Composição musical - Séc. XX

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Produção de pesquisa em composição musical

Produção de pesquisa em composição musical

É mestre em Música pelo Programa de Pós-Graduação em Música da UFRN– PPGMUS, sendo orientado pelo Prof. Dr. Alexandre Reche e Silva; especialista em Composição Musical pelo curso Práticas Interpretativas do Séc. XX e XXI pelo Programa de Pós-Graduação em Música da UFRN, 2012; e licen- ciado em Música pela UFRN, em 2008, com orientação do prof. André Luís Muniz Oliveira. Atualmente, realiza pesquisa na elaboração de modelos didáticos para estudantes de composição com base no Sistema Schillinger de Composição Musical.
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O Género Musical na Identidade dos Instrumentos: o Saxofone no séc. XX

O Género Musical na Identidade dos Instrumentos: o Saxofone no séc. XX

instrumento, estamos conscientemente a pensar em composição e intérpretes, considerando assim o Fourth Stream também transversal à composição e à interpretação. Para além de Schnyder que é figura central neste artigo devido ao instrumento que toca, gostaríamos no entanto de referir outro músico que consideramos Fourth Stream de forma a melhor definir este género. Este músico é Ethan Iverson (n. 1973 nos EUA); pianista e compositor de formação clássica e de jazz que trabalhou muitos anos como diretor musical da companhia de dança contemporânea de Nova York, o Mark Morris Dance Group. Iverson, como Schnyder, é um músico que desde cedo na sua formação, bem como na sua atividade profissional, esteve exposto a uma grande diversidade cultural. Iverson tem no trio de jazz contemporâneo (piano, contrabaixo, bateria) que fundou, Bad Plus, o seu mais reconhecido trabalho.
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A CIÊNCIA NA ARTE MUSICAL DO SÉC. XX: DUAS CORRENTES  CONTÍGUAS

A CIÊNCIA NA ARTE MUSICAL DO SÉC. XX: DUAS CORRENTES CONTÍGUAS

Desde a antiguidade os conceitos formais estiveram sempre na interligação entre a arte e a matemática, buscando uma resposta para os contrastes existentes entre os conceitos de acaso, desordem e desorganização e seu opostos razão, ordem e organização, respetivamente. Contudo, nas teorias mais recentes tem-se verificado que o acaso é passível de ser estudado em diferentes níveis, transformando-o em elementos passiveis de racionalização através da estatística. O stokos, termo grego que significa “tender irresistivelmente em direção a um objetivo” (Santana, 1998, p. 21), surge então como abordagem necessária para equilibrar a presença ou ausência de casualidade que, segundo o compositor, permite a explicação do mundo, e consequentemente do fenómeno sonoro, como um conjunto de leis que controlem os conceitos de probabilidade, estatística, entre outros. Para Xenakis este termo exprime a ideia de massas que se direcionam para um meio, um estado de estabilidade, promovendo um alargamento das regras e leis de composição, pois estes fenómenos que são da natureza e regidos por leis internas, não podem ser resolvidos por conceitos como o contraponto ou a harmonia, obrigando à busca de outros princípios e procedimentos que possam realizar o seu controlo e organização no espaço e no tempo.
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O desenvolvimento da notação musical e das técnicas da prática instrumental do trombone no séc. XX - Luciano Berio, John Cage e Iannis Xenakis

O desenvolvimento da notação musical e das técnicas da prática instrumental do trombone no séc. XX - Luciano Berio, John Cage e Iannis Xenakis

