Comportamentos alimentares

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Influência da percepção do peso e do índice de massa corporal nos comportamentos alimentares anormais.

Influência da percepção do peso e do índice de massa corporal nos comportamentos alimentares anormais.

percepção do peso corporal e comportamentos alimentares. Embora o IMC tenha sido a única variável que se mostrou associada a ambos, o modelo de análise também incluiu as variáveis de escolaridade, renda familiar, idade e cor, uma vez que elas ocupavam um nível hierarquicamente superior no modelo conceitual. A variável IMC foi utilizada de forma dicotômica, tendo as oito mulheres magras sido agregadas ao grupo das normais, e o outro grupo representado pelas mulheres com sobrepeso/obesidade.

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Associação entre a utilização do Instagram e comportamentos alimentares desajustados em universitários

Associação entre a utilização do Instagram e comportamentos alimentares desajustados em universitários

O aumento do uso das redes sociais e a sua globalização estimulou os usuários a publicarem fotos suas dando origem a uma nova cultura, a cultura “selfie” (Derenne & Beresin, 2018). Nesta nova cultura predomina a procura pela perfeição através de fotos que possam representar as melhores características do utilizador (Hancock & Toma, 2009) e a obtenção de um físico considerado ideal (Levine & Murnen, 2009) colocando potencialmente o utilizador em risco de desenvolver comportamentos alimentares desajustados (Smith, Hames, & Joiner, 2013; Stice, 2002).
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ERICA: prevalência de comportamentos alimentares saudáveis em adolescentes brasileiros.

ERICA: prevalência de comportamentos alimentares saudáveis em adolescentes brasileiros.

MÉTODOS: Os dados analisados provêm do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (ERICA), estudo transversal, nacional e de base escolar. Foram avaliados adolescentes de 1.247 escolas em 124 municípios brasileiros, utilizando questionário autopreenchível que incluía um bloco sobre aspectos relacionados ao comportamento alimentar. Foram considerados saudáveis os seguintes comportamentos alimentares: consumo de café da manhã, ingestão de água e realização de refeições com os pais ou responsáveis. As estimativas das prevalências foram apresentadas em proporções, com seus respectivos intervalos de coniança de 95%. O teste Qui-quadrado foi utilizado para avaliar a diferença das prevalências dos comportamentos alimentares saudáveis de acordo com as demais variáveis. Utilizou-se o módulo survey do programa Stata versão 13,0 para análise de dados de amostra complexa.
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Importância dos factores psicológicos nos comportamentos alimentares de risco em atletas

Importância dos factores psicológicos nos comportamentos alimentares de risco em atletas

comportamento alimentar nas mulheres (Hausenblas & McNally, 2004; Sanford-Martens et al., 2005; Stoutjesdyk & Jevne, 1993). No que se refere aos resultados desportivos, a comparação com a literatura é mais complexa e difícil, uma vez que não existem sequer indicações claras sobre a possibilidade do nível competitivo (e.g., recreativo, regional, nacional ou internacional) representar um factor de risco para as desordens alimentares (Hausenblas & McNally, 2004). Daí que Byrne e McLean (2001) defendam a necessidade das investigações se centrarem em atletas de níveis competitivos exigentes, tanto ao nível nacional como internacional. No nosso caso, todos os atletas competiam nas divisões e níveis mais elevados das respectivas modalidades, podendo deste ponto de vista representar uma melhoria na compreensão das exigências sentidas pelos melhores praticantes em termos dos comportamentos alimentares. Assim sendo, o facto dos atletas com os melhores registos desportivos (e.g., campeões nacionais) evidenciarem uma maior tendência para os comportamentos de restrição confirma a hipótese sugerida por alguns autores sobre o facto dos atletas mais competitivos (elite) reportarem uma maior tendência para os comportamentos alimentares de risco (Davis, 1992; Picard, 1999; Stoutjesdyk & Jevne, 1993). Um outro aspecto interessante, prendeu-se com a inexistência de diferenças nos comportamentos alimentares em função do tipo de modalidade. De facto, na diferenciação que efectuámos entre modalidades individuais e colectivas, procurámos distinguir entre atletas mais sujeitos às pressões relacionadas com o peso corporal (incluídos nos desportos individuais) e atletas menos pressionados deste ponto de vista (incluídos nos desportos colectivos). Neste sentido, alguns estudos têm procurado discriminar entre praticantes incluídos em modalidades onde o rendimento desportivo parece estar mais dependente do controle de peso corporal (ex: ginástica, natação, atletismo nas especialidades de “longa distância”, remo, patinagem, etc.) relativamente a outras onde este factor não parece tão preponderante (ex: futebol, basquetebol, andebol, hóquei, etc.) (Byrne & McLean, 2001; Sundgot-Borgen, 1994b). Também aqui os resultados têm sido algo inconsistentes, uma vez que existem resultados no sentido dos atletas mais “pressionados” pelo peso corporal assumirem maior risco para as desordens alimentares (Davis & Cowles, 1989; Petrie, 1996; Zucker, Womble, Williamson, & Perrin, 1999), enquanto que noutros estudos, tal como no nosso caso, não são encontradas diferenças (Hausenblas & McNally, 2004; Reel et al., 2007; Sanford-Martens et al. , 2005).
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Comportamentos alimentares em ginastas de elite: associação com o perfeccionismo e o estado de humor.

