Construções gramaticais

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Construções gramaticais e questões estilísticas no livro Piccoli equivoci senza importanza, de Antonio Tabucchi

Construções gramaticais e questões estilísticas no livro Piccoli equivoci senza importanza, de Antonio Tabucchi

A análise de determinadas construções gramaticais e estilísticas dos contos de Piccoli equivoci senza importanza contribuiu para o estudo da literatura italiana, sobretudo, para perceber os recursos utilizados por um importante autor italiano. Tal análise também complementou o trabalho de tradução realizado anteriormente, pois ajudou na melhor compreensão da cultura e língua italiana, e essa apreensão é fundamental para entender o texto e garantir a boa tradução que não é possível apenas com o uso de dicionários, é preciso ter bom conhecimento das línguas estrangeira e materna.
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Construções gramaticais e a gramática das construções condicionais

Construções gramaticais e a gramática das construções condicionais

Vale ressaltar que a abordagem cognitivista das construções condicionais, nos moldes aqui propostos, parte do princípio de que a escolha de formas hipotéticas não é ditada por nenhuma avaliação direta do que é possível ou impossível na reali- dade. De acordo com Fauconnier (1985, 1996), os “espaços-filhos” herdam estrutura de seus “espaços-mães”, de modo que quando condicionais são criadas a partir do espaço-base, as características compatíveis desse espaço-base são transferidas para o novo espaço. Portanto, não se tem a criação de um mundo possível totalmente dife- rente do mundo concebido como real, mas a alteração desse mundo “real” em ape- nas alguns aspectos para fins discursivos e interacionais. Por outro lado, pode-se si- nalizar como “real” algo que sabidamente difere das crenças do falante sobre a reali- dade, com fins estratégicos de negociação de ponto de vista e/ou de tópico discursivo.
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Construções gramaticais e metáfora

Construções gramaticais e metáfora

Uma questão tem considerável relevo para o empreendi- mento construcionista. Postulada a tese de que a gramática de uma língua é uma rede de construções, de que as construções de uma língua não são listas aleatórias, a GrC tem uma tarefa, qual seja a de definir o tipo de relação que dá conta dessa rede. Como resposta a tal questão, os modelos em geral anunciam o princípio da herança e da motivação, sem partilharem, contudo, muitos consensos em torno da questão. o conceito de herança que elegemos reporta ao trabalho de Goldberg que se define como uma herança by default. tal tipo de herança refere-se à instanciação de construções cujos valores são deixados inespecificados, quando da descrição das construções genéricas (SALOMÃO, 2007, p.18). São redes que se organizam radialmente, como famílias de construções, em torno de uma construção central, básica, da qual a herança se irradia. tal modelo de herança tem inspiração lakoffiana (1987) e espelha claramente os postulados da Lin- guística Cognitiva acerca dos processos de conceptualização e categorização em que os conceitos de prototipia e de categoria radial ocupam papel central.
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Integração conceptual na descrição de fenômenos gramaticais do português .

Integração conceptual na descrição de fenômenos gramaticais do português .

O blending de segunda ordem, por outro lado, configura operações de integração conceptual em operações tipicamente humanas fundamentadas nos resultados do blending de primeira ordem. A primeira delas consiste na referenciação, ou seja, a integração conceptual de determinadas sequências sonoras (palavras) às nossas percepções e conceptualizações do mundo, o que permite à espécie humana a capacidade única de poder referenciar “em ausência”. De fato, ao contrário dos chimpanzés e das abelhas, podemos falar de coisas e de lugares que não estão presentes no contexto físico de uma interação comunicativa. Estando na cidade de São Paulo, por exemplo, posso dizer coisas como No ano passado, em Paris, vi a Vênus de Milo no Museu do Louvre. Ainda dentro do blending de segunda ordem, fazemos a integração de histórias abstratas com estruturas gramaticais produzindo construções gramaticais. Da narrativa abstrata de um agente que provoca o movimento de um objeto em uma determinada direção, criamos estruturas gramaticais do tipo: SN V SN Sprep, como em:
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As construções resultativas nas línguas românicas: um estudo com base na Gramática Cognitiva das Construções

As construções resultativas nas línguas românicas: um estudo com base na Gramática Cognitiva das Construções

