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Conceitos químicos explorados em tiras cômicas: interpretações de discentes do ensino superior

Conceitos químicos explorados em tiras cômicas: interpretações de discentes do ensino superior

Resumo: Usufruindo das características linguísticas das histórias em quadrinhos (HQ), este trabalho tem o objetivo de analisar interpretações de estudantes mediante leitura de tiras cômicas, gênero textual da HQ, que exploravam conceitos químicos. Além disto, buscou-se explorar as opiniões dos participantes sobre o uso de HQ nas aulas de química. Os dados foram analisados pela análise textual discursiva (ATD), identificando dificuldades interpretativas dos conteúdos dentro das tirinhas, exigindo certo domínio de conteúdo como de interpretação, buscando o conhecimento implícito na história, e não somente o explicitado na narrativa. Mesmo identificando empecilhos, os pesquisados se mostraram favoráveis ao uso do recurso, justificando a capacidade de divulgar informações científicas, por ser um recurso atrativo e de colaborar no processo de ensino e aprendizagem.
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Utilização de experimentação como aporte em atividades problematizadoras para a significação de conceitos químicos no Ensino Básico

Utilização de experimentação como aporte em atividades problematizadoras para a significação de conceitos químicos no Ensino Básico

em que discutimos a função do pâncreas, a partir da leitura do texto sobre as etapas finais da digestão, no qual as falas de dois estudantes (B e H) se destacaram. O primeiro, ao saber da presença do íon bicarbonato no organismo humano “... tem bicarbonato no corpo da gente!”, e o segundo pela compreensão de sua função por ser uma base fraca: “... ele é pouco básico, não vai fazer tão mal, só vai neutralizar o ácido...”. Acreditamos ser válido ressaltar certo momento da intervenção quando simulamos a influência da superfície de contato nas reações químicas que, apesar de não comentado pelos estudantes durante as entrevistas, a estudante I demonstrou uma associação ao processo digestório: “... a gente digere coisas de tamanhos diferentes, dependendo dos tamanhos a digestão vai ser mais rápida ou mais devagar...”. Observamos, mais uma vez, aspectos de contextualização, visto que a estudante conseguiu articular a observação durante a atividade experimental ao tema em estudo, significando os conceitos químicos.
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O USO INSTRUCIONISTA E CONSTRUCIONISTA DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS: CONCEITOS QUÍMICOS DE SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS NO ENSINO MÉDIO

O USO INSTRUCIONISTA E CONSTRUCIONISTA DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS: CONCEITOS QUÍMICOS DE SUBSTÂNCIAS PURAS E MISTURAS NO ENSINO MÉDIO

A Coleta de Dados deu-se durante a execução das aulas, que foram videogravadas, acompanhadas por duas professoras da escola e segmentadas em três etapas. A primeira etapa teve sua estratégia pautada em uma aula expositiva-dialogada, na qual, em um momento inicial, procurou-se conhecer as concepções prévias dos discentes acerca das dificuldades relacionadas ao uso da água que estes enfrentam em suas casas cotidianamente. No instante seguinte, contou-se com a utilização de um vídeo a fim de expor e contextualizar o ciclo da água. Na segunda etapa, dispôs-se de uma apresentação de slides para a exibição de definições e de figuras sobre os conceitos químicos envolvendo Substâncias Puras e Misturas, assim como, os referentes ao Tratamento da Água e, também, do uso da lousa e pincel para trabalhar de forma dialogada os conhecimentos científicos e esclarecer as dúvidas que surgiam.
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O ensino de química para alunos surdos: desafios e práticas dos professores e interpretes no processo de ensino e aprendizagem de conceitos químicos traduzidos para libras.

O ensino de química para alunos surdos: desafios e práticas dos professores e interpretes no processo de ensino e aprendizagem de conceitos químicos traduzidos para libras.

