Commelina benghalensis

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Convivência de eucalipto com Commelina benghalensis

Convivência de eucalipto com Commelina benghalensis

The interference of weeds in eucalyptus plantations, especially in the first year after planting, can cause great damage to productivity, reducing the efficiency in the use of the growth resources for culture. The objective of this task in evaluating the initial coexistence and the accumulation of nutrients in hybrid Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis clone AEC 144, subjected to coexistence periods Commelina benghalensis. They evaluated the coexistence of eucalyptus seedlings with C. benghalensis by 0, 30, 45, 60, 75 and 105 days after transplanting (DAT) in a randomized block design with four replications. The experimental units consisted of 110 dm 3 field in pots filled with Oxisol fertilized as technical
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Controle de Commelina benghalensis, C. erecta e Tripogandra diuretica na cultura do café.

Controle de Commelina benghalensis, C. erecta e Tripogandra diuretica na cultura do café.

RESUMO - O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes herbicidas/misturas no controle de três espécies de trapoeraba (Commelina benghalensis, C. erecta e Tripogandra diuretica) e a tolerância de plantas jovens de café aos herbicidas. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos por dez diferentes herbicidas/misturas e uma testemunha, associados a três espécies de trapoeraba. As avaliações foram realizadas aos 21 e 50 dias após a aplicação (DAP) dos herbicidas, por meio de análise visual, seguindo-se escala de nível de controle. Avaliou-se a tolerância das mudas de café aos herbicidas (escala de avaliação visual da fitotoxicidade) e as características de crescimento (diâmetro, número de folhas e estatura) das mudas de café. A espécie C. benghalensis foi melhor controlada quando se utilizaram os herbicidas: diuron, 2,4-D + picloram, atrazine + metolachlor, metribuzin, glyphosate WG e acetochlor. A espécie C. erecta foi controlada pelos herbicidas diuron, 2,4-D + picloram, atrazine + metolachlor, glyphosate CS e acetochlor. Os herbicidas diuron, 2,4-D + picloram, atrazine + metolachlor, metribuzin, glyphosate WG e paraquat + diuron foram os que melhor controlaram T. diuretica. Metribuzin, diuron e acetochlor mostraram-se mais fitotóxicos para a cultura do café. O diuron reduziu a massa da matéria seca e o número de folhas do cafeeiro. O diâmetro do caule e a estatura foram afetados pelos herbicidas metribuzin e 2,4-D. O metribuzin foi o herbicida que maior prejuízo causou às características de crescimento da planta de café.
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Aspectos fisiológicos da germinação de sementes de trapoeraba (Commelina benghalensis L.).

Aspectos fisiológicos da germinação de sementes de trapoeraba (Commelina benghalensis L.).

SUMMARY – One experiment was carried out in order to study the relationship between water absorption levels, eletric conductivity and seed germination of Commelina benghalensis L. Seeds of the canopy and root parts of plants were harvested. They were placed in water to imbibe during periods of six, 24 and 48 hours, at 20ºC, to determine electric seed conductivity. The treatments were conducted in a seed germinator, cycling at 14/10 hours of light/dark, 30-20ºC and 95% of relative humidity. A completely randomized experimental design was used, with four replications of 100 seeds/plastic box. Germination of canopy seeds is lower than for root seeds. Water absorption rates of both seed types were alike. Electrical conductivity levels are highly associated to water imbibition periods in canopy and root seeds, also to germination in canopy seeds and to water absorption in subterraneum seeds.
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Avaliação qualitativa e quantitativa na deposição de calda de pulverização em Commelina benghalensis

Avaliação qualitativa e quantitativa na deposição de calda de pulverização em Commelina benghalensis

RESUMO - O objetivo deste estudo foi o de avaliar a quantidade e qualidade da deposição da calda de pulverização em plantas de Commelina benghalensis, considerando os volumes de aplicação, as pontas de pulverização e o ângulo dos bicos na barra de pulverização. Foram utilizadas cinco hastes de plantas por vaso. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com 20 repetições. O experimento foi conduzido em casa de vegetação e a aplicação da calda foi efetuada após 40 dias do transplantio das hastes, quando estavam com 30 a 40 cm de comprimento. Os tratamentos foram constituídos por cinco pontas de pulverização (TX-VK 6, TX-VK 8, XR 11001 VS, XR 11002 VS e TJ60 11002 VS), sendo testadas com dois ângulos de aplicação (0 o e +30 o ), exceto a TJ60 11002 VS, e todas
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Períodos de interferência de Commelina benghalensis na cultura do café recém-plantada.

