Comportamento de cocriação

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Comportamento de cocriação de valor do consumidor : moderação e consequências

Comportamento de cocriação de valor do consumidor : moderação e consequências

O presente estudo apresenta algumas contribuições que podem auxiliar nas práticas das empresas. Da mesma forma que sugerem Yi e Gong (2013), a escala para avaliar o comportamento de cocriação de valor pode ser utilizada por executivos que busquem estimar como os consumidores estão cocriado valor junto suas empresas. A mesma pode ser uma ferramenta útil para observar carências das companhias nesse processo. Por exemplo, existem canais para o consumidor se comunicar e gerar feedback? A empresa gera informações necessárias aos clientes para que os mesmos entendam como o serviço é realizado? Ressalva- se que a escala aqui validada é composta por vários constructos individuais. Gestores podem assim avaliar um ou alguns desses. Uma vez identificadas carências, gestores devem buscar solucioná-las, propiciando aos clientes melhores formas de cocriar valor, visto que – conforme indicam os resultados do estudo – o maior comportamento de cocriação de valor do consumidor leva a sua satisfação e lealdade com a companhia, sendo esses comportamentos de extrema relevância às empresas.
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UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NÍVEL MESTRADO HELEN TOMAZ HEXSEL

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NÍVEL MESTRADO HELEN TOMAZ HEXSEL

O propósito de uma organização é atender os interesses e necessidades de seus clientes e para que isso aconteça, ela precisa ser orientada para serviço. Portanto, precisa possuir um conjunto de políticas, práticas e procedimentos internos que a possibilitem entregar um serviço excelente. No momento em que o setor hoteleiro compreende que a sua sobrevivência e crescimento dependem da criação e oferta de experiências memoráveis para seus clientes, e percebem que a cocriação pode ser utilizada na tentativa de responder as variadas expectativas que eles possuem, a sua habilidade para cocriar e o seu comportamento de cocriação assumem papéis fundamentais para colocá-la em prática. Neste cenário, as avaliações on-line podem ser utilizadas com uma forma de compreender as opiniões, pensamentos e reações dos clientes sobre os serviços que se oferece. Servindo para analisar se o cliente realmente percebe a excelência nos serviços prestados. Diante deste contexto, este estudo tem como objetivo analisar os efeitos da orientação para serviço do hotel (i) na sua habilidade de cocriação, (ii) no seu comportamento de cocriação, (iii) nas avaliações on-line que recebem dos clientes e analisar o efeito que (iv) a habilidade de cocriação possui no comportamento de cocriação. Para tanto, primeiramente, realizou-se uma etapa exploratória, onde 6 hotéis foram entrevistados com o objetivo de auxiliar na validação das escalas a serem utilizadas, na medida em que as entrevistas possibilitam um maior conhecimento sobre os construtos estudados e em como eles se encaixam no setor hoteleiro. Após, foi realizada uma survey com 155 hotéis do Estado do Rio Grande do Sul a fim de investigar os aspectos apresentados anteriormente. A técnica de estatística utilizada para análise dos dados foi a Modelagem de Equações Estruturais (MEE). Os resultados mostram que a orientação para serviço influencia positivamente na habilidade de cocriação, no comportamento de cocriação e na avaliação on- line. Destaca-se que a variância explicada atingiu índices importantes no momento em que a orientação para serviço explica 88,8% da habilidade de cocriação, 56% do comportamento de cocriação e 33,3% da avaliação on-line que hotéis recebem de seus clientes. Por outro lado, a habilidade de cocriação não apresentou efeito no comportamento de cocriação. Assim, os hotéis devem buscar uma maior orientação para serviços, a fim de alcançar maiores níveis de cocriação e melhores avaliações on-line.
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Ambiguidade e conflito de papéis no contexto de cocriação de valor : análise da perspectiva do consumidor de serviços financeiros através de canais virtuais

Ambiguidade e conflito de papéis no contexto de cocriação de valor : análise da perspectiva do consumidor de serviços financeiros através de canais virtuais