Desde a promulgação das leis que asseguram o processo de inclusão, a escolarização do aluno surdo, em especial nas turmas de ensino regular, vem ganhando espaço nas pesquisas acadêmicas. Para garantir a educação do aluno surdo, é necessária uma rede de apoio, na qual se destaca a figura do intérprete, responsável na tradução e interpretação dos conteúdos curriculares, uma vez que maioria dos professores do ensino médio não são fluentes na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Diante dessa realidade, a presente pesquisa buscou investigar a atuação dos Professores de Química e Intérpretes no processo de ensino-aprendizagem dos alunos surdos que cursam o Ensino Médio, destacando as dificuldades encontradas para docência de Química e as metodologias que vem sendo utilizadas para facilitar a compreensão dos conceitos e termos científicos que não se encontram nos dicionários de Libras. O tipo de pesquisa caracteriza-se como um estudo de caso, este foi realizado em duas escolas públicas do Estado do Ceará, sendo uma das escolas bilíngue. A técnica utilizada para obtenção de dados foi aplicação de questionários com questões semiestruturadas. Os resultados da pesquisa foram organizados por categorias a partir da análise de dados, sendo que os relatos dos entrevistados foram analisados a partir de referencial teórico que embasou a discussão acerca do tema pesquisado. O resultado da pesquisa demonstrou que o principal entrave para inclusão do aluno surdo no ensino regular se dá por conta da comunicação, prejudicada pela carência de sinais em Libras para conceitos científicos de química. Tal situação motiva intérpretes e professores a procurarem meios de minimizar essa carência de sinais, fazendo com que estes criem seus próprios sinais em Libras para conceitos químicos. No que se refere aos recursos didáticos que favorecem a aprendizagem de química, verificou-se que a utilização dos recursos midiáticos, em especial aqueles que estimulam a visão, são essenciais e aumentam consideravelmente as chances do aluno aprender o que lhe é ensinado. Ao final da pesquisa, concluiu-se que a falta de metodologias que atendam a especificidade lingüísticas dos surdos e a falta de planejamento conjunto entre professor e intérprete, pode acarretar prejuízos na escolarização dos alunos com surdez. Há uma necessidade de iniciativas que visem a melhoria no ensino de Química para alunos com surdez, uma delas é a elaboração e a divulgação de terminologias químicas na língua brasileira de sinais.
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Atividades experimentais : estratégia no ensino de conceitos químicos para estudantes surdos no ensino fundamental II

Atividades experimentais : estratégia no ensino de conceitos químicos para estudantes surdos no ensino fundamental II

A unidade didática, Proposição (APÊNDICE H), então foi desenvolvida e fundamentada na análise das percepções. Identificamos, estudantes com baixo conhecimento sobre Química, acostumados com o ensino em sala regular feito na maior parte das aulas sem a presença do tradutor e com metodologia tradicional. Na tentativa de mudar essa realidade, a unidade didática foi construída a partir da temática sobre os alimentos, na modalidade bilíngue, enfocando o estudo de conceitos químicos sobre densidade, materiais homogêneos, materiais heterogêneos e fermentação. A unidade aborda conceitos de extrema importância para a formação científica dos estudantes, que demonstram princípios científicos que explicam a propriedades dos materiais, as reações químicas que são observadas no cotidiano, o que possibilitou que eles investigassem fenômenos, testassem teorias, completassem seus experimentos, buscando aprender um pouco mais sobre Natureza da Ciência e Filosofia da Ciência e favorecendo seu Letramento Científico (MATTHEWS, 1995).
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Ensino de conceitos químicos em um enfoque CTS a partir de saberes populares.

Ensino de conceitos químicos em um enfoque CTS a partir de saberes populares.

Verificou­se também que, após o processo envolvendo a tríade professor­alunos­ con- teúdo (SCHNETZLER, 1992), houve mudança conceitual em relação aos conceitos anteriores, nos conceitos químicos teóricos e práticos, evidenciando a importância do ensino com estratégias didáticas que possibilitem aos alunos construírem ativamente o conhecimento. A construção do conhecimento científico a partir da realidade do educando, na contextualização a partir de temas sociais, propiciou o desenvolvimento da capacidade de participação, de julgamento e de tomada de decisão na resolução de problemas, conforme Mortimer (1992), Chassot (2006) e Freire (1980).
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O papel das interações sociais e de atividades propostas para o ensino-aprendizagem de conceitos químicos.

O papel das interações sociais e de atividades propostas para o ensino-aprendizagem de conceitos químicos.