Tanto as construções gramaticais quanto as unidades lexicais (assim como os morfemas em algumas construções gramaticais) são combinações de forma e significado, um continuum léxico-sintático. Esta é a principal hipótese da GCC: as gramáticas das línguas são compostas por pares de esquema conceptuais e padrões gramaticais que se inter-relacionam. Os esquemas associados às formas sintáticas representam a experiência humana mais básica (como movimento do corpo no espaço, por exemplo) e são como ferramentas com as quais organizamos nossa compreensão, estruturando percepções, imagens e eventos.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP LIGIANE CRISTINA SEGREDO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP LIGIANE CRISTINA SEGREDO

Marcuschi (2003) lembra que a língua falada não recebe o devido tratamento, sendo explorada com a finalidade de construções gramaticais, ignorando-se a relação ora[r]

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OS PRONOMES: UMA CLASSE DE PALAVRAS LÉXICO- GRAMATICAIS EM RETROSPECTIVA

OS PRONOMES: UMA CLASSE DE PALAVRAS LÉXICO- GRAMATICAIS EM RETROSPECTIVA

Essa concepção de posição entre pessoas do discurso – a que fala, aquela com quem se fala e aquela ou aquilo de que se fala – e pessoa gramatical, instituída pela relação não unívoca entre ambas, exige que se considere, por um lado, a posição assumida pelo(s) produtor(es) de discursos e pelos modos como ele(s) é(são) representados, em língua. Trata-se de posições assumidas por aqueles que falam, no jogo da interlocução. Assim, a posição do sujeito - fonte de ações desencadeadas por procedimentos no mundo da vida – ou de objeto – alvo das ações desencadeadas pelo sujeito não podem ser confundidas com sujeito gramatical e tampouco com os complementos verbais (objeto direto ou indireto). Em Dá-me o livro tem-se: o sujeito ser o proprietário ou responsável pelo livro que está em poder do tu – inscrevendo-se num ato de fala, modalizado por quem tem o poder de ordenar. Esse mesmo sujeito se faz representar pelo pronome oblíquo “me” por se colocar como alvo da ação designada pelo verbo “receber”. Assim, o “tu”, ao lhe entregar o livro, não estará praticando ação por ele deliberada, pois agirá para cumprir uma ordem. Mas, essa questão de sujeito e objeto, deslocada para essa dimensão discursiva, só poderá ser compreendida e explicitada na dimensão textual e o texto não é objeto de estudos gramaticais (cf. item 2.1.1).
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Relações gramaticais, aspecto, modo e modalidade em Boróro

Relações gramaticais, aspecto, modo e modalidade em Boróro

Mostraremos que as diferentes análises dos morfemas re e mod do Boróro, como a de Crowell (1976), que analisa o primeiro como expressão de aspecto e o segundo como expressão de tempo, de Viana (2004), que trata o primeiro como aspecto e o segundo como modo, e a de Nonato (2008) que trata o primeiro como modo e o segundo como tempo, se deve à dificuldade de encontrar em outras línguas correlatos com as funções que esses morfemas exercem na gramática Boróro. Algumas das perguntas que podem ser feitas a respeito do morfema re são: “Por que razão uma dada língua marcaria todas as suas construções em que se indaga sobre um fato ou em que se declara algo?” “Por que essa marca ora se combina com predicados, ora com o agente sintático?” “re e mod são expressões de uma mesma categoria gramatical ou não?” “Se não, como fundamentar uma hipótese contrária?”
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A rede construcional do esquema focalizador [que só] no português brasileiro

A rede construcional do esquema focalizador [que só] no português brasileiro

Avançando nas discussões da Gramática das Construções, a abordagem proposta por autores como Traugott e Dasher (2005), Traugott (2008), Traugott e Trousdale (2010; 2013), Diessel (2015), Oliveira e Rosário (2015), dentre outros, traz relevantes contribuições para a descrição dos usos da língua, em especial para aquelas que envolvem a mudança linguística. Consideram-se as transformações na rede de sentidos da língua promovidas por novas construções e das quais decorrem reconfigurações de forma e/ou de sentido. A ênfase no uso permite que a análise linguística desvele a esquematicidade de uma construção, por exemplo, pela análise da gradiência da mudança em perspectiva sincrônica, bem como pelo estudo da gradação em perspectiva diacrônica, conforme explicam Traugott e Trousdale (2010).
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Análise de atividades gramaticais em materiais didáticos em EAD

