Casa de Rui Barbosa (Rio de Janeiro

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Rui Barbosa nas exposições comemorativas da Casa de Rui Barbosa

Rui Barbosa nas exposições comemorativas da Casa de Rui Barbosa

Em 1933, o relatório do zelador Homero Pires, relatou o problema em relação ao acervo documental: “o grande e precioso arquivo de Rui Barbosa encontra-se em latas, em lugar impróprio e sem segurança, urgindo sua catalogação e guarda em armários especiais”. Américo Lacombe procurou incentivar a aquisição e doação de documentos para complementar o acervo documental da instituição. Um exemplo dessa iniciativa foi a doação da correspondência entre Rui Barbosa e Antonio Ferreira Jacobina, primo e procurador de Rui Barbosa quando no exílio. Esses documentos são significativos, pois registram as remessas de dinheiro efetuadas durante esse período em que Rui Barbosa esteve em Londres. Seguindo essa política de aquisição, deve-se mencionar a autorização do ministro Gustavo Capanema para a compra de documentos colocados à venda na livraria Quaresma, no Rio de Janeiro.
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A relação entre assessorias de comunicação e os jornais culturais: um estudo de caso da Fundação Casa de Rui Barbosa

A relação entre assessorias de comunicação e os jornais culturais: um estudo de caso da Fundação Casa de Rui Barbosa

Por vezes, esta produção por parte dos membros da FCRB obtém um espaço maior na mídia do que determinados eventos promovidos pela fundação. Séries como Um Domingo na Casa de Rui Barbosa e Memória & Informação conseguem um pequeno espaço normalmente através de tijolinhos e outros textos restritos em poucos jornais impressos no local onde estes eventos ocorrem, no caso o Rio de Janeiro. Enquanto livros produzidos por membros da FCRB como A Estrela Fria, cujo autor é o presidente da instituição José Almino Alencar, lograram sucesso em obter visibilidade não só em veículos locais mas em outros de fora do estado. No caso deste livro, ele recebeu mênção em veículos como a Revista Pernambuco (PE), o Jornal O Globo (RJ), o Jornal do Brasil (RJ), o Jornal Rascunho (PR) e a Revista Cult (SP).
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Lugar de morada como lugar de memoria : a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ

Lugar de morada como lugar de memoria : a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ

Estudaremos a Casa Museu Rui Barbosa, situada no Rio de Janeiro, local que Rui e sua família ocuparam por 28 anos e que com sua morte em 1923, que foi vendida para governo brasileiro para ser transformado em um Museu Biblioteca. Ao ser institucionalizada como lugar de memória, deixou de ser residência de um homem público e passou a ser um bem, uma referência à sociedade e a nação. Uma casa que deve ser preservada, não por ser um exemplar arquitetônico de sua época, mas por ser um marco histórico, um monumento, local onde deve ser reverenciada a presença de seu proprietário, para que não caia no esquecimento coletivo seus feitos e saberes. Sabemos que a função principal de uma Casa Museu é, através da narrativa histórica do patrimônio material e imaterial, criar uma ambientação crível que levará o visitante a compartilhar a vivência de seu personagem símbolo, adquirindo conhecimento. Partindo desse principio vamos delinear quais são os caminhos utilizados para nortear a montagem de uma casa museu, nos inserindo em um universo multidisciplinar em busca do embasamento necessário a sua museografia. Pois reforçando igualdades e diferenças, somos responsáveis por tecer a teia que vai reforçar a presença do personagem símbolo, na história e memória de nosso país. Personagem digno de ser destacado, homenageado, um mito a ser reverenciado.
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Análise quali-quantitativa dos elementos arquitetônicos e vegetais e de uso da praça Rui Barbosa de São José do Rio Preto, SP

Análise quali-quantitativa dos elementos arquitetônicos e vegetais e de uso da praça Rui Barbosa de São José do Rio Preto, SP