Períodos de interferência de Commelina benghalensis na cultura do café recém-plantada.

RESUMO - A presente pesquisa teve por objetivo avaliar os períodos de interferência de Commelina benghalensis sobre o crescimento inicial de mudas de Coffea arabica, sob condições de inverno e verão. Para isso, mudas de café e, posteriormente, de trapoeraba foram transplantadas para caixas de cimento-amianto com capacidade de 70 L, utilizando solo como substrato. Os períodos de convivência ou controle foram de 0-15, 0-30, 0-45, 0-60, 0-75 e 0-90 dias após o plantio do cafeeiro, totalizando 12 tratamentos, dispostos em blocos casualizados, em quatro repetições. Ao término de cada período, avaliaram-se algumas características de crescimento das plantas. As características do cafeeiro mais afetadas pela trapoeraba foram a área foliar e a biomassa seca de folhas das mudas de café, sendo essas as únicas características que apresentaram reduções significativas no verão. No inverno, o número de folhas e a biomassa seca do caule também tiveram reduções significativas. Os períodos críticos de prevenção da interferência foram de 15 a 88 e 22 a 38 dias após o plantio das mudas de café, para condições de inverno e verão, respectivamente.
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Eficiência de diferentes tipos de herbicidas associados ao glyphosate no controle da commelina benghalensis

Eficiência de diferentes tipos de herbicidas associados ao glyphosate no controle da commelina benghalensis

A trapoeraba (Commelina benghalensis) é uma planta daninha resistente a alguns princípios ativos e uma alternativa para o controle é o uso de misturas de mais de um ingrediente ativo, poten- cializando a ação destes sobre as plantas daninhas. Assim, este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de diferentes herbicidas associados ao Glyphosate e o Glyphosate isoladamente no controle da C. benghalensis em cafeeiros em produção. O experimento foi conduzido no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, campus Muzambinho, em uma lavoura de café cv. Rubi em produção, em delineamento de blocos casualizados (DBC) com cinco tratamentos e quatro repetições, sendo os tratamentos constituídos de Glyphosate (1.440g de i.a.), Glyphosate + Metsulfurom Metilico (1.440g + 6g de i.a.), Glyphosate + Carfentrazona Etilica (1.440g + 50g de i.a.), Glyphosate + Flumioxazina (1.400g + 50g de i.a.), todos com 0,5% (% v v) de óleo mineral e testemunha, totalizando 20 parcelas. Foi avaliado, através de uma escala de notas, o nível de con- trole aos 0, 1, 3, 6, 9, 12 e 15 dias após a aplicação (DAA), e os resultados foram transformados em (x+1) 0,5 . Os tratamentos Glyphosate + Flumioxazina e Glyfosate + Carfentrazona Etílica foram
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Intervalos de chuva sobre a eficácia de controle químico de trapoeraba (Commelina benghalensis)

Intervalos de chuva sobre a eficácia de controle químico de trapoeraba (Commelina benghalensis)