Análise de atividades gramaticais em materiais didáticos em EAD

Deve-se compreender que a aula não deve ficar somente no âmbito gramatical. Segundo Antunes (2007), a escola pode ir além dela, com os estudos de vocabulários contemplando as relações internas da língua de uma palavra com as outras, cujas relações são de sinonímia, de antonímia, de homonímia, de hiperonímia e de partonímia, e inter-relações externas como eventos, fatos, valores sociocultural em uso do nosso dia-a-dia. Ou seja, realizar as aulas, com conteúdos gramaticais, cujo foco também seria o uso da estrutura da língua em um determinado contexto.
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Estado da arte dos estudos gramaticais em línguas latinas

Estado da arte dos estudos gramaticais em línguas latinas

São eles: Pierre Cadiot, Jean-Claude Chevalier, Benoît de Cornulier, Gaston Gross, Georges Kleiber, Jean René Klein, Jacques Labelle, Eric Laporte, Salah Mejri, Martin Riegel e Marc [r]

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A mobilização de competências gramaticais através do uso de imagens

A mobilização de competências gramaticais através do uso de imagens

Contrariamente ao que aconteceu até meados da primeira metade do século XX, em que a evolução dos métodos de ensino foi muito lenta, a partir desta primeira metade uma grande quantidade de métodos e teorias foi surgindo. Deste modo, surgiu a abordagem oral ou método situacional em que, em conjunto com o vocabulário, o ensino da gramática dominava. Contrariamente ao que acontecia até aqui, ensinava-se o vocabulário mais comum na língua estrangeira e padrões gramaticais ao nível da frase, sobretudo oralmente. A forma oral era, efetivamente, a base da aprendizagem e a língua surgia naturalmente na sala de aula, ensinando-se formas básicas que evoluíam para umas mais complexas. De seguida, surgiu o Método Audiolingual que forneceu um maior destaque à compreensão de textos. O ensino era ministrado a partir da leitura de excertos, que eram seguidos de listas de vocabulário e de uma discussão acerca dos assuntos abordados nos mesmos. Este método apoiava-se também em repetições do que era abordado na aula e em exercícios de substituições de estruturas gramaticais e de vocabulário. Devido a estes processos, a comunicação era desvalorizada e muito artificial (Harmer, 2001: 79-80). Seguiu-se o método Total Physical Response, baseado na coordenação da ação com o discurso, ou seja, dava-se ‘ordens’ às quais o aluno tinha de responder com ações, antes de começar a produzir enunciados orais. A gramática tem, aqui, um papel muito secundário. Após este método, surgiu o método silencioso (ou Silent Way), em que o professor deveria falar o menos possível ao longo das aulas enquanto o aluno seria encorajado a produzir língua. O método de ensino baseava-se na resolução de problemas, na criação e descoberta e na memorização através de dispositivos visuais. No que à gramática diz respeito, padrões gramaticais estruturados eram apresentados aos alunos e as regras eram aprendidas através de abordagens indutivas.
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Aspectos gramaticais da língua indígena Manxinéri (Aruák)

Aspectos gramaticais da língua indígena Manxinéri (Aruák)

O capítulo está organizado em seções que apresentam as classes de palavras gramaticais identificadas pelos critérios morfológicos inerentes a cada item lexical, bem como pelas características distribucionais, as quais foram acionadas para melhor descrever essas classes. Além disso, apresentamos nessas seções as subclasses, seus elementos constituintes e os processos morfológicos identificados em cada classe. Conforme os critérios citados acima, temos, portanto, em Manxinéri, as seguintes classes de palavras: nome, verbo, adjetivo, quantificadores, advérbio, pronomes, posposição e partícula. Consideramos os nomes, verbos e adjetivos a classe aberta de palavras, ao passo que os quantificadores, advérbios, pronomes, posposições e partículas fazem parte da classe fechada de palavras do Manxinéri.
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Estudos gramaticais: diferentes epistemologias e distintas metodologias

