Capacidade de trabalho

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Capacidade de trabalho e factores psicossociais do sector de higiene pública com e sem acidentes de trabalho

Capacidade de trabalho e factores psicossociais do sector de higiene pública com e sem acidentes de trabalho

O envelhecimento é um processo complexo e natural que não se encontra totalmente conhecido dando-se tanto a nível físico como cognitivo. As alterações ao nível físico estão essencialmente relacionadas com o sistema cardiovascular e músculo-esquelético, com as medidas físicas do corpo e com o sistema sensorial. As alterações ao nível cognitivo podem dar-se ao nível da perceção e processamento visual, visão espacial, atenção seletiva (capacidade de seleccionar um estímulo entre vários) e a capacidade de formular decisões adequadas. Geralmente, alterações relacionadas com a idade, ao nível cognitivo, são difíceis de distinguir pois, por exemplo, trabalho e hábitos de vida podem acelerar ou retardar estas alterações. Nem todo o indivíduo envelhece da mesma forma. As suas próprias características individuais e genéticas, o meio em que cresceu e se desenvolveu, bem como o seu historial profissional influenciam o seu processo de envelhecimento. Deste modo, encontram-se indivíduos com a mesma idade mas com capacidades completamente diferentes. Através de diversos estudos que investigaram o modo como as capacidades cognitivas se alteram ao longo da vida (Salthous, 1997 cit. por Cotrim, 2008).
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Satisfação no trabalho e capacidade para o trabalho entre docentes universitários.

Satisfação no trabalho e capacidade para o trabalho entre docentes universitários.

Um número expressivo de referências bibliográficas (Khoury-Carvalho, 1995; Esteve, 1999; Gazzotti & Codo, 2002; Delcor et al., 2004) sobre doenças em docentes refere-se a problemas de saúde mental. De maneira geral, os estudos dos autores supracitados referiram relação positiva entre diminuição da satisfação no trabalho e estresse dos docentes. Henne e Locke (1985) e Ramires et al. (1996) também apontam relação positiva entre essas duas variáveis: satisfação no trabalho e estresse dos docentes. A preocupação com a saúde mental torna-se essencial na área da saúde do trabalhador, visto que os prejuízos decorrentes dessa doença são altíssimos. Além deste fator, as ausências e afastamentos no trabalho, em grande proporção, são decorrentes de sofrimento psíquico (Jacques & Codo, 2002). No caso dos docentes pesquisados, eles não associaram os aspectos citados como influenciadores negativos de sua capacidade para o trabalho, pois a maioria referiu um prognóstico positivo da sua capacidade de trabalho para daqui a dois anos.
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Capacidade para o trabalho no serviço hospitalar de limpeza e fatores associados.

Capacidade para o trabalho no serviço hospitalar de limpeza e fatores associados.

Objetivou-se mensurar o índice de capacidade para o trabalho em trabalhadores do Serviço Hospitalar de Limpeza e identifi car os fatores a ele associados. Estudo transversal realizado em 2013, com 157 trabalhadores do serviço de limpeza de um hospital univer- sitário público do Rio Grande do Sul, Brasil. Utilizou-se um formulário contendo variáveis sociodemográfi cas, laborais, de saúde e a versão brasileira do Índice de Capacidade para o Trabalho. Como resultado, 79,6% dos trabalhadores foram classifi cados com boa/ ótima capacidade para o trabalho. Os distúrbios mentais leves (31,8%) e os musculoesqueléticos (15,9%) foram os diagnósticos médicos mais prevalentes. Após ajustes, os trabalhadores que não possuíam tempo para o lazer apresentaram uma prevalência 2,67 vezes mais elevada de ter a capacidade para o trabalho reduzida (IC95%=1,23-5,82). As demais variáveis perderam a associação. Indicam-se medidas de manutenção da capacidade laboral, como a prática de atividade física e capacitação para cuidado postural. Descritores: Enfermagem. Saúde do trabalhador. Serviço hospitalar de limpeza. Avaliação da capacidade de trabalho.
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Capacidade para o trabalho e qualidade de vida de trabalhadores industriais.

