Constante dielétrica

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RELAÇÃO ENTRE O TEOR DE UMIDADE E A CONSTANTE DIELÉTRICA DE ESPÉCIES DE MADEIRA DA AMAZÔNIA DURANTE O PROCESSO DE SECAGEM1.

RELAÇÃO ENTRE O TEOR DE UMIDADE E A CONSTANTE DIELÉTRICA DE ESPÉCIES DE MADEIRA DA AMAZÔNIA DURANTE O PROCESSO DE SECAGEM1.

A Figura 2 apresenta as curvas de regressão ajustadas para cada espécie, organizadas de acordo com a sua massa específica. Dessa forma, é possível observar que em todas as espécies há relação diretamente proporcional entre o teor de umidade e a constante dielétrica, de modo que esta última tende a reduzir o seu valor quando ocorre a retirada de água, comportamento que pode ser justificado pela menor capacidade de armazenamento de eletricidade dentro da amostra. Entretanto, o que diferencia cada curva de regressão é a massa específica, característica física de cada espécie que relaciona a quantidade de madeira que há em determinado volume. Todas as curvas de regressão apresentaram Coeficientes de determinação (R 2 ) elevados, demonstrando a alta correlação entre as
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Influência do tipo de amostragem na constante dielétrica do solo e na calibração de sondas de TDR.

Influência do tipo de amostragem na constante dielétrica do solo e na calibração de sondas de TDR.

Depois de atingida a saturação, foi instalada uma guia de onda no sentido vertical em cada recipiente. Inicialmente, as massas do recipiente contendo o solo e das guias de onda foram determinadas em balança eletrônica com 0,01 g de precisão. Em seguida, os recipientes foram mantidos em estufa à temperatura de 60 ºC durante o dia e 30 ºC durante a noite, sendo realizadas pesagens em intervalos de 2 h, no período das 8 às 18 h, até que o conteúdo de água no solo se aproximasse do valor do ponto de murcha permanente. Nesse momento, a constante dielétrica do solo (Ka) foi determinada com a TDR 100 da Campbell Cientific, e o conteúdo gravimétrico de água na amostra foi determinado pela massa do recipiente contendo solo e uma sonda inserida. Após a última pesagem e leitura da Ka, foram determinados a massa do solo seco e o conteúdo gravimétrico de água final, por meio do método-padrão em estufa. Com base nas massas de solo seco, da massa específica do solo e das massas úmidas determinadas diariamente, foram obtidos os valores do conteúdo volumétrico de água do solo (θ) (Equação 1) para cada determinação da Ka, por meio da equação 2.
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Medindo a constante dielétrica em líquidos: um estudo de caso para elaboração de uma proposta para formação de físicos experimentais

Medindo a constante dielétrica em líquidos: um estudo de caso para elaboração de uma proposta para formação de físicos experimentais

como dielétrico 2 um líquido com o qual o espaço entre as placas do capacitor é progressivamente preenchido, tal como ilustrado na Fig. 3(b). O líquido escolhido para realizar este experimento foi o hexano (marca ISOFAR), cuja constante dielétrica estática é bem determinada na literatura [7] e o grau de pureza é industrialmente garan- tido (98,5%). Aqui é importante ressaltar que a água não foi utilizada como meio dielétrico, pois os experimentos realizados com esta indicam que mesmo água filtrada possui alto grau de impurezas químicas uma vez que a mesma é previamente tratada pelo sistema de abasteci- mento. Todas as medidas foram realizadas e temperatura ambiente.
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Ferritas Ni-Zn: breve revisão sobre o processo convencional de fabricação e as propriedades permeabilidade magnética e constante dielétrica.

Ferritas Ni-Zn: breve revisão sobre o processo convencional de fabricação e as propriedades permeabilidade magnética e constante dielétrica.