Este trabalho consiste de uma análise das interações ocorridas em sala de aula no sentido de promover a aprendizagem de conceitos químicos pelos alunos, tendo como foco questões sobre o papel das atividades didáticas e do trabalho em grupo como um aspecto relevante nesse processo. Para isso, tomamos como base teórica algumas considerações da teoria sociointeracionista de desenvolvimento e aprendizagem dos indivíduos, como a propos- ta por Vygotsky (2007) e continuada por Leontiev (1978, 1979). A perspectiva sociointeracio- nista traz uma concepção de que o homem se constitui como ser humano a partir das relações que estabelece com o outro. Diante disso, optamos por discutir a importância das interações aluno-aluno que são estabelecidas no processo de ensino-aprendizagem, considerando aspec- tos tais como: a formação de grupos de trabalho, o papel das atividades propostas para a construção do conhecimento e fatores que influenciam a aprendizagem e o desenvolvimento individual no contexto da discussão coletiva.
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Características da aprendizagem significativa em proposições expressas por escrito pelos alunos do ensino fundamental: um estudo de conceitos químicos proposto a partir de atividades experimentais.

Características da aprendizagem significativa em proposições expressas por escrito pelos alunos do ensino fundamental: um estudo de conceitos químicos proposto a partir de atividades experimentais.

Características da aprendizagem significativa em... Keila Bossolani Em relação aos organizadores prévios identificados, a abordagem dada por eles aos conceitos: minério, extração, substância e metal, permitem evidenciar que o terceiro apresenta um nível maior de generabilidade e inclusividade que o primeiro e este, por sua vez, maior que o segundo, que é superior ao quarto. Portanto, o conceito ‘substância’ deve situar-se no nível mais alto da hierarquia, sendo imediatamente seguido por ‘minério’, ‘extração’ e ‘metal’. Assim sendo, na tentativa de apontar as inúmeras relações que existem entre os conceitos-chave e os demais conceitos químicos que compõem a organização de conteúdo do material que está sob análise, optou-se, nesse trabalho, por representá-las através de um mapa conceitual.
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Desenhos animados como possibilidades didáticas para ensinar conceitos químicos nos anos iniciais

Desenhos animados como possibilidades didáticas para ensinar conceitos químicos nos anos iniciais

O trabalho propõe a ideia de que temas químicos devem ser abordado de forma integrada aos demais conhecimentos, propiciando uma interface desde os primeiros anos de escolaridade, auxiliando a fomentar nos alunos seu espírito investigativo e o interesse pela área de ciências. Como objetivos bases da pesquisa destacam-se: identificar os conceitos químicos, vinculados aos desenhos animados, que são pertinentes ao currículo de ciências nas primeiras séries da Educação Básica; mostrar que conceitos químicos podem ser discutidos de forma contextualizada para esse segmento da educação. Foram usados sete episódios dos desenhos animados “Sid o Cientista” e “Cocoricó”, por despertarem interesse na faixa etária do primeiro segmento do ensino fundamental. Concluiu-se que os desenhos escolhidos se tornam recursos didáticos em potencial por encantar o público infantil, constituindo uma estratégia facilitadora na abordagem de vários assuntos relacionados à química, e que cotidianamente são vivenciados pelas crianças, sendo necessário trabalhá-los de forma coerente com os temas propostos.
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Análise do tratamento de conceitos químicos em coleções das séries iniciais

