Comunidade de artrópodes

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Comunidade de artrópodes associada à copa de Attalea phalerata Mart. (Arecaceae) durante o período de cheia no Pantanal de Poconé, MT.

Comunidade de artrópodes associada à copa de Attalea phalerata Mart. (Arecaceae) durante o período de cheia no Pantanal de Poconé, MT.

H2UWKRSWHUDQD$XVWUiOLD:DWDQDEH  WDPEpPREWHYH Lepidoptera, Araneae, Formicidae e Coleoptera como os mais UHSUHVHQWDWLYRVHPÀRUHVWDVGHSLQRVQR-DSmRHPSUHJDQGR DIXPLJDomR smoking), como metodologia de coleta. Considerações. A importância da comunidade de artrópodes em copas de A. phalerata pHYLGHQFLDGDQmRDSHQDVSHOD GLYHUVLGDGHGHJUXSRVDVVRFLDGRVDHODPDVWDPEpPHSHOD heterogeneidade encontrada entre os períodos de cheia e seca (Santos et al. GHPRQVWUDQGRDLQÀXrQFLDGRUHJLPH KtGULFRVREUHDFRPSRVLomRHHVWUXWXUDGDFRPXQLGDGH(VVD LQÀXrQFLDpWDPEpPYHUL¿FDGDHPUHODomRjDEXQGkQFLDHj ELRPDVVDSRLVQDPDLRULDGRVWi[RQVKRXYHJUDQGHDXPHQWR SRSXODFLRQDOGXUDQWHDIDVHDTXiWLFDSRVVLYHOPHQWHRFDVLRQDGR pela maior disponibilidade de recursos nessa fase.
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Estrutura da comunidade de artrópodes de solo em diferentes fitofisionomias da Reserva Particular do Patrimônio Natural – Sesc Pantanal, Brasil

Estrutura da comunidade de artrópodes de solo em diferentes fitofisionomias da Reserva Particular do Patrimônio Natural – Sesc Pantanal, Brasil

As teias alimentares presentes na serrapilheira são de extrema importância para que haja a ciclagem dos nutrientes presentes no solo. A fauna de artrópodes de solo vem sendo estudada no Pantanal matogrossense para que ocorra identificação dos grupos, bem como sua riqueza e distribuição. O objetivo deste trabalho foi analisar a comunidade de artrópodes em duas fitofisionomias do Pantanal, além de verificar a relação da abundância e/ou riqueza da fauna com a altura da serrapilheira. O estudo foi realizado em Abril de 2012, na RPPN Sesc Pantanal, no município de Poconé, Mato Grosso, Brasil. Foram instaladas dez armadilhas de queda (pitfalls) dentro de duas parcelas de 50x50 m, com fitofisionomias distintas, Cerrado sensu stricto e
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Efeito da comunidade de artrópodes sobre a taxa de decomposição e liberação de nutrientes

Efeito da comunidade de artrópodes sobre a taxa de decomposição e liberação de nutrientes

A análise da composição total das comunidades de artrópodes coletada mostrou que não há composição específica dentro de todos os grupos analisados associados a taxas específicas de decomposição, ou seja, parece não haver grupos de artrópodes que contribuam de maneira mais efetiva no processo de decomposição no sistema estudado. Esse fato pode novamente ser atribuído ao alto grau de redundância das espécies na área estudada. Além disso, é possível ocorrer um arranjo na composição da comunidade de artrópodes, onde uma quantidade mínima de espécies constituiria um “arranjo funcional” em que as principais funções do ecossistema, como por exemplo, a taxa de decomposição seria mantida (Tilman et al. 1997; Hooper & Vitousek 1998).
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Influência da riqueza de espécies de plantas que compõem a serapilheira sobre a comunidade de artrópodes e o funcionamento dos ecossistemas

