Consumo de água potável

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ANÁLISE ECONÔMICA DE SOLUÇÕES PARA REDUZIR O CONSUMO DE ÁGUA POTÁVEL – ESTUDO DE CASO DE UMA RESIDÊNCIA EM JOINVILLE – SC

ANÁLISE ECONÔMICA DE SOLUÇÕES PARA REDUZIR O CONSUMO DE ÁGUA POTÁVEL – ESTUDO DE CASO DE UMA RESIDÊNCIA EM JOINVILLE – SC

O objetivo deste estudo foi analisar as soluções econômicas para reduzir o consumo de água potável em uma residência em Joinville/SC. A pesquisa foi desenvolvida em uma residência unifamiliar, que possuía principalmente equipamentos convencionais. Primeiramente, levantou-se o perfil de consumo, estimado a partir de planilhas que foram preenchidas pelos residentes. Depois realizou-se a análise da redução de consumo com a substituição dos equipamentos convencionais por economizadores. Foram utilizadas as reduções teóricas de arejadores, restritores de vazão e válvula de descarga com acabamento do tipo “Dual flush”. Estudou-se a viabilidade do aproveitamento da água pluvial. Por fim, optou-se por combinar as duas estratégias de redução de consumo de água potável (aparelhos economizadores e o sistema de água pluvial). Estimou-se uma redução no consumo de 21,0%, caso fossem utilizados os equipamentos economizadores, com um retorno financeiro de 52 meses. Para o aproveitamento de água pluvial, a redução no consumo de água potável seria de
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PROJETO PARA A REDUÇÃO DE CONSUMO DE ÁGUA POTÁVEL EM RESIDÊNCIAS DE BELO HORIZONTE – A PARTIR DO APROVEITEAMENTO DE ÁGUAS DE CHUVA E REÚSO DE ÁGUAS CINZA

PROJETO PARA A REDUÇÃO DE CONSUMO DE ÁGUA POTÁVEL EM RESIDÊNCIAS DE BELO HORIZONTE – A PARTIR DO APROVEITEAMENTO DE ÁGUAS DE CHUVA E REÚSO DE ÁGUAS CINZA

Este estudo visa apontar sistemas para redução do consumo de água potável em residências da região metropolitana de belo horizonte, a partir da instalação de um laboratório para análise da água da pia de cozinha, para possível reúso na irrigação de jardins, melhoria de um sistema de um sistema de aproveitamento de águas de chuva e pesquisa bibliográfica sobre equipamentos economizadores de água utilizados em residência, por intermédio de dados estatísticos de frequência do fabricante, para vazão dos aparelhos tais como: vasos sanitários e calhas.
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Avaliação do binómio água-energia de um sistema de aproveitamento de águas pluviais – estudo de caso do

Avaliação do binómio água-energia de um sistema de aproveitamento de águas pluviais – estudo de caso do

Variados métodos podem ser aplicados na determinação do volume óptimo do(s) reservatório(s). Alguns autores desenvolveram modelos de optimização para o dimensionamento dos tanques, como uma ferramenta para se atingirem as maiores eficiências, quer em termos de redução do consumo de água potável, mas também da poupança de energia (Chiu, et al., 2009). Um dos critérios usados por vários autores para este dimensionamento relaciona-se com a relação custo-dimensão dos tanques (Campisano & Modica, 2012). Para Palla (2011), o tamanho óptimo dos reservatórios de armazenamento de águas pluviais pode ser visto como uma função de dois parâmetros não dimensionais, a procura e o armazenamento. Enquanto que o factor da procura parece afectar significativamente a eficiência do sistema e overflow do tanque, o armazenamento influencia os tempos de retenção, contribuindo por sua vez para a degradação da qualidade da água armazenada (Palla, et al., 2011).Para o dimensionamento dos tanques recorre-se com frequência ao uso do Método Prático Alemão, ou do Método Prático Australiano. O primeiro consiste num modelo empírico onde o tamanho do tanque desse relaciona com 6% do volume mínimo anual precipitado e consumos mínimos anuais. No que respeita ao método Australiano, um método iterativo, o volume do tanque relaciona-se com a área de drenagem, o coeficiente de escoamento e a altura de precipitação, sendo calculado através de um balanço volumétrico até se atingirem valores estatisticamente fiáveis.
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Consumo e Escassez de Água Potável em Salvador-Bahia/Drinking Water Consumption and Shortage in Salvador-Bahia

