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Análise do Nível de Intensidade dos Ruídos no Centro Comercial do Município de Abaetetuba-Pará

Análise do Nível de Intensidade dos Ruídos no Centro Comercial do Município de Abaetetuba-Pará

Articular campanhas de orientação às pessoas que freqüentam o centro comercial deste município, utilizando folders contendo informações referentes aos danos causados por exposição aos altos índices de sons/ruídos emitidos por estabelecimentos comerciais que desrespeitam a Lei orgânica Municipal, bem como a OMS que limitam o valor máximo de sons/ruídos emitidos, a fim de informá-las da gravidade do problema. No entanto, a pesquisa não procurou evidenciar apenas nessas questões, pois é preciso avançar e observar que a natureza é um laboratório riquíssimo que pode sempre ser utilizado para explicação e interpretação de fenômenos que podem e devem aplicados através da ciências em seus mais diversas áreas de estudo.
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Consumos y afirmación de identidad : estudio de caso de jóvenes africanos: en el Centro Comercial Colombo

Consumos y afirmación de identidad : estudio de caso de jóvenes africanos: en el Centro Comercial Colombo

La decisión de trabajar con jóvenes y específicamente con jóvenes africanos se concreta por considerar a los jóvenes como fuente privilegiada de introducción de cambios en nuestras sociedades y en segundo lugar porque provienen de un grupo humano minoritario, representativo de la gran mayoría de los usuarios del centro comercial, las cuales habitan generalmente en áreas metropolitanas de Lisboa y con una situación económica difícil, (obviamente existen personas pertenecientes a este grupo humano, con situaciones económicas estables, no es el caso de los jóvenes que participaron en dicha investigación) que impide y/o limita la participación en los modos de vida propuestos por la sociedad post-moderna globalizaba y asimétrica.
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Consumo no centro comercial de Imperatriz-MA: uma abordagem socioeconômica sobre os fatores que influenciam o consumo/Consumption in the commercial center of Imperatriz-MA: a socioeconomic approach on factors that influence consumption

Consumo no centro comercial de Imperatriz-MA: uma abordagem socioeconômica sobre os fatores que influenciam o consumo/Consumption in the commercial center of Imperatriz-MA: a socioeconomic approach on factors that influence consumption

Desse modo, foram aplicados 398 questionários aos consumidores no centro comercial de Imperatriz-MA. O referido estudo está estruturado em um embasamento teórico e na realização de uma pesquisa de campo sobre o tema escolhido. Quanto aos dados, estes foram tratados em três momentos distintos: no primeiro momento foi realizada a coleta de dados mediante a aplicação dos questionários. O segundo momento corresponde à tabulação dos dados realizada através de um software de planilha eletrônica. E no terceiro a análise dos dados realizada individualmente em cada gráfico. O primeiro questionamento indagou como ocorre o consumo da maior parte da renda.
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Poluição sonora urbana: percepção dos transeuntes no centro comercial de Macapá, sob o foco ambiental, penal e da saúde

Poluição sonora urbana: percepção dos transeuntes no centro comercial de Macapá, sob o foco ambiental, penal e da saúde

RESUMO: Este artigo visa demonstrar a percepção dos transeuntes que circulam no Centro Comercial de Macapá acerca da legislação so- bre a poluição sonora sob o foco ambiental, penal e da saúde. Utili- zou-se o método dedutivo e pesquisas em documentos históricos e bi- bliográfica para traçar o embasamento teórico. Também foi necessária a pesquisa de campo no Centro Comercial de Macapá, com aplicação de questionário com perguntas fechadas para um quantitativo de 50 transeuntes. Pelos resultados encontrados constatou-se a falta de in- formações e de conhecimentos, existindo a necessidade de políticas públicas efetivas voltadas à garantia do direito ao meio ambiente equi- librado.
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A importância do controle interno nos estoques em micro e pequenas empresas do ramo calçadista no centro comercial da cidade de Dourados, MS

A importância do controle interno nos estoques em micro e pequenas empresas do ramo calçadista no centro comercial da cidade de Dourados, MS

Fizeram parte do universo da pesquisa as empresas do ramo de calçados situadas no centro comercial da cidade de Dourados que se localizam no centro comercial. Para ins deste trabalho, considera-se como centro comercial o quadrante compreendido entre a Avenida Marcelino Pires e Avenida Weimar Gonçalves Torres entre as ruas Hil- da Bergo Duarte e João Rosa Góes (Figura 1). Assim, inseridos nessas especi icidades, foram convidados os participantes desta pesquisa, que foi realizada no 1º semestre de 2013.

