Componentes em fim-de-vida

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Características dos Componentes do Estilo de Vida de Escolares / School Lifestyle Components Characteristics

Características dos Componentes do Estilo de Vida de Escolares / School Lifestyle Components Characteristics

Segundo Both et al. (2008), um estilo de vida adequado influencia na expectativa de vida da população e na manutenção da saúde. Nesse sentido, a saúde é definida como um recurso para a vida, e não o objeto de vida, sendo um conceito positivo que requer recursos sociais, pessoais e capacidades físicas (WHO, 1998). Assim sendo, este trabalho teve o objetivo de proporcionar uma revisão de literatura sobre os componentes do estilo de vida de escolares, a fim de promover, mais tarde, um debate sobre o assunto, relacionando com o estilo de vida de escolares de um município no interior do estado do Piauí.
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O desafio dos veículos em fim de vida (VFV): da problemática à solução

O desafio dos veículos em fim de vida (VFV): da problemática à solução

O catalisador (Código LER: 16 08 01 Catalisadores usados contendo ouro, prata, rénio, ródio, paládio, irídio ou platina (exceto 16 08 07)) é um dos componentes com maior potencial para reutilização/reciclagem sendo esse o principal fator determinante da sua remoção, e não a sua perigosidade. Estes são armazenados em caixas devidamente identificadas com o respetivo código LER (figura 3.13). Possui um corpo em aço, envolvendo um substrato de cerâmica que se encontra coberto por uma película ativa, esta é constituída por uma mistura de óxidos raros, polvilhada por pequenas quantidades de metais preciosos, tais como Platina, Ródio e Paládio. (Valorcar, 2013c).
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Avaliação de ciclo de vida de computadores desktop considerando diferentes monitores e cenários de fim de vida

Avaliação de ciclo de vida de computadores desktop considerando diferentes monitores e cenários de fim de vida

Considerando o Cenário de Referência LCD e CRT conclui-se que as fases de produção e de uso resultaram nos maiores impactos e emissões, seguidas pela fase de distribuição que apresentou os menores impactos, porém, não na mesma magnitude, mesmo com distâncias de transporte continentais. Nesse cenário, dispositivos como o disco rígido, CD/DVD, fonte de alimentação, tubo de raio catódico, tela de cristal líquido e os elementos como o aço, alumínio e cobre, foram tidos como os maiores contribuintes para as categorias de impacto selecionadas. A água e a energia foram utilizadas em grandes volumes na fase de produção devido à necessidade para a produção dos combustíveis fósseis, para extração e processamento da matéria-prima (China) e a utilização de eletricidade na fase de uso (Brasil). Na fase de produção, as placas de circuito integrado (PCI) empregadas em todos os dispositivos obtiveram grande parcela dos impactos, pelos componentes menores (diodo, resistor, capacitor) requererem grande quantidade e variedade de insumos como chumbo, estanho e cobre. Como conclusão do Cenário de Referência os impactos do computador com monitor CRT foram os prejudiciais ao meio ambiente pelo peso mássico maior, necessitando de maior volume de extração de material na produção e pelo uso elétrico maior na fase de uso.
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Aprender a lidar com o fim de vida no desempenho da profissão de enfermagem

Aprender a lidar com o fim de vida no desempenho da profissão de enfermagem

A preocupação com a validade é, antes de mais, na perspetiva de Hébert, Goyette e Boutin (2005, p. 68) “a exigência do investigador em procurar que os seus dados correspondam estritamente àquilo que pretendem representar de modo verdadeiro e autêntico”. Os autores (p. 69), citando Van der Maren (1987, p. 10) referem o conceito de ‘coerência programática’ para designar a validade interna de uma investigação e que consiste na resposta ao problema da lógica da argumentação ou da demonstração que ligam as diversas componentes de uma pesquisa entre si, desde a formulação da intenção e dos objetivos, passando pela constituição, análise e tratamento dos dados e culmina na interpretação e verificação dos resultados. Há ainda conceitos como os de validade, consistência e confiabilidade que continuam a ter uma orientação positivista herdada do século XX , quando a metodologia qualitativa há muito segue o paradigma epistémico pós positivista, no qual se assume que não há uma relação direta entre a imagem empírica e a realidade externa, mas que esta é mediada e interpretada pelo horizonte pessoal do investigador, pelos seus valores, interesses, crenças (Miguélez, 2006). No entanto o processo de pesquisa precisa de ter aplicabilidade, consistência e neutralidade de modo a ter valor científico, mas ajustados ao paradigma escolhido. Vários autores pronunciam-se sobre os requisitos de uma investigação qualitativa, como Vieira (1999) e Coutinho (2008), considerando que a confiabilidade permite apreciar o quanto podemos confiar ou acreditar nos resultados da pesquisa; a credibilidade ou validade interna é a possibilidade dos dados serem confirmados; a transferibilidade ou validade externa é a possibilidade do estudo ser aplicado em contextos semelhantes; a fiabilidade ou consistência é a possibilidade de outros investigadores externos poderem seguir o método usado.
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Conforto dos doentes em fim de vida em contexto hospitalar