% apresentaram algum sintoma de fungo; 12,62% apresentam problemas decorrentes do ataque de cupins; musgos, liquens e epífitas estão presentes em 73,78 % dos indivíduos da praça. Baseado na análise quali- quantitativa dos elementos arquitetônicos, conclui-se que a praça Rui Barbosa, município de São José do Rio Preto, SP, se encontra em bom estado, passou por reformas recentemente e consegue atender a necessidade de grande parte de seus frequentadores. Quando considera-se toda a vegetação, incluindo as plantas arbustivas e herbáceas, a composição florística da praça passa a ser constituída de 24 famílias botânicas, composta por 38 gêneros e 41 espécies, num total de 174 indivíduos; a espécie de maior ocorrência foi Dypsis lutescens (areca-bambu), com frequência de 12,07%, seguida de Viburnum sp (viburno), com frequência de 11,49% e Caesalpinia peltophoroides (sibipiruna), com frequência de 10,92%,enquanto que as demais não ultrapassaram 10%. Os canteiros da praça precisam de uma revitalização e uma composição com novas plantas e cuidados. Com a pesquisa de opinião conclui-se que o local tem a função de promover bem-estar a diferentes grupos de pessoas, preferencialmente do sexo masculino, de 41 a 60 anos, que a usam para descanso e encontro com amigos.
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De Rui Barbosa a Ferdinand Buisson: uma investigação sobre como ensinar desenho

De Rui Barbosa a Ferdinand Buisson: uma investigação sobre como ensinar desenho

Con el fin de caracterizar el dibujo de la educación primaria brasileña las últimas décadas del siglo XIX, este artículo tiene como objetivo descubrir en qué medida los métodos prescritos para la educación primaria resultaron de apropiaciónes de los modelos de otros países. Para este se examinó en primer lugar una producción de Rui Barbosa (esta es la opinión de la Reforma de la Educación Primaria y Varias Instituciones Instrucción Pública Complementaria de las Obras Completas de Rui Barbosa Vol. X, Tomo II, 1883) en busca de pistas sobre el objeto sobre la base de la propuesta pedagógica a conocer por este intelectual. Entonces inspirado en Bastos (2000) tratará de contar con elementos de aproximación y salida de la apropiación del método y/o lecciones de cosas intuitiva propuesto por Rui Barbosa (1849- 1923) para la enseñanza de dibujo de la comprensión distribuido por Ferdinand Buisson (1841-1932). Nos dimos cuenta de que por lo que parece, Rui Barbosa hizo otros créditos para el modelo de la educa- ción primaria brasileña. Por tanto, el método intuitivo se consideró como la base de todo conocimiento. Pero mientras Ferdinand Buisson entender el método intuitivo y "lecciones de cosas" como diferentes situaciones, a Rui Barbosa las "lecciones de cosas" era el método intuitivo cuya enseñanza práctica y utilidad del diseño debe enseñarse por este proceso.
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REPRESENTAÇÕES DE FEDERALISMO E SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO NO PENSAMENTO DE RUI BARBOSA

REPRESENTAÇÕES DE FEDERALISMO E SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO NO PENSAMENTO DE RUI BARBOSA

Tanto na condição de parlamentar provincial e nacional, quanto na de ensaísta e jornalista atuante, Rui Barbosa defendeu suas ideias de maneira precisa e bastante teórica, utilizando-se de sua sólida formação intelectual para tentar justificar suas opiniões. Tornou-se, então, conhecido no cenário político brasileiro e era, ainda, o principal representante dos ideais democráticos e federais. Fruto de todo esse engajamento foi sua eleição para senador constituinte em setembro de 1890. É nesse momento que o autor tem a oportunidade de imprimir na Constituição Federal de 1891 suas marcas retóricas: suas convicções pessoais, propagadas e justificadas nacionalmente desde os anos 70 do séc. XIX, moldaram a nova experiência jurídica nacional e, mais do que isso, foram positivadas no nível hierarquicamente mais estável do ordenamento. Rui Barbosa, então, por meio de suas opiniões expressas em discursos, ou seja, por meio da linguagem realizou trabalho de difusão ideológica do ideário federalista, e, assim, criou a realidade brasileira do séc. XX que se iniciava. (BARRETO, 2015, p. 11)
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Resultados maternos e neonatais da assistência em casa de parto no município do Rio de Janeiro .

Resultados maternos e neonatais da assistência em casa de parto no município do Rio de Janeiro .

The purpose of this study was to describe the maternal and neonatal assistance results in the Casa de Parto David Capistrano Filho Birthing Center. An exploratory and descriptive research with a quantitative approach, which were analyzed 458 patients’ files data of normal delivery and births in period from January 2008 to December 2009. The pregnants were young women, from 15 to 25 years old (66.6%), and nulliparous (55%). During labor, they remained with the companion (94.1%) and received care to relaxation and comfort. The episiotomy rate was 2.4%. There were no maternal and neonatal deaths. The cases of neonatal asphyxia accounted for 0.2% of live births. Transfers rate to hospital corresponded to 2.8% of women postpartum and 8.5% among newborns. Most results were similar to those described in Brazilian and internationals researches about birth centers assistance.
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Assistência pré-natal da casa de parto do Rio de Janeiro: a visão de suas usuárias.