Capacidade para o trabalho e qualidade de vida de trabalhadores industriais.

meiras de diferentes departamentos e centros médicos em Taiwan e na Croácia, respectivamen- te, e verificaram que Ambiente e Físico eram os domínios de qualidade de vida que mais correla- cionaram-se com a capacidade de trabalho per- cebida, ressaltando as condições de risco à segu- rança e à exigência de revezamento de turnos e de esforço físico, no contexto específico que essas mu- lheres trabalhavam. No presente estudo, o domí- nio Físico do instrumento WHOQOL-breve foi o que mais fortemente correlacionou-se com o ICT, sugerindo que a percepção de uma boa capacida- de física parece expressar-se também em uma boa capacidade para o trabalho no contexto indus- trial. Assim, tal achado corrobora os resultados da revisão sistemática de Van den Berg et al. 18
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Qualidade de vida e capacidade para o trabalho de bombeiros.

Qualidade de vida e capacidade para o trabalho de bombeiros.

perigosas ocasionam, muitas vezes, sérios riscos à saúde, exigindo atenção, alta carga de cognição, rápidas e precisas tomadas de decisão e constante estado de alerta que podem influenciar na capacidade de trabalho e qualidade de vida dos bombeiros. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade de vida e a capacidade para o trabalho em bombeiros de um município do interior paulista. Foram coletadas informações sobre idade; estado civil; escolaridade, tempo na função e prática de exercícios físicos e utilizados o questionário SF-36 e o índice de capacidade para o trabalho. Os dados foram analisados descritivamente por meio de frequências e porcentagens. Para análise das associações entre as variáveis foram utilizados os testes de correlação de Pearson e Spearman. Trinta bombeiros, homens, com idade média de 38,2 (±5,63) anos participaram deste estudo. Encontrou-se maior valor do SF-36 no domínio capacidade funcional e menor valor no domínio dor. Nenhum dos sujeitos demonstrou capacidade baixa para o trabalho na categoria pobre, 10% deles apresentaram capacidade moderada, 36,7% boa e 53,3% ótima. A correlação entre idade e tempo na função foi muito boa. Todos os domínios da qualidade de vida correlacionaram- se significativamente com a capacidade para o trabalho. A percepção de uma boa qualidade de vida expressou-se também em uma boa capacidade para o trabalho. Essas avaliações podem auxiliar a priorização e identificação de trabalhadores que necessitam do apoio dos serviços de saúde ocupacional e direcionar intervenções para melhorias no ambiente ou nas condições de trabalho.
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Capacidade para o trabalho entre bombeiros  - doi: 10.512/ucs.v11i2.2451

Capacidade para o trabalho entre bombeiros - doi: 10.512/ucs.v11i2.2451

A capacidade para o trabalho corresponde ao ní- vel máximo de funcionalidade que a pessoa pode atingir na sua atividade laboral (VAN DEN BERG et al., 2009), e trata-se de um processo dinâmico que resulta da intera- ção entre os recursos individuais, as condições de traba- lho e a sociedade em que se está inserido (MARTINEZ et al., 2010; VAN DEN BERG et al., 2009). Quanto melhor a qualidade de saúde física e mental, melhor a condição da capacidade para o trabalho (MARTINEZ et al., 2010). A capacidade de trabalho está relacionada com o estado de saúde dos trabalhadores, em particular, o número e o tipo de patologias presentes (COSTA et al., 2007), sendo as doenças mais referidas como consequência da ativida- de laboral, o stresse e as patologias músculo-esqueléticas (GRIFFITHS, 1999).
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Capacidade para o trabalho de enfermeiros na atenção primária à saúde

Capacidade para o trabalho de enfermeiros na atenção primária à saúde

Mendes-Gonçalves (1992, 1994) acrescenta ainda que o agente, sujeito do processo, constitui um dos seus elementos, devendo ser analisado e compreendido no interior das relações entre objeto, instrumentos e atividades. Pensando ainda sob a ótica da saúde, o trabalho foi construído majoritariamente dentro da instituição hospitalar ou ambulatorial, tendo o médico como elemento central de um trabalho coletivo. Assim, ele detém o controle de todo o processo assistencial e delega tarefas aos outros profissionais de saúde. É interessante notar que a maioria das profissões da saúde se desenvolveu com relativa autonomia em relação aos outros profissionais, mas esteve, quase sempre, subordinada ao gerenciamento assistencial dos médicos.
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS CAMPUS MARECHAL DEODORO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS CAMPUS MARECHAL DEODORO

Art. 1º - O Trabalho de conclusão de Curso – TCC consiste em pesquisa individual ou em grupo de no máximo dois (02) alunos, orientada por docente lotado no Campus Marechal Deodoro do IFAL, devendo ser apresentada sob a forma de monografia abrangendo uma das áreas temáticas priorizadas pelas linhas de pesquisas, envolvendo uma ou mais disciplinas do curso.

