clearance de creatinina

Top PDF clearance de creatinina:

EXERCÍCIO FÍSICO DE MODERADA INTENSIDADE CONTRIBUI PARA O CONTROLE DE PARÂMETROS GLICÊMICOS E CLEARANCE DE CREATININA EM PESSOAS COM DIABETES MELLITUS TIPO 2

EXERCÍCIO FÍSICO DE MODERADA INTENSIDADE CONTRIBUI PARA O CONTROLE DE PARÂMETROS GLICÊMICOS E CLEARANCE DE CREATININA EM PESSOAS COM DIABETES MELLITUS TIPO 2

pública, particularmente as patologias relacionadas ao mau funcionamento do metabolismo, dentre as quais podemos incluir o diabetes mellitus tipo 2 (DM2). A principal estratégia para o seu controle sustenta-se na tríade exercício físico, alimentação saudável e medicamento. Diante de tais fatos, Diante de tais fatos, nosso objetivo foi avaliar o efeito de um programa de exercício físico aeróbio, mais especificamente caminhada com intensidade moderada, sobre os parâmetros glicêmicos (glicemia de jejum, glicemia pós-prandial e hemoglobina glicada), e clearance de creatinina de pessoas diagnosticados com DM2, e realizando acompanhamento clínico e farmacológico há, ao menos, três anos. O modelo de estudo caracterizou-se como quase experimental longitudinal “antes e depois”. Os pacientes (n=25) foram avaliados em quatro momento: M0=início do experimento; M1=quatro semanas; M2=oito semanas; M3=final do experimento (12 semanas). Foram realizadas coletas sanguíneas e de urina conforme determina os protocolos para análise de glicemia de jejum, glicemia pós-prandial e hemoglobina glicada e
Show more

9 Read more

O clearance de creatinina como uma ferramenta no prognóstico intra-hospitalar de pacientes com síndrome coronariana aguda

O clearance de creatinina como uma ferramenta no prognóstico intra-hospitalar de pacientes com síndrome coronariana aguda

Fundamentos: A insuficiência renal (IR) é uma enfermidade comum e tratável. Sua apresentação é frequente em pacientes portadores de doença arterial coronariana (DAC). Inúmeros estudos têm demonstrado aumentos expressivos de morbidade e mortalidade em pacientes com Síndrome Coronariana Aguda (SCA) e IR. Contudo, os atuais modelos prognósticos disponíveis para SCA pouco se utilizam do estudo da função renal como fator preditivo e de prognósticos. Objetivos: Analisar a função renal em pacientes com Síndrome Coronariana Aguda através do clearance de creatinina e avaliar se há interferência da disfunção renal na evolução intra-hospitalar dos pacientes com SCA. Métodos: Trata-se de um estudo de coorte hospitalar, longitudinal e prospectivo, realizado na Unidade de Dor Torácica (UDT) de um hospital privado considerado referência cardiológica em Sergipe, Brasil. Foram utilizados sujeitos de ambos os sexos, com quadro de SCA e internados para investigação e tratamento durante o período de maio de 2012 a dezembro de 2016. Foram incluídos 401 pacientes, analisados pela presença ou ausência de lesão renal, acompanhados até a alta hospitalar (ou óbito). Resultados: A média de idade dos pacientes foi de 65,4 (± 13,0) anos com predominância do sexo masculino (58,6%). Dos 324 (80,8%) pacientes que apresentaram síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST, 165 (41,1%) foram acometidos por angina instável e 159 (39,6%), infarto sem supra. Dentre os fatores de risco, a hipertensão arterial sistêmica mostrou-se mais prevalente (72,5%) seguida da dislipidemia (53,6%). Quanto à distribuição dos dias de internamento, observou-se uma média de 9 (± 12,8) dias. A média do clearance de creatinina foi de 80,8 (± 33,6) mL/min/1,73m², em que 241 pacientes apresentaram taxa de filtração glomerular estimada inferior a 90 mL/min/1,73m² (OR= 1,74; IC95% 1,11-2,71; p= 0,015) foi fator preditor para eventos. Conclusão: Pacientes com síndrome coronariana aguda e insuficiência renal apresentaram maior número de dias de internação quando comparados aos pacientes sem lesão renal (IRR 0,9; IC 0,9-0,9; p=0,02). Portanto, a avaliação da função renal é uma importante ferramenta para a estratificação prognóstica em pacientes com SCA.
Show more

