Companhia de Gás de São Paulo

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COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS

COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS

artigo 5º do Estatuto Social, com o conseqüente cancelamento dessas ações, sem redução do capital social. O pagamento do valor das ações objeto da operação de resgate será efetuado mediante a utilização do saldo constante da Reserva de Capital para Resgate de Companhia de Gás de São Paulo Rua Olimpíadas, 205, 8º, 9º e 10º andar – V. Olímpia 04551-000 – São Paulo – SP Brasil. Ações da Companhia, constituída quando da emissão das ações preferenciais Classe B, conforme deliberação da Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 29 de março de 2010. Face à deliberação anterior, o acionista presente aprovou a alteração do “caput” do artigo 5º do Estatuto Social da Companhia, em decorrência do resgate das ações preferenciais Classe B, passando a vigorar com a seguinte nova redação: “O capital social subscrito e integralizado é de R$ 636.984.619,26 (seiscentos e trinta e seis milhões, novecentos e oitenta e quatro mil, seiscentos e dezenove reais e vinte e seis centavos), representado por 93.910.898 (noventa e três milhões, novecentos e dez mil, oitocentos e noventa e oito) ações ordinárias sem valor nominal e totalmente integralizadas; 25.911.899 (vinte e cinco milhões, novecentos e onze mil, oitocentos e noventa e nove) ações preferenciais de classe A, conforme definição do Parágrafo 3º abaixo, todas nominativas, sem valor nominal e totalmente integralizadas.”; e (ii) O acionista aprovou a proposta de alteração do parágrafo 1º do artigo 45 do Estatuto Social da Companhia, em conformidade com o disposto na Lei nº 11.638/2007, para que passe a vigorar com a seguinte redação: “No encerramento do exercício levantar-se-á o balanço patrimonial da Companhia e serão elaboradas as demonstrações de lucros e prejuízos acumulados (mutações do patrimônio líquido), resultado do exercício, fluxo de caixa e valor adicionado, observadas as prescrições legais.”
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Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS

Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS

• Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.
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Regulação do setor de distribuição de gás natural no Brasil : estudo de caso da Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS

Regulação do setor de distribuição de gás natural no Brasil : estudo de caso da Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS

A CEG-Rio foi a empresa que distribuiu os menores volumes de gás, uma média de 2,2 bilhões de metros cúbicos por ano, e que também arrecadou menos, cerca de 1,3 bilhões de reais por ano. Já a CEG, entregou cerca de 2,8 bilhões de metros cúbicos por ano, tendo a segunda menor arrecadação média anual, um pouco mais de 2 bilhões de reais. Com quase o dobro do potencial, a Comgás, vendeu aos usuários do Estado de São Paulo, o volume médio anual de 5 bilhões de metros cúbicos de gás natural canalizado, alcançando a média de 4,3 bilhões de reais por ano, a maior receita líquida dentre as quatro empresas. Por último, a Atmos Energy, distribuidora do Texas que alimenta mais de três milhões de consumidores em oito estados americanos (desde a região de Blue Ridge Mountains no Leste até Rocky
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Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS

Companhia de Gás de São Paulo - COMGÁS

A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e está consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.
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As empresas de energia e o consumo doméstico de gás em São Paulo no início do século XX

As empresas de energia e o consumo doméstico de gás em São Paulo no início do século XX

(pública e particular). Já havia experimentos c o m seu uso em fogões na Europa e nos Estados U n i d o s desde 1837, mas as primeiras aplicações foram em restaurantes e hotéis. Foi somente a partir de 1880 que cresceu lentamente o uso do gás na cozinha, c o m o desenvolvimento dos fogões (Giedion, 1948:538). O contrato original, assinado em 1863, dava o m o n o - pólio do fornecimento de iluminação pública e particular na cidade de São Paulo durante 25 anos. Após algumas discussões c o m o poder p ú - blico, a companhia conseguiu, c o m algumas prorrogações, estabelecer o término do contrato para 1897. M e s m o c o m o monopólio, a empresa enfrentava u m a série de dificuldades e u m a das soluções encontradas foi sua extensão para o uso doméstico, que já era significativo na Europa e nos Estados Unidos. Assim, a The San Paulo Gas Co. conseguiu, c o m seus contatos, que o governo do Estado de São Paulo aprovasse, em 1896, a lei n. 440, que permitia a fabricação de gás para uso doméstico e industrial. Devido aos vários problemas em relação à qualidade e à extensão da iluminação pública, havia u m a grande pressão por parte da imprensa pela não renovação do contrato. Mas, por suas relações c o m o poder público e a ausência de um grande concorrente, a The San Paulo Gas Co. celebrou um novo contrato de concessão para iluminação pública c o m o governo, em 1897. A cláusula XXVII deste contrato, p o r é m , p r e - via a possibilidade de fornecimento de gás para outros fins. Assim, d e - pois de preparar o terreno, em 1901 foi celebrado um t e r m o de adita- m e n t o que regulava o fornecimento e a cobrança do gás para usos "estranhos à iluminação". No m e s m o ano, a empresa inglesa passou a fornecer gás para uso doméstico e foi instalado o primeiro fogão a gás no Palácio do G o v e r n o (Souza, 1994: 73).
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SECRETARIA DE PORTOS - SEP COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA

SECRETARIA DE PORTOS - SEP COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA

LOTE COMPOSTO POR 01 (UMA) EMPILHADEIRA COM CAPACIDADE DE CARGA: 3.000 QUILOS, MARCA: YALE, MODELO: L83-P-060VRS, PREFIXO: EA-677, ANO FABRICAÇÃO: 1974, COMBUSTÍVEL: GÁS LIQUE- FEITO, SERIE: 83-P-413. VENDA NO ESTADO, CONFORME LOTE EXPOSTO NO DEPOSITO DAS OFICINAS. (AVENIDA CONSELHEIRO RODRIGUES, S/N) - NUNCA FOI LICENCIADA.

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EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTÁGIO 001/11 COMPANHIA DE GÁS DA BAHIA BAHIAGÁS PROCESSO SELETIVO PARA PROGRAMA DE ESTÁGIO

EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTÁGIO 001/11 COMPANHIA DE GÁS DA BAHIA BAHIAGÁS PROCESSO SELETIVO PARA PROGRAMA DE ESTÁGIO

6. O estágio, dentro dos padrões especificados na lei, não estabelece vínculo empregatício de qualquer natureza, podendo o contrato ser rescindido a qualquer momento, por qualquer das partes. Poderá ocorrer rescisão imediata por parte da Companhia na ocorrência de um dos casos abaixo:

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Mortalidade por câncer em trabalhadores de companhia geradora de eletricidade do Estado de São Paulo, Brasil.

Mortalidade por câncer em trabalhadores de companhia geradora de eletricidade do Estado de São Paulo, Brasil.

tra foram separados em apenas dois grupos, sendo o pri- meiro constituído por todos os óbitos de câncer (CID 140- 239) e, o segundo, pelas demais causas de morte. Para cada um desses grupos foi obedecida a mesma divisão etária anteriormente mencionada e utilizada a mesma popu- lação de referência. Para efeito do cálculo do MOR, o gru- po de exposição foi formado pelo conjunto de óbitos ocor- ridos entre os eletricitários, sendo utilizados como controle todos os óbitos da população masculina do Município de São Paulo de 20 ou mais anos de idade, ocorridos no perío- do de 1977 a 1985. Devido ao pequeno número de óbitos em cada faixa etária, não foi viável a realização da análise do MOR por tipos específicos de neoplasias.
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GALERA, Daniel. Barba ensopada de sangue. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

GALERA, Daniel. Barba ensopada de sangue. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

O narrador em terceira pessoa projetado dessa vez por Galera operacionaliza o discurso indireto livre de forma peculiar e atordoante. A já referida característica do empenho de tudo descrever, de tudo analisar a níveis cada vez mais microscópicos tem como efeito a desmontagem de qualquer afastamento aurático que o discurso literário poderia ainda sugerir nos dias de hoje. E o que me vem à cabeça para dar contorno à metodologia de Galera é a ideia de profanação, como proposta por Agamben. Profanar seria uma forma de restituir ao uso comum dos homens aquilo que foi deslocado para uma esfera sagrada. Galera parece querer nos devolver, em imagens que causam choques intermitentes, um real depurado. Se pensarmos que, na atualidade, o mercado e o academicismo (penso sobretudo nas disciplinas “científicas”) representam as instâncias de legitimação do discurso, torço para que Galera permaneça na contramão. O destino armado para o protagonista é um flerte, malogrado, com a tentativa de escapar do mundo administrado pela mercadoria e pela verdade científica. É preciso apostar que todo o aparato midiático que cerca Barba ensopada não desmereça a descrição obsessiva do narrador, que busca, numa via alternativa, a crítica do contexto que o gera. Para isso, não poupa sequer a “sacralidade” da literatura e adjacências – o irmão do protagonista é um escritor que não aparece bem na foto, vamos dizer assim. Sua ex-mulher é executiva júnior de uma editora de livros infantis em São Paulo. O saldo de seu retrato inspira afetação e clichê. O discurso do narrador não poupa ninguém, não poupa circunstância nenhuma.
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Trabalhadores das ferrovias: A Companhia Paulista de Estrada de Ferro, São Paulo, 1870-1920.