Assistência pré-natal da casa de parto do Rio de Janeiro: a visão de suas usuárias.

A Casa é composta por três suítes com cama-de-casal, berço, banquinho para parto de cócoras, bola para o alívio da dor e banheira, onde a gestante pode permanecer durante o trabalho de parto, parto e puerpério. Também existe uma sala de parto com todos os equipamentos necessários a um parto tradicional, caso seja necessário. Em outro cômodo são realizados encontros com as gestantes e seus acompanhantes, com o objetivo de instrumentá-los quanto às mudanças que ocorrem com o corpo da mulher durante a gestação, quanto ao aleitamento materno exclusivo, quanto aos métodos contraceptivos, entre outros assuntos que se fazem necessários, além de esclarecer-lhes as possíveis dúvidas. Há também uma cozinha, uma recepção bem estruturada, uma sala com televisão para acomodar os familiares, uma sala para as consultas individuais do pré-natal, uma sala para realização de procedimentos como coleta de material para exames laboratoriais, preparo para consulta entre outros. Conta também com um quarto para o descanso dos profissionais, uma lavanderia, um expurgo e uma varanda com jardim para a promoção de um ambiente mais acolhedor, além de uma garagem com ambulância 24 horas por dia.
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A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro nos séculos XVI a XIX.

A Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro nos séculos XVI a XIX.

A irmandade receberia provisão da Misericórdia concedida por Felipe II no ano de 1605, contando a partir de então com “todos os privilégios e graças, honras e liberdades que têm e gozam as casas” (Ferreira, 1894-98, p. 89) de Lisboa e Setúbal. Na petição, enviada ao rei, os irmãos requerentes descreviam a instituição que “há sessenta anos tem feito casa com seu hospital para enfermos, sacristia e parlatório”. A Misericórdia era então uma Casa na qual se articulavam as ações de caridade guiadas pelos preceitos cristãos e pelas relações de Antigo Regime. O conjunto arquitetônico da Misericórdia foi sendo construído e reconstruído aos poucos, sempre circundante à igreja, em cujo consistório os irmãos faziam suas reuniões. De lá partiam grande parte dos serviços e dos recursos oferecidos pela irmandade. Era seu cerne simbólico. Segundo a descrição de frei Agostinho, a igreja era formosa, ricamente ornamentada e servida “com muito mais grandeza e autoridade” (Santa Maria, 1723, p. 11) que a catedral. Para a capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso, que se tornaria a padroeira da irmandade somente em 1713, acorriam, segundo o frei, “todos os moradores daquela cidade em seus trabalhos e tribulações, nas suas doenças perigosas sempre acham em tudo alívio, socorro, o remédio, e em muito bom sucesso”.
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Praça Rui Barbosa: cronotopo atual, memória e identidade

Praça Rui Barbosa: cronotopo atual, memória e identidade

A Praça Matriz das cidades representam o início de suas formações urbanas (povoados e vilarejos), a qualidade da praça interfere na permanência e realização de atividades. Projetos de reforma das praças matrizes quando não preservam a gênese do lugar, as necessidades e expectativas dos usuários, podem levar a pouca permanência e degradação; é o caso da Praça Matriz da cidade de Bauru. Diante disso, o presente artigo tem como objetivo caracterizar os ambientes físico, social e simbólico da Praça Matriz da cidade de Bauru – SP na contemporaneidade, ou seja, caracterizar seu cronotopo atual (recorte temporal atual). O método utilizado será o urbanismo dialógico, com base na fundamentação teórica e filosófica de Bakhtin, Muntañola e Zárate, que estuda a relação entre texto e contexto; sendo a Praça Matriz o texto e o centro urbano seu contexto. Em setembro de 2017 foram aplicados questionários para conhecer os usos, permanências, expectativas e simbologias dos usuários. A partir da caracterização do cronotopo atual da Praça Rui Barbosa e das respostas aos questionários, sob a análise do urbanismo dialógico, têm-se constatado que a configuração atual causa afastamento da população bauruense e um sentimento de afetividade em relação à memória dos tempos passados.
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As cozinhas da Casa Cor 2015: Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná

As cozinhas da Casa Cor 2015: Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná

