Cinética de secagem de goiaba

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CINÉTICA DE SECAGEM E AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA GOIABA DESIDRATADA EM UM PROTÓTIPO DE SECADOR SOLAR

CINÉTICA DE SECAGEM E AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA GOIABA DESIDRATADA EM UM PROTÓTIPO DE SECADOR SOLAR

RESUMO: Por se tratar de um processo simples e de baixo custo, a secagem natura, utilizando energia solar e equipamentos de baixo custo torna-se uma alternativa viável e acessível aos pequenos produtores rurais. A goiaba é um fruto climatérico e altamente perecível. A descrição do processo de secagem é de extrema importância para a obtenção de produtos de boa qualidade. Este trabalho teve como objetivo desenvolver um protótipo de secador solar de baixo custo e de exposição direta para a desidratação de goiaba, além de avaliar a eficiência do processo, e a qualidade físico-química do produto final. O protótipo foi desenvolvido utilizando materiais alternativos e de baixo custo. A eficiência do processo foi avaliada através da cinética de secagem e do ganho de temperatura do secador. A matéria-prima e o produto final foram avaliados quanto aos parâmetros físico-químicos e cor. O processo de secagem possibilitou a secagem dos frutos de goiaba dentro de um período de 15 horas, com incremento médio de temperatura de 19,7ºC. O modelo de Handerson e Pabis foi o que melhor se ajustou para predição do processo. A secagem solar levou a uma redução significativa do pH e do teor de água. Em relação à acidez e teor de sólidos solúveis, observou-se um aumento significativo após a secagem. Com relação a vitamina C, verificou-se um aumento de cerca de 500% na concentração em relação ao teor na goiaba in
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Cinética de secagem da polpa da goiaba em camada de espuma.

Cinética de secagem da polpa da goiaba em camada de espuma.

ácido ascórbico, para a secagem da polpa da goiaba em camada de espuma.. 24 Conforme é possível verificar na Tabela acima, dos parâmetros analisados, apenas 337[r]

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Secagem de polpa de goiaba pelo método de camada de espuma

Secagem de polpa de goiaba pelo método de camada de espuma

O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo. Nesse cenário, o cultivo de goiaba é de grande destaque na economia nacional, uma vez que seu sabor e aroma são amplamente aceitos pelos brasileiros e também é apreciada pelo seu valor nutricional, sobretudo pelo alto teor de vitamina C. Entretanto, o consumo da fruta in natura é limitado pela alta perecibilidade da goiaba, cujos processos de senescência iniciam-se logo após a colheita e são agravados pelas práticas inadequadas de manejo na colheita, transporte e armazenamento. Dessa forma é necessário submeter a goiaba a processos de beneficiamento visando aumentar a vida de prateleira e as possibilidades de aplicação comercial. A secagem pelo processo foam-mat, ou camada de espuma, é um processo de baixo custo que consiste na transformação de líquidos e semi-líquidos em uma espuma expandida com auxílio de um agente emulsificante, que é colocada em contato com ar quente para que ocorra a desidratação, resultando em um pó de boa qualidade e fácil reconstituição. Para a secagem de polpa de goiaba, albumina foi utilizada como agente emulsificante na concentração de 5%. Foi feito o estudo da cinética de batimento da espuma para determinar o tempo de batimento padrão das secagens, que resultou na utilização de 9 minutos, com 619,2% de expansão. A cinética de secagem da espuma foi analisada em três temperaturas: 60°C, 70°C e 80°C, e o modelo de Page foi ajustado aos dados experimentais. O fator de correlação foi de R² > 0,99 para todas as condições e a taxa específica média ao longo da secagem variou entre 2,6 x 10 -2 e 5,7 x 10 -2 min -1 . O coeficiente de difusividade efetiva variou entre 6,8 x 10 -7 e 1,33 x 10 -6 m²/s, e a energia de ativação encontrada foi de 3,410 kJ/mol. Os pós obtidos passaram por análise físico-química e constatou-se por meio de comparação feita com teste de Tukey com 95% de coeficiente de confiança, exceto para umidade e atividade de água – que foram menores para o pó obtido a 80°C, não houve diferença significativa nas características dos pós obtidos nas três temperaturas. Entretanto, por ter apresentado menores valores de umidade (5,01%), atividade de água (0,30), tempo de reconstituição (120 segundos) e maior teor de vitamina C (19,31 g/100g) no pó obtido, além de razoável solubilidade (64,58%) e boa fluidez, é possível afirmar que a condição de 80°C foi melhor para a secagem da polpa de goiaba pelo método foam-mat.
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Estudo da cinética de secagem e análise da farinha de yacon (Smallanthus sonchifolius)