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Identificação de fungos produtores de micotoxinas cancerígenas em pães de sanduíches vendidos no centro comercial de Macapá-AP

Identificação de fungos produtores de micotoxinas cancerígenas em pães de sanduíches vendidos no centro comercial de Macapá-AP

Objetivo: Identificar a presença de fungos produtores de micotoxinas cancerígenas em pães de sanduíches vendidos nas panificadoras do centro comercial de Macapá. Método: Foi realizado um estudo qualitativo, transversal, exploratório, por meio de análises laboratoriais em 15 amostras de pães, que passaram por procedimento microbiológico para o isolamento fúngico e posterior identificação do gênero por técnica microscópica. Resultado: Em 73% das amostras, houve o crescimento de colônias fúngicas com presença de fungos produtores de micotoxinas cancerígenas. Em 39,9% das amostras, foram identificados fungos do gênero fusarium sp, todos das espécie F. graminearum; em 26,6% das amostras, foram identificados fungos do gênero aspergillus sp em duas espécies, sendo 19,95% da espécie aspergillus flavus e 6,65% da espécie aspergillus versicolor, e em 6,4%, fungos do gênero penicillium sp, mas apenas da espécie penicillium corylophilum. Conclusão: Houve um crescimento significativo de espécies fúngicas produtoras de micotoxinas cancerígenas nos sanduíches analisados; entretanto, para maior expressão dos resultados, seria necessária a análise das amostras sob o aspecto micotoxicológico, por meio de quantificação de micotoxinas fúngicas, para saber se os fungos encontrados produzem micotoxinas acima dos valores aceitos pela legislação vigente. Os fungos encontrados representam um risco potencial à saúde pública.
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A baixa comercial de Faro e o centro comercial Forum Algarve: desempenho na óptica de comerciantes e de consumidores

A baixa comercial de Faro e o centro comercial Forum Algarve: desempenho na óptica de comerciantes e de consumidores

Os 150 consumidores inquiridos são, na sua maioria, do sexo feminino, na faixa etária dos 20 aos 39 anos, têm o 10º ano de escolaridade ou mais, laboram no sector dos serviços, são casados ou solteiros, vivem em agregados familiares com duplo salário constituídos por três elementos ou mais, o rendimento mensal líquido desse agregado situa-se entre os 500 e os 2.000 euros, residem e trabalham no concelho de Faro e, em ambos os casos, mais perto da Baixa do que do centro comercial Forum Algarve. Costumam fazer compras acompanhados e dividem-se entre os que têm o hábito de comprar ao domingo e os que optam por fazer compras nos outros dias da semana. Deslocam-se regra geral em automóvel próprio, quer o destino seja a Baixa ou o Forum Algarve, não diferenciando muito o tempo dispendido na viagem, o qual oscila entre os 10 e os 20 minutos.
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POR UM NOVO PARADIGMA DE REQUALIFICAÇÃO DO VELHO CENTRO COMERCIAL DE BELÉM (PA)  Bruno Soeiro Vieira, Jeferson Antonio Fernandes Bacelar

POR UM NOVO PARADIGMA DE REQUALIFICAÇÃO DO VELHO CENTRO COMERCIAL DE BELÉM (PA) Bruno Soeiro Vieira, Jeferson Antonio Fernandes Bacelar

