Catalisadores de metais de transição

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Óxidos de metais de transição aplicados como catalisadores da ozonização de efluente simulado de refinaria de petróleo

Óxidos de metais de transição aplicados como catalisadores da ozonização de efluente simulado de refinaria de petróleo

A literatura tem mostrado que a adição de metais de transição em catalisadores suportados, dopados ou co-dopados com metais de transição pode acelerar as reações de ozonização catalítica. Diversos estudos realizados com a dopagem de cobalto, cobre, zinco, prata, dentre outros, têm demonstrado que a presença desses metais pode aumentar a densidade de cargas superficiais e a quantidade de grupos hidroxilados superficiais, produzindo mais sítios de reação de decomposição do ozônio e consequentemente, aumento da atividade do catalisador (MARTINS E QUINTA-FERREIRA, 2009; LV et al., 2010). Em muitos casos, a capacidade de adsorção dos catalisadores mistos e dopados é maior do que com o uso de um catalisador não dopado. (ROUT et al., 2014; ABDEDAYEM, GUIZA E OUEDERNI,2015).
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TESE_Preparo e avaliação de catalisadores...modificados com metais de transição

TESE_Preparo e avaliação de catalisadores...modificados com metais de transição

Os catalisadores por serem heterogêneos podem ser separados após o tratamento das águas residuais para evitar a poluição com íon do metal secundário que é um dos inconvenientes dos processos Fenton homogêneos. (GAO, 2013). Uma classe de materiais que recebeu atenção especial em função da variedade de propriedades químicas e eletrônicas é a dos óxidos metálicos. Em aplicações químicas, os óxidos metálicos são usados como suporte para catalisadores metálicos podendo, frequentemente, exibir atividade catalítica.
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Estudo da atividade eletrocatalá­tica de catalisadores à  base de platina suportada em carbetos de metais de transição para a reação de redução de oxigênio em meio ácido

Estudo da atividade eletrocatalá­tica de catalisadores à  base de platina suportada em carbetos de metais de transição para a reação de redução de oxigênio em meio ácido

. A concentração de carbeto na matriz de carbono também influenciou significativamente os valores de SA, porém não há uma tendência clara que permita unificar um efeito comum para todos os catalisadores. Dentre todos estes catalisadores, o Pt-β-WC 1-x 40/C e o Pt-δ-MoC40/C são 3,6 e 2,5 vezes mais ativos (SA) em comparação ao catalisador Pt/C. Também foi observado que a via predominante da RRO envolve cerca de 4 elétrons por molécula de oxigênio, com baixa produção de H 2 O 2 em todos os casos. No caso dos materiais baseados em Pt- β-WC 1-x /C, análises de XANES in situ mostraram um pequeno aumento na ocupação da banda 5d da Pt, o que deve levar a uma interação Pt-OH x mais fraca, aumentando a cinética da RRO como observado. Além disso, os resultados de XPS evidenciam que a melhora na atividade específica está relacionada a um efeito sinérgico entre Pt ou Pt 2 Ni com as espécies do tipo WO x ou MoO x; exceto para os catalisadores de ligas Pt 2 Ni, para o qual os resultados de XPS indicaram a presença de WC na superfície do catalisador. Os testes de estabilidade mostraram que apesar do Pt/C ser mais ativo após 12.000 ciclos, o catalisador Pt-α-WC20/C é o mais estável em relação a sua SA, indicando que as interações benéficas das fases remanescente de Pt e WC/WO x são mantidas após o teste de durabilidade.
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Síntese de catalisadores baseados em vanádio suportado em aluminas de transição modificadas por metais alcalinos e avaliação catalítica na reação de desidrogenação oxidativa do propano

Síntese de catalisadores baseados em vanádio suportado em aluminas de transição modificadas por metais alcalinos e avaliação catalítica na reação de desidrogenação oxidativa do propano