Estudo da cinética de secagem e análise da farinha de yacon (Smallanthus sonchifolius)

O mineral mais abundante no yacon é o potássio (230 mg. 100 g -1 de matéria fresca comestível ou de 1 a 2% de peso seco), presente em quantidades superiores àquelas de frutas geralmente consumidas no Brasil como banana, laranja, limão, goiaba, maçã, mamão, manga, melancia, melão, pêra, dentre outras. Em menores quantidades são encontrados cálcio, fósforo, magnésio, sódio, ferro, zinco, manganês e cobre (MANRIQUE; PÁRRAGA; HERMANN, 2005; RODRIGUES et al., 2011; NEPA, 2011). Algumas vitaminas (retinol, caroteno, tiamina, riboflavina, niacina), encontradas no yacon, geralmente, representam elementos traço em sua composição. Outro composto também presente é o triptofano, existente em quantidades médias de 14,6 ± 7,1 μg g -1
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Cinética de secagem do nabo forrageiro (Raphanus sativus L.).

Cinética de secagem do nabo forrageiro (Raphanus sativus L.).

Resumo - Em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições foi realizado um trabalho com o objetivo de determinar o modelo matemático que melhor descreve a secagem de sementes de nabo forrageiro, bem como o coeficiente de difusão e a energia de ativação em diferentes condições de ar. Sementes colhidas com teor de água de 0,36 (decimal b.s.) foram secas até 0,09 (decimal b.s.) em secador experimental com as temperaturas controladas de 30; 40; 50; 60 e 70 °C e umidades relativas de 47,3; 26,2; 12,0; 10,1 e 5,1%, respectivamente. Os dados de coeficiente de difusão foram analisados por meio de análise de variância pelo teste F e regressão, adotando-se o nível de 5% de probabilidade. Conclui-se que dentre os modelos analisados, o que apresentou melhor ajuste para descrever as curvas de secagem do nabo forrageiro foi o de Midilli. O coeficiente de difusão efetivo aumenta com a elevação da temperatura, apresentando valores entre 3,23 x 10 -11 e 10,42 x 10 -11 m 2 s -1 , para faixa de temperatura de 30 a 70 °C. A relação entre
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Avaliação da cinética de secagem de caju mediante um planejamento experimental.

Avaliação da cinética de secagem de caju mediante um planejamento experimental.

A análise de regressão dos dados experimentais mostrou efeito significativo da temperatura sobre a redução da razão de umidade do caju (Tabela 2). Observa-se, mediante a referida tabela, que esses efeitos são crescentes até o tempo de 1,5 h, indicando que, neste período de secagem, a mudança do nível –1 (40 ºC) para o nível +1 (60 ºC) ocasiona uma redução de 0,238 RU no teor de umidade do caju. Este efeito negativo, ocasionado pela mudança do nível inferior para o nível superior de temperatura, resultando na redução do teor de umidade do produto, ocorre devido ao efeito significativo da temperatura sobre o processo de secagem. Para a faixa de velocidade do ar de secagem estudada (0,9 a 1,9 m s -1 ) não se observou efeito
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Cinética de secagem de folhas de timbó (Serjania marginata Casar).

Cinética de secagem de folhas de timbó (Serjania marginata Casar).

