Câncer - cuidados paliativos

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Experiência do adoecimento e práticas de autoatenção de pessoas com câncer em cuidados paliativos

Experiência do adoecimento e práticas de autoatenção de pessoas com câncer em cuidados paliativos

O estudo teve como objetivo compreender a experiência do adoecimento e as práticas de autoatenção das pessoas com câncer em cuidados paliativos, a partir dos conceitos da antrolopologia interpretativa de Clifford Geertz e da antropologia médica de Menéndez. Foi uma pesquisa de abordagem metodológica qualitativa, realizada no serviço de atenção domiciliar Melhor em Casa, do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas, filial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. Participaram do estudo 11 pessoas internadas no serviço, no período de setembro de 2015 a janeiro de 2016. Para a coleta de dados, foi utilizada a observação não estruturada, o diário de campo e a entrevista narrativa no domicílio dos participantes. O estudo foi aprovado por um Comitê de Ética em Pesquisas com Seres Humanos da Universidade Federal de Pelotas sob o número 1.190.419. A análise dos dados apoiou-se nos pressupostos da análise narrativa de Fritz Schütze. Após a divisão da narrativa em proposições indexadas e não indexadas, foram identificados os códigos que apontaram a experiência para os participantes, e que serviram de guia para condensação destes em categorias para a análise do conhecimento propriamente dito. A partir disso surgiram três categorias: a) A descoberta do câncer; b) Formas de atenção utilizadas na busca por tratamento e cuidados; e c) Viver a terminalidade: no limbo da vida. Por meio da análise detalhada das entrevistas narrativas e da comparação dos casos, as trajetórias individuais foram tratadas dentro de um contexto e semelhanças foram estabelecidas, o que originou uma síntese narrativa da experiência do adoecimento por câncer. Os resultados revelam que ao narrar à experiência, as pessoas com câncer em cuidados paliativos apresentam
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Sentimentos vivenciados pela equipe de enfermagem em cuidados paliativos por câncer

Sentimentos vivenciados pela equipe de enfermagem em cuidados paliativos por câncer

inicial com palestras e rodas de conversas, e, após diagnostico situacional serão encaminhados as terças e quintas-feiras às diversas práticas integrativas especificas para cada caso, totalizando sete sessões para cada participante. Os encontros serão realizados no laboratório de habilidades práticas da Escola de Saúde da UFRN – ESUFRN, onde serão realizadas oficinas de técnicas de enfretamento (preparo técnico e emocional); noções gerais das teorias e técnicas integrativas, escuta terapêutica, massoterapia, bambuterapia, reflexologia, entoação de mantras, aplicação de reik, auricoloterapia, com ênfase na promoção do cuidado humanizado, elaboração de casos problemas. Vivências práticas das metodologias ativas (rodas de conversas, musicoterapia, aromoterapia, entre outros) em cooperação técnica com o curso de técnicas em Massoterapia da ESUFRN). Esses encontros favorecerão a promoção a Saúde do trabalhador de enfermagem que atua na assistência em cuidados paliativos por câncer, com vistas a resultados satisfatórios no cuidado integral e holístico ao paciente terminal.
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Assistência de enfermagem a pacientes com câncer em cuidados paliativos: Revisão integrativa

Assistência de enfermagem a pacientes com câncer em cuidados paliativos: Revisão integrativa

Este estudo poderá contribuir com informações para um cuidado assistencial adequado e a prática da enfer- magem no que se refere aos cuidados paliativos, para que a partir disso, sejam implementadas as intervenções para melhoria do tratamento ofertado ao paciente com câncer. Verificou-se que os profissionais de enfermagem demonstram pouco conhecimento sobre os cuidados paliativos, tendo assim a necessidade de capacitações fre- quentes, visto a precisão de conhecimentos para assistir de forma integral ao paciente com câncer em cuidados paliativos e, ainda oferecer suporte aos seus familiares, estando assim apto para abordar, avaliar e cuidar de for- ma integral e com qualidade.
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Open Cuidados paliativos: relação dialógica entre enfermeira e crianças com câncer

