Competência parental

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A Escala de sentimento de competência parental (PSOC): características psicométricas numa amostra de mães e pais portugueses de famílias em risco psicossocial

A Escala de sentimento de competência parental (PSOC): características psicométricas numa amostra de mães e pais portugueses de famílias em risco psicossocial

No âmbito da aplicação são apresentadas ao sujeito 16 frases que procuram descrever os seus sentimentos enquanto mãe/pai nas quais este deve assinalar o seu grau de concordância com as mesmas, sendo uma escala tipo Likert, com seis respostas possíveis, que variam do “Não, totalmente em desacordo” ao “Sim, totalmente de acordo”. Para os participantes sem estudos, com pouca escolaridade e/ou grandes dificuldades de compreensão podem-se representar as opções de resposta com um “Não” grande, em letra maiúscula, um “Não” médio e um “Não” pequeno, em letra minúscula, procedendo da mesma forma para o “Sim”. Para cotar o instrumento, deve-se inverter os itens 2, 3, 4, 5, 8, 9, 12, 14 e 16 relativos à Satisfação Parental (ou seja, se o participante respondeu 6, a resposta será codificada como 1, se respondeu 5 será codificada como 2, e, assim, sucessivamente), antes de proceder à soma das pontuações obtidas nos 16 itens que compõe o PSOC. Para obter o índice de eficácia parental e de satisfação com o papel parental, deve-se apenas somar as pontuações obtidas nos seus respetivos itens, onde os valores dos mesmos correspondem ao número da opção de resposta. A soma das duas dimensões reflete a Competência Parental Percebida (i.e., os 16 itens da PSOC).
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Eficácia de procedimentos para maximizar senso de bemestar e competência parental a mulheres vitimizadas

Eficácia de procedimentos para maximizar senso de bemestar e competência parental a mulheres vitimizadas

Vários estudos ilustraram que estilos parentais problemáticos são desenvolvidos pelo aprendizado do comportamento modelado pelos pais, e os que tiveram um histórico de agressão na infância tendem a continuar sofrendo dificuldades sociais, comportamentais e de saúde, assim como seus filhos. Assim, intervenções com os pais no sentido de orientá-los a educar seus filhos de maneira adequada seria uma estratégia a se tomar frente a essa problemática. O Projeto Parceria mescla componentes Psicoterapêuticos (Módulo 1) e Educacionais (Módulo 2) a mães com histórico de violência conjugal com o intuito de prevenir problemas de comportamento em seus filhos. O objetivo do presente estudo consistiu em comparar a eficácia de três procedimentos de intervenção, em termos das variáveis Bem-estar e Senso de Competência Parental: a) Módulo Psicoterapêutico seguido de Módulo Educacional; b) Módulo Educacional seguido de Módulo Psicoterapêutico; e c) Módulo Psicoterapêutico e Educacional apresentados simultaneamente. Participaram do estudo 9 mães com histórico de violência cujos filhos tinham idade entre 4 a 12 anos. Para a intervenção, foram utilizadas as Cartilhas do Projeto Parceria. Para a coleta de dados, a Entrevista com Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, na primeira sessão; os instrumentos: Inventário Beck de Depressão (Beck Depression Inventory – BDI), Inventário de Potencial de Abuso Infantil (Child Abuse Potential Inventory – CAP) e o Inventário de Estilos Parentais (IEP), aplicados nos momentos pré-teste, pós-teste e follow up; a Ficha de Registro Diário de Bem-estar e Senso de Competência Parental, coletada semanalmente; e a Avaliação do Programa pelas participantes, no último encontro. O presente estudo teve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisas da UFSCar. Selecionadas as participantes, foi aplicada a Entrevista a fim de formar
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Efeitos de procedimentos para maximizar o bem-estar e a competência parental em mulheres vitimizadas.

