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ANÁLISE DE LIGAÇÕES DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM INDUSTRIAL TIPO PORTA-PALLETS

ANÁLISE DE LIGAÇÕES DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM INDUSTRIAL TIPO PORTA-PALLETS

Oliveira (2000) estudou os sistemas de armazenagem industrial, ressaltando o sistema do tipo drive-in. Tal sistema é indicado para o armazenamento de produtos não perecíveis e com baixa variedade de itens. Possui poucos corredores em função de utilizar vários paletes ao longo da profundidade do sistema. Possui apenas uma face de operação. Os paletes são armazenados em trilhos, também denominados de vigas de túnel, que são ligados a vigas curtas em balanço, chamadas de braços. Os braços possibilitam um túnel para o acesso de empilhadeiras no interior do sistema (FIGURA 1.3). Realizou ensaios experimentais para avaliar os valores de rigidez das ligações longarina-coluna e braço-coluna, além da influência dos furos na capacidade de carga das colunas. Os valores encontrados por meio de cálculos prescritos pelo RMI (1997) apresentaram boa correlação com os valores experimentais para a carga última das colunas. Quanto aos valores de rigidez das ligações, os resultados encontrados pelos diversos métodos mostraram-se semelhantes.
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ANÁLISE DE LIGAÇÕES DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM INDUSTRIAL TIPO PORTA-PALLETS

ANÁLISE DE LIGAÇÕES DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM INDUSTRIAL TIPO PORTA-PALLETS

Oliveira (2000) estudou os sistemas de armazenagem industrial, ressaltando o sistema do tipo drive-in. Tal sistema é indicado para o armazenamento de produtos não perecíveis e com baixa variedade de itens. Possui poucos corredores em função de utilizar vários paletes ao longo da profundidade do sistema. Possui apenas uma face de operação. Os paletes são armazenados em trilhos, também denominados de vigas de túnel, que são ligados a vigas curtas em balanço, chamadas de braços. Os braços possibilitam um túnel para o acesso de empilhadeiras no interior do sistema (FIGURA 1.3). Realizou ensaios experimentais para avaliar os valores de rigidez das ligações longarina-coluna e braço-coluna, além da influência dos furos na capacidade de carga das colunas. Os valores encontrados por meio de cálculos prescritos pelo RMI (1997) apresentaram boa correlação com os valores experimentais para a carga última das colunas. Quanto aos valores de rigidez das ligações, os resultados encontrados pelos diversos métodos mostraram-se semelhantes.
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Comportamento de sistemas de armazenagem industrial do tipo Drive-in

Comportamento de sistemas de armazenagem industrial do tipo Drive-in

Os sistemas de armazenagem indus- trial possuem elevada densidade de ar- mazenagem, montagem prática e custo relativamente baixo. São estruturas com- postas por perfis formados a frio, de va- riadas seções transversais. Suas colu- nas possuem características próprias, como perfurações ao longo de seu com- primento para possibilitar o encaixe de ligações, tornando, assim, uma avalia- ção analítica de seu comportamento bas- tante difícil. Diversos pesquisadores vêm contribuindo para a análise de vários desses tipos de sistemas, tais como Go- dley (1991), Godley et al. (2000), Baldas- sino e Bernuzzi (2000), Bernuzzi e Casti- glioni (2001), Freitas et al. (2001), (2002)).
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ESTUDO TEÓRICO-EXPERIMENTAL DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM INDUSTRIAL TIPO DRIVE-IN

ESTUDO TEÓRICO-EXPERIMENTAL DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM INDUSTRIAL TIPO DRIVE-IN

As especificações do RMI abrangem os sistemas de armazenagem industrial com características semelhantes aos Porta-pallets, ou seja, que possuem vigas na direção longitudinal ligando uma coluna à outra. Nem todas dessas especificações são aplicáveis aos racks do tipo Drive-in, Drive-through, Cantilever etc. A diferença entre estes tipos de estruturas está basicamente na direção longitudinal, já que os racks do tipo Drive-in, não possuem vigas interligando as colunas nos níveis intermediários, mas apenas pequenas vigas em balanço. Em conseqüência disso, a determinação do comprimento efetivo para as colunas na direção longitudinal não pode ser feita de acordo com o RMI, pois as colunas possuem ponto de fixação apenas na base e no topo, diferente do que ocorre no Porta- pallets. Os sistemas do tipo Drive-in e Drive-through não são abrangidos por nenhuma especificação de norma, portanto, neste trabalho, certas prescrições do RMI, que se enquadram para estes sistemas, são utilizadas para fazer a análise da estrutura como um todo.
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Comportamento de sistemas de armazenagem industrial do tipo Drive-in.

