Consulta dos meios de comunicação social e internet

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Contribuição do Gabinete para os Meios de Comunicação Social para a consulta pública sobre o Livro Verde

Contribuição do Gabinete para os Meios de Comunicação Social para a consulta pública sobre o Livro Verde

Em nome do GMCS - Gabinete para Meios de Comunicação Social (Presidência do Conselho de Ministros de Portugal), tenho o prazer de lhe enviar a nossa contribuição para a consulta pública sobre o Livro Verde sobre a distribuição em linha de obras audiovisuais na União Europeia - Rumo a um mercado único digital: oportunidades e desafios, que foi proposta pela

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GABINETE PARA OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

GABINETE PARA OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

FACTURA-PROFORMA TOTAL Nota (**) : Destina-se, exclusivamente, às acções de formação relacionadas com equipamentos e programas informáticos que visem os alojamentos de páginas na internet para edições online de publicações periódicas ou distribuição do sinal áudio de rádios. 7.6. CALENDÁRIO DO INVESTIMENTO

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Concentração e pluralismo dos meios de comunicação social

Concentração e pluralismo dos meios de comunicação social

49. Solicita maior transparência no que diz respeito aos dados e informações pessoais sobre os utiliza dores conservados pelos motores de pesquisa na Internet, fornecedores de correio electrónico e sítios de redes sociais; 50. Entende que uma regulamentação a nível da UE garante suficientemente a acessibilidade de guias electrónicos de programas e de possibilidades análogas de consulta e de navegação, mas que pode ser considerada uma intervenção complementar relativamente ao modo como é apresentada a informação sobre os programas disponíveis, a fim de facilitar o acesso aos serviços de interesse geral; insta a Comissão a analisar, através de processos de consulta, a necessidade de linhas directrizes mínimas, ou de uma regula
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A responsabilidade dos meios de comunicação social na informação do consumidor

A responsabilidade dos meios de comunicação social na informação do consumidor

Na sociedade de consumo, impõe-se a educação e formação para o consumo, cujo lugar (como tão bem aponta Jean Baudril- lard) “é a vida quotidiana” [5]. Além disso, urge efetivar a educa- ção para a própria informação, “de molde a habilitar-se o con- sumidor para a comunicação, seja qual for a forma que assuma” [6]. A literacia mediática como capacidade de aceder, compreen- der e avaliar de forma crítica os conteúdos dos media (imprensa, rádio, televisão, cinema, videojogos, internet, redes sociais, etc.) é decisiva para a participação dos cidadãos e dos consumidores, e a sua inclusão nas políticas educativas uma preocupação cres- cente, como atestam inúmeros documentos de referência na- cionais e internacionais [7].
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A Interação entre os Meios de Comunicação Social e a Divulgação da Informação

A Interação entre os Meios de Comunicação Social e a Divulgação da Informação

‘navegador-rei’, simultaneamente consumidor e produtor de informação (Deuze, 2006, p. 6) foi abdicada. Por fim, a terceira área decisiva remete para a tomada da palavra e da iniciativa desse crescente número de cidadãos que recorrem às novas ferramentas de auto-edição, alargando as fronteiras do espaço público e desafiando o monopólio da prática jornalística por parte dos respetivos profissionais. Resumindo, a associação entre os meios de comunicação social e a Internet fazem com que os jornalistas produzam, editem e transmitam uma matéria em mobilidade. A própria notícia é transmitida de forma cada vez mais rápida e acessível por parte de um jornalista que deve ter a capacidade para operar com os diversos dispositivos comunicacionais. No entanto, este aspeto de realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo poderá levar à perda de qualidade da matéria de sensibilidade jornalística.
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Os meios de comunicação social e a narração dos casos criminais em Portugal