Consumo e Escassez de Água Potável em Salvador-Bahia/Drinking Water Consumption and Shortage in Salvador-Bahia

(iii) O aumento populacional pode gerar transtornos, no comércio, nas indústrias, nas escolas e nos setores da saúde, ocasionando escassez de água no futuro próximo, devido ao aumento do consumo de água. Cajazeiras, por exemplo, segundo o IBGE, em 1964 tinha 38.576 habitantes e apenas 16.784 residiam na zona urbana, em 2011, houve um aumento para 58.316 (aproximadamente 23% na zona rural). Isto significa que a população urbana quase triplicou e o sistema de distribuição d’água de 1964, continua o mesmo, o que tem provocado constante falta d’água na cidade (Tucci, 2001; Capobianco, 2010). Salvador sofre um incremento populacional a cada ano e com isso cresce a necessidade do abastecimento de água para fins industriais e para a agricultura, visando fazer face ao aumento do consumo de produtos e de alimentos. Esta realidade são indicadores insofismáveis de uma crise relativa a esse recurso natural num futuro próximo em Salvador, como também em todo o planeta. Além disso, a perda dos mecanismos de retenção de água, tais como, remoção de áreas alagadas e desmatamentos corroboram para intensificar a possível crise pela água (Capobianco, 2010; Lopes, 2010).
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ESTUDO DE VIABILIDADE DE APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS NO CENTRO POLITÉCNICO DA UCEFF FACULDADES
							| Revista Tecnológica

ESTUDO DE VIABILIDADE DE APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS NO CENTRO POLITÉCNICO DA UCEFF FACULDADES | Revista Tecnológica

A partir da definição do método utilizado e do cálculo do dimensionamento final do reservatório para aproveitamento das águas pluviais, também foi analisado o consumo de água durante o período de funcionamento do Centro Politécnico da UCEFF. De posse dos dados fornecidos pelo setor contábil da instituição, com um resumo das faturas e do consumo mensal de água potável fornecida pela CASAN, foi calculada a média do consumo mensal da instituição, apresentada nas Tabelas 01 e 02 relativas aos anos de 2014 e 2015 respectivamente. Ao compararmos estes dados, verifica-se que a reserva de água pluvial calculada representa aproximadamente10% de economia em relação à média de consumo de água potável da instituição.
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 DM Alexandra Sousa

DM Alexandra Sousa

Esta certificação utiliza um sistema de pontuação simples, fácil de interpretar e baseado nos dados apresentados ao longo da dissertação, tendo como intenção ser uma influência positiva sobre o projeto / edifício existente, contribuindo para uma maior poupança no consumo de água potável e o uso racional da mesma A inovação da metodologia proposta consiste no facto de este sistema de avaliação ter em conta não só a redução do consumo de água mas também, o retorno do investimento da tecnologia que o possibilita, no caso dos sistemas de aproveitamento de águas, e o peso que cada equipamento tem no consumo global, indo mais além do que uma mera calculadora de consumos da habitação, uma vez que, entra com factores económicos, que se pretende que reflitam o uso racionalmente económico da água.
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Reuso não potável de água em edifícios