Efeitos de procedimentos para maximizar o bem-estar e a competência parental em mulheres vitimizadas.

vos instrumentos, de forma a se ter informações sobre o bem-estar (BDI) e a competência parental (IEP e CAP) das participantes no início e no final do estudo, bem como no follow-up. Os dados foram analisados estatisticamente (teste de Wilcoxon) e não foram encontrados resultados significativos entre os três grupos. Sendo assim, a análise desses instrumentos foi realizada por meio do Método JT, proposto por Jacobson e Truax (1991). Optou-se por utilizar esse método em função de ser uma alter- nativa adequada para a análise de resultados em amostras reduzidas ou em casos de sujeito único. Tal método possibilita a análise quantitativa da vali- dade interna e externa nesses tipos de intervenção, fornecendo informações sobre a variabilidade da resposta ao tratamento para cada paciente em par- ticular, além de indicar a significância clinica do tra- tamento, isto é, a importância daquelas mudan- ças na vida dos participantes (Villa, Aguiar, & Del Prette, 2012).
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A competência parental percebida e a adaptação psicossocial de adolescentes em risco de abandono escolar

A competência parental percebida e a adaptação psicossocial de adolescentes em risco de abandono escolar

As perceções de competência e satisfação parental demonstraram também uma tendência negativa com o número de retenções dos filhos. Tendo em conta que o número de retenções traduz o insucesso escolar dos adolescentes era de esperar que as mães se sentissem menos competentes e satisfeitas com o seu papel parental perante este insucesso dos seus filhos. Estes resultados foram, de certo modo, verificados por Bogenschneider e colaboradores (1997), onde as crianças de mães que percecionavam uma maior competência parental tinham um melhor rendimento escolar. Por outro lado, outros estudos demonstraram que um baixo sentido de eficácia parental comprometia o desempenho escolar dos menores (Bandura et al., 2001; Elder et al., 1995; Grolnick et al., 1997). Assim, a qualidade da parentalidade tem um papel crucial no desempenho académico dos menores, já que um menor envolvimento e um menor apoio nas tarefas escolares dos filhos podem comprometer o sucesso académico dos mesmos.
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A competência parental percebida e o bem-estar infantil em famílias acompanhadas pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens

A competência parental percebida e o bem-estar infantil em famílias acompanhadas pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens

O presente estudo analisou a relação existente entre a competência parental percebida e o bem-estar infantil. Foram entrevistadas 31 mães, cujos filhos beneficiam de Processo de Promoção e Proteção na CPCJ de Loulé e residentes neste concelho. Foram utilizados um Questionário de dados sociodemográficos e familiares, a escala Parental Sense of Competence (PSOC) e a Escala de Bem-estar Infantil (EBI). As mães entrevistadas têm, em média, dois filhos, agregados familiares compostos por três pessoas, na sua maioria monoparentais. A maioria destas mulheres tem estudos primários incompletos e está desempregada. A qualificação profissional é tendencialmente baixa. No que respeita às experiências de vida a maioria das mães referem precariedade laboral, bem como precariedade económica, algum tipo de maltrato na idade adulta, problemas psicológicos e problemas judiciais. As famílias que não experienciaram o acolhimento de uma criança são, em média mais cuidadoras que as outras. Existe uma maior Disposição parental nas famílias de risco inferior. Futuros estudos, mais aprofundados, deverão contribuir para a reformulação e uniformização da atuação das CPCJ a nível nacional, permitindo assim um maior rigor e acuidade no serviço prestado.
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Atividade física da criança em idade escolar e sentido de competência parental