O método de precipitação é amplamente empregado para a preparação de catalisadores mássicos ou mistos e suportes catalíticos. O método consiste na formação de precipitados a partir de uma solução liquida homogênea. A precipitação pode ser dividida em três etapas: supersaturação, nucleação e crescimento. A região de supersaturação do sistema é altamente instável, de modo que qualquer perturbação é suficiente para provocar a precipitação. A supersaturação pode ser atingida através de transformações físicas, como mudança de temperatura e evaporação de solventes, e processos químicos, como adição de bases e ácidos e uso de agentes complexantes. A formação da fase sólida ocorre em duas etapas elementares: (i) nucleação, na qual são formadas menores partículas elementares, mas estáveis sob condições de precipitação e (ii) crescimento ou aglomeração de partículas. Os precipitados geralmente são cristalinos, mas em regiões de alta supersaturação, a taxa de nucleação é muito mais elevada do que a taxa de crescimento, levando à formação de numerosas, porém diminutas partículas, que resultam em precipitados amorfos (CAMPANATI et al., 2003; PEREGO; VILLA, 1997; SCHWARZ; CONTESCU, 1995).
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Desenvolvimento de catalisadores de óxidos de metais de transição suportados em MCM-41 para a dessulfurização oxidativa de dibenzotiofeno

Desenvolvimento de catalisadores de óxidos de metais de transição suportados em MCM-41 para a dessulfurização oxidativa de dibenzotiofeno

Os princípios físicos da fluorescência de raios X são simples e bem conhecidos, e é possível induzir transições eletrônicas entre os orbitais mais internos dos átomos utilizando radiações eletromagnéticas de energia adequada (raios X e raios gama). Essas transições podem resultar na emissão de radiações X de energia característica, que permitem a identificação da espécie atômica envolvida na transição e a mensuração da sua abundância. Nesse processo, mais especificamente, a energia da radiação de fluorescência identifica o elemento, enquanto que sua intensidade permite a medida da sua concentração na amostra analisada mediante uma prévia calibragem. A baixa penetração dos raios X de fluorescência na matéria, da ordem de dezenas de microns, em função do elemento fluorescente e da matriz, limita a informação analítica aos estratos mais superficiais do material estudado, o que constitui uma das limitações dessa técnica (JENKINS et al, 1995).
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Hidrogenólise do glicerol a dióis catalisada por metais de transição suportados em argilas pilarizadas

Hidrogenólise do glicerol a dióis catalisada por metais de transição suportados em argilas pilarizadas

Os argilominerais fazem parte da grande família dos filossilicatos e estão entre os minerais mais abundantes da superfície da Terra, sendo geralmente encontrados na forma de depósitos mineralogicamente puros. As principais aplicações desses materiais são como constituintes de cerâmicas, adsorventes industriais, trocadores de íons e catalisadores (COELHO, SANTOS e SANTOS, 2007). Devido ao pequeno tamanho de suas partículas (< 2  m) e ao poder de intercalação, alguns argilominerais apresentam uma elevada área superficial interlamelar, útil em processos de adsorção e catálise (PINNAVAIA, 1983). Além disso, muitos espécimes exibem propriedades catalíticas, especialmente após serem submetidos a pequenas modificações na sua composição ou estrutura.
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Estudo da adsorção de hidroxila, água e etanol sobre clusters de metais de transição...

Estudo da adsorção de hidroxila, água e etanol sobre clusters de metais de transição...

Um grande número de trabalhos na literatura mostram que a reação de produção de H 2 através da reforma a vapor de etanol, em diferentes condições de pressão e temperatura, pode gerar uma grande quantidade de produtos intermediários, o que está ilustrado na figura (1.1). Por exemplo, os seguintes intermediários, metano, eteno, etanal, podem ser formados, os quais podem originar outras reações e envolver uma posterior formação de hidrogênio; mas também há reações as quais desviam da ideal que impedem a formação de hidrogênio, resultando, por exemplo, em ácido etanóico ou propanona, ou ainda podem envenenar o catalisador como o coque. (11) Naturalmente, pode-se notar a complexidade do problema e os desafios envolvidos. Portanto, a presente revisão ficará restrita ao estudo da primeira etapa, ou seja, a interação de moléculas de etanol e água com os catalisadores compostos por sistemas metálicos.
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Novos sistemas catalíticos baseados em óxidos de metais de transição

