Cana-de-açúcar - Irrigação e Adubação

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Qualidade industrial de cana-de-açúcar sob irrigação e adubação com zinco, em Tabuleiro Costeiro paraibano.

Qualidade industrial de cana-de-açúcar sob irrigação e adubação com zinco, em Tabuleiro Costeiro paraibano.

Esta pesquisa foi conduzida em área experimental da Fazenda Capim II (latitude 6º 54’ 59,88" S, longitude 35º 09’ 17,86" O e altitude de 121,00 m), localizada no Município de Capim, PB. Objetivou-se avaliar os efeitos de lâminas de água de irrigação e níveis de adubação com zinco na cultura da cana-de-açúcar (Saccharum officinarum), cv. SP 79-1011. O delineamen- to experimental foi em blocos casualizados, com três repetições, em esquema fatorial 5 x 5; as lâminas de irrigação, aplicadas por um pivô central fixo, se basearam em 25, 50, 75 e 100% da ETc, mais um tratamento testemunha, sob condições de sequeiro. Os níveis de zinco foram 0, 1, 2, 3 e 4 kg ha -1 . A qualidade industrial da matéria-prima foi influenciada, diretamen-
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Resposta da cana-de-açúcar, primeira soca, a níveis de irrigação e adubação de cobertura.

Resposta da cana-de-açúcar, primeira soca, a níveis de irrigação e adubação de cobertura.

Após análise de variância realizada com os dados obti- dos, comprovou-se que apenas a variável sacarose (POL) respondeu significativamente ao efeito regime de irrigação enquanto o rendimento de colmo (RC), rendimento bruto do açúcar (RBAÇ) e o rendimento bruto do álcool (RBAL) tam- bém responderam significativamente, a adubação de cober- tura. Nenhuma das variáveis analisadas apresentou intera- ção significativa entre dose de adubação de cobertura versus regime de irrigação. Quanto à fonte de variação, lâmina de irrigação total, os valores aqui encontrados diferem dos da- dos da cana-planta, encontrados por Azevedo (2002), visto que ocorreu efeito significativo dos níveis de irrigação sobre os parâmetros rendimento dos colmos, rendimento bruto do açúcar e rendimento bruto do álcool. Como a irrigação era suplementar, a grande precipitação aproveitável verificada no período do experimento, pode ter sido a causa desse efeito não significativo da lâmina de irrigação.
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Cana-de-açúcar: parâmetros tecnológicos em função de diferentes lâminas de irrigação e adubação de cobertura - DOI: 10.7127/rbai.v8n100204

Cana-de-açúcar: parâmetros tecnológicos em função de diferentes lâminas de irrigação e adubação de cobertura - DOI: 10.7127/rbai.v8n100204

A importância da cana-de-açúcar, no cenário atual agrícola brasileiro, pode ser atribuída à sua elevada capacidade de adaptação aos diversos ambientes edafoclimáticos. No entanto a determinação dos parâmetros tecnológicos da cana-de-açúcar, especialmente o teor de sólidos solúveis, teor de sacarose, pureza do caldo, fibra e percentagem bruta de açúcar, é fundamental para comercialização da cana. Sendo assim o objetivo deste trabalho foi observar a variação dos parâmetros tecnológicos da cana-de-açúcar sob quatro lâminas de irrigação e dois níveis de adubação de cobertura. Utilizou-se o esquema fatorial 2 x 4 e o delineamento inteiramente casualizado, com 3 repetições. Após análise estatística dos dados, constatou-se que a interação dos dois fatores irrigação e adubação influenciaram significativamente o teor de sólidos solúveis da quinta folha de cana-de-açúcar variedade SP 791011. O teor de sacarose e a pureza do caldo aumentaram seus valores de acordo com a lâmina d’água. A fibra e a pureza do caldo encontrados neste experimento com o quinto corte da cana-de-açúcar foram superiores aos valores encontrados por outros autores que trabalharam, com a mesma variedade e no mesmo local do experimento, com cortes de cana anteriores.
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Doses de adubação nitrogenada e potássica em cobertura na cultura da cana-de-açúcar, primeira soca, com e sem irrigação.

Doses de adubação nitrogenada e potássica em cobertura na cultura da cana-de-açúcar, primeira soca, com e sem irrigação.

