Carregamento de pressão externa

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Estudo do fenômeno de instabilidade de estruturas cilíndricas de paredes finas submetidas ao carregamento de pressão externa

Estudo do fenômeno de instabilidade de estruturas cilíndricas de paredes finas submetidas ao carregamento de pressão externa

As estruturas com formato de cascas cilíndricas de paredes finas são amplamente utilizadas em diversos ramos da indústria, incluindo as áreas de engenharia civil, mecânica, nuclear, naval, petróleo, aeroespacial, entre outras. A vasta aplicabilidade das cascas cilíndricas e a importância do conhecimento sobre o fenômeno da instabilidade constituem as principais motivações para realização deste trabalho, uma vez que tais fatores possuem grande importância no desenvolvimento de projetos de engenharia. Apresenta-se um estudo detalhado sobre a análise da instabilidade de cascas cilíndricas baseado em teorias analíticas, cujos resultados são comparados com os resultados obtidos pelo método dos elementos finitos. O tipo de carregamento e as condições de contorno analisadas baseiam-se nos tipos mais comuns encontrados nos projetos de engenharia e se referem respectivamente à pressão externa e a restrição radial do deslocamento nas bordas das extremidades dos cilindros. Os cálculos baseados no método dos elementos finitos foram executados com o auxílio do programa ANSYS 13.0. Os resultados obtidos com esses cálculos possuem grande coerência com a teoria apresentada na nota técnica NACA N o 1341 (BATDORF, 1947), considerando uma larga faixa de aplicação. Por outro lado, o método apresentado no livro "Theory of Elastic Stability" (TIMOSHENKO; GERE, 1936) possui aplicação restrita e apresentou desvios consideráveis em vários casos.
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Análise estrutural de painéis curvados reforçados sob carregamento de pressão externa uniforme

Análise estrutural de painéis curvados reforçados sob carregamento de pressão externa uniforme

adotada foi o corte do casco no sentido circunferencial e a divisão do meio em duas partes. Entretanto, tal medida é prejudicial à integridade do casco na região do corte, pois tende a reduzir a espessura e inserir imperfeições geométricas. A solução que atualmente é utilizada por algumas marinhas é a concepção de uma escotilha com duas extremidades longitudinais paralelas ao eixo axial principal, e outras duas acompanhando a silhueta circunferencial da seção transversal. Esta estrutura é denominada escotilhão, podendo ser encontrado outros termos tais como “softpatch” ou “Dutch-breach”. Além do contorno externo, o escotilhão mantém a continuidade das cavernas, portanto, este dispositivo se trata de um painel curvado reforçado sob carregamento hidrostático. Para pequenas deformações e cascas cilíndricas com raio de curvatura muito maior que a espessura, o carregamento hidrostático pode ser facilmente considerado como um carregamento normal e uniforme, sem prejuízo à precisão dos resultados, pois a variação da direção do vetor normal à superfície deformada em relação à superfície não deformada é desprezível. Submarinos utilizados tanto para pesquisa (Figura 1-7) como para fins bélicos (Figura 1-6) possuem cascos projetados para resistirem à pressão hidrostática. Ambos os tipos possuem geometrias idênticas a uma casca fina, sendo que os submersíveis destinados à pesquisa possuem, na grande maioria das vezes, formato esférico, ao passo que submarinos de guerra possuem um aspecto cilíndrico. A diferença dos formatos se deve ao fato que os submarinos de guerra necessitam atender exigências hidrodinâmicas e de volume que tornam a utilização de um casco esferoidal totalmente inviável.
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INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA SEQUÊNCIA DE EMPILHAMENTO DE CAMADAS NA RESISTÊNCIA À PRESSÃO EXTERNA DE DUTOS DE COMPÓSITOS. Neilon de Souza da Silva

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA SEQUÊNCIA DE EMPILHAMENTO DE CAMADAS NA RESISTÊNCIA À PRESSÃO EXTERNA DE DUTOS DE COMPÓSITOS. Neilon de Souza da Silva