Comportamento de sistemas de armazenagem industrial do tipo Drive-in.

Os estudos realizados objetivam definir qual é o melhor tipo de análise para esse tipo de estrutura. Assim, como comparação, foram realizadas análises linear e não linear, tridimensional e bidi- mensional e foi, ainda, avaliada a impor- tância da utilização de dados experimen- tais e a aplicação de forças horizontais na direção X para representação da es- trutura fora do prumo no plano XY. Es- sas análises foram realizadas no softwa- re em elementos finitos ANSYS (2001). A estrutura foi modelada com elementos de viga e elemento de mola para repre- sentar a rigidez das ligações. Na análise não linear, a carga foi aplicada em dez etapas através do método de Newton Raphson Padrão.
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Análise Numérica de Ligações do Sistema de Armazenagem Industrial

Análise Numérica de Ligações do Sistema de Armazenagem Industrial

Os sistemas de armazenagem do tipo rack são constituídos por perfis formados a frio, as colunas apresentam perfurações ao longo da alma criando facilidade e rapidez na ligação com a coluna. Essa ligação é feita através de uma garra dentada soldada na extremidade da longarina. A presente pesquisa apresenta um estudo numérico dessa ligação garra - coluna caracterizada pela conexão da garra na coluna, sem a utilização de parafusos, com a garra encaixando-se nos furos da coluna. Os elementos da ligação foram estudados através do programa computacional ANSYS, considerando o método dos elementos finitos e utilizando análise não linear. A análise do comportamento do sistema e o cálculo da rigidez da ligação foram norteadas por meio das prescrições do RMI 2008. Visto que as peças do modelo são perfis formados a frio e, em geral, esses perfis são afetados pelas tensões residuais o modelo numérico foi examinado em três situações. Situação 1: Nenhum elemento afetado pelas tensões residuais; Situação 2: Todos os elementos afetados pelas tensões residuais; Situação 3: Apenas a garra afetada pelas tensões residuais. Os resultados numéricos foram comparados com os experimentais de Miranda (2011). Após a análise das três situações observa-se que a situação 3 apresenta um valor de carga última bem definido e boa aproximação entre os resultados obtidos numericamente e experimentalmente.
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Adriana Bianca, CIO para o Mercosul da Henkel

Adriana Bianca, CIO para o Mercosul da Henkel

Customizações são sempre necessárias, mas é importante que a solução traga ferramentas que facilitem essas operações, de forma que os processos não fiquem engessados à s limitações do sistema. Para o Hospital 9 de Julho, um ERP generalista demandaria muito trabalho em customizações e ficaria mais oneroso, além de aumentar o tempo de implementação. Optamos pelo MV Sistemas, que adotamos em 2002. Trata-se de um ERP nacional e um best seller na área da saúde, com centenas de

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OTIMIZAÇÃO DAS PERDAS EM CORTES GUILHOTINADOS PARA BOBINAS DE AÇO NA INDÚSTRIA METALMECÂNICA

OTIMIZAÇÃO DAS PERDAS EM CORTES GUILHOTINADOS PARA BOBINAS DE AÇO NA INDÚSTRIA METALMECÂNICA

Os problemas de corte, seleção de bobina e estoque, são problemas de otimização combinatória que ocorrem em muitos processos industriais. A primeira documentação para este tipo de problema ocorreu na indústria de papel, em 1939, pelo economista russo Kantorovich [12]. Gilmore e Gomory [1] introduziram em 1961, a técnica de geração de coluna para resolver o problema de corte unidimensional usando Programação Linear (PL). Em 1971, Haessler [5], depois de pesquisar como programadores enfrentavam problemas reais em fábricas de papel, propôs um procedimento heurístico. Os problemas de corte unidimensionais podem ser divididos em duas categorias: heurísticas e métodos baseados em programação linear (PL). Golden [2], Hinxman, Haessler e Sweeney [3] deram excelentes ajudas em várias soluções de preparação.
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Container Loading Problems – A State-of-the-Art Review