São muitas as obras de Berio que usam estruturas expandidas de alturas, uma outra prática usada pelo compositor que se distingue dos uníssonos e tem melhor encaixe nas alturas de referências. A técnica das estruturas expandidas consiste na adição gradual de alturas. As Sequenza V e VII são bons provedores de exemplos, uma vez que nestas identificamos a introdução simples de alturas e subsequentemente a colocação de alturas aficionadas. Este recurso vai sendo explorado por Berio até ao uso completo do total cromático, o recurso é acompanhado pela exploração de figuras baseadas na permutação e combinação, ou reordenação de novos e originais materiais. Outro aspeto característico de Berio, que não podemos deixar de referir, é o emprego de técnicas de composição para a construção de materiais novos a partir de fontes apresentadas anteriormente, e que resultam em padrões complexos. Para além deste, Berio usa ainda a recapitulação das alturas, que se identifica, por exemplo, nas Sequenze das séries. Em muitas Sequenze, a recapitulação envolve a apresentação das alturas e o ritmo como entidades separadas e, através destas, é- nos dado a perceber o interesse de Berio pela transformação contínua dos materiais composicionais os quais, muitas vezes, redefinem e recontextualizam o estado dos materiais, na forma como variam, transformam e são combinados.
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AGELASTA: a ilusão na composição musical

AGELASTA: a ilusão na composição musical

Man has always shown his fascination by the universe of perception where the visual and sound distortions are assumed as an instigating object. Shepard (1990) considers this distortion of the world that we see and hear as a normal aspect of our perceptual system. But is the world really what we perceive? We think that optical illusions are a relevant indicator in confirmation that this world is not as we think it is. This raises another question: why does our perceptual system do this? In the view of Levitin (2011), perhaps the explanation is reduced to a certain evolutionary adaptability existing in this system. Much of the sounds and visions we receive through our sensory receptors have partial/ambiguous information and other informative elements that are not present. In the particular case of the sound world, our auditory system presents a very specific / complex version of this perceptive complement (l Warren, 1970; Bregman, 1990), where ascending and descending processes play a significant role in the representation and understanding of reality. The exploration and knowledge of these singularities has led many authors to have observed / studied the phenomenon of perceptive complement as an element of and in musical composition. It is noteworthy the Shepard Scale (1964), Risset's Perpetual Glissando (1969) and Deutsch's Triad Paradox (1986). An important contribution to the exploration and experimentation of this subject in the field of musical composition is undoubtedly the theories associated with perception, cases of Gibson's Direct Theory (1966), Gregory's Theory of Constructivism (1970) and its main mechanisms (gestalt grouping principles, filling and unconscious inference). It is important to emphasize the contribution of Place Theory, Temporal Theory and Duplex Theory (Licklider, 1951; Cheveigné, 2004, 2010; Warren, 2008), in understanding the analytical process (spectral and temporal) of our auditory system.
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Impacto de PCMs no desempenho térmico de edifícios em pedra do séc. XX

Impacto de PCMs no desempenho térmico de edifícios em pedra do séc. XX

61 Figura 60: Variação horária da temperatura interior e exterior na ZNT 1.1, para Lisboa no Verão 63 Figura 61: Variação horária da temperatura interior e exterior na ZNT 1.2, para [r]

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Sistemas de composição e analise musical

Sistemas de composição e analise musical

Is to significa que a ati vi dade de uma estrutura harmonica (ordem implicita) pode ter uma dura<;:ao diferenciada da ordem temporal ou ritmica (ordem explicita)[r]

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INFORMAÇÃO COMO SUBSÍDIO PARA COMPOSIÇÃO MUSICAL

INFORMAÇÃO COMO SUBSÍDIO PARA COMPOSIÇÃO MUSICAL

Informação e cultura. Informação e comunicação. Informação e conhecimento. Informação e ciência. Informação e tecnologia. Parece óbvio a relação de proximidade entre as áreas do conhecimento com a informação. Porém temos a tendência de pensar que para a criação artística conta-se com a intuição ou com uma vocação que, inatas, brotam em cada artista num determinado momento de sua vida, é assim que se vislumbra a respeito da pintura, da representação teatral e da composição musical. Mas isso corresponde à realidade? Será que o músico ao compor não toma como ponto de partida alguma informação ou conhecimento, parte de seu mundo interior, ainda que inconscientemente?
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Cinema, Narcisismo e Sentimento de Finitude: a representação da crise do Eu no cinema da segunda metade do séc. XX e séc. XXI