Conforto dos doentes em fim de vida em contexto hospitalar

O conforto é considerado uma experiência imediata e holística de ser fortalecido, através da satisfação das necessidades dos três tipos de conforto, (Apóstolo, Kolcaba, Mendes & Antunes, 2007; Apóstolo & Kolcaba 2009; Kolcaba, 1991, 1992, 1994, 2001 e 2003): alívio (satisfação de uma necessidade específica para homeostase), tranquilidade (estado de calma, contentamento) e transcendência (capacidade para planear, controlar o seu destino e resolver os seus problemas - renovação) nos quatro contextos físico, psico-espiritual, sociocultural e ambiental, (Apóstolo et al., 2007; Apóstolo & Kolcaba 2009; Kolcaba, 1991, 1994, 2001 e 2003). O contexto físico pertence às sensações do corpo e corresponde a todas as dimensões fisiológicas que permitem a homeostasia do indivíduo; psico-espiritual é definido como uma tomada de consciência de si mesmo que inclui as componentes mentais, emocionais e espirituais do self e engloba a auto-estima, a identidade, o conceito de si próprio, a sexualidade, o significado da vida, a relação com os outros e com um ser transcendente; sociocultural inclui as relações familiares, interpessoais, sociais e também aspetos financeiros e informacionais da vida social; ambiental engloba o meio envolvente, as condições e influências externas, onde se destaca, por exemplo, temperatura, luz, ruídos, cheiro, cor, decoração, paisagem, (Dowd, 2004; Kolcaba, Tilton & Drouin, 2006).
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Cuidar de doentes em fim de vida : a percepção dos médicos de família

Cuidar de doentes em fim de vida : a percepção dos médicos de família

O estudo que apresentamos insere-se num paradigma de investigação construtivista, assumindo uma metodologia interpretativa e assente numa abordagem indutiva da construção de conhecimento. Dois motivos principais orientaram-nos no sentido de optar pela grounded theory como estratégia de investigação. Por um lado, o interesse em compreender o nosso objecto de estudo, “a experiência dos médicos de família ao lidarem com doentes em fim de vida”, a partir de uma lente fenomenológica, e desse modo aproximar-nos da construção de um modelo com utilidade pragmática para os médicos que cuidam deste doente, e por outro lado, a constatação da falta de teoria consoli- dada sobre este objecto de estudo, o que reforça a importância de enveredar- mos por uma investigação de natureza qualitativa. Neste sentido, enraizámos, nos relatos dos médicos entrevistados, os significados que os médicos atribuí- ram às suas experiências de cuidado de doentes em fim de vida, tomando como contexto o mundo pessoal, social profissional a partir do qual eles pró- prios foram interpretando aquela experiência 66 59 .
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Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