Atividade física da criança em idade escolar e sentido de competência parental

O presente estudo teve como principal objetivo analisar em que medida o nível de atividade física de crianças, em idade escolar, está relacionado com o sentido de competência parental. A pesquisa é convergente relativamente aos benefícios da prática de atividade física na idade escolar, à importância do papel parental no desenvolvimento dessa mesma atividade por parte dos filhos e na possibilidade deste hábito se manter no futuro (Greca et al., 2016). Os questionários, na sua maioria, foram respondidos pelas mães, o que vai ao encontro dos resultados encontrados no estudo de Martins (2014) no qual se verificou que as mães desempenham um papel mais ativo e central na vida dos seus filhos, nomeadamente ao nível do envolvimento escolar. Também Rolfsen e Martinez (2008) referem que a mãe é a pessoa que acompanha maioritariamente a criança nas tarefas escolares e nas suas atividades diárias. Macedo, Festas e Vieira (2012), num estudo baseado nas perceções parentais sobre o estado nutricional, a imagem corporal e a saúde de crianças em idade escolar, obtiveram uma amostra maioritária de mães enquanto respondentes (79%), o que sugere serem elas a desempenhar o papel de principais prestadoras de cuidados. Segundo os autores, entende-se a importância da inclusão da mãe da criança nos programas de promoção de saúde, já que, tipicamente, é quem assume um papel mais preponderante em relação aos comportamentos dos filhos que estão relacionados com padrões alimentares e de atividade física.
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Stresse e competência parental percebida em famílias em risco psicossocial: um estudo comparativo

Stresse e competência parental percebida em famílias em risco psicossocial: um estudo comparativo

Existe um conjunto de habilidades que devem ser promovidas (Azar, 1998). Esta análise é tão ampla que poderia ser aplicada não só à parentalidade mas também a praticamente a todas as tarefas vitais da etapa adulta. Assim, por exemplo, esta autora refere, para além das habilidades educativas (por exemplo, resolução de problemas, gestão das crianças, cuidado físico e psicológico, segurança e proteção face aos perigos), as habilidades sociais (resolução de problemas interpessoais, empatia, assertividade, e reconhecimento de emoções) e sociocognitivas (perspetivismo, expetativas apropriadas, complexidade cognitiva, autoeficácia), junto com as habilidades de autocontrolo (controlo da impulsividade, interpretações positivas, assertividade, autocontrole) e de gestão de stresse (relaxamento, fazer face às adversidade de forma adequada, manutenção da redes sociais). Todas estas competências fazem com que os pais se sintam agentes protagonistas, ativos, capazes e satisfeitos com o seu papel parental (Máiquez, Rodrigo, Capote, & Vermaes, 2000).
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Competência Comunicativa e Competência Profissional: Espanhol Instrumental para Hotelaria

Competência Comunicativa e Competência Profissional: Espanhol Instrumental para Hotelaria

O modelo de gestão de pessoas, entendida, segundo Santos 1 , como seleção, contratação, treinamento, remuneração e administração de pessoal, está diretamente ligado ao conceito de competência. De acordo com os estudos de Hipólito (2001, apud Roggero, 2003), tal modelo surgiu na área de treinamento e desenvolvimento da administração de empresas, associado, em um primeiro momento, ao mapeamento de determinadas características dos indivíduos (conhecimentos, habilidades e atitudes) que, estando presentes, produziam desempenho superior na execução de determinado trabalho. Essa noção de competência estaria ligada a um desempenho superior em função de determinadas características que o autor não explicita, o que não nos permite chegar a uma definição pontual. É interessante observar que o fato de que os indivíduos possuam conhecimentos, habilidades e atitudes não significa que eles sejam competentes; possuir esses elementos permitiria chegar a possuir competências, mas sem a mobilização desses recursos para mostrar resultados que satisfaçam os objetivos da empresa, o indivíduo não seria considerado competente.
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Competência informacional e dimensões da competência do bibliotecário no contexto escolar.

Competência informacional e dimensões da competência do bibliotecário no contexto escolar.