Os meios de comunicação social e a narração dos casos criminais em Portugal

Com a reforma do Código de Processo Penal Português, em 2007, o processo penal passou a ser público, tal como resulta do nº 1 do art. 86º, sob pena de nulidade. Como toda a regra contém excepção, também esta comporta ressalvas, podendo, pois, ser determinado o segredo de justiça por interesses ligados à investigação ou por razões de salvaguarda dos direitos dos sujeitos processuais que justifiquem tal decretamento 1 . A publicidade comporta a faculdade de o público assistir à realização dos atos processuais, a possibilidade de narração destes actos pelos meios de comunicação social, bem como a consulta do processo e obtenção de cópias e certidões de quaisquer partes dele. Por outro lado, como já expressámos, seja por razões aliadas à defesa dos direitos dos arguidos, dos assistentes ou dos ofendidos, seja por motivos associados aos interesses da averiguação criminal, a publicidade pode dar lugar ao secretismo. Quando assim é, todos os sujeitos e participantes processuais e todas as pessoas que, por qualquer modo, tomem contacto com o processo, passam a estar proibidos de assistir aos actos processuais e impedidos de divulgar a sua ocorrência ou os seus termos. Neste quadro, o segredo de justiça vincula tanto os sujeitos processuais, como os participantes
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A Globalização dos Meios de Comunicação

A Globalização dos Meios de Comunicação

24 De acordo com o Relatório de Públicos e Consumos de Média – O consumo de notícias e as plataformas digitais em Portugal e em mais dez países, a atenção dos consumidores de redes sociais, de acordo com os próprios, distribui-se 67% para o Facebook, 26% para o YouTube, 18% para o Google+, 7% para o Twitter e 6% para o Linkedin. No que respeita especificamente aos consumos de media, destaca-se que cerca de sete em cada dez portugueses utilizam a internet para “ler notícias de imprensa no Facebook” (69%) e menos de um quarto dos inquiridos “vê/ouve programas de televisão ou rádio” na internet (22%), apesar de a frequência de consulta de notícias em meios offline (televisão, rádio e jornais) ser superior à utilização de meios online. A grande maioria de utilizadores de internet consulta notícias em meios offline “várias vezes por dia” (43%) e/ou “uma vez por dia” (30%).” Pode ainda ler-se “Assim, aparentemente, não existiriam grandes alterações a registar. Mas, quando observados, de forma mais aprofundada, os dados que resultam da influência do digital, emerge uma realidade diferente. O papel das redes sociais nos processos de circulação e difusão de notícias vem revelar-se como um dos dados mais expressivos do efeito disruptivo operado pelo digital.” Relativamente ao pagamento para visualizar notícias online “três em cada quatro inquiridos consideram ‘improvável’ ou ‘muito improvável’ vir a fazê-lo (74%). Um em cada quatro diz ser ‘pouco provável’ (23%) e apenas uma percentagem muito reduzida considera essa possibilidade ‘muito provável’ (3%)” (Entidade Reguladora para a Comunicação Social, 2015a).
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Os meios de comunicação de massa na era da internet 1

Os meios de comunicação de massa na era da internet 1

A ESCOLA COMO UM MEIO DE INCLUSÃO TECNOLÓGICA É nesse cenário do advento das novas tecnologias da comunicação e dos conflitos que ocasiona que é preciso analisar a escola na atualidade. Para isso, basta pensar, com base no que vem ocorrendo na América Lati- na, que setores marginais da sociedade já fazem uso das novas tecnologias – telefones celulares e microcomputadores, enquanto, de outra parte, muitos estudantes se vêem afastados das tecnologias da comunicação. Parece que por tradição ou buscando sua sobrevivência e preservação, a escola tem pro- curado se manter autônoma em relação ao desenvolvimento das tecnologias da comunicação e da informação. A escola tem se mantido sempre desvin- culada dos acontecimentos sociais e políticos, tentando se preservar como uma espécie de comunidade mais ou menos fechada, crendo que assim vai poder sobreviver e manter seus princípios. Mas os meios e tecnologias de comunicação desafiam terrivelmente essa estratégica histórica da escola de permanecer impermeável ao que se passa ao seu redor e que diz respeito à sociedade em geral.
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A HISTÓRIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

A HISTÓRIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Marconi foi um pioneiro da rádio, considerado seu inventor oficial, Tinha apenas 23 anos de Marconi foi um pioneiro da rádio, considerado seu inventor oficial, Tinha apenas 23 anos de id[r]

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INTER MIRIFICA SOBRE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PROÉMIO. Importância dos meios de comunicação social

INTER MIRIFICA SOBRE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PROÉMIO. Importância dos meios de comunicação social