70 Read more

Clearance de creatinina sérica como marcador de prognóstico e fator preditor nas síndromes coronarianas agudas (SCA): registro solar

Clearance de creatinina sérica como marcador de prognóstico e fator preditor nas síndromes coronarianas agudas (SCA): registro solar

Para determinar o perfil clínico e laboratorial e a evolução intra-hospitalar dos pacientes com SCA, foi realizada uma avaliação padronizada, administrada pelo pesquisador, corroborada com os dados do prontuário médico. Os grupos foram comparados quanto aos seguintes parâmetros: a) características clínicas basais; b) clearance de creatinina na admissão; c) comorbidades, como hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes melito, dislipidemia, doença cardiovascular prévia; d) diagnóstico; e) dados ecocardiográficos; f) tratamento na fase aguda (se clínico isolado, angioplastia ou revascularização miocárdica); e g) evolução intra-hospitalar quanto ao surgimento de evento cardiovascular (edema agudo de pulmão, fibrilação atrial (FA), choque, reinfarto, parada cardiorrespiratória ou óbito).
Show more

63 Read more

Correlação do clearance de creatinina e dos eletrólitos
medidos na urina coletada em 12 e 24 horas em nefropatas

Correlação do clearance de creatinina e dos eletrólitos medidos na urina coletada em 12 e 24 horas em nefropatas

A pressão arterial (PA) foi aferida em jejum na posição sentada, no braço esquerdo, após esvaziamento vesical e repouso de cinco minutos, sendo obtidas três medidas, com intervalos de dois minutos. A PA casual dos participantes foi determinada pela média aritmética das duas últimas aferições. Utilizou-se esfigmomanômetro automático (OMRON ® , 705P) com manguito adequado para circunferência do braço. Considerou-se hipertenso o indivíduo que afirmou fazer uso de medicação anti- hipertensiva, inclusive diuréticos ou que apresentou PA casual ≥140/90 mmHg e diabético, os indivíduos em uso de anti-diabéticos orais ou insulina ou com glicemia de jejum ≥126 mg/dL. Os indivíduos foram classificados segundo o grau de DRC de acordo com o clearance de creatinina na urina de 24 horas ajustado pela superfície corporal 1 , sendo estes posteriormente classificados em dois grupos: o de maior comprometimento renal (estágios 3, 4 e 5; n= 29) e o de menor comprometimento renal ( estágios 1 e 2; n= 30).
Show more

107 Read more

Influência da variação da creatinina sérica no desfecho do paciente com lesão renal aguda

Influência da variação da creatinina sérica no desfecho do paciente com lesão renal aguda

Objetivo: identificar a influência de variações na creatinina sérica sobre o desfecho dos pacientes com lesão renal aguda. Métodos: estudo observacional prospectivo. A amostra foi composta de 85 pacientes que evoluíram com comprometimento renal. Os dados foram extraídos do prontuário e registrados em questionário construído previamente. Valores com p≤0,05 foram considerados significativos. Resultados: a maioria dos pacientes era do sexo masculino (51,8%) e idosos (66±14 anos). A redução da função renal ocorreu em graduações diferentes, haja vista que 35,3% evoluiu com risco para lesão renal (estágio 1) e um menor percentual (14,1%) foi acometido mais gravemente (estágios 2 e 3), respectivamente. O clearance de creatinina aumentou progressivamente revelando recuperação da função renal ao longo do acompanhamento. Pacientes com lesão ou falência renal (estágios 2 ou 3) evoluíram mais frequentemente ao óbito (p=0,027). Conclusão: variações na creatinina sérica podem agravar o desfecho do paciente ao longo do período de internação.
Show more