Resumo. Objetivou-se avaliar a influência de intervalos sem chuva após a aplicação de misturas de carfentrazone e glyphosate na eficácia de controle sobre Commelina benghalensis. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 11 tratamentos, sendo duas dosagens da mistura carfentrazone-ethyl + glyphosate, 30 + 960 (com aplicação sequencial aos 21 DAA da mistura 20 + 960 g ha -1 ) e 50 + 960 g ha -1 de i.a e cinco intervalos de precipitação 0, 3, 6, 12 e 24 horas após a aplicação (HAA), com quatro repetições, sendo uma testemunha absoluta. A mistura foi aplicada em pós-emergência, em seguida realizou-se simulações de chuva nos intervalos predeterminados. Foram feitas avaliações visuais da eficácia de controle (0 a 100 %) aos 7, 14, 21, 28, 35 e 42 DAA.Os resultados foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste t em nível de 10 % de probabilidade. Observou-se que a aplicação dos herbicidas carfentrazone + glyphosate nas doses avaliadas e mesmo na aplicação seqüencial não apresentaram controle da C. benghalensis. Os resultados com a segunda aplicação são superiores à aplicação única, sendo a melhor absorção da mistura de carfentrazone + glyphosate pela C. benghalensis quando há um maior intervalo entre a aplicação e ocorrência de chuva e que é necessário intervalo mínimo de 6 HAA para o controle intermediário da C. benghalensis.
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M ANAGEMENT OF Bidens pilosa AND Commelina benghalensis

M ANAGEMENT OF Bidens pilosa AND Commelina benghalensis

Bidens pilosa and Commelina benghalensis are among the most important weed species in Brazilian corn crops (Vaz de Melo et al., 2007; Chiovato et al., 2007, Pereira et al., 2009; Queiroz et al., 2010; Corrêa et al., 2011). Because of their high capacity for regrowth and vegetative reproduction, these weed species are considered to be difficult to manage mechanically, particularly when their control is accomplished by mowing. Mowing efficiency depends largely on the particular weed species, their frequency in the area, the stage of plant development, the rate of soil covered by the crop (Queiroz et al., 2010) and the time when mowing is performed (Kozlowski et al., 2009). The percentage of leaf loss resulting from mowing represents a decrease in light interception, as well as lower rates of canopy net photosynthesis. However, in some cases there is an offsetting effect from the occurrence of plant stress (Zagonel et al., 2000), which will result in weed recovery in the field, and a possible reduction in crop yield potential.
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Eficiência de roçadas no controle de Bidens pilosa e Commelina benghalensis em competição com a cultura do milho

Eficiência de roçadas no controle de Bidens pilosa e Commelina benghalensis em competição com a cultura do milho

The organic cultivation of corn on the direct planting system guarantees sustainability of the productive system. However, the biggest challenge for the success of this type of cultivation are alternative methods for the handling of weeds. On this work the effects of the interference of Bidens pilosa and Commelina benghalensis were evaluated, cleared in different times, over the morphological characteristics of corn plants conducted in greenhouses. The experimental design was in entirely casualized blocks, with three repetitions, in factorial scheme 2 x 3 + 1, on which the first factor consisted of two weeds and the second of three times of handling of these plants (clearing on the stage of three corn leaves, clearing on the stage of three and six corn leaves, and corn without weed control). The additional treatment (witness) consisted on the cultivation of corn free from the interference of weeds. The accumulation of dry matter on plants in all parts of the corn plant (leaf, stalk, root, and floral organs), the interval between male and female florescence, the number of leaves (green, senescent and total), specific foliar area, foliar mass rate, stalk mass rate, root mass rate and aerial part/radicular system rate of corn plants in greenhouses were evaluated. Independently from the weed species studies, two clearings (stage of three and six fully expanded leaves) provided a bigger accumulation of dry matter on corn plants. Corn plants in competition with C. benghalensis species had a behavior inversely on the partition of assimilated (foliar mass rate and radicular mass rate), related to corn in competition with B. pilosa plants without cutting.
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Comportamento morfo-fisiológico de Commelina benghalensis em resposta a herbicidas aplicados em pós-emergência

Comportamento morfo-fisiológico de Commelina benghalensis em resposta a herbicidas aplicados em pós-emergência