A discrepância do consumidor no exercício de seu papel no contexto de serviços pode resultar em efeitos negativos sobre as suas percepções de valor e satisfação. Isso pode ocorrer em função da existência de ambiguidade de papéis, que seria a falta de clareza sobre as responsabilidades e comportamentos esperados de um papel, ou de conflito de papéis, oriundo da discordância a respeito dos comportamentos esperados de um papel. Por outro lado, o hábito do consumidor com o seu papel pode permitir maior adequação, amenizando possíveis efeitos desfavoráveis. Nesse sentido, o presente estudo objetivou analisar os efeitos da ambiguidade e do conflito de papéis sobre o comportamento de cocriação do consumidor, moderados pelo hábito, no contexto de utilização de serviços financeiros através de canais virtuais, bem como os efeitos resultantes na sua percepção de valor e satisfação. Para tal, foi realizada pesquisa de caráter descritivo com uma amostra final de 506 respondentes, sendo utilizada a técnica de modelagem de equações estruturais para verificação das relações propostas no modelo de pesquisa. Foi atestada a existência de influência negativa das variáveis de ambiguidade e conflito de papéis sobre o comportamento de cocriação do consumidor, bem como o efeito positivo da ambiguidade sobre o conflito de papéis. Adicionalmente, foi confirmada a relação positiva entre o comportamento de cocriação e as variáveis de valor percebido e satisfação. O hábito do consumidor com o contexto demonstrou moderação sobre a ambiguidade, mas não sobre o conflito, quando relacionados com o comportamento de cocriação. As descobertas do estudo contribuem para a área do comportamento do consumidor ao ratificar os pressupostos teóricos sobre as relações entre as variáveis e por demonstrar a forma como o hábito interage no modelo, bem como pela adaptação e validação de escalas para pesquisas correlatas. No que tange às implicações práticas, ressalta-se a importância do investimento das empresas na clarificação dos papéis de cada parte, principalmente em relações onde se espere alto nível de participação do consumidor. Do mesmo modo, é preciso encontrar formas de estimular os consumidores a participarem dos processos através de sua concordância com o papel sugerido, não apenas pelo entendimento, visto que isso influencia positivamente o comportamento de cocriação e, consequentemente, os resultados percebidos de valor e satisfação.
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Cocriação de valor no transporte rodoviário de carga fracionada: um estudo de caso.

Cocriação de valor no transporte rodoviário de carga fracionada: um estudo de caso.

Conforme identificado nas entrevistas, a combinação entre as demandas de valor e o grande número de transportadores induz à competição focada essencialmente em preço não em valor agregado. Essa condição restringe a execução de projetos conjuntos entre embarcadores/operadores e transportadores nos moldes do preconizado por Bolton & Saxena- Iyer (2009). Nesse contexto, o que se observou nos casos analisados é um cenário totalmente diverso do postulado na literatura (Franke et al., 2009; Mathwick et al., 2007; Kristensson et al., 2004), especialmente no que tange às facilidades para a comercialização de serviços. Com efeito, os benefícios da cocriação postulados por Hoyer et al. (2010) são viabilizados mediante a identificação de novos provedores de serviço, ou então via o uso da prospecção desses provedores como forma de pressionar os transportadores que estão prestando serviços aos embarcadores e aos operadores.
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Cocriação e experiências turísticas : um estudo em canais de distribuição de turismo do Brasil

Cocriação e experiências turísticas : um estudo em canais de distribuição de turismo do Brasil