Comportamentos alimentares em ginastas de elite: associação com o perfeccionismo e o estado de humor.

se relacionou aos CAI nessas jovens. Nesse sentido, evidenciou-se que as atletas com sensação de fadiga elevada foram consideradas mais susceptíveis ao desenvolvimento de comportamentos alimentares deletérios à saúde. Em suma, as jovens ginastas, caso demonstrem sensação de fadiga durante ou após o treinamento, podem estar mais vulneráveis para o desencadeamento dos TA. Logo, recomenda-se aos treinadores e proissionais envolvidos no âmbito da ginástica artística que monitorem periodicamente o estado de humor, mais precisamente, a sensação de fadiga, visto que pode ser uma variável impactante no desencadeamento dos CAI em jovens ginastas. Além disso, sugere-se aos treinadores que façam a periodização do treinamento de ginastas, permitindo períodos adequados de descanso, a im de que a sensação de fadiga possa não se tornar crônica.
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Comportamentos alimentares noturnos inadequados: caracterização clínica e poliss...

Comportamentos alimentares noturnos inadequados: caracterização clínica e poliss...

Clinicamente a SAN deve ser diferenciada de outros comportamentos alimentares noturnos inespecíficos (Colles et al, 2007) como: (a) a ingestão alimentar como forma de combater a insônia; (b) hábito de alimentar-se antes de dormir; (c) alimentação noturna como forma de aliviar epigastralgia em pacientes portadores de úlcera gastroduodenal; (d) pacientes diabéticos que apresentam hipoglicemia durante o sono e despertam para ingerir calorias, entre outros (Mazzetti di Pietralata et al, 2000). Além disso, pode ser diferenciada da bulimia nervosa e do transtorno da compulsão alimentar periódica (Geliebter, 2002) por não apresentar métodos compensatórios associados, pelo período circadiano da ingestão alimentar e por apresentarem episódios de pequena ingestão alimentar, como repetidos lanches, em comparação com episódios de compulsão alimentar dos demais transtornos (Lundgren et al, 2008b).
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Hábitos e comportamentos alimentares de adolescentes com sintomas de anorexia nervosa.

Hábitos e comportamentos alimentares de adolescentes com sintomas de anorexia nervosa.

Poderiam ser recomendadas medidas como: implementar políticas na área de educação e saúde, visando prevenir o aparecimento da doença, por meio de campanhas governamentais veiculadas pela mídia; incluir no currículo o conteúdo programático em nutrição, alimentação e padrões de peso e a atividade física desde a pré-escola; envolver e sensibilizar as empresas alimentícias para veicularem mensagens de alimentação adequada nos rótulos dos alimentos; envolver a família dos adolescentes, motivando-os com reuniões e discussões nas escolas sobre a importância dos hábitos e comportamentos alimentares.
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Frequência de comportamentos alimentares inadequados e sua relação com a insatisfação corporal em adolescentes.