Do gênero Commelina, as trapoerabas são consideradas plantas daninhas em todas culturas no mundo. Além de prejudicar lavouras, as trapoerabas também infestam quintas e terrenos baldios em todo o país. Dificuldades no controle de Commelina benghalensis com os herbicidas existentes estão sendo observados em campo, portanto, este trabalho teve como objetivo de avaliar o controle de C. benghalensis, após a aplicação de diferentes herbicidas em cinco estádios fenológicos. As plantas foram cultivadas em vasos de 2 L contendo substrato Bioplant e solo, sendo mantidas durante todo experimento em casa de vegetação da Universidade estadual Paulista "Julio Mesquita Filho" - Faculdade de Engenharia. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com 4 repetições, em esquema fatorial 8 x 5, ou seja 7 herbicidas em doses comerciais atrazina, carfentrazone, flumioxazin, glyphosate, metanoarseniato ácido monossódico (MSMA), nicosulfuron, paraquat e uma testemunha, aplicados em 5 estádios fenológicos ajustados à escala BBCH (duas folhas verdadeiras ou cartucho foliar não distendido – BBCH 11; três folhas verdadeiras ou cartucho foliar não distendido – BBCH 12; Primeiro caule lateral visível – BBCH 21; Dois caules laterais visíveis – BBCH 22 e início de florescimento, com vinte perfilhos – BBCH 51). Observou-se que o estádio fenológico das plantas tem influência na eficiência do controle químico. Plantas em estádios iniciais de desenvolvimento (BBCH 11 e 12) mostraram-se mais suscetíveis aos herbicidas, no entanto ocorrendo controle em sua totalidade somente com os herbicidas atrazina, carfentrazone, MSMA e paraquat. Apesar de sofrer fortes injúrias a C. beghalensis apresentou tolerância a dose aplicada nos demais tratamentos.
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Caracterização da superfície foliar e das ceras epicuticulares em Commelina benghalensis, Ipomoea grandifolia e Amaranthus hybridus.

Caracterização da superfície foliar e das ceras epicuticulares em Commelina benghalensis, Ipomoea grandifolia e Amaranthus hybridus.

RESUMO - Este estudo teve o objetivo de caracterizar a superfície foliar e a composição de ceras epicuticulares das plantas daninhas Commelina benghalensis, Ipomoea grandifolia e Amaranthus hybridus. As ceras foram extraídas, quantificadas e empregadas em cromatografia de camada delgada, a fim de se determinar a composição química. Partes centrais das folhas foram submetidas à microscopia eletrônica de varredura, para caracterização da superfície foliar adaxial e abaxial. Em A. hybridus as ceras foram constituídas basicamente por substâncias hidrofílicas (álcool, ésteres); a superfície foliar não apresentou tricomas ou glândulas, com grande quantidade de estômatos e as ceras formando pequenos grânulos. I. grandifolia apresentou ceras epicuticulares essencialmente hidrofílicas e superfície foliar rugosa, sem tricomas e sem a presença de cristais de ceras. Em C. benghalensis, as ceras apresentaram na sua constituição química os hidrocarbonos (n-alcanos), sendo, portanto, relativamente mais hidrofóbicas, o que pode influenciar a menor penetração de herbicidas hidrofílicos, como o glyphosate. A superfície foliar apresentou tricomas e estômatos recobertos pela cera epicuticular. Foi observada também a presença de ceras dispersas na superfície adaxial. Com base nos dados obtidos, concluiu-se que um dos mecanismos de tolerância em C. benghalensis a herbicidas é a penetração diferencial devido à composição química das ceras epicuticulares, que apresentam componentes de natureza lipofílica em maior concentração que as demais espécies estudadas.
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Carfentrazone-ethyl aplicado em pós-emergência para o controle de Ipomea spp. e Commelina benghalensis na cultura da cana-de-açúcar.

Carfentrazone-ethyl aplicado em pós-emergência para o controle de Ipomea spp. e Commelina benghalensis na cultura da cana-de-açúcar.

O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em copos plásticos com capacidade para 500 mL, preenchidos com uma mistura de terra e matéria orgânica (3:1), para a semeadura de quatro espécies de corda- de-viola (I. grandifolia, I. hederifolia, I. nil e I. quamoclit) e uma espécie de trapoeraba (Commelina benghalensis). Após a emergência, as plântulas foram desbastadas, para obtenção de quatro plantas por vaso. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casua- lizado, com quatro repetições.