Open Cuidados paliativos: relação dialógica entre enfermeira e crianças com câncer

INTRODUÇÃO: Os Cuidados Paliativos contemplam uma abordagem de tratamento físico, psicológico, espiritual e social para pacientes sem possibilidades terapêuticas e sua família, visando melhorar a qualidade de sua vida. Sua aplicação é sobremaneira importante, no âmbito do cuidado voltado para crianças com câncer, embasado na Teoria Humanística de Enfermagem. OBJETIVOS: Investigar como ocorre a relação dialógica entre enfermeira e criança com câncer sob Cuidados Paliativos, à luz da Teoria Humanística de Enfermagem. METODOLOGIA: Pesquisa de campo, de natureza qualitativa, consubstanciada na Teoria Humanística de Enfermagem, cujo cenário de investigação foi o Núcleo de Apoio a Crianças com Câncer na Paraíba, localizado em João Pessoa – PB. Participaram do trabalho onze crianças - seis do sexo masculino e cinco do feminino. Os dados foram coletados de junho a setembro de 2013. Para a produção do material empírico, utilizou-se a técnica do desenho- estória. ANÁLISE DOS DADOS: Os dados foram categorizados e analisados à luz da Teoria Humanística de Enfermagem, com as seguintes fases: preparação da enfermeira cognoscente para chegar ao conhecimento; a enfermeira conhece intuitivamente o outro; a enfermeira conhece cientificamente o outro; a enfermeira sintetiza complementariamente as realidades conhecidas; sucessão do múltiplo para a unidade paradoxal como processo interno da enfermeira. Os dados obtidos foram categorizados nas seguintes categorias temáticas: sentimentos de crianças com câncer: importância dos Cuidados Paliativos pediátricos; vivências de crianças durante o tratamento oncológico: importância dos Cuidados Paliativos pediátricos e suas subcategorias: a busca por minimizar as repercussões diante do tratamento oncológico e a fé em Deus diante da situação vivenciada como força
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Ângulo de Fase e Estado Nutricional em Indivíduos com Câncer Avançado em Cuidados Paliativos

Ângulo de Fase e Estado Nutricional em Indivíduos com Câncer Avançado em Cuidados Paliativos

Introdução: O ângulo de fase (AF) pode estar relacionado ao estado nutricional em indivíduos com câncer. Objetivo: Investigar a correlação entre o AF e o estado nutricional em pacientes com câncer avançado. Método: Estudo transversal com indivíduos de ambos os sexos, idade >20 anos, em seu primeiro atendimento na unidade de cuidados paliativos do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). O AF foi avaliado por meio da impedância bioelétrica, sendo considerados como baixos os valores com <percentil 5 (P5). O estado nutricional foi avaliado pela avaliação subjetiva global produzida pelo paciente (ASG-PPP) versão reduzida, albumina, índice de massa corporal (IMC) e perímetro da panturrilha (PP). Para a análise estatística dos dados, foram utilizados o teste qui-quadrado e a correlação de Spearman. O nível de significância estatístico adotado foi de 5%. Resultados: Foram avaliados 94 indivíduos, com mediana de idade 66 (57; 74) anos, predomínio do sexo feminino (51,1%) e risco nutricional (85,1%). Aproximadamente um terço da amostra apresentou baixa capacidade funcional (37,2%) e AF <P5 (36,2%). O risco nutricional foi mais prevalente em indivíduos com menores valores de AF. O peso corporal, o PP e os níveis séricos de albumina apresentaram correlação positiva com o AF; enquanto a pontuação total da ASG-PPP assim como a maioria de seus domínios se correlacionaram de forma negativa. Apenas o IMC não apresentou significância estatística quando avaliado em relação ao AF. Conclusão: O AF se correlacionou ao estado nutricional; quanto maior o valor do AF, melhor o estado nutricional de pacientes com câncer avançado em cuidados paliativos.
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Open Cuidados paliativos: relação dialógica entre enfermeiros e crianças com câncer