De acordo com a Declaração de Alexandria (INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATIONS AND INSTITUTIONS – IFLA, 2005), o investimento maciço em estratégias de competência informacional e no aprendizado ao longo da vida cria valor público, e é essencial ao desenvolvimento da Sociedade da Informação. Kuhlthau (1999, p. 7) diz que o desafio da escola na Sociedade da Informação é educar as crianças para viverem e aprenderem em ambiente rico em informação. E que os professores não podem fazer isso sozinhos. O bibliotecário desempenha um papel fundamental no enfrentamento desse desafio.
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Delegação de Competência

Delegação de Competência

Quanto às delegações adm inistrativas, nada dispunham as C onstituições anteriores, só passando a haver norma constitu­ cional expressa a respeito a p artir da Carta Política de 1967, desde a sua prim itiva redação, 29 mantida com pequenas alte­ rações pela Emenda Constitucional n.° 1, de 196 9 30. Disse-se, então: “ A lei poderá autorizar o Presidente a delegar aos M inis­ tros de Estado, em certos casos, as atribuições mencionadas nos itens VI, XVI e XX (isto é, "prover os cargos públicos fe ­ derais, na forma desta Constituição e das le is "; “ autorizar bra­ sileiros a aceitar pensão, emprego ou comissão de governo estrangeiro , e conceder indulto e comutar penas, com audiên­ cia dos órgãos instituídos em le i" — redação prim itiva da Cons­ tituição de 1967). Na redação em vigor, mantêm-se as mesmas atribuições como suscetíveis de delegação pelo Presidente da Republica' aos M inistros de Estado e, já agora, a outras autori- dades, acrescentando a autorização para delegar competência
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Maus tratos: A negligência parental e a Proteção Social dos Menores Uma visão sobre as conceções dos profissionais UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS MESTRADO EM CRIMINOLOGIA

Maus tratos: A negligência parental e a Proteção Social dos Menores Uma visão sobre as conceções dos profissionais UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS MESTRADO EM CRIMINOLOGIA

A passividade com que se assistiu, em épocas passadas, aos maus-tratos sobre as crianças, não pode ser aceite na sociedade atual. A criança é um ser em constante crescimento e desenvolvimento o que implica risco, (Reis, 2009). Compete-nos a todos enquanto membros ativos da sociedade proteger essas crianças, apoiar o seu crescimento saudável e estimular o pleno desenvolvimento das suas competências. A negligência parental é uma forma de maus-tratos, muito prevalente na população, que continua encoberta por um manto de invisibilidade. Ela ocorre preferencialmente em casa, não deixa marcas e confunde-se facilmente com outras situações temporárias. Esta invisibilidade facilita a repetição do fenómeno e agrava as suas consequências a longo do tempo. Por isso, é importante agir e agir atempadamente. O presente trabalho pretende identificar precocemente os sinais de negligência parental, de modo a desencadear procedimentos de proteção à criança e o apoio à família. Para cumprir esses mesmos objetivos recorreu- se à técnica da entrevista, com trinta indivíduos, em três grupos distintos: educação, justiça e saúde.
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Nível socioeconómico e cultural, envolvimento parental e rendimento académico: um estudo com adolescentes portugueses de 15-16 anos

Nível socioeconómico e cultural, envolvimento parental e rendimento académico: um estudo com adolescentes portugueses de 15-16 anos

encontrada na competência da linguagem oral em alunos do 3.º ciclo (Mol & Bus, 2011). O fácil acesso a livros num ambiente informal, como o seio familiar, pode incentivar o aluno a ler voluntariamente o que, por sua vez, também estimula o desenvolvimento da literacia (Krashen, 2013). Um ambiente familiar orientado para a leitura desempenha, assim, um papel crucial na promoção de competências-chave no aluno (e.g., vocabulário, imaginação, compreensão, familiaridade com escrita literária, etc.), que facilitam as suas aprendizagens subsquentes (Evans, Kelley, Sikora, & Treiman, 2010, p. 189). Deste modo, sendo a leitura uma tarefa basilar e transversal a todas as áreas curriculares, é evidente o seu contributo na explicação da relação entre o número de livros em casa e a pontuação obtida no PISA.
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A LEI DE ALIENAÇÃO PARENTAL, COMO FATOR DE HARMONIZAÇÃO NAS RELAÇÕES FAMILIARES NO DIREITO DE FAMÍLIA BRASILEIRO  Angélica Ferreira Rosa, José Sebastião de Oliveira