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Seletividade da soja transgênica tolerante ao glyphosate e eficácia de controle de Commelina benghalensis com herbicidas aplicados isolados e em misturas.

Seletividade da soja transgênica tolerante ao glyphosate e eficácia de controle de Commelina benghalensis com herbicidas aplicados isolados e em misturas.

The objective of this study was to evaluate phytotoxicity effects of herbicides applied during post- emergence, either alone or in mixture with other chemicals in transgenic glyphosate-tolerant soybean (cv. M-SOY 8008 RR) and in Commelina benghalensis. Two experiments were carried out from January to May 2006, in pots, under uncontrolled conditions, at Plant Protection Department of UNESP, Jaboticabal (SP), Brazil. The following herbicides were used: glyphosate (1,20 kg a.e. ha -1 ), chlorimuron-ethyl (0,02 kg ha -1 ), lactofen (0,018 kg ha -1 ), fomesafen (0,25kg ha -1 ), flumioxazin (0,025 kg ha -1 ), imazethapyr (0,10
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Períodos de interferência de trapoeraba (Commelina benghalensis Hort.) no crescimento inicial de eucalipto (Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden).

Períodos de interferência de trapoeraba (Commelina benghalensis Hort.) no crescimento inicial de eucalipto (Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden).

RESUMO – A trapoeraba ( Commelina benghalensis ), em razão do uso contínuo de mesmos herbicidas e outros métodos de controle, vem se constituindo numa das plantas mais freqüentes em eucaliptais do Estado de São Paulo. Por isso, objetivou-se neste trabalho avaliar os efeitos de períodos de controle e convivência dessa planta daninha sobre o desenvolvimento inicial de mudas de Eucalyptus grandis, transplantadas no inverno e no verão. Uma única muda de eucalipto foi transplantada em caixa de cimento-amianto e submetida a períodos crescentes de convivência e de controle da trapoeraba (0, 20, 40, 60 e 80 dias no sujo e no limpo, respectivamente), sendo a densidade de plantas de trapoeraba de 4 plantas.m -2 (nas condições de inverno e verão). Conduziu-
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EFICACIA DE HERBICIDAS NO CONTROLE DE Commelina benghalensis

EFICACIA DE HERBICIDAS NO CONTROLE DE Commelina benghalensis

Nunes, M. A.; Bergamini, M. P.; Coerini, L. F.; Bastianel, M.; Novelli, V. M.; Kitajima, E. W.; Freita-Astuá, J. Citrus leprosis vírus C. naturally infecting Commelina benghalensis a prevelant monocot weed of citrus orchards in Brazil. Phytopathology, v.105, n.7, p.1013- 1025, 2012.

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Germinação de sementes aéreas e subterrâneas de Commelina benghalensis.

Germinação de sementes aéreas e subterrâneas de Commelina benghalensis.