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As relações entre a saúde bucal com a capacidade para o trabalho e com o estado de...

As relações entre a saúde bucal com a capacidade para o trabalho e com o estado de...

Almeida e Viana (2005) através de uma revisão de literatura, sistematizaram a influência de exposições ocupacionais e alterações na saúde bucal destacando a importância dos dados epidemiológicos no planejamento das ações em saúde bucal. Os autores encontraram associações entre exposições ocupacionais e saúde bucal, porém são escassos os relatos. Entre as substâncias presentes em exposições ocupacionais estão as névoas ácidas e exposições relacionadas ao açúcar como a poeira de açúcar. As manifestações bucais podem se manifestar tanto em tecidos duros como cáries e erosão dental, como em tecidos moles como lesões da mucosa oral e periodontites. Por outro lado, os autores observaram que os programas de saúde bucal do trabalhador, quando existem, muitas vezes não consideram que estas populações podem estar expostas a estes agentes no ambiente de trabalho. Assim, considera-se relevante a discussão sobre a produção de maior conhecimento nesta área, de capacitação de recursos humanos e de implementação de programas mais efetivos, baseados em princípios de vigilância de saúde do trabalhador, principalmente sob a ótica da saúde bucal do trabalhador.
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Capacidade para o trabalho de trabalhadores de empresa de tecnologia da informação.

Capacidade para o trabalho de trabalhadores de empresa de tecnologia da informação.

Estudio transversal epidemiológico que tuvo como objetivo evaluar la capacidad para el trabajo entre empleados de una empresa de tecnología de la información y telecomunicaciones, utilizando el Índice de Capacidad para el Trabajo (ICT), desarrollado por investigadores finlandeses, además de un cuestionario con datos sociodemográficos y de estilo de vida. Participaron del estudio 173 sujetos, de los cuales 60,1% hombres, con edad promedia de 42,2a, 78% casados, 72,8% graduados en universidad, 13,9% tenían un segundo empleo; 69,4% practicaban actividad física, solamente 12,1% fumaban y 50,3% utilizaban bebida alcohólica. Las enfermedades con diagnóstico médico fueron reportadas por 66,5% siendo la perturbación mental leve la más frecuente. La capacidade para el trabajo de los entrevistados fue moderada (9,2%), buena (42,2%) y óptima (48,6%). El modelo de regressión logistica indcó que los trabajadores sin actividad fisica tienen 2,5 veces más riesgo de tener ICT moderado/bueno.
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Saúde e capacidade para o trabalho de eletricitários do Estado de São Paulo.

Saúde e capacidade para o trabalho de eletricitários do Estado de São Paulo.

Resumo Apesar dos elevados riscos à saúde e capacidade para o trabalho dos eletricitários, há carência de estudos sobre o tema no Brasil. O objetivo desse estudo é identificar o perfil de saúde e capacidade para o trabalho de eletricitários de São Paulo. Foi feito um estudo transversal junto a 475 trabalhadores de uma empresa do setor ele- tricitário. A coleta de dados foi por meio de ques- tionários sobre capacidade para o trabalho, esta- do de saúde, estresse no trabalho, atividade física, dependência ao tabaco e ao álcool. A consistência interna das escalas foi avaliada usando o coefici- ente alfa de Cronbach. Foi feita análise descritiva por meio das médias, desvios-padrão, valores mí- nimos e máximos dos escores e proporções para as variáveis qualitativas. O estado de saúde dos tra- balhadores apresentou pontuação elevada nas di- mensões analisadas, com médias entre 72,8 a 91,2 (escore de 0,0 a 100,0 pontos). A capacidade para o trabalho teve pontuação elevada, com média de 41,8 (escore de 7,0 a 49,0 pontos). Concluiu-se que os trabalhadores da população de estudo apre- sentaram elevados padrões do estado de saúde e da capacidade para o trabalho. Sugere-se o desen- volvimento de estudos longitudinais para avaliar relações causais e a existência de efeito do traba- lhador sadio.
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Saúde e capacidade para o trabalho em trabalhadores de área administrativa.