Reuso não potável de água em edifícios

Sabendo do papel primordial da água potável para a sobrevivência dos seres vivos, e percebendo que a cada dia as preocupações com relação ao futuro por consequência da redução desta no mundo aumentam, é de suma importância que haja iniciativas que possuam como meta reduzir o consumo de água potável per capita sem que isso cause drásticas mudanças nos hábitos de seus usuários. Existem diversas tecnologias para que se consiga reduzir o desperdício de água nas edificações, sendo a utilização de água da chuva e o reuso de águas cinzas, como por exemplo aquelas provenientes do chuveiro, para usos menos nobres, como abastecimento das caixas de bacias sanitárias, uma das principais alternativas para essa redução. Por esse motivo o presente trabalho tem por objetivo analisar, em edificações verticais, a viabilidade de armazenar e utilizar a água da chuva para utilização nos vasos sanitários do último andar do edifício, além de fazer o reuso da água utilizada nos chuveiros dos andares superiores nos vasos sanitários dos andares inferiores. Para se calcular o tamanho ideal do reservatório para captação da água da chuva do estudo em questão foi utilizado o método de Rippl. A implantação do sistema de utilização da água da chuva e o reuso da água do chuveiro para utilização nos vasos sanitários contribui com seus usuários de forma que estes reduzam o consumo de água potável e consequentemente os gastos com a empresa de abastecimento local. Isso pode ser percebido, pois, com a utilização do sistema proposto no trabalho, há uma redução do volume de água potável utilizada no edifício em até 1.620 litros por apartamento por mês, exceto os apartamentos do último andar do prédio, pois estes são abastecidos pela água da chuva e no período de seca, alguns meses não haverá água da chuva disponível sendo necessário que estes utilizem água da rede de abastecimento local. Levando em consideração a localidade de Brasília, o gasto mensal por habitante é de 13.810 litros, e sendo essa economia de até 1.620 litros, uma economia para os 3 moradores do apartamento, logo pode-se dizer que a economia por pessoa é de 540 litros por mês, o que representa quase 4% de economia de água no mês por pessoa na localidade de Brasília.
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Levantamento dos aspectos relacionados ao projeto paisagístico presentes nas certificações de desempenho ambiental de edificações LEED e AQUA

Levantamento dos aspectos relacionados ao projeto paisagístico presentes nas certificações de desempenho ambiental de edificações LEED e AQUA

Para o atendimento desse crédito será necessário reduzir em 50% o consumo de água potável para irrigação do paisagismo, tomando por base o volume de água consumido durante o mês mais crítico do verão. A redução deverá ser atribuída a qualquer combinação dos seguintes itens: espécies vegetais, eficiência no sistema de irrigação, aproveitamento de água de chuva, reuso de água servida e água fornecida pela concessionária para uso não potável. (UNITED STATES GREEN BUILDING COUNCIL, 2009, p. 179-191).
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Água como bem econômico: dessalinização para o combate da escassez hídrica no agronegócio

Água como bem econômico: dessalinização para o combate da escassez hídrica no agronegócio

O planeta Terra é considerado azul, devido a 70% de sua superfície estar coberta por água, no entanto essa quantidade não é própria para consumo humano, ou seja, não é potável, e sua distribuição é desigual ao longo do seu território. Em sua maioria, está na forma salgada dos mares e, em minoria, de água doce, concentrada em geleiras, rios, lagos e lençóis subterrâneos. Desse modo, há uma grande quantidade indisponível de água potável no mundo, diretamente associada a um gerenciamento inadequado e superexploração dos recursos hídricos, efeitos provocados pelas mudanças climáticas, pela poluição, desmatamento nas cabeceiras dos rios, acidentes ambientais e contaminação da água perante falta de saneamento básico e por produtos químicos provenientes de atividades agrícolas, descarga de dejetos industriais sem o devido tratamento, utilização de agrotóxicos e fertilizantes, ou pela inacessibilidade aos reservatórios subterrâneos, permanecendo somente uma pequena parcela dessa água destinada ao consumo humano, inserindo incertezas quanto à previsão da disponibilidade futura de água.
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Orientador: Professor Doutor Pedro Manuel da Hora Santos Coelho Co-orientador: Professor Doutor Rui Jorge Fernandes Ferreira dos Santos

Orientador: Professor Doutor Pedro Manuel da Hora Santos Coelho Co-orientador: Professor Doutor Rui Jorge Fernandes Ferreira dos Santos

