Canal do trabalhador

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Análise da demanda de água bruta para a reutilização do Canal do Trabalhador

Análise da demanda de água bruta para a reutilização do Canal do Trabalhador

Esse estudo tem como objetivo estimar a demanda e a elasticidade-preço da demanda por água bruta para reativar do Canal do Trabalhador no estado do Ceará. A análise da demanda é fundamental para a elaboração de políticas tarifárias que estimulem o uso racional e, ao mesmo tempo, cubram os custos do sistema de tratamento e distribuição de água. As equações de demanda dos irrigantes e da empresa de abastecimento público foram estimadas utilizando o método dos mínimos quadrados ordinários, das variáveis instrumentais e dos mínimos quadrados em dois estágios. Com base nos resultados obtidos pode-se concluir que a demanda dos irrigantes é mais sensível às variações de preço do que a demanda para abastecimento público. A companhia de abastecimento público apresenta custos decrescentes de escala, de modo que, um aumento do tamanho do mercado deverá reduzir o custo médio da água.
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Demanda e preço ótimo para usos múltiplos da água bruta: O caso do canal do trabalhador no Ceará

Demanda e preço ótimo para usos múltiplos da água bruta: O caso do canal do trabalhador no Ceará

Tomando como exemplo o Canal do Trabalhador, a adoção do preço médio igual ao custo médio é considerado inviável do ponto de vista econômico. Uma característica fundamental se deve pelo fato de ser uma obra que não foi concebida naturalmente e também por problemas estruturais advindos de sua construção, o que torna necessário a presença de um aparato de bombas, de modo que possibilite que a água seja transportada por todo o seu perímetro, o que acarreta elevados custos com consumo de energia elétrica, manutenção e gerenciamento. A cobrança desse tipo de tarifa gera um alto dispêndio para usuários menos favorecidos de renda, enquanto beneficia usuários de renda ou capacidade de pagamento maior, além de não permitir que haja racionalidade no uso da água.
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SECA NO SEMIÁRIDO CEARENSE: ESPACIALIZAÇÃO DOS DECRETOS DE EMERGÊNCIA DOS EVENTOS 2012 A 2017

SECA NO SEMIÁRIDO CEARENSE: ESPACIALIZAÇÃO DOS DECRETOS DE EMERGÊNCIA DOS EVENTOS 2012 A 2017

“O Governo acreditou e, aceleradamente, construiu o "Canal do Trabalhador", com 98 km de extensão, interligando o rio Jaguaribe e o açude Orós ao açude Pacajus, que abastece Fo[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS

Todas as atividades relacionadas são realizadas no tempo livre e têm o desígnio de serem atividades de dispêndio do ponto de vista do consumo 9 . Logo, o lazer está colocado como uma atividade que prepara o trabalhador para desempenhar com mais produtividade suas funções, concomitante, à sua concepção como consumidor ativo e sempre sedento pela satisfação de suas necessidades. Considerando esta caracterização do tempo de não trabalhão não se pode concebê- lo com um tempo de emancipação e libertação, uma vez que ele corresponde à lógica do capital tanto quanto o tempo de trabalho. Conforme salienta João Bernardo o tempo de lazer passa a ser uma forma oculta de exploração proletária, pois, enquanto o tempo livre determina as necessidades de seus consumidores/trabalhadores, são travadas as condições para a produção e para a reprodução da própria força de trabalho. Inserindo os novos paradigmas em nome da “qualidade de vida”, o capital impõe sua estratégia consumista deslocando o foco de exploração e defendendo aparentemente os direitos do trabalhador de buscar sua satisfação pessoal.
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Rev. katálysis  vol.20 número2

Rev. katálysis vol.20 número2

As IES federais se inserem no processo de reorganização capitalista, reestruturação e financeirização da economia e da vida, metamorfoseando sua lógica e finalidade para os interesses do capital financeiro, bem como alterando consistentemente o trabalho docente na atualidade, em especial a partir do processo de mercantilização das relações no cotidiano e na mudança da natureza do trabalho e do ser social trabalhador (DUARTE, 2017). Por isso, Silva Jr. e Pimenta (2014, p. 33) afirmam que “a universidade federal tem uma nova institucionalidade que induz ao trabalho produtivo”. Como afirma Dal Rosso (2008, p. 34): “Um pesquisa- dor faz uma descoberta científica e o valor desta descoberta pode ser infinito se a descoberta pode ser codifi- cada, mercantilizada, transformada em mercadoria. A faísca cerebral e a fogueira mental que conduziram à descoberta são de natureza distinta do tempo médio e isso lhe confere um potencial infinito de valor”. Mancebo (2011, p.35), em breves linhas, expõe o cotidiano intensificado do trabalhador docente:
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INFÂNCIA E TRABALHO: REFLETINDO ESSA RELAÇÃO A PARTIR DOS INDICATIVOS DAS CRIANÇAS E DO MST <br> CHILDHOOD AND WORK: THINKING ABOUT THIS RELATIONSHIP FROM CHILDREN AND MST INDICATIVES