O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de diferentes doses de N e K 2 O, aplicados em cobertura, no desenvolvimento e rendimento de colmos, açúcar e álcool da cana-soca (Saccharum spp, cultivar SP79 1011) cultivada com e sem irrigação, em área da Destilaria Miriri, município de Capim, PB. O arranjo experimental foi um fatorial 2 x 4 (com e sem irrigação, e quatro doses de adubação de cobertura de N e K 2 O) com três repetições. A lâmina de irrigação usada, 27,5 mm, foi aplicada em intervalos de irrigação de 12 dias. As adubações de cobertura foram compostas dos elementos N e K 2 O aplicando-se respectivamente: AC 1 = 44 e 41, AC 2 = 86 e 81, AC 3 = 157 e 148; e AC 4 = 236 e 222 kg ha -1 . As interações estudadas regime de irrigação x doses de
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Crescimento da cana-de-açúcar com e sem irrigação complementar sob diferentes níveis de adubação de cobertura nitrogenada e potássica - DOI: 10.7127/rbai.v3n100012

Crescimento da cana-de-açúcar com e sem irrigação complementar sob diferentes níveis de adubação de cobertura nitrogenada e potássica - DOI: 10.7127/rbai.v3n100012

AZEVEDO, H.M. de. Resposta da cana- de-açúcar a níveis de irrigação e de adubação de cobertura nos tabuleiros costeiros da Paraíba. Campina Grande: UFCG, 2002. 112p. Tese de Doutorado. CARVALHO, C.M. de; AZEVEDO, H.M. de; DANTAS NETO, J.; MELO, E.P. de; SILVA, C.T.S. da; GOMES FILHO, R.R. Resposta dos parâmetros tecnológicos da terceira folha de cana-de-açúcar submetida a diferentes níveis de irrigação. Revista Brasileira Ciências Agrárias. Recife, v.3, n.4, p.337-342, 2008

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Produtividade e qualidade da cana-de-açúcar sob níveis de adubação nitrogenada e lâminas de irrigação.

Produtividade e qualidade da cana-de-açúcar sob níveis de adubação nitrogenada e lâminas de irrigação.

O conhecimento do manejo hídrico adequado em regiões que sofre com a irregularidade pluviométrica, assim como do nível de nitrogênio que venha a suprir as exigências nutricionais da cana – de – açúcar , são fatores fundamentais para se obter melhores rendimentos em produtividade e qualidade tecnológica. Assim, objetivou-se com este trabalho avaliar a produtividade e qualidade da cana – de – açúcar sob níveis de adubação nitrogenada e lâminas de irrigação, nas condições da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. O experimento foi realizado em dois anos consecutivos, nos ciclos de cana planta e soca, em condições de campo na Fazenda Olho D’Água no município de Itambé – PE. O delineamento experimental foi em blocos casualizados (DBC) com parcelas sub-subdivididas, com quatro repetições, os tratamentos consistiram de duas variedades de cana – de – açúcar (RB92579 e RB002754), quatro lâminas de irrigação (L1=12; L2=45; L3=100 e L4=125% de reposição da evapotranspiração da cultura – ETc (para o ciclo de cana planta) e (L1=10; L2=40; L3=100 e L4=125% da ETc, para cana soca) e quatro níveis de adubação nitrogenada (N1=0; N2=50; N3=100 e N4=200 kg ha -1 de N). Os dados foram submetidos a análise de variância através do programa R, e quando significativos para fatores quantitativos realizou-se a regressão para os fatores qualitativos teste de Tukey ao nível de 5%. A cana – de – açúcar irrigada com as maiores lâminas no ciclo cana planta e soca promoveu maiores crescimentos em altura de planta, diâmetro de colmo, número de perfilhos e produziu em média mais 45,0 t ha -1 a mais quando comparada a cana – de – açúcar irrigada com as menores lâminas de irrigação. Os açúcares totais recuperáveis (ATR), a produtividade de açúcar (TPH) teor de fibra e pureza possui relação positiva com o aumento da lâmina de irrigação na cana planta
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Desempenho da cana-de-açúcar, quinta folha, sob diferentes níveis de irrigação e adubação de cobertura nos tabuleiros costeiros da Paraíba.