Sendo assim, se o poder público escutar os reclamos da sociedade e implementar um plano de requalificação democrático, equitativo e sustentável do centro comercial de Belém, utilizando milhares de imóveis que estão abandonados, sem uso qualquer, em frontal agressão aos preceitos constitucionais e infraconstitucionais relativos a função social da propriedade, temos a convicção que ocorrerá uma nova dinâmica social no centro comercial da cidade, recuperando as cores, a alegria, a convivência e a mistura social, além de garantir o respeito ao direito social à moradia que está consagrado no texto constitucional e que, por isso, o Estado tem poder-dever de utilizar todos os meios hábeis visando assegurar este fundamental direito àqueles que outrora foram alvo da segregação para as áreas de baixadas e periferias da mancha urbana de Belém.
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A baixa comercial de Faro e o centro comercial Forum Algarve: desempenho na óptica de comerciantes e de consumidores

A baixa comercial de Faro e o centro comercial Forum Algarve: desempenho na óptica de comerciantes e de consumidores

49 equipamentos facilitadores” da actividade das compras, engloba seis atributos (parques de estacionamento; espaços de restauração; áreas confortáveis; espaço adequado para crianças; configuração do espaço/layout; acontecimentos especiais/exposições). O terceiro, chamado “postura de mercado”, abarca quatro variáveis (nível geral de preços; atmosfera; pessoal de vendas; espaço preservado). Este factor é o menos consistente face aos dois tipos de áreas comerciais em análise, parecendo estar associado ao posicionamento da área comercial enquanto complexo integrado de lojas. Dos três factores, os dois primeiros – principalmente o “sortido de benefícios” – são os que exercem maior influência no grau de preferência pela compra na Baixa ou num centro comercial. Quanto à avaliação dos componentes da imagem e à avaliação geral do desempenho de um e de outro tipo de área comercial, a Baixa é avaliada sempre de forma mais negativa, ocorrendo a maior discrepância no segundo factor (“instalações/equipamentos”). Os autores consideram que, no caso dos dois primeiros factores, a imagem se baseia em experiências passadas de compra e em referências de terceiros (word of mouth). No caso do último factor (“postura/posicionamento de mercado”), a imagem forma-se a partir dos esforços de comunicação de cada uma das áreas comerciais.
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A desvalorização de grupos socais no espaço comum de pequenas organizações: um estudo sobre representações sociais em um centro comercial.

A desvalorização de grupos socais no espaço comum de pequenas organizações: um estudo sobre representações sociais em um centro comercial.

Pais ( 2006) dest aca as cham adas cult ur as per for m at iv as j uv enis, as quais em er gem de ilhas de dissidência em que são const r uídos cer t os cot idianos j uvenis. As cul[r]

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Critérios de escolha de centros comerciais por parte dos consumidores

Critérios de escolha de centros comerciais por parte dos consumidores

Este resultado poderá ser interpretado pelo facto de muitos critérios que definem os centros comerciais estejam presentes na maioria destes centros e os consumidores já tomem como garantido que eles existam não levando a ser uma razão que afete posteriormente a decisão de voltar a um centro comercial. Além disso, outro fator que poderá justificar este baixo valor explicativo das variáveis independentes poderá ser o facto de não haver assim tantos centros comerciais numa zona que exija aos consumidores uma tomada de decisão ponderada e racional na hora de escolher o centro comercial. Na verdade, olhando para as frequências dos vários centros comerciais (ver Figura 16) vemos que os 10 centros comerciais que mais participantes frequentam representam mais de metade da amostra, ou seja, existe uma concentração de pessoas nos principais centros comerciais do país e poderá dizer-se que normalmente os consumidores frequentam sempre os mesmos 2 ou 3 centros comerciais, o que tira força à dependência da variável Intenções de Voltar ao Centro Comercial das dimensões que avaliam o centro comercial. Após terem sido analisadas as dimensões detalhadamente percebeu-se que as únicas dimensões estatisticamente significativas para o estudo foram a Variedade de Lojas e a Imagem do Centro Comercial.
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O trabalho de vigilância nos centros comerciais.

O trabalho de vigilância nos centros comerciais.