Esta dissertação tem como objetivo analisar como a cocriação é aplicada por empresas de distribuição do turismo na comercialização de produtos e serviços que têm como finalidade proporcionar experiências ao turista. Cocriação é entendida neste estudo como a interação entre o consumidor e o produto e/ou serviço a ser adquirido em um processo que gere valor para os envolvidos. A pesquisa fundamentou-se teoricamente em uma discussão acerca do turismo e da cocriação, na perspectiva da economia de serviços e da experiência, da inovação e da tecnologia. Metodologicamente, o trabalho consiste em uma pesquisa exploratório-descritiva com abordagem qualitativa. Realizou-se um estudo de caso de caráter comparativo no qual foram combinadas uma pesquisa bibliográfica e um levantamento de campo com entrevistas semi-estruturadas junto a gestores de duas empresas de distribuição do setor de turismo, sendo uma operadora e uma agência de viagens. Os resultados permitiram identificar os elementos e passos da cocriação que, resumidamente, relacionam: a empresa, suas atividades e seus empregados, aos produtos e serviços oferecidos e aos processos de gestão. Verificou-se que a operadora apresenta-se como uma empresa de grande porte, atacadista, e em seu trabalho evidencia-se que a cocriação está relacionada à valorização da tecnologia. Sua visão de empresa está centrada no produto e mais relacionada à geração de maior valor de troca - preço. Já a agência de viagens é uma empresa de pequeno porte, varejista, que valoriza o diálogo com seu cliente, alinhando-se à visão de empresa centrada no consumidor, gerando maior valor de uso - experiência. Foi possível comparar a aplicação da cocriação por ambas as empresas: para a operadora a experiência do turismo está associada à alta intensidade de tecnologia, porém com baixa intensidade de cocriação; na agência a experiência está associada a alta intensidade de cocriação, com restrições quanto a intensidade de tecnologia. Pode-se concluir que a agência apresenta maior presença de cocriação frente à operadora.
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Elementos estruturais de viabilização para o processo de cocriação de valor entre empresas e consumidores

Elementos estruturais de viabilização para o processo de cocriação de valor entre empresas e consumidores

Tanto o modelo de Prahalad e Ramaswamy (2004) como o de Payne, Storbacka e Frow (2008) estão focados na interação entre empresa e consumidor na cocriação de valor. O primeiro se refere a blocos de interações entre os participantes, e o segundo aos processos de relacionamento entre as partes, buscando processos de encontro entre empresa e consumidor. Como o objetivo desse estudo é buscar o entendimento dos elementos que viabilizam a cocriação por parte da empresa, torna-se importante aprofundar a análise teórica não somente quanto ao relacionamento entre as partes, mas também focando o desenvolvimento de processos de cocriação de valor nas organizações. Com esse propósito, será apresentado uma Estrutura Conceitual da Cocriação de Valor, que considera essa abordagem (BRASIL; SANTOS; DIETRICH; 2010).
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Model for evaluating the maturity degree of value-buying practices in product development

Model for evaluating the maturity degree of value-buying practices in product development

Com a popularização da Internet e a mudança no perfil do consumidor, em que eles estão mais informados e participativos, as empresas perceberam a oportunidade de interagir de forma próxima com os clientes. Surge então a cocriação de valor. A cocriação de valor possibilita o consumidor participar ativamente na criação de valor com a empresa, resultando em assertividade no lançamento de produtos, melhor entendimento do cliente, maior rapidez no lançamento de produtos, etc. Porém, o uso dessa estratégia ainda não é claro, e este é o objetivo deste trabalho, propor um modelo para mensuração da maturidade em cocriação de valor, com isso, as empresas conseguem identificar o que é necessário para incluir o cliente no processo de inovação, e as melhorias necessárias para atingir um maior nível de maturidade nessa atividade. Para criar o modelo foi realizado estudo bibliográfico e para sua avaliação, foi realizada entrevista em caso único e análise estatística com uma amostra de 13 indústrias. O modelo proposto é inédito. Após a entrevista e análise dos dados, concluiu-se que há correlação entre as variáveis do modelo e que parte das variáveis explicam os resultados da cocriação. Ou seja, o modelo de maturidade para cocriação de valor (MMCV) mostrou-se válido, pois apresentou bons resultados, mesmo com a limitação do número da amostra.
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Diálogos entre Ernesto de Sousa e a Poesia Experimental Portuguesa/ Dialogues Between Ernesto de Sousa and the Portuguese Experimental Poetry

Diálogos entre Ernesto de Sousa e a Poesia Experimental Portuguesa/ Dialogues Between Ernesto de Sousa and the Portuguese Experimental Poetry

