Cloreto de Sódio

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AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA CARNE-DE-SOL ELABORADA COM BAIXOS TEORES DE CLORETO DE SÓDIO.

AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA CARNE-DE-SOL ELABORADA COM BAIXOS TEORES DE CLORETO DE SÓDIO.

A atividade de água de um alimento é a medida mais acurada para se determinar a habilidade do cres- cimento microbiano [12], que pode ser reduzida tanto pela desidratação como pela adição de solutos [6]. As Figuras 3 e 4 mostram o comportamento da atividade de água nas amostras dos dois grupos em função da concentração de cloreto de sódio, apresentando uma correlação de -0,49 (p<0,05), valores médios de ativi- dade de água de 0,94 ±0,02, com uma amplitude de 0,89 a 0,97, para as amostras coletadas nos estabele- cimentos inspecionados. A mesma média foi obtida para as amostras coletadas nos estabelecimentos sem ins- peção, com uma amplitude de 0,88 e 0,98 e a correla- ção encontrada entre os parâmetros cloreto de sódio e atividade de água foi um pouco mais elevada, qual seja, r= -0,69 (p<0,05).
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ESTUDO DE RESISTÊNCIA A CLORETO DE SÓDIO DE BACTERIOCINA DE Lactobacillus sakei

ESTUDO DE RESISTÊNCIA A CLORETO DE SÓDIO DE BACTERIOCINA DE Lactobacillus sakei

de sódio usadas, não alterando sua efetividade. Percebe-se também que a amostra controle (caldo MRS nas concentrações de NaCl analisadas) não apresentou indícios de inibição, o que vai de acordo com Hoffmann (2001) que relata que Listeria monocytogenes e Salmonella spp. conseguem se desenvolver em concentrações em média de até 15% e 8% de cloreto de sódio respectivamente, ressaltando que a concentração de sal utilizada por si só não acarretou para com os resultados obtidos, sendo responsabilidade apenas da ação do ELC.
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Preparados homeopáticos de cloreto de sódio e propriedades físico-químicas da água

Preparados homeopáticos de cloreto de sódio e propriedades físico-químicas da água

Nas Tabelas 5 e 1 (análise de variância) está comprovado estatisticamente o efeito das preparações homeopáticas do NaCl, ou seja, as soluções guardaram informações do soluto após diluições subseqüentes. Essa comprovação significa que alguns tratamentos diferem entre si e da testemunha e as tabelas de média confirmam pelo critério de Tukey em alguns tempos (interação significativa). Portanto os efeitos causados por soluções de alta diluição (homeopáticas) são teoricamente devidos a informações que permaneceram na água após sucessivas diluições e sucussões (TEIXEIRA, 2007). Os preparados homeopáticos de NaCl provocaram efeitos em razão da memória da água. Interpretando conforme Elia (2007) a condutividade elétrica nos experimentos 1 e 2 tem evolução temporal que depende do estado inicial porque o sistema tem a memória das condições iniciais, ou seja, do cloreto de sódio.
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Efeitos do cloreto de amônio, ácido cítrico e cloreto de sódio no controle de cistites em porcas

Efeitos do cloreto de amônio, ácido cítrico e cloreto de sódio no controle de cistites em porcas

RESUMO - As infecções urinárias (IU) em porcas estão entre as principais causas de falhas reprodutivas que influem na produtividade do rebanho, proporcionando grandes prejuízos econômicos. No presente trabalho foram testados dois acidificantes urinários - o ácido cítrico e o cloreto de amônio e cloreto de sódio, de modo a comparar a atividade destes produtos, no controle de cistites em matrizes suínas. Utilizaram-se 53 porcas adultas, gestantes ou não, de linhagens comerciais, portadoras ou não de cistite, sendo identificados os animais sadios ou afetados com base nos resultados de urinálises e cultivos bacterianos. O primeiro ensaio foi constituído de duas fases - fase 1 – realizada com 25 fêmeas em início de gestação (20 com cistite e 5 sadias), alimentadas com ração de gestação e fase 2 – realizada com 20 animais em final de gestação (16 com cistite e 4 sadias), alimentadas com ração de lactação. O pH, a densidade e a contagem bacteriana nas amostras de urina foram as variáveis estudadas. No segundo ensaio foram utilizadas 8 porcas, todas com cistite e não gestantes. A quatro delas administrou-se ração com cloreto de amônio e outras quatro receberam ração não suplementada com o produto. Avaliou-se o consumo de água, a produção de urina, os pH da urina e do sangue. Os resultados demonstraram que o ácido cítrico determinou diminuição do número de unidades formadoras de colônias, porém não interferiu no pH e densidade urinária dos animais. O cloreto de amônio reduziu o pH urinário demonstrando ação acidificante mesmo colhendo a urina 24 horas após o arraçoamento, porém não interferiu nas densidade e contagem bacteriana. Com relação o cloreto de sódio (1,5% ou 52,5 g/Kg de ração) não se observou qualquer efeito sobre os parâmetros estudados (pH urinário, densidade e contagem bacteriana).
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CONSERVAÇÃO DE CARCAÇAS A BASE DE FORMÁLDEIDO COMPARANDO A EFICÁCIA DO ARMAZENAMENTO SOB REFRIGERAÇÃO E EM SOLUÇÃO AQUOSA DE CLORETO DE SÓDIO A 30%