Análise do tratamento de conceitos químicos em coleções das séries iniciais

d) Relacionar exemplos, quando houver, apenas na parte inferior do mapa. Os mapas conceituais elaborados nesse estudo foram contruídos a partir do conjunto de conceitos, denominado por Moreira (1998) como conceitos-chave e por Espinoza (2010) como conceitos estruturadores, que podem ser relacionados a aspectos químicos encontrados nas obras analisadas. Após elencados, eles foram organizados de acordo com o princípio da diferenciação progressiva. Optou-se pela elaboração de um mapa conceitual que contemplasse todos os principais conceitos abordados nas obras. Assim, as expressões utilizadas nas linhas de conexão entre dois conceitos, denominadas “frases de ligação” (Moreira, 1998) também foram adequadas para possibilitar a utilização da mesma estrutura de mapa conceitual no estudo de cada uma das obras. Essa estratégia apresenta pontos negativos, como por exemplo, o fato de que o mapa não apresenta todas as relações conceituais presentes nos livros analisados. Por outro lado, optando-se uma única estrutura, que podemos chamar aqui como genérica, temos a vantagem de analisar cada livro dentro de uma mesma perspectiva. Isso pode ser vantajoso, visto que cada obra possui objetivos próprios e esse estudo só lança olhar aos principais conceitos relacionados à química.
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									A APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS (ABPr) NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS QUÍMICOS NA POTABILIDADE DA ÁGUA

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Resumo: Um dos grandes desafios encontrados pelos educadores é trazer um significado de ciência para o dia a dia dos estudantes. Nossa experiência tem mostrado que os alunos e alunas estão cada vez menos interessados pelo modelo de ensino tradicional e o resultado é refletido no baixo índice de aprendizagem. A contextualização e a tecnologia combinados com a execução de projetos voltados a temas cotidianos têm se mostrado boas ferramentas para otimizar a construção do aprendizado dos alunos. O presente trabalho objetiva o estudo da eficiência da Aprendizagem Baseada em Projetos na análise de parâmetros físico-químicos para a determinação da qualidade da água consumida em escolas públicas de Ensino Médio da cidade de Rondonópolis-MT. O trabalho foi desenvolvido a partir de pesquisa bibliográfica, debates, análises experimentais, elaboração de relatórios e discussão dos resultados. Por fim, os resultados foram apresentados à comunidade escolar em uma feira de ciências municipal. A estratégia se mostrou eficiente, otimizando o aprendizado e a interação entre os alunos. A partir dessa iniciativa, os alunos passaram a realizar um monitoramento periódico da qualidade da água consumida na escola, agregando valor social.
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H'QUÍMICA – O USO DOS QUADRINHOS PARA O ENSINO DE RADIOATIVIDADE

H'QUÍMICA – O USO DOS QUADRINHOS PARA O ENSINO DE RADIOATIVIDADE

O uso de histórias em quadrinhos (HQ) tem se mostrado um recurso interessante para o ensino de conceitos químicos. Tal perspectiva parte da associação das HQ à inserção das atividades lúdicas em sala de aula. As histórias em quadrinhos, em seus diferentes gêneros, oferecem possibilidades diversas de aplicações no universo escolar, em todos os seus níveis. O desafio é saber olhar os quadrinhos como um recurso pedagógico. Sob tal enfoque, foi proposta a dez turmas de terceiro ano do Ensino Médio, a análise de histórias em quadrinhos comerciais e a elaboração de uma HQ inédita, tendo como tema central o conteúdo de radioatividade. Esta pesquisa configura-se como um estudo de caso. A coleta de dados se estruturou como uma análise documental que teve como textos básicos para a análise as HQ no formato de gibis produzidos pelos alunos, a análise do conteúdo da transcrição das filmagens da sala de aula e dos encontros no clube, e os comentários postados em uma página de um grupo criado na rede social para que os alunos fizessem comentários referentes às atividades desenvolvidas. Os resultados foram analisados sob a ótica de uma categoria: RELAÇÕES ENTRE O SUBTEMA E AS HQ PRODUZIDAS. Essa categoria se divide em 4 subcategorias, a saber: Relações efetivas entre o subtema proposto e a história elaborada. Relações medianas entre o subtema proposto e a história elaborada, Baixa relação entre o subtema proposto e a história elaborada, e Nenhuma relação direta entre o subtema proposto e a história elaborada. Infere-se, a partir dos resultados, que ao criar as próprias HQ trabalhando a associação entre imagens, palavras e ideias, o aluno se apropria do conhecimento científico de forma dialógica e se sente motivado considerando-se o divertimento e o aspecto lúdico envolvido na atividade.
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Potencialidades das atividades experimentais no ensino de Química