Os valores do coeiciente de difusão efetivo aumentam com o incremento da temperatura do ar de secagem (Tabela 3), comportamento este também observado por vários pesquisadores estudando plantas medicinais (Martinazzo et al., 2007; Prates et al., 2012; Goneli et al., 2014b). Goneli (2008), explica que, ocorrendo um aumento da temperatura aumenta- se também o nível de vibração das moléculas de água e se diminui sua viscosidade a qual é uma medida da resistência do luido ao escoamento; as variações desta propriedade implicam em alterações na difusão da água nos capilares dos produtos agrícolas que, juntamente com a vibração mais intensa das moléculas de água, contribuem para uma difusão mais rápida.
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Estudo da cinética de secagem de esferas de alginato considerando encolhimento

Estudo da cinética de secagem de esferas de alginato considerando encolhimento

Alginato de sódio é um biopolímero que vem sendo muito estudado desde os anos 2000, possuindo grandes aplicações nas áreas biomédica e alimentícia. O alginato pode ser utilizado para produzir microcápsulas esféricas de diversos tamanhos, contendo óleos ou extratos. É importante conhecer como a umidade do material varia com o tempo, para planejar procedimentos de estocagem, transporte e para maior aplicação de materiais que se difundem para fora das cápsulas. Neste trabalho esferas de alginato foram geradas pelo método da gelificação iônica, formando cápsulas esféricas que, posteriormente, foram submetidas a um processo de secagem para estudar a cinética de secagem do biopolímero. Foram coletados dados experimentais de umidade e tamanho do material com o tempo. Foi proposto um modelo fenomenológico, oriundo de um balanço de massa em estado transiente, para descrever a perda de umidade e diminuição de tamanho das partículas com o tempo. No modelo é necessário conhecer a variação do raio com o tempo. Esta variação foi descrita por duas equações empíricas diferentes: a equação de Page (Modelo RP) e a equação de uma curva Sigmoidal (Modelo RS). Uma rotina de cálculo foi desenvolvida no software MATLAB para fazer o ajuste de curvas de acordo com os dados experimentais, gerando parâmetros que minimizam a diferença quadrática entre os dados calculados e os dados experimentais (função objetivo). Os dois modelos se apresentaram aptos a representar este fenômeno, tendo desempenho satisfatório no desafio que foi descrever simultaneamente variação do raio e da umidade. O comportamento dos parâmetros foi avaliado em função da temperatura, revelando que a taxa de decaimento de raio e umidade crescem de maneira exponencial com a temperatura. Foi feita uma análise estatística observando os histogramas e gráficos quantis dos resíduos dos modelos, seguida do teste de Shapiro-Wilk, para verificar a hipótese de que os resíduos do modelo fazem parte de uma distribuição normal com 95% de confiança, em torno da média igual a zero. A hipótese, tanto para o Modelo RP, quanto para o Modelo RS, foi rejeitada em 50% das vezes, mostrando que em metade dos casos os resíduos apresentam comportamento normal e nos outros 50% não. O teste de Akaike também foi utilizado neste estudo, como ferramenta de comparação entre os dois modelos obtidos. O teste revelou que o Modelo RP apresenta maior probabilidade de ser o modelo mais apto a descrever os dados experimentais, revelando que a posse de um parâmetro a mais neste caso foi vantajosa.
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CINÉTICA DE SECAGEM DOS GRÃOS DE MILHO CULTIVAR AG 7088

CINÉTICA DE SECAGEM DOS GRÃOS DE MILHO CULTIVAR AG 7088

secagem dos grãos de milho (Zea mays L.), determinar e avaliar o coeficiente de difusão efetivo, bem como obter a energia de ativação para o processo durante a secagem em diversas condições de ar. O experimento foi desenvolvido no IF Goiano (Campus Rio Verde). Os grãos de milho da cultivar AG 7088, com teor de água inicial de 0,235 (kg de água kg -1 de matéria seca) foram submetidos à secagem em estufa com ventilação de ar forçada em cinco condições de

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Cinética de secagem e composição química da torta e do farelo de mamona em função das condições de secagem e armazenagem.

Cinética de secagem e composição química da torta e do farelo de mamona em função das condições de secagem e armazenagem.