A Casa Cor São Paulo conta com mais de 70 espaços projetados pelos profissionais de destaque na área, entre arquitetos e designers, apresentando muitas novidades. Mais verde e amarela do que nunca, o evento chega à sua 29° edição em 2015. Com a brasilidade e sustentabilidade como tema, o resultado é uma interessante mistura de cores, texturas e formas, com um toque intimista, se comparado às versões anteriores. Uma forte tendência desta edição são as áreas de convívio, em destaque as cozinhas generosas integradas a outros ambientes, com uma definição dos organizadores como o “compartilhar”. A tendência “menos e melhor” define que os ambientes estão cada vez menores e mostra a importância de investir no planejamento para obter o melhor aproveitamento sem exageros. A preocupação com o meio ambiente é um ponto alto do evento. A proposta de sustentabilidade presente nas mostras de decoração, cria espaços com tecnologias 100% LED, uma forma de economizar energia sem deixar a estética de lado e materiais inovadores (CASA ABRIL, 2015).
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Os saberes matemáticos no parecer sobre a instrução pública primária de Rui Barbosa

Os saberes matemáticos no parecer sobre a instrução pública primária de Rui Barbosa

Visionário e defensor de uma escola primária obrigatória, enciclopédica e laica de oito anos de du- ração, Rui Barbosa pretendia fazer uma reforma dos métodos e do mestre. A propagação de uma educação escolarizada que atendesse as necessidades urgentes da população, tornando-a culta e ao mesmo tempo, engajada na formação para o trabalho, era prioridade para ele. Nesse sentido, o ensino visto no Brasil Im- pério baseado no ler, escrever e contar, ao que tudo indica, não mais correspondia à realidade brasileira. Era o momento de romper com o passado e, voltar- -se para a renovação do ensino, direcionando-o para o progresso do país. A pedagogia, da qual fazia vítima e escrava a população, estava alicerçada num “ensino vão, abstrato, morto, de palavras, palavras e só pala- vras” (BARBOSA, 1946, p. 199). Com isso, Rui queria dizer “Cumpre renovar o método, orgânica, substan- cial, absolutamente, nas nossas escolas. Ou antes, cumpre criar o método” (BARBOSA, 1946, p. 32).
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METAMORFOSES DO PENSAMENTO LIBERAL DE RUI BARBOSA: SUA POSIÇÃO SOBRE ESTADO E EDUCAÇÃO

METAMORFOSES DO PENSAMENTO LIBERAL DE RUI BARBOSA: SUA POSIÇÃO SOBRE ESTADO E EDUCAÇÃO

Para ele, tanto a monarquia como a república, que elegia temporari- amente seus representantes, tinham o sistema representativo como sagrado. Este só era possível quando a eleição direta fosse uma “realidade perfeita”. No Brasil, o sistema de eleição deixava ao arbítrio de um e outro verificar o direito de voto, muitas vezes aqueles que tinham o direito de voto eram impedidos de votar, votando quem não o poderia fazer de acordo com Barbosa (1945, v. 7, t. 1, p. 16), a mercê de interesses alheios o indivíduo perdia seu direito de voto. No novo sistema só votariam aqueles que provassem estar aptos confor- me a lei, estabelecendo renda mínima e necessidade de escolarização, conce- dendo o direito ao título vitalício de eleitor. Assim, o projeto visava a extermi- nação da fraude que eliminou o governo e a democracia. O projeto impedia o voto do analfabeto, Rui Barbosa afirmava não o excluir à medida que eles deveriam ser educados para usufruírem de seus direitos. Em outros países era por meio da educação que os analfabetos se aproximavam do governo (BAR- BOSA, 1945, v. 7, t. 1, p.30). Neste projeto se incluiu a elegibilidades dos não católicos e dos libertos. A vitaliciedade do título garantiria um eleitorado inde- pendente e estável. Entretanto, este projeto foi muito criticado, frente aos comentários de que o país não queria a reforma, Rui Barbosa recorreu às palavras do barão de Rio Branco apud (BARBOSA, 1945, v. 7, t. 1, p. 66):
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BIBLIOTECA ESCOLAR RUI BARBOSA: ANÁLISE SOBRE A FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