CONSERVAÇÃO DE CARCAÇAS A BASE DE FORMÁLDEIDO COMPARANDO A EFICÁCIA DO ARMAZENAMENTO SOB REFRIGERAÇÃO E EM SOLUÇÃO AQUOSA DE CLORETO DE SÓDIO A 30%

A Medicina Veterinária vive uma constante busca por modelos anatômicos que substituam as peças naturais. Dessa forma é necessário criar métodos que agridam menos a saúde do estudante e que tenham maior eficiência na conservação de uma boa carcaça visando manter os tecidos firmes, a cor e a elasticidade próximas da encontrada no animal recém abatido, livre de características de decomposição e ausência de odor de putrefação . O presente estudo teve como objetivo avaliar a eficiência entre diferentes métodos de conservação de cadáveres, para isto utilizou-se o cadáver de um ovino e de um cão vindos a óbito recentemente na Universidade Vale do Rio Verde – Unincor. E visou testar dois métodos de conservação realizados com a mesma quantidade de formaldeído a 5% injetado intramuscular: a carcaça do ovino foi mantida sob refrigeração e a do canino em solução aquosa de cloreto de sódio a 30% trocada no intervalo de 15 dias. Os dois grupos foram analisados a cada sete dias durante um semestre considerando aspectos ideais de uma boa peça: tecidos firmes, cor e elasticidade próximas ao animal recém abatido e ausência de odor característico de putrefação. Ao fim da pesquisa, as duas carcaças apresentaram-se ausentes de odor e ardor provocados pelo formaldeído, porém durante o manuseio a do canino demonstrou baixa flexibilidade e não manteve-se com ótima cor. Entretanto, mediante todos os aspectos avaliados a peça conservada em solução aquosa de cloreto de sódio a 30% demonstrou um melhor custo benefício.
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Efeitos do baixo volume de solução de cloreto de sódio a 0,9% isoladamente ou associada à solução de cloreto de sódio a 7,5% em coelhos submetidos a hemorragia aguda

Efeitos do baixo volume de solução de cloreto de sódio a 0,9% isoladamente ou associada à solução de cloreto de sódio a 7,5% em coelhos submetidos a hemorragia aguda

A hipotensão é um achado frequente na rotina clínica, tanto do homem como em animais de companhia, podendo ser decorrente de diversos fatores, como perda aguda de sangue. O tratamento da hemorragia aguda consiste na tentativa de cessar o sangramento, na administração de fluidos cristalóides e colóides intravenosos e sangue e hemoderivados para restabelecer o volume intravascular, a perfusão, com consequente oxigenação dos tecidos. Objetivou-se estudar os efeitos da hemorragia aguda controlada com hipotensão permissiva sobre os parâmetros macrohemodinâmicos e de microscopia renal em coelhos tratados com baixo volume de solução de cloreto de sódio a 0,9% isoladamente ou associada a solução salina hipertônica a 7,5%. Para tal foram utilizados 12 coelhos da raça Nova Zelândia, distribuídos em dois grupos de igual número (GH e GC), nos quais após instrumentação e anestesia com isofluorano foi induzido a hipovolemia aguda. O sangue foi coletado pela artéria carótida na velocidade de 20 mL/min, até que a PAM atingissem o valor de 35 mmHg. Decorridos 30 minutos da retirada do sangue, nos animais no GH administrou-se solução salina hipertônica 7,5%, em bolus, no volume de 4,0 mL/Kg, na velocidade de infusão de 1,0 mL/Kg/min, por via intravenosa, e após começou a infusão de solução de cloreto de sódio a 0,9%, na velocidade de 5,0 mL/Kg/h. Os do GC não receberam nenhum tratamento, além de solução de cloreto de sódio a 0,9%, na velocidade de 5 mL/kg/h. Foram avaliados os parâmetros de frequência cardíaca, pressão arterial média, pressão venosa central, lactato e histologia renal em diferentes momentos durante o quadro de hipovolemia aguda com hipotensão permissiva. Não foram demonstradas diferenças estatísticas significativas em nenhum parâmetro avaliado entre os grupos experimentais. Conclui-se que nas condições deste estudo que a utilização da solução de cloreto de sódio a 0,9% em baixo volume não difere em relação a sua associação com a solução salina hipertônica a 7,5% nos parâmetros macrohemodinâmicos e histológicos renais na primeira hora de hemorragia aguda controlada.
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Substituição parcial de cloreto de sódio por cloreto de potássio: Influência sobre os parâmetros de qualidade do pão francês