Embora a abertura da obra de arte tenha sido teorizada por Umberto Eco a partir do estudo de composições de música eletrónica que requeriam a participação do intérprete na cocriação e na execução da obra, Eco tinha consciência de que a abertura da forma também tem antecedentes e ecos na estética do barroco, cujas formas dinâmicas permitem e encorajam um jogo de perspetiva por parte do leitor. O jogo com a língua (a fala) atua sob constrangimento: não parece haver liberdade sem regras que definam as condições dessa mesma liberdade. A recuperação da poesia barroca levada a cabo por Ana Hatherly é, nesse sentido, fundamental, procurando a génese do visualismo e da combinatória textual nas experiências de textos-imagem onde se incluem hieróglifos, ideogramas, criptogramas, diagramas e outros textos e objetos poemáticos identificáveis como tal (HATHERLY, 1981, p. 141). Estas idealizações e realizações remotas constituem, por isso, antecedentes estéticos e materiais da poesia experimental que devemos reconhecer.
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Cocriação de valor em instalações esportivas Universitárias nos EUA e no Brasil

Cocriação de valor em instalações esportivas Universitárias nos EUA e no Brasil

Com relação aos frameworks, desenvolvidos por Ramaswamy e Gouillart (2010), Hoyer et al. (2010), e Grönroos e Voima (2013), notou-se que os stakeholders clientes ganham destaque. O framework dos “Quatro poderes da Cocriação”, por Ramaswamy e Gouillart (2010), aponta para a importância do envolvimento da organização com os stakeholders, e do estreitamento relacional com os mesmos. Corroboram que para que ocorra a cocriação de valor entre organização e cliente é preciso envolvimento e interação (HOYER et al., 2010; GRÖNROOS; VOIMA, 2013). Nessa discussão de modelos e frameworks percebeu-se que para que haja a cocriação de valor é preciso a interação, como consta do modelo seminal de cocriação de valor proposto por Prahalad e Ramaswamy (2004). Neste estudo, foi adotado o modelo DART em função de seu aspecto pioneiro e por ser o mais compreensível para ser explicado aos entrevistados.
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Cocriação nas redes sociais: um estudo do caso Jornada Ekos

Cocriação nas redes sociais: um estudo do caso Jornada Ekos

Dessa forma, considerando a importância dada à inovação e a necessidade de as empresas buscarem novas formas de gerar valor ao seu produto e/ou serviço, o presente trabalho tem o intuito de estudar a utilização da cocriação como ferramenta de gestão de inovação no projeto Cocriando Natura – Jornada Ekos, da empresa Natura, e as interações entre empresa- cliente decorrentes dessa iniciativa. Para isso, será realizado um estudo de caso. Essa metodologia se caracteriza por ser uma intensiva análise empírica sobre um fenômeno contemporâneo da vida real, no qual é necessário coletar evidências para a análise do caso. Para a realização desse trabalho foram utilizadas as seguintes fontes: documentação direta nas mídias sociais e bibliográfica.
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O papel de motivações utilitárias e hedônicas na cocriação de valor e sua relação com a experiência no AIRBNB

O papel de motivações utilitárias e hedônicas na cocriação de valor e sua relação com a experiência no AIRBNB

Desse modo, é importante destacar que a pesquisa traz evidências do papel que motivações hedônicas assume no consumo colaborativo (Hamari, Sjöklint, & Ukkonen, 2016; Benoit, 2017). Sob a perspectiva do turismo, argumenta-se que para satisfazer consumidores é preciso compreender as exigências de valor dos clientes e então uma oferta de valor única baseada nessas exigências (O’Cass & Sok, 2015). O ponto de vista experiencial do consumo concentra-se nos aspectos não utilitários (Frow & Payne, 2007), e tendo em conta que se trata de um fenômeno dinâmico, mutável e que emerge de contextos específicos (Kelleher & Peppard, 2010), tornou-se um elemento-chave na compreensão do comportamento do consumidor. Reconhecer a pertinência das motivações, especialmente as hedônicas, em práticas de consumo colaborativo permite a gestores, empresas e demais envolvidos nesta modalidade desenvolver políticas e ações que permitam proporcionar agradáveis experiências de consumo considerando a cocriação de valor enquanto um elemento importante. Logo, estes resultados sugerem que as motivações hedônicas contribuem para que o processo de cocriação de valor seja efetivo. Ademais, elas se associam fortemente com a experiência de consumo em serviços de hospedagem nos moldes da proposta da empresa Airbnb. Parte-se do pressuposto de que quem cocria em ambientes virtuais espera experiências prazerosas e laços relacionais (Nambisan & Baron, 2009; Füller, 2010). Neste mesmo sentido, as interações de alta qualidade nos serviços permitem ao consumidor cocriar experiências únicas e são a solução para desvendar novas fontes de vantagem competitiva (Prahalad & Ramaswamy, 2004).
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Ajude nos a aprender ABA

