Conhecimentos e Práticas dos Profissionais de Saúde

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Conhecimentos e práticas de redução de danos de profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família

Conhecimentos e práticas de redução de danos de profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família

A problemática do uso de drogas se contextualiza na vida dos indivíduos através de múltiplos fatores que necessitam ser identificados, a fim de que uma terapêutica mais adequada seja aplicada. Diante desta questão, a Redução de Danos desponta como uma estratégia que defende o protagonismo da pessoa no cuidado, dando-lhe autonomia para alcançar melhores níveis de saúde. Esse estudo tem por objetivo apresentar os conhecimentos e as práticas de Redução de Danos acerca da problemática do uso do álcool, crack e outras drogas desenvolvidas por profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família no Município de Fortaleza-CE. Para alcançar tal objetivo, realizou-se uma pesquisa exploratória e descritiva, com uma abordagem quantitativa, por meio de entrevista semiestruturada com 19 profissionais que exercem suas atividades em Núcleos de Apoio à Saúde da Família. Os resultados permitiram compreender que, embora predominem profissionais concordantes com a proposta de Redução de Danos nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família no Município de Fortaleza, o conhecimento destes ainda é restrito, sendo que a formações na área ainda se apresenta consideravelmente limitada, o que compromete a atuação desses profissionais no que se refere ao atendimento a pessoas que fazem uso problemático de substâncias psicoativas.
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Atitudes, práticas, barreiras e conhecimentos sobre a avaliação e controlo da dor : eficácia de uma intervenção estruturada a profissionais da saúde

Atitudes, práticas, barreiras e conhecimentos sobre a avaliação e controlo da dor : eficácia de uma intervenção estruturada a profissionais da saúde

os profissionais de saúde por vezes estão desmotivados e pouco sensibilizados para o tema da dor (o que desencadeia barreiras…), pelo que a generalidade dos estudos deste campo mostra uma grande necessidade de formar, sensibilizar e sobretudo, organizar. Levin et al (1998) sugerem que o comportamento médico, no tratamento da dor oncológica é reflexo dos seus conhecimentos e atitudes. Os autores concluíram que os oncologistas utilizavam mais vias de administração de analgésicos, mais técnicas invasivas e com mais frequência tratavam a dor irruptiva, comparativamente com os médicos dos Cuidados Primários. Defendem, assim, que a formação deve ser dirigida a cada grupo profissional em particular e a cada faixa etária. (35) Também Green et al (2003) demonstraram que o adequado tratamento da dor pode ser influenciado pelas características do doente e a variabilidade dos médicos prescritores. Neste estudo, que comparou as respostas a nove casos clínicos diferentes, concluiu-se que era mais provável os médicos controlarem melhor a dor nos homens com dor aguda pós- operatória ou oncológica. (36) O estabelecimento de orientações clínicas para os profissionais de saúde e a formação e campanhas para o público em geral, parece serem mais eficazes a alterar práticas que a formação contínua habitual. (35)
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CONHECIMENTOS E PRÁTICAS EDUCATIVAS SOBRE DENGUE: A PERSPECTIVA DE PROFESSORES E PROFISSIONAIS DE SAÚDE.

CONHECIMENTOS E PRÁTICAS EDUCATIVAS SOBRE DENGUE: A PERSPECTIVA DE PROFESSORES E PROFISSIONAIS DE SAÚDE.