BIBLIOTECA ESCOLAR RUI BARBOSA: ANÁLISE SOBRE A FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

Apresenta uma análise da formação e desenvolvimento de coleções na Biblioteca Escolar Rui Barbosa do Colégio Nossa Senhora das Neves no Bairro do Alecrim em Natal-RN. Objetiva verificar as ações estratégicas pela bibliotecária na ausência de uma política formalizada para tal gestão das coleções. Possui como metodologia uma explanação qualitativa com fundamentos em levantamento bibliográfico sobre o assunto e diagnóstico da unidade informacional através de entrevista com a gestora e observação do acervo. Aponta os referentes dados da análise em uma “Matriz SWOT”. Conclui destacando as necessidades de formalização de uma Política de Desenvolvimento de Coleções para a biblioteca de modo a reverter os diferentes empecilhos constatados no diagnóstico.
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A primeira encruzilhada da democracia brasileira: os casos de Rui Barbosa e de Joaquim Nabuco.

A primeira encruzilhada da democracia brasileira: os casos de Rui Barbosa e de Joaquim Nabuco.

Ou seja, para Nabuco, era preciso reorganizar as instituições republicanas à luz das experiências do Império, o que o levava a pensar como, a par- tir delas, a república brasileira poderia ser organi- zada: “Eu estimaria hoje uma transação entre o princípio dinástico e o preconceito americano, uma espécie de governo sem prazo marcado, enquan- to agradasse; presidência vitalícia de um dos ne- tos do Imperador – parece-me que era o melhor – o possível, quem sabe?”. E arriscava, noutra nota, uma organização política republicana parlamenta- rista, caracterizada, para além do controle normativo da constitucionalidade preconizado por Rui Barbosa, por um poder Moderador exercido por um presidente extraído da realeza ou das for- ças armadas, auxiliado por um Conselho de Esta- do, e cuja administração fosse vigiada por um Tribunal de Contas. Os excessos federalistas se- riam coibidos por um municipalismo atuante e por uma nova configuração do território nacional, di- vido em departamentos, transferindo-se a capital para uma ilha a fim de evitar que os golpes que nela tivessem lugar contaminassem automatica- mente os estados. Embora parecesse absurda, concluía Nabuco, era esta “a solução mais apro- ximada que eu posso achar para a quadratura re- publicana” (idem). O caminho apontado por Nabuco, na década de 1890, seria aquele seguido, décadas depois, por autores como Alberto Torres e Oliveira Vianna.
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Descrição arquivística da fotografia do arquivo pessoal de Rui Barbosa: informação e memória

Descrição arquivística da fotografia do arquivo pessoal de Rui Barbosa: informação e memória

A pesquisa originou-se da percepção e inquietude dos arquivistas e outros profissionais de áreas afins, que atuam com a documentação fotográfica, principalmente, com relação ao processo de descrição, divulgação e recuperação da informação. A documentação fotográfica, embora presente na maioria dos arquivos públicos e privados, ainda é pouco debatida no contexto da descrição arquivística, seja em meio analógico ou digital. A fotografia constitui-se em espécie documental com especificidades próprias, sua descrição é individualizada, mas possui o caráter orgânico em conjuntos documentais. Nesta conjuntura, são adotadas normas e técnicas compatíveis ao princípio básico da arquivologia de respeito aos fundos, que permite a disseminação e o acesso à informação. O objetivo é propor uma discussão sobre o tema, por meio do arquivo pessoal de Rui Barbosa, na série Iconografia no Serviço de Arquivo Histórico e Institucional (SAHI). A documentação fotográfica do citado arquivo, é de interesse para memória individual e social/coletiva. A análise visa compreender o problema da descrição arquivística do documento fotográfico, a partir de revisão teórica e conceitual. Observamos a utilização dos critérios temáticos nos Arquivos, que nem sempre respeitam os princípios arquivísticos da proveniência e ordem original. Nesta investigação foi aplicado um questionário, realizadas entrevistas, visitas in loco e acesso on line ao arquivo pessoal de Rui Barbosa. A documentação fotográfica está identificada, descrita e disponibilizada por meio do sistema fotoWeb, franqueando a consulta e amplo acesso à informação nela contida. A partir desta pesquisa, espera-se contribuir para ampliar os estudos do tema em foco, inserido no âmbito da Ciência da Informação.
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XVIII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – ENANCIB 2017 GT-10 – Informação e Memória A BUSCA DA MEMÓRIA DO CORDEL NA FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA Ana Ligia Silva Medeiros (Fundação Casa de Rui Barbosa - FCRB) Carolina Carvalho Sena (Fu