A Divisão de Física Aplicada do Instituto de Estudos Avançados (IEAv/EFA)adquiriu,nadécadade80,experiência /EFA) adquiriu,nadécadade80,experiência adquiriu, na década de 80, experiência na fabricação de ferritas para a confecção de componentes do acelerador linear de elétrons sendo construído por essa Divisão �1�. Ainda nessa linha de pesquisa, em 2003 �1�. Ainda nessa linha de pesquisa, em 2003 . Ainda nessa linha de pesquisa, em 2003 foi iniciado um projeto sobre a aplicação de ferritas Ni- Zn na fabricação de dispositivos eletromagnéticos e uma pesquisa bibliográfica contínua sobre estes materiais tem sido feita desde então. O foco da pesquisa em andamento é as propriedades permeabilidade magnética e constante dielétrica de ferritas Ni-Zn fabricadas pelo método cerâmico convencional. Tendo em vista tal foco, este trabalho tem como objetivo mostrar uma breve revisão bibliográfica sobre os aspectos mais relevantes sobre o tema.
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Análise de modelos de constante dielétrica para materiais compósitos

Análise de modelos de constante dielétrica para materiais compósitos

Verifica-se que o ajuste dos modelos do grupo 3 é bastante superior aos modelos dos grupos 1 e 2. Os modelos do grupo 3 têm em conta a forma e orientação relativa das inclusões e incluem esta informação nas expressões através do fator de despolarização ou parâmetro de forma. Estes valores foram determinados por iterações computacionais resultando em ajustes relativamente satisfatórios para as frações de volume e tamanho do grão estudados do compósito PZT-PVDF. Assim, pode confirmar-se que o fator de despolarização é fundamental para a previsão da constante dielétrica do sistema compósito. Para além disto, uma previsão precisa da constante dielétrica macroscópica de um material compósito tem de ter em conta a sua estrutura interna, características dielétricas, frações de volume e arranjo espacial de todos os seus componentes, interações com o campo elétrico aplicado e interações entre as inclusões.
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USO DO INSTRUMENTO TDR PARA DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ÁGUA EM DIFERENTES CAMADAS DE UM LATOSSOLO ROXO DISTRÓFICO.

USO DO INSTRUMENTO TDR PARA DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ÁGUA EM DIFERENTES CAMADAS DE UM LATOSSOLO ROXO DISTRÓFICO.

de 25, 45 e 65 cm, as quais receberam as hastes de 22, 42 e 62 cm, respectivamente. O solo utilizado foi classificado como Latossolo-Roxo de textura argilosa e as colunas foram preparadas a partir de terra fina seca em estufa de material coletado das camadas em estudo, de maneira a se ter densidade global próxima do valor de campo. Após o enchimento das colunas, instalaram-se as hastes correspondentes às alturas das colunas, determinando-se o valor da constante dielétrica nesta condição; posteriormente, submeteu-se o conjunto à saturação e iniciou-se a calibração através da leitura do TDR e pesagem do conjunto, para determinação do conteúdo de água. Feitas as leituras e as pesagens, as colunas eram deixadas para secar à sombra e, em seguida, envolvidas com plástico para uniformização da umidade. Ficavam envolvidas no plástico por um dia antes de se proceder a novas leituras e pesagens. O tempo entre uma avaliação e outra aumentava, a medida em que o solo ficava mais seco. Para cada coluna efetuaram-se três ciclos de coleta de dados, cada um correspondendo ao intervalo entre a saturação e o momento em que a variação de umidade da coluna era praticamente nula. De posse dos dados, transformaram-se os valores de umidade gravimétrica para volumétrica, através da densidade do solo e plotou-se as curvas de umidade volumétrica do solo, em função da constante dielétrica (Ka) e da umidade volumétrica determinada pelo TDR. Obteve- se uma equação para cada comprimento de haste e uma equação geral correspondente a todos os pares de pontos coletados nas três colunas avaliadas. As três equações determinadas em função do comprimento da coluna e a equação geral, foram comparadas pelo teste F para variância.
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Síntese e Caracterização de Compósitos Poli (Fluoreto de Vinilideno) Ba0,3Na0,7Ti0,3Nb0,7O3