A infecção por qualquer um dos sorotipos dos vírus da dengue causa uma doença cujo espectro inclui desde formas assintomáticas ou febre indiferenciada até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. A gravidade da doença é atribuída a características individuais, tais como idade e enfermidades crônicas preexistentes (OMS, 2009). Na carência de informações científicas atualizadas e corretas sobre o tema, os entrevistados acabam recorrendo às suas experiências pessoais para poder expressar as características clínicas da doença. São essas vivências que acabam sendo abordadas em sala de aula e nas suas práticas educativas. É impor- tante que os sintomas de uma patologia amplamente disseminada no território nacional, como a dengue, estejam claros para profissionais de saúde e professores das disciplinas de Ciências e Biologia e das demais disciplinas do ensino básico. A abordagem dos conhecimentos sobre esse aspecto no espaço escolar é de suma importância para que os alunos e os outros membros da comunidade escolar possam identificar a doença no primeiro momento e, assim, buscar o auxílio médico e a terapêutica adequada, evitando possíveis complicações da doença (OMS, 2010).
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Repercussão da capacitação de profissionais de saúde em aleitamento materno sobre seus conhecimentos, habilidades e práticas hospitalares: uma revisão sistemática.

Repercussão da capacitação de profissionais de saúde em aleitamento materno sobre seus conhecimentos, habilidades e práticas hospitalares: uma revisão sistemática.

Síntese dos dados: Na busca de literatura foram encontrados 276 artigos e selecionados 37 para leitura integral. Foram excluídos 26 artigos e incluídos seis mediante busca das refe- rências. Foram incluídos 17 artigos de intervenc ¸ão e três apresentaram boa validade interna. Os estudos foram conduzidos entre 1992 e 2010, quatro no Brasil, em países de cinco conti- nentes. O principal público-alvo das capacitac ¸ões foram profissionais de enfermagem, médicos, parteiras e visitadores domiciliares. Os cursos de capacitac ¸ão foram diversos, cinco intervenc ¸ões empregaram o treinamento teórico-prático da Iniciativa Hospital Amigo da Crianc ¸a. Todas as formas de capacitac ¸ão apresentaram algum resultado positivo sobre os conhecimentos, as habilidades e/ou práticas profissionais e hospitalares, a maioria com significância estatística. Conclusões: As capacitac ¸ões de profissionais de saúde que atuam em hospitais têm sido efetivas em aprimorar conhecimentos, habilidades e práticas.
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Conhecimentos e práticas dos profissionais de saúde sobre a "atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso - método canguru".

Conhecimentos e práticas dos profissionais de saúde sobre a "atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso - método canguru".

Com relação às principais informações dadas aos pais na primeira visita a UN, um percentual expres- sivo de profissionais (83%) relatou ser o quadro clínico a primeira e principal informação dada aos pais. Essa resposta era sempre seguida de uma obser- vação: "da forma mais simples possível, sem termos técnicos para que eles possam entender o real estado do bebê..." Apesar da preocupação explícita nessa fala, em tornar acessível a informação aos pais, fica clara a dificuldade dos profissionais em ouvir a real demanda dos pais sobre o seu bebê. Lamy 35 , citando Green (1979), descreve os pais de
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Vigilância do desenvolvimento da linguagem da criança: conhecimentos e práticas de profissionais da atenção básica à saúde.

Vigilância do desenvolvimento da linguagem da criança: conhecimentos e práticas de profissionais da atenção básica à saúde.

parte dos proissionais de saúde em conhecer melhor sobre o assunto referente à área da fonoaudiologia. Considera-se que é de grande relevância o desenvol- vimento de estratégias de Educação em Saúde para o trabalho e que ações em conjunto precisam ser pensadas, a im de reforçar o trabalho interdisciplinar. O termo interdisciplinaridade pressupõe um trabalho coordenado com objetivo comum, partilhado por vários ramos do saber, de forma integrada e conver- gente, o que nos reporta imediatamente à base de atuação de uma Equipe Estratégia Saúde da Família. No entanto, a prática leva a uma realidade totalmente distinta, em que o trabalho em equipe se aproxima mais do que se pode rotular como pluridisciplinar, já que os conhecimentos proissionais dos componentes das equipes não se interagem, reproduzindo o que foi aprendido nos cursos de graduação. Essa falta de integração e comunicação entre os proissionais tem certamente a sua origem na graduação, pois cada proissional se forma sem interagir com outros prois- sionais da saúde, sem um espaço comum de atuação que permita a troca de conhecimentos e possibilite a ação coordenada para atingir um objetivo comum 23 .
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Conhecimentos e práticas sobre aleitamento materno de profissionais que atendem lactentes nos serviços públicos de saúde de Botucatu-SP