Novos sistemas catalíticos baseados em óxidos de metais de transição

de resíduos ácidos, como tal, estão a cair em desuso uma vez que do ponto de vista da química verdes são inaceitáveis. Adicionalmente, essas vias podem levar à formação não selectiva de mono- e diepóxidos assim como de produtos secundários.[33,34,35] Estas desvantagens têm motivado a procura de métodos alternativos baseados na epoxidação catalítica usando catalisadores homogéneos ou, preferencialmente, heterogéneos.[31,33,35- 37] A oxidação do (R)-(+)-limoneno com TBHP anidro usando os materiais 7a e 7b como pré-catalisadores heterogéneos originaram um rendimento de 95% de óxido de limoneno às 3 h de reacção e nenhum produto secundário foi detectado, revelando uma regioselectividade excelente para a epoxidação da ligação dupla do endociclo (Tabela 3.1). Resultados comparavéis foram obtidos com o complexo 6. Quando se utiliza o TBHP sem qualquer tratamento de pré-secagem, o rendimento de óxido de limoneno às 3 h continua a ser elevado (pelo menos 95% para 7a e 7b). Estes resultados mostram ser superiores a resultados publicados com catalisadores baseados em sílicas ou silicatos suportados com molibdénio (Tabela 3.2).[38-40] Mesmo ampliando o termo de comparação com outros tipos de catalisadores heterogéneos, os desempenhos catalíticos dos materiais 7a e 7b para a epoxidação do limoneno é comparativamente bom. Por exemplo, vários tipos de sílica contendo titânio foram testadas como catalisadores na oxidação do limoneno com
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Hidrodesoxigenação de ácido oleico empregando carbetos de metais de transição suportados em alumina

Hidrodesoxigenação de ácido oleico empregando carbetos de metais de transição suportados em alumina

Há também diversos estudos empregando catalisadores sulfetados. Estes, apesar de serem mais baratos do que os catalisadores de metais nobres, sofrem desativação quando submetidos a longos tempos de campanha devido à perda de enxofre das fases ativas. Desta forma, de modo a mantê-los ativos, há a necessidade da adição de agentes sulfetantes à carga a ser processada, o que pode resultar na formação de produtos contendo enxofre, o que faz com que a principal vantagem da produção de biocombustíveis a partir de ácidos graxos livres, que é a produção compostos semelhantes ao petrodiesel e livres de impurezas, seja perdida (DELMON, 1999; RYYMIN et al., 2010; BADAWI et al., 2011; BUI et al., 2011; RODSEANGLUNG et al., 2015 COUMANS; HENSEN, 2017).
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Propriedades estruturais e eletrônicas de partículas de 13 e 55 átomos de metais de transição

Propriedades estruturais e eletrônicas de partículas de 13 e 55 átomos de metais de transição

Clusters e NPs de TMs têm grande relevância em possíveis aplicações tecnológicas, principalmente na área de catálise. Todavia, a compreensão de suas propriedades físicas e químicas, bem como dos mecanismos envolvidos nas reações desses sistemas com os diferentes agentes químicos e nos ambientes mais diversos, apresenta uma série de dificuldades. O ponto de partida para o entendimento de tais sistemas consiste no conhecimento de sua estrutura geométrica, que é requisito básico para a compreensão de propriedades e verificação das tendências que as partículas seguem. Uma vez obtida a estrutura atômica e o entendimento das propriedades básicas das partículas em fase gasosa, cabe agora, investigar a interação desses sistemas com espécies moleculares. Essa questão mostra-se de grande importância, já que as partículas poderão ser empregadas como catalisadores. Entendido os mecanismos de adsorção em clusters e NPs, surge de imediato a possibilidade de combinar diferentes TMs para verificação das melhorias e alterações nas propriedades de interesse para esses sistemas. Por fim, a estabilização de NPs por ligantes, também faz-se importante, para que se estabeleçam as alterações em comparação aos sistemas em fase gasosa.
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OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE CATALISADORES SÓLIDOS DE NIÓBIO MODIFICADOS COM METAIS ALCALINOS TERROSOS PARA REAÇÕES DE TRANSESTERIFICAÇÃO E ESTERIFICAÇÃO

OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE CATALISADORES SÓLIDOS DE NIÓBIO MODIFICADOS COM METAIS ALCALINOS TERROSOS PARA REAÇÕES DE TRANSESTERIFICAÇÃO E ESTERIFICAÇÃO

O biodiesel é obtido principalmente via catálise homogênea, entretanto esse processo apresenta desvantagens como saponificação dos ésteres e a dificuldade de separação do catalisador dos produtos formados. Neste trabalho, foram preparados catalisadores cerâmicos a partir da modificação da superfície da nióbia, com metais alcalinos terrosos (Ba e Ca) e metais de transição (Ni e Cu), no intuito de melhorar a atividade catalítica desses materiais na reação de transesterificação do sebo bovino e esterificação do ácido oléico. Os catalisadores foram obtidos pelo método dos precursores poliméricos (MPP). Para tanto, tais sistemas foram caracterizados por difração de raios X (DRX), espectroscopia na região do infravermelho com transformada de Fourier (FTIR), espectroscopia Raman, Microscopia eletrônica de transmissão (TEM) e Análise de adsorção de gás. Os resultados de DRX sugerem a modificação da superfície do nióbio, porém com fases secundárias. Os espectros Raman dos catalisadores exibem modos vibracionais próximos a 701 cm -1 corresponde à fase T-Nb 2 O 5 . As faixas compreendidas entre 311 cm -1 e 230 cm -1 , correspondem aos modos vibracionais das ligações O-Nb-O, Nb-O-Nb. Os espectros FTIR apresentaram modos vibracionais na região entre 500 - 850 cm -1 que pode se associado aos octaedros de NbO 6 , os modos vibrações em 635 cm -1 , 560 cm -1 e 500 cm -1 são associadas as ligações Nb-O em octaedros Nb-O 6 distorcidos. A análise superficial demonstrou que os catalisadores são materiais não porosos. Os catalisadores de nióbio modificados com bário e cobre, cálcio e cobre, bário e níquel e cálcio e níquel apresentaram atividade catalítica para transesterificação de sebo bovino e esterificação do ácido oléico. Os catalisadores modificados com o bário 5% e cobre, apresentaram melhor conversão para esterificação do ácido oléico e transesterificação do sebo bovino com 71% e 95%, respectivamente. Desta forma, esses catalisadores mostraram-se eficientes para reação de transesterificação do sebo bovino e esterificação do ácido oléico.
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Nanotubos de titanatos contendo metais de transição aplicados na condensação de Knoevenaguel

Nanotubos de titanatos contendo metais de transição aplicados na condensação de Knoevenaguel

Os catalisadores obtidos foram caracterizados por difração de raios-X (DRX), espectroscopia Raman, isotermas de adsorção-dessorção de nitrogênio (BET) e microscopia eletrônica de varredura acoplada a EDS (MEV-EDS). Os sólidos foram caracterizados por difração de raios-X (DRX), utilizando-se o difratômetro Bruker D8 Advance com radiação Cu Kα (40mA e 40kV), na faixa de 2θ = 5° a 70°. Os espectros Raman foram obtidos através do equipamento LabRam HR Horiba Scientific, usando o laser de 785 cm -1 , e filtro D1. As isotermas de adsorção-dessorção de nitrogênio foram obtidas através do equipamento BelSORP-Mini II. As propriedades texturais foram medidas através da área superficial dos sólidos método Brunauer-Emmett-Teller - (BET), volume e diâmetro de poros método Barrett-Joyner-Halenda - (BJH). As micrografias foram obtidas através de microscopia eletrônica de transmissão (TEM) em um microscópio eletrônico Tecnai 20 da FEI. As imagens de microscopia de varredura acoplada EDS (MEV-EDS) foram realizadas em equipamento Quanta-FEG FEI.
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Aplicação de ácidos orgânicos na recuperação de metais a partir de resíduos de baterias de íons de lítio e catalisadores automotivos