Trabalhadores das ferrovias: A Companhia Paulista de Estrada de Ferro, São Paulo, 1870-1920.

Em 1903, foi constituído o primeiro time de futebol da cidade – Jundiahy Foot Ball Club formado por funcionários da Paulista. Extin- guiu-se em 1908 devido à morte de seu fundador. Os ferroviários só conseguiram estabelecer-se como equipe regular, disputando torneios e numa lenta ascensão para a primeira divisão do esporte no estado de São Paulo, em 1909. Em 17 de maio daquele ano, no pátio de manobras da Paulista, ao lado da locomotiva 34, fundaram o time que teve como treinadores Frederico Fuller e José Coimbra Oliveira Filho. O senhor Fuller, ilho de ferroviário da Paulista, descendente de austríacos, nasceu em 1885. Começou a trabalhar na Paulista em 1901 com 16 anos, como aprendiz de ajustador, numa carreira que pode ser vista como “padrão” na empresa. Quando indicado para técnico do time já tinha sido pro- movido a ajustador. Fez carreira nesta função onde se aposentou como contra-mestre em 1949, depois de 48 anos trabalhados na Paulista. 31 O
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Batatuba : vila industrial da companhia de calçados bata no interior de São Paulo - 1942

Batatuba : vila industrial da companhia de calçados bata no interior de São Paulo - 1942

Por falta dos projetos das casas, a pesquisa pautou-se pelas imagens registradas durante a execução da obra 36 , assim como nos levantamentos recentes dos imóveis referidos. Por meio dos registros analisados da construção das moradias operárias, observou-se o serviço de respaldo realizado na fundação feita com tijolos. Essas imagens e de outros documentos primários, como planilhas de custos referentes às obras, evidenciaram a utilização de impermeabilizante no baldrame, produto recente à época, instituído no país, que eliminou os porões, aproximando as áreas internas das casas aos jardins do lote (REIS, 1970). Outra observação das imagens é o uso do tijolo na função estrutural da casa, uma técnica trazida pelos europeus, sobretudo pelos ingleses, em função das ferrovias, como já mencionado, e largamente utilizado pela Companhia Bata em seus complexos fabris pelo mundo.
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COMPANHIA DE GÁS DE MINAS GERAIS - GASMIG 3ª EMISSÃO DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2016

COMPANHIA DE GÁS DE MINAS GERAIS - GASMIG 3ª EMISSÃO DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2016

• Tipo e valor dos bens dados em garantia e denominação dos garantidores*: (i) fiança prestada pela Centrais Elétricas Brasileiras S.A. – Eletrobrás, limitada a 39% das obrigações decorrentes da Emissão; (ii) fiança prestada pela Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, limitada a 10% das obrigações decorrentes da Emissão; (iii) penhor sobre a totalidade de ações de emissão da Santo Antônio Energia S.A., de titularidade da Madeira Energia S.A. - MESA; (iv) cessão fiduciária dos direitos emergentes da concessão de que a Santo Antônio Energia S.A. é titular em decorrência do contrato de concessão; (v) cessão fiduciária a) dos direitos creditórios de titularidade da Madeira Energia S.A. – MESA, decorrentes do contrato de suporte e do contrato de suporte para insuficiências; e b) dos direitos creditórios de titularidade da conta da Madeira Energia - MESA, conforme previsto no respectivo Contrato de Cessão Fiduciária; (vi) cessão condicional, dos Contratos do Projeto e das respectivas garantias de execução, cessão essa que somente produzirá efeitos se cumpridas algumas condições estipuladas na Escritura de Emissão; (vii) suporte da Andrade Gutierrez S.A., da Caixa Fundo de Investimento em Participações Amazônia Energia e Odebrecht Energia do Brasil S.A., na qualidade de acionistas da Madeira Energia S.A. – MESA, conforme o respectivo Contrato de Suporte; (viii) suporte dos Acionistas (Andrade Gutierrez Participações S.A., Cemig Geração e Transmissão S.A., Caixa Fundo de Investimento em Participações Amazônia Energia, Furnas Centrais Elétricas S.A., Odebrecht Energia do Brasil S.A.), conforme o respectivo Contrato de Suporte para Insuficiências; e (ix) Acordo de Acionistas para Capitalização, o qual regula a subscrição e integralização de aumento de capital na Madeira Energia S.A. – MESA, para que então essa integralize aumento de capital na Santo Antônio Energia S.A., que vigerá a partir da sua celebração até a liquidação integral das debêntures ou a devida constituição dos contratos de garantia acima mencionados, o que ocorrer primeiro.
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EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTÁGIO 001/13 COMPANHIA DE GÁS DA BAHIA BAHIAGÁS PROCESSO SELETIVO PARA PROGRAMA DE ESTÁGIO