Substituição parcial de cloreto de sódio por cloreto de potássio: Influência sobre os parâmetros de qualidade do pão francês

Há uma tendência mundial de redução de sódio nos alimentos industrializados, em função da sua relação com o aumento da pressão arterial. Na medida em que o pão tipo francês é um dos alimentos que mais contribuem para a ingestão de sódio pela população brasileira, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a substituição do cloreto de sódio (NaCl) por cloreto de potássio (KCl) neste produto, como forma de atender a essa tendência, avaliando-se os efeitos destes sobre as suas características físicas, físico-químicas e sensoriais. Foi utilizado um planejamento fatorial 2 2 , com 4 pontos fatoriais e 3 pontos centrais, totalizando 7 experimentos, cujas variáveis independentes foram o cloreto de sódio (0,4 a 1,6%) e cloreto de potássio (0,2 a 0,8%). As respostas físicas e físico-químicas foram: Umidade, pH, acidez, volume específico, cor (L*, a*, b*) e o perfil de textura (firmeza, mastigabilidade, elasticidade e coesividade). As respostas sensoriais foram: cor da casca, pureza da cor da superfície, abertura da pestana, cor do miolo, estrutura do miolo, aroma fermentado, sabor salgado, residual amargo, crocância da casca, maciez do miolo, mastigabilidade e umidade. As análises foram conduzidas com 14 julgadores treinados através da metodologia fundamentada na Análise Descritiva Quantitativa (ADQ). Foi avaliado também os teores de sódio e potássio presentes nas formulações. Apenas as respostas sabor salgado e mastigabilidade sensorial geraram modelos estatisticamente significativos, para as demais não foi possível estabelecer modelos significativos, este resultado indica que, apesar das variações nas concentrações de cloreto de sódio e cloreto de potássio, estas não influenciaram nas características descritas, obtendo-se um produto uniforme para os tratamentos estudados. O cloreto de potássio provocou maior efeito na variável mastigabilidade sensorial; a faixa otimizada para a utilização deste sal no produto foi de 0,2 a 0,5%. O cloreto de sódio apresentou maior efeito na variável sabor salgado; a faixa otimizada para a utilização desde sal foi de 1,0 a 1,6%. Todas as reduções atendem à previsão recomendada pela ANVISA para 2014. Os resultados obtidos neste trabalho indicam que, nos níveis pesquisados, a adição de cloreto de potássio favoreceu na obtenção de pão francês com menores teores de sódio e comprovaram a viabilidade tecnológica de se produzir pão francês com até 50% de redução de sal (1,0% na formulação comercial) com 0,5 % de cloreto de potássio, o que proporcionaria pães com a quantidade de sódio proposta para atender aos limites estabelecidos (174,09 mg.50 g –1 ), em relação a uma formulação padrão de 1,88% (306,5 mg.50g -1 ) de sal.
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Open Otimização do uso de sal de ervas e cloreto de potássio na substituição parcial do cloreto de sódio em corte e em linguiça de frango

Open Otimização do uso de sal de ervas e cloreto de potássio na substituição parcial do cloreto de sódio em corte e em linguiça de frango

Bezerra (2008) empregou em seus estudos o “sal de ervas”, definido como um composto preparado com partes iguais de cloreto de sódio, alecrim ( Rosma r inus officina lis ), manjericão ( Ocimum basilicum ) e orégano ( Or iga num vulga r e ) desidratado. Este ajuda na diminuição do sal absoluto e agrega propriedades antioxidantes e anti - inflamatórias provenientes de substâncias bioativas encontradas nas ervas, podendo ser usada em qualquer alimento. A associação dos fitoquímicos de tais ervas com o NaCl favorece o tratamento e a prevenção das doenças cardiovasculares. O “sal de ervas” foi utilizado no feijão, e a pesquisa foi desenvolvida com pacientes hipertensos, os quais não perceberam nenhuma diferença significativa no feijão preparado com sal de ervas quando comparado ao feijão ao modo convencional, sendo uma alternativa promissora que merece um estudo mais detalhado.
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Níveis de cloreto de sódio para aves de corte da linhagem Colonial criadas em semiconfinamento.