7 Read more

Correlação de resultados da depuração de creatinina determinada e o Clearance estimado por fórmula

Correlação de resultados da depuração de creatinina determinada e o Clearance estimado por fórmula

Como já descrito anteriormente, a Doença Renal Crônica pode ser dividida em cinco estádios, sendo que nos quatro primeiros adota-se um tratamento conservador, isto é, a cada três ou seis meses faz-se o clearance de creatinina. Já no último estágio, é necessária a hemodiálise. Para calcular a dose de diálise faz-se o cálculo do Kt/V, se o valor for igual ou superior a 1,2 o processo dialítico está sendo efetivo, se o valor for menor que 1,2 deve-se verificar qual o motivo da não efetividade do processo, como um acesso periférico inadequado. As fórmulas para o cálculo seguem abaixo:
Show more

52 Read more

The urokinase receptor (uPAR) facilitates clearance of Borrelia burgdorferi.

The urokinase receptor (uPAR) facilitates clearance of Borrelia burgdorferi.

borreliosis patients with erythema migrans uPAR mRNA expression is significantly increased and could be readily detected by quantitative RT-PCR (Figure 1). Increased levels of uPAR are likely to be caused by influx of leukocytes to the site of the tick-bite. Indeed, in preliminary experiments in which we inoculated human skin ex vivo with viable B. burgdorferi - a model in which there is no influx of leukocytes [32] - we did not observe an increase in uPAR expression as determined by uPAR immunostaining on snap frozen sagittal skin sections (data not shown). Erythema migrans lesions are characterized by perivascular infiltrates in the dermis composed primarily of lymphocytes and macrophages [33]. We do not know which infiltrating cell type is responsible for the elevated uPAR levels, but based on our in vitro data we speculate that the macrophage is the most likely candidate. Indeed, macrophages from intraperitoneally B. burgdorferi-inoculated WT C57BL/6 mice did upregulate uPAR expression, further indicating that Borrelia- phagocyte interaction in vivo results in induction of uPAR expression (Figure S1). Upregulation of uPAR appeared not to be specific for B. burgdorferi since, in our in vitro experiments, other bacteria, i.e. Klebsiella pneumoniae and Burkholderia pseudomallei, also induce upregulation of uPAR to a similar extent (data not shown). To investigate the role of uPAR in the immune response against B. burgdorferi and the course of murine Lyme borreliosis we inoculated C57BL/6 WT and uPAR knock-out mice with B. burgdorferi. We demonstrate by quantitative PCR and culture that mice lacking uPAR display significantly increased B. burgdorferi numbers in all tissue examined, indicative of a more disseminated infection (Figure 2), although also in these mice there appeared to be clearance of B. burgdorferi, as suggested by lower numbers 4 weeks compared to 2 weeks post infection. The increased B. burgdorferi burden in uPAR deficient mice was underscored by
Show more

14 Read more

Estudo retrospetivo de proteinúria canina quantificada pelo rácio proteína-creatinina urinário

Estudo retrospetivo de proteinúria canina quantificada pelo rácio proteína-creatinina urinário