INFÂNCIA E TRABALHO: REFLETINDO ESSA RELAÇÃO A PARTIR DOS INDICATIVOS DAS CRIANÇAS E DO MST <br> CHILDHOOD AND WORK: THINKING ABOUT THIS RELATIONSHIP FROM CHILDREN AND MST INDICATIVES

Portanto, para as crianças pesquisadas, parece que a motivação dominante da atividade de trabalhar não está necessariamente na produção advinda do trabalho, como o é na lógica adulta, mas nas experiências, sensações, prazer imediato que podem obter através dele. Por aí elas transgridem o sentido (ou a falta de sentido para o trabalhador) atrelado nas relações capital x trabalho. O trabalho alienado impede que o trabalhador possa sentir-se integrado à atividade que está realizando, pois esta geralmente lhe é forçada e estranha. Por isso, trabalhar torna-se uma atividade vazia de sentido, de vida e de prazer. O trabalhador agüenta a degradação de que é vítima fixando-se no usufruto de seu resultado. Este, por sua vez, não é o que produz com seu trabalho, mas o dinheiro com o qual não consegue fazer mais do que sustentar a própria força de trabalho, sem a qual o capital não existe.
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Regulamentação do trabalho autônomo dependente no Brasil: análise da experiência espanhola na regulamentação do trade pela lei nº 202007 tcc rammoraisjúnior

Regulamentação do trabalho autônomo dependente no Brasil: análise da experiência espanhola na regulamentação do trade pela lei nº 202007 tcc rammoraisjúnior

Obteve-se solução quanto a esta celeuma somente quando da regulamentação da Lei nº 20/2007, por meio do Real Decreto nº 197, de 23 de fevereiro de 2009, que considerou para o cálculo dos rendimentos o trabalhador os ingressos totais (art. 2.1), inclusive como consequência “del trabajo por cuenta própria realizado para todos los clientes, incluído el que se toma como referencia para determinar la condición de trabajador economicamente dependiente”, bem como os rendimentos “que pudiera tener como trabajador por cuenta ajena em virtude de contrato de trabajo, bien sea com otros clientes o empresários o com el próprio cliente”.
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Modelo para avaliação da gestão de recursos humanos em saúde.

Modelo para avaliação da gestão de recursos humanos em saúde.

A “fixação dos trabalhadores no município” fun- damentou-se na constatação de que altas taxas de rotatividade prejudicam o funcionamento dos serviços e geram custos desnecessários. Mu- danças constantes de profissionais podem gerar interrupção nas atividades e dificultar o vínculo dos profissionais com os pacientes e a comuni- dade. Significa que a gestão não está conseguin- do equilibrar as necessidades e expectativas dos profissionais com as dos serviços. Para aferir esse indicador utilizou-se o total de médicos desli- gados no período de 2005 a 2006 em relação à média de médicos existentes neste mesmo perí- odo. A definição do parâmetro adequado seguiu o estudo de Campos & Malik 4 . A “valorização do trabalhador” representa um dos fatores determi- nantes para a motivação e manutenção do traba- lhador nos serviços. A análise considerou como “boa valorização” a gestão que possuía Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) implantado.
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Educ. rev.  número65

Educ. rev. número65

A educação superior tem encontrado grandes desaios em função das velo- zes transformações da sociedade e, neste sentido, a aplicação de métodos pedagógicos inovadores que estimulem os alunos a criar e a desenvolver o espírito cientíico e relexivo é constantemente requisitada. Entretanto, primeiramente, deve-se considerar a utilização de estratégias de aproxi- mação com os estudantes, especialmente com os mais jovens, nascidos a partir de meados da década de 1990, que estão, atualmente, ingressando nas universidades. Para este grupo de estudantes, denominado de Geração Z, é essencial que os educadores renovem seus métodos de ensino para melhorar o processo de aprendizagem. Neste estudo, é avaliado se a utilização de tecnologias virtuais como Facebook e YouTube apresenta bons resultados no processo de ensino-aprendizagem de estudantes de uma universidade de Salvador. O Facebook foi utilizado como principal canal de comunicação entre professor e alunos; o YouTube, como um canal para compartilhamento de videoaulas desenvolvidas pelos próprios estudantes. Ambas as propostas foram sugeridas e não impostas aos estudantes. Ao inal foi aplicado um
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O USO DE INSTRUMENTOS TECNOLOGICOS NO EXERCICIO DA DEMOCRACIA ATRAVÉS DA PARTICIPAÇÃO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS.  Carlos Henrique Pazzinatto