Contudo, a elevada demanda de dutos flex´ıveis est´ a topando na capacidade de produ¸c˜ ao dos fornecedores. Este fato, aliado ` a necessidade de estruturas mais leves e resistentes, vem viabilizando novos conceitos de dutos submarinos, que passam a ser alternativas atraentes. Assim, diversas concep¸c˜ oes de dutos de comp´ ositos estar˜ ao dispon´ıveis no mercado em poucos anos. Diante das novas ofertas, surge a necessidade de conhecer o real desempenho destes dutos comp´ ositos, considerando a magnitude do carregamento aplicado, sua resistˆ encia ao ambiente marinho e a influˆ encia das vari´ aveis ambientais em seus mecanismos de falha. Este ´ ultimo fator ´ e de relevante importˆ ancia, pois matrizes polim´ ericas podem ser bastante sens´ıveis ao ambiente. Al´ em de atuarem em contato direto com a ´ agua do mar e o fluido produzido, estes dutos muitas vezes atuar˜ ao em po¸cos de alta temperatura ou que utilizam sistemas de aquecimento el´ etrico.
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nfluência da temperatura e da sequência de empilhamento de camadas na resistência à pressão externa de dutos de compósitos

nfluência da temperatura e da sequência de empilhamento de camadas na resistência à pressão externa de dutos de compósitos

Contudo, a elevada demanda de dutos flex´ıveis est´ a topando na capacidade de produ¸c˜ ao dos fornecedores. Este fato, aliado ` a necessidade de estruturas mais leves e resistentes, vem viabilizando novos conceitos de dutos submarinos, que passam a ser alternativas atraentes. Assim, diversas concep¸c˜ oes de dutos de comp´ ositos estar˜ ao dispon´ıveis no mercado em poucos anos. Diante das novas ofertas, surge a necessidade de conhecer o real desempenho destes dutos comp´ ositos, considerando a magnitude do carregamento aplicado, sua resistˆ encia ao ambiente marinho e a influˆ encia das vari´ aveis ambientais em seus mecanismos de falha. Este ´ ultimo fator ´ e de relevante importˆ ancia, pois matrizes polim´ ericas podem ser bastante sens´ıveis ao ambiente. Al´ em de atuarem em contato direto com a ´ agua do mar e o fluido produzido, estes dutos muitas vezes atuar˜ ao em po¸cos de alta temperatura ou que utilizam sistemas de aquecimento el´ etrico.
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Ação Externa

Ação Externa

prioridade dada à integração económica como um meio para atingir a integração política acabaria por relegar para segundo plano esta última dimensão. Não obstante, a partir da década de setenta, os Estados-Membros começaram a praticar uma “discreta” cooperação política intergovernamental que, gradualmente, foi deixando de ser uma mera “consulta recíproca sobre as questões importantes”, para dar lugar à Cooperação Política Europeia (CPE) – um processo totalmente intergovernamental (fora dos tratados) que tinha por objetivo harmonizar tanto quanto possível as políticas externas dos Estados-Membros e, com isso, tentar uma maior influência internacional no quadro bipolar. A ideia de uma plataforma institucional para a cooperação política externa foi introduzida inicialmente na Cimeira de Haia (dezembro de 1969) pelo então presidente francês Georges Pompidou. Esta cooperação foi depois justificada no Relatório Davignon (1970) pela necessidade de uma maior associação dos Estados-Membros na política internacional, isto é, da procura de um maior protagonismo externo. Por sua vez, o Relatório de Copenhaga (1973) reiterava os desígnios de uma ação concertada em política externa, e, por último, o Relatório de Londres (1981) estabelecia os procedimentos de consultas mútuas.
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ETL: Extração, transformação e carregamento ágil de dados.

ETL: Extração, transformação e carregamento ágil de dados.

O serviço pode executar em paralelo ou sequencialmente (ver Figura 11), dependendo do objetivo do administrador de sistema e do próprio negócio. Se os dados forem completamente independentes de um processo para o outro a sua execução em paralelo pode ser uma mais-valia, mas se existirem precedências de informação como carregamento de dimensões a forma sequencial será a mais adequada. É ainda necessário ter em conta o tipo de servidor que se atribui ao projeto, pois o modo paralelo, sendo mais rápido, a execução global pode sobrecarregar mais os recursos e causar alguma indisponibilidade do sistema se os volumes de dados forem bastante elevados.
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Dimensionamento de um sistema de carregamento de baterias de veículos elétricos