O objeto de análise deste artigo é a atividade profissional da vigilância no contexto dos centros comerciais, encarados como estruturas organiza- cionais com dinâmicas de funcionamento singulares. Esta atividade profis- sional foi conceituada como implicando uma relação com os clientes que escapa à configuração clássica das relações de serviço contempladas pela sociologia do trabalho. Com efeito, os clientes revelam-se diferenciados e imprevisíveis, o que condiciona amplamente a natureza da atividade de trabalho dos vigilantes, pois seu modus operandi pode variar em função das especificidades dos acontecimentos com que se confrontam diariamente. Seu cotidiano é definido pela tarefa de vigiar pessoas e bens, no espaço do centro comercial, mobilizando para tanto um conjunto de savoir-faire social de naturezas relacional, técnica e organizacional. A discussão aqui desenvolvida sublinhou que a vigilância nos espaços comerciais tem função prescritiva acerca de comportamentos a seguir, regras a observar, itinerários a percorrer e é atravessada por uma relação de poder concretizada no processo de classificação social dos clientes que se deslocam a estes locais.
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OMÉRCIOE LECTRÓNICO E NGENHARIA DAV ARIEDADE

OMÉRCIOE LECTRÓNICO E NGENHARIA DAV ARIEDADE

Quanto ao tipo de negócio, este “shopping” é um centro comercial virtual que possui várias lojas, algumas das quais bem conhecidas dos portugueses, tais como: o Pingo Doce, Lojas Sing[r]

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O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULA

O PETIANO E O RETORNO AS COMUNIDADES POPULARES: COMPARTILHAMENTO ENTRE SABERES POPULARES E ACADÊMICOS NO ESPAÇO DE PRÉ-UNIVERSITÁRIOS POPULA

Esse Programa trabalha, em grande parte, com cursos pré-universitários populares, os quais são acolhidos em instalações das escolas públicas presentes nesses espaços. Estes cursos são frequentados por educandos que, em alguns casos, cursam o terceiro ano do ensino médio nessas escolas ou arredores, trabalhadores do centro comercial da cidade que residem nessas comunidades, donas de casa que buscam ou ingressar em uma universidade pública ou concluir o ensino médio através do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), trabalhadores do Polo Naval que há no porto da cidade e demais egressos do ensino médio.
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Condomínios residenciais fechados: a urbanização do Grupo Encalso Damha em São Carlos - SP

Condomínios residenciais fechados: a urbanização do Grupo Encalso Damha em São Carlos - SP

Logo, morar em um condomínio Damha é um privilégio composto pela alta qualidade ambiental, pela localização privilegiada (distante do centro comercial da cidade e da maioria[r]

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Narrativas da ausência e do poder: o artifício de representação no romance de tese saramaguiano

Narrativas da ausência e do poder: o artifício de representação no romance de tese saramaguiano

A narrativa do romance A caverna (SARAMAGO, 2000) inicia-se quando a louça fabricada manual e artesanalmente pela Olaria Algor é rejeitada pelo Centro Comercial em detrimento das novas tecnologias e das novas técnicas de reprodutibilidade. O barro é trocado pelo plástico, o original é trocado pela cópia, o artesanal pelo industrial, porquanto instâncias decisórias superiores do Centro, ao perceberem as baixas vendas nas últimas semanas, decidem romper o contrato de exclusividade na compra das louças em razão de, além disso, terem surgido umas louças de plástico que imitavam o barro. Após tal desiderato, o oleiro Cipriano Algor muda os seus hábitos, tornando-se preguiçoso e lento. Durante uma conversa entre pai e filha, Marta Gacho propõe o fabrico de bonecos como proposta alternativa para manterem o funcionamento da olaria. Ao levar a proposta do novo projeto ao Centro, Cipriano é informado sobre a retirada das louças não vendidas do depósito e o cancelamento definitivo e irrevogável do contrato de compra com a Olaria Algor. Posto isso, Cipriano decide mudar-se com a filha e o genro, Marçal Gacho, para o minúsculo apartamento no interior do Centro. Em virtude das obras subterrâneas de ampliação do Centro, algo de extremamente enigmático fora descoberto no subsolo do imenso prédio. Como o genro nada lhe diz a respeito, Cipriano decide investigar o ocorrido e desce até o fundo da gruta aberta pelas escavações,
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Pensar a identidade atonal da modernidade: breve fantasia a quatro mãos

Pensar a identidade atonal da modernidade: breve fantasia a quatro mãos

A quem pode e quer ser muitas coisas (quase) tudo serve, pelo que não há espaços de compra mais adequados que o hiper- mercado, o centro comercial e a loja chinesa – preferencialmente t[r]