O USO DE INSTRUMENTOS TECNOLOGICOS NO EXERCICIO DA DEMOCRACIA ATRAVÉS DA PARTICIPAÇÃO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS. Carlos Henrique Pazzinatto

Entre as pesquisas dedicadas aos direitos fundamentais e sociais na sociedade informacional, o artigo a internet como vetor do desenvolvimento social na contemporaneidade encampou a ideia de desenvolvimento como liberdade e as ondas de acesso à internet. "As novas tecnologias em prol do trabalhador: tentativas de minimizar o retrocesso aos direitos sociais" ofereceu um panorama da inserção do trabalhador nas novas tecnologias e como deveria ser visto o teletrabalho, caso houvesse um efetivo controle de ponto via `smartphones´, cujo problema também foi tratado pelo texto "teletrabalho e tecnologia: (re) adaptações sociais para o exercício do labor", que apresentou o conceito inovador de subordinação por meio de sistemas telemáticos e a ruptura do paradigma no Direito laboral. "Imigrantes no Brasil - discursos de ódio e xenofobia na sociedade da informação: como atribuir uma função social a internet?" elucidou o contraponto entre a sociedade da informação e a função social da rede e como os processos simbólicos sobrepõem o objeto à pessoa, o que comprovou que a internet encontra-se à margem do Direito nas tratativas dos discursos de ódio. A economia compartilhada e os desafios na atuação do Estado foram os temas de "sociedade civil, concentração econômica e a disrupção da economia compartilhada", que relacionou os valores caros à democracia, entre eles os direitos fundamentais, e a dificuldade de regulação estatal. Em sequência, a "análise dos principais projetos municipais de acesso livre e gratuito a internet em praças publicas: inclusão digital na atual sociedade da informação globalizada" sugeriu, por meioi de pesquisa empírica, que as praças públicas deveriam ser implementadas nas periferias, em primeiro lugar, para promover a inclusão digital. Ao seu turno, o trabalho "as tecnologias da informação e comunicação no aprimoramento do processo legislativo: fundamentos para um processo legislativo mais interativo" partiu do pressuposto de que a democracia representativa brasileira é inacabada, para indicar a necessidade de ampliação da participação social na função legiferante. O artigo "grupos de fato na sociedade da informática" trata sobre as redes de informação e sua influência na transmissão dos conhecimentos tradicionais entre e para os povos formadores da sociedade brasileira. Finalmente, "o tempo morto de trabalho no processo eletrônico" demonstrou, por meio de análise de dados empíricos, que os processos eletrônicos não vieram a implementar a razoável duração dos procedimentos e geraram óbice ao `jus postulandi´ na Justiça Especializada do Trabalho, diminuindo o acesso à jurisdição.
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A evolução online da marca de um youTuber português: o caso do Môce dum Cabréste

A evolução online da marca de um youTuber português: o caso do Môce dum Cabréste

Dário: As coisas vão sempre melhorando, com os vídeos q fazemos, pois com o tempo aprendemos a editar melhor, a gravar melhor, vamos também ter uma camara e microfone melhor, que nos de uma qualidade melhor para oferecer às pessoas, isto é a nível técnico as coisas vão sempre evoluindo. Agora penso 2 vezes sobre os vídeos que faço, e penso 2 vezes sobre o lançamento ou não de determinado vídeo. As ideias são 100% minhas, nascem da minha cabeça, e comecei a ter uma imagem em termos estéticos tanto na vida real como no canal devido a minha namorada que é designer de imagem.eu devo muito ela a porque ela ajuda-me muito, dá-me opiniões, ela tem muito mais capacidade de intelecto do que eu, grande parte daquilo que eu sou hoje e porque tenho a sorte de a ter. O meu canal teve um arranque lento, e so apos mudança de estratégia, publicação as 3as feiras todas semanas de vídeos novos, houve mudanças nesse sentido.
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Disrafias vertebro-medulares caudais: formas intra-sacras.