Níveis de cloreto de sódio para aves de corte da linhagem Colonial criadas em semiconfinamento.

O desdobramento da interação entre os níveis de cloreto de sódio e sexo aos resultados da concentração de hematócritos (Hct) apresentou ajuste aos dados dos machos com o modelo linear. Dessa forma, à medida que os níveis de cloreto de sódio aumentaram nas rações, a concentração de hematócrito no sangue decresceu. Os resultados das fêmeas apresentaram comportamento semelhante ao dos machos e foram ajustados pela equação quadrática que estimou o nível de 0,457% de cloreto de sódio que reduziu a concentração de hematócrito no sangue (Tabela 3). Esses resultados estão de acordo com os descritos por Lott et al. (1992), que, em pesquisa com frangos de corte dos 36 aos 39 dias de idade, verificaram redução na taxa de hematócrito à medida que níveis de sódio foram acrescidos à água de bebida. Devido aos acréscimos na ingestão de cloreto de sódio pelas aves que receberam maiores suplementações nas rações, os processos metabólicos para manterem a homeostase orgânica foram acionados, resultando em maior ingestão de água pelas aves. Esse fato pode ter favorecido a hemodiluição, que, por sua vez, propiciou menores valores de hematócrito no sangue. Quando ocorre alteração na pressão osmótica do sangue, as hemácias podem se romper, devido à menor concentração de íons na solução (hipotônica) plasmática, diminuindo a
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Efeito da substituição de cloreto de sódio por cloreto de potássio em pão francês.

Efeito da substituição de cloreto de sódio por cloreto de potássio em pão francês.

O sal é um ingrediente comum em produtos de panificação, contribuindo para o sabor, além de influir nas propriedades tecnológicas. As principais funções tecnológicas do sal em produtos de panificação, de acordo com Cauvain (2007) e Calvel (1987), são o favorecimento do desenvolvimento da rede de glúten e o reforço das propriedades viscoelásticas da massa, assim como a inibição da atividade da levedura na fermentação e o controle da atividade de água no pão cozido. Além disso, sais neutros, como o cloreto de sódio, influenciam nas interações hidrofóbicas, pois induzem a mudanças conformacionais dos biopolímeros da massa (PRESTON, 1989). O sal aumenta o tempo de desenvolvimento da massa (GALAL et al., 1978) e a sua resistência (SALOVAARA, 1982a). Estudos realizados por Larsson (2002) mostraram que o cloreto de sódio (NaCl), em concentrações de até 2% (0,5; 1 e 2%), aumentou o módulo de elasticidade da farinha de trigo.
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Lixiviação da calcopirita com cloreto férrico e cloreto de sódio.

Lixiviação da calcopirita com cloreto férrico e cloreto de sódio.

A passivação da calcopirita tem sido muito pesquisada atualmente, de- vido às suas implicações práticas. Lu et al. (2000) estudaram o efeito de íons clo- reto na dissolução do mineral em solu- ções ácidas oxigenadas e concluíram que a presença de NaCl, na solução lixivian- te, promoveu a formação de uma camada de enxofre poroso, favorecendo a difu- são dos reagentes através do filme de enxofre (produto da reação) e a continu- ação da reação na superfície do mineral. A adição de cloreto de sódio na solução lixiviante de sulfetos de cobre também foi estudada por Winand (1991). Porém este atribuiu à formação de com- plexos de cloro e cobre como sendo o fator determinante do aumento da taxa de lixiviação, pelo aumento da solubili- dade de cobre no sistema Cl - / Cu(II) e/
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Efeito do Cloreto de Sódio sobre o crescimento e acumulação de nutrientes da Mamoneira.

Efeito do Cloreto de Sódio sobre o crescimento e acumulação de nutrientes da Mamoneira.