A primeira questão refere-se à chamada informação, ou obtenção e divulgação das notícias. É evidente que tal informação, em virtude do progresso actual da sociedade humana e dos vínculos mais estreitos entre os seus membros, resulta muito útil e, na maioria das vezes, necessária, pois a comunicação pública e oportuna de notícias sobre acontecimentos e coisas facilita aos homens um conhecimento mais amplo e contínuo dos factos, de tal modo que pode contribuir eficazmente para o bem comum e maior progresso de toda a sociedade humana. Existe, pois, no seio da sociedade humana, o direito à informação sobre aquelas coisas que convêm aos homens, segundo as circunstâncias de cada um, tanto particularmente como constituídos em sociedade. No entanto, o uso recto deste direito exige que a informação seja sempre objectivamente verdadeira e, salvas a justiça e a caridade, íntegra. Quanto ao modo, tem de ser, além disso, honesto e conveniente, isto é, que respeite as leis morais do homem, os seus legítimos direitos e dignidade, tanto na obtenção da notícia como na sua divulgação. Na verdade, nem toda a ciência aproveita, «mas a caridade é construtiva» ( 1 Cor. 8,1).
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A ACELERAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E A ELABORAÇÃO DAS NOTÍCIAS NOS PORTAIS DA INTERNET

A ACELERAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E A ELABORAÇÃO DAS NOTÍCIAS NOS PORTAIS DA INTERNET

de todo o país. A mistura do estereótipo de craque com a imagem de garoto sorridente, ávido por uma balada, que não esconde suas vontades e tenta viver intensamente aproveitando os prazer da vida, o colocou em destaque na mídia. A empatia diante do público – até mesmo com aqueles que não torcem para o Corinthians – fez reforçar o apelo midiático representado por Ronaldo. Prato cheio para uma mídia ávida por conclamar as celebridades e seus temperamentos polêmicos que rendem bastante no âmbito da fofoca e do julgamento da vida alheia, Ronaldo aparece como um personagem que agrada universalmente. Por um lado, surge como sujeito épico – o herói, oriundo de uma família humilde do subúrbio do Rio de Janeiro, que consegue enfrentar todos os desafios e armadilhas da vida (as inúmeras contusões) para cumprir o seu destino. Ao mesmo tempo, na sua desorientação pessoal (baladas, noitadas com mulheres, excesso de bebida e de peso), expõe as fraquezas mais terrenas do ser humano e provoca um misto de desalento e compaixão em seus admiradores. Como consequência desse jeito maroto de ser, Ronaldo se transforma num personagem constantemente em ação, capaz de mobilizar a imprensa sempre no sentido de sua correnteza. A consequência jornalística de todas suas epopéias torna-se um produto informativo capaz de atrair leitores que, de uma forma ou de outra, se projetam inconscientemente naquele personagem que desperta interesse no imaginário coletivo. Ronaldo, com sua riqueza, sua humildade, seu sorriso transparente e calmo, suas fraquezas, seus momentos oscilantes e sua destreza para conquistar mulheres que alimentam o estereótipo da beleza feminina e do desejo masculino, desponta como um ser que ocupa um escala especial na lista de notícias publicáveis. Muito porque possibilita um retorno mercadológico potencial, menos pelo que ele tem a apresentar como novidade capaz de vencer os critérios de noticiabilidade e se transformar em notícia. Assim, ele ganha diariamente espaço nos meios de comunicação, seja com qualquer conteúdo. Exemplo de como a mídia se comporta diante de Ronaldo para tentar vendê-lo diariamente como um produto comercial rentável foram as duas notícias das páginas seguintes retiradas, respectivamente, dos sites Agência Estado e UOL, respectivamente. A primeira do dia 19 de fevereiro de 2009; a segunda do dia 18 de fevereiro de 2009:
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Regulação política dos meios de comunicação social