Conhecimentos e práticas sobre aleitamento materno de profissionais que atendem lactentes nos serviços públicos de saúde de Botucatu-SP

Assim, a atual PNAN considera que a promoção de práticas alimentares saudáveis se inicia com o incentivo ao aleitamento materno e está inserida no contexto da adoção de estilos de vida saudáveis, componente importante da promoção da saúde. Propõe a revisão de métodos e estratégias de atuação, sobretudo no âmbito do setor saúde, como medida básica e inicial para a efetivação da prioridade conferida ao incentivo ao aleitamento materno, buscando, igualmente a articulação com os diferentes segmentos sociais. Considera importante, também, a adoção de medidas voltadas ao disciplinamento da publicidade de produtos alimentícios infantis e o apoio a programas institucionais, a exemplo da IHAC e dos BLH, bem como movimentos voltados ao estímulo à amamentação, de iniciativa de organizações não-governamentais. No tocante à legislação, propõe-se o reforço, divulgação e ampliação de dispositivos que assegurem às mães condições básicas para amamentarem os seus filhos, tais como horários e locais de trabalho compatíveis com a prática do aleitamento 71 .
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Conhecimentos e práticas de profissionais sobre desenvolvimento da criança na atenção básica à saúde

Conhecimentos e práticas de profissionais sobre desenvolvimento da criança na atenção básica à saúde

O teste de desenvolvimento com questões de múltipla escolha foi respondido por 100% dos proissionais (31 pro- issionais). Destes, 29 informaram o ano de sua formatura e idade; veriicou-se que o número de anos de formação variou de seis a 45 anos (média de 21,3 anos) e que a idade variou de 30 a 68 anos (média de 46,7 anos). Dentre os 31 proissionais que responderam ao questionário, 24 haviam realizado residência ou especialização na área de pediatria, três em Clínica Médica e quatro em Medicina Social/Saúde Pública. Em relação a outras atividades, 17 relataram que mantêm atuação em um ou mais serviços além das UBS do município – unidades de emergência (sete), unidades de internação (três) e ambulatórios (dez).
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Conhecimentos e práticas dos profissionais do programa de saúde da família sobre saúde auditiva

Conhecimentos e práticas dos profissionais do programa de saúde da família sobre saúde auditiva

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 42 milhões de pessoas, com idade acima de 3 anos, são portadoras de algum grau de perda auditiva. No Brasil, não há dados em nível populacional sobre a importância da perda auditiva, mas estimam-se que 1,5% da população brasileira sejam portadores de algum grau de perda auditiva. Alterações auditivas são consideradas, pela OMS, problemas de saúde pública e podem, em muitos casos, ser minimizadas e até evitadas através da atenção primária em audiologia, com a inserção de programas de saúde auditiva, reduzindo custos com atendimentos especializados. Sob este aspecto, o objetivo deste estudo foi investigar o conhecimento e as práticas dos profissionais do Programa de Saúde da Família da UBASF César Cals sobre saúde auditiva. Neste sentido, foram realizadas 19 entrevistas com profissionais do PSF e definidas as categorias analíticas para posterior discussão. Convém assinalar que os resultados evidenciaram a falta de conhecimento e sensibilização dos profissionais sobre perda auditiva como uma das principais razões para a não realização da promoção da saúde auditiva. Deste modo, a falta de treinamento ou orientação sobre o assunto também contribuíram para o não reconhecimento da perda auditiva com problema de saúde na área e a não praticidade de sua prevenção. Logo, conclui-se que há necessidade de que sejam adotadas medidas de caráter preventivo em relação à saúde auditiva, partindo de uma sensibilização e treinamento a equipe do PSF.
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Conhecimentos e práticas de profissionais de saúde sobre aleitamento materno em serviços públicos de saúde.