EDITAL DE SELEÇÃO PARA ESTÁGIO 001/13 COMPANHIA DE GÁS DA BAHIA BAHIAGÁS PROCESSO SELETIVO PARA PROGRAMA DE ESTÁGIO

A COMPANHIA DE GÁS DA BAHIA - BAHIAGÁS torna público, para conhecimento dos interessados, que realizará processo seletivo para preenchimento de vagas do seu Quadro de Estagiários de acordo com a necessidade da Companhia e cadastro de reserva, conforme condições a seguir especificadas:

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TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S/A - TELESP Companhia Aberta CNPJ/MF / NIRE

TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S/A - TELESP Companhia Aberta CNPJ/MF / NIRE

laudo de avaliação do patrimônio líquido da Vivo Part. (“Laudo de Avaliação”), o qual estabelece, com base no valor contábil de 31 de agosto de 2011, que o valor do patrimônio líquido da Vivo Part. a ser incorporado pela Companhia é de R$ 10.293.315.101,48 (dez bilhões, duzentos e noventa e três milhões, trezentos e quinze mil, cento e um reais e quarenta e oito centavos), conforme indicado no Laudo de Avaliação, elaborado pela empresa de avaliação especializada, Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S., cuja nomeação foi ratificada por esta assembleia e que passa a fazer parte integrante deste instrumento como seu Anexo II;
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Concentração espacial da indústria de São Paulo: evidências sobre o papel da disponibilidade de gás natural.

Concentração espacial da indústria de São Paulo: evidências sobre o papel da disponibilidade de gás natural.

Por outro lado, há que considerar que esta análise também está limitada pelo conjunto de variáveis disponíveis para o controle. Embora tenham sido in- cluídas no modelo variáveis fundamentais no processo de localização, de acordo com as principais correntes teóricas, é inevitável que haja um grupo de variáveis omitidas. Cita-se, por exemplo, a relação de preços relativos entre os energéticos (gás natural em relação aos seus principais substitutos), as questões tributárias (guerra fiscal), a presença de centros econômicos regionais (os modelos consi- deraram apenas a distância em relação à capital, deixando de lado a existência de outros grandes centros consumidores), a proximidade com pontos de exporta- ção e a proximidade com outras fontes de insumos importantes.
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Estratégia e estrutura em empresas de mobilidade urbana: o caso da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET).

Estratégia e estrutura em empresas de mobilidade urbana: o caso da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET).

Os Operadores de Trânsito são responsáveis pelas atividades operacionais em campo e, em relação as RTC, devem atuar para a remoção de interferências que possam afetar o transporte coletivo. Entender a forma como atuam é uma etapa necessária. Os Operadores em campo, ao identificarem um evento que possa interferir na fluidez e segurança do transporte coletivo, deve sempre comunicar o ocorrido para a GCO – Gerência da Central de Operações – e seu Supervisor. A GCO é responsável por receber, monitorar, coordenar e distribuir todas as informações oriundas do sistema viário de São Paulo. Desta forma, uma vez que o Operador identifica uma interferência nas vias, o mesmo comunica a GCO sobre tal evento e a GCO age para entrar em contato com os departamentos responsáveis para remoção ou reparação da interferência. Por exemplo, caso o Operador identifique um buraco na via, ao comunicar o ocorrido a GCO, a mesma entra em contato com o departamento do próprio Operador e com a Subprefeitura da área para solicitar o reparo. Além disto, o Operador preenche um Boletim de Atividade Diário onde documenta e relata tudo o que acontece para que aquilo que não seja solucionado em seu turno seja solucionado no turno seguinte.
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Wisnik, José Miguel. Maquinação do mundo : Drummond e a mineração. São Paulo: Companhia das Letras, 2018