No Caso Clínico 1 – paciente jovem, com falên- cia de múltiplos órgãos, prognóstico desfavorável, sem resposta ao tratamento, e que após 60 dias de internamento em UTI apresenta parada cardiorrespi- ratória –, perguntou-se aos entrevistados: “você acha que essa paciente deveria ser reanimada?”. Vinte e oito participantes (62,2%) responderam “discordo totalmente” ou “discordo parcialmente”, dentre os quais 15 (53,5%) apontaram o “prognóstico desfavo- rável”, de forma isolada, como fator mais relevante na tomada de decisão. Em respostas que apontaram mais de uma justificativa, outros oito participantes indicaram o “prognóstico desfavorável” como ele- mento levado em consideração: prognóstico desfavo- rável e comprometimento da qualidade de vida (4), prognóstico desfavorável e internamento prolongado, (2) prognóstico desfavorável, comprometimento da qualidade de vida e questões familiares (2). Ao todo, 82,1% das justificativas continham “prognóstico des- favorável”. O prognóstico de tempo de vida é um dos critérios mais discutidos atualmente. Costuma-se estabelecer o limite de seis meses de expectativa de vida como critério para indicar cuidados paliativos. Entretanto, a OMS recomenda que, desde o diagnós- tico, todo paciente com doença grave, progressiva e incurável tenha a opção de receber tratamento palia- tivo associado a terapêuticas curativas. As medidas para prolongar a vida – e, portanto, o sofrimento de todos os envolvidos – devem ser evitadas, visando manter o conforto e a dignidade da pessoa, uma vez que alguns sintomas físicos – como dor, medo, falta de ar, ansiedade e depressão –, associados ao sofri- mento emocional e espiritual, podem ser profundos a ponto de tornar a vida intolerável  6,30 .
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Em busca do fim do túnel — Outubro Revista

Em busca do fim do túnel — Outubro Revista

É natural que setores pequeno-burgueses sintam-se atraídos pelo cres- cimento de uma organização política popular. Pequenos e médios empresá- rios e intelectuais de pensamento não-socialista (portanto fora de nosso pro- jeto estratégico) aproximam-se das lutas populares a fim de restaurar sua situação anterior, em contraposição ao apetite voraz do grande capital. Evi- dentemente, esses setores são esmagados pela onda de importações e mesmo pelo desemprego, que, indiretamente, reduz seus lucros, status quo, etc.

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O EFEITO DA ACTIVIDADE EXPERIMENTAL NA APRENDIZAGEM DA CIÊNCIA PELAS CRIANÇAS DO PRIMEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO

O EFEITO DA ACTIVIDADE EXPERIMENTAL NA APRENDIZAGEM DA CIÊNCIA PELAS CRIANÇAS DO PRIMEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO

Os melhores resultados alcançados pelos alunos da turma onde se ministrou um ensino experimental, num ambiente construtivista e investigativo, confirmaram as nossas hipóteses formuladas com base na literatura educacional (como, por exemplo, Brickman e Taylor, 1996) acerca deste tipo de ensino. Ele contribui não só para melhorar os conhecimentos dos alunos modificando e enriquecendo os seus modelos mentais no sentido da aproximação aos modelos compartilhados pela comunidade científica, como também para adquirirem diversas capacidades que lhes serão extremamente úteis pela vida fora.
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Processo de tomada de decisão nos cuidados de fim de vida.

Processo de tomada de decisão nos cuidados de fim de vida.

Este texto habla de cuesiones éicas relacionadas con la toma de decisiones, dentro del contexto del cuidado de inal de vida. El proceso de toma de decisiones en bioéica clínica fue seleccionado para este in. Se anali- zan, además, criterios para tasar y adoptar posturas en cuesiones de inal de vida – los cuales deben implicar a los enfermos (o sus representantes legales), familiares y profesionales de la salud ‒, en una atmósfera en que el respeto a la autonomía, con todos sus maices y limitaciones, desempeña un papel fundamental. Palabras-clave: Bioéica. Toma de decisiones. Éica. Cuidado terminal. Atención médica. Cuidados paliaivos.
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Há vida após a morte: um (re)pensar estratégico para o fim da vida das embalagens.

Há vida após a morte: um (re)pensar estratégico para o fim da vida das embalagens.

