Compreensão da linguagem

Top PDF Compreensão da linguagem:

IMPACTOS DA (IN)COMPREENSÃO DA LINGUAGEM FORENSE  E OS DESAFIOS DO ACESSO À JUSTIÇA

IMPACTOS DA (IN)COMPREENSÃO DA LINGUAGEM FORENSE E OS DESAFIOS DO ACESSO À JUSTIÇA

A pesquisa, ora disposta, visa a depurar a problemática da (in)compreensão da linguagem forense na contemporaneidade, abordando questões atinentes ao universo linguístico do Direito, defendendo a neces- sidade de se abandonar o emprego do “juridiquês” em prol da otimização do próprio alcance social das de- cisões, dessa forma oportunizando à clientela comum, qual seja, o cidadão brasileiro, o acesso à Justiça em condições reais de interlocução e entendimento de todo o processo não só normativo, mas, sobretudo, comu- nicativo. Para tanto, aplicar-se-á o método dedutivo, por meio da consulta às fontes doutrinárias e à legisla- ção pertinentes, tecendo um estudo interdisciplinar que impulsiona o uso da linguagem como ferramenta de emancipação social, na medida em que liberta o indivíduo para interpretar o mundo que o circunda.
Mostrar mais

11 Ler mais

Construção de sentido nas narrativas de doentes crônicos.

Construção de sentido nas narrativas de doentes crônicos.

partida a linguagem em uso ou o papel da linguagem na interação social e como base a compreensão da linguagem como matriz de construção de sentido. O foco são as práticas discursivas, [r]

7 Ler mais

Processos de construção do sentido por portadores da Síndrome de Asperger

Processos de construção do sentido por portadores da Síndrome de Asperger

Os resultados apresentados neste teste apontam para uma possível explicação em relação à dificuldade na construção do sentido por pessoas com Transtorno de Espectro Autista. Obviamente que estes resultados se restringem aos participantes da pesquisa, mas direcionam futuros estudos relacionados ao tema de forma mais pontual, uma vez que o conhecimento linguístico (construções gramaticais que orientam o acionamento de esquemas mentais), a análise das pistas linguísticas (enunciados, sentenças) e as simulações realizadas a partir da sua inserção em determinado contexto comunicativo (inferências) fazem parte da Semântica da Simulação, sendo esses três intrinsecamente essenciais para a construção do sentido. O que pressupõe é que uma deficiência em alguns desses aspectos comprometeria a construção do sentido no processo de compreensão da linguagem. Dessa forma, a interação social é fundamental no processo de simulação, pois é a partir da interação com o outro que o sujeito constrói e reconhece as inferências necessárias para simular uma sentença cognitivamente.
Mostrar mais

106 Ler mais

O corpo como expressão e linguagem em Merleau-Ponty.

O corpo como expressão e linguagem em Merleau-Ponty.

Nosso artigo discorre sobre a importância da noção de corpo na filosofia de Merleau-Ponty. Essencialmente presente nas manifestações intersubjetivas, o corpo encarna a possibilidade de compreensão dos gestos e das palavras, assinalando o caráter corpóreo da significação, cuja apreensão está na reciprocidade de comportamentos vividos na dimensão social. Desenvolvemos também seu conceito de linguagem falada; segundo Merleau-Ponty, o sentido da linguagem expressiva teria sido expropriado da palavra pelas concepções empirista e idealista, fundadas na dicotomia cartesiana. Merleau-Ponty observa uma imanência do sentido na palavra, apontando que a compreensão da linguagem remonta à análise de seu movimento expressivo originário: o gesto. O caráter fundador da linguagem mostra-se nas relações ambíguas entre fala e pensamento, sentido e palavra, significante e significado. Esta ambigüidade, presente em todas as formas de linguagem, constitui a natureza do fenômeno expressivo, revelando a abertura de nossa faticidade originária ao mundo e a nós mesmos.
Mostrar mais

6 Ler mais

Anartria Pura: Estudo de Dois Casos.