Saúde e capacidade para o trabalho em trabalhadores de área administrativa.

O ICT identificou que a maior parte dos empregados apresentou capacidade ótima (45,5%) ou boa (39,3%), 15,2% apresentam capacidade moderada e nenhum deles apresentou baixa capacidade para o trabalho. Na Tabela 3 observa-se que as variáveis que apresen- taram associação estatisticamente significativa com a capacidade para o trabalho foram o tempo no em- prego (p=0,042) e a satisfação no trabalho (p=0,007). Todas as dimensões da saúde apresentaram médias estatisticamente superiores para os empregados que tinham capacidade para o trabalho considerada satis- fatória (ótima e boa) e seu efeito permaneceu após ajuste pelas variáveis sexo, idade, rendimentos, es- colaridade, estado conjugal, tempo de emprego, car- go e satisfação no trabalho (Tabela 4).
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Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

e as suas inferências devem estar demonstradas, o que contribuirá para a sua credibilidade e aceitabilidade. Este aspecto deve ser considerado tanto em relação aos problemas e achados como aos aspectos positivos encontrados. Uma parte importante do relatório é constituído por recomendações, que podem dizer respeito tanto a achados e problemas como a aspectos positivos, uma vez que estes também podem ser melhorados. A regra de ouro consiste em evitar impor quaisquer tipos de medidas correctivas. Estas devem antes resultar do trabalho em comum e serem consensuais entre as partes.
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Estresse laboral e capacidade para o trabalho de enfermeiros de um grupo hospitalar.

Estresse laboral e capacidade para o trabalho de enfermeiros de um grupo hospitalar.

17. Amaral TR. Dimensões psicossociais do trabalho da enfermagem e os distúrbios psíquicos menores em unidades críticas [Dissertação]. Florianópolis (SC): Universidade Federal de Santa Catarina; 2006. 114 p. 18. Ferrareze MVG, Ferreira V, Carvalho AMP. Percepção do estresse entre enfermeiros que atuam em terapia intensiva. Acta Paul Enferm. jul-set. 2006;19(3):310-5. 19. Cavalheiro AM, Moura DF Junior, Lopes AC. Estresse de enfermeiros com atuação em unidade de terapia intensiva. Rev. Latino-Am. Enfermagem jan/fev 2008;16(1):29-35. 20. Aquino JM. Estressores no trabalho das enfermeiras em Centro Cirúrgico: conseqüências profissionais e pessoais [Tese]. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo; 2005.154 p. 21. Lautert L. O processo de enfrentamento do estresse no trabalho hospitalar um estudo com enfermeiras. In: Haag GS, Lopes MJM, Schuck JS. A enfermagem e a saúde dos trabalhadores. Goiânia (GO): AB Ed.; 2001. p. 114- 40.
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Intensidade da dor musculoesquelética e a (in)capacidade para o trabalho na enfermagem.

Intensidade da dor musculoesquelética e a (in)capacidade para o trabalho na enfermagem.

Objetivo: objetivou-se avaliar a associação entre intensidade da dor musculoesquelética e redução da capacidade para o trabalho em trabalhadores de enfermagem. Método: trata-se de estudo transversal, envolvendo 592 trabalhadores de enfermagem de um hospital universitário público do Rio Grande do Sul, Brasil. Utilizou-se a versão brasileira do questionário finlandês, para o cálculo do Índice de Capacidade para o Trabalho, cujo escore dos pontos varia de 7 a 49. A pontuação foi dicotomizada como reduzida capacidade para o trabalho (7 a 36 pontos) e boa/ótima capacidade (37 a 49 pontos). Avaliou-se a intensidade de dor musculoesquelética na última semana, utilizando- se escala numérica de dor. Resultado: dos participantes, 43,3% apresentaram reduzida capacidade para o trabalho e 48,8% relataram dor de intensidade forte a insuportável. Mesmo após ajustes pelos potenciais fatores de confundimento (função e tempo na função), os trabalhadores que referiram dor forte a insuportável tiveram quatro vezes mais chances de serem classificados no grupo com reduzida capacidade para o trabalho. Conclusão: constata-se associação positiva entre intensidade da dor musculoesquelética e redução da capacidade para o trabalho. Faz-se necessária a adoção de medidas interventivas na estrutura organizacional, a fim de promover/restaurar a capacidade para o trabalho.
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Subjetividade e gestão: explorando as articulações psicossociais no trabalho gerencial e no trabalho em saúde Subjectiveness and management: exploring psychosocial links on managerial and health work