Frequência de comportamentos alimentares inadequados e sua relação com a insatisfação corporal em adolescentes.

objetivo: Descrever a relação entre a frequência de insatisfação com a imagem corporal e a presença de sintomas de transtornos alimentares em adolescentes. Métodos: O estudo foi realizado com uma amostra de 300 adolescentes, de ambos os sexos, na faixa etária de 10 a 17 anos, estudantes de uma escola pública estadual da cidade do Recife, Brasil. Foram utili- zadas as versões brasileiras para adolescentes de três escalas autoaplicativas (EAT-26, BITE e BSQ), além de um questionário contendo dados biodemográficos. resultados: A frequência de sintomas de transtornos alimentares detectada pelo EAT-26 foi de 32,3%; 2,3% para com- portamentos sugestivos de bulimia nervosa, por meio da escala BITE, tendo 36,67% dos alu- nos apresentado padrão alimentar não usual; 5,6% apresentaram insatisfação com a imagem corporal; 8,6% demonstraram tendência à preocupação com a insatisfação com a imagem corporal e 17,6% apresentaram leve insatisfação, além de 66,3%, que mostraram normalida- de em relação à sua forma corporal. Conclusão: Os adolescentes apresentaram níveis de alteração na autoimagem corporal, com alta frequência de insatisfação da imagem corporal, podendo apresentar associação com comportamentos alimentares inadequados.
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Influência dos comportamentos alimentares e do estatuto socioeconómico na prevalência da obesidade numa população infantil

Influência dos comportamentos alimentares e do estatuto socioeconómico na prevalência da obesidade numa população infantil

Resultados: Das crianças estudadas, 43,9% apresentavam excesso de peso, incluindo 12,9% com obesidade. Verificou-se uma maior prevalência de excesso de peso nas crianças mais velhas e nas crianças de sexo masculino, mas apenas as diferenças de idade foram significativas. Não se verificou qualquer relação entre o ESE e o IMC das crianças. No entanto, observou-se uma relação inversa muito significativa entre o nível de instrução parental e o IMC das crianças. Os comportamentos alimentares traduzidos pelo CEBQ estavam de acordo com o IMC, mas estes resultados foram significativos apenas para alguns comportamentos. Conclusões: Concluiu-se que a prevalência da pré-obesidade e obesidade nas crianças nascidas em 2006 e 2003 da região da Covilhã é elevada e exige medidas de prevenção imediatas. Crianças mais velhas, com comportamentos alimentares menos adequados e com pais sem instrução superior apresentaram maior prevalência de excesso de peso.
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Alexitimia, Comportamentos Alimentares, Esquemas Emocionais e Sintomas Psicopatológicos em Adultos PAULO CÉSAR RODRIGUES SILVA GAMEIRO

Alexitimia, Comportamentos Alimentares, Esquemas Emocionais e Sintomas Psicopatológicos em Adultos PAULO CÉSAR RODRIGUES SILVA GAMEIRO

Destacam-se diferenças entre os grupos com e sem alexitimia nos comportamentos alimentares apresentados, designadamente ao nível dos comportamentos bulímicos e da pressão social para comer. Assim, os sujeitos com alexitimia têm mais comportamentos bulímicos e sentem maior pressão para comer comparativamente com os sujeitos sem alexitimia. Num sentido semelhante, Santos (2005) verificou igualmente uma relação entre comportamentos bulímicos e alexitimia em ambos os sexos, sendo colocada a hipótese de os indivíduos com alexitimia poderem ter maior propensão a desenvolver comportamentos bulímicos. Neste mesmo sentido, Torres, Guerra, Lencastre, Vieira, Roma-Torres e Brandão (2011) verificaram a presença de alexitimia num grupo de pacientes com anorexia, o que vem ainda reforçar mais a ideia anteriormente referida. Para reforçar ainda mais esta ideia de que a alexitimia está presente nos comportamentos alimentares, um estudo realizado por Abelha (2009) demonstrou uma presença de alexitimia em pessoas portadoras de bulimia nervosa. Ainda dentro da mesma temática, Reis (2016) realizou um estudo numa população com obesidade e binge eating e veio-se a verificar uma presença significativa de alexitimia dentro da mesma.
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Efeitos do estado de humor sobre os comportamentos alimentares inadequados de atletas de atletismo.