Cinema, Narcisismo e Sentimento de Finitude: a representação da crise do Eu no cinema da segunda metade do séc. XX e séc. XXI

Esta dissertação propõe-se incidir sobre as estratégias narcísicas reveladas em determinadas personagens do cinema da segunda metade do século XX e início do século XXI. Tomando como objecto de estudo seis filmes de diferentes décadas, o estudo procurará demonstrar de que formas se tratam as angústias de morte, as ansiedades inter-relacionais e outros sintomas narcísicos. Para representar a década de 50, foi escolhido Sunset Blvd., tendo por foco a questão do fim do ‘glamour’. Cléo de 5 à 7, de Agnès Varda (1962) por outro lado, permitirá uma análise sobre a mudança interior da personagem e o medo de uma morte iminente. Para os anos 70, por seu turno, escolhem- se dois marcos cinematográficos: Annie Hall, de Woody Allen (1977) e Fedora, de Billy Wilder (1978). O primeiro evoca as análises de Christopher Lasch, pelas atitudes comparáveis ao que o mesmo designa por cultura do narcisismo, na personagem de Alvy Singer. Quanto a Fedora, de Wilde, irão tratar-se sobretudo das questões de identidade e alteridade. Finalmente, e focada já no início deste século, a presente tese recorre à análise de Dorian Gray, de Oliver Parker (2009), no sentido de tratar o deslumbramento pelo belo em detrimento de padrões morais; com The Neon Demon, de Nicolas Winding Refn (2016), o estudo propõe-se, essencialmente, reflectir sobre objectificação e apropriação do Outro. As condutas ficcionais de cada um dos argumentos estarão umas mais próximas, outras mais díspares entre si, não se esgotando num compartimento estanque, e por vezes partilhando das idiossincrasias alheias.
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Trabalhadores e as fendas da ambivalência assistencial: Oeste do Paraná em fins do séc. XX e início do séc. XXI

Trabalhadores e as fendas da ambivalência assistencial: Oeste do Paraná em fins do séc. XX e início do séc. XXI

A nosso ver, a composição destacada acima, proposta no trabalho de Moraes Junior (2011), expressa elementos de uma problemática que suscita questões suficientes para que a recoloquemos em outros termos. Chamamos a atenção para o modo como o autor também expressa seu compromisso para com aqueles trabalhadores. De sua posição, a partir de determinados supostos, constrói sua aproximação por meio da prática acadêmica; portanto, por sua atuação profissional. Uma conduta claramente delineada por meio das potencialidades e limitações implicadas nos sentidos políticos próprios ao métier da produção e discussão do conhecimento histórico. Desse modo, examinemos, de forma mais detida, os termos do envolvimento proposto por Moraes Junior no mesmo instante em que explicitamos as demarcações de nossa própria prática historiográfica e suas implicações políticas. Portanto, dediquemos certa atenção aos modos como (enquanto historiadores, trabalhadores acadêmicos) vislumbramos uns aos outros, no exercício mais amplo de nosso debate disciplinar; o que, ao fazê-lo, expomos o modo como identificamos e compreendemos a historicidade das ações de sujeitos com os quais declaramos hipotecar solidariedade. Particularmente, no que diz respeito a algo caro no interior de nossa controvertida tradição marxista, referimo-nos à propalada identificação e/ou solidariedade classista.
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Reabilitação de edifícios da primeira metade do séc. XX: Discussão metodológica

Reabilitação de edifícios da primeira metade do séc. XX: Discussão metodológica

Neste contexto, a dissertação irá apresentar dois casos de estudo correspondentes a dois edifícios do início do século XX, emblemáticos para a cidade do Porto, em que serão abordadas várias questões associadas à sua preservação, conservação e reabilitação. Os dois casos são a inspeção estrutural do Mercado do Bolhão e as obras de conservação das fachadas do Teatro Nacional de São João, trabalhos efetuados pelo Instituto da Construção da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. A análise apresentada no caso do Mercado do Bolhão irá discutir a importância da informação obtida através das inspeções estruturais e o seu potencial contributo para a avaliação da segurança estrutural. No caso do Teatro Nacional de São João, a análise apresentada irá no sentido de discutir a abordagem à intervenção de conservação dos elementos escultóricos e decorativos em betão armado que compõem a fachada, elementos estes que se encontram degradados e têm autoria de escultor.
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Teorias e Práticas da Segurança no séc. XX: Sequência Histórica e Mudança Radical