Wisnik, José Miguel. Maquinação do mundo : Drummond e a mineração. São Paulo: Companhia das Letras, 2018

obra drummondiana, que aparecem nas suas estrofes. Lido geralmente por um viés simbólico, não é de se estranhar que as alusões deste poema à mineração e a Itabira costumem passar despercebidas em suas leituras. Wisnik, entretanto, oferece uma leitura cerrada que recoloca a mineração como uma de suas possíveis linhas interpretativas e reconecta, mais uma vez, memórias e tempos conflitantes; mostrando, no que se revela o grande achado do seu livro, como a mineração qualifica o memorialismo do poeta. Para Wisnik, o encontro com a máquina do mundo, descrito no poema, não precisa ser lido como um encontro no presente, mas pode ser visto como um encontro que contém diferentes temporalidades e que se estende também pelo tempo da lembrança; como um encontro entre os tempos marcados do relógio, ou do passo que ecoa na calçada dura das ruas de Itabira, com o tempo do som contínuo do sino que abre o poema e nos carrega para além do tempo presente e para dentro do universo da memória involuntária. Estar diante da máquina do mundo, torna-se, assim, mais do que um simples encontro com o tal objeto mítico, uma volta ao passado, um momento de (auto)reflexão que, entre outras coisas, como apontado ao longo do livro de Wisnik, engloba a cidade natal e a presença do mundo nela. Não por acaso, o poema foi escrito exatamente quando o poeta percebia o avanço da modernização sobre sua cidade, assim como o avanço de sua cidade pelo mundo, através dos crescentes tentáculos da companhia Vale do Rio Doce. A já conhecida solidão cósmica do poeta da “Máquina do mundo”, agora contraposta ao desejo extrativista da máquina capitalista, ganha relevo, adiantando a recusa que ele protagonizará algumas linhas adiante.
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SCHWARCZ, Lilia Moritz. Lima Barreto: triste visionário. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. Lima Barreto: triste visionário. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

A citada obra, publicada pela Companhia das Letras, chama a atenção, primeiramente, pela sua capa bem diagramada. Trata-se da reprodução de uma pintura do artista Dalton Paula, intitulada Retrato silenciado. Na imagem, temos um busto engravatado de Lima Barreto representado de forma realista. Em seu rosto e tonalidade da pele pode se perceber traços afro-brasileiros bastante marcantes. Mas, sobretudo, o que chama a atenção nessa intrigante pintura é o olhar sisudo do personagem que emerge de sua testa franzida. Tratam-se de olhos fixos, cansados e que expressam uma desconcertante melancolia. De fato, essa imagem representa um Lima Barreto que é um atento e concentrado observador e não há traços de deslumbramento nessa esfinge. É uma iconografia que marca forte oposição simbólica em relação às charges – veiculadas na imprensa carioca da época – com seus traços exagerados e que reforçam o estereótipo do Lima Barreto desleixado ou de algumas fotografias nas quais o autor de Isaías Caminha aparece branqueado. De modo que, a começar pelo exercício de
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TCC_Novas aplicações do gás natural e do gás liquefeito

TCC_Novas aplicações do gás natural e do gás liquefeito

Pode-se dizer que o crescimento das reservas de gás natural no Brasil, considerando-se os últimos anos e as descobertas de gás, não estando esses associados à Bacia de Santos, contribuiu para a obtenção de expectativas favoráveis no que concerne à disponibilidade de gás para o mercado brasileiro. Contudo, na atualidade, as reservas de gás brasileiras são insuficientes para o abastecimento do mercado, se for considerado um longo período de uso. Dessa forma, de acordo com Prates et al. (2006), a previsão é a de que, no decorrer dos anos, as importações continuarão a crescer e a exercer um papel de grande importância no Brasil.
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COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO 20ª Emissão de Debêntures. Série Única

COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO 20ª Emissão de Debêntures. Série Única

Inciso XI do art. 1º do Anexo 15 da Instrução 583/16 - existência de outras emissões de valores mobiliários, públicas ou privadas, feitas pelo emissor, por sociedade coligada, controlada, controladora ou integrante do mesmo grupo do emissor em que tenha atuado no mesmo exercício como agente fiduciário, bem como os seguintes dados sobre tais emissões:a) denominação da companhia ofertante; b) valor da emissão; c) quantidade de valores mobiliários emitidos; d) espécie e garantias envolvidas; e) prazo de vencimento e taxa de juros; e f) inadimplemento no período.
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