Conhecimentos e práticas de profissionais de saúde sobre aleitamento materno em serviços públicos de saúde.

Para o conj unt o de profissionais, as prát icas em r elação ao AM for am est udadas consider ando- se: fr equência com que se desaconselha o uso de chupeta e se aconselha a m anutenção do AME, quando a s m ã e s t r a b a l h a m f o r a ( m a i o r i a d a s v e ze s/ ev en t u al m en t e/ n u n ca o u m u i t o r ar am en t e) . No con t ex t o h ospit alar, inv est igou - se: f r equ ên cia qu e coloca o bebê para m am ar na sala de parto; se testa a sucção do recém - nascido com soro glicosado e indica o uso de fórm ulas para bebês saudáveis. E, para o p r o f i ssi o n a l d a a t e n çã o b á si ca , i n v e st i g o u - se : f r eq u ên ci a q u e a b o r d a a s v a n t a g en s d o AM; se observa as m am adas e orienta cuidados com traum as m am ilares ( m aioria das vezes/ event ualm ent e/ nunca ou m uit o raram ent e) .
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Capacitação de profissionais de saúde em aleitamento materno e sua associação com conhecimentos, habilidades e práticas.

Capacitação de profissionais de saúde em aleitamento materno e sua associação com conhecimentos, habilidades e práticas.

Resumo Para verificar a associação entre capa- citação em aleitamento materno e conhecimentos, habilidades e práticas profissionais, foi conduzido estudo transversal nos 15 hospitais com mais de 1000 partos/ano do município do Rio de Janei- ro. Foram entrevistados 215 profissionais, sen- do 48,4% em Hospitais Amigos da Criança, por adaptação de questionário de reavaliação desta iniciativa. Os três desfechos, dicotomizados, foram utilizados em análises bivariadas e multivariadas, sendo obtidas razões de prevalência ajustadas por modelo de regressão de Poisson. Dos profissionais, 48,1% tinham conhecimentos; 58,9% habilida- des e 74,9% práticas adequadas. A capacitação teórico-prática ≥ 18 horas, considerada adequa- da, presente em 65,6% dos profissionais, mostrou associação significativa com conhecimentos (RPa = 1,575), habilidades (RPa = 1,530) e práticas (RPa = 1,312). Profissionais com menor tempo de trabalho apresentaram menos conhecimentos (RPa = 0,723), mas relataram melhores práticas (RPa = 1,183). A enfermagem relatou melhores práticas em relação aos médicos (RPa = 0,808) e a outras categorias (RPa = 0,658). Conclui-se que a capacitação contribui para o aprimoramento de conhecimentos, habilidades e práticas em aleita- mento materno, fundamentais à assistência ma- terno-infantil.
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A integralidade na prática (ou sobre a prática da integralidade).

A integralidade na prática (ou sobre a prática da integralidade).

Do que dissemos antes, emerge uma compre- ensão que perpassa os diversos sentidos da in- tegralidade que se referem aos encontros entre equipe de saúde e as pessoas. Defender a inte- gralidade é defender antes de tudo que as prá- ticas em saúde no SUS sejam sempre intersub- jetivas, nas quais profissionais de saúde se re- lacionem com sujeitos, e não com objetos. Prá- ticas intersubjetivas envolvem necessariamen- te uma dimensão dialógica. Isso confere às prá- ticas de saúde um caráter de prática de conver- sação 4 , na qual nós, profissionais de saúde, utilizamos nossos conhecimentos para identi- ficar as necessidades de ações e serviços de saú- de de cada sujeito com o qual nos relaciona- mos, para reconhecer amplamente os conjun- tos de ações que podemos pôr em prática (in- cluindo ações como o aconselhamento e as chamadas práticas de educação em saúde) pa- ra responder as necessidades que apreende- mos. Mais do que isso, defender a integralida- de nas práticas é defender que nossa oferta de ações deve estar sintonizada com o contexto específico de cada encontro. Analisemos com mais cuidado cada um desses pontos.
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Conhecimentos, atitudes e práticas dos profissionais de enfermagem sobre higiene das mãos no ambiente hospitalar