A tendência de estender a responsabilidade do produ- tor também para as fases finais dos produtos é uma das mais significativas tendências normativas, atualmente en- contradas no cenário europeu e internacional. A União Européia decidiu aplicar o princípio do poluidor pagador, a fim de diminuir a quantidade dos resíduos que as em- presas produtoras indiretamente criam (Kazazian, 2005; Williamson, 2000). Desde 1992, as empresas respon- sáveis pela comercialização de embalagens domésticas devem pagar um imposto cujo valor é fixado conforme o peso, o volume, o material e a reciclagem da embala- gem (EUROPEAN COMMUNITIES COUNCIL, 1994). O produto dessa taxa serve ao financiamento da coleta seletiva dos resíduos de embalagens e à sua valoriza- ção. Trata-se de um processo que leva os produtores a se envolverem no fim de vida ecológico de seus produtos. Esta diretiva evidencia a tendência de procurar atribuir a responsabilidade aos produtores e demais integrantes da cadeia produtiva em implementar a gestão da logística reversa, estruturando e organizando os canais reversos de seus produtos (Williamson, 2000; Wilt e Kincaid, 1997). No Brasil: a questão da geração e do descarte dos resí- duos sólidos carece, ainda, de normatização. Foi criado, em 1998, o Programa Brasileiro de Reciclagem pelo Mi- nistério da Indústria, Comércio e Turismo (MICT) para elaborar propostas gerais orientadoras nacionais, e um grande número de legislações tem sido discutido nas di- versas esferas legislativas do País. Com base justamente na Diretiva Européia, tramita no Congresso Nacional Bra- sileiro um projeto de lei - Política Nacional de Resíduos Sólidos (2002) - que atribui à cadeia produtiva responsa- bilidade pela recuperação e reciclagem das embalagens descartadas pelo consumidor (Grimberg, 2005). Sendo a lei aprovada, as empresas brasileiras terão de mobilizar a cadeia produtiva, incluindo o consumidor, no sentido de recuperar as embalagens usadas.
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Trabalho no capitalismo contemporâneo: pelo fim das teorias do fim do trabalho — Outubro Revista

Trabalho no capitalismo contemporâneo: pelo fim das teorias do fim do trabalho — Outubro Revista

Por um lado, o alto grau de mecanização não implica neces- sariamente redução absoluta do trabalho (número de horas e/ou pes- soas ocupadas), ainda que represente uma significativa dimin[r]

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Componentes do Plano Terapêutico para a Hemofilia A e Hemofilia B no Adulto em Ambulatório – Normas de Orientação Clínica

Componentes do Plano Terapêutico para a Hemofilia A e Hemofilia B no Adulto em Ambulatório – Normas de Orientação Clínica

necessitando de uma grande adesão do doente, médicos e enfermeiros 8. É preciso informar e esclarecer o doente ou representante legal sobre os produtos disponíveis para o tratamento e [r]

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Gerd Sparovek (org.) Rodrigo Fernando Maule Durval Dourado Neto Patrícia Guidão Cruz Ruggiero Alberto Giaroli Oliveira Pereira Barreto

Gerd Sparovek (org.) Rodrigo Fernando Maule Durval Dourado Neto Patrícia Guidão Cruz Ruggiero Alberto Giaroli Oliveira Pereira Barreto

O objetivo geral da pesquisa foi retratar os resultados alcançados nos projetos do Programa de Crédito Fundiário e Combate à Pobreza Rural. A base de dados utilizada nas análises consistiu de uma ampla pesquisa de opinião junto aos seus beneficiários. Com esta estratégia procurou-se complementar as avaliações possí- veis de serem feitas com os registros oficiais, como listagens de ações, execução orçamentária ou dados do Sistema de Informações Gerenciais (SIG), administrado pela Unidade Técnica Nacional (UTN). As informações coletadas na rotina de execução e monitoramento das ações do CF-CPR têm restrições para a avaliação de aspectos qualitativos (por exemplo: qualidade de vida nos projetos, forma de organização das associações) e aqueles relacionados aos objetivos finais do Progra- ma (geração de renda e desenvolvimento produtivo dos projetos). Os benefícios decorrentes do Programa devem estar presentes e materializados nos imóveis re- formados e o impacto sobre a vida das famílias deve preferencialmente ser relatado em primeira pessoa. Registrar esta realidade por meio dos depoimentos dos bene- ficiários do Programa converge neste sentido. Desvios destes relatos com metas ou com registros oficiais servem de alerta, mas devem ser vistos com cautela por im- precisões e tendências que podem ocorrer em qualquer pesquisa de opinião.
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Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