Construção de um reservatório em betão capaz de suprir a totalidade do consumo da náutica (6605 m 3 /ano) na MC. Desta forma, substituindo a utilização de água potável (da rede) por água pluvial tratada, passando o abastecimento da água potável (da rede) a ser feito em dois pontos - no cais de combustível e na área técnica através de módulos de água com contador - sendo a água debitada ao cliente de forma análoga ao procedimento das bombas de gasolina. Como se pode verificar na Tabela 4.7, este cenário apresenta: um investimento inicial de 142.853 €; com proveitos (custos evitados na fatura de água) de 16.494 € por ano; e com custos totais onde são incluídos os custos de manutenção (de cerca de 1% do investimento inicial), de novos equipamentos a cada 10 anos, de formação de pessoal a cada 5 anos e ainda uma verba destinada para imprevistos eventuais para cada ano.
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(Re)uso da água da chuva: experiência no Colégio Politécnico de Santa Maria (RS)

(Re)uso da água da chuva: experiência no Colégio Politécnico de Santa Maria (RS)

A água que é utilizada em alguns locais possui origem do subsolo da UFSM, servindo ao consumo humano, descargas de sanitário e limpezas das edificações e do maquinário. Portanto, neste local, torna-se importante a preservação dos recursos naturais para diminuição e cuidado com o consumo das águas do subsolo, levando a um caminho de preservação do meio ambiente e promovendo a conscientização ambiental dos seus alunos, funcionários e comunidade em geral. Segundo Filipetto (2005) é necessário investimentos em “ações permanentes de conservação e uso racional deste recurso que está se tornando caro e difícil. Principalmente para o meio rural que demanda uma grande quantidade de água potável para irrigação e criações animais” (FILIPETTO, 2005, p. 56).
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Ambient. constr.  vol.18 número1

Ambient. constr. vol.18 número1

A NBR 15575 (ABNT, 2013) menciona o SPANP na parte 1, em “Adequação ambiental”, e estabelece o requisito “Utilização e reúso de água”, recomendando em nota que as instalações hidrossanitárias privilegiem a adoção de soluções que minimizem o consumo e possibilitem o reúso da água como forma de diminuir a demanda pelo abastecimento público e de reduzir o volume de esgoto sanitário enviado para a rede de coleta. O projeto de revisão da NBR 5626 (ABNT, 2016) não contempla o sistema predial de água não potável, porém recomenda em “Fontes de abastecimento” que, quando existir, deve ser totalmente independente daquele destinado ao uso da água potável e que é vedada qualquer possibilidade de conexão cruzada entre ambos. Também, na seção “Proteção sanitária da água potável”, recomenda que os sistemas projetados não podem afetar a qualidade da água, particularmente por meio de interligação entre tubulações que conduzam água potável e água não potável.
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O uso de larvicidas em água potável é seguro?

O uso de larvicidas em água potável é seguro?

Probablemente sí. No hay evidencia para demostrar la seguridad del uso de larvicidas en la agua potable. Sin embargo, hay pocos estudios que evalúan el efecto sobre la población de mamíferos, como son los biodisponibilidad y las revisiones de citotoxicidad muestran que en concentraciones bajas son seguros y sin efectos genotóxicos o cancerígenos. Larvicidas evaluadas y autorizadas para su uso en la agua potable por la Organización Mundial de Salud, destinados al consumo humano son: DIFLUBENZUROM, METOPRENO, NOVALUROM, Pirimifós/, PIRIPROXIFEM, ESPINOSADE, TEMEFÓS, más allá de Bacillus thuringiensis israelensis (BTI). Se recomienda utilizar siempre la dosis correcta de larvicidas. Temephos se utiliza para tratar los brotes, pero no se debe utilizar en los tanques de peces. Aprobado para uso en la agua potable. El piriproxifeno es un éter y no hay evidencia para apoyar que causa daños en los fetos de mamíferos. Se recomienda BTI como larvicida para uso en la salud pública, es una bacteria que en contacto con el agua tóxicas para las larvas de algunos insectos. La aplicación debe ser realizada por profesionales capacitados. BTI no tiene ninguna ingesta diaria admisible, sin embargo, la orientación de uso debe ser 1-5 mg/litro. La evaluación de los productos químicos de cualquier tipo siempre se debe hacer hincapié en la posibilidad de bioacumulación. Las sustancias que no se biodegradan, son biopersistente y se mantienen en niveles altos en los tejidos de los seres vivos. Así que incluso si las sustancias no son para el consumo humano directo, una apreciación de su uso en la agricultura, lecho del río y pastos debe ser cuidadosamente evaluada.
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Impacto econômico no custo da água potável Sobre a renda familiar em zona rural da Bacia hidrográfica do rio paraíba/PB

