Cloro residual livre

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Decaimento de cloro residual livre em águas distribuidas em redes de abastecimento / Free residual chlorine decay in water distributed in supply networks

Decaimento de cloro residual livre em águas distribuidas em redes de abastecimento / Free residual chlorine decay in water distributed in supply networks

Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 5, n. 9, p. 16366-16375, sep. 2019 ISSN 2525-8761 assunto está relacionada ao fato de o cloro ser o desinfetante mais usado no tratamento de água. A modelagem matemática se mostrou presente em grande parte dos artigos, confirmando que é uma ferramenta importante no controle da demanda de cloro, sendo que os modelos cinéticos de primeira ordem são os mais empregados na previsão da concentração de cloro ao longo da rede. O EPANET sobressaiu quanto aos demais, talvez pelo fato de ser de domínio público, não sendo necessária licença para o seu uso, tornando-o acessível aos pesquisadores interessados.
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Avaliação da formação de subprodutos da cloração em água para consumo humano

Avaliação da formação de subprodutos da cloração em água para consumo humano

O presente trabalho teve por objetivo avaliar a concentração de subprodutos da cloração na água destinada ao consumo humano na rede de distribuição e em três estações de tratamento de água (ETAs) que apresentam mananciais de captação e tecnologias de tratamento com características distintas, referenciadas nesta pesquisa como ETA A (ciclo completo), ETA B (filtração direta descendente/ flotação) e ETA C (filtração direta descendente). As amostras de água bruta e tratada foram coletadas mensalmente no período de março/2009 a fevereiro/2010. A caracterização da água bruta foi realizada através dos parâmetros físico- químicos pH, temperatura, cor aparente, turbidez, alcalinidade total e carbono orgânico dissolvido. Na água tratada, os parâmetros analisados foram os seguintes: pH, temperatura, cloro residual livre e subprodutos da cloração (trialometanos, ácidos haloacéticos, halopicrina, haloacetonitrilas, halocetonas e cloro hidrato), estes últimos quantificados por cromatografia em fase gasosa com detector de captura de elétrons. As matrizes de correlação de Spearman, por meio das quais investigou-se as correlações entre os subprodutos da cloração e as variáveis que influenciam na formação destas substâncias, indicaram que os parâmetros monitorados (temperatura, pH e cloro residual), freqüentemente não apresentaram coeficientes de correlação estatisticamente significativos com a formação dos subprodutos monitorados. Entre os trialometanos quantificados, o clorofórmio foi o que apresentou maior concentração, tanto na saída das ETAs A, B e C, como nas redes de distribuição correspondentes e, nestes pontos de amostragem, as concentrações de ácidos haloacéticos totais freqüentemente superaram as concentrações de trialometanos totais. A presença deste último subproduto foi verificada, em todas as análises realizadas nas águas das ETAs A e B, em concentrações inferiores ao valor máximo permitido no atual padrão de potabilidade brasileiro, de 0,1 mg.L -1 , e as concentrações de ácidos haloacéticos foram inferiores ao padrão regulado nos Estados Unidos, limitado a 60 μg.L -1
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Dinâmica da contaminação fecal e uso do cloro na desinfecção da água oferecida a bezerras em propriedade leiteira

Dinâmica da contaminação fecal e uso do cloro na desinfecção da água oferecida a bezerras em propriedade leiteira

Para as amostras de água que foram mantidas em manejo em local coberto, durante a 1ª troca de água, verificou-se, também, que durante o período de 17 horas que a água permaneceu exposta para consumo das bezerras, ocorreu depreciação na qualidade microbiológica da água, principalmente nas que não receberam o cloro, em relação às cloradas. Esse manejo apresentou a maior demanda de cloro residual livre em comparação aos outros dois manejos. As contagens dos microrganismos indicadores de poluição fecal apresentaram-se inicialmente elevadas, no momento de colheita T0, em relação aos demais manejos, principalmente nas águas não cloradas. Esse achado pode estar relacionado à redução nas concentrações de cloro residual livre das amostras de água em comparação aos outros manejos, conforme Tabelas 7 e 8.
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VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

No que se refere aos parâmetros turbidez e cloro residual livre, a responsabilidade é dos municípios que devem adquirir equipamentos de campo (turbidímetro e fotômetro) para quantificar tais parâmetros. Em 2014, 28 dos 92 municípios fluminenses (30%) ainda não realizavam análises de cloro residual livre e turbidez. Isso demonstra que ainda há dificuldade para os programas VIGIAGUA municipais adquirirem esses equipamentos, que embora sejam pouco onerosos, principalmente se considerarmos o benefício da infor- mação que podem trazer, não são considerados prioritários por parte dos gestores. Assim, muitos municípios acabam simplesmente coletando e enviando amostras de água para o LACEN aferir a colimetria e não testam cloro livre e turbidez. Apenas um quantitativo menor de municípios (9) não realizou testes de colimetria.
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O uso de cloro na desinfecção de águas, a formação de trihalometanos e os riscos potenciais à saúde pública.