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Resenha do livro “Histórias de escravos e senhores em uma região de imigração europeia”

Resenha do livro “Histórias de escravos e senhores em uma região de imigração europeia”

São Leopoldo era um centro comercial, com “contatos e experiências sociais e étnicas diversas” (MOREIRA; MUGGE, 2014, p. Ambos pararam na casa de comércio do imigrante alemão Nicol[r]

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a Cristina Batista Rodrigues Tita

a Cristina Batista Rodrigues Tita

Isso continuou em Seda, depois continuámos à mesma com a paróquia. Os miúdos ficaram encantados com o centro comercial, nunca tinham ido a um centro comercial, fomos almoçar a um restaurante; nenhum, se houvesse um ou dois seria muito, tinha almoçado num restaurante; o Metro, e eles viviam aquilo que tinham estudado, a minha preocupação era essa, e era isso que eu expunha aos vereadores da cultura naquele tempo, alguns tinham sido meus alunos, e como alguns já tinham sido meus alunos no colégio e sabiam que o que eu estava a fazer não era para eu passear, porque para mim era um trabalho, era um cansaço, porque eu vinha cansadinha e cheia de responsabilidade, e quando chegávamos tínhamos que fazer o trabalho de tudo aquilo que se fazia, fazíamos um jornal de parede, fazíamos um jornal, cada um fazia daquilo que viu, fazíamos textos, quer dizer tudo isso era sabedoria para a criança, era aprendizagem, e que a criança um dia que viesse para Alter, porque depois começaram o estudo tinham que vir para Alter, e quer dizer o aluno depois de ter feito estas viagens quando chegava cá não se sentia.
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Uma análise sócio-semiótica do Via Catarina

Uma análise sócio-semiótica do Via Catarina

O segundo código evidenciado neste centro comercial é o clássico. Para Gottdiener este código tem uma aplicação limitada e está associado ao poder das instituições onde está representado; sendo, por isso, frequente o aprovei- tamento das formas arquitectónicas das civilizações Gregas e Romanas em edifícios públicos com alguma importância (Gottdiener, 1997, 146- 147). Todavia, também podemos identificar este código numa escala menor, isto é, em formas bem mais aligeiradas (pequenas colunas, por exemplo) que utilizam modelos relativamente recentes (a arquitectura das fachadas de algumas das lojas é semelhante às das casas do centro histórico). No entanto, o seu valor simbólico permanece inalterável. Este código faz-se ainda notar através da relação harmónica – sem quebras ou rupturas-, entre a perenidade das linhas do edifício (carregadas de história) onde está o centro comercial e a rua de Santa Catarina. Num primeiro olhar, a arquitectura do prédio não choca, nem apanha ninguém de surpresa. Aparece quase sem se dar por isso. Há uma continuidade entre as formas urbanas existentes na rua e aquelas que são apresentadas no centro comercial. Este é mesmo confundível, pois tem duas montras viradas para o exterior. Acentuando esta ideia temos o próprio nome do centro comercial - Via Catarina - que significa “caminho, direcção”, etc. (Torrinha, 1946, 1257). Em Itália, Via tem inclusive a mesma acepção que rua em português. Aliás, este país enquanto lugar do Renasci- mento, nos séculos XV e XVI (Gómez et al., 11), é, em si mesmo, evocador de uma cultura clássica, sendo o Via o elemento dessa subtil evocação. Em síntese, existe uma espécie de extensão da rua para o Via Catarina, que não é ocultada nem hostilizada, mas sim vivenciada. Através de uma marquise, colocada numa das esplanadas do piso quatro, é mesmo possível comunicar visualmente com a rua de Santa Catarina. Esta circunstância espelha a relação de simbiose existente entre a rua e o centro comercial. Esta ideia é intensificada se atentarmos nas declarações quer dos responsáveis por este empreen- dimento, quer do então presidente da Câmara, Fernando Gomes. Ambos asseveram que a relação entre o centro comercial e a rua de Santa Catarina é de cooperação e não de confronto.
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