Síntese e Caracterização de Compósitos Poli (Fluoreto de Vinilideno) Ba0,3Na0,7Ti0,3Nb0,7O3

energias em um moinho de bolas planetário por 3 horas, com razão massa bola de 12:1 e velocidade de rotação de 32 rad/s. Após processo de moagem as amostras foram calcinadas à 1373 K por 1 hora em atmosfera de oxigênio e sinterizadas à 1493 K por 1 hora também em atmosfera de oxigênio. Os autores desse trabalho concluíram, por DRX e refinamento estrutural com o método de Le Bail que a simetria é do tipo tetragonal com grupo espacial P4mm, que é mais favorável para ordem ferroelétrica a temperatura ambiente. Medidas dielétricas apresentaram valores próximos a 6000 para a constante dielétrica em torno de 300 K, e frequência de 1 kHz. A polarização remanescente (P r ) foi de 1,5  C / cm 2 e o campo coercitivo de 1,8 kV / cm a temperatura ambiente. Para Zampiere e colaboradores [18] esses resultados podem ser atribuídos a fatores estruturais e microestruturais, como a fixação da fase tetragonal grupo espacial P4mm e a baixa porosidade.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA E FÍSICO-QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA ANTÔNIO AURÉLIO GOMES MOREIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA E FÍSICO-QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA ANTÔNIO AURÉLIO GOMES MOREIRA

Também são mostrados os valores de constante dielétrica calculados para cada resíduo (  (r)), a região do imidacloprido (i: azul; ii: laranja; iii: verde; iv: vermelha) m[r]

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Desempenho de diferentes guias de ondas para uso com o analisador de umidade TRASE.

Desempenho de diferentes guias de ondas para uso com o analisador de umidade TRASE.

(amostras deformadas e indeformadas). Existem diversos registros diferentes de ε b lidos diretamente no aparelho para um mesmo valor medido de ∆t, o que se deve à maior sensibilidade do ‘‘software’’ do instrumento, quanto à definição do início e do final da guia de onda, comparado à leitura na tela de gráfico do instrumento; apesar dessas diferenças, a média dos desvios entre a ε b lida e a medida pelos valores de ∆t foi de 3,2%, com desvio-padrão dessa média de 4,2%, considerados baixos. O teste t não apresentou diferença significativa entre as médias das ε b a 5% de probabilidade. Esses resultados demonstram confiabilidade na aferição do instrumento. Teor de água x constante dielétrica aparente do solo
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Matéria (Rio J.)  vol.20 número2

Matéria (Rio J.) vol.20 número2

sensor pode ser interpretado como uma associação de dois capacitores em paralelo: um com dielétrico fixo, a PCB de Fibra de Vidro, que possui o vidro como isolante e os isolantes entre as placas, apresentados como CF (Capacitância Fixa) e outro com o óleo vegetal apresentando uma constante dielétrica que depende da temperatura, CV (Capacitância Variável). A Figura 02 apresenta um diagrama simplificado do arranjo utilizado. Na figura, CV representa um sensor que pode ser utilizado para caracterizar o dielétrico mantido entre suas placas ou as variações na constante dielétrica em função da temperatura.
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Preparação dos eletrodos óxidos cerâmicos para aplicação em filmes finos do tipo Pb1-xCaxTiO3

Preparação dos eletrodos óxidos cerâmicos para aplicação em filmes finos do tipo Pb1-xCaxTiO3

capazes de promover uma melhoria significativa nestes dispositivos. Isso se dá pelo fato de cada unidade de memória está associada a um capacitor tornando- se muito grande para os padrões atuais. Por conta disso, novos materiais foram pesquisados com vistas à sua substituição. Um filme de material ferroelétrico, devido à sua constante dielétrica maior, ocupa uma área muito menor, permitindo a fabricação de memórias com mais capacidade num dado substrato de silício ou outro substrato monocristalino como Titanato de Estrôncio (STO) ou Aluminato de Lantânio (LAO).
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PROPRIEDADES MORFOLÓGICAS E ESTRUTURAIS E RENDIMENTO QUÂNTICO DE GERAÇÃO DE RADICAIS HIDROXILA EM AMOSTRAS SINTETIZADAS DE DIÓXIDO DE TITÂNIO

PROPRIEDADES MORFOLÓGICAS E ESTRUTURAIS E RENDIMENTO QUÂNTICO DE GERAÇÃO DE RADICAIS HIDROXILA EM AMOSTRAS SINTETIZADAS DE DIÓXIDO DE TITÂNIO