Desempenho da cana-de-açúcar, quinta folha, sob diferentes níveis de irrigação e adubação de cobertura nos tabuleiros costeiros da Paraíba.

Com relação aos micronutrientes, não existe comprovação de resposta significativa da cana ao uso dos mesmos, porém, a tendência é de resposta a B, Cu, Mn e Zn, fato esse que já ocorre em algumas regiões específicas, como nos tabuleiros terciários do litoral do Nordeste, com exceção do B, que apresenta o fenômeno do “sal cíclico”, isto é, os respingos da precipitação sobre a água do mar, levam o mesmo para as regiões mais próximas do litoral. Uma das hipóteses da não resposta aos micronutrientes é provavelmente a sua ocorrência nos calcários, principalmente os de origem sedimentar (Vitti e Martins, 2001; Vitti, 2003).
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Acúmulo de metais pesados em solos cultivados com cana-de-açúcar pelo uso contínuo de adubação fosfatada e água de irrigação.

Acúmulo de metais pesados em solos cultivados com cana-de-açúcar pelo uso contínuo de adubação fosfatada e água de irrigação.

Com a expansão da lavoura canavieira no início da década de 70 na região norte do estado do Rio de Janeiro, tornou-se necessária a incorporação de novas áreas, passando-se, assim, a cultivar cana-de- açúcar em solos de tabuleiro (Podzólicos Amarelos) e morros (Latossolos Amarelos) de baixa fertilidade, exigindo adubações fosfatadas pesadas para garantir boas produtividades. Além disso, no final dessa mesma década, como forma de compensar os freqüentes déficits hídricos que limitavam ganhos expressivos de produtividade, diversos produtores do norte fluminense passaram a investir na irrigação como solução para esse problema, sendo o rio Paraíba do Sul a principal fonte de água para os projetos de irrigação que cortam a baixada campista, responsável por 40% da produção de cana-de-açúcar da região.
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Crescimento e produtividade da cultura da cana-de-açúcar cultivada sob condições de adubação silicatada e lâminas de irrigação.

Crescimento e produtividade da cultura da cana-de-açúcar cultivada sob condições de adubação silicatada e lâminas de irrigação.

Observa-se que nao ocorreu efeito significativo para interacao entre as doses de silicio e as laminas de irrigacao para as variaveis de crescimento estudadas, tais como altura da plant[r]

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Crescimento da cana-de-açúcar sob irrigação e parcelamento da adubação nitrogenada.

Crescimento da cana-de-açúcar sob irrigação e parcelamento da adubação nitrogenada.

Foram constatados apenas efeito dos tratamentos de irrigacao, em algumas datas, sem influencia dos niveis de parcelamento e da interacao entre os fatores; aos 120, 150 e 180 dias apos [r]

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Resposta técnico-econômicas da cana-de-açúcar a níveis de irrigação e adubação nitrogenada.

Resposta técnico-econômicas da cana-de-açúcar a níveis de irrigação e adubação nitrogenada.

A interacao das laminas de irrigacao bruta com as doses de nitrogenio utilizadas nessa pesquisa nao foi estatisticamente significativa, indicando que nao houve efeito sinergetico entre[r]

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Rendimento da cana-de-açúcar submetida a adubação nitrogenada e a lâminas de irrigação por gotejamento subsuperficial

Rendimento da cana-de-açúcar submetida a adubação nitrogenada e a lâminas de irrigação por gotejamento subsuperficial

A água é limitante para o crescimento e fundamental para a fotossíntese; a produtividade das plantas depende da quantidade disponível deste recurso e da eficiência de seu uso pelo vegetal. Com esse estudo objetivou-se avaliar o crescimento vegetativo e o rendimento bruto de açúcar e álcool da cana-de-açúcar ao longo do cultivo da cana-planta e cana-soca, em diferentes lâminas de reposição hídrica, com e sem aplicação de nitrogênio pelo sistema de irrigação por gotejamento subsuperficial. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso analisado em esquema de parcelas subdivididas, com quatro repetições, sendo a parcela representada pela interação das lâminas de irrigação (0, 25, 50, 75 e 100% de reposição hídrica, da capacidade de campo) com e sem fertirrigação nitrogenada e as subparcelas por nove épocas de avaliações (90, 120, 150, 180, 210, 240, 270, 300 e 330 dias depois do plantio/dias após o primeiro corte para a cana-soca). Os rendimentos brutos de açúcar e álcool para as reposições hídricas inferiores a 93 e 97% são, respectivamente, maiores em cana-planta que em cana-soca. A fertirrigação proporcionou maior crescimento vegetativo da cana-soca.
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Produtividade e qualidade tecnológica da cana-de-açúcar sob lâminas de irrigação e adubação nitrogenada