Open Cuidados paliativos: relação dialógica entre enfermeiros e crianças com câncer

dos enfermeiros sobre a prática dos Cuidados Paliativos; relação do enfermeiro com a criança com câncer fora de possibilidades terapêuticas de cura e sua família: promoção do cuidar na terminalidade; estratégias utilizadas para humanizar o sofrimento existencial da criança com câncer e sua família pautadas nos Cuidados Paliativos; comunicação e relacionamento interpessoal do enfermeiro com a criança com câncer em fase terminal e sua família. RESULTADOS: este estudo mostrou a importância de uma abordagem centrada nestas crianças, mediante uma relação EU-TU autêntica dos enfermeiros com as crianças citadas, pautada nos Cuidados Paliativos, promovendo o desenvolvimento de um processo terapêutico. Os resultados mostraram também que os enfermeiros utilizam estratégias úteis e adequadas e atendem às necessidades das referidas crianças e suas famílias no contexto dos cuidados abordados em toda a sua dimensão. CONSIDERAÇÕES FINAIS: tudo isso permite concluir que os enfermeiros pesquisados partilham um cuidar genuíno com as crianças abordadas e suas famílias, sendo sensíveis a partir de uma perspectiva holística, pautada no respeito à sua singularidade. Este trabalho abre novos horizontes no campo da assistência, ensino e pesquisa em Enfermagem, com ênfase na valorização da relação dialógica entre enfermeiros e crianças com câncer em fase terminal, tendo como foco central os Cuidados Paliativos. Espera-se que possa subsidiar novas investigações sobre a temática, porquanto ainda são incipientes pesquisas que abordam a inter-relação dos Cuidados Paliativos com a Teoria Humanística com as crianças que vivenciam um câncer em fase terminal.
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Profissional da saúde frente a situação de ter um familiar em cuidados paliativos por câncer.

Profissional da saúde frente a situação de ter um familiar em cuidados paliativos por câncer.

Desse modo, a descoberta do diagnóstico de câncer provoca na pessoa e no seio familiar uma sucessão de mu- danças, pois é uma doença estigmatizada e a aceitação da morte está fortemente ligada às crenças, valores e escolhas adaptativas segundo a internalização de cada indivíduo. Assim, paciente e família necessitam de assistência qualifi- cada da equipe de cuidados paliativos, por meio de ações que diminuam o impacto da doença e assegurem a digni- dade no processo de morrer (9) . E, quando essas medidas ou

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Crianças e adolescentes com câncer em cuidados paliativos: experiência de familiares.

Crianças e adolescentes com câncer em cuidados paliativos: experiência de familiares.

Este estudo teve por objetivo investigar a experiência dos familiares no cuidar de crianças e adolescentes com câncer, em cuidados paliativos, particularmente nos cuidados ao fi nal da vida. Trata-se de uma pesquisa descritiva e exploratória, com análise qualitativa dos dados. Participaram do estudo 14 familiares, cuidadores de crianças e adolescentes que morreram por câncer, em acompanhamento em um hospital escola no estado de São Paulo. Os dados empíricos foram organizados ao redor de três temas: “O impacto do agravamento da doença na dinâmina familiar”, “Comunicação de más notícias” e “A vivência da família diante dos cuidados paliativos”. O estudo mostrou-se relevante para a assistência à criança e ao adolescente com câncer no fi m da vida, pois as vivências complexas, dinâmicas e abrangentes das famílias no cuidado da criança e do adolescente poderão contribuir para a compreensão do processo de cuidar à luz dos fundamentos dos cuidados paliativos.
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QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE DE PACIENTES COM CÂNCER EM CUIDADOS PALIATIVOS

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE DE PACIENTES COM CÂNCER EM CUIDADOS PALIATIVOS

A caracterização sociodemográfica dos pacientes portadores de câncer em cuidados paliativos, que compuseram a amostra deste estudo, evidencia que a maioria (53,5%) dos participantes encontrava-se recebendo assistên- cia hospitalar em João Pessoa-(PB). No entanto, constatou-se, também, que muitos deles eram oriundos de diversas cidades paraibanas. O fato retrata a carência de assistência ao paciente com câncer no interior do Estado, concentrando a assistência especializada em oncologia em João Pessoa (capital) e Campina Grande. Apenas esses municípios são contemplados pela Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, como integrantes das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia. 16
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Atuação psicológica na assistência à criança com câncer: da prevenção aos cuidados paliativos