Ajude nos a aprender ABA

Hoje em dia você pode ouvir pessoas dizendo que estão fazendo “VB”, em oposição à “ABA”, como no exemplo a seguir: “nós fazíamos ABA, mas agora fazemos VB”. Por favor, lembre-se que eles não são diferentes. Comportamento Verbal refere-se ao ensino da linguagem seguindo os princípios da Análise do Comportamento Aplicada. Comportamento Verbal é ABA. Jack Michael, Mark Sundberg, James Partington, Vince Carbone e Patrick McGreevy são, atualmente, alguns dos mais respeitados psicólogos e pesquisadores no campo do Comportamento Verbal e ABA. Sundberg e Partington são co- autores do livro “Teaching Language to Children with Autism or Other Developmental Disabilities” (Ensinando linguagem para crianças com autismo ou outras deficiências de desenvolvimento, ainda sem tradução em português), que é amplamente usado para orientar pessoas na estruturação de programas de Comportamento Verbal. O suplemento desse livro é o “ABLLS” (pronunciado como “ables”, em inglês) que é a abreviatura de “Assessment of Basic Language and Learning Skills” (Avaliação de habilidades básicas de linguagem e aprendizagem). O ABLLS é um guia curricular, um método de avaliação e um instrumento para monitorar a aquisição de habilidades.
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ABA  ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO  Desvendando o Autismo

ABA ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO Desvendando o Autismo

Além da manipulação gradual e sistemática dos materiais de ensino, como visto no exemplo acima, um estímulo de ajuda de algum tipo pode ser adicionado à instrução para assegurar que o aluno aja de modo correto. Esse estímulo é estão sistematicamente reduzido ao longo dos testes, como uma maneira de ensinar o aluno a responder corretamente apenas à presença da instrução. Imagine um aluno que está aprendendo a imitar ação motora grosseira de bater palmas. De acordo com o programa descrito, após a obtenção da atenção do aluno, o professor fala, “Faça isso” e demonstra a ação. É claro, sendo novo no programa o estudante não tem a menor idéia do que fazer para ser reforçado. No ensino sem erro, o professor dá ao aluno alguma forma de ajuda que assegurará que o aluno se envolva corretamente no comportamento alvo e seja merecedor de reforço. Essa forma de ajuda pode ser qualquer coisa desde estímulos físicos a ter outro aluno imitando o professor corretamente; o importante é assegurar performance suave e sem erros que receba reforço.
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ABA  ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO  Desvendando o Autismo

ABA ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO Desvendando o Autismo

Interrupção (também chamada Punição tipo II) usa um método diferente para diminuir um comportamento. Neste procedimento um estímulo é retirado resultando em uma diminuição na probabilidade de ocorrência do comportamento. Penalidades pertencem a essa categoria. Se tirarmos dinheiro ou privilégios baseado na ocorrência de um comportamento e o comportamento diminui, ocorreu uma interrupção. Provavelmente um outro cenário é uma representação mais familiar do conceito. Se uma criança está brincando e bate em outra criança, o profissional de saúde pode mandar a criança ficar sentada por um período de tempo antes de continuar brincando. Se o comportamento de bater diminuir no futuro, isso também será chamado de interrupção porque a oportunidade de brincar é tirada dependendo do comportamento.
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ABA  ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO  Desvendando o Autismo