Potencialidades das atividades experimentais no ensino de Química

Corroborando esta tese, Nanni (2004) também reforça que diferentemente do que muitos possam pensar, não é preciso haver laboratórios sofisticados, nem ênfase exagerada no manuseio de instrumentos para a compreensão dos conceitos. O experimento deve ser parte do contexto de sala de aula e seu encaminhamento não pode separar a teoria da prática, num processo pedagógico em que os alunos se relacionem com os fenômenos vinculados aos conceitos químicos a serem formados e significados na aula. O autor ainda destaca que a importância da abordagem experimental está no seu papel investigativo e na sua função pedagógica de auxiliar o aluno na explicitação, problematização, discussão, enfim, na significação dos conceitos científicos.
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Concepções de alunos ingressantes no curso de licenciatura em Química sobre alguns conceitos de soluções

Concepções de alunos ingressantes no curso de licenciatura em Química sobre alguns conceitos de soluções

Na primeira questão solicitou-se que os estudantes definissem “dissolução”, com a finalidade de diagnosticar seus conhecimentos sobre o processo de formação de uma solução. Nas duas questões seguintes, os estudantes deveriam construir modelos que explicassem o fenômeno da formação de sistemas homogêneos e heterogêneos nas situações citadas. Os exemplos utilizados para os sistemas são situações do cotidiano de cada aluno, aonde se espera que ele utilize os conceitos químicos para explicar ocorrências diárias. Nessas questões foi solicitado que os alunos fizessem desenhos que representassem suas concepções sobre os fenômenos, a um nível microscópico, representando sua visão no nível atômico-molecular de todas as substâncias citadas para formação dos sistemas.
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DA FORMAÇÃO À ATUAÇÃO: UM OLHAR SOBRE OS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E O ENSINO DA QUÍMICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

DA FORMAÇÃO À ATUAÇÃO: UM OLHAR SOBRE OS CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E O ENSINO DA QUÍMICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

do saber, como a Física, a Biologia, a Química e as Geociências, sendo ministrados, na educação básica já nas primeiras séries do Ensino Fundamental. Por diversos fatores, como a formação docente, percebe-se maior enfoque nestas séries a assuntos específicos da Biologia, o que acaba por limitar um entendimento mais amplo acerca do alcance do conhecimento científico. No Brasil, os responsáveis pelas aulas de ciências nos anos finais do Ensino Fundamental são os licenciados em Ciências Biológicas. No entanto, uma análise nos documentos que regem tais cursos mostra que, por exemplo, os conceitos químicos são estudados de forma superficial e quase sempre restritos a poucas disciplinas. Dessa forma, é inegável a necessidade de complementar a formação desses profissionais com, por exemplo, cursos de formação continuada que permitam desenvolver certa autonomia também em outras áreas da ciência. Da mesma forma, a análise dos livros didáticos aprovados pelo PNLD, para esse nível de escolaridade, mostrou que há uma predominância de assuntos e conceitos ligados à Biologia, enquanto que a Química aparece em poucos capítulos, muitas vezes não permitindo um aprofundamento conceitual. Tendo em vista esse panorama, um curso de extensão foi oferecido a licenciandos de Ciências Biológicas com o objetivo de discutir conceitos específicos da Química e, ao mesmo tempo, propiciar uma reflexão sobre as dificuldades de ensino e aprendizagem relativas a esses conceitos. As discussões ocorridas em cada encontro, assim como as atividades realizadas pelos participantes, permitiram perceber a necessidade de incrementar o aprendizado de conceitos básicos. Diante desse processo, um produto educacional foi elaborado com a finalidade de contribuir com a melhoria do ensino de Ciências no Ensino Fundamental, subsidiando o professor com um material de apoio didático que possa facilitar a compreensão dos conceitos associados à teoria atômica, às propriedades dos materiais e às transformações Químicas.
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Atributos químicos e físicos de latossolos e sua relação com os rendimentos de milho e feijão irrigados.

Atributos químicos e físicos de latossolos e sua relação com os rendimentos de milho e feijão irrigados.