Recentemente, especial ênfase tem sido direcionada ao cultivo da mamoneira, contudo, poucos são os resultados disponíveis na literatura sobre o real potencial desta cultura em se desenvolver e produzir quando cultivada em áreas salinizadas. Por tratar- se de uma cultura naturalmente vigorosa, de fácil propagação e que pode apresentar relevante importância social e econômica para o país, especialmente para o nordeste e considerando os escassos estudos relacionados, visou-se neste trabalho, avaliar a tolerância da salinidade e seus efeitos sobre os teores de nutrientes na planta. Foi instalado um experimento casa de vegetação em condições hidropônicas. Usou-se 10 tratamentos de salinidade correspondentes a CE da solução nutritiva de 1,7; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 6,0; 7,5; 9,0, 12,5 e 15,0 dS/m. o delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, com três repetições. A salinidade afeta negativamente o crescimento das plantas de mamona e acarreta sintomas visuais de toxidez, caracterizados por queima das bordas e ápice das folhas e, em estágio mais avançado, amarelecimento do limbo e queda das mesmas, é considerada moderadamente sensível a salinidade, apresentando a salinidade limiar está entre 1,7 a 2,5 dS/m, houve aumentos nos teores de fósforo nas raízes da mamona, decréscimos nos teores de potássio nas folhas, o cálcio e o magnésio tiveram seus teores constantes, sendo que o cálcio apresentou maiores acúmulos nas folhas, os teores do zinco foram maiores nos caules, enquanto que o cobre apresentou maior acumulo nas raízes, tanto o ferro, quanto o manganês apresentaram maiores teores nas raízes e os teores de sódio e cloro aumentaram significativamente em todas as partes da planta com o aumento da salinidade, sendo os teores de cloro, maiores que sódio. Para os dois íons Na + e Cl - , ocorreu maior acumulo ocorreu nas raízes, seguidos dos caules e folhas.
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Efeitos do cloreto de sódio sobre o  e absorção de nutrientes na cultura da berinjela.

Efeitos do cloreto de sódio sobre o e absorção de nutrientes na cultura da berinjela.

Os efeitos imediatos da salinidade sobre os vegetais são: efeito osmótico, proveniente da diminuição do potencial osmótico, desbalanceamento nutricional devido à elevada concentração iônica, especialmente o sódio, inibindo a absorção de outros nutrientes e efeito tóxico de íons, particularmente o cloro e sódio (Santana et al, 2003). Entretanto o grau com que cada um desses componentes de estresse salino influência o crescimento é dependente de muitos fatores, ou seja, da espécie vegetal, da cultivar, do tipo de salinidade, da intensidade e da duração do estresse salino, da luminosidade, da umidade do solo e do ar e do estádio de desenvolvimento da planta (Cramer et al, 1994). Os efeitos de íons tóxicos acontecem quando as plantas absorvem os sais do solo, juntamente com a água permitindo que haja toxidez na planta por excesso de íons absorvidos. Este excesso promove desbalanceamento e danos no citoplasma. Os sintomas de excesso resultam em danos inicialmente na bordadura e no ápice das folhas, a partir de onde a planta perde, por transpiração, quase que tão somente água, havendo nestas regiões acúmulo do sal translocado do solo para a planta e, obviamente, intensa toxidez dos sais (Lima, 1997).
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Estudo da geração de nanopartículas a partir da atomização de soluções de cloreto de sódio

Estudo da geração de nanopartículas a partir da atomização de soluções de cloreto de sódio

FG%EK CLC%IF GDE%EF CHDK%KK HHKF%FF HKHL%LJ HDEF%FF HDEL%LJ FDLF%FF HECK%KK DCIL%LJ DK%KK CEC%CJ GKH%DK CHKK%KK HHHL%LJ HKIK%KK HDIF%FF HEFK%KK FLKK%KK HLKL%LJ DFHL%LJ DC%DK CFL%DK JFJ%E[r]

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Eletrooxidação do etanol na presença de cloreto de sódio em eletrodos de óxidos de...

Eletrooxidação do etanol na presença de cloreto de sódio em eletrodos de óxidos de...