Anartria Pura: Estudo de Dois Casos.

superior à média na escrita e foi aconselhado a tornar-se professor de escola primária na França, mas dedicou-se ao comércio. Fora algumas viagens, passou sua vida em seu país de origem onde seu trabalho o obrigava a utilizar as duas línguas que ele conhecia. Como seus parentes, era destro. Em 10 de dezembro de 1947, com 63 anos de idade, Sr. Delfrique foi admitido no serviço de cardiologia do Hospital Lariboisière, em Paris, para o tratamento de episódios de taquicardia paroxística, há muito tempo manifestado. Dois dias após a hospitalização, o paciente sofreu um enfarte cerebral, sem perda de consciência, quando andava pelo terreno do hospital. O exame imediato revelou a presença de uma hemiplegia direita e de uma hipoestesia do mesmo lado. Sua fala ficou reduzida a um sussurro indiferenciado. Entretanto, a compreensão da linguagem dos outros, tanto quando falavam inglês como francês, era normal. Foi-lhe dado o diagnóstico de afasia de Broca.
Mostrar mais

12 Ler mais

Linguagem matemática: uma proposta de ensino e avaliação da compreensão leitora dos objetos da matemática

Linguagem matemática: uma proposta de ensino e avaliação da compreensão leitora dos objetos da matemática

Este trabalho discute aspectos relacionados à linguagem matemática e à sua compreensão, em especial, por estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental. Nesse sentido, objetivamos elaborar uma proposta de ensino consubstanciada por atividades de modelagem matemática e de leitura, que oportunize ao aluno do Ensino Fundamental uma melhor compreensão da linguagem matemática inerente ao conteúdo de proporção. Visamos também construir/propor parâmetros para a avaliação da proficiência leitora desta linguagem por parte do estudante e analisar no processo de modelagem, a sua capacidade de desenvolver/aprimorar/potencializar esta proficiência. Para isso, desenvolvemos uma pesquisa de cunho qualitativo, com procedimentos de uma pesquisa-ação, cuja análise dos dados se configura como Análise de Conteúdo. Referenciamo-nos epistemologicamente e didaticamente, nos estudos de: Piaget (1975, 1990), Vygotsky (1991, 2001), Bakhtin (2006), Freire (1974, 1994), Bicudo e Garnica (2006), Smole e Diniz (2001), Barbosa (2001), Burak (1992), Biembengut (2004), Bassanezi (2002), Carrasco (2006), Becker (2010), Zuin e Reyes (2010), dentre outros. Entendemos que para adquirir um novo conhecimento é preciso aprender a lê-lo e ler para aprendê-lo, este processo é indispensável para o desenvolvimento da proficiência leitora de um sujeito. A modelagem, por sua vez, é um processo que possibilita o contato com distintas formas de leitura, oferecendo elementos favoráveis ao desenvolvimento ora mencionado. Os parâmetros avaliativos que utilizamos para analisar o nível de proficiência leitora da linguagem matemática mostrou-se eficaz e, portanto, um valioso instrumento que permite ao professor uma avaliação eficiente e cujos resultados podem orientá-lo melhor no planejamento e execução de sua prática.
Mostrar mais

179 Ler mais

A compreensão leitora em crianças com síndrome de Asperger: estudo de caso

A compreensão leitora em crianças com síndrome de Asperger: estudo de caso

Assim, torna-se importante realçar que os participantes do estudo corroboraram muitas das características realçadas pela literatura, no que respeita às competências de compreensão leitora em crianças com P.E.A.. Ao lerem um texto, crianças com S.A. não interrompem a leitura pelo facto de não compreenderem o vocabulário existente, continuam a leitura focados no objectivo desta (responder a perguntas; conhecer o fim da história; preencher uma checklist, entre outros). A sua compreensão é essencialmente literal, perdendo muita informação quando o texto possui conceitos abstractos ou linguagem subjectiva. Atentam muito em pormenores e mais ainda se forem do seu interesse, o que poderá levar ao insucesso na compreensão do curso essencial da história.
Mostrar mais