Teorias e Práticas da Segurança no séc. XX: Sequência Histórica e Mudança Radical

Atendendo ao ímpeto e direcção da globalização nos últimos vinte anos do século XX, não é possível estar optimista relativamente à “segurança” da maioria da população mundial nos próximos vinte ou mais anos. A implicação é inevitável: quando se trata da teoria e prática da segurança, deve ser dada uma prioridade historicamente nova à lógica transcendental na agenda da política mundial. Não é simplesmente uma opção moral, mas uma necessidade estratégica. O mundo não está a funcionar. Fazer esta reivindicação em nome da posição transcendental abre uma série de opções adicionais, mas para os objectivos deste artigo, o aspecto a realçar é que os CSS são os únicos “Estudos de Segurança” em que a perspectiva transcendental tem um papel central, com as suas questões críticas acerca do lugar dos indivíduos, do papel da humanidade comum, da natureza da política, dos significados da segurança e do projecto da emancipação. É difícil estar optimista em relação às perspectivas da segurança no século XXI, embora existam razões para uma esperança racional de que a Era Global pode colher lições importantes a partir da Era da política internacional que a precedeu. Falta saber, contudo, se elas vão ser suficientemente reconhecidas e postas em prática a tempo, por aqueles que têm poder para agir decisivamente. Tal como sucedeu com o movi- mento para a unidade europeia, após séculos em que o continente europeu foi a cabine de pilotagem durante a guerra, podemos acabar por chegar lá, mas não antes de muitos desastres. Como Winston Churchill gostava de dizer: “O ser humano vai acabar por fazer o que está certo, mas só quando tiver tentado tudo o resto”.
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A Ciência em Portugal ao  longo do séc. XX (cenas exemplares de um percurso incompleto)

A Ciência em Portugal ao longo do séc. XX (cenas exemplares de um percurso incompleto)

21(22) o reforço dos meios de cálculo científico; quarto, o lançamento de um grande programa avançado de formação de recursos humanos para a investigação, mediante mestrados e doutoramentos no país e no estrangeiro, onde foram concedidas aproximadamente 3000 bolsas a jovens investigadores. Este foi o grande contributo material para a modernização da investigação científica em Portugal, actividade que, em contrapartida, é obrigada a responder a outras medidas exigidas aos investigadores e aos centros ou institutos onde trabalham; aparecem os meios, mas é necessários que todo o sistema se sujeite à avaliação internacional e é perante o resultado desta que se definem os financiamentos futuros. Nem todos os investigadores, nem todas as estruturas de pesquisa estavam preparadas para esta exigência que, desde há umas dezenas de anos, constitui o modelo do sistema científico internacional. É neste patamar, com uma necessidade e vontade prementes para avançar e, simultaneamente, ainda alguma desconfiança em relação às práticas na determinação da competência, instituídas pela comunidade científica internacional, que, no final do século XX e princípio do século XXI, se encontra a investigação científica portuguesa.
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A outra educação da infância sem voz expressa na literatura (Séc. XIX-XX)

A outra educação da infância sem voz expressa na literatura (Séc. XIX-XX)