Produtividade e qualidade tecnológica da cana-de-açúcar sob lâminas de irrigação e adubação nitrogenada

de duas variedades de cana-de-açúcar sob diferentes lâminas de irrigação e doses de nitrogênio. O experimento foi conduzido em dois anos consecutivos (2015 e 2016) na Fazenda Olho D’Água, em Itambé, Pernambuco. O delineamento experimental foi em blocos casualizados no esquema de faixas subsubdivididas, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos de quatro lâminas de irrigação (L1 = 12, L2 = 45, L3 = 100 e L4 = 125% da evapotranspiração da cultura - ETc, cana planta) e (L1 = 10, L2 = 40, L3 = 100 e L4 = 125% de ETc, cana soca), quatro doses de nitrogênio (N1 = 0, N2 = 50, N3 = 100 e N4 = 200 kg ha -1 de N) e duas
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Funções de resposta da cana-de-açúcar, fase soca, a níveis de irrigação e adubação de cobertura.

Funções de resposta da cana-de-açúcar, fase soca, a níveis de irrigação e adubação de cobertura.

Esta aplicação racional tanto da adubação quanto da irrigação poderá ser conseguido quando se conhecer as funções de produção das culturas nas diferentes regiões produtoras do País (Be[r]

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Resposta da cana-de-açúcar a níveis de irrigação e adubação de cobertura nos tabuleiros costeiros da Paraíba.

Resposta da cana-de-açúcar a níveis de irrigação e adubação de cobertura nos tabuleiros costeiros da Paraíba.

isócrinas, tem-se que: as declividades das isoquantas são positivas; as quantidades crescentes dos fatores água e adubação de cobertura produzem o mesmo nível de rendimento de álcool, [r]

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Irrigação por gotejamento subsuperficial na produção e qualidade de cana-de-açúcar

Irrigação por gotejamento subsuperficial na produção e qualidade de cana-de-açúcar

O plantio seguiu o sistema tradicional das usinas sucroalcooleiras, sendo as mudas obtidas de viveiros. Os colmos de cana foram distribuídos no sulco de 15 cm de profundidade de maneira a se obter, em média, quinze gemas por metro linear. Os colmos foram seccionados em segmentos de três gemas, fazendo-se, em seguida, a cobertura dos sulcos. A adubação, segundo a análise de solo e recomendação de Raij et al. (1997), foi a mesma para todos os tratamentos, com 30 kg ha -1 de N na forma de uréia, 140 kg ha -1 de P

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AUMENTO NA PRODUTIVIDADE DA CANA-DE-AÇÚCAR ATRAVÉS DA IRRIGAÇÃO

AUMENTO NA PRODUTIVIDADE DA CANA-DE-AÇÚCAR ATRAVÉS DA IRRIGAÇÃO

Um bom programa de irrigação pode beneficiar a cultura de muitos modos, a saber: aumentando sua produtividade, permitindo maior eficiência no uso de fertilizantes, permitindo uma programação de cultivo, isto é, a elaboração de uma escala de plantio que possibilite a obtenção de duas ou mais colheitas por área/ano, permitindo a introdução de cultivos mais caros, minimizando o risco de investimentos na agricultura, etc. Mas é de capital importância que se tenha consciência de que a irrigação, como prática isolada, não propiciará os benefícios desejados, pois precisa ser acompanhada de outras práticas culturais para poder gerar os lucros esperados da exploração agrícola irrigada, tais como: variedades produtivas, adubação e tratos culturais apropriados.
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Produtividade de cana-de-açúcar em função da adubação nitrogenada e da decomposição...