84 Ler mais

Aprendendo a produzir notícias na era digital

Aprendendo a produzir notícias na era digital

Assim como na notícia apresentada anteriormente, o propósito comunicativo principal, de transmitir informações importantes para a comunidade é identificável por meio das estratégias retóricas utilizadas, como o detalhamento do fato no corpo da notícia, buscando esclarecer ao máximo a informação aos leitores. Por sua vez, a imagem utilizada, exerce duas funções importantes em relação aos propósitos comunicativos. A primeira é de ancoragem, facilitando a compreensão do que foi abordado no texto escrito por meio de fotografia representativa do evento em destaque, estreitando assim a relação entre a imagem e o texto verbal. O propósito comunicativo secundário do texto, que é promover determinado indivíduo envolvido no fato, é percebido também pelo uso dessa imagem e de sua legenda. A imagem mostra aproximação entre a autoridade local e os estudantes da escola, assim como a legenda apresenta a seguinte oração: “Prefeito Roberto pessoa inagura a nova quadra do Liceu de Maracanaú e bate um bolão com os alunos do sexto ao nono ano (...)”, utilizada para supervalorizar a ação do líder municipal, pelos benefícios levados à instituição escolar e por demonstrar humildade no fato de ir jogar bola com alguns alunos.
Mostrar mais

127 Ler mais

SÃO CARLOS 2013 O ENUNCIADO IMAGÉTICO E VERBAL NO LIVRO DIDÁTICO: UMA ANÁLISE DISCURSIVA Parla Camila dos Reis de Souza

SÃO CARLOS 2013 O ENUNCIADO IMAGÉTICO E VERBAL NO LIVRO DIDÁTICO: UMA ANÁLISE DISCURSIVA Parla Camila dos Reis de Souza

Acompanhando os avanços técnico-científicos ao longo desses vinte anos, o livro Português: linguagens, na edição de 2010, enfatiza a relevância da funcionalidade das mais distintas linguagens na promoção da transformação do ser humano e suas formas de organização social. Em um mundo em que a reestruturação dos paradigmas na interação interpessoal tornou-se perene, a linguagem “perpassa cada uma de nossas atividades, individuais e coletivas” (CEREJA & MAGALHÃES, 2010, p. I), por conseguinte, suas facetas – “verbais, não verbais ou transverbais” – se cruzam, se completam e se modificam incessantemente para dar conta das mil possibilidades de (re)inventar a si mesma e, por isso mesmo, explicitando um caleidoscópio verbo-visual propiciado pela Internet. Nessa edição, a perspectiva da linguagem deixa de vir de uma experiência docente para se (re)construir nas alterações sociais diárias em que o aluno vive. Assim, o desafio se edifica: o professor de Língua Portuguesa precisa “estabelecer relações e contrastes com o mundo contemporâneo por meio das diferentes linguagens em circulação – o cinema, a pintura, a música, o teatro, a tevê, o quadrinho, o cartum, a informática, etc.” para criar o elo entre aluno e o mundo escolar (CEREJA & MAGALHÃES, 2010, p. I). Por conta disso, por meio de atividades sistematizadas e de roteiros de leitura, o manual pretende também dar ao aluno “suporte para a leitura e interpretação de textos não verbais, como o cinema e a pintura”, preparando-o para “os desafios do Enem e dos vestibulares” (2012, p. I).
Mostrar mais

111 Ler mais

CLAUDIOMAR DOS REIS GONÇALVES CRISTIANO GUSTAVO BIAZZO SIMON ROSIMEIRE APARECIDA ANGELINI CASTRO

CLAUDIOMAR DOS REIS GONÇALVES CRISTIANO GUSTAVO BIAZZO SIMON ROSIMEIRE APARECIDA ANGELINI CASTRO

Na busca de tal profissional, fez-se necessária uma oferta educativa que permitisse as relações existentes entre as diversas áreas que conformam a Arquivologia, a partir da parceria dos departamentos de Ciência da Informação e de História, com a contribuição de vários outros departamentos, consubstanciada na interdisciplinaridade e em conformidade com a legislação vigente. O presente currículo orientou-se para a formação de profissionais de Arquivologia, de acordo com o manejo das abstrações dos novos processos lógico-lingüísticos, assim como da aplicação das tecnologias disponíveis. Orienta-se também para a compreensão e utilização da linguagem da ciência a fim de colocar essas habilidades a serviço da preservação e organização necessárias à disponibilização social da memória e da informação arquivística.
Mostrar mais