Regulação política dos meios de comunicação social

32 Po de rá, no con tex to des te pla ne a men to com con su mi do res, fa lar-se de eco no mi as pla ne a das de mo cra ti ca men te. O que não im pli ca ria, ne ces sa ri a men te, a au sên cia de con cor rên cia. De fac to, este pla ne a men to po de ria ser fe i to es co lhen do pro pos tas con cor ren tes ori un das dos pro du to res, num cli ma de diá lo go sis te má ti co en tre to - das as par tes. Um pou co nes te sen ti do, ve jam-se as le i tu ras de Po lan yi (1944) so bre o sis te ma eco nó mi co de Ro bert Owen, as pro pos tas de Gu ild So ci a lism de G. D. H. Co a se (1920) e suas de cor rên ci as pós-mo der nas em Hirst (1994). Aliás, a de ci são so bre o que pro du zir po de ria tam bém es co lher si mul ta ne a men te vá ri os pro du tos e pro du to res con cor ren tes, de i xan do es pa ço ao con su mi dor fi nal para as úl ti mas de ci sões em fun ção da qua li da de e da efi ciên cia de mons tra das, na prá ti ca, por cada en ti da de pro du to ra. Note-se, de pas sa gem, que se cada pro du tor for re com - pen sa do em fun ção dos seus re sul ta dos prá ti cos de ca rác ter co mer ci al, nada obs ta a que as en ti da des pro du to ras se jam en ti da des de ca pi ta is pú bli cos, pois es tes ní - ve is de con cor rên cia e de in cen ti vo à efi ciên cia e qua li da de de i xam pers pec ti var ní - ve is ele va dos de em pe nha men to dos pro du to res, sem cair em es tag na ções ad mi - nis tra ti vas. As van ta gens de ca pi ta is pú bli cos fun ci o nan do nes te sis te ma mis to pla ne a men to/de mo cra cia in for ma da/mer ca do se ri am as de ma i or igual da de social, ma i or trans pa rên cia face aos con su mi do res, bem como as de me lhor cir cu la - ção de in for ma ção en tre to dos os pro du to res por dis po si ti vo anti-se cre tis ta (Fon se - ca 1996, 1998, 1999a, 1999b). O in cen ti vo à ino va ção se ria as se gu ra do pelo sis te ma de de ci são de mo crá ti ca (pe los “re pre sen tan tes” dos con su mi do res) e, even tu al - men te, tam bém por pré mi os da dos aos cri a do res das ide i as ino va do ras. Tal vez este tipo de es que ma seja mais fá cil de apli car em pro du tos como vi a tu ras, com pu ta do - res e ou tros ti pos de mer ca do ri as cor ren tes que não os bens cul tu ra is, em bo ra, em qual quer caso, as com ple xi da des des te es que ma de pla ne a men to con cor ren ci al se - jam con si de rá ve is, es tan do fora das pos si bi li da des des te ar ti go de ba ter as suas fa - ce tas em ter mos de te o ria eco nó mi ca.
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OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL NA NOVA CONSTITUIÇÃO FEDERAL

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL NA NOVA CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Temos hoje, no Brasil, um Leviatã ou Moloque que nasceu da própria complacência do Estado, e que hoje pode mais que qualquer um dos poderes institucionais. A força da repetição, é capaz de produzir verdades, vender candidatos à adminisação pública, ditar regras de comportamento social e moral. Pode cometer toda aquela gama de desatinos já referidos neste trabalho, sem levar pito de ninguém. Ao contrário, essa cadeia/rede é juiz de sua própria causa, mete medo nos congressistas e juizes, pode faturar o lucro que quiser, construir e destruir personalidades a seu bei prazer, desorganizar a família, derrubar leis e decretos, legislar nos assuntos de seu interesse privado e fazer do preto branco e do redondo, quadrado.
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Internet e Meios de Comunicação de Massa: liberdade e controle; utopia e distopia 1

Internet e Meios de Comunicação de Massa: liberdade e controle; utopia e distopia 1

Os meios de comunicação de massa do século XX são os principais propagadores do American way of life, o estilo de vida americano que exalta o capitalismo e a sociedade de consumo, atrelando a promessa de felicidade aos produtos consumidos. A partir da segunda metade do século XX, o mercado de comunicação se torna cada vez mais complexo, com a chegada do entretenimento doméstico: cabos e satélites para televisão por assinatura (década de 1960) e videocassetes (década de 1970). Para os estúdios de Hollywood, cujos lucros vinham da bilheteria de salas sempre lotadas, o modelo de negócios começa a mudar. O produto principal não é mais a produção do filme, mas a construção de um banco de propriedade intelectual para que licenciassem os filmes para canais de televisão aberta e por assinatura, produção de vídeos e DVDs. Com a queda da bilheteria e a consequente diminuição dos lucros, os estúdios buscavam lucrar com a imagem do filme criando produtos como camisetas, bonés, relógios etc., focando no público infantojuvenil. Os parques temáticos (Universal, Disney) e cruzeiros (Disney) também foram espaços criados para garantir a presença da marca no imaginário mundial. Na década de 2000, surge o “novo sistema” (EPSTEIN, 2008), ou seja, um processo de convergência de todos os ramos – antes separados – da indústria cultural. Os estúdios de Hollywood foram comprados e incorporados a grandes impérios de
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A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL EM TIMOR-LESTE