Considerando-se a formação das partículas através do processo de nucleação em uma solução metaestável, o seu desenvolvimento pode ser entendido através a partir de uma flutuação local da concentração em uma determinada região da solução, que como conseqüência induz a formação de núcleos, que dão origem à formação da partícula. A formação da partícula é mediada pela facilidade da desestabilização do sistema solvatado, representado pelas ligações químicas que o mantém. Dessa forma, a constante dielétrica do solvente em um sistema solvatado pode atuar como um dos principais canais de propagação de uma reação química, principalmente considerando a reação de hidrólise de um alcóxido metálico, pois pode mediar de forma definitiva as interações entre as cargas envolvidas nesse processo e a extensão da reação. Dessa forma, a constante dielétrica do solvente é o principal canal para a formação e estabilização de cargas nesse sistema, uma vez que uma baixa constante dielétrica do solvente pode impedir a formação de radicais, inibindo a reação de hidrólise do álcooxido (Chen e Chen, 2003; Sugimoto, 2007; Sugimoto, T. e Kojima, T., 2008b).
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Nanoestruturas compósitas magnéticas por ablação laser

Nanoestruturas compósitas magnéticas por ablação laser

Figura 56: Constante dielétrica imaginária em função da constante dielétrica real para a amostra TERBTO1 para temperaturas entre os 20 e os 200 o C.. 74.[r]

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CALIBRAÇÃO DE SONDA TDR PARA MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA FRAÇÃO DE ETANOL NA ZONA VADOSA

CALIBRAÇÃO DE SONDA TDR PARA MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA FRAÇÃO DE ETANOL NA ZONA VADOSA

Efetuou-se a calibração das sondas TDR para leitura da fração de etanol em saturação (simulando as condições obtidas abaixo do nível do lençol) com a liberação de 1 L da mistura água-etanol em pulso, mantendo o dreno da coluna elevado, para garantir a condição de saturação do solo, em que o volume do poro estará preenchido apenas por água e etanol. Obtiveram-se as leituras de constante dielétrica com intervalo de trinta segundos, seguindo continuamente até que os valores se estabilizassem.

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Cerâmicas de Titanato de Chumbo (PbTiO3) dopadas com La, Sr, Nb e Mn: preparação...

Cerâmicas de Titanato de Chumbo (PbTiO3) dopadas com La, Sr, Nb e Mn: preparação...

Atualmente, sab~e que é possível obter cerâmicas de PT densas e resistentes através da adição de impurezas ou pela formação de soluções sólidas(5-8). Os resultados obtidos apontam o PT como um material promissor a ser utilizado em dispositivos piezoelétricos, devido ao seu alto ponto de Curie (T ::: 490 0 C), baixa constante dielétrica

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Análise cristalográfica da solução sólida com estrutura tipo Tungstênio Bronze de niobato de potássio e estrôncio dopado com ferro

Análise cristalográfica da solução sólida com estrutura tipo Tungstênio Bronze de niobato de potássio e estrôncio dopado com ferro

do chumbo tem levado ao aumento da demanda por materiais alter- nativos menos agressivos ao ambiente. De forma geral, os óxidos ferroelétricos isentos de chumbo de estrutura tipo Tungstênio Bronze (TB) com simetria tetragonal possuem alta constante dielétrica, alta polarização e propriedades piezoelétricas. Estas propriedades tornam estes óxidos materiais de grande interesse tecnológico, em particular em áreas de constante expansão, como telecomunicações na região das micro-ondas, satélites e outros dispositivos relacionados.

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PROPRIEDADES ELÉTRICAS DE BaTiO3 DOPADO COM SiO2 E Bi2O3

PROPRIEDADES ELÉTRICAS DE BaTiO3 DOPADO COM SiO2 E Bi2O3

comportamento PTCR, com o aumento da resistividade elétrica com a temperatura. A concentração de 1 mol % mostra uma grande variação da resistividade com a temperatura entre 45 e 60 o C. Acima desta temperatura o material apresenta resistividade constante, e das três concentrações de óxido de silício estudadas, a com 4% mol fornece a melhor constante dielétrica. O papel do óxido de bismuto, portanto, foi determinada para amostras contendo 4 mol% de SiO 2 , e diferentes quantidades de óxido

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Desempenho de sondas de TDR manufaturadas de diferentes comprimentos de hastes.