Estudos gramaticais: diferentes epistemologias e distintas metodologias

Também a Semântica Cognitiva é aporte teórico utilizado para a análise e a compreensão de estruturas gramaticais nesta edição da Scripta. O estudo das metáforas vem sendo considerado, nas últimas décadas, essencial como forma de abordagem das estruturas conceituais e das categorias mentais dos sujeitos, que se vão constituindo a partir das experiências e vivências cotidianas. A depreensão do significado de certas categorias gramaticais passa, então, pela depreensão de representações de si e da realidade, as quais são operadas por meio das práticas linguísticas. No caso em questão, um trabalho publicado nesta edição evidencia o emprego de metáforas gramaticais ou interpessoais, veiculadas em um gênero bem específico na ambiência acadêmica, como é o caso dos pareceres de artigos científicos: tanto o texto de reprovação quanto o de aprovação se constituem como indicativos de um ritual interlocutivo entre sujeitos (parecerista / autor), em que se nota hierarquização de posicionamentos, (im)possibilidade de negociação interlocutiva, tentativa de preservação de faces (pela ausência de crítica ostensiva ou mesmo por uma solidarização com o autor cujo trabalho está sendo reprovado), entre outros comportamentos vistos como “civilizados” e adequados ao ambiente acadêmico.
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Projeto Final  a Barata Gomes Pedro

Projeto Final a Barata Gomes Pedro

Concentração em atrativos - as mega atracões/construções em determinadas regiões são muitas vezes a alavanca para um enorme sucesso turístico. Mega construções, como parques temáticos,[r]

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Origami e Construções Geométricas

Origami e Construções Geométricas

O primeiro capítulo desta dissertação incide sobre construções com régua e compasso. Em par- ticular, recordam-se algumas construções geométricas elementares, constrói-se o corpo dos números construtíveis e apresenta-se o teorema sobre equações cúbicas que permite provar a impossibilidade de resolver os três problemas clássicos da antiga Grécia com régua não graduada e compasso. Neste capítulo utilizam-se diversos conceitos algébricos que podem ser consultados em diversas referên- cias (ver, por exemplo, [5, 6, 7, 17]). No Apêndice II, fazemos um breve resumo dos resultados necessários.
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Construções em análise na transferência.

Construções em análise na transferência.

Das primeiras construções históricas de fatos acontecidos, logo passou Freud para construções de fatos fantasiados do paciente, já então com toda a égide vir- tual de verdade psíquica presente na noção de fantasia, sem a presunção de verdade objetiva. Entretanto, passou-se a denominar toda construção deste tipo como inter- pretação. Falou-se, cada vez mais, em interpretar a fantasia inconsciente. Teria sido melhor denominado como construção, narrativa de fatos fantasiados, construção de uma história virtual própria a ser vivida na transferência e não interpretação de uma fantasia já pronta.
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Uma contribuição para o ensino de geometria utilizando origami e caleidoscópio

Uma contribuição para o ensino de geometria utilizando origami e caleidoscópio

Para a realização destas atividades a turma fez cópia das apostilas (Anexos 4 e 5) e dividiu-se em trios. Foram relembrados os casos de congruência e semelhança de triângulos, por estes serem necessários nas justificativas das construções com régua e compasso, além de serem recordadas as definições de: interseção, congruente, semelhante, etc. Para isso, os grupos seguiram as instruções da primeira página da apostila (Anexo 4). Após escreverem o que sabiam, foi aberta a discussão com toda a turma, na qual os grupos apresentaram suas respostas e confrontaram com as dos colegas. Finalmente, fechou-se a discussão com a anotação na lousa, pela pesquisadora, dos dados julgados relevantes.
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Tesselações no ensino de geometria euclidiana

Tesselações no ensino de geometria euclidiana

Apresentamos três modelos de atividades a serem desenvolvidas com alunos de ensino fundamental e médio: construções de tesselações por um só tipo de polígono regular, construções de tess[r]

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TESSELAÇÕES NO ENSINO DE GEOMETRIA EUCLIDIANA

TESSELAÇÕES NO ENSINO DE GEOMETRIA EUCLIDIANA

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