22 Ler mais

TRANSCRIÇÃO DO VALE DO AVE EM SOM: ‘ver’ o espaço através do ‘ouvir’

TRANSCRIÇÃO DO VALE DO AVE EM SOM: ‘ver’ o espaço através do ‘ouvir’

Como criar uma linguagem comum, que simultaneamente represente o espaço duma amostra de território e seja passível de ser uma notação gráfica sonora? Cedo se entendeu a impossibilidade da notação musical convencional (pauta) representar o território, uma vez que esta usa um sistema de símbolos que apenas correspondem ao som, sendo assim unilaterais. O primeiro desafio da linguagem a ser criada estabelecia- se na necessidade de esta ser bilateral, ou seja, ser o ‘entre’ o espaço e o som, o vínculo espaço-som.

11 Ler mais

PERCEPÇÃO E LINGUAGEM EM MAURICE MERLEAU-PONTYMELLO, rica Vanessa; CASADEI, Gabriela Macedo; MINARDI, Marcela Zamboni; MIRANDA, Mayara F. Aguiar.

PERCEPÇÃO E LINGUAGEM EM MAURICE MERLEAU-PONTYMELLO, rica Vanessa; CASADEI, Gabriela Macedo; MINARDI, Marcela Zamboni; MIRANDA, Mayara F. Aguiar.

Este artigo tem como tema a fenomenologia da percepção e da linguagem apontando seus métodos na busca do conhecimento. O modo da linguagem expressiva pelo qual o sujeito falante adquire o sentido que quer exprimir e também um ideal de pensamento anterior à linguagem. Não atua no sentido de encontrar determinada palavra para um significado pronto promovendo uma correspondência certa. Não está em seu poder comparar o que quer exprimir com os meios de expressão, mas persiste na transformação, nos gestos e palavras adequadas a sua realização.
Mostrar mais

8 Ler mais

Uma abordagem fenomenológica da fome.

Uma abordagem fenomenológica da fome.

No dizer de Heidegger, esta tese refere-se a algo que se mostra desfigurado ou velado, o qual a fenomenologia deve “fazer ver” (Heidegger, 1997), ou ao sentido de algo que, não ausente, pode encontrar-se silenciado, interdito, velado, e tornar-se fenômeno quando desvelado. Em outros termos, para este autor, fenômeno não é tão somente a manifestação da consciência e da subjetividade transcendental como diz Husserl, mas, uma revelação do ser, pois este se apresenta como é e como se manifesta. Neste aspecto, Heidegger considera que o desvelamento do ser fundamenta a compreensão da existência (essência) humana, pois não há, para ele, uma separação entre compreensão, ser e mundo. E o ser, ao revelar-se na linguagem, expressa a compreensão e o pensamento do homem. Assim, a problemática interpretativa se impõe à dimensão ontológica e a ontologia descobre a sua base hermenêutica, a qual resgata da história do ser a sua visão ôntica (Heidegger, 1991). Deste modo, entende-se que a ontologia é fenomenologia e esta é hermenêutica. Com esta premissa, a contribuição de Heidegger imprime uma reflexão mais ampla da teoria da hermenêutica, em comparação com seus antecessores (em especial, Husserl e Dilthey).
Mostrar mais

17 Ler mais

Os forrozeiros e seu outro feminino: a constituição discursiva de estereótipos da mulher em canções de Luiz Gonzaga, Jakson do Pandeiro e Dominguinhos

Os forrozeiros e seu outro feminino: a constituição discursiva de estereótipos da mulher em canções de Luiz Gonzaga, Jakson do Pandeiro e Dominguinhos