Subjetividade e gestão: explorando as articulações psicossociais no trabalho gerencial e no trabalho em saúde Subjectiveness and management: exploring psychosocial links on managerial and health work

subjetividade – ao (re)conhecimento das fontes de seu sofrimento e prazer no trabalho, dos vín- culos imaginários/afetivos que os ligam ao tra- balho, às organizações, ao outro (profissional, usuário) e do sentido do trabalho em suas vidas. É preciso compreender que dispositivos como colegiados de gestão, comissões, grupos de tra- balho, supervisões/discussões de casos, oficinas de planejamento, entre outros, constituem-se como espaços intersubjetivos em que se mani- festam processos inconscientes, mas também possibilidades de elaboração psíquica pelos mem- bros do grupo, procurando, ao mesmo tempo, estar voltados para questões práticas da gestão e da atenção à saúde. Tais dispositivos seriam por excelência, como aponta Onocko Campos 7 , o
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CAPACIDADE LABORATIVA: O TRABALHO INFANTO-JUVENIL E A MAQUIAGEM SOCIAL

CAPACIDADE LABORATIVA: O TRABALHO INFANTO-JUVENIL E A MAQUIAGEM SOCIAL

RESUMO: O presente estudo realizado pelo meio indutivo busca apresentar o trabalho infanto-juvenil no mundo artístico, demonstrando o quão fácil a sociedade aceita essa situação, a maioria das vezes sem se opor aos riscos inerentes à profissão. Também demonstra a contradição das leis internacionais e das leis internas, ou seja, a proibição do trabalho infantil expresso na Constituição Federal e a ratificação do país em Convenções da Organização Internacional do Trabalho que permitem essa forma laborativa. Além disso expõe sobre a possível violação dos direitos humanos perante às crianças e aos adolescentes, os quais saem prejudicados tanto psicologicamente quanto, em alguns casos, fisicamente.
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Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC - SP

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC - SP

S6 – Eu sempre fui uma pessoa muito responsável no meu trabalho. Eu sei que tem coisa que eu tenho que entregar logo, né? E tem coisa que eu posso segurar um pouquinho que dá pra você adiar que não precisa aquela correria. Então eu priorizo as coisas, sabe? (...) Eu acho que essas coisas eu consegui dar uma organizada na minha vida, né? Não tenho mais estresse por algumas coisas, que eu sei que não vale a pena Porque o externo seu, às vezes, até procura dar uma tumultuada, né? Então cabe a gente decidir o que você quer, o que você pretende fazer? Você quer viver tumultuada mesmo, agitada e correndo atrás das coisas? Ou você quer fazer as coisas dentro do seu tempo?
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O estudo de caso como estratégia de investigação em educação The case study as research strategy in education

O estudo de caso como estratégia de investigação em educação The case study as research strategy in education

Este trabalho descreve o estudo de caso como estratégia de investigação. A compreensão deste método, enquanto estratégia de investigação emergente, pode revelar-se para investigadores que queiram estudar e inovar no campo educativo. Neste sentido, descrevemos o posicionamento paradigmático desta metodologia e procuramos a sua sistematização, descrevendo as suas características, tipologia, recolha e análise da informação e, finalmente, o papel do investigador.

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Curso: Metodologia do Ensino Superior - Capacitação de tutores e preceptores da residência multiprofissional em saúde GRUPO 1

Curso: Metodologia do Ensino Superior - Capacitação de tutores e preceptores da residência multiprofissional em saúde GRUPO 1

O profissional responsável acolheu a paciente, fazendo contato com familiares (filhos) com os quais a paciente refere ter tido breve contato no ano anterior após reabilit[r]

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