Disrafias vertebro-medulares caudais: formas intra-sacras.

Preferimos o termo divertículo meníngeo intra-sacro por não se projetar esta malformação para fora do canal, característica das meningoceles, e por se intercomunicar com o canal durai,[r]

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Linha de cuidado em saúde do trabalhador: uma tecnologia para a organização do cuidado ao trabalhador com LERDORT

Linha de cuidado em saúde do trabalhador: uma tecnologia para a organização do cuidado ao trabalhador com LERDORT

Para que realmente essa política se efetive, diversas estratégias e formas de organização institucional, nos três níveis de gestão do SUS, foram desenvolvidas para prover atenção integral à saúde dos trabalhadores. A criação da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST), em 2002, representou um marco importante nesse processo. Ela é definida como uma rede nacional de informação e práticas de saúde, organizada com o propósito de implementar ações assistenciais, de vigilância e de promoção, qualificando a atenção à saúde já exercida pelo SUS. Junto a essa estratégia, houve a criação dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) passando a ser considerados como locais privilegiados de execução, articulação e pactuação de ações de saúde, intra e intersetorialmente, ampliando a visibilidade da área de Saúde do Trabalhador junto aos gestores e ao controle social, articulando-se também aos demais serviços de saúde, como as redes da estratégia saúde da família, rede hospitalar, rede ambulatorial especializada, rede de saúde mental e rede de urgência e emergência. Essas redes devem ser organizadas em torno de um território, procurando estabelecer fluxos de atenção aos trabalhadores de modo articulado com as vigilâncias sanitária, epidemiológica e ambiental. (BRASIL, 2002).
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CONTRATO DE TRABALHO PELO TRABALHADOR

CONTRATO DE TRABALHO PELO TRABALHADOR

não remeteu para o art. 351.º, n.º 1, o mesmo não se deve considerar aplicável à resolução por iniciativa do trabalhador, ainda que com as necessárias adaptações. Assim, segundo este autor, o n.º 3 deste art., quando desacompanhado do n.º 1, torna-se mais lato e menos exigente, permitindo, consequentemente, uma maior liberdade na apreciação das circunstâncias do caso. Não se deve, neste sentido, considerar que apenas estamos perante justa causa se estivermos perante um comportamento culposo do empregador que, pela sua gravidade e consequências, torne imediata e praticamente impossível a subsistência da relação de trabalho, referindo este autor que tal até pode suceder, mas apenas como exigência máxima. Assim, o conceito pode ficar preenchido com exigências menores, devendo ser considerados os critérios do n.º 3 do art. 351.º.
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Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade (FEAAC) Pós-graduação em Economia (CAEN)

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade (FEAAC) Pós-graduação em Economia (CAEN)

O segundo capítulo, Um Modelo de Matching na Punição Contra Crimes Econômicos Cometidos nas Empresas privadas , trata-se de punições a fraudes praticadas por trabalhadores das empresas privadas. Procura-se, então, modelar formas de punições que vão além da prisão, no qual à maioria dos periódicos tratam como a única forma de punição, a indivíduos que cometem crimes. Para isso, é definida uma função perda do trabalhador infrator que busca determinar, se no momento em que o trabalhador comete fraude na empresa em que trabalha e passa a consumir o produto do roubo, se isso poderá gerar impactos diretos no salário, no lucro da firma e no valor do crime. E quais os resultados alcançados com a inclusão da multa no modelo.
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A Monitorização do Trabalhador e o RGPD

A Monitorização do Trabalhador e o RGPD

No âmbito da relação laboral podem ocorrer acidentes de trabalho que são protegidos por seguros de acidentes de trabalho. Esta matéria está prevista no art. 284º do CT que remete para legislação específica, mais concretamente a Lei nº 98/2009, de 4 de setembro 60 no seu art. 1º. Este diploma abrange o trabalhador por conta de outrem de qualquer atividade, seja ou não explorada com fins lucrativos, em harmonia com o seu art. 3º, nº 1. Isto é, o trabalhador subordinado juridicamente. Assim, a entidade empregadora deve cumprir o dever de informação previsto no art. 106º, nº 3, al. j) do CT, isto é, informar o trabalhador do número da apólice de seguro de acidentes de trabalho e a identificação da entidade seguradora. Deste modo, a entidade empregadora deve remeter à seguradora aos dados pessoais necessários à sua inserção na apólice do seguro de acidentes de trabalho, de forma a cumprir a obrigação legal de reparação de acidentes de trabalho. Assim, também a inserção do trabalhador na apólice do seguro de acidentes de trabalho consubstancia o cumprimento de uma obrigação legal, pelo que o trabalhador pode exercer os seus direitos de acesso, retificação, limitação, portabilidade e oposição. O apagamento não é possível visto que se trata de uma obrigação legal.
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SER TRABALHADOR NA CIDADE