A LEI DE ALIENAÇÃO PARENTAL, COMO FATOR DE HARMONIZAÇÃO NAS RELAÇÕES FAMILIARES NO DIREITO DE FAMÍLIA BRASILEIRO Angélica Ferreira Rosa, José Sebastião de Oliveira

Na análise dos casos que se relacionam a alienação parental, alguns tipos comportamentais, traços de personalidades identificam o genitor alienador, tais como: dependência, o genitor alienador se sente unicamente vinculado ao genitor alienado; baixa autoestima, o genitor alienador passa a atuar como se estivesse em desvantagem do genitor alienado, apresenta condutas de desrespeito às regras; hábito contumaz de atacar decisões judiciais; litigância como forma de manter aceso o conflito familiar e negar a perda; sedução e manipulação; dominância e imposição; queixumes; histórias de desamparo ou, ao contrário, de vitórias afetivas; resistência a ser avaliado e falso interesse pelo tratamento. 11
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Ciberagressões, adolescência e envolvimento parental

Ciberagressões, adolescência e envolvimento parental

Para a recolha de dados junto dos adolescentes, recorreu-se ao inventário de comportamentos e atitudes face às tecnologias de informação e comunicação (TIC) (Pereira & Matos, 2012). Trata-se de um instrumento construído no âmbito desta investigação, que permite caracterizar os adolescentes a nível sociodemográfico, hábitos de utilização das TIC, conhecimentos e comportamentos sobre segurança virtual e as suas percepções sobre as práticas de supervisão parental. A par disso, aplicou-se a escala de avaliação de cyberstalking (Spitzberg & Hoobler, 2002, traduzido e adaptado por Carvalho & Matos, 2010), a qual permitiu medir a frequência dos comportamentos de vitimação e de perpetração de cyberstalking dos adolescentes, através de uma listagem de 18 comportamentos de assédio e perseguição online. O instrumento era constituído por 128 itens organizados em cinco secções: dados sociodemográficos; prevalência da ciber vitimação / perpetração ao longo da vida; perfis, dinâmicas e cenários do cyberstalking experienciado; impacto na ciber vítima; respostas face à vitimação. Para efeitos da presente investigação apenas serão abordados os dados relativos à perpetração de cyberstalking e dados associados a esta.
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Locus de controle materno, satisfação com a vida e relacionamento com o filho adolescente.

Locus de controle materno, satisfação com a vida e relacionamento com o filho adolescente.

A Tabela 1 apresenta os principais resultados das duas regressões do conjunto de variáveis demográficas (primeira linha), e dos índices gerais (segunda linha) e específicos (ter- ceira linha) das variáveis satisfação com a vida e locus de controle parental sobre o índice geral da variável percepção do relacionamento mãe-filho. Na primeira análise de regres- são hierárquica, foram introduzidas, em primeiro lugar, as variáveis demográficas e, em segundo lugar, os índices ge- rais das variáveis satisfação com a vida e locus de controle parental. Na segunda análise de regressão hierárquica, o con- junto de variáveis demográficas foi novamente introduzido em primeiro lugar sendo seguido, no entanto, pelos índices específicos (dimensões fatoriais) das variáveis satisfação com a vida e locus de controle parental. Na segunda coluna da Tabela 1, estão as correlações semi-parciais entre cada vari- ável preditora e a variável dependente, bem como a média e o desvio padrão da variável dependente (VD). Na terceira coluna, encontram-se os incrementos na predição da variância da VD, obtidos após a introdução de cada bloco de variáveis, isto é, as mudanças nos coeficientes de correlação múltipla decorrentes do acréscimo do último conjunto de variáveis. Pode-se observar na Tabela 1 que o primeiro in- cremento não foi significativo (R 2 , = 0,19 = 0,02), en-
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O patinho feio no imaginário parental.

