaminação bacteriana no sangue por Escherichia coli e Staphylococcus aureus. Nossos dados mostram claramente que camundongos Balb/c infectados, tanto WT como ST2 -/- não apresentaram translocação bacteriana, pois a cultura de sangue e de órgãos (linfonodos mesentéricos, fígado e baço) foram todas negativas, incluindo para os animais que receberam o antibiótico Baytril®, o que mostrou que realmente a causa da mortalidade, não estava sendo causada por infecções bacterianas.
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