ABA ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO Desvendando o Autismo

O procedimento de utilizar conseqüências e seus efeitos no comportamento pode ser descrito com um diagrama. Na tabela abaixo um estímulo é definido como algum evento ou objeto no ambiente da pessoa. O estímulo é entregue imediatamente após a ocorrência de um comportamento especial. Isso é chamado de uma contingência. Uma contingência é uma regra: “Se você fizer o comportamento X, ocorrerá conseqüência Y”. Falando de maneira geral, há quatro caminhos (contingências) possíveis de usar conseqüências que resultem em mudanças no comportamento. Esses procedimentos recebem nomes.
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ABA  ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO  Desvendando o Autismo

ABA ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO Desvendando o Autismo

1 . Daví gosta de com freqüência balançar suas mãos e dedos na frente dos olhos. Sua família gostaria de diminuir este comportamento. A família acredita que a função deste comportamento é auto-estimulação (prazer sensorial) porque ele faz isto o dia inteiro independente de estar só ou na presença de pessoas. Porém, a família está preocupada que o Daví parece estar começando a gostar da atenção que ele tem recebido dos membros da família quando eles dizem para ele parar de fazer tal comportamento. O que eles devem fazer?

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ABAealimentaçãosaudável

ABAealimentaçãosaudável

apresentação criativa da comida, ameaçar ficar sem comida, amigos comendo os alimentos saudáveis, pais comendo os alimentos saudáveis, mais bajulação e dança de colheres, não motivara[r]

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COCRIAÇÃO DE VALOR NA CADEIA DO CAFÉ ESPECIAL: O MOVIMENTO DA TERCEIRA ONDA DO CAFÉ

COCRIAÇÃO DE VALOR NA CADEIA DO CAFÉ ESPECIAL: O MOVIMENTO DA TERCEIRA ONDA DO CAFÉ

uma participação mais ativa no processo de produção e consumo (Prahalad & Ramaswamy, 2000; Ritzer & Jurgenson, 2010; Vargo & Lusch, 2008). Os produtos já não são apreciados apenas por suas propriedades intrínsecas, mas também pelas experiências que promovem. Os clientes são integradores de recursos, promovendo a cocriação de valor com provedores (Vargo & Lusch, 2008, 2017). Os produtos com utilidade e comercializados com base no seu valor de troca dão origem a experiências e percepções individuais que levam à apropriação de valor durante o seu uso – valor em uso (Sheth & Uslay, 2007; Vargo, Maglio, & Akaka, 2008). O Café Britt, da Costa Rica, é um exemplo de cocriação de valor por meio de experiências únicas. O Café adotou uma experiência de turismo de café (coffee tour) que desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento e promoção da imagem nacional e internacional do Café Britt (Brenes, Bolanos, Burciaga, Jimeno, & Salas, 1997). O BSCA também concorda que a qualidade do mercado interno afeta a imagem do café brasileiro internacionalmente.
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Cocriação com o cliente e o desenvolvimento de novos produtos: Caso La Redoute Portugal

Cocriação com o cliente e o desenvolvimento de novos produtos: Caso La Redoute Portugal

A La Redoute Portugal para reforçar ainda a sua posição no setor e tornar-se líder devia: oferecer atendimento personalizado através de profissionais de design e decoração de interiore[r]

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UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NÍVEL MESTRADO GUILHERME CIRELLO CASAGRANDE JUNIOR

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NÍVEL MESTRADO GUILHERME CIRELLO CASAGRANDE JUNIOR

O tema começou a ganhar publicações no começo do século XXI, mais precisamente a partir dos trabalhos de Prahalad e Ramaswamy (2000, 2004) e Vargo e Lusch (2004) em que os últimos mencionam a cocriação como a sexta premissa da Lógica Dominante de Serviço onde “o consumidor é sempre um coprodutor” depois reformulada para “o consumidor é sempre um cocriador” (LUSCH; VARGO, 2006). Neste aspecto, o consumidor é visto como parte atuante no processo de criação ou geração de valor e, portanto, a produção de um bem ou serviço é apenas uma parte do processo da entrega de valor através das interações entre dois ou mais atores, que acontecem no mercado (VARGO; LUSCH, 2004). Aliás, o mercado é o local onde se dão essas interações, através de pessoas físicas ou jurídicas, que geram a extração de valor econômico (geralmente do consumidor para a empresa) e também, a experiência de consumo (PRAHALAD; RAMASWAMY, 2004).
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