Influência da riqueza de espécies de plantas que compõem a serapilheira sobre a comunidade de artrópodes e o funcionamento dos ecossistemas

concentrações. Por serem mais dificilmente encontrados, podem ser limitantes ao metabolismo dos organismos heterotróficos e, portanto, sua rápida ciclagem seria de extrema importância (Pomeroy, 1970). Da mesma maneira, nutrientes muito abundantes no ecossistema, como no caso do carbono, devem apresentar menor importância para os organismos. Assim, era esperado que ambientes com maiores riquezas de plantas tivessem maior qualidade nutricional, apresentando uma razão C:N menor. Além disso, era imaginado um aumento da taxa de variação da razão C:N, ou seja, que esta razão diminuísse com maior intensidade com o aumento da riqueza de espécies de plantas. No entanto, nenhuma das relações acima foram encontradas. Esses resultados reforçam a ideia de que a comunidade de artrópodes e de micro-organismos devem ser afetadas pelo aumento da heterogeneidade de hábitats e de recursos ocasionada pelo aumento da riqueza de espécies de plantas e não pelo aumento da qualidade nutricional deste substrato.
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Impacto dos inseticidas clorfenapir e metamidofós sobre a comunidade de artrópodes do feijoeiro

Impacto dos inseticidas clorfenapir e metamidofós sobre a comunidade de artrópodes do feijoeiro

De forma geral verificou-se impacto dos inseticidas em poucos taxa pertencentes às comunidades de artrópodes que vivem sobre o solo. Esse fato pode ser explicado pelas praticas culturais envolvidas na cultura do feijão . Os herbicidas, por exemplo, podem ter afetado negativamente essas populações mantendo-as em baixa densidade (Moore et al., 1984; Koehler, 1994; Salminen et al., 1997). Aliado a isto a ocorrência de chuvas e a diminição das temperaturas podem ter influenciado negativamente, mantendo muitos desses artrópodes em baixa densidade. As variáveis climáticas, como a temperatura, podem contribuir para a diminuição na abundância dos artrópodes, interferindo na reprodução e desenvolvimento e a ocorrência de chuvas podem causar mortalidades na comunidade de artrópodes de forma mecânica ou indiretamente aumentando a população de microrganismos entomopatogênicos (Debnath et al., 1998; Pereira, 2002; Macedo et al., 2003; França et al., 2006).
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Influência da luz na comunidade de artrópodes aquáticos em igarapés de água preta na Amazônia Central

Influência da luz na comunidade de artrópodes aquáticos em igarapés de água preta na Amazônia Central

No presente estudo não encontrei uma relação entre a luz que adentra o ambiente lótico e sua trofia. Também não encontrei essa relação para a interação desse sistema com a vegetação ripária (LINK) utilizando a abordagem funcional. Isso não diminui a importância do mosaico de clareiras e sub- bosque formado pela vegetação circundante para a manutenção da biodiversidade e processos dos ambientes lóticos da Amazônia Central. Adicionalmente, chamo a atenção para estudos mais detalhados sobre a biologia e história de vida de artrópodes aquáticos na Amazônia e suas relações com o ambiente lótico em que vivem.
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Efeito de herbicidas sobre a comunidade de artrópodes do solo do feijoeiro cultivado em sistema de plantio direto e convencional.

Efeito de herbicidas sobre a comunidade de artrópodes do solo do feijoeiro cultivado em sistema de plantio direto e convencional.

Os dados das espéci es selecionadas fo- ram submetidos à análise de variáveis canô- nicas (CVA), que é uma técnica de ordenação ind ire ta que red uz a dimens ionali dade do conjunto dos dados originais em um conjunto de va ri áv eis que podem ser usada s para ilustrar graficamente as posições relativas e as orientações das médias das respostas da comunidade em cada tratamento sob com- paração (Kedwards et al., 1999). A significân- cia da diferença (indica da pela orde nação) entre grup os devido ao tra tame nto foi de- terminada pela comparação dois a dois dos tratamentos pelo teste F aproximado (p < 0,05), usando a distância de Mahalanobis entre as respectivas classes de médias canônicas. As análises foram feitas usando o procedimento CANDISC do pacote estatístico do SAS (SAS, 2001).
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Impacto de sistemas e sucessão de cultivos em artrópodes associados à cultura do feijão

Impacto de sistemas e sucessão de cultivos em artrópodes associados à cultura do feijão