Impacto econômico no custo da água potável Sobre a renda familiar em zona rural da Bacia hidrográfica do rio paraíba/PB

A cobrança deve alavancar recursos para dar o suporte financeiro ao sistema de gestão de recursos hídricos e às ações definidas pelos planos de bacia hidrográfica, ou seja, deve ser um instrumento arrecadador (SANTOS, 2002).Fernandez e Pereira (2000, p. 2) comentam que “a cobrança pelo uso da água foi justificada como mecanismo de racionalizar o seu uso e corrigir as externalidades no consumo e na produção, na medida em que internaliza aos custos privados os verdadeiros custos sociais”.

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Cíntia Águas, “Água para Todos: Aspetos Éticos do Acesso a Água Potável” - 447

Cíntia Águas, “Água para Todos: Aspetos Éticos do Acesso a Água Potável” - 447

Nas sociedades industrializadas, o consumo muitas vezes impulsivo ou mesmo aditivo de bens revela uma “desconexão” moral, estética, política e mesmo funcional relativamente aos ci- clos da vida. Vivemos numa sociedade de consumo, movida a tecnologia. Buscamos, nas palavras de George Steiner, “fazer dinheiro e inundar as nossas vidas de bens cada vez mais mate- rializados”. O consumo oculto ou indireto de água passa desper- cebido à maioria das pessoas. Isso porque não é intuitivo que, ao consumirmos os produtos, consigamos perceber as enormes quantidades de água que os produziram e trouxeram até nós. A desconsideração do impacto de certos estilos de vida sobre os recursos hídricos tende a negligenciar que, caso os principais re- cursos naturais se tornem escassos (A Global Footprint Network anunciou que o limite do uso sustentável de recursos naturais disponíveis para 2019 foi atingido dia 29 de julho, data a partir da qual a humanidade viveria “a crédito ambiental” até ao fim do ano), a humanidade no seu conjunto terá falhado o seu obje- tivo principal, comum a todos os organismos vivos, a que nos interpelou Van Rensselaer Potter no seu livro seminal Bioética, Ponte para o Futuro: a sobrevivência.
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O desafio do aproveitamento de águas pluviais

O desafio do aproveitamento de águas pluviais

À semelhança do que tem sido feito a nível nacional em termos de campanhas de sensibilização nos aspectos relacionados com a reciclagem dos lixos domésticos que, ao que tudo indica, têm vindo a obter um assinalável êxito, também no caso dos níveis de consumo e desperdício de água potável, se sugere a tomada de medidas do mesmo tipo. Segundo Pedroso (2009), para além das campanhas de sensibilização, as quais se deverão basear no incentivo à redução do consumo e do desperdício, deverão ainda ser tomadas medidas de incentivo à instalação de equipamentos que conduzam à redução dos consumos, bem como à introdução de sistemas de aproveitamento das águas pluviais e de reutilização de alguns tipos de águas domésticas. Nestes dois últimos casos será necessário proceder à alteração e introdução de alguns requisitos regulamentares no sentido de tornar viável a criação nos edifícios de sistemas de distribuição de água não potável. Complementarmente, o custo da cubicagem da água potável consumida deveria ser penalizado nos casos em que os consumos verificados ultrapassem os níveis considerados como indispensáveis para uma boa qualidade de vida e de garantia de saúde pública.
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O direito à água potável e os riscos de desabastecimento