SER TRABALHADOR NA CIDADE

Às vezes, o trabalhador se empolga com o progresso de Uberlândia. Viadutos gigantescos, grandes mercados, magníficos restaurantes, luzes que enfeitam a cidade nas festas de fim de ano. Depois vem o censo aumentando o entusiasmo do trabalhador. A cidade que mais cresceu na região. A mais populosa. Esta é a Uberlândia que é mostrada pelos meios de comunicação. É esta a cidade que a administração quer que o povo conheça. Nas propagandas da cidade, aparecem aposentados tranqüilos nas praças, crianças sadias brincando, pessoas apressadas e sorrindo (de encomenda) para as câmeras da TV. Aparecem as casas populares construídas e em construção. Tudo mais bonito. Mas ... onde estão os moradores das praças? Onde estão os aposentados com um só salário? E as crianças que estão sempre esmolando no interior da Catedral e nos pontos de ônibus? Por que não aparece o “bairro” D. Almir? Mas o trabalhador não quer ser pessimista e resolve procurar a razão das contradições. Para que foram construídos os viadutos? Para facilitar o acesso às grandes empresas, grandes mercados? Para quem tem dinheiro para comprar à vista, pois ele continua a comprar a prazo na venda do bairro que, por ser pequena não pode concorrer com os grandes e vende muito mais caro. Pelo menos a decoração das ruas é para o trabalhador pobre, pois rico tem muito lazer e não precisa disso. Porém, o trabalhador nota que, depois de um dia estafante de trabalho não tem mais ânimo de voltar à cidade. Também, para passear teria que levar a família e o preço do ônibus faria um rombo no seu orçamento. O trabalhador chega à conclusão: apesar da propaganda, Uberlândia está igual ao Brasil. Tudo é feito para os ricos. Até o asfalto das ruas (...) Assim é Uberlândia que se prepara para o ano 2000 e assim será em 2000, se o trabalhador não se organizar em sindicatos, comunidades e associações de bairros para tornar a cidadania mais justa, mais humana. 74
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O Trabalhador na Organização Empresarial

O Trabalhador na Organização Empresarial

Vai permitir-nos encarar os problemas existentes dum modo mais humano, assim como a ter consciência da necessidade da adaptação dos recursos materiais da Empresa às características do po[r]

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TRABALHADOR INDUSTRIAL COM SEU TRABALHO ”

TRABALHADOR INDUSTRIAL COM SEU TRABALHO ”

A autonomia pode, assim, ser compreendida em dois sentidos: o primeiro, em seu sentido positivo, a autonomia real no trabalho que é a autonomia do “fazer bem”, de “fazer o belo”, que é reconhecido pelos seus pares. Esta autonomia permite de se proteger uma vez que ela preserva o grupo como base identitária e possibilita um retorno sobre si mesmo capaz de conferir um sentido ao trabalho. O segundo, em seu sentido instrumental, a autonomia é outorgada enquanto instrumento de coordenação das relações de trabalho e visa atingir um objetivo econômico de gestão da empresa. Esta autonomia aumenta a insegurança existencial do operário uma vez que ela enfraquece o investimento no “fazer o belo” em seu trabalho e reforça a destruição do grupo como base identitária. Esta autonomia propicia o aparecimento de estratégias individuais no seio do grupo de trabalho, as relações profissionais reforçam a relação à empresa e enfraquecem as relações entre os pares. Como ? A autonomia outorgada, enquanto instrumento do management, visa mobilizar e integrar o trabalhador ao processo de trabalho, de maneira a inserir neste processo os elementos do trabalho que não podem ser prescritos, como a esperteza, a capacidade de coordenação, a concertação e a mobilização subjetiva. Mas o "dever-ser" autônomo já é uma injunção paradoxal 5 uma vez que constitui-se em uma ordem a seguir que traduz-se por uma mobilização pessoal. O "dever-ser" sujeito e autônomo assinala uma organização do trabalho cada vez mais normalizada, ou seja, regida por normas.
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