Container Loading Problems – A State-of-the-Art Review

Eley 2002; de Araujo & Armento 2007; Fanslau & Bortfeldt 2010; Ceschia & Schaerf 2011; Liu et al. 2011; Ren, Tian & Sawaragi 2011; Goncalves & Resende 2012). Full support is stipulated in almost 50 % of all papers in which stability is an issue. Alternatively, box support is required at least to a pre-specified minimum fraction of the base area (partial support; see, e.g., Carpenter & Dowsland 1985; Gehring & Bortfeldt 1997; Mack, Bortfeldt & Gehring 2004; Jin, Ito & Ohno 2004; Gendreau et al. 2006; Christensen & Rousøe 2008; Fuellerer et al. 2010; Tarantilis, Zachariadis & Kiranoudis 2009). In the latter case, loading patterns with overhanging boxes are permitted. Hemminki, Leipälä & Nevalainen (1989, p. 2227) claim that a support of 70 % is sufficient for pallet loading in practice if the packed pallets are wrapped in plastic foil before shipping. Different to these approaches, Techanitisawad & Tangwiwatwong (2004), for a given relevant vertical orientation of a box, specify minimum percentages for both the length and the width dimension which have to be satisfied with respect to the support given to the base of each box.
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Andrea Lodi , Silvano Martello, Michele Monaci

Andrea Lodi , Silvano Martello, Michele Monaci

In several industrial applications one is required to allocate a set of rectangular items to larger rectangular standardized stock units by minimi- zing the waste. In wood or glass industries, rect- angular components have to be cut from large sheets of material. In warehousing contexts, goods have to be placed on shelves. In newspapers paging, articles and advertisements have to be ar- ranged in pages. In these applications, the stan- dardized stock units are rectangles, and a common objective function is to pack all the requested items

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TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 4 – Programação Linear

TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 4 – Programação Linear

Existe uma máquina capaz de processar tanto o produto P1 como o produto P2 cuja capacidade máxima de tempo é de 9 unidades de tempo.. As curvas de nível permitem determinar o crescimento[r]

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TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 3 – Derivadas e Aplicações

TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 3 – Derivadas e Aplicações

Isotermas ou curvas de nível: a temperatura tem o mesmo valor nesta curva. PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO.[r]

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Dynamic pricing models for electronic business

Dynamic pricing models for electronic business

• We brought out the role of reinforcement learning based approaches for dynamic pricing and discussed a single seller example with nonlinear pricing used for different quantities.. The [r]

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Modelagem Física de Sistemas Mecânicos

Modelagem Física de Sistemas Mecânicos

Podemos concluir que, dentro da aproximação para ângulos pequenos, o movimento do pêndulo é harmônico simples, com. Pêndulo Físico[r]

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TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 2 – Revisão de Função e Derivada

TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 2 – Revisão de Função e Derivada

Modelo Determinístico do Lote Econômico de Produção: (3)Custo de estoque: Custo de armazenar uma unidade no estoque por um período de tempo. Se o período de tempo for ano, então, o custo será expresso em reais por unidade por ano. O custo de estoque inclui: armazenagem, seguro, custo do dinheiro e custo de obsolecência. Usualmente, o custo mais importante é o

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TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 5 – Programação Linear

TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 5 – Programação Linear

Para realizar a resolução analítica (numérica) do PPL é necessário escrever as restrições de modo que um conjunto de variáveis, chamadas de variáveis básicas , depende de um outro conjun[r]

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A importância do sistema de informação gerencial para tomada de decisões

A importância do sistema de informação gerencial para tomada de decisões

Conhecendo as definições de sistemas, pode-se afirmar, portanto, que a empresa é um sistema aberto, em razão da sua interação com o meio ambiente externo. A empresa capta no meio externo os recursos brutos, processa e devolve ao ambiente externo em forma de bens ou serviços prestados, ou informações, atendendo as necessidades da sociedade. No decorrer desse processo podem ocorrer desvios e resultados insatisfatórios, a retroalimentação permite a correção desses desvios, a fim de que se possam alcançar os objetivos satisfatoriamente.

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TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 6 – Programação Linear

TÓPICOS EM PESQUISA OPERACIONAL AULA 6 – Programação Linear

Existe uma máquina capaz de processar tanto o produto P1 como o produto P2 cuja capacidade máxima de tempo é de 9 unidades de tempo.[r]

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Norma de Segurança da Informação   ISO17799 2005BR

Norma de Segurança da Informação ISO17799 2005BR

A informação é um ativo que, como qualquer outro ativo importante, é essencial para os negócios de uma organização e conseqüentemente necessita ser adequadamente protegida. Isto é especialmente importante no ambiente dos negócios, cada vez mais interconectado. Como um resultado deste incrível aumento da interconectvidade, a informação está agora exposta a um crescente número e a uma grande variedade de ameaças e vulnerabilidades (ver OECD Diretrizes para a Segurança de Sistemas de Informações e Redes). A informação pode existir em diversas formas. Ela pode ser impressa ou escrita em papel, armazenada eletronicamente, transmitida pelo correio ou por meios eletrônicos, apresentada em filmes ou falada em conversas. Seja qual for a forma apresentada ou o meio através do qual a informação é compartilhada ou armazenada, é recomendado que ela seja sempre protegida adequadamente.
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