Efeitos do estado de humor sobre os comportamentos alimentares inadequados de atletas de atletismo.

Em relação ao modelo de regressão utilizando a subescala Bulimia como variável critério, os resultados indicaram inluência somente da insatisfação corporal e do percentual de gordura. Ao contrário do que era esperado, o DTH não inluenciou os comportamentos alimentares purgativos e compulsivos em atletas do sexo feminino. Em contrapartida, alguns pesquisadores argumentam que alguns estados de humor (e.g., depressão e ansiedade) podem gerar condutas alimentares compulsivas (Gomes et al., 2011). De acordo com Fortes, Almeida, Laus et al. (2012), os fatores negativos do humor podem tornar a atleta mais susceptível para os comportamentos bulímicos. Desse modo, a ingestão compulsiva de alimentos ricos em carboidratos (e.g., doces) pode induzir a secreção de alguns neurotransmissores associados a alterações positivas no humor, por exemplo, a serotonina. Por conseguinte, atletas com sentimentos de desconforto poderão utilizar métodos purgativos (e.g., autoindução de vômitos) com o intuito de não aumentar o seu peso corporal.
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Indicadores antropométricos de insatisfação corporal e de comportamentos alimentares inadequados em jovens atletas.

Indicadores antropométricos de insatisfação corporal e de comportamentos alimentares inadequados em jovens atletas.

Introdução: Altos valores de índice de massa corporal (IMC) e percentual de gordura (%G) parecem es- tar associados à insatisfação corporal (IC) e aos comportamentos alimentares inadequados (CAI). Objetivo: Identificar a influência de variáveis antropométricas sobre a IC e o CAI em atletas adolescentes competitivos. Método: Trata-se de uma análise transversal com 580 participantes com idades entre dez e 19 anos de am- bos os sexos, praticantes de diversas modalidades esportivas. Aplicou-se o Body Shape Questionnaire para mensurar a IC. Utilizou-se o Eating Attitudes Test para avaliar CAI. Foram aferidas dobras cutâneas para estimar o percentual de gordura (%G). Mensurou-se peso e estatura para calcular-se o IMC. Conduziu-se regressão linear múltipla para avaliar influências das variáveis independentes sobre os desfechos do estudo. Resultados: Os resultados evidenciaram que a IC no sexo feminino foi modulada apenas pelo %G, ao contrário do sexo masculino, em que IMC e %G, juntos, explicaram parte de sua variância (p < 0,05). O CAI no sexo masculino foi pouco influenciado pelo %G. Conclusão: O %G foi a única variável que influenciou a IC em ambos os sexos. Ademais, os CAI em jovens atletas parecem não ser influenciados por características antropométricas.
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As principais evoluções dos comportamentos alimentares: o caso da França.

As principais evoluções dos comportamentos alimentares: o caso da França.

para mundial, causa confrontações culturais entre grupos sociais. Tais trocas se efetuam segundo o processo sociológico de imitação e distinção. Os grupos sociais dominados (pobres, rurais, países em desenvolvimento) imitam os grupos sociais dominantes (ricos urbanos ocidentais). Classes abastadas ocidentais se tornam modelo para as populações ricas de países em desenvolvimento, como o Brasil. Com isso, observam-se represen- tações, atitudes e comportamentos alimentares de brasileiros muito próximas àquelas dominantes na França. Grandes tendências de evoluções de comportamentos alimentares, principalmente de países ricos ocidentais, têm uma probabilidade muito forte de serem praticadas ao longo dos próximos anos em países em desenvolvimento, como o Brasil. Os resultados de uma ampla pesquisa, que procurou investigar a ação de diferentes determinantes (sociodemográficos, socioeconômicos e socioculturais) sobre práticas alimentares de consumidores brasileiros, confir- mam tal afirmação. Tal pesquisa foi financiada pela Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia (FINEP-MCT), realizada em 2003, e insere-se no âmbito de um acordo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil (CAPES-COFECUB) entre a Universidade Federal de São Carlos, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e, pelo lado francês, a École Nationale d’Ingénieurs des Techniques des Industries Agricoles et Alimentaires (ENITIAA). Maiores detalhes referentes a tais resultados podem ser encontrados em Batalha et al. 20 .
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Relação entre o estado de humor e os comportamentos alimentares de risco para os transtornos alimentares em adolescentes.