A partir disso, percebemos que, se em Luiz Gonzaga acontece a “construção” da imagem valorizada/idealizada da mulher solteira pela captação (imitação de certos esterótipos valorizados de uma sociedade tradicional, buscados, inclusive, na sociedade medieval e pontuados por alguns poucos elementos inerentes ao modelo de sociedade que se formara desde o séc. XIX), é precisamente em Jackson que a captação se reverte de uma tonalidade singular (principalmente porque se opõe à apreensão do moderno na mulher casada nesse mesmo representante) quando o sujeito incorpora às imagens femininas elementos, aparentemente, contraditórios modernos sem que isso constitua subversão (negação dos elementos). Aqui, traços de imagens femininas, próprias da sociedade moderna, não pontuam, mas constituem os estereótipos, ou seja, a mulher solteira é constituída para além dos traços de ingenuidade, virgindade e inexperiência, também pelos traços de faceirice, danadice, autodeterminação etc. Essa atitude se torna interessante pelo fato de sugerir a intenção de apreender a mulher em sua totalidade, admitindo “sua” multiplicidade (o que se contrapõe à imagem dicotômica muito próspera em Luiz Gonzaga) e inserindo-a num complexo cultural mais amplo. A nosso ver, contemplar as canções aqui selecionadas como peças cristalizadas, seria uma redução significativa para a compreensão da prática discursiva forrozeira e literomusical, em nossa sociedade.
Mostrar mais

233 Ler mais

Protocolo de Observação Comportamental - PROC: valores de referência para uma análise quantitativa.

Protocolo de Observação Comportamental - PROC: valores de referência para uma análise quantitativa.

O PROC foi organizado no sentido de propor uma situação planejada na qual se possa observar por 30 a 40 minutos e registrar em vídeo, a inte- ração de crianças entre 12 e 48 meses com o examinador, envolvendo brinquedos pré-selecio- nados. O procedimento permite compreender a evolução típica do desenvolvimento da linguagem, do simbolismo e a relação entre tais aspectos do desenvolvimento, mas principalmente, possibilita conigurar os níveis evolutivos e modos de funcio- namento cognitivo e comunicativo apresentados por crianças com queixas de atrasos ou distúrbios no desenvolvimento 1 .
Mostrar mais

14 Ler mais

MESTRADO EM LINGÜÍSTICA APLICADA E ESTUDOS DA LINGUAGEM PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO 2005

MESTRADO EM LINGÜÍSTICA APLICADA E ESTUDOS DA LINGUAGEM PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO 2005

Este não é um curso que tem uma proposta teórica, é um curso que tem uma proposta de ver o que a gente faz, ver quais são as concepções que estão por trás e refletir sobre elas para fins de que a gente tenha opções na vida, que a gente faça escolhas bem informadas. É isso.Por isto que a gente não tem respostas, é um curso diferente, não tem receitas para vocês levarem para casa. Cada um vai ter que pensar. Então, qual a concepção de linguagem que a gente espera ter com vocês aqui e de aprendizagem. É de uma construção partilhada. Lembra? Que a gente falou. Isto aqui é uma oportunidade muito grande para nós por que nós aprendemos com vocês e por que nós aprendemos com vocês pois vocês que estão lá na Escola Pública, né? Então a gente traz um outro olhar. A gente traz um outro olhar que é o olhar de uma outra situação. A gente está aqui junto nesta situação para discutir estas coisas que vocês vivenciam, então a prática, ela, e a teoria ela têm que vir together, tem que estar juntas. Então é isso que a gente está fazendo. Que isto permeie enquanto professores, enquanto educadores, enquanto pessoas na sua família, com todo mundo. Então, refletir. Foi isto que eu tentei fazer e então a gente estava falando sobre the good and bad experiences, learning experiences. So we didn't have time to do that last class, right, to finish the whole activity and then that I would like you to report this class, to show me the drawing, and etc. So, can we do that? May be each of you, some of you could show me the things you prepared. And tell me why it was good. Is it clear? Então, vamos tentar pegar o gancho da aula passada que a gente terminou falando das boas e más experiências de aprendizagem. Quaisquer que sejam. Eu quero que vocês vão me contando algumas e a gente vai tentar organizar por que que foi boa ou por que que foi boas e más experiências de aprendizagem e a gente vai tentar organizar. Who would like to start? Who would like to start?
Mostrar mais

130 Ler mais

Evidências de pesquisas em aquisição e perda da linguagem para a compreensão da relação linguagem e cognição