Desempenho de sondas de TDR manufaturadas de diferentes comprimentos de hastes.

No quadro 3 são apresentados os modelos polinomiais cúbicos ajustados aos valores de = f(ka); percebe-se pelo coeficiente de determinação (R²) que houve bom ajuste para todos os comprimentos de haste. Os ajustes dos modelos cúbicos aos dados indicaram que acima de 97,4 % das variações da umidade volumétrica podem ser explicadas pelas variações da constante dielétrica para todos os comprimentos de haste. Esses resultados estão de acordo com os de Milani et al. (2008), que observaram viabilidade de emprego de sondas manufaturadas

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Instituto de Química Programa de Pós-Graduação em Química CARACTERIZAÇÃO ESPECTROSCÓPICA E POR MODELAGEM MECÂNICO-QUÂNTICA, DE COMPOSTOS COM POTENCIAL

Instituto de Química Programa de Pós-Graduação em Química CARACTERIZAÇÃO ESPECTROSCÓPICA E POR MODELAGEM MECÂNICO-QUÂNTICA, DE COMPOSTOS COM POTENCIAL

Mesmo para sistemas livres de interações específicas, a explicação dos deslocamentos baseada apenas nas interações dipolo-dipolo é em geral satisfatória apenas para uma pequena variedade de solventes. Alguns solventes mostram desvios que não podem ser explicados nem se considerando a formação de ligação de hidrogênio, e geralmente nenhuma explicação aceitável tem sido encontrada para essas anomalias. O caso mais conhecido é o que acontece com o solvente 1,4-dioxano, que mostra ser não- polar de acordo com sua constante dielétrica estática (#D $ 2), mas mostra-se quase que invariavelmente ‘pseudo-polar’, induzindo efeito solvatocrômico similar ao dos éteres cíclicos, como o Tetrahidrofurano (THF). A formação de ligação de hidrogênio a partir do dioxano tem sido definitivamente excluída como um mecanismo para esse comportamento pseudo-polar. Assim, duas possibilidades podem ser considaradas: (a) a conformação de polarização alternando da forma cadeira, não-polar, para uma forma bote, dipolar e vice- versa; (b) a interação dipolo do soluto – quadrupolo do solvente [23]. Embora a presença em solução da forma bote do dioxano tenha sido sugerida em vários contextos, em virtude do seu caráter pseudo-polar, nenhuma evidência que suporte essa proposição tem sido encontrada. A forma cadeira do dioxano não tem momento dipolar, mas tem um alto momento de quadrupolo, o qual resulta em dois dipolos opostos. A importância da interação dipolo do soluto – quadrupolo do solvente pode ser considerada neste caso, mas não há, até o presente, modelo algum que ligue o deslocamento espectral induzido pelo solvente às suas propriedades macroscópicas.
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Número e espaçamento entre hastes de guia de onda para medida da umidade do solo com TDR.

Número e espaçamento entre hastes de guia de onda para medida da umidade do solo com TDR.

O modelo de Malicki et al. (1996), apesar de sua natureza empírica, foi superior ao de Roth et al. (1990), de natureza mais física, por envolver todas as fases do solo, isto é, sólida, líquida e gasosa. O diferencial do modelo de Malicki et al. (1996) consiste na densidade do solo. Com respeito ao expoente da constante dielétrica aparente, α, foi considerado o valor de 0,429, inferior a 0,5 mais comumente usado (Topp et al., 1980; Ledieu et al.,1986; Herkelrath et al.,1991; Malicki et al.,1996). O modelo de Whalley (1993), apesar de considerar a densidade do solo e envolver as constantes dielétricas da água e do solo separadamente, foi o modelo de pior desempenho, com menor média de coeficiente de determinação. É um modelo mais adequado para solos arenosos (Robson et al., 1999).
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