Aplicação de ácidos orgânicos na recuperação de metais a partir de resíduos de baterias de íons de lítio e catalisadores automotivos

Os Metais do Grupo da Platina (MGP) são amplamente utilizados devido às suas propriedades distintas. A recuperação de MGP por meio da reciclagem se tornará cada vez mais significativa por causa do recurso natural limitado. Portanto, o objetivo deste estudo foi propor um processo eficaz e ambientalmente amigável para a recuperação de MGP presentes em catalisadores automotivos, através de processamento mecânico, seguido de tratamento térmico e lixiviação, visando reduzir o uso de ácidos com efeitos nocivos ao meio ambiente. A lixiviação foi realizada utilizando ácido clorídrico como agente lixiviante e os ácidos málico, fórmico e cítrico como agentes oxidantes. Avaliou-se os parâmetros de concentração de ácidos, proporção de ácido inorgânico e ácidos orgânicos, razão S/L e tempo de extração, com o intuito de obter a maior eficiência de extração possível dos metais. As técnicas empregadas para caracterizar o pó de catalisadores automotivos foram DRX, MEV/EDS, Granulometria a laser e EDXRF. Os catalisadores descartados apresentaram Pt e Pd. Através do processo de lixiviação utilizando uma solução com concentração de HCl de 6 M, razão S/L de 1:30 e 20% (v/v) de ácido cítrico, mais de 90% de Pt e Pd podem ser recuperados, fazendo com que o ácido cítrico seja considerado um agente oxidante vantajoso na recuperação de MGP a partir de catalisadores automotivos exauridos, diminuindo a concentração de ácidos agressivos e corrosivos normalmente empregada na recuperação desses metais. Dessa forma, a adição de ácidos orgânicos é considerada um processo eficiente e ambientalmente amigável na recuperação de Pt e Pd.
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Obtenção e estudo das propriedades foto- e solvatocrômicas de complexos de metais de transição com espiropiranos

Obtenção e estudo das propriedades foto- e solvatocrômicas de complexos de metais de transição com espiropiranos

No presente trabalho é documentada a síntese e a caracterização eletrônica e estrutural do espiropirano SPCOOH, sendo o mesmo investigado como ligante fotocrômico em complexos de coordenação com alguns metais de transição da primeira série como Cr, Mn, Co, Ni, Cu, Zn. Mais ainda, os complexos de coordenação dos metais mencionados anteriormente foram obtidos utilizando como diferencial a precipitação induzida por radiação ultravioleta. A caracterização dos complexos sintetizados envolveu as técnicas de espectroscopia eletrônica de absorção na região do UV-vis, espectroscopia vibracional, espectroscopia de ressonância magnética nuclear, espectrometria de massas e espectroscopia de emissão, dependendo do complexo. Os resultados indicam que os sítios de ligação do ligante SPCOOH estão presentes na carbonila do grupo ácido carboxílico e no fenolato, também sendo mostrado uma estequiometria de 2:1 SPCOOH:metal para o complexo de Cobalto. Adicionalmente, foram estudadas as propriedades solvatocrômicas dos complexos em diversos solventes orgânicos, mostrando as absorções na região do visível de cada complexo variaram até 39 nm para um mesmo solvente. Esses resultados foram fundamentais para que a propriedade de fluorescência do complexo de Zinco fosse identificada. Foi executado um estudo de estabilidade do complexo de Cobalto em solução com diferentes solventes orgânicos, no qual ficou evidenciado a melhor estabilidade dele em metanol, com possibilidade de detecção do complexo por até 15 horas. Outra propriedade do complexo de Co 2+ estudada foi sua capacidade de regenerar-se em ciclos alternados de radiação UV ou visível, demonstrando uma melhor eficiência em isopropanol, com uma perda de apenas 20 % da sua absorbância inicial, quando comparado com o tetrahidrofurano no qual após 50 ciclos o complexo não pôde ser regenerado.
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Síntese e caracterização de compostos de coordenação do íon croconato com metais da primeira série de transição