Evidências de pesquisas em aquisição e perda da linguagem para a compreensão da relação linguagem e cognição

uso linguístico (no item c) e a base física do conhecimento linguístico (no item e). Nos últimos tempos, em especial depois de 2002, com o artigo de Hauser, Chomsky e Fitch, a Teoria Gerativa volta-se, com mais força, para tentar responder a perguntas como as do item d. Além disso, nesse artigo, os autores admitem que há pelo menos dois sentidos para a Faculdade da Linguagem: uma denominada Faculdade da Linguagem Estrita (Faculty of Language-narrow – FLN) e outra Faculdade da Linguagem Ampla (Faculty of Language-broad – FLB). A primeira estaria relacionada ao mecanismo computacional de recursividade, único na espécie humana. A FLB envolveria não somente a FLN, bem como os sistemas de interface sensório-motor e conceptual-intensional. No artigo, esses dois sentidos hipotetizados para a compreensão do que vem a ser a Faculdade da Linguagem são colocados como eixos de pesquisa. Dentro do espírito deste artigo, é importante apontar que Hauser, Chomsky e Fitch assinalam que:
Mostrar mais

18 Ler mais

Teoria Ambientalista de Florence Nightingale: Uma Análise Crítica.

Teoria Ambientalista de Florence Nightingale: Uma Análise Crítica.

O cuidado no processo de reabilitação dos soldados feridos em combate ou vindos de cirurgias, durante a Guerra da Criméia, foi o fato crucial que levou Nightingale a desenvolver pensamentos inovadores para o contexto do cuidado oferecido a um indivíduo. Sua experiência possibilitou a compreensão do que era eficaz e o que prejudicava esse processo. Esses ideais fazem parte do contexto da prática de enfermagem vivenciado pelos profissionais nos diferentes espaços 2 .

7 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA (PPGFIL) A DIMENSÃO FENOMENOLÓGICA DA LINGUAGEM COMO POSSIBILITADORA DO SER-AÍ HISTORIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA (PPGFIL) A DIMENSÃO FENOMENOLÓGICA DA LINGUAGEM COMO POSSIBILITADORA DO SER-AÍ HISTORIAL

A totalidade não deve ser entendida como uma reunião, coleção de todos os entes, mas como a máxima estruturação da possibilitação de manifestação dos entes serem o que são, ou seja, o que antes estava oculto, no caso, o ser do ente, desoculta-se (WRATHALL, 2011, pg.33). Desoculta-se (Unverborgenheit) o ser do ente. Na compreensão de ser, dá-se Ser, e com isto a possibilidade de posturas (Haltung), comportamentos frente a estes, e também compreender-se como sendo um ser-si-mesmo (Selbstsein). Ser é a dimensão que perpassa o ente em sua totalidade (Seienden im Ganzem), tornando possível a manifestação e possibilidades de relação com o mesmo. Assim visualizam-se as características acima exibidas sobre o ser: a abertura (Offënbarkeit) desta dimensão, a visibilidade (die Sichbarkeit) e a concretude que o ente ganha com isto, ou seja, o formatar (Gebilde), o constituir o ente em sua internalidade. Pela primeira vez no interior do pensamento heideggeriano, vemos o surgimento do fenômeno mais intrínseco e mobilizador de seu filosofofar nos anos 1930: a dação (Gegebenheit) de ser (CAPOBIANCO, 2014, p.5).
Mostrar mais

105 Ler mais

SILÊNCIO E METÁFORA, ALGO PARA SE PENSAR

SILÊNCIO E METÁFORA, ALGO PARA SE PENSAR

Embora para a AD e para a psicanálise, em suas críticas ao idealismo platônico, sujeito e linguagem sejam a porta de entrada para a compreensão dos processos que constituem o sujeito, Lacan trabalha o sujeito como efeito de linguagem, enquanto que Pêcheux, retomando Althusser, irá colocar, inicialmente, o efeito-sujeito como questão central em seu trabalho, que incorpora o histórico-ideológico como constitutivo da materialidade significante. Esse estatuto particular da análise do discurso e da psicanálise, porém, não impede que conexões sejam feitas a partir de indicações teóricas formuladas no interior de cada campo.
Mostrar mais

17 Ler mais

Show all 10000 documents...