XVIII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – ENANCIB 2017 GT-10 – Informação e Memória A BUSCA DA MEMÓRIA DO CORDEL NA FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA Ana Ligia Silva Medeiros (Fundação Casa de Rui Barbosa - FCRB) Carolina Carvalho Sena (Fu

A pesquisa “A literatura de cordel na Fundação Casa de Rui Barbosa: uma memória dispersa ”, ora apresentada, é tema da dissertação do programa de Pós-Graduação em Memória e Acervos da FCRB, na linha de pesquisa “Patrimônio Documental: Representação, Gerenciamento e Preservação de Espaços de Memória ”. A pesquisa baseia-se em fontes primárias e secundárias, além de entrevistas com funcionários e ex-funcionários que trataram este acervo na instituição. Essa última corresponde à maior das fontes de informação utilizadas, já que permitiu preencher lacunas deixadas pelos documentos bibliográficos e arquivísticos analisados.
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Capacitação de enfermeiras no Japão: contribuição para a implantação da Casa de Parto no Rio de Janeiro .

Capacitação de enfermeiras no Japão: contribuição para a implantação da Casa de Parto no Rio de Janeiro .

Após cinco anos de funcionamento, os re- sultados assistenciais da Casa Parto conirmaram que as enfermeiras envolvidas neste processo foram geradoras de práticas obstétricas que as distinguiram no campo porque essas práticas, por serem diferentes das encontradas nas instituições hospitalares, ofereceram às usuárias do Sistema Único de Saúde do Rio de Janeiro a oportunidade de saber que existe outro modo de gestar e parir. Tal conhecimento é imprescindível para o exercício do direito de escolha da cliente e consequente- mente para a criação de uma nova demanda social para o campo obstétrico. Demanda esta composta por mulheres que vivenciaram o protagonismo no parto e que a partir daí não serão tão passivas diante das intervenções rotineiras em seus corpos.
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Hegemonia e contra-hegemonia no processo de implantação da Casa de Parto no Rio de Janeiro.

Hegemonia e contra-hegemonia no processo de implantação da Casa de Parto no Rio de Janeiro.

No curso do processo judicial, os gestores da SMS/RJ acionaram as organizações representativas da enfermagem, o Conselho Federal de Enfermagem, Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro, o Sindicato dos Enfermei- ros do Rio de Janeiro e a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstetras, nacional e seccional Rio de Janei- ro, para subsidiarem a defesa da SMS/RJ frente aos questi- onamentos do Ministério Público à legalidade da atuação da enfermagem obstétrica. Houve, também, ação política das enfermeiras obstétricas ativas nos micro-espaços soci- ais, no âmbito de suas próprias redes sociais locais. Enfer- meiras da Maternidade Leila Diniz conseguiram convocar mulheres cujos filhos nasceram sob seus cuidados. Aque- las que seriam responsáveis pela coordenação da futura CP entraram em contato com a Associação de Mulheres de Realengo, que apoiaram firmemente o movimento social em favor do seu funcionamento. Outras enfermeiras refor- çaram a articulação com a Rede pela Humanização do Par- to e Nascimento (REHUNA) e com as enfermeiras integran- tes das CP de São Paulo e Juiz de Fora, e participaram na divulgação de abaixo-assinado na Internet para a implan- tação do serviço.
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A dimensão moral e religiosa da política internacional : pensamento e contribuição de Rui Barbosa

A dimensão moral e religiosa da política internacional : pensamento e contribuição de Rui Barbosa

, quando procurais alçar, com a arbitragem obrigatória, uma barreira ao arbítrio das soberanias? Essas entidades absolutamente políticas, as soberanias, cujos representantes sois nesta Conferência, iriam abdicar parte da sua independência nativa nas mãos de um tribunal, obrigando-se a lhe submeter certas categorias de pleitos entre Estados soberanos. Haverá nada mais caracteristicamente político, senhores? [...] Quer-se deveras fugir aqui da política? Mas, meu Deus! É pagarmo-nos de nomes; é não discernirmos a realidade. A política é a atmosfera dos Estados. A política é a região do direito internacional. De onde emana todo ele, senão da política? São as revoluções, são as guerras, são os tratados de paz que elaboram lentamente esse grande corpo de direito das nações [...] A política é que transformou o direito privado, revolucionou o direito penal, instituiu o direito constitucional, criou o direito internacional. É o próprio viver dos povos, é a força ou o direito, é a civilização ou a barbaria, é a guerra ou a paz (Barbosa, 1907 In: Senna; Barbosa, 2007: 62-65).
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