Atuação psicológica na assistência à criança com câncer: da prevenção aos cuidados paliativos

A evolução do câncer varia de acor- do com tipo, idade do paciente e início do tratamento. Dessa forma, o câncer pode apresentar: remissão dos sintomas e con- trole; cura, que ocorre quando o paciente não apresenta sintomas após 10 anos da última sessão de tratamento; recidiva, que ocorre quando os sintomas voltam, sendo necessários novos ciclos de tratamento; e preparação para cuidados paliativos, que são necessários quando não existem pos- sibilidades de tratamento de cura. A mor- te pode acontecer em qualquer um desses estágios, mas está mais presente e mais próxima na fase de cuidados paliativos. O psicólogo está presente na equipe de saú- de e pode estar presente desde a entrada do paciente e da família no hospital, par- ticipando de todas as fases da doença e do tratamento.
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Processos imaginativos de uma paciente com câncer sobre cuidados paliativos

Processos imaginativos de uma paciente com câncer sobre cuidados paliativos

A condição da vida humana é administrar incertezas que guiam para a criação de significados e para as projeções de futuro. Tomamos a imaginação enquanto um processo fundamental nesses aspectos da vida humana, como forma específica de adaptação e pré-adaptação ao meio ambiente, por meio de um processo de auto regulação. Em articulação com a Psicologia Cultural Semiótica, que considera existir um laço constante e dinâmico entre o sujeito, individual e único, e o coletivo cultural. Que a experiência humana, enquanto realidade subjetiva culturalmente organizada e recriada é uma atividade que integra e constrói a psique humana. Este estudo se propôs a compreender como ocorrem os processos imaginativos em uma paciente com câncer sobre Cuidados Paliativos. Trata-se de um estudo de caso, de modelo idiográfico, onde foram utilizados como instrumentos para investigação, duas entrevistas semiestruturadas e a construção material através da “Caixa de Surpresas”. Os dados foram analisados a partir da dinâmica dos processos imaginativos proposta por Valsiner (2014) e Tateo (2017), considerando os elementos da dinâmica imaginativa: “Ver”, “Ver como”, Resistências, Direcionalidades e Gegenstand. Os resultados obtidos apontaram que os processos imaginativos se constituem a partir de elementos compartilhados na cultura coletiva, da cultura pessoal, das experiências e dos afetos de uma pessoa. Nas construções linguísticas, a participante imagina Cuidados Paliativos enquanto lugar reservado para pacientes morrerem, então antecipa resistências de bloqueio e suas direcionalidades diante do objeto se apresentam com perspectivas negativas. Nas construções da Caixa de Surpresas, continua a imaginar Cuidados Paliativos atrelados à terminalidade, mas com direcionalidades numa perspectiva de aceitação e elaboração sobre sua própria possibilidade de morte.
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A enfermagem nos cuidados paliativos à criança e adolescente com câncer: revisão integrativa da literatura.

A enfermagem nos cuidados paliativos à criança e adolescente com câncer: revisão integrativa da literatura.

O cuidado paliativo pediátrico é um desafio para a enfermagem, pois exige equilíbrio emocional e conhecimento das particularidades. Este estudo consiste em uma revisão integrativa da literatura que objetiva identificar ações de enfermagem nos cuidados paliativos à criança e adolescente com câncer, considerando as especificidades da doença e o processo de morte. O levantamento bibliográfico foi feito pela busca de artigos indexados nas bases Biblioteca Virtual da Adolescência (Adolec), Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e PubMed, de janeiro de 2004 a maio de 2009. Encontradas 29 referências, seis se enquadravam nos critérios de inclusão. Os resultados apontam trabalho em equipe, cuidado domiciliar, manejo da dor, diálogo, apoio à família e particularidades do câncer infantil funda- mentais para a enfermagem na assistência paliativa. A complexidade desse cuidado requer solidariedade, compai- xão, apoio e alívio do sofrimento.
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Avaliação do nível de conforto de cuidadores de pacientes com câncer em cuidados paliativos