O direito à água potável e os riscos de desabastecimento

Gradativamente, no decorrer do século XX, a água foi sendo transformada em mercadoria. Uma contradição visível deste fenômeno de mercantilização da água pode ser percebida pelo notável aumento no consumo de água mineral e suas conse- quências e impactos ambientais e sanitários, particularmente no tocante à poluição de rios e mananciais por garrafas PET produzidas e descartadas de forma massiva e generalizada em todas as regiões brasileiras. Seu caráter de direito universal e bem de todos, essencial para a vida, nem sempre é assimilado pela sociedade e pelas empresas que obtêm seus recursos financeiros mediante a cobrança da tarifa de água. A Campanha da Fraternidade de 2004 teve como um dos seus objetivos conscientizar a sociedade de que a água é fonte da vida, uma necessidade de todos os seres vivos e um direito da pessoa humana. Um dos tópicos do texto básico da Campanha destaca que:
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Aspectos da qualidade da água potável de Ribeirão Preto - SP

Aspectos da qualidade da água potável de Ribeirão Preto - SP

somente as etapas de cloração e de fluoretação, para tratamento da água. Após a cloração e a fluoretação, a água é enviada por tubulações a reservatórios, de onde será distribuída para as redes de abastecimento e posteriormente às residências. O controle de qualidade da água de consumo é realizado pelo próprio DAERP, que analisa amostras de água coletadas diariamente em diferentes pontos da cidade. Essas amostras são analisadas quanto aos aspectos bacteriológicos e físico-químicos e os resultados apurados para o controle de qualidade são disponibilizados em forma de relatórios anuais pela instituição, sendo possível ter acesso on-line dos relatórios dos anos de 2004 a 2012 (DAERP - www.daerp.ribeiraopreto.sp. gov.br). No relatório constam as seguintes informações: média mensal para a concentração de fluoreto, média mensal para a concentração de cloro, turbidez média mensal, cor, média mensal de pH e coliformes fecais, número de amostras anuais, número de amostras dentro e fora do padrão de potabilidade.
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A água potável nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável  (ODS) : um olhar do setor saúde

A água potável nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) : um olhar do setor saúde

O presente estudo de abordagem ecológica analisa os fatores de associados à qualidade da água consumida pela população de acordo com os resultados parâmetros estratégicos de monitoramento (Escherichia coli, Turbidez e Cloro Residual Livre) inseridos no Sisagua, por município, para o ano de 2017. Foi feita análise dos cadastros das formas de abastecimento de água e dos respectivos dados do monitoramento da qualidade da água para consumo humano realizado pelo setor saúde referente ao período de 2014 a 2017, conforme Oliveira Júnior et al (artigo submetido), são os dados de “Cadastro” e de “Vigilância” inseridos no “Sisagua 4”. Os dados foram extraídos em fevereiro/2018 por meio dos relatórios “Cobertura de Abastecimento – Detalhado” e “Amostras analisadas pela Vigilância – Parâmetros Básicos”. Os dados do monitoramento da qualidade da água realizado pelos prestadores de serviço de abastecimento de água (dados de “Controle”) não foram considerados neste estudo. As taxas de mortalidade (menor que 1 ano e menor que 5 anos) e a estimativa da população dos municípios provieram do TABNET 14 (59),
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Disposição máxima a pagar por água potável dessalinizada em comunidades rurais cearenses

Disposição máxima a pagar por água potável dessalinizada em comunidades rurais cearenses

Resumo: Esta pesquisa tem como principal objetivo estimar a Disposição a Pagar (DAP), por água dessalinizada para consumo humano, das famílias residentes no sertão semi-árido do Estado do Ceará, assim como identificar as principais variáveis determinantes desta disposição. Os dados foram obtidos através da aplicação de 69 questionários junto aos chefes de família; sendo 40 no Município de Quixeramobim e 29 no Município de Canindé. Foram utilizados os modelos econométricos Probito e Tobito por serem, segundo a literatura especializada, os mais adequados para este tipo de análise. Pode-se constatar que a disposição média a pagar estimada foi de R$7,85/m 3 de água dessalinizada. Segundo os resultados, conclui-se que os principais determinantes da disposição a pagar por água dessalinizada para consumo humano é a renda familiar e a idade do chefe de família; e, a maior restrição ao consumo efetivo é principalmente o baixo nível de renda e o reduzido número de dessalinizadores disponíveis em funcionamento.
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