Dimensionamento de um sistema de carregamento de baterias de veículos elétricos

VE plug-in. Al´em disso, foi ainda disponibilizado um or¸camento de cerca de 700 mil euros para moderniza¸c˜ao, atualiza¸c˜ao tecnol´ogica e expans˜ao da rede de mobi- lidade el´etrica no nosso pa´ıs. Quanto aos ve´ıculos plug-in, estes tˆem uma redu¸c˜ao do imposto sobre o autom´ovel (ISV) at´e 562,50 A C. Estes incentivos surgem no acr´escimo dos benef´ıcios fiscais propostos para o ano de 2016 como a isen¸c˜ao de Tri- buta¸c˜ao Aut´onoma, redu¸c˜ao do IUC (Imposto ´ Unico de Circula¸c˜ao) e do IVA, para ve´ıculos el´etricos e plug-in ( EAFO , 2017 ; GSEAA , 2016 ). Al´em destes benef´ıcios, acrescenta-se o facto dos utilizadores de VE autenticados na rede MOBI.E (empresa p´ ublica respons´avel pela gest˜ao de energia e financeira da rede de mobilidade el´etrica em Portugal) poderem efetuar o carregamento dos seus ve´ıculos sem que lhes seja cobrada a energia necess´aria ao carregamento.
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Carregamento indutivo de corrente em laços supercondutores

Carregamento indutivo de corrente em laços supercondutores

Inicialmente estudou-se o comportamento da corrente no la¸co quando submetido a pulsos de fluxo magn´ etico [7] e em sequˆ encia, foi medido tamb´ em o comportamento do campo el´ etrico. Por meio desses dados foram desenvolvidos modelos fenomeno- l´ ogicos que descrevem bem o comportamento do la¸co supercondutor. Essa pesquisa destaca-se pois ´ e a primeira no mundo que realiza uma investiga¸c˜ ao do compor- tamento do campo el´ etrico de la¸cos supercondutores, quando submetidos a pulsos de fluxo magn´ etico. Tamb´ em evidencia-se pois ´ e o primeiro trabalho a apresentar um m´ etodo de caracteriza¸c˜ ao especialmente desenvolvido para la¸cos supercondu- tores, que permite a determina¸c˜ ao da corrente cr´ıtica com confiabilidade. Al´ em disso, apresenta um novo arranjo geom´ etrico de bobinas supercondutoras, que pode permitir o carregamento indutivo na presen¸ca de campo magn´ etico. Todas essas contribui¸c˜ oes evidenciam a originalidade e relevˆ ancia desta tese.
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Carregamento de veículos elétricos através de energia fotovoltaica

Carregamento de veículos elétricos através de energia fotovoltaica

Em setembro de 2016, a Carris e a CaetanoBus estabeleceram um protocolo de cooperação para testes em condições reais de operação do autocarro elétrico ―e.City Gold‖ na cidade de Lisboa. O veículo estará ao serviço da Carris, entre outubro e dezembro, nas carreiras 706 e 758. O teste irá decorrer na sequência da assinatura do protocolo de cooperação entre as duas empresas, denominado ―Autocarro Elétrico na cidade de Lisboa‖, numa sessão que contou com a presença do Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes. Dotado de um sistema de propulsão 100% elétrico, o protótipo tem uma autonomia para 80 km e tempo de carregamento de 30 minutos. Ainda assim, de acordo com as necessidades do cliente, a autonomia do ―e.City Gold‖ pode chegar aos 200 km, desde que instalado um conjunto de baterias adicionais. Esta iniciativa tem como objetivo a promoção de uma mobilidade urbana mais sustentável em Lisboa e o incentivo à política de redução de emissões nos transportes. [50] (50)
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Associação de cascas de revolução com carregamento axissimétrico

Associação de cascas de revolução com carregamento axissimétrico

Este pr~ cedimento permite uma análise precisa e rãpida de estruturas com- postas destas formas de solução conhecida e possibilita tambem a obtenção de soluções a[r]

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Análise de risco no carregamento de bobinas de papel