Conhecimentos, atitudes e práticas dos profissionais de enfermagem sobre higiene das mãos no ambiente hospitalar

O estudo foi desenvolvido com profissionais de enfermagem nas diferentes unidades de internação de um hospital universitário localizado no interior de Minas Gerais. Estabeleceu-se como critério de inclusão os profissionais que possuíssem vínculo empregatício com a instituição há, pelo menos, um mês. Foram excluídos do estudo os profissionais que estiveram em licença saúde ou em afastamento do trabalho por outros motivos.

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Relações entre profissionais de saúde e usuários durante as práticas em saúde.

Relações entre profissionais de saúde e usuários durante as práticas em saúde.

A opção para analisar esses resultados foi evidenciar a permanência de relações colonialistas nos serviços de saúde, seguindo a proposta de eman- cipacão dos sujeitos. A inclusão dos usuários nas decisões está atrás apenas da comunicação efetiva com os profissionais, que é condição para o diálogo. O acesso aos serviços de saúde e a preferência por um profissional de saúde que enxergue o usuário como sujeito, não somente como um corpo, também são sinalizados. O vínculo e a tomada de decisões compartilhadas, via de regra, são fundamentais para a adesão e a continuidade do tratamento. O colonialismo é considerado “a incapacidade de reconhecer o outro como igual, a objetivação do outro – transformar o outro em objeto” (Santos, 2007, p. 53). A questão é: há hierarquia nos conhecimentos dos profissonais e usuários? Para construir a emancipação, é preciso “uma nova relação entre o respeito à igualdade e o princípio do reconhecimento da diferença” (Santos, 2007, p. 62, grifo do autor). Descolonizar nossas mentes é necessário para que possamos distinguir as hierarquias, levando em consideração as dife- renças que ficarem depois disso (Santos, 2007). Reconhecer as diferenças pressupõe a luta pela igualdade, “porque o importante não é a homogenei- zação, mas as diferenças iguais” (Santos, 2007, p. 63).
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"Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!": a décalage como ferramenta para compreensão de práticas corporais e alimentares.

"Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!": a décalage como ferramenta para compreensão de práticas corporais e alimentares.

O objetivo deste texto é apresentar uma ferramenta teórico-instrumental, a décalage, que possibilita uma visão compreensiva sobre os agentes do campo da saúde. A Alimentação e Nutrição e a Educação Física são tomadas como campos científicos de formação, de práticas profissionais e de produção de conhecimentos e saberes que correspondem a dois fortes pilares na reprodução de um específico discurso eivado de normas biomédicas intensamente disseminadas na sociedade. Contudo, nem os profissionais dessas áreas, nem os estudantes dos correspondentes cursos de graduação seguem fielmente aquilo que pregam, como a alimentação saudável e a prática regular de exercícios físicos. Configura-se, assim, um espaço entre “o que se fala” e “o que se faz” em relação às práticas alimentares e corporais, frequentemente identificado como “erro a ser corrigido” na visão biomédica da vida. Distintamente, considera-se aqui a necessidade de um instrumento metodológico que auxilie na compreensão de dois aspectos da subjetividade: a ação e o discurso sobre a ação, que se complementam nas relações sociais. O ser humano convive com a décalage em suas relações sociais, com criatividade na reconstrução de significados, considerando incompatibilidades ou incongruências, sustentando uma dinâmica social na percepção de sua condição de ser humano, criando aquilo que é possível e sonhando com o que seria impossível. Sonhando o impossível, ele constrói o que é possível. Um mundo sempre novo. Talvez um mundo menos doente, se a décalage for considerada.
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As práticas educativas na saúde da família: uma cartografia simbólica

