Constituição dirigente

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A (IN)EFICIÊNCIA ESTATAL NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E DO ASSEGURAMENTO DE DIREITOS ABSTRATAMENTE GARANTIDOS NA CONSTITUIÇÃO: CRISE DA CONSTITUIÇÃO DIRIGENTE?

A (IN)EFICIÊNCIA ESTATAL NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E DO ASSEGURAMENTO DE DIREITOS ABSTRATAMENTE GARANTIDOS NA CONSTITUIÇÃO: CRISE DA CONSTITUIÇÃO DIRIGENTE?

Em revisão ao que fora sua tese de doutoramento, José Joaquim Gomes Canotilho afirmou que a Constituição dirigente estava morta. Emblemática afirmação, que motivou um sem número de estudos sobre a matéria, revela que o autor concluiu que ela estaria morta se o dirigismo constitucional fosse entendido como normativismo constitucional revolucionário, capaz de, só por si, operar transformações emancipatórias. Utilizando uma metodologia lógico- dedutiva, e com análise de posicionamentos doutrinários e de dispositivos legais, comprovar-se-á que no Brasil o constitucionalismo dirigente vive um panorama de ineficiência estatal na prestação de políticas públicas satisfatórias, medida esta que, por si só, provoca o entendimento de que o dirigismo está em crise, quando, na verdade, é o próprio Estado que está.
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A adequação de um modelo de Constituição dirigente ao Direito Penal brasileiro

A adequação de um modelo de Constituição dirigente ao Direito Penal brasileiro

Nesses termos, expõe ainda Lenio Streck, caso a afirmação de Canotilho de que “a Constituição dirigente está morta se o dirigismo constitucional for en- tendido como normativismo constitucional revolucionário capaz de, só por si, operar transformações emancipatórias”, tal afirmação não elimina e tampouco enfraquece a noção de Constituição dirigente. A Constituição (e cada uma) depende de sua identidade nacional, das especificidades de cada Estado Nacio- nal e de sua inserção no cenário internacional. Do mesmo modo, não há “um constitucionalismo”, e sim vários constitucionalismos. Enquanto que a Cons- tituição de Portugal apontava claramente para a transformação do modo de produção do Estado português, a Constituição do Brasil limitou-se a apontar para a transformação do modelo de Estado (Estado Democrático de Direito), restringindo-se, no plano econômico, a estabelecer as bases (núcleo político) de um Estado Social (Welfare State).
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Atuação internacional dos municípios brasileiros à luz da constituição dirigente de 1988: um estudo de caso da Secretaria Municipal de Relações Internacionais e Federativas de São Paulo

Atuação internacional dos municípios brasileiros à luz da constituição dirigente de 1988: um estudo de caso da Secretaria Municipal de Relações Internacionais e Federativas de São Paulo

Paralelamente ao processo de urbanização que se inicia nos anos de 1950 no país e se estende até os dias atuais, ocorre um processo de aumento do reconhecimento dos municípios enquanto entes federados, a partir da atribuição formal de novas competências, o que os torna importantes agentes indutores de políticas públicas, além de conferir-lhes autonomia na área política, administrativa e financeira. E a Constituição Federal de 1988 deve ser considerada documento inovador neste aspecto. Ocorre que a assunção de novas responsabilidades pelos municípios não foi acompanhada de recursos suficientes para que estes atendessem de modo satisfatório às demandas públicas. Assim, este novo panorama fez com que as cidades buscassem novas formas de atender suas demandas, surgindo como alternativa a atuação internacional. No Brasil esta atuação internacional se dá de diversas formas, entre elas, a organização de Secretarias Municipais de Relações Internacionais. Porém, historicamente sempre coube à União o monopólio da atividade internacional, ocasionando, em princípio, obstáculos jurídicos a esta atuação, tradição mantida mesmo na Constituição Federal de 1988. Todavia, a compreensão do texto constitucional não deve ser feita partindo-se do pressuposto de que a Carta de 1988 configura um mero instrumento definidor de competências (Constituição Garantia), mas sim um documento político-jurídico definidor de fins e programas de ação futura no sentido de melhorias das condições sociais e econômicas da população (Constituição Dirigente). Nesse sentido, toda atuação pública deve ter por norte os objetivos da República Federativa do Brasil elencados especialmente no artigo 3º do texto constitucional vigente. A pesquisa proposta visa investigar, a partir de uma leitura da Constituição Dirigente se há, compatibilidade entre a atuação internacional dos municípios brasileiros por meio das Secretarias Municipais de Relações Internacionais e a Constituição interpretada desta forma, especificamente no que se refere aos objetivos do Estado e da sociedade. Tal investigação será feita por meio de estudo de caso, especificamente através da análise dos projetos desenvolvidos entre 2001 e 2008, no âmbito da Secretaria Municipal de Relações Internacionais e Federativas de São Paulo, verificando-se se estes projetos guardam congruência com os objetivos do Estado e da sociedade brasileiros previstos no artigo 3º do texto constitucional, notadamente aqueles referentes à busca pelo desenvolvimento e a erradicação da pobreza. Busca-se a partir deste estudo de caso lançar luz a um debate mais amplo, tanto no que diz respeito a uma forma alternativa de interpretação da Constituição, como do papel da atuação internacional dos municípios neste formato.
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Elementos para uma teoria da constituição dirigente adequada aos países da modernidade tardia