Quando os testes de triagem detetarem proteinúria persistente, ou seja, proteinúria em duas ou três amostras de urina colhidas durante 2 semanas, a perda de proteína pela urina deve ser quantificada para avaliação das lesões renais, da resposta à terapêutica e da progressão da doença (Elliott et al., 2017). O RPCU é um dos meios complementares de diagnóstico mais usados na prática clínica para quantificação da proteinúria, sendo inclusivamente utilizado pelo Colégio Americano de Medicina Interna Veterinária (ACVIM) e pela Sociedade Internacional de Interesse Renal (IRIS) para recomendações relativas à interpretação clínica da proteinúria renal, bem como avaliação da eficácia do tratamento (Moyle et al., 2018). Este método apresenta uma forte correlação com a excreção de proteína na urina em 24 horas (método de eleição), técnica que exige instalações específicas que normalmente não existem nas clínicas (Elliott et al., 2017; Moyle et al., 2018). Como já foi mencionado anteriormente, a produção de creatinina é constante e esta é livremente filtrada ao nível glomerular, não havendo secreção ou reabsorção considerável pelos túbulos renais, o que se reflete numa quantidade estável de creatinina excretada diariamente, pelo que a sua concentração varia proporcionalmente com o volume de urina (Elliott et al., 2017). Por outro lado, a quantidade de proteína excretada na urina num dia é pouco variável, mesmo na presença de alterações glomerulares ou tubulares, sendo a sua concentração na urina também maioritariamente influenciada pelo volume de urina (Elliott et al., 2017). A obtenção do RPCU é então feita pela divisão da concentração de proteína na urina (mg/dL) pela concentração de creatinina na urina (mg/dL), sendo assim minimizado o efeito da oscilação do volume da urina na concentração de proteína urinária (Elliott et al., 2017). Para determinar o RPCU, recomenda-se que a colheita de urina seja feita após um período de confinamento (durante a noite) para que o volume de urina seja o maior possível (Elliott et al., 2017).
Show more

76 Read more

Avaliação da relação proteína-creatinina urinária em gatos com doença renal crônica.

Avaliação da relação proteína-creatinina urinária em gatos com doença renal crônica.

Analisando-se a correlação da RPC com os índices de uréia e creatinina nos gatos estudados encontramos uma correlação positiva e significante (p<0,05) apenas com a creatinina sérica. Esse resultado é semelhante àquele encontrado por outros autores (Syme et al. 2006) em um estudo anterior, mas diferentes dos observados em outro estudo recente (King et al. 2007), no qual, ape- sar de não ter sido encontrada a correlação aqui demons- trada, tanto a creatinina como a RPC foram considerados fatores independentes de risco para menor sobrevida de gatos com DRC. Estudos anteriores já relataram uma associação positiva da RPC com o grau de azotemia em gatos com DRC (Elliot & Barber 1998). Em humanos, o grau de proteinúria e de creatinina sérica foram conside- rados os melhores parâmetros testados para determina- ção do risco de falência renal terminal (Shahinfar et al. 2005) e a proteinúria foi incriminada como o principal fa- tor de progressão da DRC em pacientes diabéticos (Keane et al. 2003). Também em cães com DRC, a proteinúria é considerada um fator prognóstico importante (Jacob et al. 2005).
Show more

5 Read more

Depuração plasmática de creatinina exógena em cães submetidos a protocolos terapêuticos de quimioterapia

Depuração plasmática de creatinina exógena em cães submetidos a protocolos terapêuticos de quimioterapia

A composição corporal dos cães deste estudo foi bastante variável. Alguns animais eram obesos e outros bastante magros, com um intervalo de peso corporal de 5,4 a 44,8 kg. Mas mais uma vez a amostra é demasiado pequena para tirar conclusões acerca da relação entre a TFG e ao peso corporal. O peso corporal é um fator fisiológico relevante que afeta a função renal em cães. Tal deve-se a diversas questões como o facto de a gordura ter uma baixa taxa metabólica, o que contribui pouco para TFG. E, de facto, hoje em dia, verifica-se uma elevada taxa de obesidade em cães. Por outro lado, há também uma enorme diversidade de tamanhos e peso corporal em função das raças. No entanto o peso corporal é utilizado em Medicina Veterinária na padronização dos valores da TFG, contribuindo para a variabilidade da mesma, nestes animais (Lefebvre, 2010). A primeira evidência do efeito do peso corporal na TFG numa grande população de cães saudáveis foi relatada em 2004 (Lefebvre et al., 2004). A TFG foi estimada em 113 cães usando a depuração plasmática de creatinina exógena, tendo os animais sido divididos em quatro categorias de peso corporal: Mini, Medium, Maxi e Gigante. Os valores da TFG correspondentes (média ± DP) foram 3,66 ± 0,47, 3,04 ± 0,52, 2,53 ± 0,42 e 2,35 ± 0,56 ml / min/kg, prospectivamente. Bexfield e colaboradores (2008) obtiveram resultados semelhantes em 118 cães adultos saudáveis utilizando a depuração plasmática do iohexol para estimar a TFG. Também foi detetada uma relação linear negativa significativa entre o peso corporal e TFG estimada. Assim, quanto maior for o peso corporal, menor será a TFG (expressos em ml/min/kg).
Show more