Avaliação do nível de conforto de cuidadores de pacientes com câncer em cuidados paliativos

Todos os cuidadores afirmaram ter uma religião e morar com alguém. Referente à situação profissional, 29 (58%) exerciam trabalho remunerado fora de casa, sendo observada, quanto aos anos de estudo, uma mediana de oito anos. O tempo de diagnóstico, assim como o tempo de cuidado prestado aos pacientes com câncer em cuidados paliativos, foi de um a 240 meses, com mediana de 24 meses. Do total, 60% relataram não contar com ajuda para a realização do cuidado.

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Percepção dos enfermeiros sobre o significado dos cuidados paliativos em pacientes com câncer terminal.

Percepção dos enfermeiros sobre o significado dos cuidados paliativos em pacientes com câncer terminal.

Com base nesse entendimento, torna-se es- sencial adotar uma prática assistencial que esteja fundamentada no bem-estar biopsicossocial e espiritual da pessoa em sua finitude, a fim de proporcionar uma melhor qualidade de vida e minimizar o sofrimento durante a doença termi- nal.3 Dessa maneira, devem-se considerar, essen- cialmente, os cuidados paliativos, como modali- dade de assistência, pois exige da equipe um olhar atento e cauteloso. Considerando a relevância da temática, este estudo parte da seguinte questão norteadora: Qual a percepção de enfermeiro di- ante de paciente com câncer sob cuidados palia- tivos? Para responder este questionamento, o estudo tem como objetivo: conhecer a percepção de enfermeiro diante de paciente com câncer sob cuidados paliativos.
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Vivência de mães de crianças com câncer em unidade de cuidados paliativos.

Vivência de mães de crianças com câncer em unidade de cuidados paliativos.

O cuidado em Oncologia Pediátrica vem se especializando e modificando com o passar do tempo. Anteriormente, a família não participava do processo do cuidado hospitalar da criança, pois não podia acompanhar a criança no processo de hospitalização. Atualmente, a família se faz presente e é muito importante neste momento crítico em que a criança se encontra. Ainda hoje, o câncer induz aos pacientes uma visão de morte. Para eles, ter câncer significa estar diretamente condenado à morte. Com isso, o paciente demora a procurar um serviço especializado, capaz de providenciar seu tratamento, retardando assim sua cura e tornando o seu “pensamento” uma realidade. A esses pacientes ou àqueles que mesmo com o tratamento precoce não foi possível curar, conduzem-se os cuidados paliativos (GUEDES; SARDO; BORENSTEIN, 2007).
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Cuidados Paliativos junto a Crianças e Adolescentes Hospitalizados com Câncer: o Papel da Terapia Ocupacional

Cuidados Paliativos junto a Crianças e Adolescentes Hospitalizados com Câncer: o Papel da Terapia Ocupacional

Os tumores pediátricos são doenças raras, correspondendo a apenas 1 a 3% do total de neoplasias no mundo. Embora raro, nos países desenvolvidos, o câncer é considerado a segunda maior causa de morte na infância, correspondendo a cerca de 4 a 5%. No Brasil, no ano de 2009, as neoplasias, na faixa etária de um a 19 anos, encontraram-se entre as dez primeiras causas de óbito, sendo que, a partir dos cinco anos de idade, o câncer é considerado a primeira causa de morte por doença, em ambos os sexos¹. Os cuidados prestados à criança com câncer podem ser preventivos, curativos e paliativos. O cuidado preventivo pode ser oferecido a partir de ações anteriores ao nascimento, como o aconselhamento genético, e durante a infância, através da manutenção de hábitos saudáveis de vida. O cuidado curativo consiste no diagnóstico, tratamento e controle do câncer, entretanto, com a trajetória e evolução da doença, pode-se chegar a uma fase crítica em que o paciente não responde mais às terapias convencionais oferecidas pela equipe de saúde e, então, não se busca alcançar a cura da neoplasia, mas sim, oferecer um cuidado interdisciplinar objetivando fornecer suporte, informação e conforto para pacientes com a doença incurável e seus familiares, o que caracteriza os Cuidados Paliativos (CP) 2 .
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CUIDADOS PALIATIVOS AO DOENTE E A FAMÍLIA QUE VIVENCIAM O CÂNCER: REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS AO DOENTE E A FAMÍLIA QUE VIVENCIAM O CÂNCER: REVISÃO INTEGRATIVA