A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL EM TIMOR-LESTE

Nesse sentido, nos termos do Artigo 44.º da referida Lei da Comunicação Social, são competên cias do Conselho de Imprensa: “a) Promover a liberdade de expressão e de imprensa e a independência dos meios de comunicação social de quaisquer influências de indivíduos, grupos ou interesses políticos e económicos; b) Aprovar e supervisionar o cumprimento do Código de Ética por todos os jornalistas e órgãos de comunicação social; c) Exercer o poder disciplinar sobre os jornalistas, nos termos de regulamento próprio, a aprovar pelo Conselho de Imprensa, onde são fixadas as infrações, as correspondentes sanções e o processo disciplinar; d) Atribuir, renovar, suspender e cassar o título profissional de jornalista; e) Realizar o registo e promover a publicação no Jornal da República dos órgãos e meios de comunicação social; f) Manter atualizada uma base de dados das empresas de comunicação social, das organizações de jornalistas e dos jornalistas em exercício; g) Arbitrar e mediar litígios que resultem do exercício da atividade jornalística, na relação entre os cidadãos, as organizações, os órgãos do Estado e os órgãos de comunicação social; h) Emitir pareceres sempre que o Tribunal considerar necessária a opinião especializada do Conselho de Imprensa com vista à resolução de litígios emergentes da atividade jornalística; i) Promover o diálogo entre os operadores de comunicação social, a sociedade e os órgãos do Estado; j) Apoiar as organizações de jornalistas no desenvolvimento das competências profissionais, técnicas e intelectuais dos jornalistas 118 ”.
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A emigração portuguesa e os seus meios de comunicação social: breve caracterização

A emigração portuguesa e os seus meios de comunicação social: breve caracterização

Os conteúdos produzidos localmente por estes média são também entendidos como serviço público prestado à comunidade migrante, indo esta questão ao encontro dos discursos que culpabilizam os órgãos de comunicação social portugueses de Portugal, principalmente públicos mas também privados, por não produzirem conteúdos adequados ao público migrante. Crítica que incide tanto sobre os conteúdos que são difundidos para a dita “diáspora” (o exemplo mais emblemático é o da RTP Internacional) como quando a esta se referem nos conteúdos difundidos internamente em Portugal. Esta relação tensa pode ser exacerbada em determinados momentos, como no movimento de repúdio à entrada da RTP Internacional no Canadá, dirigido pela concorrência local, argumentando que a expansão dos canais de cabo portugueses constituíam concorrência desleal (previa-se que viessem a absorver uma parte da audiência) pois estes apenas replicariam a produção nacional generalista, não contribuindo de forma positiva para a vida do grupo migrante.
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A agenda setting: os meios de comunicação como construtores da realidade social

A agenda setting: os meios de comunicação como construtores da realidade social

Wolf (2005), aponta que no âmbito das mudanças das perspectivas dos estudos de comunicação e seus efeitos, a hipótese da Agenda Setting ocupa uma posição importante, pois aborda a forma pela qual a mídia é capaz de modificar a realidade social. Os estudos iniciais desenvolvidos por McCombs e Shaw envolvem campanhas políticas presidenciais nos Estados Unidos, mas os pesquisadores reforçam que, embora a maioria dos estudos tenham se desenvolvido no país de origem, as evidências do agendamento midiático podem ser identificadas em vários lugares do mundo. Bem como, também afirmam que não há uma premissa em entender que os efeitos do agendamento estão limitados as eleições, embora estas criem um laboratório natural para os efeitos da mídia. “Um dos méritos da Teoria da Agenda é esta sua diversidade geográfica e cultural nas evidências que replicam os principais aspectos desta influência dos veículos de comunicação de massa na soci edade” (McCOMBS, 2009, p. 13).
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O sistema dos meios de comunicação e a ordem social em Niklas Luhmann