Relação entre o estado de humor e os comportamentos alimentares de risco para os transtornos alimentares em adolescentes.

Objetivo: Analisar a relação entre o estado de humor e os comportamentos alimentares de risco para os transtornos alimentares (TA) em adolescentes do sexo feminino. Métodos: Participaram 397 adolescentes com idade entre 12 e 17 anos. Utilizaram-se as subescalas do Eating Attitudes Test (EAT-26) para avaliar os comportamentos alimentares de risco para os TA. Utilizou-se a Escala de Humor de Brunel (BRUMS) para avaliar o estado humor negativo (ansiedade, tensão, depressão, confusão mental, raiva e fadiga). Conduziram-se a Regres- são Logística Binária e a Análise Multivariada de Covariância para analisar os dados. Resul- tados: Evidenciou-se associação estatisticamente significativa entre o estado de humor negativo e os comportamentos alimentares de risco para os TA (X² = 25,71; Wald = 31,92; p = 0,001). Identificou-se diferença de escore na subescala Dieta entre as adolescentes com alto e baixo estado de humor negativo [F (1, 396) = 13,40; p = 0,04], fato que não foi encon- trado para as subescalas Bulimia e Preocupação com Alimentos [F (1, 396) = 1,69; p = 0,09] e Autocontrole Oral [F (1, 396) = 0,95; p = 0,17]. Conclusão: Os comportamentos alimentares de risco para os TA estiveram relacionados ao estado de humor negativo.
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Prevalência de comportamentos alimentares disfuncionais em mulheres idosas

Prevalência de comportamentos alimentares disfuncionais em mulheres idosas

Com o envelhecimento as mulheres acarretam várias preocupações com a imagem corporal, especificamente pressões sociais e culturais acerca de manter uma aparência jovem, vontade de manter o corpo atraente e perfeccionismo. Fatores que estão significativamente relacionados com os comportamentos alimentares disfuncionais (Hall & Driscoll, 1993; Midlarsky & Nitzburg, 2008). Mulheres idosas estão mais vulneráveis relativamente às preocupações com a imagem corporal influenciando a sua autoestima e a forma como estas se auto-avaliam (Shaw, Ebbeck & Snow, 2000). Estas preocupações representam uma fonte de angústia para a maioria das mulheres, sendo notória em mulheres idosas e associada a várias psicopatologias como as PCA, depressão e ansiedade (Lewis & Cachelin, 2001; Tylka, 2004). As mulheres idosas, da mesma forma que as adolescentes, estão suscetíveis à pressão social de que o corpo da mulher deve ser magro. Assim, identificam um corpo magro como a forma corporal atraente para os homens e socialmente aceite (Ferraro et al., 2008; Lewis & Cachelin, 2001).
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COMPORTAMENTOS ALIMENTARES E EROSÃO DENTÁRIA EM ATLETAS

COMPORTAMENTOS ALIMENTARES E EROSÃO DENTÁRIA EM ATLETAS

A utilização de aditivos ácidos em alimentos, águas minerais e iogurtes justificam que alguns produtos alimentares produzam efeitos erosivos. Os iogurtes são um ótimo exemplo disso, pois o iogurte natural, apesar de possuir um pH baixo (na ordem dos 3.9), não provoca qualquer desgaste por erosão, o que pode dever-se à sua constituição rica em cálcio e fosfato inorgânico, ou seja, à sua sobressaturação em hidroxiapatita (HAP). O mesmo não sucede com os iogurtes aos quais são adicionados frutos silvestres que, apesar de conterem níveis de cálcio e fosfato inorgânico ainda mais elevados, possuem um pH de 3.77, demasiado baixo para ser sobressaturado em HAP. Contudo, verificou-se que o efeito erosivo produzido após 4 minutos de exposição não é relevante em termos de redução da dureza da superfície (Murrell et al., 2010).
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Análise Funcional: tecnologia para o controle de comportamentos alimentares problema