Tabela 82, Resumo das análises de regressão do teor de matéria orgânica em relação às temperaturas de secagem do farelo de mamona secado na camada de I cm e armazenado na embalagem de [r]

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Secagem de Túnel Solar: O efeito do pré-tratamento na secagem cinética de tomates de ameixa

Secagem de Túnel Solar: O efeito do pré-tratamento na secagem cinética de tomates de ameixa

Turquia. Durante o processo de secagem, a irradiação solar, a temperatura do ar de secagem, a umidade relativa e a velocidade do ar foram medidas constantemente em diferentes partes do secador. As operações de secagem foram realizadas com tomates ameixa, caracterizados por uma forma oval, cor vermelha intensa. A mudança de massa de tomates foi medida diariamente. As medidas de cor dos produtos secos foram determinadas no início e no final da experiência. Neste estudo, as amostras de tomate fresco foram classificadas, lavadas em água e depois cortadas em quartos e metades antes do pré-tratamento. O comportamento de secagem ao sol do tomate em fatias de meio e quarto pré- tratadas com solução de NaCl a 10% e sem pré-tratamento foi investigado. Os resultados mostraram que o tempo de secagem para amostras pré-tratadas e não pré-tratadas não foram significativamente diferentes. No entanto, o tempo de secagem e as taxas de secagem foram afetadas pelo número de fatias de tomate (trimestre e meio). As curvas características de secagem foram avaliadas contra treze modelos matemáticos, sendo que o modelo de Midilli et al foi o melhor modelo descritivo para secagem em túnel solar de tomate de camada fina. A análise de cores enfatizou que se os tomates forem pré-tratados com solução de NaCl a 10%, eles devem ser cortados em fatias para melhor qualidade.
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Cinética de secagem da acerola (Malpighia emarginata D.C.).

Cinética de secagem da acerola (Malpighia emarginata D.C.).

Mediante os dados contidos nessa tabela, verifica-se que os valores medios de acido ascorbico da polpa in natura e do po da acerola diferiram significativamente entre as temperaturas e[r]

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Cinética de secagem de polpa de jabuticaba por modelos de regressão

Cinética de secagem de polpa de jabuticaba por modelos de regressão

Resumo - A jabuticabeira é nativa da Mata Atlântica no Sul do Brasil, e seu fruto é muito consumido in natura, no entanto é altamente perecível, necessitando de técnicas de conservação. Objetivou-se descrever a cinética de secagem de polpa de jabuticaba nas temperaturas de 50 e 60°C, comparando os modelos de regressão Henderson, Exponencial Simples com Três Parâmetros, Lewis, Thompson, Fick e Wang e Sing e, obtendo a Taxa de Secagem Absoluta (TSA) para o melhor modelo. A estimação dos parâmetros foi realizada com o software SAS. A avaliação da qualidade no ajuste e na seleção dos modelos foi feita com base no coeficiente de determinação ajustado, Desvio Padrão Residual e Critério de Informação de Akaike. Os modelos apresentaram bom ajuste aos dados, sendo que o modelo de Lewis foi o mais indicado para descrever a secagem da polpa de jabuticaba nas temperaturas de 50 e 60°C, com taxa de secagem de 0,000063 e 0,000082 g de água/s respectivamente. A TSA indicou que em um terço do tempo de secagem ocorreram de 70% da perda de umidade nas duas temperaturas e, após este período, houve desaceleração da perda de umidade até que se estabilizou ao alcançar o teor de umidade de equilíbrio.
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Berinjela osmodesidratada para a obtençao de conserva: otimização e cinética de secagem.

Berinjela osmodesidratada para a obtençao de conserva: otimização e cinética de secagem.

Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de processar a berinjela (Solanum melongena L.) utilizando técnicas combinadas de desidratação osmótica e secagem convectiva, visando à obtenção de um novo produto para a indústria alimentícia. As fatias de berinjela “in natura’’, osmodesidratado e secas foram caracterizadas quanto aos parâmetros físico-quimicos (sólidos solúveis totais, cinzas, sólidos totais, acidez total titulável, pH e sódio), físico (teor de água, atividade de água, cor e textura) e químico (minerais). As fatias de berinjela “in natura” se apresentaram pouco ácidas, com o pH bem mais próximo do neutro em comparação às fatias de berinjela osmodesidratada e secas, com predominância do aumento no teor de cinza ao decorrer do processo. A melhor condição de processo encontrada para a desidratação osmótica das fatias de berinjela foi na temperatura de desidratação osmótica 30 °C; 3% da concentração de NaCl e tempo de imersão de 120 min. A secagem convectiva foi realizada em secador de bandejas nas temperaturas de 50, 60 e 70 ºC, com velocidade do ar de 1,2 m/s. Os dados experimentais obtidos na secagem proporcionaram a avaliação das curvas de secagem, às quais foram ajustadas segundo os modelos de Page, Henderson e Pabis, Lewis, Midilli e Cavalcanti Mata. Os modelos de Midilli e Cavalcanti Mata foram os que melhor se ajustaram à de cinética de secagem das fatias de berinjela osmodesidratadas. As microestruturas das fatias de berinjelas sem desidratação e também as fatias osmodesidratadas e secadas a 70 °C foram analisadas por microscopia eletrônica de varredura, onde foi possível observar que a combinação de processos nas fatias de berinjela provocou uma maior destruição das estruturas celulares, bem como uma maior desorganização das células, resultado do colapso, tornando-se um produto tipicamente amorfo. A amostra de conserva de berinjela osmodesidratada (azeite, pimenta calabresa, salsa e alecrim), obteve maior aceitação em relação a aparência, aroma, cor, sabor e textura das amostras de conservas de berinjela superiores às demais amostras de conservas.
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Cinética de secagem da polpa dos frutos de gueroba (Syagrus oleracea)

Cinética de secagem da polpa dos frutos de gueroba (Syagrus oleracea)

RESUMO: O fruto de gueroba pode ser utilizado na produção de farinhas com potencial para o desenvolvimento de novos produtos oriundos da sociobiodiversidade do Cerrado. Objetivou-se estimar a cinética de secagem, bem como determinar o coeficiente de difusão efetivo e a energia de ativação para a polpa dos frutos de gueroba submetida a diferentes temperaturas de secagem. Os frutos de gueroba foram despolpados manualmente, retirando o mesocarpo com o epicarpo, sendo esse material identificado como a polpa. O material foi submetido à secagem em estufa nas temperaturas de 40, 50, 60 e 70 °C. Aos dados experimentais foram ajustados modelos de regressão não linear. O modelo mais adequado foi selecionado com base no coeficiente de determinação, erro médio relativo e estimado, teste de Qui-quadrado, AIC e BIC. Com o aumento da temperatura de secagem, menor é o tempo do processamento para se atingir o mesmo teor de água, devido ao aumento da difusividade da água no interior do produto. O modelo de Midilli apresentou o melhor ajuste aos dados experimentais obtidos. Os coeficientes de difusão efetivos da polpa dos frutos de gueroba apresentaram magnitudes entre 3,11 x 10 -9 a 5,84 x 10 -9 m 2 s -1 para as temperaturas de 40
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CINÉTICA DE SECAGEM E DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE DIFUSÃO EFETIVO DE GRÃOS DE SORGO

CINÉTICA DE SECAGEM E DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE DIFUSÃO EFETIVO DE GRÃOS DE SORGO

Nota-se que as curvas de secagem do sorgo apresentam uma tendência exponencial tipicamente observada em produtos agrícolas durante o período de secagem com taxa decrescente. Observa-se ainda uma correspondência satisfatória entre os dados esti- mados pelo modelo de Midilli e os observados expe- rimentalmente, evidenciando que os índices estatís- ticos empregados foram condizentes para selecionar o modelo. Na Tabela 4, estão apresentados os coefi- cientes do modelo de Midilli para as duas cultivares de sorgo analisadas.