RESUMO - O conhecimento dos mecanismos de reprodução de uma espécie de planta daninha, principalmente em relação à dormência e germinação de suas sementes, é de grande importância na determinação do método e da época ideal de seu controle. Com o objetivo de avaliar a germinação de sementes aéreas e subterrâneas de Commelina benghalensis, plantas desta espécie foram cultivadas em vasos, em casa de vegetação, nas condições de Viçosa, Estado de Minas Gerais, Brasil. Semente subterrânea grande (SSG) e semente aérea pequena (SAP) apresentaram o maior e o menor peso (8,81 e 1,90 mg/semente, respectivamente). Semente aérea grande (SAG) e semente subterrânea pequena (SSP) apresentaram pesos intermediários (3,65 e 3,51 mg/semente, respectivamente), porém semelhantes entre si. A data de coleta das sementes aéreas influenciou seu peso, observando-se, nas condições do experimento e no intervalo considerado (setembro a dezembro), maior peso de semente na primeira coleta (24/9/1999). A germinação das sementes aéreas não foi influenciada pelo tempo de armazenamento. Sementes aéreas pequenas germinaram melhor a 20-35 ºC, e as grandes, a 25 ºC. A germinação de sementes aéreas recém-colhidas variou de 7,50% em SAP a 21,67% em SAG/E (semente aérea grande com envoltório). O armazenamento por quatro meses aumentou a porcentagem de germinação de SAG e não alterou a de SAG/E e SAP. Sementes subterrâneas pequenas e grandes armazenadas por três meses apresentaram 32,5 e 92,5% de germinação, respectivamente. O aumento do tempo de armazenamento de três para seis meses diminuiu a porcentagem de germinação de SSG e SSP. O calor seco aumentou a porcentagem de germinação de SAG/E e SSP, não alterou a de SAG e SAP e diminuiu a de SSG. O grau de dormência diferiu muito entre os quatro tipos de sementes. A produção de sementes polimórficas com grandes diferenças no grau de dormência permite que C. benghalensis germine e se estabeleça nos mais diversificados ambientes e épocas do ano, o que dificulta o manejo desta espécie daninha.
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Quebra de dormência em sementes de Commelina benghalensis.

Quebra de dormência em sementes de Commelina benghalensis.

Com o objetivo de estudar alguns aspectos relacio- nados à dormêncía das sementes de trapoeraba (Commelina benghalensis L.), dois experimentos foram conduzidos em condições de laboratório. No primeiro experimento, reali- zado em 1989, utilizaram-se sementes aéreas e subterrâneas oriundas de Paranavaí-PR e apenas sementes aéreas oriundas de Jaboticabal-SP, todas recém-colhidas, nas modalidades de "grandes" e "pequenas" (separadas de acordo com seu peso). Os tratamentos de quebra de dormência foram: escarificação mecânica com lixa; escarificação química com ácido sulfú- rico; choque térmico úmido; choque térmico seco, além da testemunha. No segundo experimento, realizado em 1990, utilizaram-se sementes do mesmo lote do experi mento ante- rior, após um ano de armazenamento em câmara a 10°C, sem
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Controle pelo glyphosate e caracterização geral da superfície foliar de Commelina benghalensis, Ipomoea hederifolia, Richardia brasiliensis e Galinsoga parviflora.

Controle pelo glyphosate e caracterização geral da superfície foliar de Commelina benghalensis, Ipomoea hederifolia, Richardia brasiliensis e Galinsoga parviflora.

O experimento foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Horticultura da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, USP, Piracicaba - SP, Brasil, em copos plásticos com capacidade de 300 mL, preenchidos com uma mistura de terra e matéria orgânica (3:1), para a semeadura das plantas daninhas Galinsoga parviflora (espécie suscetível ao glyphosate), Ipomoea hederifolia, Richardia brasiliensis e Commelina benghalensis (espécies tolerantes ao glyphosate). Após a emergência, as plântulas foram desbastadas, para obtenção de cinco plantas por vaso. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, constituído de sete tratamentos com glyphosate-Roundup® (0, 360, 540, 720, 900, 1.440 e 2.160 g e.a. ha -1 ) e
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Germinação de sementes aéreas pequenas de trapoeraba (Commelina benghalensis).

Germinação de sementes aéreas pequenas de trapoeraba (Commelina benghalensis).

RESUMO - O conhecimento científico sobre a biologia de plantas daninhas relacionado ao fluxo de emergência das plântulas, às causas de dormência das sementes e à profundidade máxima de emergência contribui significativamente para a utilização de estratégias racionais de manejo dessas plantas na agricultura. Assim, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a germinação de sementes e a emergência da plântula de sementes aéreas pequenas de trapoeraba (Commelina benghalensis). Para isso, as sementes foram submetidas à superação de dormência em solução de ácido sulfúrico (por períodos de 1, 2, 3, 4 e 5 minutos), em diferentes condições de temperaturas (temperaturas médias de 16,1; 18,6; 20,6; 23,1; 25,0; 26,9; 29,2; 31,1; e 33,6 o C), de luz (com e sem) e de profundidade de
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