O uso de cloro na desinfecção de águas, a formação de trihalometanos e os riscos potenciais à saúde pública.

A adição de cloro em águas que contenham nitrogênio amoniacal poderá produzir uma série de reações, que dependerão da relação entre o cloro dosado e o nitrogênio amoniacal presente, do pH, da temperatura e do tempo de reação (Rossin, 1987; Van Bremem, 1984). O cloro residual (cloro residual combinado) inicialmente aumenta com o aumento do cloro aplicado, passando por um máximo, e, em seguida, diminui até um mínimo; a partir deste mínimo, o cloro residual, agora sob a forma de cloro residual livre, aumenta proporcionalmente com a quantidade de cloro aplicada. O ponto de inflexão encontrado é chamado de breakpoint (cloração ao breakpoint). Com o início da cloração, o nitrogênio amoniacal consome o cloro na formação de cloraminas. O ponto máximo é atingido quando toda a amônia
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Desinfeção de Efluentes Urbanos através de Doseamento de Cloro

Desinfeção de Efluentes Urbanos através de Doseamento de Cloro

 É de referir que no dia 1 de Julho algumas amostras apresentam valores para a concentração de cloro residual livre que não são consistentes em todas as análises realizadas. Como é o caso da amostra D5 que apresenta valores para a concentração de cloro residual livre que não são consistentes em todas as análises. Como se pode observar pela tabela 11.3 a primeira análise apresenta uma concentração de 0,85 mg/L, e numa quarta análise, uma concentração de 0,37 mg/L. Por outro lado a segunda, a terceira e a quinta análise apresenta uma concentração média de 0,18 mg/L. O mesmo acontece para a amostra D2 e D7. Uma justificação para este acontecimento, pode relacionar-se com o método utilizado nesta determinação de cloro residual livre.
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AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS E MICROBIOLÓGICOS DAS ÁGUAS DE PISCINAS LOCALIZADAS NO MUNICÍPIO DE ARIQUEMES-RO

AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS E MICROBIOLÓGICOS DAS ÁGUAS DE PISCINAS LOCALIZADAS NO MUNICÍPIO DE ARIQUEMES-RO

A cloração simples se preocupa em atender a demanda de cloro, aplicando o combinado até alcançar um cloro residual livre dentre 0,1 e 0,2 mg/L, valor acatado para a desinfecção completa da água (12) . Quando excedidos tais limites, podem pôr em risco a saúde. Na insuficiência pode ocorrer o desenvolvimento de microrganismo patogênicos, e em excesso, o cloro combina com a matéria orgânica presente na água, produzindo trihalometano, uma substância altamente cancerígena, que além de gerar odores e sabores desagradáveis na água, podendo ocasionar irritação à pele e olhos (14) .
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Modelação do decaimento do cloro residual numa água superficial

Modelação do decaimento do cloro residual numa água superficial

Uma melhor qualidade de vida é um dos fatores mais procurados e requeridos pela sociedade moderna, e isso inclui naturalmente uma preocupação muito grande com a qualidade água consumida. A cloração é o método mais utilizado para desinfetar e controlar a atividade microbiana numa água, quer nas unidades de armazenamento, quer ao longo da rede de distribuição. O cloro residual livre reage com as substâncias presentes na água e nas paredes das tubagens ao longo dos sistemas de distribuição, levando deste modo a uma diminuição da concentração inicial do cloro. Como resultado dessas reacções surgem os subprodutos da desinfecção, os principais são os Trihalometanos, que por serem considerados prejudiciais à saúde humana exigem controlo apertado.
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Avaliação das condições sanitárias de trailers de lanche do município de Presidente Prudente - SP

Avaliação das condições sanitárias de trailers de lanche do município de Presidente Prudente - SP

foram visitados e avaliados em seus aspectos higiênico-sanitários através do preenchimento de um roteiro de inspeção adaptado à resolução estadual SS 142/93, obtendo-se classificação de péssimo a regular em 100% dos trailers. Um parâmetro entre o risco e o perigo foi comparado, coletando-se amostras dos alimentos e das mãos dos manipuladores. Foi determinado o número de coliformes fecais nos lanches tipo “x-salada”, encontrando-se em 69,23% das amostras valores acima dos limites estipulados pela RDC n. º 12/01 da ANVISA. Foi detectada presença da bactéria Salmonella spp em uma das amostras de molho à base de maionese. Encontraram-se ovos de Ascaris spp e larva de Nematóideo em duas amostras das alfaces utilizadas na confecção dos lanches, o que representa 7,7% das amostras contaminadas por parasitas. Foram coletadas ainda, amostras de “swabs” das mãos e unhas dos manipuladores dos lanches para detecção de S.aureus e Enterobactérias, encontrados em 23% e 76,9% das amostras, respectivamente. Nas análises de cloro residual livre e pH das águas utilizadas pelos trailers, 11,5% das amostras estavam com valores de cloro abaixo do exigido pela portaria MS n.º 1.469/00. Todas as amostras de água estavam adequadas quanto ao pH.
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art rosouza turbidez