O sistema dos meios de comunicação e a ordem social em Niklas Luhmann

Dentro do escopo da teoria luhmanniana, a desordem social pode ser apreendida a partir do conceito de acoplamento estrutural 71 , tendo em vista que ele é o que nos permite visualizar os efeitos decorrentes das operações dos subsistemas em outros subsistemas ou em seu ambiente. Como vimos no segundo capítulo, as operações dos subsistemas possuem um duplo efeito de possibilitar tanto o funcionamento da sociedade moderna quanto a sua ameaça. Os riscos ambientais são o melhor exemplo para compreender como esse ordenamento moderno que acopla o desenvolvimento econômico à inovação técnica cria uma ameaça ecológica (uma desordem) para todo o sistema social que é difícil de ser absorvida imediatamente pelos diversos subsistemas. Ao mesmo tempo, porém, é esse próprio acoplamento que pode trazer soluções para as ameaçar que ele mesmo cria (através do desenvolvimento de energias limpas e sua inserção na economia mundial, por exemplo). No caso do subsistema dos meios de comunicação, o principal acoplamento estrutural que ele possui em relação a outros subsistemas são os temas, então uma possível produção de desordem pode ser pensada de maneira mais produtiva a partir desse conceito. Apresentamos um exemplo de caso na relação media-ciência sobre o que ocorre quando as controvérsias científicas são apresentadas ao público no início de seu debate ou antes de sua resolução do debate pelos especialistas 72 . Nesses casos, mina-se a confiança na ciência (no meio simbolicamente generalizado da verdade) na medida em que o público toma contato com argumentações cotidianas dos cientistas e ganha o poder de definir a agenda da ciência interferindo no seu programa: o que determina o pêndulo do verdadeiro/falso deixam de ser as teorias e passa a ser a pressão popular. Outro exemplo que também apresentamos nas relações entre os media e a ciência diz respeito ao fenômeno dos intelectuais- jornalistas, que através de sua influência em subsistemas distintos e com o privilégio de alcance do subsistema dos meios de comunicação acabam também ameaçando o programa da ciência ao guiar os critérios da distinção verdadeiro/falso a partir do fast-thinking característico de espaços jornalísticos e não mais das teorias produzidas nos espaços acadêmicos 73 . As relações entre os media e a ciência não esgotam a investigação sobre a desordem social. Outros exemplos _________________________________
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MINISTÉRIO PÚBLICO E A CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

MINISTÉRIO PÚBLICO E A CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

O Estado Democrático de Direito pressupõe, no intuito de construir uma sociedade plenamente livre, entre outros direitos e garantias fundamentais: o pluralismo político, o acesso à informação e as liberdades de expressão, consciência e pensamento. Neste âmbito, abre-se o debate em torno da concentração econômica nos meios de comunicação social, que são aqueles que alcançam larga audiência, justamente por se tratarem dos principais fomentadores da opinião pública na atualidade. Comprova-se que a formação de monopólio e oligopólios neste setor coloca em risco os direitos e garantias fundamentais supracitados. Além do mais, que a concentração da mídia é uma tendência mundial, cabendo à órgãos como o Ministério Público a defesa do ordenamento pátrio e dos interesses da sociedade. Apresentam-se também os dispositivos da Constituição Federal brasileira que regulamentam os meios de comunicação social e a radiodifusão, além de precedentes jurisprudenciais que abordam o assunto.
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A agenda setting: os meios de comunicação como construtores da realidade social

A agenda setting: os meios de comunicação como construtores da realidade social

Wolf (2005), aponta que no âmbito das mudanças das perspectivas dos estudos de comunicação e seus efeitos, a hipótese da Agenda Setting ocupa uma posição importante, pois aborda a forma pela qual a mídia é capaz de modificar a realidade social. Os estudos iniciais desenvolvidos por McCombs e Shaw envolvem campanhas políticas presidenciais nos Estados Unidos, mas os pesquisadores reforçam que, embora a maioria dos estudos tenham se desenvolvido no país de origem, as evidências do agendamento midiático podem ser identificadas em vários lugares do mundo. Bem como, também afirmam que não há uma premissa em entender que os efeitos do agendamento estão limitados as eleições, embora estas criem um laboratório natural para os efeitos da mídia. “Um dos méritos da Teoria da Agenda é esta sua diversidade geográfica e cultural nas evidências que replicam os principais aspectos desta influência dos veículos de comunicação de massa na sociedade” (McCOMBS, 2009, p. 13).
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