Síntese e caracterização de compostos de coordenação do íon croconato com metais da primeira série de transição

regular exibe uma variedade de modos de coordenação. Realizamos uma análise em uma série polimérica na qual o ânion croconato aparece coordenado de forma quelada (posições 1 e 2) e monocomplexada (posição 4), com os metais da primeira série de transição. Objetivando encontrar relações entre estes compostos, realizamos um estudo usando diferentes técnicas: termogravimétricas, eletroquímicas, espectroscópicas, determinação de equilíbrios químicos em solução aquosa e difratometria de Raios-X. De modo geral estes compostos possuem os mesmos comportamentos, a principal diferença ocorre para os valores dos potenciais de oxidação, os seus deslocamentos parecem estar ligados aos valores das constantes de formação dos complexos. O estudo dos compostos de metais trivalentes, foi outro objetivo de nosso trabalho. Determinamos as constantes de formação, para as possíveis espécies que podem ser formadas em solução aquosa para o Al(III)CR, neste caso a grande surpresa foi a formação da espécie AlCR(OH) 2 - , sendo que não existe nenhuma publicação mostrando compostos de
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Controle de propriedades eletromecânicas de dicalcogenetos de metais de transição por microscopia de varredura por sonda.

Controle de propriedades eletromecânicas de dicalcogenetos de metais de transição por microscopia de varredura por sonda.

Em todos os materiais estudados, à medida que a força compressiva, utilizada durante a injeção, aumenta, a quantidade de carga injetada aumenta. Inicialmente, ocorre uma saturação dessa carga em forças menores que 200nN (1ª transição). Aumentando ainda mais a força compressiva, a carga volta a aumentar, mas satura, novamente, em forças acima de 600nN (2ª transição). Medidas envolvendo aquecimento do sistema sonda/amostra, realizadas em ambiente controlado, e cálculos por primeiros princípios, comprovaram a fenomenologia de hidrogenação da superfície (primeira transição) e aproximação das camadas (segunda transição). Os resultados mostraram que 1ª Transição é inibida na ausência da camada de contaminação presente nas amostras, que é composta principalmente por água, principal fonte para o processo de hidrogenação. O efeito da transição é reversível em todos os materiais estudados.
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Efeitos da adição de metais básicos aos catalisadores à base de Pd e Ru para a hidrodescloração do pentaclorofenol

Efeitos da adição de metais básicos aos catalisadores à base de Pd e Ru para a hidrodescloração do pentaclorofenol

A hidrodescloração resulta em custos de operação mais baixos, uma vez que envolve custos menores de energia para o tratamento do efluente contaminado, sem maiores dificuldades quanto ao controle dos parâmetros de operação. Nos últimos anos, a hidrodescloração vem sendo objeto de vários estudos (FELIS et. al. (1999)). Tal interesse se deve ao fato de que através deste método é possível recuperar a matéria-prima que foi empregada na síntese do contaminante, diminuindo os custos de fabricação. Ao mesmo tempo, permite que os efluentes desse processo de fabricação possam ser lançados no meio ambiente, sem causar contaminação por compostos organoclorados. A hidrodescloração catalítica é um processo que necessita de muito menos energia do que a incineração (KALNES e JAMES (1988)), podendo ser conduzida em fase gasosa (MARTINO et al. (1999)) ou em fase líquida (ANWER et al. (1989)), sob condições brandas de temperatura e pressão (FELIS et al. (1999)). Em ambos os casos, é possível empregar diferentes tipos de catalisadores metálicos, embora os sistemas catalíticos à base paládio ainda sejam citados como os mais eficientes até o momento (WIERSMA et al. (1998); LÓPEZ et. al, 2006).
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Novos complexos micelares de metais de transição para aplicação na terapia dirigida contra o cancro