134 Read more

Potencial ergogénico e uso da creatinina e da beta-alanina no contexto do crossFit e da musculação

Potencial ergogénico e uso da creatinina e da beta-alanina no contexto do crossFit e da musculação

do sistema renal. Essa Creatina excretada já se encontra degradada, e surge sob a forma de creatinina. Ora este é um marcador sanguíneo recorrentemente utilizado para aferir da saúde renal, pois surge aumentando quando os rins se encontram em sobrecarga. Quando um atleta se suplementa com Creatina, os níveis de Creatinina surgem aumentados não porque os rins estejam em sobrecarga, mas porque, como já referido, se trata de um “desperdício” resultante da degradação da própria Creatina, não havendo qualquer causalidade (nestes casos) entre esse aumento e qualquer tipo de patologia ou alteração da função renal. Ou seja, nos consumidores de Creatina, o aumento dos valores de Creatinina parece ocorrer independentemente da instalação de qualquer problema ou sobrecarga da função renal. Este mecanismo está, pois, na base da teoria que postula haver uma preocupante sobrecarga da função renal, já que não só este órgão observa um aumento de actividade por forma a “filtrar” o sangue do excesso de Creatina sistémica, como um dos principais marcadores de stress renal aparece aumentado. No entanto (e de novo) a literatura não só não conforma este receio, como o parece desmentir com relativa margem de segurança. Estudos feitos com humanos, através da análise de biomarcadores da função renal, não mostraram relevantes alterações quer nos valores de nitrogénio ureico sanguíneo, quer nos índices de glicose e/ou proteína na urina (mais fiáveis marcadores de sobrecarga renal). Esta conclusão é válida quer para atletas [61], quer para adultos jovens e não treinados [62, 63], quer para adultos maduros treinados [64], quer até para diabéticos de tipo 2 [65] ou para doentes renais sujeitos a hemodiálise, seguindo um protocolo de 2 gramas diárias [66].
Show more

173 Read more

APPLICATION OF DSM IN OBSTACLE CLEARANCE SURVEYING OF AERODROME

APPLICATION OF DSM IN OBSTACLE CLEARANCE SURVEYING OF AERODROME

Compared to the wide use of digital elevation model (DEM), digital surface model (DSM) receives less attention because that it is composed by not only terrain surface, but also vegetations and man-made objects which are usually regarded as useless information. Nevertheless, these objects are useful for the identification of obstacles around an aerodrome. The primary objective of the study was to determine the applicability of DSM in obstacle clearance surveying of aerodrome. According to the requirements of obst acle clearance surveying at QT airport, aerial and satellite imagery were used to generate DSM, by means of photogrammetry, which was spatially analyzed with the hypothetical 3D obstacle limitation surfaces (OLS) to identify the potential obstacles. Field surveying was then carried out to retrieve the accurate horizontal position and height of the obstacles. The results proved that the application of DSM could make considerable improvement in the efficiency of obstacle clearance surveying of aerodrome.
Show more

7 Read more

Are crackles an appropriate outcome measure for airway clearance therapy?

Are crackles an appropriate outcome measure for airway clearance therapy?

in mean 2CD within 16 participants (70%). The direction of change was inconsistent, although there were twice as many cases of significant mean 2CD increase (coarser crackles) as there were cases of significant mean 2CD decrease. The significant changes recorded at the posterior right location were uniformly in the direction of an in- crease in mean 2CD after the airway clearance interven- tion (this was seen in 5 participants). Seven participants (30%) showed no significant change in mean 2CD at any location. When mean nBC data were analyzed in the same way, there were statistically significant changes in mean nBC within 10 participants (43%). The direction of change was inconsistent, but there were twice as many cases of significant mean nBC decrease (fewer crackles) as there were cases of significant mean nBC increase. Nine of the 19 examples (47%) of significant changes were seen in the posterior locations.
Show more