Elementos para uma teoria da constituição dirigente adequada aos países da modernidade tardia

SICHES, Luis Recaséns. Tratado de sociologia. V.2. Rio de Janeiro: Globo, 1965. STRAUSS, Leo. Derecho natural e historia. Espanha: Circulo de Lectores, 2000. STRECK, Lenio Luiz. Uma abordagem hermenêutica acerca do triângulo dia- lético de Canotilho ou de como é ainda válida a tese da Constituição dirigente (adequada a países de modernidade tardia). In: LEITE, George Salomão. SAR- LET, Ingo Wolfgang. (Coord.) Direitos fundamentais e Estado Constitucional. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009.

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OS DIREITOS HUMANOS FUNDAMENTAIS, FRENTE A CRISE DO ESTADO SOCIAL E A CONSTITUIÇÃO DIRIGENTE

OS DIREITOS HUMANOS FUNDAMENTAIS, FRENTE A CRISE DO ESTADO SOCIAL E A CONSTITUIÇÃO DIRIGENTE

O presente trabalho buscou identificar os direitos fundamentais sociais na Constituição de 1988, seu caráter dirigente, no sentido de que enuncia diretrizes, fins e programas a serem realizados pelo Estado. A Constituição dirigente é aquela que contém orientações e estabelece programas para a atuação futura dos órgãos do Estado. E normas programáticas são justamente estas, que não se dirigem ao indivíduo, mas sim aos órgãos estatais, exigindo destes um agir em prol do desenvolvimento do Estado. Os problemas sociais demandaram um alargamento dos deveres estatais para muito além de suas atribuições de garantir a ordem jurídica estável. O desafio é garantir justiça social efetiva aos seus cidadãos, através da adoção de políticas públicas protetivas de determinadas categorias sociais, minimizando os efeitos das tensões e desigualdades sociais provocadas e impostas pelo mercado, para garantir um mínimo de efetividade aos direitos humanos e fundamentais. Identificar quais são os mecanismos de efetivação e concretização desses direitos fundamentais sociais, através da hermenêutica de princípios constitucionais pelo Poder Judiciário permitindo um diálogo com a realidade social, política e econômica do Estado brasileiro, em um contexto Neoconstitucional.
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DIREITO, ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO: DO DESMONTE DA CONSTITUIÇÃO DIRIGENTE DE 1988 A “COMMONLIZAÇÃO” DO DIREITO BRASILEIRO

DIREITO, ECONOMIA E DESENVOLVIMENTO: DO DESMONTE DA CONSTITUIÇÃO DIRIGENTE DE 1988 A “COMMONLIZAÇÃO” DO DIREITO BRASILEIRO

Ao contrário das constituições de cunho garantistas, cuja característica geral apre- senta-se apenas como estruturadoras e limitadoras do exercício do poder político e que, portanto, geralmente são sintéticas, objetivas e procuram estabelecer anteparos de pro- teção do indivíduo contra o poder do Estado, as constituições dirigentes, que também podem estabelecer “garantias” da liberdade individual ante o poder do Estado, possuem como diferencial a prescrição de objetivos a serem perseguidos, fixando um estado ideal de coisas que o constituinte deseja ver concretizado no futuro (SOUZA NETO; SAR- MENTO, 2012). Portanto, a constituição dirigente possui em seu bojo um plano de de- senvolvimento social e econômico.
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REFLEXÕES PARA UMA TEORIA DA CONSTITUIÇÃO ADEQUADA À PROTEÇÃO DAS PESSOAS PORTADORAS DE SOFRIMENTO MENTAL  Anna Flávia Magalhães de Caux Barros