Novos complexos micelares de metais de transição para aplicação na terapia dirigida contra o cancro

eletrónicos para os três compostos estudados e o espetro eletrónico do ligando livre nos quais se verificou a presença das bandas 𝜋 𝜋* intensas características do ligando (bipy) entre os 287 nm e os 292 nm. Para além disso, verificou-se ainda no composto 1a uma banda pouco intensa a 360 nm e uma banda larga composta aparentemente por duas transições eletrónicas, atribuíveis possivelmente a duas MLCT ou, a de menor intensidade, a uma transição essencialmente dd a nível do centro metálico. A existência de uma transição eletrónica atribuível a MLCT apenas no complexo de ferro poderá dever-se a um maior carácter covalente na interação entre o centro metálico e o ligando, ou seja, a HOMO (centrada no metal) e a LUMO (centrada no ligando) terão energias relativamente próximas que favorecem a interação. De facto, sendo este centro metálico mais facilmente oxidável (HOMO de maior energia), torna o complexo mais suscetível a uma transferência eletrónica de baixa energia entre a HOMO e a LUMO. Neste contexto, é expectável que nos complexos de Co III (2a) e Zn II (3a) a interação entre o metal e o ligando tenha um carácter eletrostático mais pronunciado (HOMO’s mais estabilizadas devido ao carácter mais eletrofílico destes centros metálicos), o que desfavorece uma interação adequada entre as HOMO e as LUMO e, consequentemente, desfavorecendo uma transferência eletrónica de baixa energia entre o centro metálico e o ligando. A ausência de bandas atribuíveis a transições eletrónicas dd no complexo 3a explica-se pelo facto das orbitais 3d do centro metálico de Zn II estarem totalmente preenchidas (3d 10 ). Não são também observáveis transições eletrónicas dd para o complexo de
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Estudo ab initio de propriedades estruturais e magnéticas de nanopartículas de metais de transição

Estudo ab initio de propriedades estruturais e magnéticas de nanopartículas de metais de transição

A linha tracejada ilustra o caso de agregados híbridos contendo cinco átomos; para cada átomo adicional de ferro presente num agregado Fe x Co 5−x , a magnetização total do agregado aume[r]

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Origem dos momentos magnéticos localizados em ligas de cromo com metais de transição por oscilações de Friedel

Origem dos momentos magnéticos localizados em ligas de cromo com metais de transição por oscilações de Friedel

e coes˜ao [76] exigiria, de acordo com os resultados experimentais, que o estado est´avel seja aquele no qual os spins s˜ao arranjados de maneira a produzir um momento magn´etico nulo para a rede cristalina. Os el´etrons respons´aveis pelo ferromagnetismo n˜ao podem ser aqueles que participam da coes˜ao, mas aqueles que apresentam o comportamento mais pr´oximo dos el´etrons de ´atomos livres, nos quais o estado mais est´avel ´e em geral aquele de maior multiplicidade, ou aquele com o maior momento magn´etico. Sob essa ´otica, nos metais de transi¸c˜ao, os el´etrons d s˜ao os mais apropriados para gerar o ferromagnetismo. Nesses metais a distˆancia de separa¸c˜ao entre os orbitais 3d sendo superior `as dimens˜oes atˆomicas proporciona uma sobreposi¸c˜ao praticamente nula. O n´ıvel 4s, que comporta at´e dois el´etrons por ´atomo, possui fun¸c˜oes de onda extensas e com amplitude significativa na regi˜ao entre os ´atomos da rede, comportando-se mais como ondas planas do que como pacotes de ondas localizadas. Assim, os el´etrons dessa banda apresentam um comporta- mento similar ao de el´etrons livres, apresentando alta condutividade em contraste com os 3d. Slater [68, 69] considerou um cristal de n´ıquel de N ´atomos, como sendo composto por N c´elulas. Como resultado obteve que a principal contribui¸c˜ao para a energia de troca era provida pela integral de troca atˆomica, dentro de uma mesma c´elula, e que a contribui¸c˜ao dada pela intera¸c˜ao com o primeiro vizinho era de somente 0,48 %.
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