8 Read more

TESE_Comparação entre técnicas para a determinação do clearance ruminal de ácidos graxos voláteis

TESE_Comparação entre técnicas para a determinação do clearance ruminal de ácidos graxos voláteis

A digestão de carboidratos, como a celulose e a hemicelulose, não pode ser feita por enzimas oriundas de mamíferos (Van Soest, 1994), exigindo um processo que envolve a colonização do trato gastro-intestinal por microorganismos simbióticos (Stevens & Hume, 1998). Os ácidos graxos voláteis 1 (AGV) produzidos no trato gastrointestinal como subprodutos do metabolismo microbiano de nutrientes podem prover até 80% da exigência diária de energia dos ruminantes (Bergman, 1990). A remoção (clearance) desses AGV do ruminoretículo 2 ocorre por dois processos: absorção pela parede do órgão e passagem com a fase fluida ruminal pelo óstio retículo-omasal (Peters et al., 1990). Se a taxa de produção de AGV excede a taxa de clearance, haverá acúmulo desses dentro do ruminoretículo, podendo abaixar excessivamente o pH da digesta e desencadear o distúrbio metabólico conhecido como acidose ruminal (Barker et al., 1995). Essa pode ter efeitos negativos sobre o desempenho e a saúde dos animais, provocando efeitos deletérios sobre a ingestão de alimentos (Elliot et al., 1995), a degradação ruminal da fibra (Grant & Mertens, 1992), a motilidade do rúmen (Crichlow & Chaplin, 1985; Leek & Harding, 1975) e a morfologia da parede ruminal (Gabel et al., 2002) .
Show more

143 Read more

Bioquímica sanguínea de cães: creatinina e ureia como biomarcadores da função renal

Bioquímica sanguínea de cães: creatinina e ureia como biomarcadores da função renal

Ainda, a hemólise é um importante fator que limita a análise bioquímica sanguínea, podendo causar erros que potencialmente comprometam o diagnóstico clínico, seja na mensuração de marcadores de estresse oxidativo (Morais et al., 2018), bem como na dosagem de creatinina, ureia e outros marcadores bioquímicos, já que interfere não somente pela variação na absorbância da amostra, como também pela liberação de enzimas presentes nos eritrócitos (González; Silva, 2008; Santos et al., 2017). Algumas das amostras avaliadas nesse estudo apresentavam coloração indicativa de hemólise e isso pode ter sido um dos motivos de alteração nos valores obtidos.
Show more

30 Read more

The Interplay between Alpha-Synuclein Clearance and Spreading

The Interplay between Alpha-Synuclein Clearance and Spreading

The activity of protein clearance mechanisms depends on the physiological state of the cell and its surrounding environment. They play a crucial role in clearing misfolded protein species that may appear and have deleterious consequences for the cell. The kinetics of protein aggregation, following a sigmoidal process, affords biological systems an opportunity to interfere with protein aggregation in the early rate-limiting step, thus, protecting the cell from potentially dangerous, aggregation-prone species. However, for reasons that are currently still unclear, some proteins may escape the cellular quality control systems, misfold, and aggregate, leading to a variety of detrimental consequences, including cell death. In some instances, cellular efforts to counteract the protein aggregation process, through the activation of protein degradation pathways, might become two-edged swords, enhancing protein aggregation and the generation of species that can be transmitted to neighboring cells.
Show more

37 Read more

Lung clearance of 99mTc-DTPA in systemic lupus erythematosus

Lung clearance of 99mTc-DTPA in systemic lupus erythematosus

faster (shorter half-life) in SLE patients with active disease when compared with normal controls. Although differences in age, sex distribution, weight, height and smoking his- tory between patients and controls were ob- served, these variables did not appear to influence lung clearance rates and we do not believe that they could explain the faster clearance in active SLE patients. Also there was a higher frequency of abnormal clear- ance rates in SLE patients with disease activ- ity when compared with SLE patients with- out disease activity. These findings probably reflect the injury to the pulmonary epithe- lium induced by the immunological activity of SLE disease.
Show more