A influência das práticas agrícolas sobre artrópodes pode ser direta, como por exemplo pela aplicação de agroquímicos e pelo dano mecânico, sendo a espécie de percevejo Atarsocoris brachiariae particularmente sensível ao revolvimento do solo (Picanço et al., 1999), ou ainda, indiretamente, por modificar a porosidade, densidade e cobertura do solo, interferindo na mobilidade dos organismos, além de modificar a circulação de ar e água, amplitude térmica, disponibilidade de alimentos (Kladivko, 2001). Efeitos indiretos provocados por práticas culturais, rotações de culturas e manejo de palhada podem influenciar grandemente a estrutura das comunidades ecológicas (Wootton, 1993; Menge, 1995). Estas alterações podem influenciar diretamente na disponibilidade de alimentos para os consumidores que indiretamente poderá afetar a população de predadores, resultando em uma cascata trófica (Paine, 1980; Carpenter et al., 1985). Cascatas tróficas já foram observadas em uma série de comunidades terrestres (Persson, 1999; Halaj & Wise, 2001; Shurin et al. 2002). Estudos com cascatas tróficas têm demonstrado que a utilização de práticas culturais responsáveis para a redução na incidência de predadores ao longo do tempo pode provocar um desbalanço na comunidade de artrópodes das culturas, contribuindo para que algumas espécies de fitófagos até então sem importância se tornem pragas importantes no futuro (Robertson et al., 1994).
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Efeito da solarização e da adubação sobre artrópodes em solo cultivado com alface.

Efeito da solarização e da adubação sobre artrópodes em solo cultivado com alface.

Foi realizada uma análise faunística visando selecionar as espécies predo- minantes, isto é, aquelas que obtiveram maiores índices faunísticos, calculados pelas seguintes medidas da fauna: abundância, freqüência, constância e dominância. Para estudo da diversidade da comunidade de artrópodes, foram cal- culados: Índice de riqueza de Margalef (α), índice de diversidade de Shannon- Wiener (H’), índice de Equitabilidade (E). Os índices foram calculados com base no aplicativo ANAFAU, desen- volvido pelo setor de entomologia da ESALQ/USP.
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Análise faunística de Cicadellidae (Insecta: Homoptera) em área de Mata Atlântica

Análise faunística de Cicadellidae (Insecta: Homoptera) em área de Mata Atlântica

O objetivo deste trabalho é testar hipóteses relacionadas ao efeito da área sobre o funcionamento dos ecossistemas, bem como sobre a comunidade de artrópodes da serapilheira. Primeiramente, testamos o pressuposto de que quanto maior a área de um dado local, maiores as taxas de decomposição e de liberação de nutrientes da serapilheira. Em seguida, testamos as hipóteses de que (i) o aumento da área influencia positivamente a riqueza e abundância de artrópodes (acumuladas e por guildas), e que (ii) uma maior riqueza e abundância de artrópodes (acumuladas e por guildas) influencia positivamente as taxas de decomposição e de liberação de nutrientes. Além disso, utilizamos biocida não seletivo (naftalina) para diminuir manipulativamente a riqueza e abundância de artrópodes. Este procedimento teve como objetivo verificar se níveis menores de diversidade e abundância, além daqueles gerados pelo gradiente de área, causam menores funções ecossistêmicas.
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Efeito do milho Bt sobre artrópodes não alvo em safras consecutivas e em diferentes regiões produtoras

Efeito do milho Bt sobre artrópodes não alvo em safras consecutivas e em diferentes regiões produtoras

A implantação desses cultivos com plantas GM que expressam toxinas para herbívoros-alvo pragas pode ser considerada uma alternativa adequada ao uso dos inseticidas (ROMEIS et al., 2006; MEISSLE et al., 2011). Essas plantas de milho geneticamente modificadas que possuem a toxina Cry1Ab reduzem as perdas ocasionadas pelo ataque dos insetos-alvo e, com isso, diminuem as aplicações de inseticidas (JAMES, 2005). Assim, além de minimizar gastos no controle dos imaturos de lepidópteros-alvo, podem favorecer a comunidade de artrópodes benéficos, pois geralmente os inseticidas utilizados na cultura do milho são de amplo espectro e causam distúrbios nestes organismos.
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Fluctuation of Diptera in poultry house, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brazil.

Fluctuation of Diptera in poultry house, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brazil.