art rosouza turbidez

de avaliação de desempenho baseada na remoção de DBO, DQO, SST e coliformes pode ser complementada com melhor interpretação de outros parâmetros de controle. O presente estudo tem como objetivo principal apresentar que turbidez e cloro residual livre são parâmetros relevantes na monitoração de sistemas tanque séptico seguido de filtro anaeróbio. Enseja-se destacar que turbidez e cloro residual livre servem para estimar, respectivamente, o conteúdo orgânico e a concentração de bactérias do grupo coliforme em efluentes anaeróbios de sistemas T SEP -F AN .
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Desinfecção de efluente anaeróbio com o uso de ozônio/cloro.

Desinfecção de efluente anaeróbio com o uso de ozônio/cloro.

Para a etapa seguinte de desinfecção, ou seja, a aplicação de cloro, foram coletados aproximadamente 2,0 L do efl uente ozonizado, sem remoção do ozônio residual. Os ensaios em que se aplicava cloro (hipoclorito de sódio) foram realizados em sistema de batelada, empregando béqueres de vidro de borossilicato com volume igual a 2,0 L, dispostos sobre um equipamento Jar-Test com volume igual a 1,5 L de efl uente ozonizado. A rotação utilizada no Jar-Test para a agitação da amostra, durante o tempo de contato preestabelecido, foi de 70 rpm.

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Aperfeiçoamento da sequência O/OD*(EP)DP para branqueamento de celulose kraft de eucalipto

Aperfeiçoamento da sequência O/OD*(EP)DP para branqueamento de celulose kraft de eucalipto

Como a polpa kraft de eucalipto possui muito pouca lignina, sobretudo no estágio D1, não há necessidade de grande deslignificação. O ponto máximo de alvura para estas espécies não está mais atrelado ao residual de lignina. Para a polpa estudada, a elevação do pH do estágio D1, e o consequente deslocamento do equilíbrio para a formação de ácido hipocloroso e até hipoclorito, norteia o ponto de máxima alvura deste estágio de branqueamento.

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Estudo e transformação química de biopolímeros a base de quitina e quitosana para preparação de materiais com diversas propriedades

Estudo e transformação química de biopolímeros a base de quitina e quitosana para preparação de materiais com diversas propriedades

Benzilquitosana. Subsequentemente, reações de acoplamento entre o produto sintetizado e diferentes sais de diazônio foram realizadas para produzir uma nova classe de compostos poli-azóicos a partir deste polímero. Estas modificações são importantes pela síntese de novos derivados com potencial aplicação como materiais orgânicos. Pela técnica de ressonância magnética nuclear de próton em solução, determinou-se o grau de desacetilação do polímero que foi de 68 %. O grau de substituição do derivado N- Benzilquitosana também foi determinado por RMN de 1 H e o valor encontrado foi de 46 %. Todos os compostos foram caracterizados por espectroscopia de absorção na região do infravermelho e ressonância magnética nuclear em solução e no estado sólido, que confirmaram a síntese dos derivados poliméricos. Devido ao alto peso molecular do polímero e seus derivados, estes foram hidrolisados e os oligômeros formados foram estudados por espectrometria de massas com ionização por eletrospray. Além de confirmar a formação do composto N-Benzilquitosana, constatou-se uma reação de substituição nucleofílica aromática do átomo de bromo e do grupo nitro pelo átomo de cloro promovido pela alta concentração de íons cloretos no meio reacional. Entretanto, a técnica não se mostrou adequada para a caracterização dos poli-azo-compostos, pois a reação de hidrólise ácida leva a uma degradação dos mesmos. A espectroscopia de UV- VIS permitiu identificar as bandas de absorção dos poli-azo-compostos e mostrou que os substituintes influenciam na absorção causando um efeito batocrômico para um maior comprimento de onda. Por fim, estudou-se o comportamento térmico do polímero quitina-quitosana e seus derivados pelas técnicas de termogravimetria e calorimetria explanatória diferencial. As curvas de TG mostraram que os derivados de quitina- quitosana degradam a temperaturas menores que o polímero não modificado, na qual possibilita os compostos a serem estudados como potenciais sensores de temperatura. As curvas DSC concordam com os resultados observados em TG/FTIR.
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Desinfecção de efluentes sanitários através de dióxido de cloro.