6 Read more

Desempenho de equações baseadas na creatinina plasmática para estimar a taxa de filtração glomerular em idosos

Desempenho de equações baseadas na creatinina plasmática para estimar a taxa de filtração glomerular em idosos

oral administration of 5 mL/kg of water followed by 3 mL/kg every 30 minutes combined with an intravenous infusion of 0.9 % sodium chloride. Three to four urine samples were collected and a blood sample was drawn mid-way through each collection period. The clearance value, calculated by the usual UV/P equation, was the mean value of three to four clearance periods. The measurements of plasma and urine polyfructosan were performed using the same enzymatic method that demonstrated very good specificity and reproducibility (within-run precision <1% and between-run precision <3.5%) 23 .
Show more

52 Read more

Relação proteína-creatinina-urinária no diagnóstico precoce de lesão renal em cadelas com piometra

Relação proteína-creatinina-urinária no diagnóstico precoce de lesão renal em cadelas com piometra

as lacunas na compreensão da patogênese da lesão renal na piometra. A identificação de marcadores de lesão renal precoce, que podem prever e identificar o prognóstico da doença é muito importante. A análise da proteinúria pode diagnosticar lesão renal, uma vez que proteínas como a albumina não são filtradas através do glomérulo e aquelas que sofrem filtração glomerular são quase completamente reabsorvidas pelas células tubulares. O objetivo deste estudo foi avaliar se a relação proteína-creatinina urinária (UPC) pode detectar lesão renal em cadelas com piometra antes do desenvolvimento de azotemia. Para isso, 44 cadelas com piometra foram divididas em dois grupos: cadelas com piometra azotêmica (A, n=15, creatinina >1,7) e cadelas com piometra não azotêmica (NA, n=29). Os dois grupos foram comparados ABSTRACT.- Sant’Anna M.C., Martins G.F., Flaiban K.K.M.C., Trautwein L.G.C. & Martins
Show more

6 Read more

Regulação da apoptose por hormonas sexuais no plexo coroide : implicações na clearance do B-amiloide

Regulação da apoptose por hormonas sexuais no plexo coroide : implicações na clearance do B-amiloide

A deficiência hormonal ovárica após a menopausa é um fator de risco significativo para o desenvolvimento da doença de Alzheimer em mulheres (Paganini-Hill and Henderson 1994; Tang et al. 1996) que tem sido atribuída, principalmente, à depleção dos níveis de estrogénios. Os estrogénios podem impedir a patogénese da AD a vários níveis: 1) protegendo contra a morte celular induzida pelo a-beta, reduzindo a produção e melhorando a clearance do péptido amiloide (Chen et al. 2006); 2) agindo como regulador endógeno de fatores relacionados com a apoptose, pois aumenta a expressão de Bcl-xL e diminui a proteólise mediada por caspases e morte celular induzida por a-beta (Pike 2001); 3) influenciando a função cerebral, pois atravessam facilmente a barreira hematoencefálica, onde podem interagir tanto com os recetores estrogénicos nucleares como com os recetores membranares (Kawata 1995); 4) promovendo o crescimento de neurites e suprimento vascular para o cérebro (Belfort et al. 1995), de forma a aumentar a regeneração e reparação neuronais; 5) promovendo a quebra da proteína precursora amiloide a fragmentos menos suscetíveis de acumular o péptido β-amiloide (Henderson 1997); 6) enfraquecendo os efeitos neurotóxicos do β-amiloide, devido às propriedades antioxidantes (Mukai et al. 1990; Niki and Nakano 1990; Mooradian 1993); 7) aumentando o catabolismo e reduz os níveis plasmáticos da ApoE (Applebaum-Bowden et al. 1989; Kushwaha et al. 1991); e 8) através de efeitos protetores na função e/ou estabilidade mitocondriais (Simpkins and Dykens 2008).
Show more

67 Read more

Show all 186 documents...