No primeiro estudo, efetuou-se uma análise estatística descritiva dos dados, utilizando o programa computacional Grapher (Golden Software version 3). A variabilidade dos atributos foi classificada, segundo proposto por Warrick & Nielsen (1980), em baixa (CV < 12 %), média (12 ≤ CV ≥ 62 %) e alta (CV > 62 %). A análise da variabilidade espacial dos atributos químicos foi feita através de semivariogramas experimentais (Isaaks & Srvastava, 1989). O semivariograma é um gráfico que relaciona a semivariância de uma variável qualquer com uma distância (h) (Silva et al., 2003). Os parâmetros dos modelos ajustados aos semivariogramas foram: efeito pepita (C 0 ), que explica descontinuidade; alcance (a),
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Estatística multivariada aplicada na avaliação dos parâmetros químicos e físico-químicos da água engarrafada do município de Belém-PA / Multivariate statistics applied in the evaluation of chemical and physical-chemical parameters of bottled water in the

Estatística multivariada aplicada na avaliação dos parâmetros químicos e físico-químicos da água engarrafada do município de Belém-PA / Multivariate statistics applied in the evaluation of chemical and physical-chemical parameters of bottled water in the municipality of Belém-PA

A alta correlação positiva entre salinidade e condutividade evidencia que os constituintes químicos que determinam a salinidade estão associados às espécies químicas iônicas. A salinidade e a condutividade apresentaram alta correlação com o Ba, Ca, K e Na. O Ba apresentou alta correlação com o Ca, K e Na, mostrando que podem ter a mesma origem. O Ca mostrou alta correlação com o K e Na. Alta correlação também foi observada para o Na com K e Mg. Ca, K, e Na fazem parte da geoquímica amazônica e suas correlações já são esperadas, o Ba precisa ser melhor estudado, já que sua ocorrência não é esperada na geoquímica local.
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Quím. Nova  vol.33 número2

Quím. Nova vol.33 número2

Finalizando, destacamos três parágrafos do editorial da SBF: “Aqui no Brasil os químicos resistem, prestigiam as suas revistas”; “Mas os químicos continuam no SCIELO, e se orgulham do apoio às suas revistas, o Journal of the Brazilian Chemical Society, com índices de impacto entre 1 e 1.5, e Quí- mica Nova, publicada quase exclusivamente em português, que já atingiu índices bem mais expressivos do que o BJP” e “Qual a mágica dos químicos para apoiar as publicações nacionais?”; que esperamos ter respondido nos parágrafos precedentes.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

A identificação de focos potencialmente geradores de acidez e a estimativa, a curto e longo prazo, da qualidade da água gerada podem ser feitas a partir da compreensão dos fatores físico-químicos que controlam a DAM. Atualmente também se utilizam modelos semi-empíricos de previsão, onde são aplicados parâmetros laboratoriais advindos de simulações de reações de geração de acidez para as bacias e pilhas de rejeitos, ou em amostras de rochas. Os resultados obtidos no laboratório devem ser extrapolados, tendo como base a interpretação adequada da relação entre os valores dos testes de laboratório e das condições de campo (Maxwell, 2007).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO DE GEOCIÊNCIAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOQUÍMICA TESE DE DOUTORADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO DE GEOCIÊNCIAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOQUÍMICA TESE DE DOUTORADO

Para tal foram determinados parâmetros físicos, físico-químicos e químicos e hidrobiológicos das águas dos ambientes estudados, visando encontrar semelhanças e/ou diferenças entre os ecossistemas; foi avaliada a presença de pigmentos fotossintetizantes (clorofilas), nas águas das áreas em estudo como mais um elemento de comparação dos ecossistemas em relação à produtividade; foi caracterizada a natureza química da matéria orgânica, dando enfoque às substâncias húmicas, na tentativa de identificar indícios e/ou fontes de poluição antropogênica nos ecossistemas aquáticos que compõem a área de estudo; foram determinados metais no material húmico, verificando sua presença nas frações móvel e residual; foram extraídos e purificados os ácidos húmicos e ácidos fúlvicos e através de estudos espectrofotométricos de infravermelho e ultravioleta-visível foram determinados seus principais grupos estruturais, o grau de condensação e o grau de aromaticidade das moléculas e finalmente, foram comparados os diferentes ecossistemas estudados visando estabelecer a influência das marés, do oceano e da sazonalidade, assim como a influência antropogênica.
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