Discussão bioética sobre o paciente em cuidados de fim de vida

Sobre el Caso Clínico 1 – una paciente joven, con insuficiencia de múltiples órganos, pronóstico desfavorable, sin respuesta al tratamiento, y que después de 60 días de estancia en la UCI presenta un paro cardiorrespiratorio – se preguntó a los entrevis- tados: “¿cree que esta paciente debería ser resuci- tada?” Veintiocho participantes (62,2%) respondie- ron “totalmente en desacuerdo” o “parcialmente en desacuerdo”, entre los cuales 15 (53,5%) señalaron el “pronóstico desfavorable”, en forma aislada, como el factor más relevante en la toma de decisiones. En las respuestas que apuntaban a más de una justifi- cación, otros ocho participantes indicaron el “pro- nóstico desfavorable” como elemento que se tenía en cuenta: pronóstico desfavorable y deterioro de la calidad de vida (4), pronóstico desfavorable y hospitalización prolongada, (2) pronóstico desfavo- rable, deterioro de la calidad de vida y cuestiones familiares (2). En total, el 82,1% de las justificaciones contenían un “pronóstico desfavorable”. El pronós- tico de vida es uno de los criterios más discutidos en la actualidad. Normalmente se establece el límite de seis meses de esperanza de vida como criterio para indicar los cuidados paliativos. Sin embargo, la OMS recomienda que, a partir del diagnóstico, todo paciente con una enfermedad grave, progresiva e incurable tenga la opción de recibir un tratamiento paliativo asociado con terapias curativas. Deben evitarse las medidas para prolongar la vida – y, por consiguiente, el sufrimiento de todos los afectados – a fin de mantener la comodidad y la dignidad de la persona, ya que algunos síntomas físicos – como el dolor, el miedo, la falta de aliento, la ansiedad y la depresión – asociados con el sufrimiento emocional y espiritual, pueden ser tan profundos que hacen la vida insoportable   6,30 .
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O cirurgião face ao doente terminal : decisões éticas em fim de vida

O cirurgião face ao doente terminal : decisões éticas em fim de vida

eficientemente executado por homens amorais ao serviço de ideologias tenebrosas. Outros conflitos marcaram e continuam a marcar de forma muito negativa a sociedade ocidental actual: a guerra do Vietname que provocou traumas físicos e psicológicos ainda hoje perceptíveis na sociedade americana e provàvelmente também na vietnamita; guerras de descolonização em que Portugal infelizmente também esteve envolvido e que resvalaram quase sempre em guerras tribais, fruto de um ordenamento territorial concebido por europeus que desconheciam ou desrespeitaram autonomias de povos inteiros, em África; e, mais recentemente a suposta “guerra santa” levada a cabo por fanáticos com mentalidades medievais mas infelizmente com armas do século XXI, que nos mantêm a todos reféns do terror de uma morte súbita e inútil. Numa era cada vez com menos convicções religiosas e extraordináriamente nihilista, mantem-se mesmo assim a necessidade de tentar dar um sentido à vida, apesar da morte. São efectivamente os filósofos existencialistas que mais têm a dizer sobre o significado e o sentido da existência humana individual. O movimento existencialista, que dá um lugar preponderante ao problema da morte, iniciou-se no século XIX com Søren Kirkegaard. Foi ele que formulou o conceito de existência: é claro que o homem está consciente de que todos os homens são mortais, mas o que é verdadeiramente importante é compreender o que representa esta verdade no nosso próprio destino, ou seja “eu também devo morrer!”. A filosofia existencialista difere totalmente da antropologia filosófica que também se interessa pelo homem, pela sua diferença com os outros seres vivos, pelo seu lugar no mundo. O existencialismo não se interessa pelo homem em geral mas pela sua individualidade.
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Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida.

Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida.

O objeivo deste arigo é destacar a importância dos cuidados paliaivos e da práica do cuidado humanizado diante do processo de terminalidade enfrentado pelos pacientes fora de possibilidades terapêuicas de cura. Foi sumarizada a literatura existente sobre os conceitos acerca desses cuidados, bem como sua trajetória histórica no Movimento Hospice Moderno. Além disso, pensou-se o processo de morte e morrer a parir da perspeciva das fases do luto, esimulando a relexão dos dilemas bioéicos associados aos aspectos da dignidade da pessoa humana. A revisão narraiva empreendida surge como forma de referenciar a existência de lacunas na compreensão do tema, o que requer maior gama de estudos, sobretudo se considerarmos a importância desse conhecimento para a assistência digna e para a melhor qualidade de vida dessas pessoas. A despeito das questões éicas, o desaio é considerar a dignidade humana diante da proximidade da morte para além da dimensão ísico-biológica e da perspeciva médico-hospitalar.
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Infeo em Fim de Vida: H Benefcio da Teraputica Antibitica?