Análise Funcional: tecnologia para o controle de comportamentos alimentares problema

Os procedimentos operantes (e.g., alimentar-se bem e quinze estratégias para o controle das compulsões alimentares e dos comportamentos compensatórios; registros dessas classes de respostas, bem como registro do cumprimento ou não das seis refeições diárias), além das análises funcionais, aplicados por Oliveira e Bueno (2009), chamam a atenção no sentido de aportarem-se como tecnologias comportamentais alternativas parase intervir nessa classe de comportamento-problema (bulimia nervosa). Classe essa que durante longo tempo foi descrita apenas como uma variação da anorexia nervosa. Só a partir da metade da década de 1980 passou a ingressar nos manuais clássicos de transtornos e doenças: o Manual Diag- nóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria e a Classificação Internacional de Doenças (CID), de autoria da Organização Mundial de Saúde. Todavia, como destaca Tobin (2004) “[...]a bulimia nervosa, transtor- no alimentar mais amplamente investigado, é descrita alternadamente como um transtorno afetivo, um transtorno de ansiedade, uma variante da anorexia e uma entidade diagnóstica distinta.” (p. 6).
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O que a investigação aponta como estratégias para melhorar os comportamentos alimentares dos jovens

O que a investigação aponta como estratégias para melhorar os comportamentos alimentares dos jovens

De acordo com o Instituto de Saúde Pública da Sué- cia, a percentagem total de DALYs (disability- adjusted life-years — os anos de vida ajustados por incapacidade resultante de doença) relacionados com má nutrição e inactividade física é de 9,7% (WHO, 2002). Portugal e a Itália, de acordo com o relatório de saúde de 2002 da OMS, são os maiores consumi- dores de fruta e vegetais na Europa. Mas Portugal tem também a população mais sedentária da região. A investigação científica reconhece nos frutos e vegetais e na actividade física importantes factores de protecção da saúde. Assim como o consumo de fru- tos e vegetais pode prevenir algumas doenças mais prevalentes na nossa sociedade, também o estar à mesa pode ser estruturante da personalidade e contri- buir para o sentido de coerência familiar e individual, através do reforço de laços afectivos, relações fami- liares, consistência entre as mensagens e comporta- mentos dos adultos observados pelos mais jovens. As experiências de vinculação na infância e a educa- ção que se recebe nos primeiros anos de vida até à adolescência são determinantes na adopção de atitu- des e comportamentos relacionados com a saúde.
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Design de interação e alteração de comportamentos alimentares

Design de interação e alteração de comportamentos alimentares

Foi escolhido/a para participar neste estudo porque faz parte de um grupo de pessoas que sofre de excesso de peso ou obesidade tendo em conta o seu IMC (índice de massa corporal), sendo[r]

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Comportamento alimentar de mulheres entre os 50-65 anos: relação com variáveis de bem-estar e imagem corporal

Comportamento alimentar de mulheres entre os 50-65 anos: relação com variáveis de bem-estar e imagem corporal

e traduzido por Machado, 2016 consiste em duas dimensões que avaliam atitudes e comportamentos alimentares na última semana. A dimensão “atitude alimentar” é composta por duas subescalas com 10 itens: i) preocupação com peso e imagem corporal (6 itens); ii) preocupação com a alimentação (4 itens). As respostas variam de 0 a 6 (0 - nunca a 6 – sempre). A dimensão comportamento alimentar é constituída por cinco itens que avaliam comportamentos de compulsão alimentar e compensatórios. As respostas consistem no número de vezes que esses comportamentos aconteceram na última semana. Este instrumento apresentou boas propriedades psicométricas, tanto na escala total (α= .93), como nas suas duas subescalas: “preocupações com o peso e forma corporal” (α= .94) e “preocupações alimentares” (α= .80). No presente estudo, também se verificaram níveis adequados de consistência interna na escala total (α= .91), na subescala “preocupações com o peso e forma corporal” (α= .90), e na subescala “preocupações alimentares” (α= .88).
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