REFLEXÕES PARA UMA TEORIA DA CONSTITUIÇÃO ADEQUADA À PROTEÇÃO DAS PESSOAS PORTADORAS DE SOFRIMENTO MENTAL Anna Flávia Magalhães de Caux Barros

Assim, o autor defende o caráter dirigente e compromissário do texto constitucional brasileiro, especialmente em virtude da realidade brasileira que em muito se distancia da dos países europeus. Assim, a “tese reinventada” do dirigismo constitucional compromissário continuaria, na ótica de Streck, vigente no Brasil, ainda que o próprio Canotilho defenda, para a realidade portuguesa, a “morte da Constituição dirigente ”. Segundo o autor português, uma vez consolidada as instituições democráticas e ultrapassada a “fase revolucionária”, torna-se prejudicial a positivação constitucional de um normativismo que atribua ao Estado toda a responsabilidade pela conduta da vida social e sustenta isso a partir das transformações ocorridas em Portugal nos últimos anos, nos campos político, cultural, social e econômico, especialmente a partir da adesão do país ao bloco europeu, e da reformulação do conceito de soberania nos dias atuais, que se seguiu à ampliação do direito internacional a ao condicionamento da autonomia constitucional dos Estados, imposto pela globalização e pela formação dos blocos regionais.
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A ALOPOIESE DO DIREITO NA MODERNIDADE PERIFÉRICA BRASILEIRA: A LIBERTAÇÃO A PARTIR DO DIRIGISMO CONSTITUCIONAL

A ALOPOIESE DO DIREITO NA MODERNIDADE PERIFÉRICA BRASILEIRA: A LIBERTAÇÃO A PARTIR DO DIRIGISMO CONSTITUCIONAL

RESUMO: A teoria dos sistemas de Niklas Luhman, que observa a sociedade como um conjunto de sistemas que se autoproduzem e se influenciam mutua- mente, tem diversos adeptos no Brasil. Ocorre que a referida teoria não se adapta com facilidade a países de “modernidade tardia”, de modo que, nesse contexto, ocorre a chamada “alopoiese”, ou seja, a falta de normatividade do direito, por influência direta do ambiente no qual determinado sistema jurídico se encontra inserido. É possível, todavia, que a ética da libertação, a partir de Enrique Dussel, seja uma probabilidade de diminuição das complexidades trazidas pela moder- nidade periférica. O objetivo do presente trabalho é estudar o chamado “dirigis- mo constitucional” como mecanismo de prevenção da alopoiese, especialmente a partir da Tese da Constituição Dirigente Adequada a Países de Modernidade Tardia, o que se faz por intermédio de pesquisa bibliográfica. Concluiu-se, por intermédio da referida pesquisa, que o “dirigismo constitucional” no contexto da modernidade periférica, apesar de não se referir diretamente ao paradigma sistêmico, pode promover a real normatividade do sistema jurídico, em especial, da Constituição.
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CONSTITUCIONALISMO DIRIGENTE INVERTIDO: CRISE DO DIREITO BRASILEIRO OU RÓTULO A REFORMAS NECESSÁRIAS?

CONSTITUCIONALISMO DIRIGENTE INVERTIDO: CRISE DO DIREITO BRASILEIRO OU RÓTULO A REFORMAS NECESSÁRIAS?

Com este fenômeno, que também pode ser analisado como uma assimetria informacional jurídico-política, pode-se inferir que o constitucionalismo dirigente lida com um grande problema em compreender as mudanças da sociedade. Ainda que o modelo busque se adequar à realidade brasileira, dificilmente conseguirá realizar as prestações estatais que países com modelos constitucionais correlatos na Europa Ocidental realizam. A busca pela terceira via entre a baixa constitucionalidade e um autoritarismo constitucional, ambos incompatíveis com os propósitos de ordenamento jurídico brasileiro, pode ser no sentido desta construção em torno de uma Teoria da Constituição Dirigente adequada à realidade brasileira. Alerta-se aqui, no entanto, para primeiro se realizar o “diagnóstico” para em seguida propor o “tratamento”.
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AGRONEGÓCIO, COTIDIANO E A ELABORAÇÃO DE UMA PSICOSFERA MODERNIZADORA NA REGIÃO DO MATOPIBA