Análise de risco no carregamento de bobinas de papel

Os riscos relevantes (12 < = IR < 20) exigem a implementação imediata das ações (preventivas e de detecção) e definição de responsabilidades. A execução do trabalho somente poderá ser liberada com acompanhamento e monitoramento contínuo, havendo ainda a interrupção do trabalho quando as condições apresentarem algum descontrole. Neste caso foram classificados os itens “Má visibilidade do veículo por terceiros – existência de pontos cegos”, “Queda – remonte de bobinas” e “Bobina – carregamento inadequado”. O primeiro caso torna-se relevante, pois o acidente pode ocorrer devido ao descuido de um terceiro, e não do motorista. O motorista, havendo tomado ciência da área de manobras, das áreas de carga e descarga e configurações, efetuará os movimento no veículo pressupondo que as características iniciais não foram alteradas. Assim, um pedestre que não visualize o veículo em movimento, possivelmente também não será visualizado pelo condutor do veículo, o que eleva muito o risco de acidentes. Já os outros dois itens, possuem tal classificação, pois qualquer acidente que envolva essas situações resultará em perdas materiais e humanas. Não obstante, o carregamento inadequado do veículo irá propagar riscos por todo o trajeto que o caminhão venha a trafegar, colocando em risco a vida de civis fora das instalações fabris.
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Influência das condições de carregamento no dimensionamento de pavimentos

Influência das condições de carregamento no dimensionamento de pavimentos

De seguida neste capítulo apresenta-se o cálculo do dano provocado por um eixo-padrão de 80 kN para diferentes valores da área de contacto pneu-pavimento, considerando o tráfego calculad[r]

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Transferência de Energia sem fios para carregamento de baterias

Transferência de Energia sem fios para carregamento de baterias

Existem áreas onde estas limitações podem ser mais criticas, como é o caso da área da saúde onde os aparelhos elétricos de implante médico podem mesmo obrigar a intervenções cirúrgicas para a substituição da bateria, sendo o caso dos pacemakers, implantes cardíacos, entre outros. Por outro lado, existem aparelhos onde é possível a alocação da bateria de forma externa ao corpo, não obrigando intervenção de substituição, como é o caso dos assistentes ventriculares (VADs) que implicam a passagem de fios pelo interior do corpo que estabelecem a ligação entre a bateria e o aparelho, o que em diversos casos pode levar à morte do paciente por infeção. [5]
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Otimização do carregamento de produtos paletizados em caminhões.

Otimização do carregamento de produtos paletizados em caminhões.

Similarmente, ela também pode ser aplicada para auxiliar no projeto de embalagens de produtos em função dos paletes padronizados na cadeia logística de uma empresa. Neste caso, os tempos muito pequenos para a geração de um padrão otimizado de carregamento por meio da heurística PR1, permitem a avaliação de dimensões alternativas das embalagens por meio da enumeração explícita das combinações de comprimento e largura (pares l,w) tecnicamente viáveis, e de seu desempenho em termos de ocupação do palete padrão da empresa.
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Comparação de Estratégias de Carregamento de Veículos Elétricos

Comparação de Estratégias de Carregamento de Veículos Elétricos

Bessa et al. [2] apresenta um método de otimização de apoio ao agente agregador de veículos elétricos na participação nos mercados do dia seguinte e na sessão de reserva (a subir e a descer). A partir do conceito de bidirecionalidade que se conhece das smart-grids, o agregador sabe quando um VE se liga e quais os seus requisitos de carregamento (estado de carregamento pretendido e hora limite do mesmo) definidos pelo cliente, i.e., dono do VE. Para orientar a sua abordagem ao mercado, o agregador deve prever os requisitos de potência da sua frota de VE para o dia seguinte e ainda a potência máxima disponível em cada hora tendo em conta as necessidades expectáveis da frota os limites de capacidade das linhas, físicos e os impostos pelo operador do sistema de Distribuição (DSO).
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Otimização do carregamento de veículos elétricos em ambientes privados

Otimização do carregamento de veículos elétricos em ambientes privados

No algoritmo, a otimização do carregamento do VE é feita por blocos de carga, ou seja, a procura dos melhores períodos para carregar é feita somente dentro de cada bloco de carga. Foi adotada esta lógica de otimização por bloco de carga e não por otimização diária pois o utilizador poderá percorrer uma maior distância nos seus percursos, e desta forma faz mais sentido otimizar por bloco. Assim sabe-se com mais certeza o estado de carga da bateria do VE. Ao realizar um carregamento inteligente não significa que a energia carregada no VE em cada bloco de carga corresponda exatamente à 𝐶𝑎𝑝𝑀𝑎𝑥𝑉𝐸, mas sim à 𝐸𝑛𝑒𝑐𝑒𝑠𝑠𝑃𝑒𝑟, visto que nem sempre é necessário efetuar cargas até ao SOCmax quando a distância a percorrer não o justifica. As estratégias de gestão da BD – Bateria Doméstica são realizadas para o dia completo, garantindo que é possível descarregar energia desta para o VE quando o período de tempo corresponde aos blocos de carga.
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Desenvolvimento de extensões para um sistema de carregamento e descarregamento de navios