Desinfecção de efluentes sanitários através de dióxido de cloro.

O objetivo do presente trabalho é es- tudar a desinfecção mediante dióxido de cloro de esgoto sanitário previamente trata- do em sistema de lodos ativados de aeração prolongada, visando a determinação da dosagem e do tempo de contato mínimos que levam ao grau de desinfecção necessá- rio requerido pelas normativas. O estudo foi efetuado em planta piloto como uma primeira etapa prévia à implementação de um sistema de desinfecção a escala de Esta- ção de Tratamento de Esgoto (ETE). Foi também efetuado um estudo econômico sobre os custos de implementação e opera- ção do processo em nível de ETE ao objeto de determinar sua viabilidade econômica. O trabalho foi iniciado dentro das pesqui- sas correspondentes ao Programa de Pes- quisa em Saneamento Básico – PROSAB 3 (Gonçalves et al, 2003).
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Pré-tratamento com cloro e ozônio para remoção de cianobactérias.

Pré-tratamento com cloro e ozônio para remoção de cianobactérias.

formação de trialometanos foi superior aos ensaios com pré-cloração, sendo que para todas as dosagens de ozônio a con- centração de THM, após o tratamento completo (pré-oxidação – coagulação – filtração – desinfecção final com clo- ro), foi inferior a 40µg/L, o que vem ao encontro das tendências normativas futuras para tal composto. Quando a pré-oxidação e a desinfecção final são feitas somente com cloro, a concen- tração de THM aumenta significativa- mente, mesmo para doses de cloro na ordem de 3,0 a 3,5 mg/L, alcançando valores superiores a 98µg/L.
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Crescimento e  do dossel do capimtanzânia com três freqüências de desfolhação e dois resíduos póspastejo

Crescimento e do dossel do capimtanzânia com três freqüências de desfolhação e dois resíduos póspastejo

ocorrido nos meses de agosto a setembro na região Sudeste do país. Cândido et al. (2005b) trabalhando com capim-mombaça, Silva (2004) e Pompeu (2006), trabalhando com capim- tanzânia em pastejo sob lotação rotativa verificaram valores bem abaixo dos relatados no presente estudo, com média de 0,18; 0,21 cm/perfilho x dia respectivamente. Carnevalli (2003) relatou valores de 0,15 e 0,36 cm/perfilho x dia de TAlH para 95 e 100% de IRFA, respectivamente. Pode-se verificar que o valor da TAlH para 100% está próxima ao obtido para 97% da IRFA relatado neste trabalho. O fato que pode ter contribuído para os valores aqui verificados serem mais elevados foi o corte de uniformização da área ter sido efetuado muito elevado, com uma porção de haste bastante significativa e por ser uma característica de difícil controle, manteve valores elevados durante todo o experimento. Barbosa (2004) verificou valores bem abaixo de TAlH em seu trabalho tanto na comparação dos níveis de IRFA (0,027; 0,08 e 0,065 cm/perfilho x dia na primavera e 0,065; 0,051e 0,125 cm/perfilho x dia no verão para PD de 90, 95 e 100% IRFA respectivamente para cada época) como para as alturas residuais (0,057 e 0,058 cm/perfilho x dia na primavera e 0,076 e 0,085 cm/perfilho x dia no verão para altura residual de 25 e 50 cm respectivamente para cada época)
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Concentrações de cloro, sódio, potássio e fósforo no líquido cefalorraqueano durante crises convulsivas.

Concentrações de cloro, sódio, potássio e fósforo no líquido cefalorraqueano durante crises convulsivas.

CONCENTRAÇÕES DE CLORO, SÓDIO, POTÁSSIO E FÓSFORO NO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO DURANTE CRISES CONVULSIVAS. A.[r]

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Residual gallbladder.

Residual gallbladder.

biliar seja excisada, nenhuma mucosa residual é deixada em continuidade com o ducto biliar comum, pois o ducto cístico é ligado ou de dentro da vesícula ou pelo triângu- lo de Callot. Independente da situação, se o cirurgião optar por realizar colecistectomia subtotal, é importante ligar o ducto cístico, no intuito de evitar a síndrome pós-colecis- tectomia.

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A concentração de cloro em fôlhas de café.

A concentração de cloro em fôlhas de café.

cloro terã o seu teor aumentado nas folhas do tratamento,desig.. nado como K neste trabalho, pela contribuição dos referidos adu bos. Os dados do quadro 1 evidenciam que a aplicação do [r]

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Concentrações de cloro, sodio, potássio e fosforo no liquido cefalorraqueano normal.

Concentrações de cloro, sodio, potássio e fosforo no liquido cefalorraqueano normal.

CONCENTRAÇÕES DE CLORO, SODIO, POTÁSSIO E FOSFORO NO LIQUIDO CEFALORRAQUEANO NORMAL. A.[r]

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