AGRONEGÓCIO, COTIDIANO E A ELABORAÇÃO DE UMA PSICOSFERA MODERNIZADORA NA REGIÃO DO MATOPIBA

A região do MATOPIBA (composta por áreas dos estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) atualmente é considerada como uma porção do território estratégica para o agronegócio brasileiro. Os diferentes agentes envolvidos neste setor econômico (Estado e o mercado) estão criando um imaginário através de discursos e intencionalidades para legitimar ações que tornem a atividade agrícola mais competitiva. Tal narrativa tecida pelos atores hegemônicos insere-se no cotidiano dessa região, sobretudo nas cidades, onde observamos discursos que veiculam o agronegócio como sendo sinônimo de “progresso” e “desenvolvimento”. Assim, temos como objetivo discutir o caráter imaterial do espaço geográfico, sobretudo no que diz respeito à constituição de uma psicosfera modernizadora que colabora para a expansão do agronegócio nesta região.
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Estratégias de escolha de dirigentes públicos no Brasil: alcances e limitações das experiências recentes à luz do debate internacional

Estratégias de escolha de dirigentes públicos no Brasil: alcances e limitações das experiências recentes à luz do debate internacional

Os cargos DAS são comuns a toda a estrutura da administração direta, autárquica e fundacional, e correspondem a funções de direção, chefia e assessoramento. São subdivididos em seis níveis hierárquicos “em função do grau de autoridade pública atribuído ao seu ocupante” (MPOG, 2008, p. 47), e em categorias de direção ou de assessoramento, conforme demonstrado anteriormente. Os dados disponíveis permitem indicar a existência de 19.364 (100%) cargos, dos quais 192 (1%) DAS-6; 938 (5%) DAS-5; 2.836 (15%) DAS-4 e 15.398 (79%) DAS-3 a DAS-1 (BEP, 2016). Não sabemos quantos destes cargos são de direção e quantos são de assessoramento. Indicar quais cargos DAS-6, DAS-5 ou DAS-4 representam cargos de direção exige uma análise detalhada de cada um dos ministérios, autarquias e fundações federais. Já em relação aos Cargos de Natureza Especial (NES), não há um marco legal que defina precisamente sua criação, conforme já observado por D’Araújo (2009). A Lei nº 8.028, de abril de 1990, durante o governo Fernando Collor de Mello, ao dispor sobre a organização da Presidência da República e dos ministérios, criou 23 cargos NES, sem, no entanto, legislar sobre as condições de seu provimento (BRASIL, 1990b). Ao longo do tempo, conforme foram sendo alteradas as estruturas administrativas da administração federal, foram alteradas as denominações e quantitativos dos cargos NES. Atualmente, os NES representam 71 cargos (BEP, 2016). Constituem espaços nos quais são desempenhadas atividades de natureza estratégica, estando muito próximos ao nível político, responsáveis pelo assessoramento e aconselhamento e pela formulação de políticas estratégicas nacionais. Por essa razão, seu provimento está mais próximo de critérios relacionados ao alinhamento com a agenda política do que com as competências específicas de direção. Correspondem a cargos como: Assessor- Chefe da Assessoria Especial do Presidente da República, Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Chefe do Gabinete Pessoal da Presidência, Comandante das Forças Armadas, Consultor-Geral da União, Procurador-Geral da União, Secretários-Executivos, entre outros. Em outros casos, especialmente na direção de órgãos autônomos, seu provimento padece de estratégias de escolha mais próximas de um modelo profissional, ainda que possa ser significativa a exigência de um alto alinhamento político com a Presidência da República – de modo que a esfera da competência política desse dirigente seja mais valorizada do que as competências operacionais e estratégicas, demonstradas na Figura 2 (p. 35). Seriam casos como: Presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB) e Superintendente Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
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O supervisor de ensino da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo: um agente do processo educacional em ação

O supervisor de ensino da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo: um agente do processo educacional em ação

Resp: Minhas principais atribuições, além de assessoria às escolas do meu setor e à Dirigente Regional, são: responsável regional pelo Programa de Formação de Professores Alfabetizadores, o Letra e Vida; Coordenadora local do Progestão, programa de formação continuada para gestores; Coordenadora local do SARESP, sistema de avaliação externa do estado de São Paulo; na Diretoria, participo junto com outros supervisores e ATPs (assistentes pedagógicos) dos projetos: “ De mãos dadas com Coordenadores”, Projeto de leitura, Projeto Recuperação e Reforço, Projeto de Aceleração no Ciclo I, Recuperação de Ciclo I e II, Correção de Fluxo; realizo averiguações de irregularidades; analiso planos de gestão e documentações das escolas do meu setor; processos de solicitação de autorização para funcionamento de escolas e cursos; verificação de documentação de concluintes; atendo o público em geral em plantões semanais na Diretoria de Ensino; estudo legislações e sou substituta da Dirigente Regional em suas férias, ou por ocasião de sua participação em reuniões em São Paulo e ausências eventuais.
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Prestação de contas de convênios com recursos do FNDCT na FINEP: proposta de orientações aos convenentes