Desenvolvimento de extensões para um sistema de carregamento e descarregamento de navios

Um dos motivos que influencia a eficiência de um terminal portuário especializado em movimentação de contêineres está no processo de carregamento e descarregamento dos mesmos. A ideia fundamental é determinar um plano, para cada porto, que visa minimizar o número de movimentos total de carregamentos e descarregamentos necessários durante o percurso do navio em todos os portos, a fim de se economizar tempo e conseqüentemente reduzir custos. O objetivo desse trabalho foi apresentar melhorias em um programa, escrito em linguagem C, utilizado para resolver o Problema de Carregamento e Descarregamento de Navios, um problema NP-Completo, através da meta-heurística Simulated Annealing. Com as melhorias empregadas conseguiu em média uma redução de 50% no tempo necessário para resolver o problema em 45 instancias analisadas, sendo que em um grupo específico dessas instancias a redução média atingiu 77%, e em 10 instancias houve inclusive uma melhora na solução.
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OPERAÇÃO DE CARREGAMENTO DE CAMINHÕES-TANQUE PARA DISTRIBUIÇÃO DE COMBUSTÍVEIS

OPERAÇÃO DE CARREGAMENTO DE CAMINHÕES-TANQUE PARA DISTRIBUIÇÃO DE COMBUSTÍVEIS

Dentre os benefícios deste sistema, tem a substituição de sua antiga base de carregamento para suprir a demanda do mercado e diminuir a exposição humana aos produtos. Essa base é menos poluente, já que os carregamentos (top ou bottom) são lacrados. Os vapores não são liberados no ambiente, e sim desviados para a Unidade de Recuperação de Vapor. Além disso, o sistema proporciona os seguintes benefícios:

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Programação e controlo de um posto de carregamento de veículos elétricos

Programação e controlo de um posto de carregamento de veículos elétricos

No Modo 3, o carregamento baseia-se de igual forma na alimentação em corrente alternada. Na ligação entre o veículo elétrico e o posto de carregamento existe maior segurança, desde o processo de carregamento do VE e redução de risco durante a operação, por causa do alto nível de potência neste modo. Existe comunicação efetiva entre o posto de carregamento e o VE [54]. Neste modo de carregamento existem componentes essenciais, no caso dos conectores para ligações destinas especificamente para os VE’s, estas reúnem: condutores de fase, neutro, terra de proteção, piloto de controlo e piloto de proximidade, também esta incorporado um sensor que deteta a inserção do conector, como observado na Figura 3.5. Estes conectores possuem um elemento para encaixe próprio. O piloto de controlo, é responsável pela comunicação entre o veículo elétrico e o posto de carregamento por meio do envio de um sinal contínuo, permitindo assim que se ajuste o limite de corrente a ser gasto pelo veículo, de acordo com os requisitos funcionais do conector e instalação.
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Uma proposta de carregamento incremental de fluxos veiculares para a estimação de...

Uma proposta de carregamento incremental de fluxos veiculares para a estimação de...

A técnica bi-nível para estimação de matriz O-D, de uma maneira geral, possui três aspectos positivos em relação ao método convencional inicialmente proposto: (i) O método sempre apresenta soluções possíveis; (ii) O método trabalha com apenas um subconjunto de fluxos observados nos arcos, e; (iii) A proporção de utilização dos arcos é determinada em função do carregamento garantido pelo equilíbrio dos arcos (YANG, 1995). Apesar de apresentar estes pontos positivos para sua utilização, este método necessita de rotinas computacionais mais elaboradas para que as iterações sejam realizadas. Uma outra questão é que as considerações de equilíbrio da rede exigem que os dados de entrada reflitam as condições de continuidade e consistência, para garantir bons resultados (YANG et al., 1992).
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