O patinho feio no imaginário parental.

Considerando a proposta de terapia breve, Denis apresentou evoluções signi- ficativas. Tais evoluções podem ser evidenciadas tanto por meio das observações clínicas, como pelos apontamentos de sua escola. Conforme sua professora: “quanto à aprendizagem, ele tem se desenvolvido bem, está mais atento, o que tem contribuído na hipótese da escrita”; ressalta, ainda, que seu desenvolvimento cognitivo está preservado. No que se refere à atenção de Denis, cabe lembrar a fala materna trazida em sessões iniciais: “ele tem boa capacidade de memória, mas é desatento” (sic). Contudo, agora se anuncia uma melhora nesse aspecto, sendo possível a esse menino não mais negar sua memória, mesmo que ela lhe ofereça lembranças ruins (abandono da mãe biológica), pois isso não se refere ao seu momento atual, mas sim à sua história passada. Em relação a isto, a professora acrescenta: “a família melhorou bastante, parece haver maior satisfação, parece que estão entendendo melhor o Denis”. Assinala, assim, a conquista de seu lugar junto à família e o recebimento do tão solicitado olhar parental, o que parece não ter ocorrido na experiência com a mãe biológica.
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Investimento parental e desenvolvimento da criança.

Investimento parental e desenvolvimento da criança.

Assim, há base para sustentar algumas hipóteses decor- rentes da teoria do investimento parental, quanto à conexão entre calendário maturacional e alguns aspectos da carreira reprodutiva da mulher. O elo seguinte, a conexão entre carrei- ra reprodutiva e resultados desenvolvimentais, também rece- be algum apoio dos dados, como pode ser visto na Tabela 4. Em todas as avaliações, observa-se uma tendência a aumen- to do Índice de Desenvolvimento Mental (IDM) conforme aumenta a idade do primeiro casamento da mulher, sendo essas diferenças estatisticamente significativas em três das quatro avaliações. Especialmente na terceira avaliação, quan- do as crianças tinham uma média de 39,8 meses de idade, a média do IDM para crianças cujas mães se casaram com ida- de menor ou igual a 15 anos foi de 83,4, subindo para 89,9 no
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A infância, a internet e a mediação parental

A infância, a internet e a mediação parental

A utilização em mobilidade de acordo com os dados do INE, está a aumentar e como vimos com os dados do Eu Kids Online, Portugal é um dos países da Europa com mais comput[r]

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A síndrome da alienação parental no Brasil:

A síndrome da alienação parental no Brasil:

393 Também foi objeto de estudo deste trabalho, este rol de manifestações, tais quais a realização de campanha de desqualificação do outro genitor em sua conduta materna ou paterna, bem como a impedir ou dificultar o exercício pelo genitor de sua autoridade parental, a omissão voluntária de informações pessoais relevantes sobre o filho, incluído nestas as informações escolares, médicas e alterações de endereço, também caracterizam a alienação parental, bem como, a mudança de endereço por parte do genitor detentor da guarda, sem prévia justificativa, e para local distante, com intuito de dificultar o contato do filho com o outro genitor e/ou familiares, configura a alienação parental.
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Parental care in Sula leucogaster (Boddaert) (Aves, Pelecaniformes, Sulidae) on the Currais Islands, Paraná, Brazil.

Parental care in Sula leucogaster (Boddaert) (Aves, Pelecaniformes, Sulidae) on the Currais Islands, Paraná, Brazil.

Não é possível afirmar qual a pressão seletiva para os tamanhos diferentes ou para essa diferenciação no investimento parental para os atobás-pardos. Entretanto é provável a rela- ção entre o maior tamanho da fêmea, o maior investimento da fêmea em incubar e alimentar os filhotes e o fato das fêmeas se alimentarem de presas maiores que aquelas dos machos, este último aspecto segundo K OHLRAUCH (comunicação pessoal de

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