Em locais de confinamento de animais domésticos, especialmente em granjas avícolas, existe uma produção significativa de esterco, que funciona como substrato para o desenvolvimento de inúmeras espécies de artrópodes, principalmente de dípteros sinantrópicos. Estes, muitas vezes, são considerados pragas devido não somente à sua densidade, mas, principalmente, à tolerância biológica de seus hospedeiros (W ALLNER ,

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As atividades práticas para o ensino aprendizagem de artrópodes no ensino médio / Practical activities for teaching arthropods in high school

As atividades práticas para o ensino aprendizagem de artrópodes no ensino médio / Practical activities for teaching arthropods in high school

Com base nas dificuldades vivenciadas por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) observou-se que os alunos têm pouco entendimento sobre o conteúdo do Filo Arthropoda, tendo em vista que as aulas teóricas são ineficientes para possibilitar uma aprendizagem significativa sobre esses animais. Esta pesquisa teve como objetivo verificar se atividades práticas despertam a curiosidade dos alunos e favorecem um maior aprendizado sobre os artrópodes. Para isso, no Estágio de Regência no Ensino Médio, adotou-se a modalidade de minicurso, para o qual foi elaborada uma apostila, com propostas de atividades práticas para o conteúdo, usando materiais alternativos, de baixo custo, além de aula de campo. As atividades práticas foram abordadas no minicurso intitulado “O fantástico mundo dos invertebrados de pernas articuladas”, realizado em duas escolas da rede pública do município de Boa Vista-RR, com estudantes do 2º ano do Ensino Médio. Ao avaliar estas atividades, os alunos quando disseram “gostar”, mostraram boa receptividade ao executá-las. Conclui-se que essa metodologia de ensino contribuiu para despertar o interesse dos alunos sobre os artrópodes e seus subfilos.
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TIPOS DE ALIMENTOS CONSUMIDOS E FORMAS DE DIGESTÃO SITEMA DIGESTÓRIO

TIPOS DE ALIMENTOS CONSUMIDOS E FORMAS DE DIGESTÃO SITEMA DIGESTÓRIO

ARTRÓPODES : a maioria possui os TÚBULOS DE MALPIGHI, que filtram os resíduos na cavidade celomática (hemocele) e os conduzem para o intestino do animal. Os crustáceos têm as GLÂNDULAS [r]

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MILENA SOUSA FREITAS INVESTIGAÇÃO DE LEISHMANIA SP EM CARRAPATOS DE CÃES DE BAIRROS DE IMPERATRIZ-MA, ATRAVÉS DA REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR)

MILENA SOUSA FREITAS INVESTIGAÇÃO DE LEISHMANIA SP EM CARRAPATOS DE CÃES DE BAIRROS DE IMPERATRIZ-MA, ATRAVÉS DA REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR)

-A detecção da infecção por Leishmania sp em ectoparasitas não comprova a atuação destes artrópodes como vetores na cadeia de transmissão da doença, sendo necessário a con[r]

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Hábitos alimentares de Basileuterus culicivorus (Aves: Parulidae) em uma área de Mata Atlântica secundária, sudeste do Brasil.

Hábitos alimentares de Basileuterus culicivorus (Aves: Parulidae) em uma área de Mata Atlântica secundária, sudeste do Brasil.

Basileuterus culicivorus também apresentou preferência alimen- tar quanto ao tamanho das presas consumidas, com elevado rank para artrópodes maiores que 4 mm e, apesar da baixa freqüência de artrópodes maiores que 6 mm na dieta, estes também tiveram baixa abundância na folhagem. Além disso, o tamanho médio das presas consumidas foi inferior a 7 mm. Raley & Anderson (1990), estudan- do Wilsonia pusilla nos Estados Unidos, uma espécie de tamanho e hábitos similares a B. culicivorus, argumentam que alguns itens maiores do que 7 mm podem exigir muito tempo para serem captu- rados e consumidos, não compensando o gasto energético investido nessa atividade quando consideradas espécies de pequeno porte. Além disso, aves que forrageiam na folhagem viva apresentam altas taxas de captura quando comparadas a outras espécies de insetívoros (Rosenberg 1993), o que possivelmente explica o grande número de presas consumidas entre 2 e 6 mm, muito comuns também na folhagem. Em termos de preferência alimentar os resultados também forma semelhantes aos de Raley & Anderson (1990). Eles verificaram que, assim como B. culicivorus, a espécie consumiu presas grandes em proporções maiores do que as observadas no ambiente, ao passo que presas mais abundantes, menores que 3 mm, foram as menos consumidas.
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Diversidade de artrópodes associados à oliveira (Olea europaea L.), no Algarve