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Modelos empíricos na descrição da cinética de secagem do broto da palma (Nopal)

Modelos empíricos na descrição da cinética de secagem do broto da palma (Nopal)

Objetivou-se neste trabalho descrever o processo tecnológico envolvido na cinética de secagem dos brotos da palma minimamente processados através de soluções numéricas e analíticas. Foram utilizados brotos provenientes de duas espécies de palma ‘Gigante’ e ‘Miúda’. A secagem foi processada em diferentes temperaturas (50, 60, 70 e 80 °C). As pesagens foram efetuadas de forma contínua. Os dados experimentais foram expressos na forma de razão de umidade. O modelo de Page deteve o melhor ajuste para a cinética de secagem dos brotos da palma ‘Gigante’ e ‘Miúda’ minimamente processados, com os melhores coeficientes de determinação e qui-quadrado. Os modelos de Peleg e Wang & Singh não podem ser utilizados para simular o processo de secagem dos brotos da palma ‘Gigante’ e ‘Miúda’ dentro do intervalo de temperatura estudado, onde apresentam comportamento gráfico incoerente.
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Pirólise do bagaço de laranja : análise cinética dos estágios de secagem e devolatização

Pirólise do bagaço de laranja : análise cinética dos estágios de secagem e devolatização

A umidade do bagaço de laranja in natura deste trabalho apresentou um valor elevado, Tabela 10, como previsto para este tipo de biomassa. Este valor está próximo dos encontrados em Cavichiolo (2010), 69,5%, e Macedo et al. (2007), 79%. Contudo, para que a pirólise aconteça de forma eficiente é preciso que as partículas da biomassa tenham um teor de umidade inferior a 15%, já que uma alta umidade não proporciona uma volatilização rápida, sendo necessária uma secagem prévia da amostra (MIRANDA, 2011). Assim, o bagaço de laranja foi submetido ao processo de secagem, por 24 horas à 378 3 K, e chegou-se a uma umidade de 3,90 0,04%. Este material foi utilizado para as análises termogravimétricas.
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Influência da interface da cinética de embebição e secagem de paredes com múltiplas camadas

Influência da interface da cinética de embebição e secagem de paredes com múltiplas camadas

A existência de uma interface de resistência das argamassas pode ser explicado pelo facto de a extracção de água a partir de argamassa conduzir a um transporte das partículas finas do cimento, resultando em um bloqueio dos poros e levando a uma resistência de interface entre o tijolo e argamassa. A incompatibilidade entre os diferentes sistemas de poros de tijolo e da argamassa também pode contribuir para uma resistência da interface, uma vez que o raio médio de um poro do tijolo pode ser cerca de 100 vezes maior do que o raio médio do poro de uma argamassa. As microfissuras entre argamassa e o tijolo criadas pela secagem e retracção da argamassa podem conduzir a uma adicional resistência na interface [21].
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Cinética de secagem e propriedades termodinâmicas de farinhas de amêndoas de baru

Cinética de secagem e propriedades termodinâmicas de farinhas de amêndoas de baru

RESUMO: O consumo da farinha e do óleo de baru (Dipteryx alata Vogel) tem crescido em virtude de suas características nutricionais, contudo, são escassos os estudos a respeito do beneficiamento das farinhas desta amêndoa. O presente trabalho propôs-se estudar a cinética da secagem das farinhas integral e a parcialmente desengordurada de amêndoas de baru, resíduo da extração do óleo, bem como suas propriedades termodinâmicas. A farinha integral foi obtida pela trituração de sementes e a parcialmente desengordura por extração química. Os dois produtos foram submetidos à secagem em estufa com circulação forçada de ar a 60, 70 e 80 °C. Dez modelos, comumente utilizados para secagem, foram selecionados para o ajuste. Com base em critérios estatísticos, o modelo de Midilli foi selecionado para representação do fenômeno para as farinhas de amêndoas de baru. A diferença da taxa de secagem entre as farinhas tendeu a se atenuar com a elevação da temperatura. A energia de ativação foi de 39,24 kJ mol -1 para a farinha
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