As práticas educativas na saúde da família: uma cartografia simbólica

Luzia Bessa Consta de um total de 1.792 famílias cadastradas. Para atender a esta demanda a Unidade Luzia Bessa é composta por 02 Equipes de Estratégia de Saúde da Família (02 médicos, 02 dentistas, 02 enfermeiros, 02 técnicos de enfermagem, 02 técnicos de consultório dentário e 14 agentes comunitários de saúde) e demais funcionários que compõe a unidade, totalizando um número de 38 profissionais. Com uma estrutura física que atende as necessidades da comunidade, garantindo uma melhor qualidade na assistência aos usuários do SUS, as novas instalações contam com 02 consultórios odontológicos, 02 consultórios médicos, sala para vacina, sala para prevenção, 02 consultórios de enfermagem, sala para preparo do atendimento, sala para curativo, sala para o serviço social, sala para os agentes comunitários de saúde, sala para coleta de exames laboratoriais, farmácia, sala da administração e 01 auditório, todas estas salas e consultórios climatizados. A unidade também conta com uma copa/lavanderia, sala para arquivo morto, sala para esterilização, sala de expurgo, almoxarifado e uma arejada sala de espera. Os serviços e programas oferecidos na Unidade são: Acolhimento, Consultas Médicas, Consultas de Enfermagem, Serviço Social, Atendimento Odontológico, Nebulização, Aplicação de injeção, Imunização, Coleta de exames laboratoriais, Visitas domiciliares, Administração e dispensação de medicamentos, Curativo Retirada de pontos, Distribuição de preservativos, Ações educativas, Crescimento e Desenvolvimento (C e D), Prevenção do Câncer do Colo do Útero e Mama, Coleta do Teste do Pezinho, Pré-natal, Puerpério, Planejamento Familiar. Os programas são: Saúde Bucal, Saúde da Criança, do Adolescente e do Jovem, Saúde da Mulher, Saúde do Idoso, Controle da Tuberculose, Controle da Hanseníase, Controle da Diabete, Controle da Hipertensão Arterial, Programa Saúde do Trabalhador , Controle da Obesidade, Controle das DST/AIDS.
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Conhecimentos e práticas em saúde bucal com crianças hospitalizadas com câncer.

Conhecimentos e práticas em saúde bucal com crianças hospitalizadas com câncer.

Dessa forma, é de fundamental importância que se estabeleça um protocolo de cuidados com a higiene bucal de crianças hospitalizadas com câncer, uma vez que as mesmas encontram-se vulneráveis nesse período. A presença de um ci- rurgião-dentista na equipe médica parece refor- çar a preocupação em minimizar os danos pro- venientes do tratamento oncológico e pode, a partir de suas atribuições e habilidades, ser um agente ativador de mudanças em educação para a saúde.

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Competência: distintas abordagens e implicações na formação de profissionais de saúde.

Competência: distintas abordagens e implicações na formação de profissionais de saúde.

O desafio de participar ativamente da construção desse novo perfil profissional para as carreiras da saúde vem constituindo uma importante abertura para a discussão das diferentes concepções de competência e, ainda, numa oportunidade de transformação da prática profissional. Experiências instigantes, apoiadas por organizações internacionais, foram desencadeadas principalmente em programas de medicina e enfermagem, em algumas instituições brasileiras, a partir da década de 1990 (Feuerwerker, 2002).

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Vigilância da Tuberculose nos profissionais de saúde – Normas de Orientação Clínica

Vigilância da Tuberculose nos profissionais de saúde – Normas de Orientação Clínica

O risco de transmissão nosocomial de M. tuberculosis depende da prevalência local de tuberculose (TB) e da efetividade do programa de controlo da infeção na instituição. As principais fontes de transmissão são os doentes com tuberculose pulmonar ou laríngea. A falha ou atraso no diagnóstico, isolamento e tratamento dos doentes com tuberculose, são os determinantes mais importantes na ocorrência de surtos nosocomiais e de infeção nos profissionais de saúde.

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