Juntando todos os parâmetros analisados, como q*, FR e produção de cloro e/ou oxidantes, pode3se concluir que, os eletrodos que apresentam as melhores propriedades eletrocatalíticas são [r]

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Intervalos de referência para sódio, cloreto e potássio em amostras urinárias isoladas

Intervalos de referência para sódio, cloreto e potássio em amostras urinárias isoladas

O sódio é o principal cátion do fluido extracelular, responsável por quase metade da osmolaridade do plasma e tem importante função na regulação da volemia corporal. Em condições fisiológicas, as concentrações séricas variam de 136 a 145 mEq/L enquanto a excreção urinária varia de 120 a 240 mEq/dia em adultos saudáveis com uma ingestão média diária de 7 a 14g de cloreto de sódio (BURTIS et al., 2012). Em situação de equilíbrio, a excreção de sódio reflete a ingestão (HARRINGTON; COHEN, 1975; KIRSZTAJN, 2010). O sódio é livremente filtrado pelos glomérulos renais e reabsorvido principalmente nos túbulos proximais (cerca de 70%) e na alça de Henle (25%) juntamente com o cloreto e água, enquanto os túbulos distais e ductos coletores são responsáveis pela reabsorção da maior parte restante (GUYTON & HALL, 2011).
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Efeito in vitro de químicos no crescimento micelial de Saprolegnia spp..

Efeito in vitro de químicos no crescimento micelial de Saprolegnia spp..

eficácia desse composto no controle de saprolegniose, bem como sua toxicidade para O. bonariensis e O. humensis são necessários. Nas condições em que o estudo foi realizado, PVPI (10% de iodo) não evidenciou contribuição significativa para o controle de Saprolegnia spp. Esses resultados diferem de pesquisas prévias que utilizaram PVPI na inibição do crescimento micelial de Saprolegnia spp., Achyla spp. e Aphanomyces spp. (FUANGSAWAT et al., 2011). Quando avaliada a atividade dos compostos salinos, observou-se que não houve inibição do crescimento micelial do oomiceto, em nenhuma das concentrações testadas. Resultados similares foram relatados por FUANGSAWAT et al. (2011). Embora MARKING et al. (1994) e KHODABANDEH & ABTAHI (2006) afirmem que concentrações de 3 e 3,5% de cloreto de sódio sejam eficazes na prevenção da infecção em ovos de truta arco-íris e carpa comum, os resultados obtidos no presente estudo evidenciam que as concentrações dos compostos salinos avaliados encontram-se acima das relatadas por esses autores. Dessa forma, acredita-se que o emprego desses compostos no controle da enfermidade em peixe- rei torna-se inviável, uma vez que as concentrações necessárias para a inibição do crescimento do oomiceto encontram-se bem acima dos níveis de tolerância para o peixe-rei (PACHECO-MARINO & SALIBIAN, 2010).
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Matrizes poliméricas puras e modificadas para adsorção do gás sulfeto de hidrogênio

Matrizes poliméricas puras e modificadas para adsorção do gás sulfeto de hidrogênio

O cloro presente na estrutura molecular do PVC é proveniente do sal marinho ou do cloreto de sódio mineral (salgema), uma fonte praticamente inesgotável de matéria-prima. Além do uso na produção do PVC, correspondente a cerca de 34 % de sua demanda mundial, o cloro é utilizado em aplicações nas indústrias de cosméticos, revestimentos, purificação de água, papel e celulose, desinfetantes para piscinas, agricultura e indústria farmacêutica, dentre outras. Devido ao seu processo de obtenção, baseado na eletrólise de uma mistura de sal e água, o cloro deve ser utilizado em balanço com a soda cáustica. O processo ainda fornece hidrogênio, normalmente utilizado como combustível nas próprias plantas de eletrólise para geração de energia. A presença do átomo de cloro em sua estrutura molecular torna o PVC um polímero naturalmente resistente à propagação de chamas, contribuindo para aplicações nos quais a baixa inflamabilidade é item obrigatório, principalmente em aplicações ligadas à construção civil tais como em fios e cabos elétricos, eletrodutos e forros/revestimentos residencial. Além disto, o grande teor de cloro presente na estrutura molecular do PVC torna sua molécula extremamente polar, o que aumenta sua afinidade e permite sua mistura com uma gama muito maior de aditivos que a de qualquer outro termoplástico, possibilitando a preparação de formulações com propriedades e características perfeitamente adequadas a cada aplicação (RODOLFO JÚNIOR; MEI, 2007).
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Nucleação e crescimento cristalino: experimentos didáticos de cristalização

Nucleação e crescimento cristalino: experimentos didáticos de cristalização

Mesmo assim, com o sal cloreto de sódio como sal grosso comercial (SG), a taxa de evaporação do experimento de crescimento cristalino com agitação se demonstrou muito maior, [r]

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