Prestação de contas de convênios com recursos do FNDCT na FINEP: proposta de orientações aos convenentes

A prestação de contas encaminhada não está assinada pelo ordenador de despesas cadastrado na FINEP, ou pelo dirigente da instituição convenente, e/ou pelo… Ausência de cópia do recibo de[r]

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Repositório Institucional UFC: Estudo longitudinal da produção científica sobre relatórios de sustentabilidade nos últimos 21 anos do portal de periódicos da Capes

Repositório Institucional UFC: Estudo longitudinal da produção científica sobre relatórios de sustentabilidade nos últimos 21 anos do portal de periódicos da Capes

Para Azevedo (2006), a incorporação da sustentabilidade no universo empresarial esta condicionada a vários aspectos como as crenças do próprio dirigente da empresa, a mobil[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE DIREITO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE DIREITO PÚBLICO

Deveria também a lei estabelecer: a duração do mandato do dirigente partidário para evitar o casuísmo das cúpulas partidárias; o quorum mínimo para deliberação das convenções; a presidência das convenções deveria ficar a cargo de um indicado pela Justiça Eleitoral e não do presidente do respectivo diretório; estabelecer matérias cuja deliberação dependa da manifestação dos próprios filiados e não de seus representantes, como é o caso da fusão e incorporação de partidos, que na legislação atual (art. 29, caput, da lei 9096/95) pode ser decidido de forma isolada pelo diretório nacional; dentre outras medidas salutares que objetivem trazer democracia para dentro dos partidos, pois a organização política de um Estado é o espelho dos grupos políticos que o compõe.
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Astrojildo Pereira, fundador do PCB

Astrojildo Pereira, fundador do PCB

Um último esforço para se preservar a uni- dade do movimento foi realizado em abril, no III Congresso da COB. O diário Voz do Povo, dirigido por Astrojildo Pereira, seria a expres- são desse empenho em fazer da COB uma or- ganização mais centralizada, o que ao fim se mostrou inexequível, pois a cisão no seio do grupo dirigente do movimento operário brasi- leiro daquela fase estava bastante avançada. A derrota das greves, que fechavam o ciclo inicia- do em 1917, agravava a crise, mas os resultados do II Congresso Mundial da IC, com seu esfor- ço de delimitação do campo ideológico do mo- vimento comunista, acentuaram o debate nas hostes do grupo dirigente do movimento ope- rário brasileiro, permitindo que sedimentasse o caldo de uma vertente que percebia a necessi- dade da fundação de um partido operário e do apoio militante à Revolução Russa. Pelas pági- nas de A Vanguarda, Astrojildo Pereira insistiu na defesa da unidade do movimento e na maior
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A presença de assuntos não desportivos na secção de desporto: O caso do Jornal de Notícias

A presença de assuntos não desportivos na secção de desporto: O caso do Jornal de Notícias

Notoriedade Notícia (Classificação) Dirigente Desportivo Notabilidade Notícias (Resultados) Treinador Desportivo... Proximidade Ficha de Jogo Clube Desportivo.[r]

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POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DE TABACO DE VENÂNCIO AIRES - RS

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DE TABACO DE VENÂNCIO AIRES - RS

Para o dirigente sindical entrevistado, o PLR não é compreendido como uma vitória da classe trabalhadora. A inclinação de troca de abonos salariais fica cada vez mais evidente nas negociações, reduzindo o espaço para discussões de aumentos salariais reais, ou seja, a coerência do discurso empresarial mostra que o aumento salarial em épocas de desemprego e estabilização econômica devem ser acompanhados de uma correlação por parte do trabalhador, com aumento da qualidade e produtividade.

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Centro Infantil Olivais Sul: um estudo de caso sobre o processo  de transferência de um centro de educação de infância público  para gestão privada solidária

Centro Infantil Olivais Sul: um estudo de caso sobre o processo de transferência de um centro de educação de infância público para gestão privada solidária

E uma preocupação que existe por parte da estrutura dirigente do ISS no sentido de melhorar a qualidade desses estabelecimentos integrados, no entanto, estamos, de facto, confrontados [r]

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Rev. adm. empres.  vol.3 número7

Rev. adm. empres. vol.3 número7

O dirigente de emprêsa poderá, se se a:::>arelhar para isso, favorecer uma sadia mobilidade social nos quadros de su,a emprêsa, poderá contribuir para as promoções que[r]

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