Sabe-se que o ato de cuidar é uma atividade inerente ao ser humano por incluir, por vezes, uma relação de afetividade. Promover o bem-estar do outro, especialmente no caso de uma doença como o câncer, configura-se em uma atividade de responsabilidade, atenção e respeito, exigindo da equipe de saúde um olhar atento e cauteloso (FERNANDES et al., 2013). O cuidado necessita ser direcionado a uma prática assistencial baseada no bem-estar físico, emocional e espiritual, tendo como finalidade minimizar o sofrimento durante a doença, e proporcionar uma melhor qualidade de vida. Nesse sentido, surge a modalidade de cuidados paliativos que integra valores, crenças, práticas culturais e religiosas do paciente e seus familiares (FERNANDES et al., 2013).
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Open Cuidados paliativos ao paciente com câncer: atuação de  no âmbito hospitalar

Open Cuidados paliativos ao paciente com câncer: atuação de no âmbito hospitalar

Ante o exposto, considera-se que esta pesquisa seja de grande relevância para o campo da Fisioterapia, visto que contribuirá para fortalecer e ampliar o saber do fisioterapeuta na atenção ao paciente com câncer em cuidados paliativos, pois os relatos descritos mostram, de forma contundente, a vasta experiência clínica desses profissionais. Além do mais, poderá estimular esses profissionais a refletir sobre a necessidade em desenvolver novas investigações, uma vez que existe uma carência de publicações nesta área e, por isso, deve ser mais explorada pelo meio acadêmico. Assim sugere-se que novas pesquisas possam ser realizadas com a finalidade de averiguar como os pacientes estão recebendo esses cuidados e os resultados das intervenções propostas pelos fisioterapeutas.
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Atuação do enfermeiro diante da terminalidade e morte da criança e do adolescente com câncer em cuidados paliativos

Atuação do enfermeiro diante da terminalidade e morte da criança e do adolescente com câncer em cuidados paliativos

Eu, _________________________________________________, portador (a) do documento de identidade nº______________, declaro ter sido devidamente esclarecido (a) pela Enfermeira do Centro Infantil Boldrini, Camila da Costa Parentoni (COREN-SP 205329) sobre o objetivo desta pesquisa que é analisar a percepção e atuação dos enfermeiros diante da criança e do adolescente com câncer, sem possibilidades terapêuticas de cura oncológica, no momento da terminalidade e morte, por meio de uma entrevista aberta contendo a seguinte questão norteadora: “Descreva como você avalia a sua atuação enquanto enfermeiro (a) diante da internação seguida de morte de seu paciente incluído em cuidados paliativos”.
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O que são Cuidados Paliativos e sua importância para o portador de câncer

O que são Cuidados Paliativos e sua importância para o portador de câncer

É incontestável que o câncer é hoje, no Brasil, um problema de saúde cujo controle e a prevenção deverão ser priorizados em todas as regiões. As abordagens orientadas para enfrentar esse problema de saúde são, necessariamente, múltiplas, incluindo: ações de educação para saúde em todos os níveis da sociedade; prevenção orientada para indivíduos e grupos; geração de opinião pública; apoio e estímulo à formulação de legislação específica para o enfrentamento de fatores de risco relacionados à doença e aos cuidados paliativos; fortalecimento de ações em escolas e ambientes de trabalho.
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