Diversidade de artrópodes associados à oliveira (Olea europaea L.), no Algarve

Os nossos estudos decorreram de Abril de 2010 a Abril de 2013 e foram realizados em dois olivais, um situado em Olhão e o outro em Loulé. O olival de Olhão possui uma área de 4ha e o olival de Loulé uma área de 5ha. Ambos os olivais são regados e estão em modo de produção integrada. Em ambos os olivais, a conservação do solo é ajudada através da prática de enrelvamento permanente, constituído por uma mistura de leguminosas e gramíneas. Para caracterizar e identificar os artrópodes que ocorrem naturalmente no ecossistema olival foram utilizadas várias técnicas de amostragem. As técnicas de amostragem consistiram na utilização de armadilhas sexuais em delta com base adesiva para captura de indivíduos da traça-da-oliveira, armadilhas cromotrópicas adesivas de cor amarelo limão, armadilhas de queda (pitfall traps), e coleta de material vegetal (folhas, inflorescências e frutos).
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Conteúdo gastrointestinal de rã-touro (Lithobates catesbeianus) (Leptodactylus latrans) no município de Viçosa, Minas Gerais e circunvizinhos

Conteúdo gastrointestinal de rã-touro (Lithobates catesbeianus) (Leptodactylus latrans) no município de Viçosa, Minas Gerais e circunvizinhos

As rãs nativas próximas à água, nas margens dos tanques, evidenciaria o maior consumo de presas aquáticas e/ou anuros, porém, isso não afetou os hábitos alimentares, uma vez que presas aquáticas foram pouco descritas e anuros não foram consumidos por esta espécie. Isso pode também estar relacionado ao grande percentual de presas artrópodes e a ordem de Gastropoda (terrestre - Pulmonata) encontradas no conteúdo estomacal dos exemplares da rã nativa e a maior facilidade da rã em capturar tais presas terrestres pela disponibilidade destas em relação às aquáticas. Além disso, nas presas terrestres não há dependência de esperar que o animal permaneça nos arredores dos tanques para que a rã possa predá-lo, favorecendo o consumo maior de presas terrestres, já que a rã-manteiga é mais errântica que a rã-touro para a perseguição e captura da presa, explorando locais que possam apresentar maior disposição de animais terrestres.
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Artrópodes e atributos microbiológicos do solo em cultivo de fruteiras no Vale do Curu  CE dis jlaraújo

Artrópodes e atributos microbiológicos do solo em cultivo de fruteiras no Vale do Curu CE dis jlaraújo

Figura 10 - Círculo das correlações entre as variáveis originais (Artrópodes e atributos microbiológicos do solo) e os fatores na análise de componentes principais das áreas cultivadas com fruteiras e de mata nativa no Vale do Curu – CE. Coll= Collembolas; Aca= Acari; Form= Formicidae; Hym= Hymenoptera; Ara= Araneae; He= Hemiptera; Dip= Diptera; Cole= Coleoptera; Orth= Orthoptera; Out = A rtrópodes coletados em baixa frequência; H’= índice de Shannon; e= Pielou; RBS= Respiração basal do solo; CBM= Carbono da biomassa microbiana; NBM= Nitrogênio da biomassa microbiana; qCO 2 = Quociente metabólico; qMIC= Quociente
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Nota sobre tipos e espécimes de triatomíneos depositados na Coleção Entomológica do Instituto Butantan, São Paulo (Hemiptera:Reduviidae).

Nota sobre tipos e espécimes de triatomíneos depositados na Coleção Entomológica do Instituto Butantan, São Paulo (Hemiptera:Reduviidae).

Tabela 2 - Triatomíneos dos Gêneros Psamolestes, Rhodnius e Panstrongylus depositados na coleção do Laboratório de Artrópodes/Entomologia do Instituto Butantan, SP, com respectivas proce[r]

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