Infeo em Fim de Vida: H Benefcio da Teraputica Antibitica?

Paradoxalmente, as infeções graves provocam frequente- emente uma depressão de estado de consciência, possibili- tando ao doente um estado de maior tranquilidade e menos sofrimento existencial, que quando contrariado pelo uso de antibióticos pode constituir um prolongamento do fim de vida e do sofrimento e, por isso mesmo, ser uma medida dis- tanásica. 26

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Cuidados paliativos ao doente em fim de vida num serviço de urgência básico

Cuidados paliativos ao doente em fim de vida num serviço de urgência básico

morte as famílias tendem a viver estes momentos de formas diferentes adotando estratégias e mecanismos de defesa e adaptação à perda que “poderão ir desde um aumento de convívio e uma certa infantilização do doente, até quase ao seu abandono” (Pacheco, 2004:137) numa combinação de sentimentos ambíguos de fuga e aproximação. Como tal não é somente o doente que precisa de cuidados mas também a família durante a doença e percurso de aproximação da morte e depois desta ocorrer. Nesta perspectiva, o enfermeiro está numa posição privilegiada para ajudar e orientar a família desenvolvendo atitudes de observação, atenção e escuta das preocupações ou desabafos da família, permitindo-lhes que exprimam as suas emoções muitas vezes caóticas e explicando-lhes que é normal terem sentimentos conflitantes (desejar a morte do doente para que não sofra mais) e aceitando/respeitando as diferentes perspectivas das famílias sobre tudo o que diz respeito ao doente. Pacheco (2004) acrescenta que o enfermeiro deverá proporcionar conforto, informar a família e integrar a família no processo de cuidados que poderá ajudá-la a gerir melhor os seus sentimentos e preparar-se para a morte do doente. Neste processo de interação/comunicação é fundamental que os enfermeiros garantam a satisfação das necessidades do doente/família e estejam presentes física e emocionalmente até ao momento da sua morte desenvolvendo esforços para assegurar bem-estar e tranquilidade (Cerqueira, 2005; Iglesias e Lafuente, 2010). Como dizem Querido et al. (2010:463) a comunicação é uma exigência ética e moral da equipa de saúde e uma “estratégia terapêutica de intervenção no sofrimento associado à doença avançada e terminal” e “uma componente essencial da assistência.”. Pela proximidade e longos períodos de permanência junto dos doentes/familiares, o enfermeiro deve saber utilizar a comunicação como uma ferramenta desprovida de juízos de valor que é útil e necessária para a prestação de cuidados globais e em particular com doentes em fim de vida e seus familiares, cuidadores e amigos. Evitar atitudes apressadas e/ou de negação, mostrar preocupação com o conforto do doente mais do que cumprir rotinas ou protocolos muitas vezes desproporcionadas, escutar, olhar e tocar numa atitude de verdadeira disponibilidade, compaixão, companhia e descrição (Iglesias e Lafuente, 2010; Querido et al., 2010).
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Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida

Ética em cuidados paliativos: concepções sobre o fim da vida

O objetivo deste artigo é destacar a importância dos cuidados paliativos e da prática do cuidado humanizado diante do processo de terminalidade enfrentado pelos pacientes fora de possibilidades terapêuticas de cura. Foi sumarizada a literatura existente sobre os conceitos acerca desses cuidados, bem como sua trajetória histórica no Movimento Hospice Moderno. Além disso, pensou-se o processo de morte e morrer a partir da perspectiva das fases do luto, estimulando a reflexão dos dilemas bioéticos associados aos aspectos da dignidade da pessoa humana. A revisão narrativa empreendida surge como forma de referenciar a existência de lacunas na compreensão do tema, o que requer maior gama de estudos, sobretudo se considerarmos a importância desse conhecimento para a assistência digna e para a melhor qualidade de vida dessas pessoas. A despeito das questões éticas, o desafio é considerar a dignidade humana diante da proximidade da morte para além da dimensão físico-biológica e da perspectiva médico-hospitalar.
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