Produtividade de cana-de-açúcar em função da adubação nitrogenada e da decomposição...

redução das fertilizações com o nutriente potássio, como elucidou Demattê (2004). Neste trabalho, a maioria dos tratamentos resultou em prejuízo quando se considera toda a cadeia de produção do açúcar e álcool e, somente na cana-planta e no quarto ciclo (terceira soqueira) obteve-se resultados positivos de RMI (Figura 7). Isso se deveu às premissas macroeconômicas utilizadas serem a média dos quatro ciclos agrícolas e, para um ponto de equilíbrio seria necessária uma produtividade agroindustrial de aproximadamente 17 TPH, um valor bastante elevado quando se considera as atuais agroindústrias brasileiras. Chaves (2007) enumerou cinco faixas de TPH (ou Mg ha -1 de ATR) na qual as usinas deveriam operar para serem rentáveis utilizando as premissas econômicas daquele ano. Concluíram que usinas de altíssima performance operam acima de 13 TPH, ou seja, 31% a menos que o mínimo necessário para empatar os custos de produção deste trabalho.
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Fontes de fósforo para adubação de cana-de-açúcar forrageira no cerrado.

Fontes de fósforo para adubação de cana-de-açúcar forrageira no cerrado.

aplicação do nutriente, e as variedades IAc 86 2480 e SP 79 101, com quatro repetições. Foram avaliados a altura de plantas, diâmetro de colmos, número de perilhos, produtividade (matéria fresca e seca), eiciência do teor de P na planta, extração de P e viabilidade econômica, na escolha da fonte e ºbrix. A adubação fosfatada inluenciou o número e altura de plantas, concentração de P na planta, produtividade de matéria fresca e seca. Quanto às fontes estudadas, houve semelhança nos resultados encontrados, mas com maior eiciência para a farinha de ossos, que promoveu maior acúmulo de P na planta e maior extração pela cultura, e apresentou maior viabilidade econômica. A variedade IAc 86 2480 apresentou médias superiores às da SP 79 1011, em todos os parâmetros avaliados.
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Irrigação da cana-de-açúcar com esgoto tratado por gotejamento subsuperficial

Irrigação da cana-de-açúcar com esgoto tratado por gotejamento subsuperficial

A agricultura irrigada é a atividade caracterizada pelo alto consumo de água. Nesse contexto, a utilização de efluente de esgoto tratado (EET) como fonte de água para a irrigação pode ser uma alternativa para substituição de água doce, mas que requer estudos específicos para adoção e uso de forma sustentável. Assim, objetivou-se avaliar os efeitos da aplicação de EET via gotejamento subsuperficial sobre as propriedades físicas do solo (Latossolo Vermelho distroférrico), distribuição da umidade no perfil do solo, desenvolvimento do sistema radicular, a produção de colmos e a qualidade tecnológica do caldo da cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.). O experimento foi instalado em Campinas-SP, Brasil, adotando-se delineamento em blocos casualizados em esquema fatorial 2x2x2+1, com cinco repetições. Os fatores estudados foram: duas profundidades de instalação do tubo gotejador (0,2 e 0,4 m); duas qualidades de água (efluente de esgoto tratado – EET, e água de reservatório superficial – ARS); complementação nutricional via fertirrigação (com complementação nutricional – CN, e sem complementação nutricional – SN); e a testemunha sem irrigação. Para avaliação da umidade no perfil do solo foi utilizada a técnica da TDR (Time Domain Reflectometry); para a avaliação radicular foi utilizado o sistema minirhizotron; para determinar os atributos físicos do solo foram utilizadas amostras deformadas e indeformadas; e a produtividade estimada por biometria. O uso de efluente de esgoto tratado como fonte hídrica na irrigação demonstrou ser opção sustentável do ponto de vista agronômico, proporcionando incrementos na produtividade e melhoria na qualidade tecnológica da cana-de-açúcar em relação ao tratamento sem irrigação. A instalação do tubo gotejador a 0,2 m de profundidade disponibilizou água na região de maior desenvolvimento radicular e reduziu as perdas de água por evaporação e por percolação profunda. Os fatores testados não alteraram significativamente os parâmetros sódico-salinos, as propriedades físicas do solo e o comprimento radicular da cana-de-açúcar.
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