As crises económicas que assolaram a Europa (séc. xIx e princípios séc. xx), lançaram na pobreza e miséria muitas famílias. Na edição de 1927, o jornal ‘O Setubalense’, na sua coluna ‘Pro- blema Difícil’ (p. 1-3), retrata a dimensão dessa crise económica gravíssima: ‘Em Setúbal morre-se de fome. há lares onde há muito não entra um pouco de pão, onde só a desgraça e a miséria tem guarida. A falta de peixe numa terra que só de peixe vive arrastou para a pior indigência algumas centenas de famílias’. As consequências são visíveis e dramáticas por todo o País, principalmente nos grandes centros urbanos, onde muitos homens e mulheres válidos entraram na senda da men- dicidade, vagabundagem, marginalização e prostituição. Nem a intervenção, em muitos casos das Câmaras, das misericórdias e instituições de beneficência, minoravam essas situações de miséria humana nem acautelavam a vergonha natural de muita gente obrigada à caridade alheia.
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Arquitetura e espaços escolares na escola portuguesa (Período do Séc. XIX e Séc. XX) : Lugares de memória

Arquitetura e espaços escolares na escola portuguesa (Período do Séc. XIX e Séc. XX) : Lugares de memória

Raul Lino um bom exemplo em Portugal. De facto, a localização do terreno para construir a escola passa a ser fundamental, ao ser considerado parte do ‘espaço educativo’ (ALEGRE, 2009, p. 49). O edifício escolar passou a integrar os princípios da Escola Nova, inicialmente e de forma experimental no ensino privado, prolongando- se depois às escolas públicas. O repensar da formalização do espaço da sala de aula, incrementou a sua relação com o exterior, mediante a introdução de mais aberturas (garantindo, também a sua higienização), uma flexibilização do uso do espaço construído potenciando a sua exterioridade (abertura da escola à comunidade) e a concepção mais ergonómica dos equipamentos e mobiliário escolar, como resposta às novas metodologias de ensino o que reforçou as práticas educativas. Tudo isto transformou a morfologia dos edifícios escolares do séc. XX.
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Alvorecer do turismo cultural na primeira metade do séc. XX: do turismo elitista de setecentos ao turismo massificado do séc. XXI

Alvorecer do turismo cultural na primeira metade do séc. XX: do turismo elitista de setecentos ao turismo massificado do séc. XXI

cultural específico, não só porque pretenderam devolver ao público uma imagem positiva e dignificada do passado histórico da região, mas também porque tentaram criar uma proj[r]

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A energia elétrica na cidade do Aracaju nas primeiras décadas do Séc. xx

A energia elétrica na cidade do Aracaju nas primeiras décadas do Séc. xx

Não podemos compreender, porém, todo o processo que envolve essa inovação sem compreender o que se passava nesse período de mudança espacial de Aracaju. A transferência da capital do Estado de Sergipe de São Cristóvão para Aracaju atua então, como o primeiro de vários acontecimentos que colocariam a nova capital como símbolo de uma modernização urbana. Identificando-se os motivos, o contexto histórico, o sentimento que movia os políticos e o capital privado a essa época (início do Século XX) é que compreenderemos a chegada da eletricidade no âmbito urbano como resultante de uma conjuntura de eventos que ocorriam a nível nacional.
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Oásis do sertão
: a paisagem do Cariri cearense (séc. XIX - XX)

Oásis do sertão : a paisagem do Cariri cearense (séc. XIX - XX)

Os intelectuais do ICC deram continuidade às investigações históricas sobre o Cariri, a partir do Crato, e dessa forma reconstruíram um olhar sobre o Ceará a partir do Cariri, sob a[r]

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A História das Mulheres (séc. XX - XXI): entre poder, resistência e subjetivação

A História das Mulheres (séc. XX - XXI): entre poder, resistência e subjetivação

Em um segundo momento, analisamos como as práticas de resistência na história das mulheres, contra os efeitos de poder do patriarcado, são potencializadoras de outros modos de existê[r]

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Caracterização e avaliação da estrutura da paisagem: Análise da sua evolução no séc. XX

Caracterização e avaliação da estrutura da paisagem: Análise da sua evolução no séc. XX

De facto, a avaliação ecológica não corresponde a um processo único conducente a um resultado unificado, mas constitui, bem pelo contrário, um processo de análise pluridim[r]

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